Perguntas do paciente (30)
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Qual a diferença entre flexibilidade cognitiva e rigidez cognitiva?
Qual a diferença entre flexibilidade cognitiva e rigidez cognitiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Flexibilidade cognitiva é a habilidade de adaptar o pensamento e o comportamento a novas situações, mudando de ideia e encontrando soluções criativas, enquanto a rigidez cognitiva é a dificuldade em fazer essa adaptação, mantendo-se preso a padrões fixos de pensamento, rotinas e opiniões, mesmo quando ineficazes, gerando resistência a mudanças e imprevistos.
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O que é a disfunção executiva? .
O que é a disfunção executiva? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Impulsividade cognitiva é a tendência de agir ou falar rapidamente, sem pensar nas consequências a longo prazo, resultando em comportamentos precipitados, como compras por impulso, fala sem filtro ou reações emocionais exageradas, frequentemente ligada à dificuldade de inibir respostas e buscar recompensas imediatas, associada a condições como TDAH e transtornos alimentares.
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Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm problemas de planejamento cognitivo ?
Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm problemas de planejamento cognitivo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente têm dificuldades no planejamento cognitivo, o que se manifesta como problemas de organização, tomada de decisão, memória de trabalho, resolução de problemas e adaptação a novas situações, além de pensamentos desorganizados e dicotômicos, impactando seu funcionamento diário e a capacidade de alcançar objetivos. Essas dificuldades estão ligadas à instabilidade emocional e à sensibilidade a gatilhos de abandono, afetando as funções executivas, essenciais para o planejamento.
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O que é "impulsividade cognitiva"? .
O que é "impulsividade cognitiva"? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Impulsividade cognitiva é a tendência de agir ou falar rapidamente, sem pensar nas consequências a longo prazo, resultando em comportamentos precipitados, como compras por impulso, fala sem filtro ou reações emocionais exageradas, frequentemente ligada à dificuldade de inibir respostas e buscar recompensas imediatas, associada a condições como TDAH e transtornos alimentares.
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O que é o Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) e quais são os seus tipos?
O que é o Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) e quais são os seus tipos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) é um transtorno do neurodesenvolvimento, de origem genética, caracterizado por um padrão persistente de desatenção, hiperatividade ou impulsividade, que atrapalha o funcionamento e desenvolvimento da pessoa, com sintomas que começam na infância e podem seguir até a vida adulta, afetando estudos, trabalho e relações sociais, sendo tratado com medicamentos, terapia e acompanhamento profissional.
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Pode haver autoagressão no Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) ?
Pode haver autoagressão no Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode haver agressão em casos de TDAH, embora não seja um sintoma central, mas sim uma consequência comum da desregulação emocional, impulsividade e dificuldade de controle de impulsos, levando a explosões de raiva, irritabilidade e até comportamentos agressivos em crianças e adultos, especialmente em situações frustrantes. O TDAH prejudica o controle inibitório no córtex pré-frontal, permitindo que emoções intensas (sistema límbico) se manifestem de forma exagerada.
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Quais são as semelhanças entre Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) e Transtorno de Personalidad
Quais são as semelhanças entre Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tanto o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) quanto o TPB (Transtorno de Personalidade Borderline) compartilham sintomas como impulsividade, desregulação emocional, instabilidade nos relacionamentos, baixa autoestima e busca por novidades/intensidade emocional, o que dificulta o diagnóstico diferencial, sendo a origem da instabilidade (mental no TDAH\afetiva no TPB) uma distinção chave, além de fatores genéticos e ambientais comuns, como traumas na infância.
Principais Semelhanças:
Impulsividade: Ações precipitadas sem pensar nas consequências, embora com origens diferentes (dispersão mental no TDAH, excesso de emoção no TPB).
Desregulação Emocional: Dificuldade em controlar e gerenciar emoções intensas, levando a mudanças de humor abruptas.
Problemas Interpessoais: Dificuldades em manter relacionamentos estáveis devido à impulsividade e instabilidade emocional.
Baixa Autoestima: Sentimentos persistentes de inadequação ou uma autoimagem negativa.
Busca por Novidades: Tendência a buscar experiências fortes ou recompensas intensas, por vezes arriscadas.
Comorbidade: É comum que as duas condições ocorram juntas, e o TDAH pode ser um fator de risco para o desenvolvimento de TPB.
Fatores de Risco Compartilhados: Ambos podem ter raízes em vulnerabilidades genéticas, temperamentais e ambientais, como traumas e adversidades na infância.
Distinção Importante:
Origem da Dificuldade: No TDAH, a dificuldade de concentração e impulsividade muitas vezes vem da dispersão mental e hiperatividade; no TPB, a impulsividade e instabilidade são mais ligadas à hiperatividade emocional e medo intenso de abandono.
Reconhecer essas sobreposições é crucial para um diagnóstico correto, pois tratamentos diferentes, podem ser necessários para gerenciar os sintomas de forma eficaz.
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Como é que os resultados são interpretados nas avaliações neuropsicológicas ?
Como é que os resultados são interpretados nas avaliações neuropsicológicas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação neuropsicológica exige uma investigação profunda das funções cognitivas. A memória, a concentração, a linguagem e a função motora são avaliadas para encontrar um possível déficit cognitivo. Basicamente, é a análise de como o cérebro de uma pessoa funciona.
Para os adultos e os idosos, a avaliação pode identificar o relacionamento de traumas, ansiedade, depressão, TDAH, autismo, esquizofrenia, acidente vascular cerebral (AVC), entre outros, com mudanças comportamenal.A partir do resultado da investigação com os dados colhidos através de anamnese e bateria de testes, é possível traçar um perfil neuropsicológico, traçando o diagnóstico para que assim possa elaborar um plano terapêutico para o paciente, para ele ter melhor aproveitamento escolar, acadêmico e laborativo, melhorando a qualidade de vida significativamente em qualquer etapa da vida que esteja.
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Qual a diferença entre uma avaliação neuropsicológica e uma avaliação neurológica?
Qual a diferença entre uma avaliação neuropsicológica e uma avaliação neurológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença principal é o foco e o profissional: a avaliação neurológica é feita por um médico neurologista, foca nos aspectos físicos e estruturais do sistema nervoso (cérebro, medula, nervos), buscando diagnósticos médicos para doenças como epilepsia, AVC, ou lesões, solicitando exames de imagem e medindo reflexos e coordenação. Já a avaliação neuropsicológica é feita por um neuropsicólogo, psicólogo especialista que avalia as funções mentais e cognitivas (atenção, memória, linguagem, funções executivas, emoções) e como elas são afetadas por condições neurológicas, usando testes psicológicos para entender o impacto no comportamento e no dia a dia.
Avaliação Neurológica (Neurologista)
Quem faz: Médico neurologista, formado em Medicina.
Foco: Problemas físicos e estruturais do sistema nervoso central e periférico (cérebro, medula, nervos).
O que avalia: Sintomas físicos, reflexos, força muscular, coordenação, sensibilidade, alterações no cérebro (como convulsões, lesões, AVCs).
Ferramentas: Exame físico, exames de imagem (Ressonância, Tomografia), Eletroencefalograma (EEG).
Pode fazer: Prescrever medicamentos e realizar cirurgias.
Avaliação Neuropsicológica (Neuropsicólogo)
Quem faz: Psicólogo especialista em Neuropsicologia, com formação em Psicologia.
Foco: Relação entre o cérebro e o comportamento, como as alterações cerebrais afetam a cognição e as emoções.
O que avalia: Funções cognitivas (atenção, memória, linguagem, raciocínio, funções executivas) e aspectos emocionais/comportamentais (humor, personalidade, relacionamentos).
Ferramentas: Testes psicológicos e cognitivos específicos, escalas, entrevistas.
Pode fazer: Diagnóstico de TDAH, transtornos de aprendizagem, autismo, demências.
Quando procurar cada uma?
Neurológica: Dores de cabeça fortes, tonturas, convulsões, perda de movimento, fraqueza, tremores, perda de sensibilidade.
Neuropsicológica: Dificuldade de concentração, esquecimentos frequentes, problemas de aprendizagem, mudanças de humor ligadas a alguma lesão ou condição neurológica, para entender o impacto de um diagnóstico neurológico no dia a dia.
Ambas as avaliações são complementares e frequentemente trabalham juntas para um cuidado completo do paciente.
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Como se manifesta o ciclo de ciúmes em uma relação com alguém com Transtorno de Personalidade Border
Como se manifesta o ciclo de ciúmes em uma relação com alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ciclo de ciúmes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é impulsionado por um medo intenso de abandono, manifestando-se através de controle obsessivo, alternância entre idealização e desvalorização do parceiro, e crises emocionais agudas. Geralmente segue um padrão de insegurança, reação desproporcional (surto), culpa,pedidos de desculpa e, por fim, uma temporária calmaria, mantendo o casal em instabilidade constante.
Características Principais do Ciclo de Ciúmes Borderline:
Medo Desesperador do Abandono: O ciúme não é apenas possessividade, mas uma sensação de que a saída do parceiro equivale à própria "morte" emocional ou perda da identidade.
Gatilhos Pequenos, Reações Grandes: Um atraso, uma mensagem não respondida ou uma interação social podem ser interpretados como traição ou abandono iminente, gerando raiva intensa, choro ou agressividade.
Comportamento Controlador: Monitoramento frequente do celular, redes sociais, roupas e localização do parceiro na tentativa de evitar o medo da perda.
Idealização e Desvalorização: O parceiro pode ser visto como o melhor do mundo em um momento e, no próximo, ser tratado com desprezo extremo caso o ciúme seja ativado.
Ameaças e Manipulação Emocional: Uso de ameaças de automutilação ou suicídio, muitas vezes para impedir o parceiro de sair ou para testar seu amor podendo levra ao exaustão do parceiro, que pode se sentir refém da instabilidade da relação. Tratamentos, como a Terapia Dialética Comportamental (TCD), são essenciais para ajudar a pessoa borderline a gerenciar essas emoções intensas.
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Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia os relacionamentos em geral?
Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia os relacionamentos em geral?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OTranstorno de Personalidade Borderline (TPB) podem influenciar os relacionamentos amorosos, familiares ou de amizade, através de uma intensidade emocional extrema e uma constante busca por estabilidade, que muitas vezes resulta no oposto: instabilidade. Pessoas com TPB tendem a sentir emoções de forma muito profunda e vivenciam um medo crônico de abandono, o que molda suas interações.
Aqui estão os principais impactos do TPB nos relacionamentos:
1. Dinâmica "Oito ou Oitenta" (Idealização e Desvalorização)
Intensidade Inicial: Relacionamentos costumam começar com grande paixão, idealização e conexão intensa.
Volatilidade: Em um curto espaço de tempo, a percepção do parceiro pode mudar drasticamente de "perfeito" para "horrível" (desvalorização) devido a um pequeno conflito ou gatilho.
Medo do Abandono: Qualquer sinal de distanciamento, real ou imaginário, pode gerar pânico e reações intensas para evitar a separação.
2. Ciclo de Conflitos e Instabilidade
Montanha-russa Emocional: Parceiros costumam alternar entre momentos de carinho intenso e crises de raiva ou angústia.
Comportamento Reativo: Devido a um alto nível de estresse e dificuldade em controlar emoções, podem ocorrer ataques de raiva, ciúmes excessivos ou comportamentos autodestrutivos.
Relações instáveis: Frequentemente, as pessoas com TPB têm um histórico de términos e retornos frequentes.
3. Dependência Emocional e Controle
Necessidade de Validação: Há uma necessidade constante de confirmação de que não serão abandonados.
Controle como Defesa: Podem tentar controlar as ações do parceiro (com quem falam, onde vão) como uma forma de se sentirem seguros.
Dependência: A dificuldade em lidar com o vazio emocional pode levar a uma dependência extrema da outra pessoa para se sentirem completas.
4. Impacto no Parceiro e Família
Sensação de "Pisar em Ovos": Quem convive com alguém borderline pode se sentir exausto emocionalmente, sentindo que precisa medir cada palavra ou ação para evitar uma crise.
Agressividade Canalizada: Embora o TPB seja ligado à autolesão, a raiva também pode ser direcionada ao parceiro ou amigos íntimos.
Codependência: O relacionamento pode se tornar tóxico se o parceiro assumir o papel de salvador, tentando resolver todos os problemas da pessoa com TPB.
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É possível para quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB ter sucesso na educação e no em
É possível para quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB ter sucesso na educação e no emprego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é totalmente possível que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) alcancem sucesso na educação e no trabalho, especialmente com tratamento adequado (terapia, como DBT, e/ou medicação) e suporte. Embora o TPB traga desafios como reatividade emocional, impulsividade e dificuldade com críticas, ele não impede a produtividade e muitos indivíduos são altamente empáticos e super dedicados, já que vivem em constante necessidade de aprovação do outro.
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Quais são as causas ou fatores associados à impulsividade?
Quais são as causas ou fatores associados à impulsividade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A impulsividade é um comportamento caracterizado pela ação rápida, sem planejamento ou reflexão sobre as consequências, impulsionado por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, psicológicos e ambientais. Principais causas incluem desequilíbrios neuroquímicos, disfunções no controle cerebral, transtornos mentais (TDAH, Bipolaridade), estresse crônico, histórico de traumas e busca por recompensas imediatas.
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. É possível quebrar o ciclo da frustração existencial?
. É possível quebrar o ciclo da frustração existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é plenamente possível quebrar o ciclo de frustração existencial. O caminho envolve redirecionar o foco da introspecção vazia para a ação concreta e a autotranscendência. A superação ocorre ao substituir a pergunta "qual o sentido da vida?" pela questão "qual a tarefa que a vida me apresenta agora?", dedicando-se a pequenos propósitos.Aqui estão formas práticas de quebrar esse ciclo, baseadas nas fontes pesquisadas :Foque na Ação, não na Reflexão: A motivação segue a ação, não o contrário. Comece a agir, mesmo sem vontade, para quebrar o ciclo de inação.Adote Pequenas Mudanças: Mudar rotinas mínimas como o horário de dormir ou a rota para o trabalho desafia a rigidez do ciclo vicioso sem gerar resistência insuportável. Pratique a Autotranscendência: Dedique-se a algo além de si mesmo, como ajudar alguém, um projeto profissional ou um hobby. Reenquadre a Frustração: Utilize a busca de propósito em pequenas ações, como ajudar um colega ou aprender algo novo para encontrar significado no cotidiano.Busque Terapia e Apoio: Profissionais de psicologia ajudam a identificar as causas subjacentes da frustração e desenvolvem estratégias personalizadas de enfrentamento. Desenvolva a Inteligência Emocional: Reconhecer o que causa a frustração, aceitar os erros como aprendizado e cultive a autoconsciência para evitar o "campo de batalha" mental. A frustração é um sentimento de não realização de um sentido desejado. Quebrá-la não significa ser superior ou nunca mais se sentir assim, mas desenvolver a consciência e a capacidade de fazer escolhas diferentes diante da dor.
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Quando o Medo Existencial é um Alerta? .
Quando o Medo Existencial é um Alerta? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo existencial funciona como um alerta quando deixa de ser uma reflexão filosófica passageira e se torna uma força paralisante, incapacitante ou persistentemente angustiante. Embora questionar o propósito da vida seja natural, esse medo sinaliza a necessidade de atenção profissional quando afeta o funcionamento diário, gerando desesperança ou sintomas de ansiedade e depressão.Aqui estão os principais sinais de que o medo existencial se tornou um alerta:Paralisia e Incapacidade: Quando a angústia impede a pessoa de trabalhar, socializar ou cuidar de si mesma. Sintomas Físicos e Psíquicos: Presença de ansiedade generalizada, ataques de pânico, insônia ou exaustão emocional.Viver no "Piloto Automático": O medo sinaliza que a vida atual precisa de significado, propósito ou autenticidade, gerando uma sensação de vazio. Fixação na Mortalidade ouFinitude: Uma obsessão paralisante com a morte ou a efemeridade da vida, que impede o desfrute do presente. Negação e Isolamento: Quando o medo leva a um comportamento de fuga constante ou isolamento social intenso. Quando o Medo Existencial é Positivo?Embora incômodo, esse medo pode ser um alerta positivo (um "convite da alma") para o crescimento pessoal. Ele sinaliza a hora de reavaliar prioridades, mudar de carreira, encerrar ciclos e buscar uma vida mais autêntica.Quando buscar ajuda? O alerta deve ser levado a sério se a sensação de desespero for constante e parecer não ter fim, indicando a necessidade de suporte psicoterapêutico ou psiquiátrico para evitar o agravamento para quadros depressivos.
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Qual a relação entre ansiedade e crise existencial?
Qual a relação entre ansiedade e crise existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade e a crise existencial estão intimamente relacionadas, sendo a ansiedade existencial um estado de pavor ou angústia profunda que surge quando enfrentamos questões fundamentais, como o sentido da vida, a morte, a liberdade de escolha e a solidão. A crise existencial, por sua vez, é o momento em que essas dúvidas paralisam o indivíduo, gerando sintomas de ansiedade e insegurança. Principais Conexões entre Ansiedade e Crise Existencial: Fonte de Ansiedade: A crise existencial funciona como um gatilho para a ansiedade, provocando pensamentos sobre a mortalidade, o absurdo da vida e a falta de propósito. Medo da Liberdade e Responsabilidade: A ansiedade aumenta ao percebermos que somos responsáveis pelas nossas escolhas e que não existe um caminho pré-definido, o que causa insegurança sobre o futuro. Sentimento de Vazio: A sensação de viver "no piloto automático" ou a falta de significado pode resultar em um vazio interior, que se manifesta como ansiedade e depressão .Desconexão e Isolamento: A sensação de estar fundamentalmente sozinho no mundo (solidão existencial) intensifica o medo e a angústia. Como Lidar com essa Relação :Embora desafiadora, a crise existencial pode ser um catalisador para o crescimento pessoal. Superar esse período envolve:Autoconhecimento: Refletir sobre a própria história e valores. Apoio Profissional: Psicoterapia ou psiquiatria para manejar a angústia e redefinir prioridades. Ação: Criar sentido através de atividades que tragam bem-estar e propósito. A ansiedade, nesses casos, não é apenas uma doença, mas um alerta para a necessidade de dar um novo sentido à própria vida.
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Quais são as atitudes de pessoas vazias? .
Quais são as atitudes de pessoas vazias? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas vazias frequentemente demonstram comportamentos marcados por superficialidade, buscando validação externa, conexão genuína inexistente e materialismo para preencher um vazio emocional profundo. Elas tendem a ser egocêntricas, manipuladoras, superficiais nas relações e evitam a solidão a todo custo. Principais Atitudes e Características: Busca por Validação Externa: Necessitam constantemente da aprovação alheia, seja nas redes sociais ou pessoalmente, para sentir que têm valor. Superficialidade nas Relações: Evitam conexões profundas ou emocionais, tratando interações de forma utilitária ou banal. Foco no Materialismo e Aparências: Valorizam mais bens materiais (carros, roupas) e status do que o desenvolvimento pessoal ou laços afetivos. Apatia e Falta de Propósito: Demonstram desinteresse genuíno, tédio constante e dificuldade em definir objetivos de vida, vivendo no "piloto automático". Incapacidade de Ficar Sozinha: Evitam o silêncio e a própria companhia, preenchendo o tempo com excesso de atividades, fofocas ou distrações. Manipulação e Frieza: Podem manipular emoções alheias para suprir sua própria carência, frequentemente exibindo falta de empatia e desequilíbrio emocional. Inconstância Emocional: Relacionamentos e "amores" podem surgir e acabar da noite para o dia, pois tratam sentimentos de forma superficial. Essas atitudes refletem um estado de sofrimento emocional, onde a pessoa se sente desconectada de si mesma e do mundo, tentando preencher uma "falta" interna.
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. Qual o impacto do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) na identidade e autoimagem de um paciente ?
. Qual o impacto do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) na identidade e autoimagem de um paciente ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Impacta pois suas manifestações físicas como erupções cutâneas e perda de cabelo afetam sua imagem corporal, junto com a ansiedade sobre a incerteza do futuro, medo do desconhecido. É fundamental a ajuda multiprofissional nesses casos. O Psicólogo pode ajudar a lidar com o sofrimento e com adaptação da doença e suas conseuqencias.
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Quais os sinais de que a saúde mental está em risco devido a questões existenciais?
Quais os sinais de que a saúde mental está em risco devido a questões existenciais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sinais que saúde mental está em risco podem falta de sentido da vida, isolamento social,ansiedade, alterações de humor, raiva, irritabilidade, pensamentos suicidas e de menos valia, srntimentos de initilidade e deseperança.
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Quais são os desafios na comunicação da experiência existencial de uma pessoa com Transtorno do Dese
Quais são os desafios na comunicação da experiência existencial de uma pessoa com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A linguagem limitada, dificuldade de se expressar, pensamento abstrato reduzido, dificuldade de compreensão dos sentimentos mais complexos, falta de recursos. entre outros.
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Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…