Perguntas do paciente (20)
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O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode aprender a “ser seu próprio terapeu
O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode aprender a “ser seu próprio terapeuta”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim — pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem aprender, ao longo do tratamento, a desenvolver recursos internos semelhantes ao que o terapeuta oferece. Porém, é importante esclarecer que “ser seu próprio terapeuta” não significa substituir a terapia, e sim internalizar habilidades de regulação emocional, reflexão e cuidado consigo mesmo.
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O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode sentir medo de “não precisar mais”
O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode sentir medo de “não precisar mais” do terapeuta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim — pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem sentir medo de “não precisar mais” do terapeuta, e isso é relativamente comum no processo terapêutico. Esse medo costuma estar ligado a temas centrais do transtorno, como abandono, instabilidade nos vínculos e insegurança na autonomia emocional.
Paradoxalmente, quando o paciente começa a melhorar, pode surgir ansiedade porque:
“não precisar mais” pode ser vivido como perder o vínculo;
autonomia pode ser confundida com solidão;
o fim (ou a redução) da dependência terapêutica pode ativar medos antigos de rejeição ou abandono;
pode aparecer a fantasia de que melhorar significa ser deixado para trás.
Do ponto de vista clínico, isso não é resistência ao tratamento, mas um sinal de vínculo significativo e avanço terapêutico. Muitas vezes indica que o paciente está começando a experimentar algo novo: uma relação estável e confiável.
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O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode sentir que está “regredindo” quando
O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode sentir que está “regredindo” quando fica dependente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer. Muitas pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline sentem que estão “regredindo” quando percebem que estão mais dependentes emocionalmente de alguém importante. Mas, na maioria das vezes, isso não é regressão — é um sinal de que um vínculo de confiança está se formando.
Quando começamos a confiar e permitir apoio, emoções antigas podem aparecer com mais intensidade, e isso pode dar a sensação de fragilidade. Porém, esse movimento faz parte do processo de crescimento emocional e não significa perda de autonomia.
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Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado
Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado a ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode sim. Esses sintomas podem estar relacionados à ansiedade, porque a ansiedade ativa o sistema nervoso e pode causar fraqueza, tremores, náusea e tontura.
Ao mesmo tempo, é importante lembrar que outros fatores físicos também podem provocar sintomas parecidos, como alterações hormonais, pressão, glicemia, anemia ou uso de medicações.
Se isso está acontecendo com frequência ou há algum tempo, o ideal é buscar uma avaliação médica para descartar causas físicas. Caso não haja alterações orgânicas, a ansiedade passa a ser uma hipótese forte — e há tratamento, com bons resultados.
A psicoterapia pode ajudar muito a entender o que está por trás desses sintomas e a desenvolver estratégias para reduzir a ansiedade e recuperar o bem-estar. Se sentir que é o momento, buscar ajuda profissional é um passo importante de cuidado consigo mesmo.
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Gosto d um homem q tem todos os sintomas de TDAH, porém, parece q fala ele entende como ofensa. O qu
Gosto d um homem q tem todos os sintomas de TDAH, porém, parece q fala ele entende como ofensa. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa situação pode ser confusa e até frustrante. Quando gostamos de alguém, queremos compreender melhor o outro e até ajudar, mas falar sobre possíveis sintomas — como os do TDAH — pode ser algo sensível para algumas pessoas. Em vez de apontar diretamente, pode ser mais produtivo conversar sobre os comportamentos que te preocupam, sem dar um rótulo. Se houver abertura, você pode sugerir que ele procure um profissional para entender melhor o que está acontecendo. O mais importante é manter o respeito mútuo e cuidar da forma como a conversa é conduzida."
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Boa tarde fui diagnosticado com transtorno de ansiedade generalizada,da pra diminuir a ansiedade?
Boa tarde fui diagnosticado com transtorno de ansiedade generalizada,da pra diminuir a ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
"Boa tarde! Sim, é possível sim reduzir a ansiedade, mesmo quando se trata do Transtorno de Ansiedade Generalizada. Com o acompanhamento certo — como a psicoterapia, e em alguns casos, o uso de medicação — muitas pessoas conseguem ter uma melhora significativa na qualidade de vida. Além disso, estratégias como respiração consciente, atividade física regular e mudanças nos hábitos de vida também ajudam bastante. O mais importante é não tentar lidar com isso sozinho(a). Com apoio, é totalmente possível aprender a lidar melhor com a ansiedade."
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Estou me sentindo insegura em relação ao meu namorado ter muitas amigas. Principalmente uma em espec
Estou me sentindo insegura em relação ao meu namorado ter muitas amigas. Principalmente uma em específico que ele já gostou e ficou com ela logo antes de ter começado a ficar comigo e mesmo depois de a gente ter começado a namorar entre nunca parou de falar com ela. Ele sempre me trata muito bem e faz muito por mim, mas eu tenho um trauma e me sinto insegura com isso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Compreendo que essa situação possa estar gerando insegurança, principalmente quando há vivências anteriores que deixaram marcas. Seus sentimentos são válidos e merecem atenção.
Caso sinta que seria útil conversar com mais profundidade sobre isso, fico à disposição para agendarmos um horário. O espaço terapêutico é seguro e acolhedor justamente para lidar com questões como essa, com escuta qualificada e sem julgamentos.
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Quais são as principais alterações cognitivas que acometem no transtorno de ansiedade?
Quais são as principais alterações cognitivas que acometem no transtorno de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No transtorno de ansiedade, o cérebro passa a interpretar o mundo de forma distorcida, alimentando o medo e a preocupação excessiva. As principais alterações cognitivas incluem:
Foco exagerado em ameaças: a atenção se volta para tudo o que pode dar errado.
Interpretações catastróficas: imaginar sempre o pior cenário possível.
Pensamento tudo ou nada: ver as situações em extremos, sem meio-termo.
Supergeneralização: tirar conclusões negativas a partir de um único evento.
Leitura mental e previsão negativa do futuro: supor que sabe o que os outros pensam ou que tudo vai dar errado.
Desvalorização do positivo: ignorar conquistas e reforçar só os erros.
Ruminância: mente presa em preocupações constantes.
Baixa tolerância à incerteza: dificuldade em lidar com o que não se pode controlar.
Esses padrões de pensamento mantêm a ansiedade ativa e podem ser trabalhados com psicoterapia.
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Eu queria tirar uma dúvida relacionada a medo/fobia. Eu não sei exatamente a qual especialista recor
Eu queria tirar uma dúvida relacionada a medo/fobia. Eu não sei exatamente a qual especialista recorrer (Para falar a verdade nem sei se tem um especialista específico pra isso). Desde que me entendo por gente eu tenho pavor de baratas, não é só um medinho qualquer ou nojo, mas pavor mesmo. Se eu vejo uma, mesmo que longe de mim, meu instinto é correr ou gritar, sinto meu corpo inteiro se tremer (e ele fica por um bom tempo assim), meu coração bate bastante e teve até algumas vezes que eu me machuquei por causa desses sustos e movimentos inconscientes. Eu sei que é tudo da minha cabeça mas eu não sei o porquê disso, isso não é normal, mas também nunca vi alguém tendo esses mesmos sintomas que eu então fica difícil saber o que fazer. Chegou muitas vezes de até evitar certos lugares por um breve período por conta disso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve parece ser uma fobia específica, que é um medo intenso e desproporcional de um objeto ou situação, como no seu caso, baratas. Esse medo vai além do simples nojo e pode causar reações físicas fortes, como tremores, aceleração do coração e até evitar lugares.
O especialista indicado para tratar fobias específicas é o psicólogo, especialmente com abordagens como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que ajuda a entender e diminuir esse medo de forma gradual e segura. Em alguns casos, o psiquiatra também pode ser consultado, principalmente se houver sintomas muito intensos ou associados, para avaliar a necessidade de medicação.
Você não está sozinho(a) — muitas pessoas enfrentam fobias e há tratamento eficaz. Procurar ajuda profissional pode melhorar bastante sua qualidade de vida e diminuir o impacto desse medo no seu dia a dia.
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Olá! Existe psicólogo que atende pessoas que vão morar no exterior? Há alguma especialização dentro
Olá! Existe psicólogo que atende pessoas que vão morar no exterior? Há alguma especialização dentro da psicologia para abordar esse assunto? Psicólogos que saibam o que é enfrentar outra cultura, medo, ansiedade, processo de mudança e desafios, recomeçar a vida do zero, ou todos os psicólogos sabem lidar com esse assunto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, muitos psicólogos atendem pessoas que vão morar no exterior, inclusive online. Não há uma especialização exclusiva para isso, mas alguns profissionais têm experiência em adaptação cultural, ansiedade e mudanças de vida, o que ajuda muito nesse processo.
Qualquer psicólogo com sensibilidade para lidar com ansiedade, medo e recomeço pode oferecer apoio, mas vale buscar quem já tenha experiência com esse tema.
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Qual a importância do autocuidado para a prevenção da saúde mental?
Qual a importância do autocuidado para a prevenção da saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autocuidado é fundamental para a prevenção da saúde mental porque envolve atitudes e práticas que ajudam a manter o equilíbrio emocional e físico. Ao cuidar de si mesmo — seja por meio do descanso adequado, alimentação saudável, exercícios, momentos de lazer e atenção às próprias emoções — você fortalece sua resistência ao estresse, reduz a ansiedade e previne o surgimento de transtornos mentais.
Praticar o autocuidado regularmente é uma forma de se conhecer melhor, identificar sinais de cansaço ou desequilíbrio, e agir antes que os problemas se agravem. Por isso, ele é um pilar essencial para uma vida mais saudável e equilibrada.
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A escola está me pressionando/sugerindo levar meu filho a terapia familiar devido a mal comportament
A escola está me pressionando/sugerindo levar meu filho a terapia familiar devido a mal comportamento escolar (agitação, desobediência, impulsividade). Sou pai solteiro completamente, sem avós, tios, ninguém comigo. Já acompanhei outras pessoas e me senti hiper mal nas terapias, péssimo, é pertubador para mim, como se tivesse jogando minha vida fora. Eu aceito pagar para meu filho ir e colocar uma baba para levá-lo. Mas insistem que devo ir. A família materna tem histórico de transtorno de personalidade, Vivi horrores com essa mulher, não há vejo ha anos e fiquei ótimo assim. Agora novamente a vida quer me por para acompanhar alguém... Sinto que se eu for, vou ser péssimo participante, podendo até confrontar o terapeuta. Meu filho toma medicação e quando se trata de psiquiatra acompanho com gosto. Terapia familiar tenho vontade de sair correndo... O que fazer diante disso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que a sugestão de participar da terapia familiar pode parecer difícil e até desconfortável, especialmente considerando sua história pessoal e as experiências negativas anteriores. É muito importante reconhecer seus sentimentos — eles são válidos.
A terapia familiar não é um lugar para julgamentos, mas um espaço para que todos possam ser ouvidos e encontrar maneiras de melhorar a convivência e o suporte ao seu filho. Seu envolvimento pode ser fundamental para ajudar seu filho a lidar com a agitação, desobediência e impulsividade, pois muitas vezes o comportamento da criança reflete dinâmicas familiares que podem ser trabalhadas juntos.
Se o desconforto for muito grande, você pode conversar com o terapeuta antes, explicar suas preocupações e limites, para que o processo seja feito respeitando seu ritmo. Também é possível começar com poucas sessões ou sessões separadas, para você se sentir mais seguro.
Lembre-se que apoiar seu filho inclui cuidar do ambiente em que ele vive, e sua participação pode fazer a diferença no tratamento dele.
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Sinto que procrastino demais, até para coisas que gosto de fazsr, mesmo que eu não queira. Isso tá
Sinto que procrastino demais, até para coisas que gosto de fazsr, mesmo que eu não queira.
Isso tá me atrapalhando bastante, principalmente porque deixo de fazer as coisas que preciso fazer e “deixo para depois”. Mesmo que eu quero parar eu não consigo. Faço tudo na ultima hora ou nem faço. Qual a melhor orientação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Por que você procrastina (mesmo quando quer fazer)?
Você quer agir, sabe o que precisa fazer, mas adia... Isso pode não ser preguiça — pode ser emocional.
Perfeccionismo: O medo de errar paralisa. Comece mesmo que não esteja perfeito.
Ansiedade: Tarefas grandes demais cansam só de pensar. Divida em passos pequenos.
Conflitos internos: Às vezes, uma parte sua resiste. Observe o que está sentindo ao adiar.
Falta de estratégia: Use ferramentas simples como a técnica Pomodoro (25 min de foco + 5 min de pausa).
Excesso de autocrítica: Trate-se com mais gentileza. Você não precisa acertar sempre.
Se a procrastinação te impede de viver com leveza, buscar ajuda é um passo de força, não de fraqueza.
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Preciso de ajuda para parar de beber. Já tentei muitas e muitas vezes e não consegui. Eu não bebo to
Preciso de ajuda para parar de beber. Já tentei muitas e muitas vezes e não consegui. Eu não bebo todos os dias, só em feriados, festas e fim de semana, mas quando bebo exagero. Bebo muito rápido. E fico bêbada muito rápido tb. Vcs tem algum tratamento q eu possa fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Conversar com um psicólogo pode ajudar você a entender os gatilhos que levam ao consumo exagerado. Muitas vezes, usamos o álcool para lidar com emoções, estresse, traumas ou até mesmo por costume social. Uma abordagem que ajuda muito nesses casos é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), mas outras, como a Análise Transacional, também são bastante eficazes para trabalhar tomada de consciência, tomada de decisão e mudança de comportamento.
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olá, eu falo rápido e as vezes as pessoas não entende e repito as vezes a mesma coisa que já falei ,
olá, eu falo rápido e as vezes as pessoas não entende e repito as vezes a mesma coisa que já falei , o que fazer?que especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Falar rápido e repetir informações pode ter diferentes causas, que variam desde aspectos emocionais, como ansiedade, até questões relacionadas à comunicação ou atenção.
Um psicólogo pode te ajudar a entender melhor o que está por trás desse comportamento e, se necessário, te orientar sobre outros profissionais que possam complementar o cuidado, como um fonoaudiólogo ou neurologista.
Se desejar, estou à disposição para agendarmos uma conversa e avaliarmos juntos a melhor forma de cuidar disso.
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Meu filho sofre de depressão por achar se feio mas ele é um homem lindo. Como resolver isso '?
Meu filho sofre de depressão por achar se feio mas ele é um homem lindo. Como resolver isso '?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito difícil ver um filho sofrer assim, ainda mais quando, aos seus olhos, ele é uma pessoa linda e valiosa. Mas, para ele, essa dor é real e não pode ser minimizada.
A insatisfação com a aparência pode estar ligada a baixa autoestima, bullying, comparação social (especialmente com redes sociais) ou até um transtorno de imagem, como a dismorfia corporal. Se ele passa muito tempo se olhando no espelho, evitando sair ou se escondendo em fotos, pode ser algo mais sério. Se a depressão está afetando a vida dele (isolamento, tristeza constante, desmotivação), buscar um psicólogo pode ser essencial. A terapia pode ajudá-lo a enxergar a si mesmo com mais gentileza e tratar qualquer questão emocional subjacente.
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Como faço pra controlar a ansiedade fui fazer a prova do Detran eu estava bem segura mais nervosa e
Como faço pra controlar a ansiedade? fui fazer a prova do Detran eu estava bem segura mais nervosa e quando entrei no carro e comecei minha perna tremia muito e não consegui controlar a embreagem.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um pouco de nervosismo é normal e pode até melhorar sua concentração. O segredo é não lutar contra ele, mas aceitá-lo como parte do processo.
A ansiedade muitas vezes vem de pensamentos como "E se eu errar?" ou "Tenho que passar de primeira!". Tente substituir esses pensamentos por:
"Eu treinei e estou preparada."
"Se eu errar, posso tentar novamente. Está tudo bem."
"Vou focar no que aprendi e dirigir com calma."
Respirar fundo por algumas vezes, também pode ajudar a concentrar no presente, no aqui e agora. E por último fazer perguntas como: O que eu estou vendo? Quais os sons do ambiente eu consigo perceber? quais os cheiros?
Isso ajuda a sua mente a se conectar com o momento presente e reduzir a ansiedade.
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Parei o tratamento, com os antidepressivos.E sinto ansiedade forte sem apetite e fico querendo puxar
Parei o tratamento, com os antidepressivos.E sinto ansiedade forte sem apetite e fico querendo puxar vômito, é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parar antidepressivos, especialmente se for de forma abrupta ou sem acompanhamento médico, pode causar sintomas bem intensos mesmo — o que você descreveu (ansiedade forte, falta de apetite, enjoo) pode sim estar relacionado à interrupção do tratamento.
Isso é conhecido como síndrome de descontinuação dos antidepressivos. Não acontece com todo mundo, mas é relativamente comum, principalmente com medicamentos como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), tipo fluoxetina, sertralina, escitalopram etc.
Os sintomas mais comuns incluem:
Ansiedade aumentada
Irritabilidade
Náusea ou vômito
Tontura, sensação de “choques” na cabeça (às vezes chamados de "brain zaps")
Alterações no sono
Tristeza ou até crises de choro sem motivo claro
Você parou por conta própria ou foi orientação médica? E faz quanto tempo que parou?
Se quiser, posso te ajudar a entender melhor o que pode estar rolando, mas o mais importante agora é buscar um médico (psiquiatra ou clínico) pra avaliar direitinho como manejar isso. Pode ser que um ajuste ou uma nova abordagem ajude bastante. E você não está sozinha nisso, viu?
Se quiser conversar mais sobre o que te levou a parar também, tô aqui.
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Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família
Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família e está c a saúde debilitada o que faço ja que está perdendo tudo o que tem e só resta eu e os filhos dele p ajudar? Sem contar que tudo que ganha vai p bebida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por isso. Conviver com alguém que tem um problema com álcool e se recusa a aceitar ajuda pode ser extremamente doloroso e desgastante. Seu bem-estar e o dos seus filhos precisam ser prioridade. Grupos como Alcóolicos anônimos pode ajudá-lo a perceber o mal que isso está lhe causando. Outra coisa é estabelecer limites claros e com firmeza, por exemplo:
Não financiar o vício (não dar dinheiro, não pagar dívidas dele relacionadas à bebida).
Não encobrir as consequências do alcoolismo (se ele faltar ao trabalho ou gastar tudo com bebida, ele precisa sentir o impacto disso).
Definir o que você não aceita mais dentro de casa (agressividade, discussões, falta de respeito).
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Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e
Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo faz muito sentido. Cuidar de alguém que sofre, sem ter preparo ou apoio, pode nos deixar emocionalmente sobrecarregados, mesmo quando a intenção é boa. Ajudar não significa assumir o sofrimento do outro.
É importante reconhecer seus próprios limites. Você pode escutar com empatia, mas não é sua responsabilidade resolver ou carregar a dor dessa pessoa. Incentivar que ela busque ajuda de um adulto de confiança, da escola ou de um profissional é uma forma saudável de ajudar — e também de se proteger.
Se você percebe que isso está te deixando triste, confusa e chorosa com frequência, esse é um sinal de que você também precisa de cuidado.
A psicoterapia pode te ajudar a entender melhor seus sentimentos, aprender a colocar limites sem culpa e desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar com o sofrimento do outro. Cuidar de si não é egoísmo, é necessidade.
Perguntas frequentes
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Uma pessoa com transtorno bipolar seja ele tipo 1 ou tipo 2, é considerada PCD?
Não necessariamente. No Brasil, ter transtorno bipolar tipo 1 ou tipo 2,…