Perguntas do paciente (1022)
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Meu exame de dosagem glicose jejum deu 133. Minha hemoglobina glicada deu 5,5. Quais fatores devo le
Meu exame de dosagem glicose jejum deu 133. Minha hemoglobina glicada deu 5,5. Quais fatores devo levar em consideração para considerar diabetes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Os resultados que você informou mostram uma discordância entre os exames, e isso merece uma avaliação cuidadosa antes de concluir que você tem diabetes.
A glicemia de jejum de 133 mg/dL está acima do ponto de corte para diabetes (≥126 mg/dL). No entanto, a hemoglobina glicada de 5,5% está dentro da faixa considerada normal (abaixo de 5,7%).
Nessa situação, alguns fatores devem ser levados em consideração:
Confirmação do resultado: se você não apresenta sintomas típicos de diabetes (como muita sede, aumento da urina, perda de peso inexplicada e visão embaçada), um único exame de glicemia de jejum alterado geralmente deve ser confirmado em outro dia ou complementado com outro teste, como uma nova glicemia de jejum, hemoglobina glicada ou teste oral de tolerância à glicose.
Condições do exame: é importante confirmar se o jejum foi adequado (8 a 12 horas) e se houve alguma situação que pudesse elevar temporariamente a glicose, como infecções, estresse intenso, uso de corticoides ou outras medicações.
Fatores que alteram a hemoglobina glicada: algumas condições, como anemias, doenças renais, hemoglobinopatias ou aumento da renovação das hemácias, podem fazer com que a HbA1c não reflita corretamente a glicemia média.
História clínica: idade, excesso de peso, histórico familiar de diabetes, hipertensão, colesterol elevado e sedentarismo também ajudam a estimar o risco.
Em geral, quando há discordância entre a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada, a recomendação é não basear o diagnóstico em apenas um exame, mas repetir o teste alterado e correlacionar os resultados com a avaliação clínica.
Portanto, o seu exame não confirma nem exclui o diagnóstico de diabetes de forma definitiva. O mais adequado é procurar seu médico para uma reavaliação e, se necessário, repetir os exames ou realizar um teste oral de tolerância à glicose, que pode esclarecer o diagnóstico.
A boa notícia é que essa investigação pode identificar precocemente qualquer alteração da glicose, permitindo iniciar medidas de prevenção ou tratamento no momento certo. Espero ter ajudado! Fico à disposição para esclarecer outras dúvidas. Um abraço!
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Tenho ceratocone. Descobri que tô pre diabetica . E uso pregabalina. Faz mal?
Tenho ceratocone. Descobri que tô pre diabetica . E uso pregabalina. Faz mal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A presença de ceratocone, pré-diabetes e o uso de pregabalina não significam, por si só, que exista uma contraindicação direta entre essas condições. A pregabalina é uma medicação utilizada principalmente para dor neuropática, fibromialgia e alguns transtornos de ansiedade, e geralmente pode ser usada em pacientes com alterações de glicose.
Entretanto, a pregabalina pode estar associada em algumas pessoas a aumento de peso, retenção de líquidos e alterações no apetite, fatores que podem dificultar o controle da resistência à insulina e da pré-diabetes. Por isso, é importante acompanhar glicemia, hemoglobina glicada, peso e composição corporal com o médico que acompanha seu metabolismo.
Em relação ao ceratocone, não há uma relação conhecida de piora direta causada pela pregabalina ou pela pré-diabetes. O acompanhamento com o oftalmologista continua sendo essencial para monitorar a córnea e avaliar tratamentos como lentes especiais ou outros procedimentos quando indicados.
O ideal é que o endocrinologista avalie seu risco metabólico, considerando pré-diabetes, obesidade ou ganho de peso, resistência à insulina e uso de medicamentos, para definir estratégias de prevenção da evolução para diabetes e preservação da saúde geral. Não suspenda a pregabalina sem orientação médica, pois a retirada abrupta pode causar sintomas de abstinência ou piora do quadro tratado.
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Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo
Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo importante após parar de amamentar meu primeiro filho em 2018, depois de cerca de 3 anos e 7 meses de amamentação. Agora, em 2026, após desmamar meu segundo filho depois de aproximadamente 3 anos e 9 meses, a queda voltou ainda mais intensa. Desde a primeira grande queda meu cabelo nunca mais voltou totalmente ao normal, apenas alterna períodos melhores e piores.
Também percebi sensibilidade nas mamas após o desmame e comecei a ter medo de alterações hormonais mais importantes. Minha preocupação aumentou porque minha mãe faleceu por câncer de suprarrenal, então tenho receio de que meus sintomas possam ter relação com andrógenos altos ou algum problema adrenal.
Não tenho diagnóstico de SOP e não sei se meus sintomas parecem mais compatíveis com alterações hormonais do pós-desmame/eflúvio telógeno, alopecia androgenética feminina ou algo endócrino mais relevante.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A queda de cabelo após o desmame é uma situação relativamente comum e pode estar relacionada ao eflúvio telógeno, uma alteração do ciclo capilar desencadeada por mudanças hormonais importantes. Durante a gestação e a amamentação, os níveis hormonais favorecem uma fase prolongada de crescimento dos fios; após o desmame, ocorre uma transição que pode levar a uma queda intensa, geralmente alguns meses depois. Entretanto, no seu caso, pela intensidade, recorrência e pelo fato de o cabelo não ter retornado completamente ao padrão anterior, é importante investigar outras causas associadas.
A avaliação com o endocrinologista e, se necessário, dermatologista pode diferenciar eflúvio telógeno persistente, alopecia androgenética feminina ou alterações hormonais. Podem ser avaliados exames como TSH e T4 livre (tireoide), ferritina, ferro, vitamina B12, vitamina D, zinco, hemograma e, quando há sinais clínicos de excesso de andrógenos (acne importante, aumento de pelos, irregularidade menstrual), dosagens como testosterona e DHEA-S.
O histórico familiar de câncer de suprarrenal merece ser informado ao médico, mas a queda de cabelo isoladamente geralmente não indica um problema adrenal. Alterações da suprarrenal costumam vir acompanhadas de outros sinais, como mudanças importantes de pressão, alterações metabólicas, fraqueza muscular ou sinais marcantes de excesso hormonal.
A sensibilidade mamária após o desmame também pode ocorrer pela readaptação hormonal e pela regressão da produção de leite, mas deve ser avaliada se persistir ou vier acompanhada de alterações mamárias. Uma consulta endocrinológica permite investigar o equilíbrio dos hormônios, metabolismo, tireoide e possíveis alterações androgênicas, oferecendo um diagnóstico mais preciso e um tratamento direcionado para recuperação da saúde capilar e qualidade de vida.
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Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo
Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo importante após parar de amamentar meu primeiro filho em 2018, depois de cerca de 3 anos e 7 meses de amamentação. Agora, em 2026, após desmamar meu segundo filho depois de aproximadamente 3 anos e 9 meses, a queda voltou ainda mais intensa. Desde a primeira grande queda meu cabelo nunca mais voltou totalmente ao normal, apenas alterna períodos melhores e piores.
Também percebi sensibilidade nas mamas após o desmame e comecei a ter medo de alterações hormonais mais importantes. Minha preocupação aumentou porque minha mãe faleceu por câncer de suprarrenal, então tenho receio de que meus sintomas possam ter relação com andrógenos altos ou algum problema adrenal.
Não tenho diagnóstico de SOP e não sei se meus sintomas parecem mais compatíveis com alterações hormonais do pós-desmame/eflúvio telógeno, alopecia androgenética feminina ou algo endócrino mais relevante. O que fazer? Quais exames?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A queda de cabelo descrita pode estar relacionada ao eflúvio telógeno após o desmame, pois mudanças hormonais importantes, como o fim da amamentação prolongada, podem alterar o ciclo dos fios e desencadear uma queda intensa. Porém, como você relata recorrência em dois períodos, recuperação incompleta desde 2018 e piora recente, é adequado investigar outras causas associadas, como alopecia androgenética feminina, alterações da tireoide, deficiências nutricionais ou alterações hormonais.
Uma avaliação com endocrinologista e dermatologista pode ajudar a diferenciar esses diagnósticos. Geralmente, a investigação inicial pode incluir: TSH e T4 livre (função da tireoide), hemograma, ferritina, ferro, vitamina B12, vitamina D, zinco, glicemia/hemoglobina glicada, além de avaliação hormonal conforme sintomas: testosterona total e livre, SHBG, DHEA-S, androstenediona e 17-hidroxiprogesterona quando houver suspeita de excesso de andrógenos. Dependendo do histórico menstrual e sinais clínicos, pode ser investigada síndrome dos ovários policísticos (SOP).
O antecedente familiar de câncer de suprarrenal deve ser informado ao médico, mas a queda de cabelo isolada geralmente não indica doença adrenal. A investigação da suprarrenal costuma ser direcionada quando existem sinais como aumento rápido de pelos, acne intensa de início recente, alterações importantes de pressão, ganho de peso central, fraqueza muscular ou outros sinais de excesso hormonal.
A sensibilidade nas mamas após o desmame pode ocorrer pela adaptação hormonal e redução gradual da atividade mamária, mas se persistir, houver nódulos, secreção ou alterações específicas, deve ser avaliada. Uma consulta endocrinológica permite avaliar o conjunto de hormônios, metabolismo, tireoide e saúde da mulher, identificando a causa da queda e definindo o tratamento mais adequado para recuperar a qualidade capilar e a qualidade de vida.
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Sou pré diabética , e o endócrino receitou Nesina met 12,5 / 850 mg 2 vezes ao dia , porém a bula do
Sou pré diabética , e o endócrino receitou Nesina met 12,5 / 850 mg 2 vezes ao dia , porém a bula do remédio informa que é indicado para pessoas diabéticas .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
alogliptina + metformina) é uma medicação aprovada principalmente para o tratamento do diabetes tipo 2, porém o médico pode avaliar situações específicas em que seu uso seja considerado, conforme o quadro clínico individual. Em pacientes com pré-diabetes, a conduta geralmente envolve mudanças no estilo de vida e, em alguns casos selecionados, medicamentos podem ser utilizados quando há maior risco de progressão para diabetes, resistência à insulina, obesidade ou outras alterações metabólicas. O endocrinologista avalia glicemia, hemoglobina glicada (HbA1c), histórico familiar, peso e metabolismo para definir a estratégia mais adequada para prevenção e controle.
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Sou uma pessoa obesa e estou pensando em iniciar minha transição de gênero com acompanhamento médico
Sou uma pessoa obesa e estou pensando em iniciar minha transição de gênero com acompanhamento médico. Porém, tenho dúvidas e receios em relação ao meu peso.
É possível emagrecer durante a transição hormonal? Ou seria mais recomendado perder peso antes de começar a terapia hormonal?
Tenho medo de iniciar os hormônios e depois ter dificuldade para emagrecer, ou de a distribuição de gordura corporal e as mudanças físicas não acontecerem da melhor forma por eu estar acima do peso. Também me preocupo com o resultado estético da feminização corporal caso eu comece a transição antes de emagrecer.
P.S.: : fui designada homem ao nascer e desejo realizar minha transição para viver externamente minha identidade de gênero como mulher transRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A decisão de iniciar a terapia hormonal de afirmação de gênero deve ser individualizada e realizada com acompanhamento médico, considerando sua saúde geral, exames, objetivos e expectativas. A obesidade, por si só, geralmente não impede o início da terapia hormonal, mas é importante avaliar fatores como pressão arterial, glicemia, colesterol, risco cardiovascular e outros aspectos metabólicos antes e durante o tratamento.
É possível emagrecer durante a transição hormonal. A terapia hormonal pode modificar a distribuição de gordura corporal, favorecendo uma distribuição mais feminina (como maior acúmulo em quadris e coxas), mas ela não impede a perda de peso quando existe um plano adequado de alimentação, atividade física e, quando indicado, tratamento específico para obesidade. O emagrecimento pode inclusive melhorar a saúde e potencializar alguns resultados corporais da feminização.
Não existe uma regra de que seja obrigatório emagrecer antes de iniciar os hormônios. Em muitos casos, iniciar o acompanhamento e tratar a saúde metabólica em paralelo pode ser uma estratégia mais adequada, evitando adiar um cuidado importante. A composição corporal, genética, idade, tempo de uso hormonal e características individuais influenciam bastante o resultado estético final.
Uma avaliação com endocrinologista com experiência em terapia hormonal para pessoas trans permite definir o melhor momento para iniciar, escolher o esquema hormonal mais seguro, acompanhar níveis hormonais, metabolismo, peso, composição corporal e alinhar expectativas realistas sobre as mudanças da feminização corporal. O objetivo é realizar uma transição com segurança, saúde e qualidade de vida.
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Eu estou tomando PuranT4 12,5mcg faz um mês, engordei 2k. É normal ?
Eu estou tomando PuranT4 12,5mcg
faz um mês, engordei 2k.
É normal ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ganho de 2 kg após iniciar o Puran T4 (levotiroxina) não é um efeito esperado diretamente do medicamento. A reposição hormonal da tireoide tem como objetivo normalizar o metabolismo quando existe hipotireoidismo, mas a variação de peso pode ocorrer durante o período de ajuste, especialmente enquanto os níveis de TSH e T4 livre ainda não estão estabilizados. Também é importante avaliar alimentação, retenção de líquidos, atividade física e outras alterações metabólicas. O endocrinologista acompanha a função da tireoide, hormônios, metabolismo e necessidade de ajuste da dose para alcançar o equilíbrio hormonal adequado.
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Suplementos em cápsula de Vitamina D, tem o mesmo efeito da medicação? Considerando que minha Vit
Suplementos em cápsula de Vitamina D, tem o mesmo efeito da medicação?
Considerando que minha Vit D tá em 26,7 e que foi o endócrino que passou pra eu tomar.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sim. Quando a vitamina D é prescrita pelo seu endocrinologista, os suplementos de vitamina D em cápsulas têm o mesmo objetivo terapêutico da medicação, desde que contenham o mesmo princípio ativo (geralmente colecalciferol – vitamina D3) e sejam utilizados na dose e pelo tempo orientados pelo médico.
O seu resultado de 26,7 ng/mL indica um nível que pode ser considerado insuficiente em muitas situações clínicas. Por isso, a reposição é frequentemente recomendada, especialmente quando há fatores de risco, doenças associadas ou sintomas que justifiquem o tratamento.
O mais importante não é o fato de o produto ser chamado de "suplemento" ou "medicamento", mas sim:
Conter vitamina D3 (colecalciferol), quando essa for a forma prescrita.
Ter qualidade e procedência confiáveis.
Ser utilizado na dose correta orientada pelo seu endocrinologista.
Vale lembrar também que a vitamina D é lipossolúvel, ou seja, sua absorção costuma ser melhor quando ingerida junto a uma refeição que contenha alguma quantidade de gordura saudável.
Após um período de tratamento, geralmente é recomendado repetir a dosagem da vitamina D para verificar se os níveis atingiram a faixa desejada e, se necessário, ajustar a dose.
Portanto, pode ficar tranquilo(a): se você estiver utilizando um suplemento de boa qualidade, com a mesma substância e na dose prescrita pelo seu endocrinologista, a expectativa é que ele seja eficaz para corrigir a deficiência ou insuficiência de vitamina D.
Espero ter ajudado! Desejo que sua reposição seja um sucesso e que seus níveis de vitamina D se normalizem em breve. Estou à disposição caso tenha outras dúvidas. Um abraço!
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Logo após ter um orgasmo, me subiu uma grande preocupação na cabeça, que se tornou persistente. Isto
Logo após ter um orgasmo, me subiu uma grande preocupação na cabeça, que se tornou persistente. Isto faz mal para o coração?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo sua preocupação. Situações em que surge um pensamento intenso ou uma preocupação persistente após um momento de prazer, como após um orgasmo, podem acontecer e geralmente estão mais relacionadas a aspectos emocionais e do funcionamento do cérebro do que a um problema cardíaco.
Durante a atividade sexual e o orgasmo, o organismo passa por alterações naturais: ocorre aumento temporário da frequência cardíaca, da pressão arterial, liberação de hormônios e neurotransmissores relacionados ao prazer e ao estresse. Após o orgasmo, algumas pessoas podem apresentar uma mudança rápida no estado emocional, com sensação de vazio, ansiedade, preocupação ou pensamentos repetitivos. Isso pode ocorrer por variações neuroquímicas e também pela associação com preocupações que a pessoa já carregava.
Uma preocupação persistente, por si só, não costuma causar uma lesão no coração. Porém, quando a ansiedade fica intensa ou prolongada, ela pode gerar sintomas físicos, como:
Palpitações.
Sensação de aperto no peito.
Respiração acelerada.
Tensão muscular.
Dificuldade para relaxar ou dormir.
O estresse crônico pode influenciar a saúde cardiovascular ao longo do tempo, principalmente quando associado a outros fatores como hipertensão, tabagismo, sedentarismo, diabetes ou colesterol elevado. Mas um episódio isolado de preocupação após o orgasmo não significa que seu coração esteja em risco.
O mais importante é observar:
Essa preocupação está diminuindo com o passar dos dias?
Ela está atrapalhando seu sono, trabalho ou rotina?
Você sente necessidade constante de verificar se há algo errado?
Surgiram sintomas físicos importantes, como dor no peito, desmaio, falta de ar intensa ou palpitações persistentes?
Se esses pensamentos estiverem ficando repetitivos e difíceis de controlar, pode ser útil conversar com um profissional de saúde, como um psicólogo ou médico, pois existem estratégias eficazes para controlar a ansiedade e a ruminação.
Espero ter ajudado! É compreensível se assustar quando um pensamento forte aparece de repente, mas na maioria das vezes esse tipo de situação está relacionado à ansiedade e não a um dano cardíaco. Cuide da sua saúde emocional com a mesma atenção que você dedica à saúde física. Um abraço!
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Fiz a cirurgia bariátrica e minha endocrinologista falo para continuar o glifagen XR só que não poss
Fiz a cirurgia bariátrica e minha endocrinologista falo para continuar o glifagen XR só que não posso tomar inteiro e pra mim tomar dois e fui diluir na água viro gelatina eu posso mastigar ??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo sua dúvida. Após a cirurgia bariátrica, é comum surgirem dificuldades com o uso de alguns medicamentos, principalmente comprimidos maiores.
O Glifage XR® (metformina de liberação prolongada) tem uma característica importante: ele é formulado para liberar o medicamento aos poucos ao longo do dia. Por esse motivo, geralmente não deve ser triturado, dissolvido, partido ou mastigado, pois isso pode alterar a forma como a metformina é liberada no organismo e aumentar o risco de efeitos colaterais, principalmente desconforto gastrointestinal, como náuseas, cólicas e diarreia.
O fato de o comprimido ter virado uma espécie de "gelatina" ao ser colocado na água provavelmente ocorreu por causa da matriz de liberação prolongada do comprimido, que não foi feita para ser dissolvida dessa maneira.
O ideal é não mastigar o Glifage XR sem confirmar com sua endocrinologista. Converse com ela sobre alternativas, como:
Ajustar a dose utilizando comprimidos de menor miligramagem.
Avaliar se existe uma apresentação de metformina de liberação imediata que seja mais adequada para você.
Verificar a melhor forma de administração considerando sua cirurgia bariátrica e sua tolerância digestiva.
Não interrompa o medicamento por conta própria, pois sua endocrinologista provavelmente avaliou algum benefício em manter a metformina após a bariátrica.
Como você fez cirurgia bariátrica, é especialmente importante individualizar o tratamento, pois a absorção e a tolerância aos medicamentos podem mudar dependendo do tipo de cirurgia realizada.
Espero ter ajudado! Você fez bem em perguntar antes de continuar usando dessa forma. O melhor caminho é ajustar a apresentação do medicamento para que ele seja eficaz e seguro para você. Um abraço!
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O clonasepam ele pode fazer o penis do homem não subir?
O clonasepam ele pode fazer o penis do homem não subir?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sim, o clonazepam pode causar dificuldade para obter ou manter a ereção em alguns homens, embora esse não seja um efeito colateral que aconteça com todos os pacientes.
O clonazepam pertence à classe dos benzodiazepínicos e atua reduzindo a atividade do sistema nervoso central. Em algumas pessoas, isso pode diminuir a ansiedade de forma benéfica, mas também pode reduzir o desejo sexual (libido), dificultar a ereção, retardar a ejaculação ou causar sonolência, fatores que podem interferir na resposta sexual.
É importante lembrar que a dificuldade de ereção nem sempre é causada pelo medicamento. Ansiedade, estresse, depressão, diabetes, hipertensão, alterações hormonais (como baixa testosterona), tabagismo, consumo excessivo de álcool e outros medicamentos também podem contribuir para esse problema.
Se a dificuldade para a ereção começou após o início do clonazepam, vale a pena conversar com o médico que prescreveu o medicamento. Em alguns casos, é possível ajustar a dose, avaliar alternativas terapêuticas ou investigar outras causas. Não interrompa o clonazepam por conta própria, pois a suspensão abrupta pode causar sintomas de abstinência e piora da ansiedade.
A boa notícia é que, quando o clonazepam é realmente o responsável pelo problema, a função sexual costuma melhorar após o ajuste ou a suspensão do medicamento, sempre com orientação médica.
Espero ter ajudado! Não tenha receio de conversar sobre esse assunto com seu médico. A saúde sexual faz parte da saúde como um todo, e existem maneiras de investigar e tratar essa situação de forma segura. Um abraço!
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Oi bom dia ! Eu uso proprilracil de 100 mg a cada 24 horas só que minha endocrinologista quer fazer
Oi bom dia ! Eu uso proprilracil de 100 mg a cada 24 horas só que minha endocrinologista quer fazer o desmame que use o de 50mg mais não encontro em lugar nenhum!
Seria possível eu usar o 100 mg em dias alternativo(dia sim e dia não)?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O desmame do Propilracil® (propiltiouracil) deve ser realizado de forma individualizada, conforme os níveis de TSH, T4 livre, T3 e a evolução do hipertireoidismo. Utilizar 100 mg em dias alternados pode ser uma estratégia considerada em algumas situações, mas não deve ser feita sem confirmação da endocrinologista, pois pode alterar o controle da doença. A dose e o intervalo precisam manter uma quantidade adequada do medicamento para evitar retorno dos sintomas ou excesso de bloqueio hormonal. O endocrinologista acompanha a função da tireoide, metabolismo e resposta ao tratamento para ajustar a medicação com segurança. Caso não encontre a apresentação de 50 mg, vale conversar com sua médica sobre alternativas disponíveis.
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Clomifeno pode ser tomado junto com refeições ou é melhor tomar em jejum?
Clomifeno pode ser tomado junto com refeições ou é melhor tomar em jejum?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O clomifeno pode ser tomado com ou sem alimentos. A presença de comida geralmente não interfere de forma significativa na absorção ou no efeito do medicamento, então não é obrigatório tomar em jejum.
Na prática, muitas pessoas preferem tomar após uma refeição ou junto com algum alimento para reduzir possíveis desconfortos, como:
Náuseas.
Desconforto no estômago.
Sensação de mal-estar.
O mais importante é manter uma rotina de horário, tomando conforme a orientação do médico, para facilitar a adesão ao tratamento.
Vale lembrar que o clomifeno é um medicamento que atua estimulando o eixo hormonal, aumentando a produção natural de hormônios como LH e FSH, e pode ser utilizado em algumas situações, como tratamento de infertilidade masculina ou algumas alterações hormonais específicas. O acompanhamento médico é importante, pois é necessário avaliar a resposta através de exames e sintomas.
Se durante o uso surgirem sintomas como alterações importantes de visão (visão embaçada, pontos luminosos), dor de cabeça intensa, alterações de humor importantes ou outros sintomas diferentes, é recomendado informar o médico.
Espero ter ajudado! Uma boa adesão ao tratamento e o acompanhamento com o especialista são fundamentais para obter o melhor resultado com segurança. Um abraço!
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Se a tireoide tiver controlada. Consigo perder peso com a subtramina?
Se a tireoide tiver controlada. Consigo perder peso com a subtramina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, se a tireoide estiver controlada, a sibutramina pode auxiliar no processo de emagrecimento em pacientes com indicação adequada, pois atua principalmente na redução do apetite e aumento da saciedade. O controle da função tireoidiana é importante, porque o hipotireoidismo descompensado pode dificultar a perda de peso e reduzir a resposta ao tratamento. Entretanto, a sibutramina exige acompanhamento médico, especialmente pela possibilidade de elevar pressão arterial e frequência cardíaca. O endocrinologista avalia obesidade, metabolismo, hormônios, risco cardiovascular e define a melhor estratégia para um emagrecimento seguro e sustentável.
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Estava com meus exames ruins, todas as taxas, inclusive o colesterol hdl que estava em 31, comecei a
Estava com meus exames ruins, todas as taxas, inclusive o colesterol hdl que estava em 31, comecei a fazer atividade Física, me alimentar melhor e o médico passou glifage xr 500 e coledue, tomei pelo tempo indicado, porém ao repetir os exames o hdl baixou mais ainda, foi pra 27 e tô super preocupado. Existe algo que eu possa fazer pra ele subir?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo sua preocupação. Quando a pessoa se dedica a melhorar os hábitos de vida e, mesmo assim, vê um exame como o HDL (“colesterol bom”) diminuir, é realmente frustrante. Mas é importante analisar o contexto completo e entender que o HDL é apenas uma parte da avaliação do risco cardiovascular.
O HDL de 27 mg/dL está baixo, pois valores maiores estão associados a uma melhor proteção cardiovascular. Porém, atualmente sabemos que simplesmente aumentar o HDL no exame não significa necessariamente reduzir o risco de infarto ou derrame. O mais importante é o conjunto: LDL, triglicerídeos, pressão arterial, glicemia, peso, atividade física, tabagismo e histórico familiar.
Alguns pontos importantes:
A atividade física é uma das medidas que mais ajuda a melhorar o perfil metabólico. O ideal é combinar exercícios aeróbicos (caminhada, corrida, bicicleta) com treino de força/musculação, quando possível.
A alimentação influencia bastante. Priorize:
Gorduras boas (azeite de oliva, castanhas, abacate, peixes ricos em ômega-3).
Fibras (verduras, legumes, feijões, aveia).
Redução de excesso de açúcar, farinha branca e alimentos ultraprocessados.
A perda de gordura abdominal, quando necessária, costuma melhorar a sensibilidade à insulina e o perfil lipídico.
Parar de fumar, se for o caso, também pode elevar o HDL.
Sobre o Glifage XR® (metformina): ele é usado principalmente para melhorar a resistência à insulina e o controle da glicose. Ele não costuma ter como principal efeito aumentar o HDL. Já o Coledue (dependendo da composição prescrita) precisa ser avaliado dentro do seu perfil completo de colesterol.
Também é importante verificar se houve mudança em outros exames. Às vezes o HDL cai, mas outros marcadores melhoram, como triglicerídeos, LDL, glicemia e inflamação metabólica.
Sugiro conversar com seu médico levando os exames completos e avaliando:
HDL, LDL e triglicerídeos.
Glicemia e hemoglobina glicada.
Peso e circunferência abdominal.
Pressão arterial.
Função da tireoide, quando indicado.
Não fique desanimado: uma mudança de estilo de vida traz benefícios para o coração mesmo quando um marcador isolado não melhora como esperado. O foco deve ser reduzir o risco cardiovascular como um todo, e não apenas perseguir um único número.
Espero ter ajudado! Parabéns pela iniciativa de mudar seus hábitos — isso já é uma das atitudes mais importantes para sua saúde. Um abraço!
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Hashimoto + hipotireoidismo causa baixa de plaquetas?
Hashimoto + hipotireoidismo causa baixa de plaquetas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A tireoidite de Hashimoto e o hipotireoidismo podem, em algumas situações, estar associados a alterações hematológicas, mas a queda de plaquetas (trombocitopenia) não é uma manifestação comum. Existe uma possível associação entre doenças autoimunes, pois pacientes com Hashimoto apresentam maior predisposição a outras condições autoimunes, como a púrpura trombocitopênica imune (PTI), que pode causar redução das plaquetas.
Também é importante investigar outras causas, como deficiências nutricionais, infecções, uso de medicamentos, alterações da medula óssea ou outras doenças. O acompanhamento com endocrinologista e, se necessário, hematologista permite avaliar exames como hemograma completo, função da tireoide e marcadores imunológicos para identificar a causa. O controle adequado do hipotireoidismo é fundamental para o equilíbrio metabólico e para a saúde geral do paciente.
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Estou com osso do punho queimacao direta. Não tive pancadas nem torci. Incomoda muito parece choque
Estou com osso do punho queimacao direta. Não tive pancadas nem torci. Incomoda muito parece choque , não consigo encostar na mesa . Qual especialista devo procurar e quais exames fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sensação de queimação, choque e hipersensibilidade no punho, principalmente sem história de trauma, pode estar relacionada a alterações dos nervos, como compressões nervosas (por exemplo, síndrome do túnel do carpo ou irritação de outros nervos), inflamações locais ou outras condições musculoesqueléticas. Uma avaliação com ortopedista especialista em mão ou neurologista pode ajudar a identificar a origem do sintoma.
Durante a investigação, o médico pode solicitar exames como ultrassonografia do punho, radiografia, ressonância magnética ou eletroneuromiografia, dependendo dos achados no exame físico. É importante não adiar a avaliação, especialmente se houver perda de força, formigamento persistente ou piora dos sintomas. Uma consulta permitirá diferenciar causas neurológicas e ortopédicas e indicar o tratamento mais adequado para aliviar a dor e evitar evolução do quadro.
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Tenho arritmia mas sem necessidade de uso de medicação, esqueci de falar na consulta de emergência c
Tenho arritmia mas sem necessidade de uso de medicação, esqueci de falar na consulta de emergência com ortopedista. Estou com fortes dores lombares e a médica receitou miosan 5mg 1 x ao dia antes de dormir. É seguro? Alguém sabe ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Miosan® (ciclobenzaprina) é um relaxante muscular utilizado no tratamento de dores musculares, como algumas lombalgias, porém deve ser usado com cautela em pessoas com histórico de arritmias cardíacas. Esse medicamento pode apresentar efeitos sobre a condução elétrica do coração e, em alguns pacientes predispostos, aumentar o risco de alterações do ritmo cardíaco.
Como você possui histórico de arritmia, mesmo sem necessidade atual de medicação, é importante informar essa condição ao médico que prescreveu o medicamento antes de iniciar ou continuar o uso. O profissional poderá avaliar o tipo de arritmia, seus exames prévios e se existe alguma contraindicação ou necessidade de alternativa terapêutica. Evite ajustar ou suspender medicamentos sem orientação, mas procure uma reavaliação para garantir um tratamento seguro.
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Sou hipertenso, faço uso de atenolol de 25mg, losartana de 50mg e indapen de 1,5mg. Após começar o u
Sou hipertenso, faço uso de atenolol de 25mg, losartana de 50mg e indapen de 1,5mg. Após começar o uso deste medicamento, apresentei alguns problemas de dor de cabeça, isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo sua preocupação. A dor de cabeça após iniciar ou ajustar medicamentos para hipertensão pode acontecer, mas é importante avaliar a causa, pois nem sempre significa que o remédio está fazendo mal.
Os medicamentos que você utiliza têm funções diferentes:
Atenolol 25 mg: é um betabloqueador, que reduz a frequência cardíaca e ajuda no controle da pressão.
Losartana 50 mg: é um bloqueador dos receptores de angiotensina, que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos e controlar a pressão.
Indapamida 1,5 mg: é um diurético, que aumenta a eliminação de sal e água pela urina, auxiliando no controle da pressão.
No início do tratamento, algumas pessoas podem apresentar sintomas como:
Dor de cabeça.
Tontura.
Sensação de fraqueza.
Mal-estar.
Queda da pressão, especialmente ao levantar.
Uma possibilidade é que sua pressão esteja caindo mais do que o seu organismo estava acostumado, principalmente se antes ela permanecia mais elevada. Por outro lado, a própria hipertensão mal controlada também pode causar dor de cabeça, principalmente quando os níveis estão muito altos.
Seria interessante observar:
Qual é o valor da sua pressão durante as dores de cabeça.
Em que horário a dor aparece (antes ou depois dos medicamentos).
Se há outros sintomas associados, como tontura, visão embaçada, náuseas ou palpitações.
Não suspenda nenhum dos medicamentos por conta própria, pois a interrupção pode causar descontrole da pressão. O ideal é conversar com seu médico para avaliar se a dose está adequada e, se necessário, ajustar o tratamento.
Procure atendimento com urgência se a dor de cabeça for muito intensa e súbita, diferente das dores habituais, ou vier acompanhada de sinais como fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar, confusão, desmaio, dor no peito ou falta de ar.
Espero ter ajudado! O controle da hipertensão é fundamental para proteger coração, cérebro e rins, e pequenos ajustes no tratamento são relativamente comuns até encontrar a melhor combinação para cada pessoa. Um abraço!
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Olá, trabalho auxiliando o médico na citologia oncotica e meu jaleco está um pouco curto, minha pele
Olá, trabalho auxiliando o médico na citologia oncotica e meu jaleco está um pouco curto, minha pele está descamando perto do pulso, se cair alguma secreção de paciente nessa área que está descamando corro risco de pegar HIV?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O risco de transmissão do HIV por contato de secreção com uma área de pele descamando depende de a pele estar realmente lesionada, com ferida aberta ou sangramento. Pele íntegra, mesmo ressecada ou descamando, não é uma via habitual de transmissão do HIV. Já contato de sangue ou outros fluidos potencialmente infectantes com pele não íntegra pode exigir avaliação para profilaxia pós-exposição (PEP), idealmente o quanto antes e, quando indicada, até 72 horas após a exposição. Como você trabalha em ambiente de saúde, se ocorrer contato direto com sangue ou material biológico em pele lesionada, lave imediatamente com água e sabão e procure o serviço responsável por acidentes ocupacionais para avaliação individualizada.
Perguntas frequentes
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faz 1 mes que sinto um incômodo na lateral esquerda do pescoço. Já senti uma dor pulsante mas dps pa
Pode ser tensão muscular, linfonodo inflamado ou algo na garganta/refluxo.…