Perguntas do paciente (24)

  • Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is

    Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
    Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
    O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávio Sagnori

    Sentir angústia por perder coisas pode ser muito frustrante, mas existem algumas estratégias que podem ajudar a aliviar essa sensação. Primeiro, tente criar um sistema organizado para seus pertences, como ter lugares específicos para guardar itens importantes. Isso pode reduzir a frequência com que você perde coisas. Além disso, técnicas de respiração e meditação podem ajudar a acalmar a mente e diminuir a ansiedade. Praticar exercícios físicos regularmente também pode ser benéfico, pois ajuda a liberar endorfinas, que melhoram o humor. Se a angústia continuar a ser um problema significativo, considerar falar com um terapeuta pode ser uma boa ideia. Nós podem oferecer técnicas personalizadas para lidar com esses sentimentos e melhorar sua qualidade de vida.


  • Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávio Sagnori

    Olá, tudo bem? A síndrome de ansiedade generalizada (TAG) se caracteriza por preocupações excessivas e persistentes sobre várias áreas da vida, acompanhadas de sintomas como inquietação, fadiga e dificuldade de concentração, por pelo menos seis meses. Já o transtorno do pânico envolve ataques súbitos e intensos de medo, com sintomas físicos como palpitações, falta de ar e sensação de asfixia, que ocorrem inesperadamente e podem levar a um medo constante de novos ataques.

    Para diferenciar entre os dois, observe se as suas preocupações são generalizadas e contínuas (TAG) ou se você tem episódios intensos e súbitos de pânico (transtorno do pânico). Consultar um profissional de saúde mental é crucial para um diagnóstico correto e para receber o tratamento adequado, que pode incluir terapia, medicação ou ambos


  • Após mais de um ano de avaliação, meu filho de 7 anos foi diagnosticado com Transtorno Disruptivo da

    Após mais de um ano de avaliação, meu filho de 7 anos foi diagnosticado com Transtorno Disruptivo da Regulação do Humor (TDRH). Tem cura? Quais as implicações para a vida adulta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávio Sagnori

    O Transtorno Disruptivo da Regulação do Humor (TDRH) é uma condição diagnosticada em crianças e caracteriza-se por irritabilidade extrema e frequente, acompanhada de explosões de raiva desproporcionais.

    O TDRH não tem "cura" no sentido tradicional, mas é possível gerenciar e reduzir os sintomas significativamente com tratamento adequado. O tratamento geralmente inclui uma combinação de terapias, como psicoterapia, treinamento parental e, em alguns casos, medicação para ajudar a controlar os sintomas. A intervenção precoce é crucial para ajudar a criança a desenvolver habilidades de regulação emocional e sociais.

    Se não tratado adequadamente, o TDRH pode levar a dificuldades contínuas na adolescência e na vida adulta, incluindo problemas com relacionamentos interpessoais, dificuldades acadêmicas e risco de desenvolvimento de transtornos comórbidos, como depressão e ansiedade. Contudo, com suporte e tratamento eficazes durante a infância, muitos indivíduos aprendem a gerenciar seus sintomas e levam uma vida adulta satisfatória e funcional.

    O acompanhamento contínuo e a intervenção precoce são essenciais para minimizar as implicações a longo prazo e promover um desenvolvimento saudável.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávio Sagnori

    Sinto muito por tudo o que você está passando. É compreensível que, após um evento tão traumático como o que você viveu com sua mãe, seus sentimentos e sintomas tenham se intensificado. A medicação pode ajudar, mas muitas vezes não é suficiente por si só. A terapia pode ser uma ferramenta poderosa para lidar com traumas e emoções complexas. Entendo que suas experiências passadas com terapeutas não foram positivas, mas talvez tentar um novo profissional, com uma abordagem diferente, possa ser benéfico. Existem várias formas de terapia, como a terapia, que é eficaz no tratamento da depressão e ansiedade. Além disso, práticas como a meditação e a atividade física também podem complementar o tratamento. Não desista de buscar ajuda; encontrar o suporte certo pode fazer uma grande diferença na sua recuperação e bem-estar.


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