Perguntas do paciente (1022)
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Tomei 1,5 ml de injeção de testosterona que o clínico me indicou pq segundo ele fiz os exames de rot
Tomei 1,5 ml de injeção de testosterona que o clínico me indicou pq segundo ele fiz os exames de rotina e apareceu que meu testosterona estava baixo, então no dia 1/03 fui à farmácia e tomei a injeção no dia 3/03 minha menstruação veio normal porém ela veio com pouco sangramento e agora no mês de abril a minha menstruação deveria vir no dia 5/04 e até agora nada, gostaria de saber se é por causa dessa injeção que tomei, alguém pode me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A administração de testosterona em mulheres pode interferir no eixo hipotálamo-hipófise-ovário, alterando a produção hormonal e o padrão menstrual. Redução do fluxo ou atraso da menstruação pode ocorrer após exposição a andrógenos, mas não é possível atribuir o atraso exclusivamente à aplicação sem avaliação clínica. Antes de considerar novos hormônios, é importante descartar gestação e avaliar TSH, prolactina, LH, FSH, estradiol e testosterona, conforme o caso. O endocrinologista pode investigar a alteração hormonal e orientar tratamento individualizado.
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Posso tomar cervejas tranquila fazendo uso de tapazol ? Estou fazendo tratamento a 2 anos e estou a
Posso tomar cervejas tranquila fazendo uso de tapazol ? Estou fazendo tratamento a 2 anos e estou a uns quase , 6 meses sem acompanhamento com endocrinologista.?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O uso de Tapazol® (metimazol) não tem uma interação direta conhecida com a cerveja que obrigue a proibição absoluta do consumo de álcool. Porém, isso não significa que seja totalmente “tranquilo” sem avaliação, principalmente porque você está há quase 6 meses sem acompanhamento com endocrinologista.
O metimazol pode, em algumas pessoas, causar alterações no fígado e, embora seja uma complicação incomum, o consumo excessivo de álcool também aumenta a sobrecarga hepática. Por isso, é importante manter acompanhamento e, quando indicado pelo médico, avaliar exames como TGO, TGP, GGT, bilirrubinas, além do controle do hipertireoidismo com TSH e T4 livre.
Outro ponto importante: após 2 anos de tratamento com Tapazol, é fundamental reavaliar a evolução da doença de base (como doença de Graves), pois alguns pacientes podem entrar em remissão, enquanto outros precisam manter ou ajustar o tratamento.
Se for consumir, evite excessos e procure retomar o acompanhamento com o endocrinologista. Procure atendimento mais rapidamente se apresentar pele ou olhos amarelados, urina escura, dor abdominal, coceira intensa, febre ou dor de garganta persistente (este último pode indicar uma alteração rara dos glóbulos brancos relacionada ao metimazol).
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Dr.O medico me passou esse medicamento Cloridato de furosemida e sibtramina pro emagrecimento ele ca
Dr.O medico me passou esse medicamento Cloridato de furosemida e sibtramina pro emagrecimento ele causa queda de cabelo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida muito importante, e é compreensível ficar preocupado com a possibilidade de queda de cabelo durante o tratamento para emagrecimento.
De forma geral, nem a sibutramina nem a furosemida têm a queda de cabelo como um efeito colateral frequente. Entretanto, em algumas pessoas esse sintoma pode ocorrer de maneira indireta, e é importante entender o motivo.
A sibutramina atua no sistema nervoso central, promovendo maior sensação de saciedade e auxiliando na perda de peso quando associada a mudanças na alimentação e à prática de atividade física. A queda de cabelo é considerada um evento incomum, mas já foi descrita em alguns relatos. Na maioria das vezes, porém, quando ela acontece durante um processo de emagrecimento, o medicamento não é o principal responsável.
Um dos fatores mais comuns é a própria perda de peso rápida. Quando o organismo passa por uma redução importante de calorias ou emagrece em pouco tempo, pode ocorrer uma condição chamada eflúvio telógeno, na qual um número maior de fios entra na fase de queda. Esse processo costuma surgir entre 2 e 4 meses após a perda de peso e, na maioria dos casos, é temporário e reversível.
Já a furosemida é um diurético utilizado para eliminar o excesso de líquidos do organismo. Ela também não costuma causar queda de cabelo diretamente. No entanto, se utilizada sem uma indicação adequada ou sem acompanhamento, pode favorecer desidratação e alterações de eletrólitos, como potássio e magnésio. Além disso, em algumas situações pode contribuir para deficiências nutricionais indiretas, que também podem influenciar a saúde dos cabelos.
Outro ponto importante é que a queda de cabelo pode ter diversas causas que não estão relacionadas aos medicamentos, como deficiência de ferro, ferritina baixa, deficiência de vitamina D, vitamina B12 ou zinco, alterações da tireoide, estresse físico ou emocional, doenças hormonais e fatores genéticos. Por isso, quando a queda é persistente ou intensa, vale a pena realizar uma investigação antes de atribuí-la exclusivamente ao tratamento.
Se você perceber aumento importante da queda dos fios, converse com o médico que está acompanhando o seu emagrecimento. Dependendo da avaliação clínica, ele poderá solicitar exames para investigar possíveis deficiências nutricionais ou outras causas, além de verificar se o ritmo da perda de peso está adequado.
Por fim, vale um esclarecimento importante: a furosemida não é um medicamento indicado para emagrecimento. Ela reduz o peso apenas por eliminar água do organismo, não promovendo perda de gordura corporal. Seu uso deve ser reservado às indicações médicas específicas e sempre acompanhado de perto para evitar complicações.
Desejo que seu tratamento seja um sucesso. Um emagrecimento gradual, com alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento médico é a estratégia que oferece os melhores resultados para a saúde e também ajuda a preservar a qualidade dos cabelos.
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Minha hemoglobina glicada deu 5,8, e glicemia 87, tenho muito risco de ficar diabética?
Minha hemoglobina glicada deu 5,8, e glicemia 87, tenho muito risco de ficar diabética?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação, porque quando vemos um resultado como “hemoglobina glicada 5,8%” é muito comum surgir o medo de desenvolver diabetes. A boa notícia é que esse resultado não significa que você tem diabetes, mas merece atenção e cuidado com os hábitos de vida.
A hemoglobina glicada (HbA1c) é um exame que mostra uma média aproximada dos níveis de glicose no sangue dos últimos 2 a 3 meses. De forma geral:
Abaixo de 5,7%: considerado dentro da faixa normal;
Entre 5,7% e 6,4%: faixa compatível com pré-diabetes;
6,5% ou mais: pode indicar diabetes (quando confirmado conforme critérios médicos).
O seu resultado de 5,8% está muito próximo do limite, sendo classificado como uma alteração discreta compatível com pré-diabetes. Já a sua glicemia de jejum de 87 mg/dL está normal, o que é um ponto positivo.
Ter uma HbA1c de 5,8% não significa que você certamente vai desenvolver diabetes. Muitas pessoas conseguem normalizar ou manter esses valores estáveis com mudanças no estilo de vida. O risco de progressão depende de vários fatores, como:
histórico familiar de diabetes;
excesso de peso, principalmente gordura abdominal;
sedentarismo;
alimentação rica em açúcar e ultraprocessados;
pressão alta;
alterações de colesterol e triglicerídeos;
síndrome dos ovários policísticos (em algumas mulheres);
idade e predisposição genética.
O mais importante agora é enxergar esse resultado como um sinal de oportunidade para prevenção, e não como uma sentença. Pequenas mudanças feitas de forma consistente podem ter um grande impacto: praticar atividade física regularmente, melhorar a qualidade da alimentação, aumentar o consumo de fibras, reduzir excesso de açúcares e manter um peso saudável são medidas que ajudam o corpo a utilizar melhor a glicose.
Também é importante acompanhar a evolução. Muitas vezes o médico orienta repetir a hemoglobina glicada após alguns meses, principalmente se existirem fatores de risco, para avaliar se ela está estável, melhorando ou aumentando.
Minha orientação é: não fique assustada, mas aproveite esse momento para cuidar da sua saúde. O fato de você ter descoberto essa alteração cedo é algo positivo, pois permite agir antes que apareça uma doença.
Se puder informar sua idade, peso, altura, se há casos de diabetes na família e como é sua rotina de alimentação e atividade física, é possível avaliar melhor o seu risco individual.
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Boa noite,dr eu faço academia e faço dieta,mais tenho uma dúvida, quando eu me alimento minha barrig
Boa noite,dr eu faço academia e faço dieta,mais tenho uma dúvida, quando eu me alimento minha barriga fica grande,e também não vou ao banheiro todos os dias, sempre foi assim, queria saber se tem algum suplemento que posso tomar para regularizar meu intestino
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Boa noite! Essa é uma dúvida bastante comum, e fico feliz que você tenha perguntado. Muitas pessoas que praticam atividade física e seguem uma dieta acabam percebendo que a barriga aumenta após as refeições e acreditam que isso significa ganho de gordura, mas nem sempre é isso que está acontecendo.
Logo após comer, é normal que o abdômen fique um pouco mais volumoso, pois o estômago se distende para acomodar os alimentos e ocorre maior movimentação do intestino durante a digestão. No entanto, quando esse aumento é muito intenso ou vem acompanhado de sensação de estufamento, gases ou prisão de ventre, vale a pena investigar a causa.
Pelo que você relatou, o fato de não evacuar todos os dias pode estar contribuindo para essa sensação. É importante saber que nem todas as pessoas precisam evacuar diariamente. Algumas evacuam em dias alternados e isso pode ser considerado normal, desde que as fezes sejam macias, a evacuação ocorra sem esforço excessivo e não haja dor ou sensação de evacuação incompleta. Por outro lado, se as fezes forem ressecadas, houver dificuldade para evacuar ou desconforto frequente, pode haver um quadro de constipação intestinal.
Antes de pensar em suplementos, normalmente orientamos algumas medidas que possuem excelente respaldo científico e costumam trazer bons resultados:
Aumentar gradualmente o consumo de fibras por meio de frutas, verduras, legumes, aveia, sementes e cereais integrais.
Beber uma quantidade adequada de água ao longo do dia. As fibras só exercem seu efeito corretamente quando há boa hidratação.
Manter a prática regular de atividade física, que estimula o funcionamento do intestino.
Procurar criar uma rotina para evacuar, respeitando a vontade de ir ao banheiro e evitando adiar esse momento repetidamente.
Em relação aos suplementos, as fibras solúveis, como o psyllium, são as que apresentam melhor evidência científica para auxiliar na regularização do intestino. Elas aumentam o volume e a maciez das fezes, facilitando a evacuação, além de contribuírem para a saúde da microbiota intestinal e até para a redução do colesterol em algumas pessoas. É importante iniciar com pequenas quantidades e aumentar gradualmente, sempre associado a uma boa ingestão de líquidos, para evitar piora dos gases ou do desconforto abdominal.
Em algumas situações, o médico também pode recomendar probióticos, mas os benefícios variam conforme a cepa utilizada e a causa dos sintomas. Por isso, eles não são indicados de forma indiscriminada para todas as pessoas com prisão de ventre.
Como você pratica musculação e faz dieta, também vale a pena avaliar se a alimentação está muito rica em proteínas e pobre em fibras, algo relativamente comum entre praticantes de academia. Esse desequilíbrio pode favorecer a constipação e a sensação de estufamento.
Se os sintomas persistirem, ou se houver dor abdominal importante, sangue nas fezes, perda de peso sem explicação, anemia, sintomas que acordam você durante a noite, histórico familiar de câncer colorretal ou mudança recente e persistente do hábito intestinal, é fundamental procurar um médico para uma avaliação mais detalhada. Dependendo do caso, podem ser necessários exames para investigar intolerâncias alimentares, alterações da tireoide, síndrome do intestino irritável ou outras doenças do aparelho digestivo.
Continue cuidando da alimentação e da prática de exercícios, pois esses hábitos são fundamentais para a saúde. Com alguns ajustes na dieta e, quando indicado, o uso de fibras sob orientação profissional, a maioria das pessoas consegue melhorar significativamente o funcionamento intestinal e reduzir a sensação de estufamento após as refeições.
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Faz 9 dias que estou tomando 50mg de topiramato para emagrecimento. Estou tendo alguns efeitos colat
Faz 9 dias que estou tomando 50mg de topiramato para emagrecimento. Estou tendo alguns efeitos colaterais como lentidão tanto na fala quanto no pensamento, esquecimento e sonolência. E está atrapalhando a minha rotina de estudos, com dificuldade até de fazer uma conta básica ou alguma leitura. Preciso voltar minha rotina de estudo normal. Tem necessidade de fazer desmame? Ou eu posso parar a qualquer momento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo é compatível com efeitos adversos conhecidos do topiramato. O medicamento pode causar lentificação psicomotora, dificuldade de encontrar palavras, alterações de memória e concentração e sonolência. Esses efeitos podem aparecer mesmo em doses relativamente baixas e são reconhecidos na bula do medicamento.
Como você está há apenas 9 dias utilizando 50 mg e os sintomas estão interferindo de maneira significativa na sua rotina, não considero adequado simplesmente continuar esperando que o organismo se acostume sem reavaliar o tratamento. O objetivo do tratamento para emagrecimento é trazer benefício sem comprometer sua qualidade de vida e seu funcionamento cognitivo.
Sobre o desmame: o topiramato é originalmente um medicamento anticonvulsivante e, em pessoas que o utilizam para epilepsia, a recomendação é fazer a retirada gradualmente para reduzir o risco de crises.
Por outro lado, quando ele foi prescrito exclusivamente para emagrecimento, a decisão sobre interromper ou reduzir a dose é diferente e deve levar em consideração o motivo do uso, a dose, o tempo de tratamento e os demais medicamentos utilizados. Como você está apresentando efeitos cognitivos importantes, recomendo entrar em contato com o médico que prescreveu o topiramato antes da próxima dose para definir a melhor forma de interromper ou ajustar o tratamento, em vez de simplesmente permanecer com os sintomas.
Uma boa notícia é que esses efeitos costumam estar relacionados à ação do próprio medicamento e, quando ele é reduzido ou retirado de maneira adequada, a tendência é que a função cognitiva melhore à medida que o organismo elimina o topiramato.
Se a dificuldade de raciocínio ficar muito intensa, houver confusão importante, alteração visual, dificuldade para caminhar, desmaio ou qualquer alteração neurológica nova, procure atendimento médico.
E fique tranquilo: ter apresentado intolerância ao topiramato não significa que você não possa continuar o tratamento do excesso de peso. Existem outras estratégias medicamentosas e não medicamentosas que podem ser consideradas, e podemos procurar uma alternativa que ajude no emagrecimento sem prejudicar sua capacidade de estudar e trabalhar.
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Ola com quanto tempo de dosagem o puram começa a fazer efeito na troca de 62,5 para 88 essa mudança
Ola com quanto tempo de dosagem o puram começa a fazer efeito na troca de 62,5 para 88 essa mudança pode causar dor de cabeça e quanto tempo dura essa dor parece uma queimacao na testa e febre por favor se puder me responder obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Puran T4® (levotiroxina) começa a modificar os níveis hormonais gradualmente após a mudança de dose. Como a levotiroxina tem uma ação lenta, o efeito completo de um ajuste de dose costuma ser avaliado após cerca de 6 a 8 semanas, quando geralmente se repete o exame de TSH e T4 livre para verificar se a nova dose está adequada.
Ao aumentar de 62,5 mcg para 88 mcg, algumas pessoas podem perceber sintomas de adaptação, principalmente se a dose anterior estava baixa ou se o organismo é mais sensível. A dor de cabeça pode ocorrer, embora não seja um dos efeitos mais específicos da levotiroxina. Sensação de calor, ansiedade, palpitações, tremores ou aumento da disposição podem aparecer quando há excesso de hormônio.
A sensação de “queimação na testa” e a impressão de febre, porém, precisam ser avaliadas, pois podem ter outras causas (como infecções, enxaqueca, alterações de pressão, tensão muscular ou outras condições) e não devem ser atribuídas automaticamente ao Puran. Verifique se realmente há febre com termômetro.
O ideal é informar ao endocrinologista sobre esses sintomas, especialmente após o aumento da dose. Procure atendimento se houver febre persistente, dor de cabeça muito intensa ou diferente do habitual, alteração visual, confusão, rigidez no pescoço, palpitações fortes ou dor no peito.
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Para usar pregnenolona trasdermica 5mg preciso da receita médica?
Para usar pregnenolona trasdermica 5mg preciso da receita médica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A pregnenolona transdérmica geralmente deve ser utilizada com prescrição médica, especialmente por se tratar de um hormônio/suplemento hormonal manipulado que pode interferir no equilíbrio endócrino.
Antes de indicar o uso, o médico costuma avaliar a real necessidade por meio de história clínica e, quando indicado, exames laboratoriais, pois níveis hormonais variam conforme idade, sexo, sintomas e outras condições de saúde. O uso sem acompanhamento pode levar a efeitos indesejados, como alterações de humor, acne, oleosidade da pele, alterações no ciclo menstrual ou desequilíbrios hormonais.
O ideal é conversar com um endocrinologista ou médico com experiência em avaliação hormonal para confirmar se existe indicação, a dose adequada e a necessidade de acompanhamento com exames. A reposição hormonal deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa.
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Olá, o dentista que eu passei prescreveu o uso de Dexametasona 4mg por causa de um dente, porém eu u
Olá, o dentista que eu passei prescreveu o uso de Dexametasona 4mg por causa de um dente, porém eu utilizo diariamente Prednisona 5 mg devido ao quadro de insuficiência adrenal. Será que posso utilizar esses dois tipos de corticoides juntos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quem faz uso diário de prednisona por insuficiência adrenal precisa ter atenção especial ao utilizar outros corticoides, como a dexametasona. Em geral, a dexametasona e a prednisona pertencem à mesma classe de medicamentos (corticosteroides) e não costumam ser associadas sem orientação médica, pois o efeito dos corticoides pode se somar.
No seu caso, como existe insuficiência adrenal, a situação é ainda mais individualizada. Uma dose de dexametasona por curto período pode, em algumas situações, ser utilizada por pacientes que já fazem reposição, mas é necessário que o médico que acompanha sua condição (preferencialmente o endocrinologista) oriente se deve ajustar temporariamente a dose da prednisona ou substituir a reposição durante o uso.
Não é recomendado simplesmente tomar os dois juntos ou suspender a prednisona por conta própria, pois a reposição de corticoide é essencial para evitar risco de crise adrenal.
Entre em contato com seu endocrinologista ou serviço que acompanha sua insuficiência adrenal antes de iniciar a dexametasona. Informe também a duração prevista do tratamento odontológico e se a sua insuficiência adrenal é primária (como doença de Addison) ou secundária.
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É possivel associação de espironolactona 100mg ao dia e diane 35 no controle dos colaterais associad
É possivel associação de espironolactona 100mg ao dia e diane 35 no controle dos colaterais associados ao uso de nandrolona por mulher, no caso de colateral de voz e olesidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A associação de espironolactona e anticoncepcional combinado pode apresentar indicação em algumas condições de hiperandrogenismo, porém não é uma estratégia adequada para neutralizar de forma segura os efeitos do uso de nandrolona. Alterações como aumento de oleosidade e engrossamento da voz podem ocorrer com exposição androgênica, sendo a alteração vocal potencialmente persistente. É fundamental interromper o uso não prescrito de anabolizantes e realizar avaliação endocrinológica, incluindo perfil hormonal, função hepática, metabolismo lipídico e glicêmico.
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Nasci biologicamente homem mas com 17 anos de idade passei por uma transicao de gen
Nasci biologicamente homem mas com 17 anos de idade passei por uma transicao de genero,hj estou arrependido pq entendi q eu não era aquilo e estou revertendo e usando durateston pra ter características masculinas afinal meu corpo ficou mto afeminado,quanto tempo pra começar aparecer características sexuais na aparência como mudanças no rosto e na aparência do corpo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A testosterona pode promover mudanças progressivas em características sexuais secundárias, como aumento de massa muscular, redistribuição de gordura, aumento de pelos e alterações da pele. A velocidade e intensidade dessas mudanças variam conforme idade, genética, níveis hormonais e dose utilizada. Alterações faciais e corporais não ocorrem de maneira uniforme e algumas características podem ser permanentes. Como há histórico de terapia hormonal e mudanças de identidade de gênero, é especialmente importante realizar acompanhamento endocrinológico especializado, evitando automedicação e ajustes de dose sem supervisão.
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Eu desenvolvi hipotireoidismo com 31 anos, a medica disse que poderia ser pelo covid, li tambem sobr
Eu desenvolvi hipotireoidismo com 31 anos, a medica disse que poderia ser pelo covid, li tambem sobre hipotireoidismo subclinico. Existe a possibilidade de reverter, e nao ficar dependente de puran?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Algumas infecções virais podem estar associadas a alterações transitórias da função tireoidiana, porém o hipotireoidismo persistente frequentemente está relacionado a doenças autoimunes, especialmente tireoidite de Hashimoto. O hipotireoidismo subclínico caracteriza-se, em geral, por TSH elevado com T4 livre normal e pode apresentar evolução variável. Em situações específicas, pode haver normalização da função tireoidiana, mas isso depende da causa e dos exames. O endocrinologista pode avaliar TSH, T4 livre e anticorpos antitireoidianos para definir prognóstico e necessidade de levotiroxina.
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Eu tenho 35 anos minha altura é 1.55 e meu pai tem 1.70 e minha mãe tem 1.49. Posso crescer 22 cm?
Eu tenho 35 anos minha altura é 1.55 e meu pai tem 1.70 e minha mãe tem 1.49. Posso crescer 22 cm?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida — principalmente quando a estatura é algo que pode gerar bastante expectativa e preocupação.
Aos 35 anos, infelizmente não é esperado que ocorra crescimento natural de mais 22 cm. O crescimento em altura depende das chamadas cartilagens de crescimento (placas epifisárias), que normalmente se fecham ao final da adolescência, quando termina o crescimento dos ossos longos.
Depois que essas placas se fecham, hormônio do crescimento (GH), vitaminas, suplementos ou outros medicamentos não conseguem aumentar a estatura de forma natural. Portanto, mesmo que seus pais tenham determinada altura, isso não significa que seja possível recuperar 22 cm na idade adulta.
A altura dos pais é utilizada para estimar o potencial genético de estatura durante a infância e adolescência. Uma fórmula aproximada é a chamada altura-alvo familiar, mas ela é útil principalmente para avaliar crianças e adolescentes, não para prever crescimento aos 35 anos.
No seu caso, com 1,55 m aos 35 anos, se realmente houver interesse em investigar a possibilidade de algum crescimento residual, o primeiro passo seria confirmar clinicamente se as placas de crescimento estão fechadas. Entretanto, nessa idade, é extremamente provável que já estejam completamente fechadas.
Também é importante ter cuidado com propagandas de tratamentos, suplementos ou hormônios que prometem aumentar vários centímetros depois da idade adulta. Não existe tratamento medicamentoso comprovado capaz de produzir um crescimento de 22 cm após o fechamento das placas.
Se a sua preocupação estiver relacionada à sua estatura ou se você tiver tido um crescimento diferente do esperado durante a infância/adolescência, podemos avaliar seu histórico de crescimento e, se houver indicação, investigar causas endocrinológicas. Estou à disposição para ajudar a esclarecer isso de forma individualizada e sem julgamentos.
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Estou com deficiência de Vitamina D. O médico me receitou somente o uso do Addera D3 50000 durante 2
Estou com deficiência de Vitamina D. O médico me receitou somente o uso do Addera D3 50000 durante 2 meses. Não tem problema utilizar esse medicamento de forma isolada? Sem a ingestão conjunta da vitamina K2 e do magnésio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida muito importante e demonstra um cuidado muito positivo com a sua saúde. Muitas pessoas têm essa preocupação ao iniciar a reposição de vitamina D, principalmente quando encontram informações na internet sobre a necessidade de associar vitamina K2 ou magnésio.
De acordo com as evidências científicas atuais, a reposição de vitamina D pode ser realizada de forma isolada quando existe indicação médica, como no caso de uma deficiência confirmada em exames. O uso do Addera D3 50.000 UI é uma estratégia frequentemente utilizada para corrigir níveis baixos de vitamina D durante um período determinado, com acompanhamento e posterior reavaliação dos exames.
A vitamina K2 e o magnésio possuem funções importantes no metabolismo ósseo e na utilização da vitamina D pelo organismo, porém não existe uma recomendação geral de que todas as pessoas que fazem reposição de vitamina D obrigatoriamente precisem utilizar esses nutrientes junto. A necessidade de suplementação adicional depende da avaliação individual: alimentação, níveis de magnésio, saúde óssea, função renal, uso de outras medicações e histórico clínico.
O mais importante durante a reposição é fazer um acompanhamento adequado, evitando tanto a deficiência quanto o excesso de vitamina D. Em alguns casos, o médico pode solicitar a avaliação de exames como cálcio, fósforo, função renal e o próprio nível de vitamina D para acompanhar a resposta do organismo.
Entendo a sua preocupação, porque quando buscamos melhorar a saúde queremos fazer tudo da maneira mais correta possível. O tratamento ideal não é necessariamente aquele com mais suplementos, mas aquele que é personalizado para a necessidade real de cada pessoa, levando em consideração segurança, evidências científicas e os objetivos de saúde.
Se você está fazendo a reposição com acompanhamento médico, siga a orientação prescrita e leve suas dúvidas para a consulta. Um bom acompanhamento permite ajustar o tratamento, prevenir complicações e construir um caminho mais seguro para recuperar sua saúde e qualidade de vida.
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Boa tarde, estou tomando o Contrave a 3 dias, estou no desmame do Mounjaro (ultima dose de 2,5 na se
Boa tarde, estou tomando o Contrave a 3 dias, estou no desmame do Mounjaro (ultima dose de 2,5 na semana passada), por isso comecei ele.
E nesses três dias me sinto um pouco "desligada" e com muito sono, isso é normal?
Já estava tomando o bupropiona a 2 meses, agora só substitui pelo Contrave.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sonolência, tontura ou sensação de estar “desligada” podem ocorrer após mudanças no tratamento, mas não devem ser automaticamente consideradas normais. O Contrave associa naltrexona e bupropiona, e a introdução dessa combinação após uso recente de Mounjaro pode modificar sintomas, apetite e tolerabilidade. Como você já utilizava bupropiona, é importante evitar duplicidade de princípio ativo e conferir exatamente as doses prescritas. O endocrinologista pode avaliar os efeitos adversos, interações e estabelecer uma estratégia segura para emagrecimento.
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É normal a pessoa já perder 2kg em apenas 1 semana no uso do Ozempic (semaglutida) logo na dose míni
É normal a pessoa já perder 2kg em apenas 1 semana no uso do Ozempic (semaglutida) logo na dose mínima de 0,25 mg ? Ou tem algo errado ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida e até a preocupação, porque quando uma pessoa começa um tratamento para emagrecimento é muito comum ficar observando a balança diariamente e se perguntar se a perda está acontecendo de forma “normal” ou se existe algo errado.
Perder 2 kg na primeira semana de uso do Ozempic® (semaglutida) na dose inicial de 0,25 mg pode acontecer, e isso não significa necessariamente que há algum problema. A resposta ao medicamento varia bastante de pessoa para pessoa.
É importante entender que a dose de 0,25 mg é uma dose inicial de adaptação, utilizada principalmente para que o organismo se acostume ao medicamento e para reduzir efeitos colaterais, como náuseas, desconforto abdominal e alterações intestinais. Algumas pessoas já percebem redução do apetite nessa fase, mesmo antes das doses maiores.
Essa perda inicial de peso pode acontecer por alguns motivos:
redução da fome e da vontade de comer, causada pela ação da semaglutida nos receptores de GLP-1 do organismo;
maior sensação de saciedade, fazendo a pessoa consumir menos calorias;
redução de retenção de líquidos, especialmente se houve mudança na alimentação;
menor consumo de carboidratos e alimentos ultraprocessados, o que também pode reduzir água armazenada no corpo.
Entretanto, é importante lembrar que nem todo esse peso perdido na primeira semana representa apenas gordura. A perda de gordura corporal costuma acontecer de maneira mais gradual. Por isso, o acompanhamento deve avaliar não apenas a balança, mas também medidas corporais, composição corporal, alimentação, disposição e saúde geral.
O ideal é observar a tendência ao longo das semanas e meses, e não apenas uma semana isolada. Uma perda muito rápida e acompanhada de sintomas como vômitos persistentes, incapacidade de se alimentar ou hidratar adequadamente, tonturas importantes, fraqueza intensa ou sinais de desidratação deve ser comunicada ao médico.
Se a pessoa está se sentindo bem, conseguindo se alimentar adequadamente, mantendo hidratação e utilizando a medicação conforme prescrição, uma perda de 2 kg no início pode ser apenas uma boa resposta inicial ao tratamento.
O mais importante é que o uso da semaglutida seja acompanhado por mudanças de estilo de vida, como alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento médico, pois o objetivo não é apenas perder peso rapidamente, mas melhorar a saúde e conseguir manter os resultados a longo prazo.
Se puder informar o peso inicial, altura, idade, se usa Ozempic para diabetes ou emagrecimento e se teve efeitos colaterais nessa primeira semana, é possível avaliar melhor se essa evolução está dentro do esperado.
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Meu filho tem 12 anos e está com 1.67 de altura, pode crescer mais com o estirão?
Meu filho tem 12 anos e está com 1.67 de altura, pode crescer mais com o estirão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, aos 12 anos e com 1,67 m, seu filho ainda pode crescer bastante, dependendo principalmente do estágio da puberdade e da idade óssea.
Aos 12 anos, muitos meninos ainda estão entrando ou passando pelo estirão puberal. Durante essa fase, o crescimento pode ser bastante acelerado, e alguns adolescentes continuam crescendo até aproximadamente 16–18 anos, embora exista bastante variação individual.
A altura atual, sozinha, não permite prever quantos centímetros ele ainda vai crescer. Para fazer uma estimativa mais confiável, precisamos observar a velocidade de crescimento nos últimos 6–12 meses, o estágio de desenvolvimento puberal, a altura dos pais e, quando necessário, a idade óssea, geralmente avaliada por radiografia da mão e do punho.
Como referência, a altura dos pais também ajuda a estimar o potencial genético. Para meninos, podemos utilizar aproximadamente:
[(altura do pai + altura da mãe + 13 cm) ÷ 2]
Essa estimativa possui uma margem de variação e não representa um limite rígido.
Portanto, 1,67 m aos 12 anos não significa que ele já atingiu a altura final. Se ele ainda estiver no estirão puberal e as cartilagens de crescimento estiverem abertas, poderá crescer vários centímetros.
Se quiser, podemos avaliar a altura dele de forma mais precisa. Para isso, seria interessante saber a altura do pai e da mãe, quando começou a puberdade e quanto ele cresceu nos últimos 12 meses. Com essas informações, conseguimos ter uma ideia melhor do potencial de crescimento dele.
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Qual diminui mas a libido anticoncepcional primera 20 ou primera 30 ou microvelar?
Qual diminui mas a libido anticoncepcional primera 20 ou primera 30 ou microvelar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida, principalmente porque alterações na libido podem ser bastante incômodas e afetar diretamente a qualidade de vida.
Entre Primera 20, Primera 30 e Microvlar, não é possível afirmar que um deles necessariamente vai diminuir mais a libido em todas as mulheres. A resposta sexual varia bastante de pessoa para pessoa e depende também de outros fatores, como estresse, sono, relacionamento, ansiedade, depressão e outros medicamentos.
De forma geral, o Primera 20 e o Primera 30 contêm etinilestradiol associado a desogestrel, enquanto o Microvlar contém etinilestradiol associado a levonorgestrel. A diferença de dose de estrogênio entre Primera 20 e Primera 30 pode influenciar alguns efeitos adversos, mas não permite prever individualmente qual provocará maior redução da libido.
O componente progestagênico também é importante. O levonorgestrel possui maior atividade androgênica do que o desogestrel, mas isso não significa automaticamente maior ou menor libido. Os estudos mostram resultados bastante variáveis, e algumas mulheres inclusive não percebem alteração ou apresentam melhora da função sexual com o anticoncepcional.
Se a sua principal preocupação é preservar a libido, vale avaliar não apenas qual pílula escolher, mas também se o anticoncepcional hormonal combinado é realmente a melhor opção para você. Dependendo do seu histórico e das suas prioridades, existem alternativas contraceptivas que podem ter menor impacto sobre a função sexual.
Se você me disser sua idade, se fuma, quais outros medicamentos utiliza e se a redução da libido já aconteceu com algum desses anticoncepcionais, posso orientar de maneira mais individualizada e segura.
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O Café ele interfere na injeção trimestral medroxipro...?
O Café ele interfere na injeção trimestral medroxipro...?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pode ficar tranquila.
O café não costuma interferir na eficácia da injeção trimestral de medroxiprogesterona (acetato de medroxiprogesterona de depósito). A cafeína não reduz de forma clinicamente relevante a ação contraceptiva do medicamento e não é necessário evitar café por causa da aplicação.
A medroxiprogesterona é administrada por injeção e funciona principalmente mantendo níveis adequados do progestagênio no organismo por aproximadamente 3 meses. Diferentemente de alguns medicamentos administrados por via oral, ela não depende da absorção pelo estômago ou intestino. Por isso, alimentos e bebidas, incluindo café, não costumam alterar sua eficácia contraceptiva.
Você pode, portanto, continuar tomando seu café normalmente.
O mais importante é respeitar corretamente o intervalo entre as aplicações. Se houver atraso significativo na próxima dose ou alguma situação específica envolvendo outros medicamentos, vale conversar com seu médico para confirmar se é necessário algum cuidado adicional.
Se você estiver apresentando algum sintoma diferente ou tiver dúvida sobre outros medicamentos que utiliza junto com a medroxiprogesterona, pode me informar quais são e podemos avaliar se existe alguma interação relevante.
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Se eu fizer a bioimpedância com a minha temperatura corporal levemente aumentada (febre ou hiperterm
Se eu fizer a bioimpedância com a minha temperatura corporal levemente aumentada (febre ou hipertermia) isso pode interferir nos resultados? Pode apresentar uma TMB maior do que a real, por exemplo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Excelente pergunta. Sim, uma temperatura corporal elevada pode interferir na bioimpedância, principalmente porque o exame depende das propriedades elétricas dos tecidos e da quantidade/distribuição de água no organismo.
Durante febre ou hipertermia, podemos ter alterações na hidratação, na circulação periférica e na distribuição dos líquidos corporais, além de mudanças na condutividade elétrica dos tecidos. Isso pode modificar as estimativas de água corporal, massa magra, gordura corporal e outros parâmetros calculados pelo aparelho.
Em relação especificamente à TMB (taxa metabólica basal), existe uma diferença importante: se o aparelho calcula a TMB a partir da composição corporal estimada pela bioimpedância, qualquer alteração na estimativa de massa magra pode influenciar o resultado. Além disso, a própria febre aumenta o metabolismo do organismo — portanto, o gasto energético durante uma doença febril pode realmente estar maior do que o habitual.
Porém, isso não significa necessariamente que a bioimpedância irá mostrar uma TMB artificialmente maior. O efeito pode variar conforme o equipamento, o grau de febre, hidratação e condições em que o exame foi realizado.
Por esse motivo, se o objetivo é acompanhar composição corporal ou comparar resultados ao longo do tempo, o ideal é realizar a bioimpedância quando estiver sem febre e clinicamente bem, mantendo condições semelhantes entre os exames: hidratação habitual, horário parecido, jejum conforme orientação do aparelho e evitando exercício intenso imediatamente antes.
Assim conseguimos diminuir bastante as variações causadas pelas condições do momento e tornar a comparação entre os exames muito mais confiável.
Se você realizou a bioimpedância recentemente enquanto estava com febre, eu não recomendaria interpretar uma pequena mudança na gordura, massa magra ou TMB como uma alteração real do seu organismo sem considerar essas condições.
Perguntas frequentes
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faz 1 mes que sinto um incômodo na lateral esquerda do pescoço. Já senti uma dor pulsante mas dps pa
Pode ser tensão muscular, linfonodo inflamado ou algo na garganta/refluxo.…