Perguntas do paciente (72)

  • Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7,

    Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7, 8 ou 9 anos, eu tinha um comportamento que hoje fico pensando se pode ter relação com deficiência intelectual ou autismo. Eu só conseguia conversar com algumas pessoas específicas, tipo minhas primas ,mas com outras pessoas eu simplesmente travava. Por exemplo: eu brincava e conversava com elas normalmente, mas quando o pai delas chegava perto, eu me calava na hora, não falava mais nada, ficava parado, quieto, as vezes só pegava na mão de alguém Até na hora de dar a bênção pra ele, eu não conseguia falar, só pegava na mão dele em silêncio E o curioso é que ele não era uma pessoa ruim ou brava, era uma pessoa tranquila, mas mesmo assim eu sentia uma timidez muito forte, sem motivo aparente O estranho é que com a esposa dele, no caso a minha tia eu já conseguia conversar, e com outras pessoas também. Era como se eu tivesse uma barreira só com algumas pessoas, principalmente com adultos homens. Eu só fui conseguir conversar com ele de verdade lá pelos 10, 11 ou 12 anos de idade. E tem mais uma coisa: com 6 anos eu fui diagnosticado com 'outros problemas globais do desenvolvimento', e isso me deixa ainda mais confuso e com medo. Fico pensando se esse meu jeito de só falar com algumas pessoas e travar com outras pode ter sido sinal de deficiência intelectual leve, ou se é mais uma característica de autismo. Eu tenho muito medo de ter deficiência intelectual, isso mexe muito comigo. Por isso queria saber a opinião de vocês: esse tipo de comportamento pode ser sinal de DI leve? Ou é mais típico de autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O que você descreve não é sinal de deficiência intelectual. Esse comportamento de “travar” com algumas pessoas e se comunicar bem com outras é muito mais associado a traços de autismo e ansiedade social.
    Na deficiência intelectual, a dificuldade é mais ampla, afetando aprendizagem, raciocínio e autonomia, o que não aparece no que você relatou.
    Seu relato mostra muito mais características de dificuldade nas interações sociais, algo comum no TEA e em pessoas mais ansiosas.
    Se isso ainda te traz dúvidas ou angústia, uma avaliação psicológica pode te ajudar a entender melhor seu funcionamento e se sentir mais seguro.

    Se fizer sentido, posso te ajudar nesse processo.


  • Meu filho está com o comportamento agressivo na escola batendo nos coleguinhas, ele não vive apanhan

    Meu filho está com o comportamento agressivo na escola batendo nos coleguinhas, ele não vive apanhando em casa , converso digo que não pode , deixo de castigo, já não sei mais oque fazer , estou esperando consulta com neuropediatra
    Até lá qual profissional procurar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra, é muito importante procurar uma psicóloga infantil. Ele vai ajudar a entender o que está por trás desse comportamento, que pode ser uma forma da criança expressar emoções, frustrações ou dificuldades que ainda não consegue colocar em palavras.
    O psicólogo também orienta a família e a escola sobre as melhores estratégias para lidar com essas situações, de forma acolhedora, sem punições que não ajudam no desenvolvimento emocional.
    Quanto antes começar esse cuidado, melhor será para ele e para todos ao redor.
    Se desejar, eu posso te ajudar nesse processo.


  • TERMINEI UM RELACIONAMENTO E NÃO ESTOU SABENDO LIDAR COM AS EMOÇÕES Acabei um relacionamento há

    TERMINEI UM RELACIONAMENTO E NÃO ESTOU SABENDO LIDAR COM AS EMOÇÕES

    Acabei um relacionamento há um mês e não estou gerenciando bem as minhas emoções. A outra parte pôs fim ao relacionamento, eu não queria terminar.

    Eu considerava o relacionamento tóxico e nem tanto recíproco, mas continuava pelos meus sentimentos, que eram verdadeiros. Depois de mais uma briga por mensagens de texto, ofendi-o com um palavrão e, a partir daí, não fui mais respondida. Após alguns dias, quando tentei conversar, escutei que a culpa era minha, que era "homem" e não aceitaria que eu o ofendesse da forma que eu fiz. Não me respondia mais, me bloqueou do aplicativo de mensagens com que mais conversávamos, e, além disso, está namorando uma nova pessoa.

    Desde então, eu tenho vivido muitas emoções. Me sinto culpada, traída, injustiçada... Choro muito facilmente, tenho ido ao trabalho sem forças, as noites estão sendo mal-dormidas, tenho ânsia de vômito; Fui ignorada e silenciada em um momento onde eu mais precisava falar, me expressar.

    Não tenho amigos, sou uma pessoa bastante caseira, estou ausente de hobbies, etc. Estou em um luto. Não tenho expectativa de um novo relacionamento, receio de nunca mais encontrar alguém, de ficar sozinha nesta área da vida em que deposito muitas expectativas.

    Estou frustrada e cansada. No meu peito grita um misto de emoções com as quais não estou sabendo lidar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Encerrar um relacionamento dói. Não é só sobre perder o outro, é sobre perder sonhos, expectativas e até uma parte de quem éramos na relação.
    Se você sente tristeza, culpa, ansiedade, dificuldade para dormir, trabalhar e um turbilhão de emoções… saiba que isso é luto afetivo. É difícil, é confuso, mas é possível atravessar.
    Por trás dessa dor, existe uma história que precisa ser olhada, entendida e cuidada. E é exatamente isso que a psicoterapia pode te oferecer: um espaço seguro para você se escutar, se compreender e se fortalecer.
    Se isso faz sentido para você, eu posso te ajudar.


  • Olá! Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(fest

    Olá!
    Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(festas beijar várias bocas kk) só que entrei conflito por ele ser um cara que tinha grande potencial de dar certo, decidi continuar o namoro. Hoje em reflexão desse acontecimento(que meche comigo, por causa da ansiedade que senti) vejo que não terminei por medo de não dar certo esse desejo(de festas e tal), até pq não tenho amigas p isso e me sinto meio culpada por isso, por não terminar por causa desse medo. Meu relacionamento é muito bom, sou feliz e pensando nisso tudo sinto medo de no futuro não amar ele mais e ter que terminar. Como posso me afastar desse medo e eliminar esses pensamentos que me causam tanta ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    É muito comum viver esse tipo de conflito, mesmo em um relacionamento saudável. Esses pensamentos, na verdade, falam mais sobre suas inseguranças, medos e ansiedades do que, de fato, sobre a relação.
    A mente ansiosa quer garantias do futuro, quer ter controle sobre aquilo que é incerto e, quando não encontra, gera angústia e medo de fazer escolhas erradas.
    O caminho não é calar esses pensamentos, mas entender de onde eles vêm, o que eles querem te dizer sobre sua história, seus desejos e suas inseguranças.
    A psicoterapia é exatamente esse espaço: um lugar seguro para você se escutar, se compreender e aprender a lidar com seus sentimentos de forma mais leve e consciente.
    Se você sente que precisa disso, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Transtorno de ansiedade generalizada com Desrealização tem solução ainda ? as vezes perco o contro

    Transtorno de ansiedade generalizada com Desrealização tem solução ainda ? As vezes perco o controle das emoções!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, tem solução!
    O transtorno de ansiedade generalizada, associado à desrealização, é extremamente desconfortável ,eu sei. A sensação de perder o controle, de não se sentir “presente” na própria realidade, gera medo e insegurança.
    Mas é importante saber que esse quadro não define quem você é, e ele tem tratamento. A psicoterapia é um espaço onde você aprende a entender suas emoções, seus gatilhos e, pouco a pouco, retomar o controle sobre sua vida.
    Você não precisa passar por isso sozinho.

    Eu posso te ajudar nesse processo.


  • Quem tem deficiência intelectual leve pode ter uma vida normal?

    Quem tem deficiência intelectual leve pode ter uma vida normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim!
    Uma pessoa com deficiência intelectual leve pode, sim, ter uma vida funcional, ativa e com autonomia em muitos aspectos.
    Com os apoios certos, acompanhamento psicológico, intervenções pedagógicas, estímulos no desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e cognitivas, ela pode estudar, trabalhar, construir vínculos, se desenvolver e ter uma vida cheia de possibilidades.
    Cada pessoa é única. E quando suas potencialidades são olhadas e estimuladas, ela pode viver com qualidade, dignidade e autonomia.

    Se esse tema faz parte da sua vida, eu posso te ajudar nesse caminho.


  • Como posso cuidar de uma pessoa com retardo mental leve?

    Como posso cuidar de uma pessoa com retardo mental leve?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Cuidar de uma pessoa com deficiência intelectual leve é oferecer apoio, estimular a autonomia, respeitar seu tempo de aprendizagem e fortalecer sua autoestima.
    Com amor, paciência e os acompanhamentos certos, ela pode se desenvolver, criar vínculos, trabalhar suas habilidades e ter uma vida mais independente e com qualidade.

    Se fizer sentido, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Como posso transformar os obstáculos em um momento de aprendizagem e crescimento pessoal e profissio

    Como posso transformar os obstáculos em um momento de aprendizagem e crescimento pessoal e profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Os desafios podem, sim, se transformar em aprendizado quando mudamos o olhar sobre eles. Ao invés de focar apenas na dor, é possível se perguntar: “O que isso quer me ensinar sobre mim?”
    Nem sempre é fácil fazer isso sozinho. A psicoterapia te ajuda a compreender, ressignificar e transformar as dificuldades em crescimento pessoal e profissional.

    Se fizer sentido, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Como a deficiência intelectual pode afetar o desenvolvimento social e emocional de uma pessoa?

    Como a deficiência intelectual pode afetar o desenvolvimento social e emocional de uma pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    A deficiência intelectual pode impactar o desenvolvimento social e emocional de uma pessoa, principalmente nas áreas de comunicação, autonomia, tomada de decisões e habilidades de interação.
    Isso pode gerar insegurança, dificuldades em expressar sentimentos, compreender regras sociais e lidar com frustrações.
    Por isso, o acompanhamento psicológico é fundamental. Ele ajuda a fortalecer a autoestima, desenvolver habilidades sociais e emocionais e promover mais qualidade de vida, autonomia e inclusão.

    Se fizer sentido, eu posso te ajudar nesse caminho.


  • Tenho 19 anos e dificuldade em organizar minha rotina. Saí de um emprego fixo para tentar algo incer

    Tenho 19 anos e dificuldade em organizar minha rotina. Saí de um emprego fixo para tentar algo incerto, mas a ansiedade me atrapalha. Não consigo fazer cursos, pois dependia financeiramente do trabalho. Minha faculdade é flexível, porém tenho que me manter...me sinto insegura, inquieta e inferior perto de pessoas mais qualificadas. Já tentei várias vezes me organizar, mas parece que só piora. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Se sentir perdido, inseguro e ansioso diante das incertezas da vida é mais comum do que parece e não, isso não significa fraqueza.
    Quando a ansiedade toma conta, até coisas simples, como organizar a rotina, parecem impossíveis. Mas o problema não é só a organização, e sim o quanto você tem se cobrado, se comparado e se sentido sobrecarregado emocionalmente.
    Na psicoterapia, você aprende a se escutar, a entender seus processos e a construir uma relação mais leve com você e com a vida.
    Se fizer sentido, eu posso te ajudar.


  • Recentemente me descobri uma mulher lésbica depois de uma vida toda sendo reprimida (tenho 22 anos),

    Recentemente me descobri uma mulher lésbica depois de uma vida toda sendo reprimida (tenho 22 anos), há pouco menos de um mês eu comecei a namorar uma menina, ela foi a primeira garota com quem eu fiquei e nós começamos a namorar muito rápido. Há uns dias atrás ela me contou que é um homem trans, ela já sabia antes mas nunca tinha me dito, ela também disse que não vai fazer transição e que eu posso continuar tratando ela no feminino, mas agora eu não consigo parar de pensar nisso. Pensei em terminar com ela mas me sinto uma completa transfóbica por isso, mas ao mesmo tempo ficar nesse relacionamento vai me trazer sofrimento, eu sinto que agora que eu finalmente comecei a viver a minha sexualidade eu acabei presa em um homem de novo. Eu estou sendo transfóbica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O que você está sentindo não te faz uma pessoa transfóbica. Isso fala sobre seus próprios processos de construção, sobre sua identidade, seus desejos e sua busca por viver de forma autêntica depois de tanto tempo se reprimindo.
    Quando entramos em contato com situações que mexem com a nossa história, é natural que surjam dúvidas, conflitos, medo de ferir, de errar… e também de se anular novamente.
    Se escutar, entender seus próprios sentimentos e desejos é fundamental.
    A psicoterapia é um espaço seguro, livre de julgamentos, onde você pode elaborar tudo isso com cuidado, acolhimento e respeito.
    Se fizer sentido para você, eu posso te ajudar nesse processo.







  • Eu ultimamente tenho sentido que o tempo tem passado muito rápido, de uma forma emocional. Sinto uma

    Eu ultimamente tenho sentido que o tempo tem passado muito rápido, de uma forma emocional. Sinto uma angústia quando paro pra pensar, reconheço que a minha família tá envelhecendo (o que é completamente normal, eu tenho essa compreensão) meus pais, minha irmã e até minha cadelinha. Começo a ver os sinais físicos neles, não consigo parar de pensar que eu cresci, que aquele tempo em que eu era criança não volta mais, que eu sinto falta da sensação que eu sentia, em como eu era, como eu via a vida, as vezes penso que sinto como se fosse um luto, sabe? A saudade de algo que não volta mais, algo que me dava conforto. Como se eu tivesse perdido alguma coisa. Não sei se pode ser algum sinal de ansiedade, mas isso tem me deixado bem emocional, com o peito pesado, refletindo muito e não necessariamente de uma forma positiva. Sei que preciso de ajuda profissional mas infelizmente não estou em um momento aonde eu consiga financeiramente e tenho medo disso piorar mais ainda.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sentir essa angústia pelo tempo que passa, pela vida que muda e pela saudade do que já foi, é muito mais comum do que parece.
    Essa sensação de “luto pelo que não volta” pode estar ligada à ansiedade, às perdas simbólicas e ao medo do futuro.
    E sim, tem cuidado, tem acolhimento e tem caminho. A psicoterapia te ajuda a entender, elaborar e ressignificar tudo isso.
    Se fizer sentido para você, eu posso te ajudar.


  • Olá,Fumei durante 30 anos,25 anos no cigarro convencional e 5 anos no vape,parei abruptamente a 45 d

    Olá,Fumei durante 30 anos,25 anos no cigarro convencional e 5 anos no vape,parei abruptamente a 45 dias atrás,mas tô sofrendo como se fosse o primeiro dia que parei,insônia,tontura,confusão mental,irritabilidade a beira de surtar,sonolência durante o dia,gostaria de saber se a abstininência da nicotina pode durar tanto,desde já,agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, a abstinência da nicotina pode durar semanas ou até meses, especialmente em quem fez uso por muitos anos. A nicotina afeta diretamente o cérebro, e ao parar, ele leva tempo para se reajustar sem essa substância.
    Sintomas como insônia, tontura, irritabilidade, confusão mental e sonolência são comuns nesse processo. O que você sente é real e esperado — e não é fraqueza.
    Além de suporte médico, a psicoterapia pode te ajudar muito a lidar com a ansiedade, os gatilhos emocionais e o desconforto da abstinência. Tem caminho, tem acolhimento e tem solução.

    Se fizer sentido, posso te ajudar nesse processo.


  • Olá eu queria saber se isso que eu sinto é normal, eu passei por um período de pensamentos obsessivo

    Olá eu queria saber se isso que eu sinto é normal, eu passei por um período de pensamentos obsessivos que me fizeram questionar tudo eu fiquei a ponto de enlouquecer. Eu estou tomando remédios mas qualquer pensamento me desestabiliza e como se eu não tivesse aqui, como se meus pensamentos fossem facas e eu não consigo mais me recuperar eu não sinto mais esperança e meus sentimentos estão bagunçados eu sinto como se estivesse morrendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O que você está sentindo é sinal de que sua mente está em sofrimento ,e não, você não está enlouquecendo.
    Pensamentos obsessivos, angústia, sensação de não estar presente, medo e falta de esperança são efeitos de uma mente sobrecarregada, em estado de exaustão emocional.
    Mas isso tem cuidado, tem acolhimento e tem tratamento.
    A psicoterapia, junto ao acompanhamento psiquiátrico, te ajuda a entender esses processos, a organizar seus pensamentos e a recuperar sua força emocional.

    Se você sente que precisa desse cuidado, eu posso te ajudar.


  • Venho sofrendo com pensamentos obsessivos que nao saem da minha cabeça. Tem dias que eu acho que es

    Venho sofrendo com pensamentos obsessivos que nao saem da minha cabeça.
    Tem dias que eu acho que esses pensamentos são meus mesmo, mesmo nao concordando com eles, o que acaba me trazendo um sentimento de culpa e tristeza
    Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    É muito comum que os pensamentos obsessivos façam você duvidar de si mesma. Eles aparecem de forma automática, sem controle, e, mesmo sem fazer sentido, geram culpa, tristeza e uma enorme sensação de desconforto.
    Se em alguns momentos você sente que esses pensamentos são seus, isso acontece porque sua mente ansiosa te faz acreditar nisso, mas não é verdade. Eles não definem quem você é, nem o que você acredita.
    Esse é um sinal de que sua mente está sobrecarregada e precisa de cuidado. Com o acompanhamento certo, é possível entender esse processo, aliviar a culpa e encontrar mais equilíbrio emocional.
    A Terapia pode te ajudar nesse caminho.


  • Como reconhecer atraso cognitivo e social de crianças ?

    Como reconhecer atraso cognitivo e social de crianças ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O atraso cognitivo e social em crianças pode ser percebido quando ela apresenta dificuldade em se comunicar, interagir, brincar, se expressar ou compreender regras simples. Também pode ter dificuldades em manter a atenção, desenvolver a memória e o raciocínio.
    Esses sinais indicam que a criança precisa de uma avaliação e de um acompanhamento adequado. Quanto mais cedo esse cuidado acontece, maiores são as chances de desenvolvimento e qualidade de vida.

    Se fizer sentido, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente

    Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta? E do autismo? Isso é mais comum no autismo? Pois eu tinha isso e gostaria de saber.
    Eu percebi que alguns desses medos surgem de forma muito intensa, como se a pessoa realmente sentisse que o boneco ou o quadro representa algum tipo de ameaça. Em alguns casos, ela até se recusa a entrar em certos ambientes ou reage com choro.
    Queria entender se isso é comum em pessoas com deficiência intelectual em diferentes graus, e também se acontece com pessoas dentro do espectro autista. Pode ter a ver com hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o que é real e o que é só uma imagem? E o que pode ser feito nesses casos?
    Agradeço se puder me ajudar a entender melhor esse tipo de reação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Sim, esse medo é mais comum no autismo, por conta da hipersensibilidade sensorial e dificuldade em interpretar imagens como bonecos ou rostos. No TEA, o cérebro pode entender esses estímulos como uma ameaça.
    Na deficiência intelectual também pode acontecer, mas é mais raro e geralmente aparece em graus leve e moderado, quando há dificuldade em compreender o que é real ou simbólico.
    O ideal é acolher, não forçar e, se possível, buscar apoio psicológico para ajudar na regulação desse medo.

    Se quiser, eu posso te ajudar.


  • O que exatamente caracteriza o funcionamento intelectual limítrofe (QI limítrofe)? Essa condição é c

    O que exatamente caracteriza o funcionamento intelectual limítrofe (QI limítrofe)? Essa condição é comum em quais transtornos do neurodesenvolvimento ou mentais? É possível que o QI limítrofe ocorra em pessoas com TDAH, autismo ou transtorno bipolar? Também pode estar presente em casos onde há comorbidade entre TDAH e TEA? Além disso, pessoas com inteligência limítrofe podem apresentar dificuldades comportamentais semelhantes às da deficiência intelectual, como infantilidade, imaturidade emocional, problemas sociais, dificuldades com autonomia e memória? Em que medida essas dificuldades interferem no desenvolvimento, aprendizagem e na adaptação social da pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O funcionamento intelectual limítrofe (QI entre 70 e 85) não é deficiência, mas gera dificuldades na aprendizagem, autonomia e vida social.
    É comum em TDAH, TEA, transtorno bipolar e também quando há comorbidade entre TDAH e TEA.
    Pessoas com QI limítrofe podem ter imaturidade, infantilidade, dificuldades sociais e de memória, parecidas com as da deficiência intelectual leve.
    Essas dificuldades impactam na escola, nas relações e no desenvolvimento. Por isso, o acompanhamento psicológico faz toda diferença.

    Se você vive essa realidade ou conhece alguém que passa por isso, eu posso te ajudar.


  • Oi, eu tenho 19 anos e sou um homem, e recentemente eu desenvolvi uma espécie de paranóia, recenteme

    Oi, eu tenho 19 anos e sou um homem, e recentemente eu desenvolvi uma espécie de paranóia, recentemente eu vi muitos casos de mulheres que estão deixando os homens e estão se relacionando com mulheres, e isso me gerou uma paranoia de que um dia não vai mais existir mulheres heterossexuais, e isso seria ruim porque eu sou um garoto hétero e só consigo me relacionar com gerotas, estou paranoico com isso, eu sou uma pessoa com transtorno do espectro autista, acredito que essas finais estranhas que tenho seja causado por isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    Esse pensamento está muito ligado ao seu jeito de processar informações, principalmente sendo uma pessoa no Transtorno do Espectro Autista (TEA), onde é comum desenvolver ideias fixas, interpretar informações de forma mais literal e gerar ansiedade com coisas que parecem uma ameaça, mesmo que não sejam.
    Fique tranquilo, isso não é uma realidade. A diversidade nas relações não faz com que mulheres heterossexuais deixem de existir. O que você está sentindo é um reflexo da sua ansiedade e da dificuldade que o cérebro autista tem em lidar com incertezas.
    E sim, isso pode ser trabalhado na terapia, onde você aprende a entender seus pensamentos, aliviar suas angústias e ter mais segurança nas suas relações e no seu dia a dia.

    Se fizer sentido, eu posso te ajudar nesse processo.


  • Minha filha de 2 anos está indo pra escolinha, meio período à tarde. Na primeira semana chorava pra

    Minha filha de 2 anos está indo pra escolinha, meio período à tarde. Na primeira semana chorava pra entra e depois passava. Ela ficou doente 15 dias, tive que começar a adaptação novamente. Estamos na segunda semana, entra triste mas não chora, passa o dia bem. Quando vou buscar e ela me vê, já vem chorando emocionada.
    Ela está muito relutante pra dormir a noite, e a soneca antes de ir pra escola. Chora desesperadamente pra dormir, uma luta! Não sei mais o que fazer.
    Fora que em casa só quer meu colo, não posso sair da vista dela que chora. Sempre foi muito grudada em mim, agora mais ainda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fabiana Barros

    O que sua filha está vivendo é absolutamente normal nesse processo de adaptação. Ela está lidando com a ansiedade de separação, que é muito comum na primeira infância, principalmente em crianças que têm vínculo forte com a mãe.
    O comportamento de chorar ao te ver, não querer dormir e buscar seu colo o tempo todo são formas dela garantir que você está por perto, que não vai “sumir”. É como se ela precisasse confirmar esse amor e essa segurança.
    O mais importante agora é ter muita paciência, acolher, criar uma rotina previsível e transmitir segurança com palavras e atitudes. Esse é um processo que passa, mas o suporte emocional faz toda diferença.

    Se quiser, eu posso te ajudar com orientações para tornar essa fase mais leve para vocês.


Perguntas frequentes

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