Perguntas do paciente (48)
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Quais são os desafios éticos no atendimento de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline
Quais são os desafios éticos no atendimento de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A questão ética é tão importante quanto a questão relacional, o dia a dia do tratamento. Um aspecto talvez importante de se cuidar tem a ver com os momentos de crise (autoagressões, agressões contra o outro, situações de impulsividade…), sendo por vezes necessário o acionamento da rede de suporte do paciente. Casos complexos podem exigir o trabalho conjunto de outros profissionais como o psiquiatra. Outra questão ética: se o terapeuta entende que não pode cuidar sozinho desse paciente e se sente sobrecarregado no seu cuidado, encaminhá-lo a um colega é também responsabilidade ética.
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Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresenta altos índices de comorbidade?
Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresenta altos índices de comorbidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se pensarmos essa organização psíquica com a imagem de alguém que vive “no fio da navalha”, movido por intensidades ambivalentes, como tudo ou nada, o céu ou o inferno, poderíamos dizer que esse modo de funcionamento flerta com situações humanas mais frágeis ou que colocariam o sujeito em riscos, não apenas da ordem do abuso de substâncias ou das autoagressões, mas do próprio colapso psíquico. Nesse primitivo terreno subjetivo, podem florescer em abundância questões graves de saúde mental. Por isso o acompanhamento de um profissional e diria mais, de uma equipe multiprofissional, se torna essencial no tratamento e evolução da condição.
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O que é o vínculo terapêutico no tratamento de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O que é o vínculo terapêutico no tratamento de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Vínculo é sempre uma relação entre sujeitos, e portanto, algo que envolve expectativas, fantasias, encontros e desencontros. No caso em questão, para a psicanálise, o analista não tem um modelo prévio para cada transtorno psiquiátrico. Embora alguém com esse diagnóstico tenha suas especificidades, é somente na transferência que o vínculo se estabelece (ou não). Do lado do analista, uma disponibilidade acolhedora para escutar esse sujeito em suas particularidades, do lado do paciente ou analisando, a aposta de encontrar no profissional um lugar seguro, ético e responsável.
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. Por que eu não consigo aceitar que meu corpo mudou tanto depois do tratamento de linfoma?
. Por que eu não consigo aceitar que meu corpo mudou tanto depois do tratamento de linfoma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, uma pergunta intrigante a sua. Como lidamos com as perdas? Podemos superá-las aceitando o que nos foi tirado, aquilo que perdemos, ou a nova condição que a vida nos impôs? Tenho dúvidas se somos capazes de aceitar tudo. E mesmo se tivermos capacidade e repertório para aceitar as mudanças, será que queremos aceitar as modificações que uma doença impõe ao nosso corpo? São perguntas muito inteligentes que você parece que tem feito a si mesma/o. Esse corpo novo, digamos assim, esse novo jeito de olhar para si tem te desafiado. Mas há um outro corpo que também é seu, embora tenha sofrido uma mudança. O que fazer com esses corpos, novo e antigo, com a memória deles? Tem a ver com luto? Tem a ver com atualizar a visão que se tem de si mesma/o? Como se sente nessa nova condição? Perguntas, perguntas, perguntas! Seguimos nos interrogando na tentativa de elaborar nossas angústias.
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Existe Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) refratário (resistente ao tratamento)?
Existe Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) refratário (resistente ao tratamento)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Casos muito graves podem ser refratários, o importante é buscar um profissional de confiança. Fico à disposição!
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Boa noite, eu acho que devo iniciar terapia online, mais não sei se devo, talvez psicanalista, tenho
Boa noite, eu acho que devo iniciar terapia online, mais não sei se devo, talvez psicanalista, tenho timidez, já tive episódios de ansiedade e alguns problemas na área sentimental, estresse em relação ao trabalho, não sei como iniciar ou em que focar para tratar primeiro
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tuas preocupações são válidas. O que tratar primeiro? A análise é uma experiência de fala onde é possível se escutar de um jeito completamente diferente e que pode ser transformador. Falo como analista e como analisando. Não tenho dúvida de que você descobrirá o que tratar ao se por nesse dispositivo investigativo que é a análise. Não é incomum tratarmos temas diversos ao mesmo tempo, dado que em nosso psiquismo (subjetividade) tudo se associa em redes de significados e significantes. Mesmo com timidez não se reprima, se lance! Boa sorte nessa jornada!!!
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Qual a importância do autocuidado para a prevenção da saúde mental?
Qual a importância do autocuidado para a prevenção da saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Práticas de autocuidado são sempre bem-vindas em qualquer situação. Viver ocupado com os outros, com o trabalho e quaisquer outras obrigações e não ter tempo e energia para cuidar de si mesmo é um imenso contra-senso. Aprender a cuidar de si, se escutar, olhar para as nossas necessidades particulares, além de prevenir problemas relacionados à saúde mental, é uma atitude de respeito e amor próprio.
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Olá, tenho TOC com pensamentos repugnantes. Estudei bastante o TOC pela ótica da TCC, e ela sempre m
Olá, tenho TOC com pensamentos repugnantes. Estudei bastante o TOC pela ótica da TCC, e ela sempre me ajudou muito com meus conflitos. No entanto, comecei a estudar a teoria do TOC pela psicanálise (neurose obsessiva). A maioria dos psicanalistas que acompanho aborda os pensamentos intrusivos como manifestações de desejos inconscientes reprimidos que emergem à consciência. Em outras palavras, seria um processo de substituição: como o desejo reprimido é considerado imoral, ele é recalcado e depois retorna de forma distorcida como pensamento intrusivo. No entanto, achei essa explicação superficial e até desesperadora — dizer que aquilo que você mais repudia é, na verdade, um desejo inconsciente. Será que esses pensamentos não poderiam surgir de medos, traumas ou mecanismos que não envolvem, necessariamente, o desejo? Alguém poderia, por gentileza, me orientar sobre isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você tem razão, se a compreensão da psicanálise para os atos e pensamentos obsessivos se resumisse à teoria do retorno do desejo reprimido na forma de sintoma, seria simplificar demais o fenômeno. Ainda que na base da teoria freudiana exista essa compreensão, no decorrer da obra, ele esmiúça como isso acontece, você precisaria estudar, se te interessa, o mecanismo obsessivo por trás desses pensamentos e ações obsessivas, ou intrusivas, como você chama. Recomendo o caso completo do Homem dos Ratos, do Freud. Mas de lá pra cá a teoria psicanalítica avançou muito. Existem outras explicações psicanalíticas para o TOC que abrem mão do conflito neurótico na sua compreensão. Recomendo a obra De Narciso a Sisífo, Os sintomas compulsivos hoje, de Julio Verztman, Regina Herzog, Teresa Pinheiro. Um abraço!
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Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um
Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um processo de luto relacionado a perda de outra pessoa? Tipo: um casal se separa ou alguém perde um ente querido, mas eu sinto como se tivesse sido comigo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pergunta boa! Somos capazes de sentir em nós mesmos aquilo que os outros sofrem? Particularmente acredito que sim. Um exemplo, alguém que vive um trauma indiretamente, ao presenciar alguém sendo assaltado violentamente. Ou só de ouvir de outra pessoa algo extremamente violento ou excitante (algo que impressiona), sentir como se fosse consigo mesmo. O luto dos outros também pode nos afetar, sem dúvida. Isso demonstra que você pode ser mais sensível do que outras pessoas, que não vive indiferente à dor do outro. Alguns chamariam isso de empatia. Na psicanálise há um conceito interessante pra isso, identificação. Algo do outro que se conecta com algo da gente.
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Olá! Existe alguma base científica para a ideia de que o jeito como adormecemos influencia o jeit
Olá!
Existe alguma base científica para a ideia de que o jeito como adormecemos influencia o jeito como acordamos?
Por exemplo: se eu costumo adormecer imóvel e calmo, o cérebro pode repetir esse padrão ao acordar — fazendo com que eu desperte também imóvel, sem me mexer logo?
Isso valeria tanto para atitudes físicas quanto para o último pensamento ou intenção que tive antes de dormir?
Estou interessado nisso principalmente por questões de consciência no despertar e práticas de sono lúcido.
Agradeço desde já!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É uma pergunta curiosa essa que te move. Não será difícil encontrar algumas linhas de resposta nesses chats de Inteligência artificial, como o GPT. Mas arrisco aqui dizer que as coisas que fazemos (comportamentos, pensamentos) antes de dormir interferem nos nossos sonhos. Freud chama isso de restos diurnos, elementos da vigília que o aparelho psíquico utiliza como elemento aparente do sonho. No entanto, para a psicanálise, o que mais interessa não são tanto as cenas que aparecem em nossos sonhos, mas os chamados pensamentos oníricos, esses guardam os conteúdos inconscientes reprimidos. E como os sonhos realizam desejos não permitidos ou não reconhecidos, é nesses conteúdos que devemos prestar atenção.
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Estou tomando paroxetina XR posso tomar uma cerveja
Estou tomando paroxetina XR posso tomar uma cerveja
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ideal é conversar com seu médico. Em princípio, poucas medicações são contra-indicadas associadas ao álcool. Alguns profissionais falam da sobrecarga que essas duas substâncias podem acarretar. Mas feito com moderação não teríamos grandes prejuízos. Se o uso da medicação for por alguns meses apenas vale você se perguntar se consegue abrir mão da cerveja por tanto tempo, se consegue ótimo. Caso não consiga, converse com seu médico sobre estratégias de redução de danos. Cuidado em saúde se faz também com muita negociação e imposição não melhora a vida de ninguém. Um abraço!
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Já amava meu psicólogo antes mesmo de iniciar a terapia com ele e ele tbm demonstrava q gostava de m
Já amava meu psicólogo antes mesmo de iniciar a terapia com ele e ele tbm demonstrava q gostava de mim. Penso em falar com ele na terapia sobre isso. Como os doutores sabem que não é fantasia, pq comigo não é fantasia, já gostava mto antes da terapia. Como vocês afirmam q realmente é amor e o q fazer após isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Amor sempre é amor. Seja ele um amor romântico ou transferencial (nome que os psicanalistas dão para esse amor do paciente pelo terapeuta). Amor ou raiva/ódio são afetos parentes, se não houvesse nada, uma total indiferença, isso sim falaria de uma relação que “não vibrou”. Não sei o que você fará com esse afeto, só te digo que ele pode ser um interessante tema para perguntar-se sobre si mesmo e suas relações com os outros, em sua terapia/análise. Avante!
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Bem, eu sou uma mulher trans e tenho 20 anos, estou em meu primeiro relacionamento com um homem cis
Bem, eu sou uma mulher trans e tenho 20 anos, estou em meu primeiro relacionamento com um homem cis hétero, e já faz exatamente um mês que estou com ele, durante esse período eu percebi que sempre que recebo contato ou dou contato pra ele (tipo abraço, beijo, mão com mão, QUALQUER TIPO DE INTERPRETAÇÃO) eu fico com minha genitália lubrificando! E aponto de escorrer pelas minhas pernas! Sempre que toco nele fico assim! E nem sou operada, ainda possuo pênis, isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bem-vinda. Ficar excitada quando interage com o cara com quem está se relacionando não tem nada de anormal, ainda mais sendo teu primeiro relacionamento, já que é uma experiência nova pra ti. Aproveite, desfrute do coração batendo, da respiração ofegante, amar é ótimo. Com o tempo também será natural se você não sentir mais esse tipo de excitação ou sentir que as intensidades são outras. As coisas tendem a ir ganhando outros contornos, as importâncias vão mudando de lugar. Está tudo bem também!
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Me masturbei durante o banho banho e me senti sujo e mal porque meu irmão estava em outro cômodo e m
Me masturbei durante o banho banho e me senti sujo e mal porque meu irmão estava em outro cômodo e mesmo que eu estivesse no banho, de porta fechada eu me sinto mal por ele estar "próximo" de certa forma e não consigo parar de sentir essa culpa, como se eu fosse alguém nojento. O que fazer? Sou diagnosticado com TOC
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Se masturbar é uma das primeiras formas de autoprazer que o ser humano vivencia desde que era bebê. A satisfação sexual por meio da masturbação não tem nada de errado ou prejudicial à saúde, pelo contrário (exceções, compulsões são outra coisa). Porém, quando se tocar para obter prazer passa a ser um ato que envolve culpa, nojo e medo de punição, por exemplo, isso pode revelar a existência de fantasias inconscientes que precisam ser investigadas com a ajuda da psicoterapia. Porque um ato em si prazeroso traria como rebote os sentimentos que você descreve sentir? Qual a tua relação com o teu desejo sexual por outras pessoas? Qual o teu conceito de sexualidade e de prazer sexual? Como é tua relação com o teu corpo e o corpo do outro? Como é a visão de sexo, o que se fala a respeito, na tua família? São questões que te convido a refletir. Espero que te ajude!
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Fui encaminhada para sessões de neuropsicologia pela minha psiquiatra. Quando fui realizar a marcaçã
Fui encaminhada para sessões de neuropsicologia pela minha psiquiatra. Quando fui realizar a marcação, verifiquei que há uma profissional que coincidentemente é minha psicóloga. Gostaria de saber se posso escolher ela ou se há algum tipo de impedimento a nível ético ou algo do tipo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Veja, tua dúvida já diz alguma coisa sobre uma preocupação com a relação de vocês. Acho importante destacar isso que você reconhece ao se perguntar antes de decidir. Realmente existe uma relação transferencial (como nomeia a psicanálise) entre paciente e terapeuta. E ela precisa ser preservada para que nela seja possível enfrentar aqueles nós que nos levaram a pedir ajuda e começar um processo terapêutico. Então, eu diria que ser avaliada através de testes neuropsicológicos pela tua própria terapeuta pode ter impacto sobre a tua análise. Em alguns casos eu mesmo, forneço um laudo psicológico para os pacientes que atendo já a algum tempo, mas são situações muito específicas, na maioria das vezes prefiro que outro profissional avalie e explico a pessoa meus motivos. De qualquer modo acho pertinente você se perguntar. E por outro lado, vamos ver o que tua psicóloga vai achar. Por lei ou pelo código de ética do psicólogo não vejo impedimento. Mas tudo o que acontece em uma análise vai além das questões legais, não é mesmo? O inconsciente está aí também… Sucesso nas suas buscas!
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Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no ps
Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no psiquiatra ele disse que é um sintoma de Desrealização, o que posso fazer pra minimizar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Precisava te ouvir mais para tentar te ajudar a entender esse sentimento de desligamento da realidade. Claro que é comum, às vezes, a gente se “desconectar” do presente em algumas situações, no trabalho, nas relações amorosas, por exemplo. A pergunta que te faria é para onde você está indo quando se desliga? Ou, se manter conectado ao presente e a si mesmo tem sido mais difícil? Tem algum evento ou situação que está tomando tua atenção, o investimento da tua energia? Em fim, estou por aqui interessado em te ouvir mais. Qualquer coisa me avisa, um abraço!
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Esquecer da margem no palografico e depois voltar ao alinhamento, pode reprovar em concurso publico?
Esquecer da margem no palografico e depois voltar ao alinhamento, pode reprovar em concurso publico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olha, não me preocuparia com esse detalhe na resolução do teste. Se não vira uma prova, não se trata de um Enem psicológico. Além da resolução dos testes ser algo privativo do profissional psicólogo, isso pode até te deixar mais inseguro ou ansioso na hora do teste. Não caia em contos do vigário espalhados pela internet de que saber como responder vai te ajudar. Isso perde até o sentido do teste. Confiança em si mesmo e tranquilidade ajudam mais nessa hora. O teste mede o que precisa ser medido, não determina quem você é. No mais, sucesso!
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Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?
Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem!? Interessante a tua pergunta. Responderia que essa diferença você encontra fácil no Google ou com ajuda das ferramentas de Inteligência artificial. Mas como você faz essa indagação aqui nesse espaço que é pra gente pensar juntos, como acontece por outras vias durante uma sessão de análise, me ocorre pensar que esse tema das modalidades das relações está em alta. Acho importante, porque se relacionar com outra pessoa não está predeterminado. Demanda dialogar, quebrar a cabeça para perguntar a si mesmo o que eu quero de mim numa relação amorosa e o que eu quero desse outro. O convite aqui é que você se faça esse tipo de pergunta: o que significa para mim uma relação amorosa, que tipo de vínculo eu estou disponível para construir, quem sabe até explorar outras formas de estar junto, tudo cabe se você e o outro amoroso estão interessados em viver, independente do que os outros vão pensar. Pense nisso e fico à disposição! Um abraço!
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Estou com depressão e ansiedade fortes por um gatilho que para mim foi um desastre, a morte de minha
Estou com depressão e ansiedade fortes por um gatilho que para mim foi um desastre, a morte de minha mãe. Eu não estou tendo bons resultados com antidepressivos, tomo 20mg de escilex mais rivotril e não estou funcional. Gostaria de saber qual a melhor psicoterapia breve para voltar a ficar funcional logo, pois posso perder o emprego. Obrigado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bem-vinda ou bem-vindo.
Difícil te responder essa pergunta sem pensar em como é e foi para você viver essa perda, que não é qualquer perda, não é?
“Voltar a ficar funcional” para não perder o emprego, o que tem sua importância, não seria apressar as coisas, em se tratando de viver o processo de luto, tão compreensível quanto esperado?
Não te dou aqui respostas prontas aqui, só faço algumas pontuações para você pensar, se você me permite.
Talvez não seja possível (e está tudo bem se isso acontecer) voltar a “produzir” e “funcionar” de acordo com tuas expectativas e dos outros dentro de um prazo programado.
Acho interessante, por outro lado, tua aposta na terapia. Mas te convido a não cair em promessas vazias (inclusive de profissionais), pois no final das contas não somos máquinas que precisam “funcionar” dentro de uma “performance” imaginária, de nenhum mercado de trabalho. A vida é mais que isso.
Um abraço!
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Boa noite! Quando eu estudo, tiro nota baixa; quando não estudo tiro nota alta. Quando quero tira
Boa noite!
Quando eu estudo, tiro nota baixa; quando não estudo tiro nota alta.
Quando quero tirar uma nota boa, e eu sei a resposta certa, crio teorias ate colocar a errada ou divido que é mesmo a certa; e quando eu não ligo, tiro uma nota muito mais alta. Eu tenho toc, seria isso um sintoma ou só auto-sabotagem?
Isso é comum? Já viram casos parecidos?
Obrigada de antemão.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Bem-vinda.
Te perguntaria se essas tuas certezas (não estudar, estudar, nota alta, nota baixa) acontecem sempre do mesmo jeito ou as coisas podem variar.
Fico pensando se as ideias assim muito fixas no uso dessa “máquina” de pensar que é a mente não vão nos deixando sujeitos aprisionados em uma rigidez da própria vida.
O convite é para olhar a si mesma e tentar entender de onde vêm esses automatismos, a fim de que a vida consiga fluir um pouco mais, não é?
Um abraço!
Perguntas frequentes
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Estou amamentando e meu bebê tem 10 meses. Posso tomar picolinato de cromo?
Picolinato de cromo durante a amamentação: Não há evidências suficientes…