Perguntas do paciente (3)

  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos? Crenças da baixa autoestima como: "eu sou feio", "ninguém vai me amar e me achar atraente". Crenças da depressão como: "Sou inútil", "ninguém gosta de mim", "não sou bom o suficiente", "todos são melhores do que eu". E crenças e pensamentos da ansiedade social como: "Estão me julgando", "Eu tenho que agradar todo mundo", "se me criticarem, significa que sou ruim".

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo Goncalves

    Na terapia, trabalhamos esses pensamentos com acolhimento e questionamento, buscando entender de onde eles vêm e se realmente correspondem à realidade. O objetivo não é pensar positivo a qualquer custo, mas aprender a enxergar a si mesmo e as situações de uma maneira mais equilibrada.

    Também trabalhamos os comportamentos que mantêm esse ciclo, ajudando a pessoa a enfrentar situações que evita, fortalecer sua autoestima e construir relações mais saudáveis consigo mesma e com os outros.

    Aos poucos, a pessoa começa a perceber que uma crítica não define seu valor, uma rejeição não determina sua capacidade de ser amada e uma dificuldade não significa que ela seja inferior.


  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo Goncalves

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) entende que baixa autoestima, ansiedade social e depressão podem se alimentar mutuamente. Um pensamento como “não sou bom o suficiente” pode gerar insegurança, medo de ser julgado, isolamento e, com o tempo, aumentar a tristeza.

    Na terapia, trabalhamos esse ciclo de forma acolhedora, identificando pensamentos negativos, questionando se eles realmente correspondem aos fatos e construindo uma visão mais equilibrada de si mesmo.

    Também trabalhamos comportamentos, como evitar pessoas, situações sociais ou atividades que antes traziam satisfação. Aos poucos, a pessoa aprende a enfrentar essas situações, desenvolver mais confiança e perceber que **uma crítica não define seu valor e uma dificuldade não determina quem você é**.

    O objetivo não é simplesmente “pensar positivo”, mas aprender a se relacionar consigo mesmo e com a vida de uma maneira mais realista, saudável e gentil.


  • Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas cris

    Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas crises psicóticas (esquizofrenia em questionamento)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Eduardo Goncalves

    Se seus pais usam suas crises ou dificuldades psicológicas para te pressionar, humilhar ou controlar, isso pode ser muito doloroso. Independentemente de existir ou não um diagnóstico definido, **seu sofrimento merece ser levado a sério e não usado contra você**.

    Procure não entrar em discussões quando estiver emocionalmente abalado. Estabeleça limites simples, como: *“Não quero conversar sobre isso dessa forma. Quando estivermos mais tranquilos, podemos conversar.”*

    Também é importante ter apoio profissional e pessoas de confiança fora desse conflito familiar. Se perceber mudanças importantes, como muita desconfiança, dificuldade para distinguir pensamentos da realidade, alterações intensas no sono ou sensação de perder o controle, procure seu psicólogo ou psiquiatra.
    Você não precisa aceitar ser definido pelas suas crises. Uma crise é uma experiência que você viveu; ela não define quem você é.


Perguntas frequentes

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