Perguntas do paciente (37)
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Existe relação do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) com depressão?
Existe relação do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
"Sim, existe uma relação frequente entre o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e a depressão. Muitas pessoas que vivem com ansiedade intensa e constante podem também desenvolver sintomas depressivos, pois tanto a ansiedade quanto a depressão envolvem o sofrimento emocional e alterações no humor.
O TAG pode gerar um desgaste emocional grande, afetando o sono, o apetite, a concentração e o prazer nas atividades do dia a dia — sintomas que também são comuns na depressão.
Por isso, é muito importante que o tratamento seja integrado, abordando tanto a ansiedade quanto possíveis sinais de depressão, para promover um equilíbrio emocional mais saudável.
Se quiser, podemos conversar mais sobre isso e pensar juntos nas melhores estratégias para seu cuidado."
Fico a disposição
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O que devo fazer em uma crise do Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
O que devo fazer em uma crise do Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
“Em uma crise do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), o mais importante é buscar segurança, emocional e física e não tentar enfrentar tudo sozinho(a). Aqui vão alguns passos que podem ajudar nesses momentos intensos:
Reconheça que é uma crise. Dizer para si mesmo, “Estou em crise, mas isso vai passar” pode te lembrar de que a dor, por mais forte que pareça, é temporária.
Se afaste de gatilhos. Se possível, saia de ambientes ou situações que estão intensificando a crise.
Apoie-se em recursos. Escreva o que está sentindo, ligue para alguém de confiança, use técnicas que já aprendeu em terapia ou recorra a objetos que tragam conforto.
Evite decisões impulsivas. Deixe para tomar decisões importantes quando a crise passar. Agora o foco é apenas passar por ela com o menor dano possível.
Busque ajuda profissional. Se sentir que está em risco, procure um pronto atendimento ou entre em contato com seu terapeuta. Você não precisa passar por isso sozinha(o).
Lembre-se: pedir ajuda não é fraqueza, é um ato de cuidado com você mesmo(a). Estou aqui para caminhar com você nesse processo.”
Fico a disposição>
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A pessoa com Transtorno aa Personalidade Borderline é de difícil convivência?
A pessoa com Transtorno aa Personalidade Borderline é de difícil convivência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
"Essa é uma dúvida muito comum, e é importante olhar para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) com empatia e compreensão.
Pessoas com TPB frequentemente enfrentam uma grande instabilidade emocional, o que pode causar dificuldades na convivência, especialmente quando elas estão em momentos de crise ou sofrimento intenso. Porém, isso não significa que sejam 'de difícil convivência' de forma permanente ou intencional.
É fundamental lembrar que o comportamento dessas pessoas muitas vezes é uma forma de expressar dor e medo, e elas podem desenvolver, com tratamento adequado, formas mais saudáveis de lidar com suas emoções e relacionamentos.
O acolhimento, a paciência e o suporte terapêutico são essenciais tanto para quem tem TPB quanto para quem convive com essas pessoas.
Se desejar, posso explicar melhor sobre o TPB e como o tratamento ajuda a melhorar a qualidade de vida e os relacionamentos."
Fico a disposição
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Como a psicanálise lida com o transtorno bipolar? Somente a análise seria necessária ou necessitaria
Como a psicanálise lida com o transtorno bipolar? Somente a análise seria necessária ou necessitaria também do tratamento com medicamentos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
"Essa é uma dúvida muito pertinente. A psicanálise pode sim contribuir muito no cuidado de pessoas com transtorno bipolar, ajudando a compreender os conflitos internos, os afetos intensos e os padrões emocionais que se manifestam nas fases de mania e depressão.
Porém, é importante destacar que, no caso do transtorno bipolar, o tratamento ideal é multidisciplinar. Isso significa que, além da psicoterapia ou da psicanálise, o acompanhamento psiquiátrico e o uso de medicação geralmente são necessários para estabilizar o humor e garantir mais segurança ao paciente, especialmente durante as crises.
Enquanto os medicamentos ajudam a equilibrar a parte neuroquímica, a análise pode ajudar a pessoa a entender suas vivências, lidar com os vínculos afetivos e desenvolver mais autonomia emocional.
Então, sim: os dois caminhos — o terapêutico e o medicamentoso — se complementam e podem caminhar juntos para oferecer mais qualidade de vida e bem-estar."
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Qual a melhor abordagem psicoterápica indicada para pessoas narcisistas? Seria um psicólogo especial
Qual a melhor abordagem psicoterápica indicada para pessoas narcisistas? Seria um psicólogo especialista em TCC, ou em Psicanálise, ou Gestalt, ou algum outro? Qual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando falamos em psicoterapia para pessoas com traços narcisistas ou até com diagnóstico de Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN), é fundamental considerar que nem toda abordagem funciona da mesma forma, e que o vínculo terapêutico é um dos maiores desafios.
Vou te explicar as abordagens mais utilizadas e os porquês, pra te ajudar a ter uma visão clínica clara — seja para lidar com esse tipo de paciente, encaminhar, ou até criar conteúdo sobre isso.
Primeiro, o que é importante saber:
Pessoas com traços narcisistas:
Têm muita dificuldade de reconhecer fragilidade.
Tendem a projetar nos outros aquilo que não suportam em si mesmas.
Costumam procurar terapia não por querer mudar, mas porque estão enfrentando perdas, crises de autoestima, rupturas ou críticas que abalam sua imagem.
Por isso, a aliança terapêutica sólida e cuidadosa é central — e o modo como o terapeuta lida com resistência, defesa e fragilidade vai definir o sucesso do processo.
Abordagens psicoterápicas mais indicadas para narcisismo
Psicoterapia Psicodinâmica ou Psicanálise
Muito eficaz, especialmente em casos mais graves ou estruturais.
Trabalha as origens do narcisismo: feridas de infância, mecanismos de defesa, estrutura do ego.
Permite ao paciente reconhecer suas vulnerabilidades de forma simbólica e gradual.
O terapeuta se torna um espelho relacional que, ao ser confrontado, suporta e ressignifica.
Desafio: exige tempo, vínculo estável e boa formação clínica.
Recomendada para casos em que há mais rigidez ou quando o paciente não tolera críticas diretas.
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Boa para casos mais leves ou quando há alguma motivação para mudança.
Trabalha pensamentos automáticos, crenças centrais como “sou especial” ou “não posso errar”.
Ajuda o paciente a entender o impacto de seus comportamentos nos relacionamentos.
Usa técnicas de reestruturação cognitiva, treino de empatia e autorregulação emocional.
Pode não ser suficiente sozinha em casos mais profundos, se o paciente estiver muito na defensiva ou não conseguir se responsabilizar.
Terapia do Esquema (Jeffrey Young)
Altamente recomendada. Combina elementos da TCC, psicodinâmica, gestalt e teoria do apego.
Trabalha os “esquemas mal-adaptativos” que sustentam o narcisismo (ex: direito, grandiosidade, privação emocional).
Usa técnicas emocionais e vivenciais para acessar o "eu criança" e gerar mudança real.
O terapeuta adota uma postura de “cuidado limitado”, muito eficaz com perfis narcisistas.
Um dos métodos mais modernos e efetivos com esses pacientes — especialmente se houver abertura para refletir sobre a própria história.
Gestalt-terapia
Pode ser útil em contextos de autoconhecimento, mas com limitações para casos de TPN.
Foca no aqui-e-agora, na responsabilização e na ampliação da consciência.
Pode confrontar defesas, mas sem aprofundar tanto as raízes emocionais.
Ajuda no contato com sentimentos e no corpo, mas não trabalha tão bem a estrutura narcisista profunda.
Boa para pacientes com traços leves a moderados e alguma abertura emocional.
Abordagens Integrativas e Relacionais
Terapias integrativas e humanistas — como a que você utiliza — podem ser muito úteis na fase inicial, para criar vínculo, oferecer validação e ir abrindo espaço para o autoconhecimento.
O cuidado humanizado pode suavizar defesas e gerar vínculo.
A condução precisa ser firme, mas empática — mostrando limites com acolhimento.
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Olá, sou mãe de uma recém nascida. Eu estava em um relacionamento abusivo extremo, o pai dela me des
Olá, sou mãe de uma recém nascida. Eu estava em um relacionamento abusivo extremo, o pai dela me desrespeitava e humilhava durante toda minha gestação, chegando algumas vezes a ser agressivo verbal e fisicamente. Eu acabei me desvinculando dele depois de um ciclo vicioso de vai e volta e ele nunca fez nada por nós. Agora que ela nasceu eu me sinto distante dela, como se eu não conseguisse amá-la e me sinto muito mal por isso pois sei que ela não tem culpa. E agora ele me pressionando na justiça me deixa ainda mais irritada e distante dela, eu não queria me sentir assim, o que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiro, quero que saiba que você não está sozinha. O que você viveu durante a gestação foi extremamente traumático, e agora, com o nascimento da sua filha, você está lidando com um turbilhão de emoções, além do cansaço físico e mental que a maternidade traz.
O que você descreve pode estar relacionado a um estresse pós-traumático pelo relacionamento abusivo, ou até mesmo a uma depressão pós-parto, que pode afetar o vínculo entre mãe e bebê. O fato de você estar ciente desse distanciamento e querer mudar já é um sinal muito importante.
O que você pode fazer agora?
1. Busque apoio psicológico: Um psicoterapeuta pode te ajudar a processar o trauma que viveu e fortalecer seu vínculo com sua filha. Terapia pode ser essencial para lidar com os sentimentos de culpa e esse distanciamento emocional.
2. Não se cobre tanto: A maternidade é um processo, e o amor nem sempre acontece de forma imediata. Permita-se conhecer sua bebê no seu tempo, sem pressão. Pequenos gestos como segurá-la, falar com ela e observá-la podem fortalecer essa conexão naturalmente.
3. Reduza o impacto do estresse jurídico: O fato de o pai estar te pressionando na justiça só aumenta seu nível de tensão. Se possível, busque um advogado ou defensoria pública para lidar com essa questão e evitar que isso drene ainda mais sua energia emocional.
4. Busque uma rede de apoio: Amigos, familiares ou até grupos de mães podem ajudar você a se sentir menos sozinha e mais acolhida nesse momento.
Seus sentimentos não fazem de você uma mãe ruim. Você passou por uma experiência muito difícil, e é natural que precise de tempo e ajuda para se recuperar. O mais importante é dar um passo de cada vez e buscar apoio para que você e sua filha possam construir essa relação sem culpa e com mais leveza.
Se precisar de mais ajuda, estou aqui para conversar.
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Minha esposa me acorda, diz que eu estava gemendo e gritando alto. Porém não me lembro de estar sonh
Minha esposa me acorda, diz que eu estava gemendo e gritando alto. Porém não me lembro de estar sonhando.
Tenho dormido muito pouco.
Qual poderia ser o motivo desses gritos?
Meu nome: Joaquim Jose de MoraesRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
"Joaquim, agradeço por dividir isso conosco. É importante a gente prestar atenção nesses sinais que o corpo e o sono estão trazendo. Os gritos e gemidos durante o sono, mesmo sem lembrança de sonhos, podem estar ligados a um estado de estresse elevado, sobrecarga emocional ou distúrbios do sono, especialmente quando você relata que tem dormido muito pouco.
Nosso sono é um momento em que o inconsciente se manifesta, e quando não conseguimos descansar adequadamente, o corpo pode expressar tensões acumuladas de formas que nem sempre conseguimos compreender de imediato.
Procura acompanhar isso com um profissional. Aos poucos, ele irá investigar o que pode estar por trás desse padrão, acolher o que vier à tona e buscar formas de melhorar sua qualidade de sono e bem-estar geral."
Fico a disposição;
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Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue rea
Uma pessoa narcisista consegue gostar de alguém de verdade, tipo uma mãe narcisista ela consegue realmente amar um filho, ou não, ela sempre o fará sofrer ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma pergunta profunda, especialmente porque envolve vínculos que, por natureza, deveriam ser incondicionais, como o de uma mãe e um filho. A resposta, infelizmente, não é simples, mas vou te explicar com clareza e com base na psicologia.
Depende do grau do narcisismo e da capacidade que essa pessoa desenvolveu (ou não) de empatia e autorreflexão.
Existem níveis de narcisismo. Todo ser humano tem um certo grau — o que é saudável e necessário para autoestima. Mas quando falamos de Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN), estamos nos referindo a algo mais profundo e estruturante na personalidade, que afeta a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros.
No caso de uma mãe com traços narcisistas ou com TPN:
Ela pode sentir afeição por um filho, mas seu amor tende a ser condicional, baseado no que o filho representa ou faz por ela.
A criança muitas vezes é vista como uma extensão dela mesma, e não como um ser separado e com individualidade.
Quando o filho obedece, enche de orgulho ou reforça a imagem da mãe, ele é amado. Mas quando expressa sua própria identidade, frustra expectativas ou se distancia, ele é punido com rejeição, críticas ou chantagem emocional.
Essa dinâmica faz o filho se sentir constantemente insuficiente ou culpado, mesmo quando tenta agradar.
Não é uma regra absoluta, mas a tendência é que cause sofrimento emocional sim, especialmente se o narcisismo for mais severo e não houver nenhum processo terapêutico envolvido.
Porque o amor de uma mãe narcisista vem com cobrança, controle e manipulação.
O filho sente que precisa ser alguém diferente para merecer afeto.
Não há espaço seguro para expressar vulnerabilidade, crítica ou autonomia.
Nem sempre ela faz isso por propósito. Muitas mães narcisistas reproduzem padrões familiares e traumas não elaborados. Algumas acreditam, de fato, que estão “fazendo o melhor” — mas esse melhor é distorcido por uma visão centrada nelas mesmas.
Mudança é possível, mas demanda consciência e disposição para um processo terapêutico profundo — o que raramente parte espontaneamente de uma pessoa com traços narcisistas, já que admitir vulnerabilidade fere o “ego idealizado”.
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Olá! Sempre tive problemas com meus pais. Cresci em um ambiente totalmente disfuncional, sofri bully
Olá! Sempre tive problemas com meus pais. Cresci em um ambiente totalmente disfuncional, sofri bullying por ser gordinha e cresci tentando suprir as minhas necessidades nos outros, sempre precisei da aprovação do outro. Me relacionava e beijava meninos, sempre. Até que beijei uma mulher pela primeira vez aos meus 20 anos, depois aos meus 22 anos e namorei essa mulher. Achava que a última era o amor da minha vida, mas vi que o relacionamento era totalmente ruim. Eu era possessiva, tinha medo de perder sempre com desculpas. Hoje eu percebo, que não era amor, mas me questiono se sou lésbica, BI, ou simplesmente me relacionei por medo de estar só, me ajudem por favor!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiro, quero dizer que é muito válido você estar se questionando e buscando entender melhor seus sentimentos e sua identidade. Isso mostra um grande nível de autoconhecimento e crescimento pessoal.
Pelo que você descreve, sua história envolve inseguranças emocionais desde a infância, o que pode ter influenciado sua forma de se relacionar com os outros. Quando crescemos em ambientes disfuncionais e com baixa autoestima, é comum buscarmos validação no amor e nos relacionamentos. Isso pode, às vezes, confundir nossos sentimentos reais sobre quem somos e o que realmente queremos.
Sobre sua orientação sexual, não existe uma resposta certa ou um rótulo que você precise definir agora. Algumas perguntas que podem te ajudar a refletir:
Quando você se sentiu mais genuinamente atraída e conectada? Foi com homens, mulheres ou ambos?
O desejo e a conexão emocional com essas mulheres foram espontâneos ou você sentiu que estava preenchendo um vazio?
Você sente prazer e interesse romântico e sexual por ambos os sexos, ou mais por um do que pelo outro?
É possível que sua relação com essa última mulher tenha sido mais sobre apego e medo da solidão do que amor verdadeiro, mas isso não define necessariamente sua orientação. Você pode ser lésbica, bissexual ou estar apenas experimentando e se descobrindo. O mais importante é se permitir sentir sem culpa e sem pressa para se encaixar em um rótulo.
Se esse conflito interno estiver te causando muito sofrimento, conversar com um psicoterapeuta pode te ajudar a explorar seus sentimentos com mais profundidade e sem julgamentos. O que você acha dessa ideia?.
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Oi. Faço tratamento medicamentoso e terapêutico. Além disto estou sempre a ver vídeos sobre psicanál
Oi. Faço tratamento medicamentoso e terapêutico. Além disto estou sempre a ver vídeos sobre psicanálise, inconsciente, filosofia, enfim, tudo relacionado a solução de conflitos, e tudo que traga autoconhecimento. Eu durmo escutando uma frequência ou uma trilha de som natural com toque de um piano. Acontece que há uma semana desde que acompanho aulas sobre fundamentos psicanalíticos eu tenho sonhado com uma pessoa do passado e sentindo durante o sono uma angústia muito grande, estou magoado no sonho, também no meu íntimo, de modo que prometo a mim mesmo que a esquecerei enquanto sofro a sensação de seu abandono e sua indiferença em situações sonhadas. Tento reencontrá-la, não consigo e fico angustiado; quero abrir mão da pessoa mas um sentimento me acompanha semelhante a afeto, ou dependência emocional - no sonho isto é muito latente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
"É muito valioso perceber o quanto você tem se dedicado ao seu processo de autoconhecimento e cuidado emocional. Esse comprometimento com a terapia, com os estudos sobre o inconsciente e com práticas de bem-estar mostra o quanto você está realmente buscando uma transformação interior.
O que você está vivenciando nos sonhos parece estar conectado a conteúdos profundos que, de alguma forma, ficaram armazenados emocionalmente e agora estão sendo acessados por meio do inconsciente. O fato de essa pessoa do passado surgir de forma recorrente, associada a sentimentos de abandono, angústia e afeto, pode estar revelando algo não totalmente elaborado emocionalmente.
É como se seu inconsciente estivesse te oferecendo uma chance de revisitar essa experiência, não para revivê-la, mas talvez para ressignificá-la. O sentimento de dependência emocional no sonho pode simbolizar uma parte sua que ainda busca pertencimento, cuidado ou uma forma de reparação.
O correto seria olhar para isso com calma em um ambiente terapêutico. Não com pressa de resolver, mas com um acolhimento profundo dessas partes internas que estão pedindo escuta e cuidado. É nesse caminho que muitas vezes encontramos libertação emocional."
FIco a disposição
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O que e depressão afinal? Vocês poderiam me explicar melhor?
O que e depressão afinal? Vocês poderiam me explicar melhor?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A depressão é um transtorno mental caracterizado por uma tristeza profunda e persistente, perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas, fadiga constante e dificuldade de concentração. Diferente da tristeza comum, que pode ser passageira e ter um motivo específico, a depressão dura semanas, meses ou até anos, afetando a vida da pessoa de maneira significativa.
Principais sintomas da depressão:
Humor deprimido: sensação de vazio, tristeza intensa ou desesperança quase todos os dias.
Fadiga e falta de energia: mesmo sem esforço físico, a pessoa sente cansaço extremo.
Perda de interesse ou prazer: atividades que antes eram prazerosas deixam de ter graça.
Alterações no sono: insônia ou sono excessivo.
Mudança no apetite: perda ou ganho significativo de peso sem motivo aparente.
Dificuldade de concentração: problemas para tomar decisões e manter o foco.
Sentimentos de culpa ou inutilidade: pensamentos autodestrutivos e baixa autoestima.
Pensamentos suicidas: em casos mais graves, a pessoa pode pensar ou planejar tirar a própria vida.
A depressão pode ter causas biológicas (alterações nos neurotransmissores do cérebro), psicológicas (traumas, estresse, baixa autoestima) e sociais (isolamento, dificuldades na vida pessoal ou profissional).
Tratamento:
O tratamento varia de acordo com a gravidade da depressão, mas pode incluir:
Psicoterapia (como TCC ou psicanálise), que ajuda a entender e mudar padrões de pensamento negativos.
Medicação (antidepressivos), quando indicado por um psiquiatra.
Mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos, sono regulado e alimentação saudável.
É importante lembrar que a depressão não é "frescura" nem "fraqueza". É um problema de saúde que precisa de cuidado e acompanhamento profissional.
Você quer saber mais sobre algum aspecto específico da depressão?
Fico a disposição
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Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism
Estou passabdo por muita instabilidase de humor e desenvolvi um medo voltar a trabalhar um pessimism9 de q não sei fazer nada tudo vai dar errado meio q travei e sempre fui competente e boa no q fazia agora tenho medo de tudo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por isso. Parece que essa instabilidade emocional está afetando sua confiança e sua visão sobre si mesma e seu trabalho. Pelo que me contou, sempre foi competente e boa no que fazia, então esse medo e essa insegurança não refletem quem você realmente é, mas sim um estado emocional que está pesando sobre você agora.
Às vezes, períodos de grande estresse ou mudanças na vida podem nos fazer sentir assim. Pode ser útil tentar entender o que desencadeou essa fase e buscar formas de lidar com ela. Você já pensou em conversar com um terapeuta ou colega da área para te ajudar a resgatar sua segurança? Pequenos passos, como retomar algo simples que você gosta de fazer no trabalho, podem ajudar a destravar esse bloqueio.
Se quiser conversar mais sobre isso, estou aqui para te ouvir. Você não está sozinha.
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Olá tenho 33 anos e ainda moro som meus pais, nunca consegui trabalhar tenho transtorno de ansiedade
Olá tenho 33 anos e ainda moro som meus pais, nunca consegui trabalhar tenho transtorno de ansiedade, não diagnosticada, ,mas pelos sintomas seria isso, um amigo meu foi diagnosticado e me identifiquei, fico sem reação quando preciso falar
com mais de uma pessoa, falo baixo como se a voz estivesse presa e tenho crises de pânico, tenho
medo do que possa ser do meu futuro.
Preciso fazer psicanalise?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É um grande passo reconhecer o que está sentindo e buscar entender o que se passa dentro de você, isso já mostra força e coragem.
Os sintomas que você descreve, como crises de pânico, dificuldade para falar com outras pessoas e medo constante sobre o futuro, realmente podem estar ligados à ansiedade, mas é importante que isso seja avaliado com um olhar profissional, para que você receba o cuidado que merece.
A psicanálise pode sim te ajudar muito. Ela oferece um espaço de escuta profunda, onde você poderá compreender as raízes dessas sensações, resgatar sua história e começar a construir um caminho mais leve e possível. A análise não é um lugar de julgamento, mas sim de acolhimento — um lugar onde você vai ser escutado de verdade.
E mais importante: você não está sozinho nessa jornada. Podemos caminhar juntos, com calma e respeito ao seu tempo. O primeiro passo pode parecer difícil, mas ele também pode abrir portas para uma vida com mais autonomia, confiança e sentido."
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Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde, a terapia pode te ajudar muito com isso. O que você está descrevendo parece ser um sintoma de ansiedade, possivelmente crises de pânico ou ansiedade generalizada. Ficar hiper atenta à respiração e ter medo de parar de respirar são sinais de que seu sistema nervoso está em estado de alerta constante. Isso pode ser angustiante, mas é algo que pode ser tratado.
A terapia pode te ajudar a entender as causas desses pensamentos e a encontrar formas de lidar com eles. Técnicas de respiração e relaxamento também podem ser úteis para te acalmar nesses momentos. Se isso estiver muito intenso, um psiquiatra também pode avaliar se algum suporte medicamentoso seria necessário.
Você não está sozinha, e esse medo pode ser superado com apoio e as estratégias certas. Buscar ajuda profissional pode fazer toda a diferença para você recuperar sua tranquilidade. Quer conversar mais sobre isso?
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Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito nunca consegui sentir esse arrebatamento de mãe,sou bem fria com elas,inclusive elas reclamam que não abraço ou beijo constantemente.Não consigo sentir falta delas quando viajam,e mais velha quando casou,todos ficaram esperando que eu fosse chorar,ou algo assim.Mas não senti nada.Tenho muita culpa por isso e sempre pesquiso pra saber se mais pessoas tem esse problema.Devo fazer psicanálise pra descobrir o motivo desse desapego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia, o que você descreve pode ser muito angustiante, especialmente por conta da culpa que sente. O fato de você estar buscando entender melhor seus sentimentos já é um grande passo.
Existem muitas razões pelas quais uma pessoa pode sentir esse "desapego", e nem sempre isso significa um problema. Algumas possibilidades incluem a forma como você foi criada, traumas emocionais, dificuldades em expressar afeto ou até mesmo um traço de personalidade mais reservado. Às vezes, certas experiências na infância podem influenciar a forma como nos conectamos emocionalmente com os outros, incluindo os filhos.
A psicanálise pode sim ser uma ferramenta valiosa para explorar a raiz desses sentimentos e entender melhor sua relação com a maternidade e com suas emoções. Outras abordagens terapêuticas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), também podem ajudar a trabalhar a culpa e encontrar formas de se conectar com suas filhas de maneira autêntica, dentro do que for confortável para você.
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É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é totalmente possível desenvolver a autoestima após os 40 anos – e em qualquer fase da vida! A autoestima não é algo fixo; ela é construída e pode ser fortalecida com autoconhecimento, mudanças na forma de pensar e novas experiências.
Aqui estão algumas formas de desenvolver e fortalecer a autoestima nessa fase da vida:
1. Autoconhecimento – Entender suas qualidades, limites e valores ajuda a construir uma autoimagem mais realista e positiva.
2. Autocompaixão – Trate-se com gentileza e pare de se julgar tão duramente. Todos cometem erros, mas isso não define seu valor.
3. Revisão de Crenças Limitantes – Muitas vezes, carregamos ideias negativas sobre nós mesmos desde a infância. Questione essas crenças e reformule seu pensamento.
4. Novas Experiências – Aprender algo novo, mudar a rotina ou desafiar-se em pequenas coisas pode trazer mais confiança.
5. Cuidar da Saúde Mental e Física – Exercícios, terapia, boas noites de sono e alimentação equilibrada impactam diretamente na autoestima.
6. Relacionamentos Saudáveis – Cercar-se de pessoas que te valorizam e afastar relações tóxicas é essencial para fortalecer a autoconfiança.
Aos 40, 50, 60 anos ou mais, é sempre tempo de olhar para si com mais carinho e se permitir crescer emocionalmente. Se quiser, posso te ajudar com mais orientações sobre esse processo!
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Olá, tudo bem? Eu tenho crise de nervos. Estou quietinha de repente fico muito nervosa,choro,grito,d
Olá, tudo bem? Eu tenho crise de nervos. Estou quietinha de repente fico muito nervosa,choro,grito,dou murros nas coisas, dou murros em mim,puxo meus cabelos,e as vezes junta muita saliva na boca. Isso dura pouco tempo, depois passa e eu me sinto calma até demais. O que pode ser isso ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por isso. Essas crises parecem ser momentos de grande descontrole emocional, seguidos de um estado de calma intensa. Esse tipo de oscilação pode estar relacionado a vários fatores, como altos níveis de estresse, ansiedade intensa, transtornos emocionais ou mesmo uma sobrecarga que seu corpo e mente estão tentando processar.
Seria muito importante você buscar um profissional para avaliar isso de perto, pois esses episódios podem estar ligados a algo mais profundo, como um transtorno de regulação emocional, um transtorno de humor ou até um esgotamento emocional. Um psicólogo ou psiquiatra poderia ajudar a entender melhor o que está acontecendo e a encontrar formas de aliviar esses sintomas.
Enquanto isso, tente observar se há gatilhos para essas crises, como situações de estresse, pensamentos específicos ou mesmo cansaço extremo. Se puder, busque técnicas que te ajudem a descarregar essa tensão de maneira mais saudável, como exercícios de respiração, escrita terapêutica ou mesmo falar com alguém de confiança. Você não precisa passar por isso sozinha.
Se quiser conversar mais sobre isso, estou aqui para te apoiar.
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Perguntas frequentes
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Minha dieta sendo bem pobre em gorduras faz algum sentido a prescrição de orlistate para o tratament
Sim, pode haver indicação, mas o benefício tende a ser menor quando a alimentação…