Perguntas do paciente (36)
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Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gosta
Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gostaria de saber se a Terapia DBT é adequada, mesmo que eu não tenha borderline.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a DBT (Terapia Comportamental Dialética) pode ser uma excelente opção, mesmo para quem não tem Transtorno de Personalidade Borderline.
Ela é uma abordagem baseada em evidências que trabalha habilidades como regulação emocional, tolerância ao estresse, organização de comportamentos impulsivos e atenção plena (mindfulness). Essas estratégias podem ser muito úteis para pessoas com TDAH e transtorno bipolar, especialmente quando há dificuldade em lidar com emoções intensas, impulsividade ou instabilidade no dia a dia.
Se você sente que a TCC tradicional não tem atendido às suas necessidades, vale a pena conversar com um psicólogo que trabalhe com DBT para avaliar se essa abordagem faz sentido para o seu caso. Muitas pessoas se beneficiam bastante dessa mudança ou até da combinação de estratégias da TCC e da DBT.
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Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso ne
Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso nela todo dia, até cheguei a namorar outra pessoa depois, mas nunca me senti feliz com o meu relacionamento recente
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de tudo, obrigado por compartilhar isso. Pelo que você descreve, essa experiência parece ter deixado uma marca muito importante na sua vida.
Às vezes, quando sentimos culpa por algo que aconteceu ou ficamos com a sensação de que a história ficou inacabada, é comum a pessoa permanecer presente nos nossos pensamentos por muito tempo. Mais do que esquecer alguém, pode ser importante entender o que essa relação representa para você hoje e como isso tem influenciado sua vida e seus relacionamentos.
Esse é um tema que pode ser trabalhado com bastante cuidado na terapia, para que você consiga compreender esses sentimentos e seguir em frente da forma que fizer mais sentido para você.
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Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n
Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar algo tão delicado. O sofrimento que você descreve é real e merece ser acolhido.
Essa necessidade de revisar o que aconteceu e buscar repetidamente a confirmação de que foi perdoado pode, em alguns casos, estar relacionada à ansiedade ou até a manifestações do TOC, mas isso só pode ser avaliado adequadamente por um profissional.
A boa notícia é que esse padrão pode ser trabalhado em terapia. É possível aprender a lidar com a culpa de forma mais saudável, reduzir a necessidade de buscar confirmação e construir um processo de autocompaixão e aceitação.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto, pois envolve a perda de um vínculo, de planos e de expectativas para o futuro.
Embora seja uma experiência dolorosa, esse processo tende a se tornar mais leve com o tempo, especialmente quando os sentimentos são acolhidos e elaborados, em vez de evitados. A terapia pode ajudar a compreender essa dor, fortalecer os recursos emocionais e favorecer uma reconstrução da vida após o término.
Não existe um tempo "certo" para superar uma perda, mas é possível atravessar esse processo de forma mais saudável e com menos sofrimento.
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TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?
TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível alcançar uma recuperação muito significativa, e o reaparecimento eventual de alguns sintomas não significa que o tratamento falhou ou que a pessoa voltou ao ponto de partida. Com acompanhamento adequado, esses momentos costumam ser mais manejáveis e menos incapacitantes.
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De que maneira o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia os processos de socializaçã
De que maneira o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia os processos de socialização, considerando os mecanismos neurocognitivos envolvidos na regulação emocional, cognição social, funções executivas e sistemas de apego?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A validação familiar e social tem um papel muito importante no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline. Quando a pessoa se sente acolhida, compreendida e ouvida sem julgamentos, ela tende a desenvolver mais segurança emocional e melhor controle das emoções. Relações mais saudáveis e ambientes validantes ajudam na construção da identidade, na redução da impulsividade e na melhora da forma de expressar sentimentos e comportamentos. Além disso, o acompanhamento psicológico pode fortalecer a autoestima e ensinar maneiras mais equilibradas de lidar com conflitos e frustrações.
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“De que maneira o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia o funcionamento interpesso
“De que maneira o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia o funcionamento interpessoal e o processo de socialização do indivíduo, considerando aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Transtorno de Personalidade Borderline pode fazer com que os relacionamentos sejam vividos de forma muito intensa. O medo de rejeição ou abandono pode gerar insegurança, impulsividade e mudanças emocionais rápidas, dificultando a manutenção de vínculos estáveis. Muitas vezes, a pessoa deseja se conectar e ser acolhida, mas acaba sofrendo nas relações por sentir tudo de maneira muito profunda.
Apesar dessas dificuldades, o tratamento psicológico pode ajudar no desenvolvimento do autocontrole emocional, da estabilidade nos relacionamentos e na construção de formas mais saudáveis de lidar com emoções e conflitos, proporcionando mais qualidade de vida e segurança emocional
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“De que forma o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) interfere no desenvolvimento e na manut
“De que forma o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) interfere no desenvolvimento e na manutenção das relações interpessoais, bem como no processo de socialização do paciente ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline pode fazer com que os relacionamentos sejam vividos de forma muito intensa. O medo de rejeição ou abandono pode gerar insegurança, impulsividade e mudanças emocionais rápidas, dificultando a manutenção de vínculos estáveis. Muitas vezes, a pessoa deseja se conectar e ser acolhida, mas acaba sofrendo nas relações por sentir tudo de maneira muito profunda.
Apesar dessas dificuldades, o tratamento psicológico pode ajudar no desenvolvimento do autocontrole emocional, da estabilidade nos relacionamentos e na construção de formas mais saudáveis de lidar com emoções e conflitos, proporcionando mais qualidade de vida e segurança emocional
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“Quais são os impactos dos comprometimentos em funções executivas, controle inibitório, regulação af
“Quais são os impactos dos comprometimentos em funções executivas, controle inibitório, regulação afetiva e processamento socioemocional, associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), sobre o funcionamento interpessoal e os processos de socialização na perspectiva neuropsicológica?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os déficits em áreas do controle emocional e impulsividade podem influenciar diretamente a forma como a pessoa se relaciona com os outros. Em momentos de grande estresse, pode haver dificuldade em pensar antes de agir, lidar com frustrações ou interpretar situações sociais de forma equilibrada. Isso pode tornar os relacionamentos mais instáveis e desgastantes emocionalmente, aumentando sentimentos de insegurança, rejeição e solidão.
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“De que maneira as alterações em funções executivas, regulação emocional e processamento socioemocio
“De que maneira as alterações em funções executivas, regulação emocional e processamento socioemocional associadas ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam o funcionamento social e o processo de socialização do paciente, sob a perspectiva neuropsicológica?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A alteração nestas áreas associadas ao transtorno podem fazer com que situações do dia a dia sejam sentidas de maneira mais intensa. Pequenas frustrações ou conflitos podem provocar grande sofrimento emocional, dificultando a convivência social e a estabilidade nos relacionamentos. Além disso, a impulsividade pode levar a reações rápidas, que depois acabam trazendo culpa ou arrependimento.
O tratamento psicológico , em especial a TCC, pode ajudar no desenvolvimento do autocontrole emocional, na redução da impulsividade e na construção de relações mais saudáveis, promovendo mais equilíbrio emocional e qualidade de vida.
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De que maneira os padrões cognitivos e comportamentais associados ao Transtorno de Personalidade Bor
De que maneira os padrões cognitivos e comportamentais associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) interferem no funcionamento interpessoal e no processo de socialização do indivíduo, considerando a perspectiva da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os padrões cognitivos e comportamentais do TPB podem fazer a pessoa sentir emoções muito intensas e difíceis de controlar. Muitas vezes surgem pensamentos de rejeição, abandono ou medo de não ser aceita, o que pode gerar impulsividade, conflitos e dificuldade em manter relações estáveis. Na socialização, isso pode causar aproximações intensas seguidas de afastamentos, trazendo sofrimento emocional e sensação de insegurança nos vínculos.
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Como a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode começar a praticar a autenticida
Como a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode começar a praticar a autenticidade no dia a dia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline pode praticar autonomia aos poucos, aprendendo a reconhecer emoções, tomar decisões com mais consciência e desenvolver segurança em si mesma. A autonomia não significa “não precisar de ninguém”, mas conseguir cuidar de si e construir relações mais equilibradas.
Algumas formas de praticar isso no dia a dia são:
*Aprender a identificar emoções antes de agir impulsivamente;
criar pequenas rotinas e responsabilidades;
*Praticar dizer “não” e estabelecer limites;
*Tomar decisões simples sem depender sempre da validação dos outros;
*Desenvolver atividades próprias, auto cuidado e regulação emocional; entre outras formas.
O processo terapêutico pode ajudar muito nesse desenvolvimento, oferecendo estratégias para lidar com inseguranças, medo de abandono e impulsividade, favorecendo relações mais saudáveis e maior independência emocional.
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O que significa “núcleo psicopatológico central” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
O que significa “núcleo psicopatológico central” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O núcleo patológico central do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) está ligado, principalmente, à dificuldade em lidar com emoções intensas, ao medo de abandono e a uma autoimagem instável.
Isso pode impactar as relações, gerar impulsividade e trazer sofrimento emocional significativo. A boa notícia é que há tratamento, e abordagens como a Terapia Dialética Comportamental (DBT), considerada padrão-ouro para esse quadro, têm apresentado excelentes resultados.
Atualmente, sigo me aprofundando nessa abordagem por meio de especialização na área, buscando oferecer um cuidado cada vez mais qualificado e baseado em evidências.
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Por que pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são hipersensíveis a micro-sinais
Por que pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são hipersensíveis a micro-sinais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costumam ter um “radar emocional” muito sensível, como se percebessem detalhes nas relações que outras pessoas nem notariam um silêncio, uma mudança no tom de voz, uma resposta mais curta.
É como se esse radar estivesse sempre em alerta para não correr o risco de ser machucado ou abandonado. Por isso, algo pequeno pode ganhar um peso muito maior e despertar emoções intensas.
Não é exagero, é uma forma de sentir mais profunda. E com o acompanhamento certo, é possível aprender a lidar melhor com isso e construir relações mais seguras e leves
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O que é uma “crise silenciosa” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
O que é uma “crise silenciosa” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A “crise silenciosa” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) acontece quando a pessoa está em intenso sofrimento emocional, mas sem demonstrar isso de forma evidente para os outros.
Por fora, pode parecer que está tudo bem. Por dentro, há um turbilhão de emoções como angústia, vazio, medo de abandono ou até pensamentos negativos intensos. Muitas vezes, a pessoa se cala, se afasta ou tenta lidar sozinha com o que está sentindo.
É uma dor que não faz barulho, mas que pode ser muito profunda. Com o apoio adequado, é possível aprender a reconhecer esses momentos e buscar formas mais seguras de cuidado e expressão emocional.
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Como Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e dissimulação se relacionam?
Como Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e dissimulação se relacionam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), o que muitas vezes é percebido como “dissimulação” nem sempre é intencional.
Em muitos casos, trata-se de uma tentativa de lidar com emoções muito intensas, medo de rejeição ou necessidade de manter o vínculo. A pessoa pode mudar a forma de se expressar, omitir ou até adaptar comportamentos como uma estratégia ainda que pouco funcional para evitar conflitos ou abandono. Ou seja, não costuma ser manipulação fria ou calculada, mas sim uma forma de auto proteção emocional. Com o acompanhamento adequado, é possível desenvolver formas mais saudáveis e autênticas de se relacionar.
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Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode gerar comportamento paradoxal de busca e re
Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode gerar comportamento paradoxal de busca e rejeição?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, a pessoa vive um conflito:
quer proximidade, mas teme abandono.
Quando se aproxima, o medo ativa emoções intensas e surgem defesas como afastar, atacar ou “testar” o outro.
Resultado: busca vínculo, mas acaba rejeitando. Uma tentativa de se proteger da dor emocional.
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O que significa “ambivalência afetiva extrema” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
O que significa “ambivalência afetiva extrema” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
[22:09, 26/04/2026] Flávia Anthony: No Transtorno de Personalidade Borderline, a inconsistência geralmente vem da desregulação emocional: a pessoa muda a narrativa conforme o estado afetivo, sem intenção consciente de enganar.
Já a dissimulação intencional tende a ser mais estratégica, coerente e controlada, com objetivo claro.
[22:14, 26/04/2026] Flávia Anthony: No Transtorno de Personalidade Borderline, ambivalência afetiva extrema é a oscilação rápida e intensa entre sentimentos opostos — especialmente em relações.
A mesma pessoa pode ser vista, em pouco tempo, como “perfeita” e depois “horrível”, sem meio-termo. Isso acontece porque há dificuldade em integrar qualidades positivas e negativas ao mesmo tempo.
Na prática, aparece como: *idealização > desvalorização
*amor intenso > raiva ou rejeição
*proximidade > afastamento impulsivo
Não é “falsidade”, mas uma expressão da instabilidade emocional e do medo de abandono. Trabalhos como a Terapia Comportamental Dialética ajudam a construir mais estabilidade nessas percepções e vínculos.
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Como clínicos diferenciam inconsistência de dissimulação intencional no Transtorno de Personalidade
Como clínicos diferenciam inconsistência de dissimulação intencional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, a inconsistência geralmente vem da desregulação emocional: a pessoa muda a narrativa conforme o estado afetivo, sem intenção consciente de enganar.
Já a dissimulação intencional tende a ser mais estratégica, coerente e controlada, com objetivo claro.
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Existe “encenação emocional” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
Existe “encenação emocional” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, o que parece “encenação” geralmente é emoção intensa e desregulada, não atuação consciente.
A expressão pode soar exagerada, mas reflete sofrimento real e dificuldade de regular emoções.
Perguntas frequentes
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Qual é o melhor tratamento para dermatite na região do períneo.
A dermatite na região do períneo pode ter diferentes causas, como irritação…