Perguntas do paciente (32)
-
Todo mundo hoje diz que tem TDAH ou burnout. A psicanálise acredita nesses diagnósticos ou busca ent
Todo mundo hoje diz que tem TDAH ou burnout. A psicanálise acredita nesses diagnósticos ou busca entender o que está por trás do sintoma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A psicanálise não parte do princípio de negar diagnósticos como TDAH ou burnout. Esses diagnósticos podem ser importantes e, em muitos casos, ajudam a orientar o cuidado. Ao mesmo tempo, a psicanálise procura compreender o significado que os sintomas têm para cada pessoa. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter histórias, conflitos e formas de sofrimento muito diferentes. Por isso, além do nome do diagnóstico, interessa compreender quem é o sujeito que sofre e como aquele sintoma se insere em sua história. Assim, o diagnóstico e a escuta psicanalítica não precisam ser vistos como opostos. Enquanto o diagnóstico descreve um conjunto de sinais e sintomas, a psicanálise busca entender a singularidade de cada experiência e o que pode estar por trás daquele sofrimento.
-
É verdade que na psicanálise o terapeuta quase não fala?
É verdade que na psicanálise o terapeuta quase não fala?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma ideia bastante difundida, mas não corresponde à experiência de todas as análises. Na psicanálise, o analista costuma ocupar uma posição diferente da que encontramos em algumas outras abordagens. Em vez de oferecer conselhos, direcionamentos ou respostas prontas, ele procura escutar atentamente e fazer intervenções que ajudem o paciente a refletir sobre seus próprios conflitos e modos de funcionamento. Isso não significa que o analista permaneça em silêncio o tempo todo. A quantidade e o tipo de intervenção variam conforme o profissional, o momento do tratamento e as necessidades de cada paciente. Há momentos em que a escuta tem um papel central, e outros em que perguntas, observações ou interpretações podem contribuir para o processo. O mais importante é que o paciente não se sinta sozinho diante do seu sofrimento. A análise é construída no encontro entre duas pessoas, e a forma como esse diálogo acontece faz parte do próprio trabalho terapêutico.
-
Estou muito desanimada, sem vontade de fazer as tarefas diárias, não há nada de errado com minha vid
Estou muito desanimada, sem vontade de fazer as tarefas diárias, não há nada de errado com minha vida, porém parece que ela perdeu o "brilho". A psicanálise costuma atuar como ferramenta para estes casos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sim, a psicanálise pode ser uma ferramenta importante para compreender momentos como esse. Nem sempre o sofrimento psíquico está relacionado a um problema concreto ou a um acontecimento específico. Muitas pessoas procuram análise justamente porque percebem uma sensação de vazio, desânimo, perda de interesse ou a impressão de que a vida perdeu o sentido, mesmo quando, aparentemente, está tudo bem. A psicanálise busca investigar o significado desses sentimentos na história singular de cada pessoa. Em vez de focar apenas nos sintomas, procura compreender o que eles podem estar expressando: conflitos internos, perdas, mudanças de vida, desejos que ficaram em segundo plano ou questões emocionais que ainda não encontraram espaço para serem elaboradas. Ao longo do processo, muitas pessoas desenvolvem um maior conhecimento sobre si mesmas e passam a compreender melhor o que está por trás desse mal-estar. Essa compreensão pode favorecer novas formas de lidar com a própria vida e com aquilo que, por algum motivo, deixou de fazer sentido. Se esse desânimo for persistente ou estiver causando prejuízos significativos no seu dia a dia, também é importante considerar uma avaliação profissional mais ampla, pois sintomas semelhantes podem estar relacionados a diferentes condições emocionais que merecem atenção e cuidado.
-
Como a psicanálise poderia me ajudar no autoconhecimento, para que eu consiga lidar melhor com meus
Como a psicanálise poderia me ajudar no autoconhecimento, para que eu consiga lidar melhor com meus traumas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A psicanálise entende que muitas das nossas dificuldades atuais não dependem apenas dos acontecimentos que vivemos, mas também da forma como essas experiências foram registradas e ganharam significado ao longo da nossa história. No processo analítico, você é convidado a falar livremente sobre seus pensamentos, sentimentos, lembranças e relações. Aos poucos, podem surgir padrões de comportamento, conflitos e modos de lidar com o sofrimento que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia. Esse movimento favorece um conhecimento mais profundo de si mesmo. Em relação aos traumas, a análise não busca apagar o que aconteceu, mas criar condições para que essas experiências possam ser elaboradas. Quando algo traumático não encontra espaço para ser compreendido e simbolizado, seus efeitos podem continuar aparecendo de diferentes formas na vida emocional. Ao colocar em palavras aquilo que antes era vivido apenas como dor, medo ou repetição, torna-se possível construir novas maneiras de se relacionar com essa história. O autoconhecimento, nesse contexto, não significa apenas entender racionalmente o que aconteceu, mas ampliar a capacidade de reconhecer seus sentimentos, compreender suas escolhas e viver com mais liberdade diante das marcas do passado.
-
Tive uma crise de ansiedade que me desabilitou por um.tenpo, depois melhorei, porém sinto que depois
Tive uma crise de ansiedade que me desabilitou por um.tenpo, depois melhorei, porém sinto que depois disso não consegui voltar "ao normal" como era antes. Isso é natural de acontecer ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer. Uma crise de ansiedade intensa pode ser uma experiência bastante marcante e, mesmo após a melhora dos sintomas mais agudos, é comum que a pessoa sinta que ainda não voltou a ser "como antes". Em alguns casos, permanece um receio de que a crise se repita, uma maior sensibilidade aos sinais do próprio corpo ou até mudanças na forma de lidar com situações do dia a dia. Isso não significa, necessariamente, que você não irá melhorar, mas pode indicar que ainda há aspectos dessa experiência que precisam ser elaborados. Se essa sensação persiste ou continua trazendo sofrimento, buscar acompanhamento psicológico pode ser muito importante. A psicoterapia pode ajudá-lo(a) a compreender o impacto que essa crise teve na sua vida, desenvolver recursos para lidar com a ansiedade e retomar, gradualmente, a sensação de segurança e bem-estar.
-
Quanto tempo dura uma psicoterapia da área da psicanálise?
Quanto tempo dura uma psicoterapia da área da psicanálise?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Respondi esta pergunta a um outro paciente e repito a resposta aqui. Na verdade, não existe um tempo de duração definido para uma análise. Cada processo é único e depende da história, das questões trazidas e dos objetivos de cada pessoa. Algumas pessoas procuram atendimento para compreender um sofrimento específico e permanecem por um período mais curto. Outras percebem que desejam aprofundar o conhecimento sobre si mesmas e seguem por mais tempo. Na psicanálise, mais importante do que estabelecer um prazo é respeitar o tempo necessário para que cada pessoa possa elaborar seus conflitos e construir novas formas de lidar com eles. A duração costuma ser algo que pode ser conversado ao longo do processo, de acordo com as necessidades e o momento de vida de cada paciente. Você e seu analista decidirão isso juntos.
-
Pessoal, eu terminei com minha ex namorada já faz quase 1 ano, foi um relacionamento muito bom, não
Pessoal, eu terminei com minha ex namorada já faz quase 1 ano, foi um relacionamento muito bom, não tive do que reclamar, mas infelizmente acabou, apesar de ter sido bom, houve desgaste emocional e falta de propósito, estávamos vivendo no automático, eu tinha o objetivo de casar, construir uma família, mas estava em uma fase que vivia em constantes crises depressivas, com dificuldades financeiras e problemas em casa, isso as vezes afetava o namoro, ela dizia que não sentia segurança nenhuma pra casar comigo e ter uma família, ela falava que sentia que eu ia jogar tudo pra cima dela e se o bebê chorasse, ia deixar pra ela resolver... Isso é um pensamento absurdo, porque eu nunca fui irresponsável com minhas coisas, quanto mais em relação a uma vida de uma criança que precisa de cuidado. Nós seguimos sendo amigos por um tempo mas depois nos afastamentos completamente e não temos mais vínculo nenhum. Apesar do término, da distância e do tempo, essa pessoa continua sendo um grande amor da minha vida. Ainda gosto dela e não sai da minha cabeça.
Esse 1 ano de término eu não fiquei sem fazer nada, foquei na faculdade, trabalho, academia, meus hobbys, conheci outras pessoas, tive encontros casuais, foquei nas minhas coisas. Mesmo assim ela me visita na mente todos os dias, tem dias que dói mais do que outros, e eu já não sei mais o que fazer. Faço terapia desde o início do término e venho melhorando bastante, só que a pessoa nunca sai da minha cabeça, não importa o que eu esteja fazendo, penso sempre nela. Eu sonho com ela, fico conversando internamente com ela, simulando conversas, sinto vontade de vê-la para dar um abraço e saber como ela está. Só que ela deixou claro que não queria absolutamente contato nenhum, então eu não insisti e respeitei o espaço dela.
Só queria superar isso e esquecer... Quais seus conselhos? Confesso que sinto um profundo desejo de um dia retomar o relacionamento, eu a amo bastante e já me conheci o suficiente para saber que isso que sinto não é apego. Só não sei o que fazer, talvez ela esteja com outro... Talvez não... Mas eu realmente me sinto muito triste por não tê-la mais em minha vida. Eu sou um cara sozinho e com poucos amigos, ela tem uma família enorme, um ciclo social gigantesco, tem irmãos, pais, avós... Eu não tenho absolutamente ninguém, moro sozinho e não tenho família, meu único ciclo social é a academia e o pessoal da faculdade, e mesmo assim, não são pessoas próximas com quem eu posso contar verdadeiramente. Acho que todo homem está fadado a viver sozinho e aceitar isso sem reclamar... não sei mais o que dizerRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O término de um relacionamento significativo pode levar tempo para ser elaborado, especialmente quando ele estava associado a projetos de vida, como casamento e família. Um ano pode parecer muito, mas não existe um prazo único para que essa dor desapareça. No seu relato, chama atenção não apenas a saudade da ex-companheira, mas também a sensação de solidão e a percepção de que ela ocupava um lugar muito importante na sua vida. Quando um relacionamento concentra grande parte do nosso apoio emocional, sua ausência pode ser vivida de forma ainda mais intensa.
Também é importante lembrar que pensar frequentemente em alguém não significa, necessariamente, que a única solução seja retomar o relacionamento. Muitas vezes, esses pensamentos fazem parte do processo de luto e da tentativa de dar um sentido ao que foi perdido.
Você menciona que está em psicoterapia e isso é um ponto muito positivo. Leve essas questões para o processo terapêutico, especialmente a solidão, o desejo de reconstruir vínculos e o lugar que esse relacionamento ocupa na sua história. Aos poucos, o objetivo não é apagar essa pessoa da memória, mas fazer com que essa lembrança deixe de impedir que você invista na própria vida e em novos encontros.
-
boa tarde,quanto custa o tratamento e.como é feito o tratamento de dependência digital?
boa tarde,quanto custa o tratamento e.como é feito o tratamento de dependência digital?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde, tudo bem? O valor do atendimento varia de acordo com o profissional, a modalidade (online ou presencial), a frequência das sessões e a região onde o atendimento é realizado. Por isso, o ideal é entrar em contato diretamente com o profissional para ter estas informações sobre valores e disponibilidade. Em relação à dependência digital, o tratamento começa com uma avaliação para compreender como o uso da tecnologia está impactando a sua vida. São observados aspectos como o tempo de uso, a dificuldade de interromper o acesso, os prejuízos nas relações, no trabalho, nos estudos, no sono e no bem-estar emocional. O acompanhamento psicoterapêutico busca entender não apenas o comportamento em si, mas também quais necessidades emocionais podem estar sendo atendidas pelo uso excessivo das telas. A partir disso, é possível desenvolver estratégias para construir uma relação mais equilibrada com a tecnologia, fortalecer outras fontes de prazer, melhorar a capacidade de lidar com emoções difíceis e recuperar atividades importantes da vida cotidiana. Cada caso é único, por isso o plano de tratamento é adaptado às necessidades e objetivos de cada pessoa. Espero ter ajudado. Estou à disposição para esclarecer outras dúvidas.
-
Me ajudem a refletir, isso não me incomoda muito mas queria entender. Tenho 20 anos e vejo homens da m
Me ajudem a refletir, isso não me incomoda muito mas queria entender. Tenho 20 anos e vejo homens da minha idade ou menos que conhece mulheres bem facilmente e consegue se conectar, vejo que a maioria deles não tem boa aparência ou é bem financeiramente sucedido, eu falando assim isso se mostra claramente uma comparação mas a pergunta ficar: porque ninguém se interessa por mim? Essa pergunta costuma asoitar em minha mente mas tento apagar. As tento por meu esforço abordar mulheres de meu interesse e não dá em nada, pessoas falam "que trabalhe em vc e elas virão"e nada flui. Na sua visão oq pode tá acontecendo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida comum e compreensível, especialmente quando nos comparamos com pessoas da nossa idade. No entanto, é importante ter cuidado com a conclusão de que "ninguém se interessa por mim". Muitas vezes, essa percepção é influenciada pela forma como interpretamos nossas experiências e pelas comparações que fazemos com os outros. Relacionamentos não dependem apenas de aparência física ou condição financeira. Aspectos como confiança, disponibilidade emocional, contexto social, interesses em comum e até o momento de vida de cada pessoa também influenciam os encontros. Vale a pena observar, com curiosidade e sem julgamento, como você tem se aproximado das pessoas, quais expectativas carrega e como reage diante das rejeições. A psicoterapia pode ajudar a compreender essas questões, fortalecer a autoestima e identificar padrões que, muitas vezes, passam despercebidos. Mais do que encontrar uma resposta única para "por que ninguém se interessa por mim?", pode ser mais enriquecedor investigar como você tem vivido seus vínculos e o que essa pergunta desperta em você.
-
A psicanálise é só falar do passado e da infância?
A psicanálise é só falar do passado e da infância?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Bom, sua pergunta é boa, é uma ideia que se tem da psicanálise. Mas, na verdade, a psicanálise parte da história de cada pessoa, inclusive da infância, mas não para ficar presa ao passado. O que aconteceu antes pode ajudar a compreender aquilo que se repete hoje: nos relacionamentos, na forma como lidamos com nossas emoções, nos conflitos, nas escolhas e até na maneira como nos relacionamos com nós mesmos. Na análise, o passado aparece a partir do presente, do que você fala e vive atualmente. É naquilo que você sente, fala, evita, repete ou não consegue entender sobre si que vamos encontrando pistas da sua história. E então, mais do que descobrir “por que eu sou assim?”, a psicanálise pode ajudar a construir novas possibilidades para aquilo que, até então, parecia não ter saída.
-
Tenho 28 anos.Há pouco mais de dois meses comecei algo que nunca tinha feito antes: namorar. E amo e
Tenho 28 anos.Há pouco mais de dois meses comecei algo que nunca tinha feito antes: namorar. E amo ela, mas comecei a sentir um desconforto, e muita angustia quando vi fotos dela com o ex, com quem teve um longo relacionamento. E comecei a ter a sensação de inferioridade, de tristeza, de raiva e de frustração. Parece que só por vir depois dele já é o bastante pra me sentir mal. Então tenho pensamentos de separação, e me sinto pior. Parece que ja estou derrotado antes de começar...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Primeiro, queria dizer que o que você está sentindo pode ser muito angustiante, especialmente porque parece haver uma contradição: você ama essa pessoa, mas, ao entrar em contato com a história que ela viveu antes de você, começa a se sentir inferior, frustrado e até com vontade de terminar. Talvez seja importante separar duas coisas: a história que ela teve com o ex e aquilo que essa história passou a significar para você. As fotos, por si só, pertencem ao passado. Mas elas podem ter despertado sentimentos muito atuais: “não sou suficiente”, “ele foi melhor do que eu”, “estou chegando depois”, “já perdi antes mesmo de começar”. E é justamente essa experiência que merece ser escutada com cuidado. Na psicanálise, não se trata de simplesmente dizer para você “não sentir ciúmes” ou tentar convencer você de que não há motivo para se preocupar. O trabalho é compreender o que essa situação despertou em você e por que a comparação com esse outro homem ganhou tamanha força. Às vezes, uma situação do presente toca em questões que são muito anteriores a ela. Entender isso pode ajudar a diferenciar aquilo que pertence à relação atual daquilo que diz respeito à sua própria história. Você não precisa decidir sobre a relação no meio dessa angústia. Pode ser importante, primeiro, compreender o que está acontecendo com você.
-
Eu tenho esse sonho há muito tempo, ele é repetido. Onde eu sou um homem e estou procurando meu irmã
Eu tenho esse sonho há muito tempo, ele é repetido. Onde eu sou um homem e estou procurando meu irmão mais novo que é um criança, eu entro numa passagem onde ouço minha própria voz da vida real (sou mulher) passo por uma estrada onde interajo com uma pessoa que conheço que comento sobre ter encontrado o pai dela e falado muito bem dela até menciono o apelido dela que normalmente uso com ela na vida real. até então, eu entro naquela passagem que me leva ate família dessa minha amiga que me cumprimenta e lá encontro a criança que parece ser meu irmão cujo estou procurando nesse sonho, pego ele no colo e aquele grupo da família da minha amiga fala que temos todos que andar de mãos dadas para atravessar a cidade toda. pergunto pro meu irmão se ele tá com fome então solto a mão da avó da minha amiga e entro numa loja para comprar um lanche mas tudo tava caro então compro bolachas bem baratinhas e entrego pra ele e assim volto para o grupo, não lembro se seguro na mão da avó da minha amiga de novo mas sei que elas me levam numa espécie de portão onde tem fila de pessoas e tem um porteiro que faz umas pessoas sobre o que desejo ser e me dá respostas de escolhas mas dentro delas tá uma escolha "ser dos céus" lembro que eu escolho outra opção mas meu irmão que parece ter uns 2 anos de idade escolhe ser dos céus e alguém me fala que essa escolha é a morte e tento convencer meu irmão trocar a resposta enquanto algo já me puxa pela mesma passagem que entrei em busca dele enquanto o meu irmão fica no portão mas não diz nada. daí volto pra onde estava e procuro esse meu irmão e encontro ele mais velho acho que adolescente ou algo assim e fala alguma coisa que provavelmente não é minha culpa e depois some, após isso estou na aparência do homem que mencionei e interajo com umas pessoas que não conheço e depois disso não recordo o que acontece
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sonhos recorrentes costumam despertar muita curiosidade, mas não existe um significado universal para seus elementos. Na psicanálise, compreendemos que o sentido de um sonho está relacionado à história, às experiências e às associações de quem sonha. No seu relato, aparecem temas como busca, cuidado, família, escolhas e perda. Esses elementos podem ser importantes, mas seria precipitado atribuir um significado específico apenas a partir da descrição do sonho.
Em um processo de psicoterapia, o mais importante não é descobrir um "simbolismo correto", mas explorar o que cada personagem, situação e emoção desperta em você. Muitas vezes, o sonho funciona como uma forma de expressar conflitos, desejos ou preocupações que ainda não encontraram outra maneira de serem elaborados. Se esse sonho se repete há muito tempo ou desperta sofrimento, levá-lo para a psicoterapia pode ser uma oportunidade de compreender melhor o que ele representa na sua história.
Autor
Perguntas frequentes
-
Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…