Perguntas do paciente (13)
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Olá Desenvolvi TOC de contaminação, na minha cabeça se eu tocar em qualquer objeto que possa ter s
Olá
Desenvolvi TOC de contaminação, na minha cabeça se eu tocar em qualquer objeto que possa ter sido tocado por outra pessoa com fluidos principalmente com sangue e depois tocar na boca ou alguma feridinha posso contrair alguma doença, como hiv, hepatite, não consigo mais conviver com as pessoas normalmente imaginando diversas possibilidades de contaminação, não Consigo mais abraçar pegar na mão de outra pessoa, sempre que chego em casa tenho que fazer todo um ritual de limpeza oque tem sido muito desgastante, oque eu devo fazer? Como tratar, o TOC tem cura?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua pergunta foi direcionada a um infectologista, então vou começar acalmando você do ponto de vista das doenças infecciosas: não é fácil contrair HIV ou hepatites virais B e C. Essas infecções não se transmitem por contato casual com objetos ou pessoas, mesmo que tenha havido um toque em superfícies possivelmente contaminadas.
As formas mais comuns de contágio envolvem situações específicas, como:
Relações sexuais desprotegidas;
Compartilhamento de agulhas ou seringas;
Acidentes com materiais perfurocortantes em contextos de risco (como no ambiente hospitalar) sem seguimento e profilaxia adequados.
Encostar em objetos, tocar em alguém ou mesmo abraçar outra pessoa não transmite essas doenças, mesmo que a pessoa esteja infectada.
Dito isso, os sintomas que você descreve podem estar relacionados a um quadro de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), uma condição que costuma envolver pensamentos repetitivos e angustiantes associados a comportamentos compulsivos, como os rituais de limpeza e o medo obsessivo de contaminação. No entanto, é fundamental que essa hipótese seja avaliada por um profissional de saúde mental, como um psiquiatra, que poderá fazer o diagnóstico correto e orientar o melhor tratamento
Minha sugestão é que você procure um psiquiatra o quanto antes, de preferência acompanhado por um psicólog. Terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, em muitos casos, o uso de medicações específicas podem oferecer um alívio significativo. Quanto antes iniciar o acompanhamento, mais cedo você poderá retomar sua qualidade de vida.
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Fiz o tratamento certinho de sifilis 2 doses em cada nádega por 3 semanas so que os sintomas voltara
Fiz o tratamento certinho de sifilis 2 doses em cada nádega por 3 semanas so que os sintomas voltaram e não tive relação sexual com ninguém e nem fiz uso de bebida alcoólicas, só que ainda não fiz o exame de vdrl, tou muito preocupado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação, mas é importante esclarecer alguns pontos.
Após o tratamento correto da sífilis — como você descreveu (duas doses por semana, durante três semanas) — o ideal é aguardar até 6 meses para repetir o exame de VDRL. Isso porque o VDRL pode permanecer positivo por um bom tempo, mesmo após a cura, e sua queda gradual é que indica resposta ao tratamento — não o desaparecimento imediato dos sintomas ou do título do exame.
É comum que, após o tratamento, alguns sintomas inespecíficos ou não relacionados à sífilis apareçam, como alergias, irritações de pele, entre outros, e eles nem sempre significam retorno da doença.
Outro ponto fundamental (apesar de não ser o seu caso): sempre que há diagnóstico de sífilis, é essencial que parceiros(as) sexuais também sejam avaliados e, se necessário, tratados, para evitar reinfecção.
Por fim, mantenha seu acompanhamento médico mesmo após o fim do tratamento. O seguimento (follow-up) é essencial para confirmar a cura, acompanhar a queda do VDRL e garantir sua tranquilidade.
Se os sintomas persistirem ou piorarem, converse com seu infectologista para investigar outras causas e avaliar a conduta adequada.
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Recentemente tive uma duvida referente a transmissão do HIV através da saliva. Fui respondido que nã
Recentemente tive uma duvida referente a transmissão do HIV através da saliva. Fui respondido que não há riscos. Contudo fiquei bem confuso, pois encontrei um artigo que mencionava um caso de possivel transmissão do Hiv de uma mordida de um filho na unha do pai. E no artigo é descrito que a saliva nao estava contaminada com sangue e ainda sim potencialmente transmitiu o virus.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A transmissão do HIV exclusivamente pela saliva é considerada, do ponto de vista clínico e epidemiológico, inexistente. Embora o HIV possa, de fato, ser detectado em glândulas salivares, as concentrações encontradas são extremamente baixas e, na imensa maioria das vezes, não viáveis para infecção.
Estudos mostram que a recuperação de vírus infeccioso em amostras de saliva é excepcionalmente rara — ocorrendo em cerca de 1% dos casos. Além disso, a saliva humana contém diversos fatores de proteção, como lisozima, IgA secretora, defensinas e o inibidor de protease leucocitário (SLPI), que atuam diretamente na inativação do vírus, tornando o ambiente salivar altamente inóspito à transmissão do HIV.
Casos eventualmente descritos como “possivelmente associados” a mordidas — como o que você mencionou — são exceções anedóticas, quase sempre permeadas por fatores adicionais não evidentes, como microtraumas, presença de sangue imperceptível, lesões mucosas prévias, entre outros. Ainda assim, não há comprovação científica robusta de transmissão por saliva pura, sem envolvimento de sangue.
O que os estudos indicam com clareza é:
O HIV pode estar presente na saliva, mas em níveis residuais e inativos;
A chance de transmissão sem sangue ou lesões abertas é, na prática, nula;
Não há registros bem documentados de transmissão por saliva isoladamente.
Dessa forma, o risco teórico só existiria em condições absolutamente específicas e improváveis, que não se aplicam à vida cotidiana. Beijos e contato com saliva sem sangramento visível não transmitem HIV.
Em situações com exposição a sangue ou feridas abertas, a conduta correta é procurar imediatamente um serviço médico para avaliação e, se indicado, iniciar a profilaxia pós-exposição (PEP).
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Comi uma comida que uma pessoa com hepatite A encostou. Corro o risco de me contaminar?
Comi uma comida que uma pessoa com hepatite A encostou. Corro o risco de me contaminar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A transmissão da hepatite A ocorre, principalmente, por via fecal-oral — ou seja, através da ingestão de alimentos ou água contaminados com partículas fecais contendo o vírus. Isso pode acontecer, por exemplo, se a pessoa com hepatite A não higienizou adequadamente as mãos após usar o banheiro e depois manipulou o alimento diretamente com as mãos.
Por outro lado, se a pessoa apenas "encostou" no prato ou talher, ou se não houve contato direto com secreções ou mãos contaminadas com fezes, o risco de transmissão é muito baixo. A hepatite A não se transmite por saliva, suor, beijo ou contato casual.
Portanto, tudo depende do tipo de contato. Se você está saudável, foi vacinado contra hepatite A ou se passaram mais de 15 dias do possível contato e você permanece sem sintomas, as chances de infecção são ainda menores. Se houver dúvida sobre a exposição ou início de sintomas digestivos (náuseas, mal-estar, icterícia), vale procurar atendimento médico para avaliação.
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Quanto tempo dura a vacina da raiva em humanos que (tomaram o soro e fizeram as 4 doses completas ?
Quanto tempo dura a vacina da raiva em humanos que (tomaram o soro e fizeram as 4 doses completas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você tomou corretamente as 4 doses da vacina contra a raiva e, se indicado, também recebeu o soro antirrábico, você está protegido contra o vírus por um bom tempo — mas essa proteção não é considerada vitalícia.
De acordo com o Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde de São Paulo, esse esquema (chamado de pós-exposição ou PEP) oferece proteção segura por até 90 dias. Ou seja, se houver nova exposição nesse período, não é necessário repetir o tratamento.
Passados os 90 dias, a proteção pode já não ser suficiente, e em caso de nova exposição — como mordida, arranhão ou contato com saliva de animal suspeito — um novo esquema completo deve ser iniciado.
Para pessoas com risco ocupacional, como veterinários, recomenda-se a vacinação pré-exposição e reforço periódico, conforme avaliação de anticorpos.
Se restar alguma dúvida ou houver nova exposição, o ideal é procurar orientação médica para definir a conduta com segurança
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É possível estar com aftas na garganta e na língua por vih e o teste dar negativo
É possível estar com aftas na garganta e na língua por hiv e o teste dar negativo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A presença de aftas na língua ou na garganta pode ocorrer em pessoas com HIV, mas isso geralmente está associado a fases mais avançadas da doença, quando há queda importante da imunidade. Nesses casos, as lesões podem ser causadas por infecções oportunistas como herpes vírus, citomegalovírus ou até por fungos como a Candida.
É altamente improvável que uma pessoa já esteja em estágio avançado da infecção por HIV e tenha resultados negativos em testes confiáveis, especialmente se forem de quarta geração ou PCR. Contudo, isso depende de quais testes foram feitos, em que momento e com qual metodologia.
Se houver dúvida ou ansiedade persistente, o ideal é manter o acompanhamento com seu médico e discutir abertamente suas preocupações. Lembrando que o HIV, quando diagnosticado e tratado precocemente, não evolui para a fase de doença (AIDS) e o paciente pode viver com saúde e qualidade de vida.
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É confiável o resultado de um teste rápido, dos postos de saúde, anti HIV com exatos 46 dias após a
É confiável o resultado de um teste rápido, dos postos de saúde, anti HIV com exatos 46 dias após a exposição de risco?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os testes rápidos utilizados atualmente nos postos de saúde são, em sua maioria, de quarta geração ou de terceira geração com alta sensibilidade. Esses testes conseguem detectar a infecção pelo HIV com boa confiabilidade a partir de 30 dias após a exposição.
Com 46 dias, um resultado negativo já é considerado altamente confiável, especialmente se o teste foi realizado de forma correta, conforme os protocolos do serviço de saúde. No entanto, por precaução, recomenda-se repetir a testagem com 90 dias após o contato de risco, como orienta o Ministério da Saúde.
Em caso de dúvidas, o ideal é manter o acompanhamento médico e garantir a realização da testagem complementar no prazo adequado.
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Testei positivo para sífilis e negativo para HIV. 90 dias depois refiz o teste de HIV e deu negativo
Testei positivo para sífilis e negativo para HIV. 90 dias depois refiz o teste de HIV e deu negativo ( pós tratamento Sífilis), 120 dias do primeiro teste posso testar positivo para HIV?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você testou positivo para sífilis e negativo para HIV, e repetiu o teste para HIV 90 dias após a exposição inicial ou após o tratamento, o resultado negativo já é altamente confiável, especialmente se o teste realizado foi de terceira ou quarta geração, como é o padrão nos serviços de saúde atualmente.
Esses testes apresentam alta sensibilidade e especificidade, o que significa que são muito eficazes tanto para detectar a presença do vírus quanto para evitar resultados falso-positivos.
A possibilidade de um teste dar positivo aos 120 dias, após um negativo aos 90, é muito baixa, desde que não tenha ocorrido nova exposição de risco nesse intervalo.
Se você não teve nenhuma nova relação de risco, pode ficar tranquilo. Em caso de dúvida ou ansiedade persistente, o ideal é seguir em acompanhamento com seu médico para esclarecer tudo com segurança.
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Fiz exame de carga viral e deu Cd 677 CV LMin oq significa?
Fiz exame de carga viral e deu Cd 677 CV LMin oq significa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Aparentemente, você se refere aos dois principais exames de monitoramento do HIV: o CD4 e a carga viral (CV). Ambos são fundamentais para avaliar como está o funcionamento do sistema imunológico e a resposta ao tratamento.
O CD4 mede a quantidade de células de defesa no sangue e ajuda a entender o grau de proteção do organismo.
A carga viral indica a quantidade de vírus circulante no sangue. Quando está baixa ou indetectável, mostra que o tratamento está funcionando bem, o que reduz o risco de progressão da doença e de transmissão.
No entanto, é essencial conversar com o(a) médico(a) que acompanha você. Ele(a) poderá interpretar corretamente esses resultados com base no seu histórico clínico, nos exames anteriores e na fase do tratamento em que você se encontra.
Se surgirem dúvidas, leve todas para a próxima consulta — entender seus exames faz parte do seu cuidado.
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Faz 2 anos que terminei o tratamento de TB É verdade que a doença ainda fica adormecida no corpo?
Faz 2 anos que terminei o tratamento de TB
É verdade que a doença ainda fica adormecida no corpo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é verdade que o bacilo da tuberculose pode permanecer no organismo de forma latente, ou seja, adormecido, mesmo após o tratamento da doença ativa. No entanto, isso não representa um problema na maior parte dos casos, especialmente em pessoas com o sistema imunológico preservado.
É importante destacar a diferença entre:
Infecção latente por tuberculose (ILTB) – Quando a pessoa teve contato com o bacilo e ele permanece inativo no organismo. A pessoa não transmite a doença, não tem sintomas, e essa condição é bastante comum em países como o Brasil, onde a tuberculose é endêmica.
Doença ativa – Quando o bacilo está se multiplicando, causando sintomas e podendo ser transmitido.
Quem já teve tuberculose ativa e completou corretamente o tratamento costuma ficar curado, mas o acompanhamento pode ser necessário em algumas situações específicas, como:
Uso de medicamentos imunossupressores (como corticoides em altas doses, imunobiológicos);
Quimioterapia;
Condições que afetam a imunidade (ex: HIV, transplantes).
Nesses casos, pode ser indicado um monitoramento médico mais próximo para avaliar qualquer risco de reativação.
Se esse não é o seu caso, você pode ficar tranquilo. E, em caso de dúvidas, sempre vale conversar com seu médico de confiança.
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Se um casa estiver infectados com a covid, podem dormir na mesma cama?
Se um casa estiver infectados com a covid, podem dormir na mesma cama?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ideal é que, durante o período sintomático da COVID-19, a pessoa infectada evite compartilhar ambientes fechados e sem máscara com outras pessoas, especialmente espaços íntimos como o quarto e a cama. Isso vale enquanto houver sintomas como tosse, coriza, dor de garganta, febre ou dor de cabeça.
Caso seja viável, recomenda-se que a pessoa permaneça isolada em um cômodo ventilado, utilizando máscara ao sair e evitando o contato próximo com os demais.
De acordo com as orientações atuais do Ministério da Saúde:
Pessoas assintomáticas devem cumprir isolamento de no mínimo 5 dias após o teste positivo, podendo sair caso permaneçam sem sintomas e testem negativo no 5º dia.
Casos leves com sintomas devem manter o isolamento por 7 dias, podendo encurtar para 5 dias com melhora clínica e teste negativo.
Sem testagem, recomenda-se completar 10 dias de isolamento, desde que haja melhora dos sintomas.
Portanto, o contato mais próximo — como dormir na mesma cama — só deve ser retomado após, no mínimo, 24 horas da melhora completa dos sintomas, respeitando o período total de isolamento adequado ao quadro clínico.
Se o isolamento completo não for possível, redobre os cuidados com máscaras, ventilação e higiene das mãos. Isso ajuda muito a proteger os outros membros da casa.
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Fiz o tratamento,meu parceiro também mais o meu vdrl deu negativo duas vezes e o dele de 1/8 ainda e
Fiz o tratamento,meu parceiro também mais o meu vdrl deu negativo duas vezes e o dele deu 1/8, ainda está infectado ou é cicatriz?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se o seu VDRL negativou e o do seu parceiro permanece em 1/8, é importante considerar como era a titulação dele antes do tratamento. O Ministério da Saúde orienta que, após o tratamento, deve haver queda de pelo menos dois títulos em até seis meses. Por exemplo, se antes era 1/32 e agora está em 1/8, isso pode ser um bom sinal de resposta ao tratamento.
No entanto, se o título permaneceu inalterado desde o início, é preciso investigar outros fatores, como a possibilidade de reinfecção, falha terapêutica, coinfecções, imunossupressão, ou até a necessidade de investigar neurossífilis, especialmente se houver sintomas neurológicos.
O mais adequado é que ele retorne ao(a) médico(a) que o acompanha, para avaliar o histórico completo, os exames anteriores e definir se há necessidade de nova abordagem. Só com esse contexto é possível interpretar corretamente o resultado.
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Quem faz uso da PrEP 5 vezes por semana (e não todos os 7 dias) ainda sim está protegido do HIV ?
Quem faz uso da PrEP 5 vezes por semana (e não todos os 7 dias) ainda sim está protegido do HIV ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o uso da PrEP cinco vezes por semana ainda oferece proteção significativa contra o HIV, mas é importante entender melhor qual esquema está sendo adotado e se ele é apropriado para o seu perfil.
A PrEP contínua (1 comprimido ao dia, todos os dias) é o esquema recomendado para a maioria das pessoas, independentemente do gênero. No entanto, existe também a PrEP sob demanda, indicada apenas para homens cisgêneros que fazem sexo com outros homens (HSH) e que não têm relação sexual frequente. Nesse esquema, a tomada é feita da seguinte forma:
2 comprimidos de uma só vez (2h a 24h antes da relação sexual)
Seguido por 1 comprimido 24h depois
E mais 1 comprimido 48h após a primeira dose
Esse regime é considerado seguro e eficaz exclusivamente para esse público. Para qualquer outra pessoa (como mulheres cis), a PrEP diária é o único esquema validado até o momento.
Importante: a PrEP protege apenas contra o HIV, e não contra outras infecções sexualmente transmissíveis. Por isso, o uso de preservativos continua sendo recomendado.
Caso haja dúvida sobre qual esquema é mais indicado para você, o ideal é conversar com um profissional de saúde especializado para ajustar a estratégia de prevenção ao seu perfil.
Perguntas frequentes
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…