Perguntas do paciente (72)

  • Uma pessoa esquizofrênica conseguiria manter um relacionamento amoroso com uma pessoa com transtorno

    Uma pessoa esquizofrênica conseguiria manter um relacionamento amoroso com uma pessoa com transtorno de personalidade bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, é possível. Tanto a esquizofrenia quanto o transtorno bipolar não definem a capacidade de uma pessoa amar, se relacionar e construir vínculos.
    Como qualquer relacionamento, vai exigir compreensão, empatia, diálogo e, principalmente, acompanhamento profissional. Quando ambos estão em tratamento, conscientes de suas próprias necessidades emocionais e dos desafios que cada condição traz, é totalmente possível construir uma relação saudável, amorosa e respeitosa.
    Todo relacionamento exige cuidado, e no caso de pessoas com transtornos psiquiátricos, o cuidado precisa incluir também acolhimento, informação e suporte terapêutico.

    Se fizer sentido, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Olá. Estou fazendo terapia (TCC) e surgiu a hipótese de eu estar no espectro autista (estou até pro

    Olá.
    Estou fazendo terapia (TCC) e surgiu a hipótese de eu estar no espectro autista (estou até procurando uma neuropsicóloga), mas tenho muitas dúvidas por causa da minha compreensão de linguagem. Na internet, já vi relatos de pessoas autistas com altas habilidades em linguagem, indo na contramão desse critério. É possível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, é totalmente possível! Nem toda pessoa no Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem dificuldade na linguagem. Na verdade, muitos autistas têm altas habilidades em linguagem, comunicação formal, escrita, vocabulário e até na compreensão de temas complexos.
    O TEA não é uma condição que se define apenas pela linguagem, e sim pelas dificuldades na comunicação social, na interação, na flexibilidade, na leitura de contextos sociais e na regulação sensorial.
    Por isso, alguém pode ter um ótimo desempenho linguístico e, ainda assim, estar dentro do espectro. A avaliação neuropsicológica é essencial para entender o funcionamento individual e trazer clareza sobre isso.

    Se quiser, posso te ajudar nesse processo de compreensão e acolhimento.


  • Olá! Depois que eu passei mal em casa (pressão alta, coração acelerado, suor frio, tremor, sensação

    Olá! Depois que eu passei mal em casa (pressão alta, coração acelerado, suor frio, tremor, sensação de desmaio) e fui na emergência, eu não me sinto bem. Todos os dias sinto que irei passar mal novamente e morrer. Esse pensamento não sai da minha cabeça. Também tenho sintomas físicos (taquicardia, suor frio, sensação de cabeça flutuante, dor no estomago). Fiz exames de coração e está tudo normal. Poderia ser ansiedade, pânico ou depressão? Sinto isso já fazem 4 meses, 24h por dia. Desde já agradeço pelas respostas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, isso pode ser ansiedade ou síndrome do pânico. Seu corpo entrou em estado de alerta, por isso surgem sintomas como taquicardia, suor frio e medo constante, mesmo com exames normais.
    Isso tem tratamento. A psicoterapia te ajuda a entender, aliviar os sintomas e recuperar sua qualidade de vida. Você não precisa viver assim.

    Se quiser, posso te ajudar nesse processo.


  • Olá, como saber se uma reflexão sobre os acontecimentos são distorções cognitivas, pensamento disfun

    Olá, como saber se uma reflexão sobre os acontecimentos são distorções cognitivas, pensamento disfuncionais ou realidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Quando um pensamento te deixa ansioso, com medo, culpa ou sensação de que tudo vai dar errado, ele pode ser uma distorção cognitiva, e não a realidade.
    Pensamentos assim costumam ser exagerados, radicais e pouco flexíveis. Já uma reflexão saudável te traz mais clareza, compreensão e leveza.
    A psicoterapia te ajuda justamente a diferenciar o que é realidade e o que são pensamentos distorcidos causados pela ansiedade ou inseguranças.

    Se fizer sentido, eu posso te ajudar.


  • Tenho 18 anios e quando a metade do dia chega, tudo q eu passei naquele dia fica parecendo q eu vivi

    Tenho 18 anios e quando a metade do dia chega, tudo q eu passei naquele dia fica parecendo q eu vivi a uns 3 dias. Eu me lembro, mas me lembro de uma forma muito vaga, fica aparentando que são lembranças de 3 dias ou mais. Isso me incomoda pq acaba me fazendo esquecer de algumas coisas. Eu n me lembro direito das minhas lembranças passadas. As vezes não precisa nem chegar a metade do dia, só algumas horas já fazem com q isso ocorra. Por favor, caso tenham alguma noção doq seja, peço que me digam.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O que você descreve pode estar relacionado a ansiedade, estresse, sobrecarga mental ou até episódios de desrealização ou despersonalização. Isso faz com que a percepção do tempo e das memórias fique confusa, como se as coisas tivessem acontecido há muito mais tempo do que realmente foi.
    Isso não significa que você está “ficando louco” ou com algo grave, mas sim que sua mente está sobrecarregada e precisando de cuidado.
    A psicoterapia pode te ajudar a entender o que está acontecendo, organizar suas emoções e aliviar esses sintomas. Tem caminho, tem acolhimento e tem solução.

    Se quiser, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois ou

    Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois outros exames neurológicos deram normais. Meses depois tive crises de ansiedade, pânico com medo da convulsão. Não tratei mas “passou”. 10 anos depois tive crises de pânico e só terapia não me ajudou, fiz tratamento medicamentoso sem terapia. Agora tive uma crise de pânico, mas estou bem, faço técnicas de relaxamento, tenho apoio familiar, estou dormindo e me alimentando bem (coisa que não estava fazendo) terapia e essas mudanças ajuda ou é necessário medicar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O fato de você estar conseguindo dormir, se alimentar, ter apoio familiar e usar estratégias de regulação emocional já são pontos muito positivos. A terapia associada a essas mudanças pode, sim, ser suficiente em muitos casos.
    Porém, se as crises de pânico forem recorrentes, muito intensas ou começarem a comprometer sua qualidade de vida, o uso de medicação pode ser necessário, sempre como um suporte, e não como única solução.
    O mais indicado é avaliar junto a uma psicóloga e, se necessário, com um psiquiatra. Isso não significa que você vai precisar medicar para sempre, mas que, em alguns momentos, o remédio pode ser uma ponte para estabilizar e facilitar o processo terapêutico.

    Se quiser, posso te ajudar nesse processo com acolhimento e orientação.


  • Olá! Algum tempo venho passando por um período acredito que seja depressivo e ansioso, já estou te

    Olá!
    Algum tempo venho passando por um período acredito que seja depressivo e ansioso, já estou tendo consultas com psicólogo e já vou iniciar também um processo com um psiquiatra para que não aja desenvolvimento do problema, caso realmente seja esse o problema, porém, tenho algumas dúvidas!

    Existe algum tempo médio de evolução do quadro depressivo? Se sim, qual?

    Qual a melhor forma de indentificar a origem do quadro depressivo?

    Existe algum sintoma infantil da depressão que afete a memória e apague algumas lembranças da sua infância? Se sim, quais?


    Obrigado, desde já!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    A depressão não tem um tempo exato de duração. Depende da história, do tratamento e dos fatores emocionais.
    A origem é identificada na terapia, entendendo traumas, experiências e padrões emocionais.
    Sim, na infância, a depressão pode afetar a memória, causando lapsos ou dificuldade em lembrar de certos períodos, principalmente ligados a dores emocionais.

    O tratamento ajuda a ressignificar tudo isso e recuperar seu equilíbrio.









  • É normal não ter desejo de se empenhar em alguma área? Tipo, eu vejo pessoas que gostam de design, e

    É normal não ter desejo de se empenhar em alguma área? Tipo, eu vejo pessoas que gostam de design, e elas procuram muito sobre aquilo, querem sempre aprender algo novo e sempre praticam pq gostam mesmo, vejo gente assim com arte, com musica, com maquiagem, com psicologia, com esporte, com escrita, e eu não sinto nada disso por nada, quando aparece algo é passageiro, nada faz eu querer me fixar dessa forma. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, isso pode acontecer e é mais comum do que parece. Nem todo mundo descobre um interesse fixo ou uma grande paixão com facilidade. Isso pode estar ligado ao seu momento emocional, à ansiedade, à falta de motivação, ou até à dificuldade em acessar o próprio desejo, algo muito comum em quadros de ansiedade, depressão ou autoconhecimento não desenvolvido.
    E sim, isso pode ser trabalhado na terapia. Entender seus bloqueios, sua história e suas necessidades emocionais te ajuda a se reconectar com seus interesses e com quem você é de verdade.

    Se fizer sentido para você, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Oque é neurose obsessiva? É a mesma coisa que o toc ou são coisas distintas?

    Oque é neurose obsessiva? É a mesma coisa que o toc ou são coisas distintas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    A neurose obsessiva é um funcionamento psíquico, segundo a psicanálise, marcado por pensamentos repetitivos, culpa e necessidade de controle.
    O TOC é um transtorno específico, com obsessões e compulsões que geram sofrimento.
    São parecidos, mas não são a mesma coisa. Nem todo neurótico obsessivo tem TOC.

    Na terapia, é possível entender e aliviar esses conflitos.









  • É comum ter fobia social na área afetiva, e não conseguir se relacionar amorosamente?

    É comum ter fobia social na área afetiva, e não conseguir se relacionar amorosamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, é muito comum. A fobia social na área afetiva pode gerar medo de se expor, de ser rejeitado, de não saber como agir e até de não se sentir bom o suficiente para viver um relacionamento.
    Isso faz com que muitas pessoas evitem se envolver, mesmo querendo. Mas é importante saber que isso tem tratamento e pode ser trabalhado na terapia, fortalecendo sua autoestima, segurança e autonomia emocional.

    Se você se identifica com isso, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar t

    Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar triste? Sempre que me sinto bem eu procuro algo que me faça ser triste,chorar,me isolar etc… isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, isso é comum em quem tem ansiedade e depressão. O cérebro se acostuma com a tristeza, e ela acaba parecendo um lugar conhecido, que traz uma falsa sensação de conforto.
    Mas isso não te define. Com terapia, é possível ressignificar esse padrão e construir uma relação mais leve com suas emoções.

    Procurar ajuda já é um grande passo.


  • Eu me sinto estranha, sabe aqueles personagens de filme que geralmente são os "esquisitos", andam de

    Eu me sinto estranha, sabe aqueles personagens de filme que geralmente são os "esquisitos", andam de cabeça baixa, falam baixo, são menosprezados ou simplesmente invisíveis, sei lá, as vezes me sinto assim e não consigo mudar e isso ocorre desde a minha infância até agora nos meus 21 anos, eu tento conversar com meu namorado sobre esse meu comportamento diante das pessoas e parece que ninguém entende, dizem que não tem nada a ver, mas não é só isso, eu simplesmente tenho paranóias em que não consigo falar ou respirar perto de pessoas estranhas, as vezes até do meu namorado e isso irrita ele, mas não consigo mudar, vai no automático porque tenho medo de incomodar as pessoas. Eu odeio lugares cheios e as vezes em aniversários que fazem para mim eu sinto vontade de sair correndo, mas acabo só chorando ou olhando pra qualquer canto que me desvie do olhar das pessoas, não consigo receber elogios ou que fiquem falando sobre mim de forma que chame a atenção de muita gente porque eu me sinto estupidamente estranha. Eu tenho medo de tudo também, não posso assistir filmes de terror ou tortura, desenhos que sejam de terror, histórias de terror ou histórias de crimes brutais, é como se qualquer coisa nessa classificação me atormentasse e eu passo dias com medo e qualquer frase que me lembre esse medo me dá calafrios, um dia tive tanto medo de uma história que não dormi 4 dias seguidos e quando meus olhos tentavam fechar eu despertava a gritos e eu fiquei soando frio e até vomitei de tanto medo que senti. Estou beirando a loucura, não me sinto normal, não me sinto feliz, tentei suicídio em 2022 tomando amitriptilina, fiquei internada por 7 dias e enlouqueci por não ter morrido, me afastaram do trabalho e eu só conseguia chorar, passou um tempo e eu comecei a beber e fumar constantemente e nesse meio tempo conheci meu namorado que tem me ajudado a melhorar aqui e ali, mas nem tudo ele compreende e nem tudo eu conto porque tenho medo de assustar ele e perder ele, estamos juntos há 1 ano e 5 meses, mas acho que vou acabar enlouquecendo de vez e o perdendo, as vezes meus pensamentos me irritam tanto que solto uma ou duas frases em voz alta ou repito meu nome várias vezes até o pensamento ser abafado pela minha voz e ele me as vezes escuta e pergunta o que estou falando e porque as vezes falo sozinha e eu dou risada e as vezes invento algo, parece mentira isso, mas eu não sei a quem pedir ajuda, com quem conversar ou mesmo como melhorar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O que você está sentindo é extremamente válido e real. Você não está louca, não está sozinha e não está inventando coisa nenhuma. Sua dor é legítima e merece ser cuidada com muito acolhimento e seriedade.
    Todos esses sintomas: o medo intenso, a dificuldade de socializar, a sensação de ser invisível ou diferente, os pensamentos invasivos, a ansiedade extrema, os traumas, o histórico de tentativa de suicídio, indicam que sua mente está há muito tempo em estado de sobrecarga, cansaço e sofrimento.
    Isso tem nome e tem tratamento. Pode estar relacionado a transtornos de ansiedade, fobia social, trauma, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e até traços de neurodivergência, como o transtorno do espectro autista (TEA), que pode se manifestar de formas muito sutis, mas profundamente dolorosas no convívio social.
    E, por mais pesado que pareça, existe caminho. Existe tratamento. Existe alívio. Existe vida depois da dor.
    A psicoterapia é essencial nesse momento. E, possivelmente, o acompanhamento com um psiquiatra também,não porque você é fraca ou louca, mas porque seu cérebro e seu corpo estão exaustos de carregar tudo isso sozinhos.

    Você não precisa passar por isso sozinha. Eu posso te ajudar nesse processo, com acolhimento, compreensão e cuidado.


  • É um pensamento errado, um homem que sempre esteve triste por estar sentimentalmente sozinho, acredi

    É um pensamento errado, um homem que sempre esteve triste por estar sentimentalmente sozinho, acreditar que só encontrará a felicidade se um dia encontrar a mulher certa que o ame ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Não é um pensamento “errado”, mas é uma ideia que pode gerar muita frustração e sofrimento. Acreditar que a felicidade só virá através de alguém coloca toda a responsabilidade da sua vida no outro,e isso te desconecta de si mesmo.
    O amor próprio, o autoconhecimento e uma vida com propósito são o que constroem a base da felicidade. O amor de alguém soma, transborda, mas não preenche vazios que são nossos.

    Se quiser, posso te ajudar a trabalhar isso na terapia.


  • tenho muita dificuldade para manter contato visual prolongado e toque físico me deixa muito desconfo

    tenho muita dificuldade para manter contato visual prolongado e toque físico me deixa muito desconfortavel quando não vem de alguém de extrema confiança. me concentrar durante uma aula também é bastante complicado pra mim, principalmente se tiver muito barulho (que me incomoda bastante), e eu queria saber se isso pode estar relacionado com alguma neurodivergencia e se é preciso consultar com um psicologico ou neurologista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, esses sinais podem estar ligados a alguma neurodivergência, como TEA (Transtorno do Espectro Autista), TDAH ou hipersensibilidade sensorial.
    O mais indicado é procurar um psicólogo especializado em neurodesenvolvimento, que pode avaliar seu perfil e, se necessário, te encaminhar para um neurologista ou psiquiatra.

    Se quiser, posso te ajudar nesse processo de compreensão e acolhimento.


  • Meu filho sempre foi uma criança quieta, dificilmente chorava desde bebê, hoje com 16 anos ele conti

    Meu filho sempre foi uma criança quieta, dificilmente chorava desde bebê, hoje com 16 anos ele continua sendo quieto, mas se estressa muito rápido ao ponto de socar a parede, hoje ele quebrou o 2° celular dele em um momento de raiva.
    Quando tento conversar e entender o que ele tem, ele não consegue explicar e se isola, prefere dormir.

    O que pode ser? Eu não acho q seja algo normal, e ele está sempre ouvindo música, ele sempre foi nervoso, ao ponto de se estressar com piadinhas feitas pela a irmã, mas agora tem piorado muito.
    Alguém poderia me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O comportamento do seu filho é, sim, um sinal de que algo não está bem emocionalmente. Irritabilidade, explosões de raiva, isolamento e dificuldade em se expressar mostram que ele está em sofrimento, mesmo que não saiba ou não consiga colocar em palavras.
    Isso pode estar relacionado a ansiedade, depressão, TDAH, traços de autismo ou até questões emocionais acumuladas desde a infância.
    O ideal é buscar uma psicóloga especializada em adolescentes o quanto antes, para avaliar, entender o que está acontecendo e ajudá-lo a desenvolver formas mais saudáveis de lidar com suas emoções.

    Se quiser, posso te orientar nesse processo e te ajudar a dar esse primeiro passo.


  • Meu filho sempre foi uma criança quieta, dificilmente chorava desde bebê, hoje com 16 anos ele conti

    Meu filho sempre foi uma criança quieta, dificilmente chorava desde bebê, hoje com 16 anos ele continua sendo quieto, mas se estressa muito rápido ao ponto de socar a parede, hoje ele quebrou o 2° celular dele em um momento de raiva.
    Quando tento conversar e entender o que ele tem, ele não consegue explicar e se isola, prefere dormir.

    O que pode ser? Eu não acho q seja algo normal, e ele está sempre ouvindo música, ele sempre foi nervoso, ao ponto de se estressar com piadinhas feitas pela a irmã, mas agora tem piorado muito.
    Alguém poderia me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O comportamento do seu filho não deve ser ignorado. Irritabilidade excessiva, explosões de raiva, isolamento, quebra de objetos e dificuldade em se expressar são sinais claros de que ele está em sofrimento emocional.
    Isso pode estar relacionado a ansiedade, depressão, dificuldades emocionais, traços de neurodivergência como TDAH ou TEA, ou até questões emocionais mal elaboradas desde a infância.
    O mais indicado é buscar o quanto antes uma psicóloga especializada em adolescentes. Ela vai ajudar a entender o que está por trás desse comportamento e oferecer as ferramentas certas para que seu filho aprenda a lidar com suas emoções.

    Se desejar, posso te ajudar nesse processo com acolhimento e orientação.


  • É normal se sentir uma pessoa que não ama? Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei

    É normal se sentir uma pessoa que não ama?
    Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei romanticamente por alguém, mas sempre fingia que sim para me encaixar.
    Moro longe da minha família e amigos de infância e às vezes me julgo por não sentir saudades ou não me importar em manter contato.
    Não me importo em estar sozinha, em não fazer amizades em ocasiões novas ou interagir; mas me considero uma pessoa bem afetuosa com pessoas que possuem consideração por mim. Contudo, sinto outras emoções com mais facilidade (percebo que principalmente as negativas), tais como tristeza, frustração, culpa, raiva. Isso pode estar associado à depressão e ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, isso pode, sim, estar relacionado à ansiedade, depressão, traços de fobia social, alexitimia (dificuldade em identificar e expressar emoções) ou até traços de neurodivergência, como autismo.
    O fato de não sentir interesse amoroso, não criar vínculos facilmente ou não sentir falta das pessoas não significa que você não é capaz de amar, mas sim que seu funcionamento emocional é diferente, e isso pode ter relação tanto com seu histórico emocional quanto com fatores neurológicos.
    Perceber que você sente emoções negativas com mais facilidade também é comum em quadros de depressão, ansiedade e experiências de desconexão emocional.

    A terapia pode te ajudar muito a entender sua forma única de sentir, se relacionar e construir afetos.


  • Eu posso ficar deprimida até o fim da minha vida? Ultimamente me sinto muito culpada por imaginar i

    Eu posso ficar deprimida até o fim da minha vida?
    Ultimamente me sinto muito culpada por imaginar isso, pois julgo que não estou me esforçando o suficiente.
    Com as medicações não tenho crises de choro o tempo todo ou pensamentos sobre a morte, mas também não sinto como se estivesse melhor. Me sinto apática sobre mim, as pessoas ao meu redor e não imagino nenhum futuro para mim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Não, você não está condenada a estar deprimida para sempre. O que você está sentindo agora faz parte do próprio processo da depressão, que distorce a sua percepção sobre você, seu futuro e sua capacidade de melhora.
    Sentir apatia, culpa e achar que não está se esforçando o suficiente também são sintomas da própria doença, não são falhas suas.
    O tratamento nem sempre traz resultados rápidos, mas com o tempo, ajustes na medicação, psicoterapia constante e, muitas vezes, mudanças no estilo de vida, é possível, sim, reencontrar sentido, prazer e vontade de viver.

    A depressão mente para você, mas ela não define quem você é e nem seu futuro. E sim, é possível se sentir viva de novo.
    Eu posso te ajudar nesse processo.


  • Estava passando por um momento de stress no trabalho, com cobranças excessivas e prazo curto para re

    Estava passando por um momento de stress no trabalho, com cobranças excessivas e prazo curto para realizar as tarefas. Sentindo muita pressão e, numa noite, quando fui tentar dormir, comecei a sentir espasmos e contrações muito fortes no tronco, tremendo o corpo todo. O corpo ficava pulando na cama sem que eu tivesse controle, gerando muita apreensão e medo de morrer. A pressão chegou a subir e fui para o pronto socorro. Fui atendido e fiz diversos exames de sangue, mapa e holter. Os resultados foram todos normais, com alteração apenas na glicemia, que já estou tomando medicamentos. O fato é que após, duas semanas que senti os espasmos, eles continuam sempre que deito pra dormir e, de maneira cada vez mais forte e repetidos. Será que são crises de ansiedade/stress? Como acabar com essa situação, já que já fico até com medo de ir pra cama tentar descansar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, isso tem características de uma resposta física intensa à ansiedade e ao estresse. Espasmos, tremores, sensação de perda de controle e medo de morrer são comuns em crises de ansiedade aguda, especialmente quando o corpo está sobrecarregado por muito tempo.
    O fato dos exames estarem normais reforça que seu corpo está reagindo ao estresse emocional ,mas isso não significa que não seja sério. Seu corpo está gritando por ajuda.
    O caminho é buscar psicoterapia, aprender técnicas de regulação emocional e, possivelmente, acompanhamento psiquiátrico para aliviar os sintomas físicos. Isso tem tratamento e solução.

    Você não precisa viver assim. Seu corpo só quer que você olhe com mais cuidado para ele agora.
    Eu posso te ajudar.


  • As vezes sinto um sentimento de estranheza/enjoo em relação a vida, como se quisesse viver em um uni

    As vezes sinto um sentimento de estranheza/enjoo em relação a vida, como se quisesse viver em um universo paralelo e não mais esse, como se tivesse desacostumado com essa vida, como se estivesse farto de tudo. É algo involuntário, por mais que eu queira que pare ele não vai embora. Isso poderia ser classificado como um sentimento de vazio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, isso pode ser, sim, uma forma de sentir o vazio existencial. Esse sentimento de estranheza, de querer escapar da realidade, de se sentir desconectado e cansado da vida, é muito comum em quadros de ansiedade, depressão, despersonalização ou crises existenciais.
    É um desconforto real, não é frescura, nem coisa da sua cabeça. E sim, isso pode ser trabalhado na terapia, para que você entenda de onde vem essa sensação e consiga se reconectar consigo e com a vida.

    Você não precisa passar por isso sozinho. Tem caminho, tem cuidado e tem alívio.


Perguntas frequentes

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