Perguntas do paciente (9089)

  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.


    Sim, superar a dor de um término é um processo emocional profundo e pode ser considerado um tipo de luto. Você não perde apenas a pessoa, mas também a rotina, os planos futuros e a identidade construída na relação. O luto amoroso envolve tristeza, confusão, oscilação emocional e necessidade de reorganização interna. A cura acontece quando você consegue ressignificar a experiência, reconstruir autonomia e recuperar estabilidade emocional sem apagar a importância do vínculo.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
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  • Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Perder objetos de infância sem autorização pode gerar uma tristeza profunda porque esses itens carregam memória, identidade e sensação de continuidade. É uma dor legítima: você não perdeu apenas coisas, mas partes simbólicas da sua história. Lidar com isso envolve reconhecer o luto, validar a raiva e a frustração, e criar novas formas de preservar sua narrativa, como resgatar lembranças, fotos, escrever sobre esses objetos ou reconstruir significados. A cura acontece quando você transforma a perda em memória integrada, não apagada.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
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  • Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes)

    Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes) e eu descobri ontem com um ano juntos q eles são irmãos, e meu namorado pediu um tempo. Estou com medo de terminarmos, eu me sinto muito culpada. E ele é o único apoio que tenho (eu tenho autismo e depressão) e sem ele sinto que tudo vai desmoronar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Você está sentindo medo e culpa porque a situação ativou insegurança e o receio de perder seu principal apoio. Mas você não fez nada errado: conversar com o irmão dele anos antes, sem saber quem ele era, não é culpa sua. Seu namorado pediu tempo para processar a surpresa, não necessariamente para terminar. Enquanto isso, é importante cuidar de você, reconhecer suas emoções e lembrar que seu valor na relação não mudou. A situação é difícil, mas não define o futuro de vocês.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
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  • TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?

    TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O TEPT‑C não costuma ter “cura total” no sentido de apagar completamente o trauma, mas tem tratamento eficaz e muitas pessoas alcançam estabilidade duradoura. Os sintomas podem diminuir muito, ficar leves ou até desaparecer por longos períodos. Em alguns casos, eles podem retornar diante de estresse intenso, mas isso não significa recaída completa, é apenas reativação de memórias traumáticas. Com psicoterapia contínua, estratégias de regulação emocional e acompanhamento profissional, é possível viver com qualidade, autonomia e segurança, mesmo após traumas complexos.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
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  • Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

    Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O que você descreve não é “timidez comum”. É sofrimento real, profundo e contínuo e merece ser levado a sério. A intensidade do medo, o choro após interações, a exaustão emocional, a aceleração cardíaca, a vontade de fugir e a sensação de desmoronamento apontam para algo que ultrapassa a simples dificuldade social. Isso pode estar relacionado a ansiedade social severa, fobia social, traumas relacionais, ou até condições neurodivergentes que tornam a interação social extremamente desgastante. Somente um profissional qualificado pode avaliar com precisão.

    É importante procurar um psicólogo clínico como primeiro passo. Ele vai te ouvir, validar sua dor e investigar o que está por trás dessas reações. Se necessário, ele pode encaminhar para um psiquiatra, que avalia se há necessidade de medicação para reduzir ansiedade intensa. Você não será ridicularizada, nem tratada como alguém “dramática”. Profissionais sérios conhecem exatamente esse tipo de sofrimento e sabem que ele é real.

    Você não é “menos digna” por sentir isso. Você não é “um lixo”. Você está sobrecarregada, assustada e tentando sobreviver a algo que te machuca há anos. E isso é legítimo. Com acompanhamento adequado, é possível reduzir esses sintomas, recuperar autonomia e reconstruir sua relação com o mundo social de forma mais segura e menos dolorosa.

    Você merece ajuda, cuidado e acolhimento e existe tratamento eficaz para o que você está vivendo.

    Atenciosamente,
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  • Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico a

    Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico assinado? Existe tempo mínimo de acompanhamento psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    No Brasil, para pessoas trans maiores de idade, a terapia hormonal não exige laudo psicológico obrigatório. As normas do Conselho Federal de Medicina (CFM) indicam que o processo deve incluir avaliação médica, explicação dos riscos, consentimento informado e acompanhamento clínico. O acompanhamento psicológico é recomendado, mas não há tempo mínimo obrigatório nem exigência de “autorização” assinada por psicólogo. O papel da psicologia é apoiar, avaliar sofrimento e ajudar na tomada de decisão, não funcionar como barreira de acesso.

    Atenciosamente,
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  • Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando

    Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A rigidez nas opiniões não é teimosia intencional, mas um padrão cognitivo que pode vir de ansiedade, necessidade de controle ou traços neurodivergentes. Isso faz você se defender automaticamente, mesmo quando não precisa. É possível melhorar reconhecendo gatilhos, praticando escuta ativa e aprendendo a pausar antes de responder. Um psicólogo pode ajudar a entender a origem desse padrão e desenvolver estratégias para flexibilizar pensamentos e evitar conflitos profissionais e pessoais.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
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  • Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

    Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sentir frustração por conquistas tardias é comum, mas não significa fracasso. A vida não segue linha reta, e maturidade, estabilidade e clareza geralmente chegam entre 30 e 40 anos. O foco deve ser no progresso, não na comparação. A motivação cresce quando você reconhece que está construindo algo sólido, não apenas rápido. A sensação de “vida começando tarde” é emocional, não factual: sua história já está acontecendo agora.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
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  • Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda

    Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, é possível reconstruir respeito, mas exige interrupção dos padrões destrutivos, reconhecimento mútuo de responsabilidade e mudança real de comportamento. Relações que perderam respeito não se recuperam com boa vontade apenas: precisam de terapia de casal, comunicação estruturada e limites claros. Quando ambos reconhecem a dor causada e se comprometem com novas formas de interação, o respeito pode ser reconstruído gradualmente.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
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  • Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

    Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A tristeza profunda após não ser compreendida ou validada é comum em relações onde há insegurança, medo de conflito e comunicação desigual. Sentir que precisa “pisar em ovos” indica tensão emocional e possível desregulação afetiva. Não é “normal” no sentido de saudável, mas é frequente em vínculos onde suas necessidades emocionais não são reconhecidas. Isso merece atenção clínica e diálogo estruturado.

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  • Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos

    Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.

    O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.

    Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.

    Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Um relacionamento tem chance de reconstrução quando ambos reconhecem responsabilidade, desejam mudança e conseguem interromper padrões destrutivos. Quando há negação constante, ofensas frequentes e impacto nos filhos, o desgaste é crítico. Às vezes, o afastamento temporário é necessário para preservar saúde emocional e reduzir danos. A decisão depende da capacidade do casal de assumir erros e reconstruir diálogo sem violência emocional.

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  • Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas

    Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.

    Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.

    Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Relacionamentos parassociais podem gerar apego real, especialmente quando há solidão e pouco contato social. A dor por não conhecer o grupo é legítima, mas tende a diminuir quando você fortalece vínculos reais e reduz idealização. Com o tempo, o cérebro reorganiza esse apego, e a intensidade emocional baixa. Investir em vida social, hobbies e terapia ajuda a equilibrar fantasia e realidade.

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  • Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensaçã

    Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensação de que a qualquer momento pode acontecer algo consigo de um real problema que pode colocar em perigo? Tem uma maneira de diferenciar a ansiedade de algo fisiológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A ansiedade gera alerta sem evidência concreta; o perigo real envolve sinais objetivos, consistentes e verificáveis. Na ansiedade, o corpo reage antes dos fatos; no perigo, os fatos desencadeiam a reação. A mente ansiosa cria cenários catastróficos, enquanto o perigo real se baseia em eventos observáveis. Avaliação clínica ajuda a diferenciar respostas fisiológicas de hiperativação emocional.

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  • Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?

    Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O controle parental digital é útil quando protege crianças de riscos, organiza limites e favorece segurança. Torna‑se prejudicial quando substitui diálogo, restringe autonomia excessivamente ou impede desenvolvimento de autorregulação. O ideal é equilibrar supervisão, educação digital e construção de responsabilidade progressiva.

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  • Qual é a importância da integração entre avaliação cognitiva e emocional no Transtorno Obsessivo-Com

    Qual é a importância da integração entre avaliação cognitiva e emocional no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A integração permite diferenciar déficits estruturais de interferência emocional. Ansiedade, perfeccionismo e medo de errar afetam desempenho cognitivo. Avaliar ambos os domínios garante interpretação precisa, orienta intervenções e evita conclusões equivocadas sobre funcionamento mental.

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    Psicólogo Fernando Segundo
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  • Como a avaliação neuropsicológica pode identificar déficits cognitivos no Transtorno Obsessivo-Compu

    Como a avaliação neuropsicológica pode identificar déficits cognitivos no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A avaliação identifica prejuízos em atenção, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva, controle inibitório e velocidade de processamento. Testes revelam lentidão, hesitação, repetição e dificuldade de alternar estratégias, mostrando como obsessões e compulsões interferem no funcionamento cognitivo.

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  • Por que a flexibilidade cognitiva é importante na avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo

    Por que a flexibilidade cognitiva é importante na avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A flexibilidade cognitiva revela capacidade de alternar estratégias e adaptar comportamentos. No TOC, rigidez e repetição são marcantes. Avaliar esse domínio ajuda a compreender compulsões, dificuldade de mudança e lentidão, orientando intervenções para ampliar adaptação cognitiva.

    Atenciosamente,
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  • Como a lentidão cognitiva pode se manifestar em indivíduos com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

    Como a lentidão cognitiva pode se manifestar em indivíduos com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A lentidão cognitiva no TOC surge pela necessidade de revisar mentalmente informações, checar detalhes e reduzir incertezas. O excesso de monitoramento interno prejudica velocidade de processamento, tomada de decisão e alternância de tarefas. O paciente pode demorar para iniciar ações, responder perguntas ou concluir tarefas simples devido à interferência dos pensamentos obsessivos.

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  • . Quais aspectos comportamentais devem ser observados durante a avaliação neuropsicológica do Transt

    . Quais aspectos comportamentais devem ser observados durante a avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Observam‑se hesitação, checagem excessiva, rigidez, busca por certeza, repetição de respostas, lentidão, ansiedade durante tarefas e dificuldade em interromper sequências mentais. Esses comportamentos revelam interferência das obsessões e compulsões no desempenho cognitivo e funcional.

    Atenciosamente,
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  • Como a avaliação neuropsicológica pode auxiliar na identificação das repercussões funcionais do Tran

    Como a avaliação neuropsicológica pode auxiliar na identificação das repercussões funcionais do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A avaliação identifica prejuízos em atenção, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva, velocidade de processamento e controle inibitório. Esses achados mostram como obsessões e compulsões afetam rotina, produtividade, tomada de decisão e autocuidado. O mapeamento funcional orienta intervenções terapêuticas e estratégias compensatórias.

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