Perguntas do paciente (36)
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde, tudo bem?
Evidentemente, você passou por muitas coisas na vida que estão se manifestando hoje em dia. Sinto muito por isso. Sinto que o processo de psicoterapia pode te ajudar a entender melhor esses traumas, como eles aparecem hoje em dia e principalmente como lidar com essas sensações. Por enquanto, tente ser gentil com você. Você não é uma namorada defeituosa, você está em sofrimento real por motivos reais. Vamos cuidar disso.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite! Vou tentar tocar em alguns pontos do que foi dito:
"Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo" Você sente essa necessidade, isso é real, isso está com você!
"Não quero soar fútil" Você não soa fútil. Essa é uma questão real que te traz sofrimento, é um tema que merece cuidado.
"pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso" É dificil ter a expectativa que a idade - por si só - te dará a resposta para todos os problemas. Você está em busca dessa resposta, ser gentil com você nesse processo pode ajudar.
"Gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida" Você sabe o que você quer, isso é um passo fundamental!! Agora sabemos qual é a busca.
"Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém?" Todas essas coisas não podem coexistir?
"Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz?" Como você responde a essa perguntas?
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Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo
Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, qualquer processo de psicoterapia tem o potencial de te ajudar com essas questões!
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Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz
Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite!
Entender essa dificuldade, como/quando ela se apresenta, quais são seus métodos atuais para lidar com isso, qual são os métodos que podemos adicionar e por aí seguimos.
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia!
Sinto que aqui há vários pontos a serem entendidos. Você faz a conexão de após a gravidez você fica mais no celular, recorre mais a pornografia, o que conecta esses dois pontos? Quais são seus entendimentos acerca do que está acontecendo com você?
Em sessão, você pode entender esse e demais pontos, conhecer sobre a situação e assim estar orientado para um processo terapêutico mais eficaz.
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Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t
Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como você está? Obrigado pela pergunta.
Existe aqui no seu texto a ideia de que esse comportamento dele é compulsão ou coisa da sua cabeça. Como quem diz isso é um problema ou eu que to achando problema.
E na realidade, o fato é que que isso te incomoda. Esse é um comportamento do seu namorado que te incomoda. Podemos conversar sobre esse incomodo, sobre esse comportamento. O ponto não tá em isso é compulsão ou coisa da sua cabeça. O ponto é isso te incomoda, vamos fazer algo com isso. O que podemos fazer? E partimos daí! :)
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Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixon
Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível. Principalmente porque você quer que seja possível, está pensando sobre isso, tentando entender tudo isso. Intencionando que gostaria de mudar.
Evidentemente existem mais etapas no caminho, e um processo psicoterápico pode ajudar com isso, mas perceba que é você que faz essas etapas e segue-as então porque não seria possível?
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Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar
Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia pode atender suas necessidades! Se você sente que isso poderia te ajudar poderia ser combinado com o profissional! :)
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Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com
Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua dor e ansiedade fazem todo sentido. Você está deixando uma pessoa que cuidou de você por décadas – é uma separação, mesmo que não seja definitiva.
Mas tem um detalhe: se você ficar pensando que ela está sofrendo, você não vai conseguir viver a sua vida. Isso não é egoísmo – é sobrevivência. Sua mãe pode sentir falta, claro. Mas você pode criar outras formas de estar perto: ligações, visitas, rotina de contato.
O que você não pode fazer é se culpar por viver. Se quiser, podemos marcar uma sessão para pensar juntos em como equilibrar sua responsabilidade afetiva com sua necessidade de seguir em frente. Não precisa resolver tudo agora.
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua cachorrinha
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Talvez a primeira coisa a fazer seja desconfiar da própria pergunta. Porque "tudo depende de mim" não é um fato – é uma crença. E como toda crença, ela veio de algum lugar, teve uma função em algum momento, mas pode estar pesando mais do que ajudando agora. O que você está sentindo é real, mas o que você está dizendo sobre o que sente talvez não seja.
Pare de tentar parar de sentir. Comece a tentar se perguntar: o que eu tô carregando que não é meu? O que eu posso devolver, dividir, deixar pra lá? Isso não resolve o sentimento de uma hora pra outra, mas abre espaço pra você não ser refém dele. E, talvez, o mais importante: sentir que tudo depende de você também pode ser um jeito de controlar o que te assusta. Mas você não controla o mundo – só controla como responde a ele. E isso já é muito.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, um término pode – e deve – ser considerado um luto. Não só pela pessoa que se foi, mas pelo futuro que você imaginou, pelos rituais que se perderam, pela versão de você que existia naquela relação. Terminar é perder uma vida possível. E perder é luto.
Luto não é só sobre morte. É sobre o que não volta mais. E, num término, o que não volta é a rotina, o afeto compartilhado, os planos, a presença. Você chora não só por quem foi, mas por quem você era com ela. A dor é legítima porque a perda é real.
Como superar? Não se supera. Se atravessa. Você não vai esquecer, não vai substituir, não vai parar de sentir de uma hora pra outra. O que você pode fazer é habitar esse luto: dar nome, espaço, tempo. Sentir sem se afogar. Chorar sem culpa. Falar sem medo. Se permitir, aos poucos, se reorganizar – não para preencher o vazio, mas para aprender a conviver com ele.
Aos poucos, a dor não some – ela muda de lugar. Vira cicatriz em vez de ferida aberta. E você segue, não porque superou, mas porque aprendeu a carregar diferente.
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Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
que você descreve não é frescura, nem fraqueza, nem falta de vontade. É fobia social – um transtorno que transforma o ato mais simples da vida, como dizer "bom dia", numa batalha de sobrevivência. A sua reação não é desproporcional ao que está acontecendo; ela é proporcional ao que você está sentindo. E o que você sente é real.
Essa vontade de sumir, de nunca mais precisar falar com ninguém, não é um desejo de isolamento – é um grito de cansaço. Você está exausta de lutar contra o próprio corpo toda vez que abre a boca. E a pior parte é que, no fundo, você sabe que tem potencial, que gostaria de se conectar, mas o medo bloqueia qualquer tentativa.
O seu medo de não ser levada a séria também faz parte do ciclo: a fobia social te faz duvidar até da sua própria dor. Mas você não precisa se convencer de que é grave para merecer cuidado. Você já perdeu tempo demais tentando se encolher. O que você precisa agora é de um espaço onde possa falar sobre isso sem ser julgada, sem ter que provar nada, só para começar a respirar.
O especialista que você procura existe: é um psicólogo ou psicóloga com experiência em ansiedade e fobia social. E o tratamento existe – e funciona. Mas não é sobre "se livrar" do medo como quem apaga um incêndio. É sobre aprender a conviver com ele até que ele comece a perder o tamanho que tem hoje.
Você não precisa virar uma pessoa extrovertida. Você só precisa deixar de ser refém da própria existência. E isso se constrói passo a passo, com acompanhamento, acolhimento e, sim, enfrentamento – mas no seu tempo, do seu jeito, com alguém que saiba segurar o barco. Se quiser, podemos começar por aí. Estou aqui para isso.
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do ponto de vista psicológico, reconstruir o respeito depois de anos de conflito e ofensa é extremamente difícil, mas não impossível. O que precisa ficar claro é que respeito não é um sentimento que se recupera com conversa boa ou promessa de mudança – é um padrão relacional que se desgastou até o osso.
Por fim, respeito não se decreta. Se constrói devagar, com escuta, com pausa, com a disposição de olhar o outro como alguém que também sofreu, mesmo que tenha errado. Se o desrespeito foi tão fundo que um dos dois já não vê o outro como sujeito de valor, aí talvez a pergunta não seja mais "como reconstruir" – mas sim "o que ainda vale a pena ser reconstruído
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Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de
Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está é compreensível diante do contexto que você trouxe. Sentir tristeza a ponto de querer se isolar, chorar sem entender de onde vem e, ao mesmo tempo, perceber que não consegue se expressar sem pisar em ovos – isso é o corpo e a mente gritando que algo não está bem.
A tristeza que você sente não é o problema: ela é o sintoma. Ela está avisando que a sua voz está sendo abafada, que a sua experiência não encontra espaço seguro para ser dita. Quando a gente não é validado nas relações mais próximas, a gente começa a duvidar do que sente – e aí a tristeza vira confusão.
Você não precisa saber exatamente de onde vem cada lágrima. O que importa agora é você se permitir sentir sem se culpar por sentir. Se você está chorando, tem motivo – mesmo que ainda não tenha nome. E se você não está sendo ouvida, talvez seja hora de questionar se esse é o lugar onde você quer continuar se calando
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Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas
Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.
Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.
Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Vai passar! Principalmente diante do processo de estar em terapia entendendo esses pontos, como eles te afetam e o que fazer com essa questão!
Perguntas frequentes
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É possível termos sentimentos ou sensações que não queremos ter? Ontem eu estava acordando, ainda c
Bom dia, tudo bem? Obrigado pela pergunta.
"É possível…