Perguntas do paciente (14)
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Tive uma consulta hoje com uma psicóloga. Levei o meu problema com TOC. Achei que ela iria querer ou
Tive uma consulta hoje com uma psicóloga. Levei o meu problema com TOC. Achei que ela iria querer ouvir sobre o meu histórico com a doença, mas ela me cortava e, de forma muito impositiva, dizia que eu deveria mudar minha rotina, por exemplo, indo para a academia de manhã ao invés de ir a noite.
Eu questionei isso e ela perguntou se eu ia fazer o que eu quero ou o que ela quer.
Sei que existe psicologia breve ou estratégica, mas achei ir longe demais escolher, por mim, o horário que eu devo ou não fazer minhas atividades.
Além disso, ela mencionou ajustar o meu remédio para dormir, ou que ela me mandaria ir para uma psiquiatra paga.
Esse tipo de atendimento é assim mesmo?
Foi minha primeira vez com ela. Meu TOC atrapalha muito minha vida e eu fui achando que seria escutado, e não fui.
Gostaria da opinião dos profissionais, porque estou muito decidido a procurar outro profissional.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oii, como vai? Pelo que você relatou, sua experiência não foi nada acolhedora, e é completamente compreensível que você se sinta frustrado. Na psicoterapia, o papel do psicólogo não é impor mudanças ou decidir coisas por você, mas sim te ajudar a encontrar caminhos que façam sentido para a sua vida. O tratamento do TOC pode envolver estratégias comportamentais e mudanças na rotina, mas isso deve ser feito com escuta, respeito e construção conjunta, não de forma autoritária.
Além disso, um psicólogo não pode prescrever ou ajustar medicações, já que isso é função do psiquiatra. Ele pode sugerir que você busque um acompanhamento psiquiátrico, mas a forma como isso foi colocado para você pareceu pouco sensível.
Se você se sentiu desrespeitado e não acolhido, buscar outro profissional é uma decisão válida e importante. A relação terapêutica precisa ter confiança e segurança para que o tratamento funcione.
E vale lembrar que não é porque você teve essa experiência ruim, que todas as terapias serão assim. Vale a pena encontrar um profissional que realmente escute suas necessidades e te ajude de forma respeitosa.
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Eu perdi total interesse no meu marido, de 2 anos pra cá principalmente, está mais insuportável, eu
Eu perdi total interesse no meu marido, de 2 anos pra cá principalmente, está mais insuportável, eu nem consigo ter relações sexuais com ele, na verdade sinto que não quero nem me relacionar sexualmente com ninguém. Prefiro usar acessórios de sex shop para me satisfazer. Mantenho o casamento exclusivamente por causa dos meus filhos e são pequenos e ele é um excelente pai, mas tudo que ele faz pra mim só me desagrada, tem dia que sinto vontade de sumir, não suporte nem olhar na cara dele, mas aí lembro que meus filhos precisam dele. Uns anos atrás tentei separar dele mas ele entrou em depressão e até pensou em suicídio. Para aguentar essa vida frustrada eu foquei e voltar a estudar para concursos públicos, mas cada dia eu fico vendo ele se definhar tb, ele não se cuida, está ficando barrigudo, fica postergando uma cirurgia no joelho e com isso não faz atividade física, é um homem sem perspectiva de crescimento no trabalho não faz nada para melhorar, a nossa renda é insuficiente mas pra ele está bom. Estou num ponto que cansei de falar e conversar, é muito desgastante, eu aceitei que ele não vai mudar mas infelizmente não consigo ficar na inercia. Ele agora está ficando com problema de ejaculação precoce eu pedi pra ele transar com outras mulheres pq pra mim definitivamente não vale a pena meu esforço na cama só para ele se satisfazer - que use as próprias mãos para isso. Em fim, tantas questões, suporto sempre pensando nos meus filhos. Será que outros casais passam por isso e como eles conseguem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oii, tudo bem? Muitos casais, ao longo dos anos, enfrentam fases difíceis no relacionamento. O desgaste pode surgir por diversos motivos: falta de conexão emocional, sobrecarga do dia a dia, dificuldades financeiras, mudanças individuais que afastam um do outro ou até mesmo questões mais complexas e inconscientes.
Quando há filhos envolvidos, a decisão de continuar juntos pode ser ainda mais complexa. O medo do impacto que uma separação pode causar nos pequenos pode fazer com que as pessoas permaneçam em um relacionamento que já não traz felicidade. Mas é extremamente importante lembrar que as crianças percebem o ambiente em que vivem. Um lar onde há ressentimento, frustração e distanciamento pode afetá-las tanto quanto uma separação.
Por isso, buscar apoio profissional pode ser um passo importante. A terapia pode ajudar cada um a entender seus sentimentos, suas necessidades e até mesmo encontrar caminhos para lidar com essa fase da melhor maneira possível. Seja para reconstruir a relação, buscar uma separação mais saudável ou simplesmente para fortalecer o bem-estar emocional de todos os envolvidos, o acompanhamento psicológico pode oferecer suporte para tomar decisões com mais clareza e menos sofrimento. Nem sempre é fácil enxergar sozinho a necessidade de mudança, e um espaço terapêutico pode ajudar a encontrar novos caminhos.
Todos merecem relações saudáveis, baseadas no respeito e no bem-estar mútuo. E quando o amor de casal já não existe, o cuidado pode se transformar em um olhar atento para que ambos encontrem o que realmente precisam para seguir em frente.
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Minha filha de 4 anos só gosta de ver monstros, zumbis, sangue pessoas sendo esfaqueadas coisas feia
Minha filha de 4 anos só gosta de ver monstros, zumbis, sangue pessoas sendo esfaqueadas coisas feias no YouTube e coloco no Kids e quando me distraio um pouco ela põe no normal pra ver essas coisas não gosta de nenhum desenho infantil. Eu quero saber se isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oii, como vai? Quando uma criança pequena demonstra uma preferência intensa por conteúdos assustadores, como monstros, zumbis e cenas violentas, pode ser um sinal de que algo precisa ser explorado com mais atenção. Isso não significa, necessariamente, que há algo "errado", mas sim que é importante entender de onde vem esse interesse e o que ele pode representar emocionalmente para a criança.
As crianças expressam emoções de formas diferentes, e muitas vezes os interesses delas refletem questões internas que ainda não conseguem verbalizar. Pode ser curiosidade, uma forma de lidar com medos, ou até mesmo uma maneira de chamar atenção para algo que está sentindo.
Vale a pena investigar com mais profundidade. O acompanhamento psicológico pode ser um recurso valioso para compreender melhor esse comportamento e ajudar a criança a desenvolver formas mais saudáveis de lidar com suas emoções.
O mais importante é abordar essa situação com acolhimento, sem julgamentos, mas com a consciência de que entender o que está por trás desse comportamento pode ser essencial para o desenvolvimento emocional da criança.
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Abuso psicológico afeta tanto saúde mental quanto física ?
Abuso psicológico afeta tanto saúde mental quanto física ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O abuso psicológico pode, sim, afetar tanto a saúde mental quanto a física. Muitas vezes, a dor emocional que ele causa pode ser difícil de perceber, mas ela tem um grande impacto no corpo também. O estresse constante, a ansiedade e a sensação de estar sempre inseguro ou desvalorizado podem acabar se refletindo em sintomas físicos, como cansaço excessivo, dores de cabeça, dificuldades para dormir, ou até dores no corpo, como tensão muscular.
Além disso, a pessoa pode sentir uma dificuldade em se concentrar, ter mudanças no apetite ou sentir um peso emocional constante, que pode afetar o humor e a disposição. Isso acontece porque a mente e o corpo estão profundamente conectados, e o abuso psicológico ativa respostas fisiológicas que afetam todo o organismo.
Por isso, é essencial buscar apoio, seja através da psicoterapia, para cuidar da saúde emocional, ou até acompanhamento médico, caso seja necessário. O processo de recuperação é possível e começa com o reconhecimento de que você merece estar bem, tanto mental quanto fisicamente. Se precisar de apoio, não hesite em procurar ajuda.
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O que pode desencadear uma crise existencial de uma pessoa adulta ?
O que pode desencadear uma crise existencial de uma pessoa adulta ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oii, como vai? Uma crise existencial pode surgir em momentos de mudança, perdas ou quando a vida parece estar no piloto automático. Questionamentos sobre propósito, identidade e futuro podem gerar angústia, especialmente diante de incertezas ou da sensação de estar desconectado de si mesmo. Muitas vezes, a vida profissional também pode ser um gatilho, seja por insatisfação, sobrecarga, falta de propósito ou até mesmo por sentir que está no caminho errado. Em alguns casos, a falta de motivação, o isolamento ou o medo do futuro podem intensificar esses sentimentos.
Embora desconfortável, esse processo também pode ser um convite ao autoconhecimento. Revisitar crenças, explorar novas possibilidades e entender melhor seus sentimentos pode trazer mais clareza e direção. Buscar apoio, como na terapia, pode ajudar a enfrentar esses questionamentos com mais leveza e encontrar novos significados para a própria trajetória.
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Tenho vários problemas para relacionar com a minha família, meus amigos e companheiros de trabalho.
Tenho vários problemas para relacionar com a minha família, meus amigos e companheiros de trabalho. Sou muito estourada. Gostaria de saber o que é melhor para mim: psicanálise ou psicoterapia comportamental
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Tanto a Psicanálise quanto a Psicoterapia Comportamental podem te ajudar, mas de formas diferentes. Se seu principal objetivo é entender suas emoções e o que está por trás das suas dificuldades, a Psicanálise pode ser interessante. Mas se você quer aprender a controlar suas reações e melhorar suas relações de forma mais prática e estruturada, a Psicoterapia Comportamental pode ser mais eficiente.
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O que perguntar na primeira entrevista psicológica?
O que perguntar na primeira entrevista psicológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na primeira consulta de psicoterapia, o objetivo é criar um espaço acolhedor e seguro para que possamos nos conhecer e estabelecer uma boa relação terapêutica. Para começar, eu costumo perguntar o que te trouxe até a terapia e quais são os principais desafios que você está enfrentando no momento. Essa é uma maneira de entendermos juntos o que está te incomodando e como podemos trabalhar nisso.
Também é importante saber se você já fez terapia antes e como foi sua experiência, para que eu possa entender melhor suas expectativas e preferências. A partir daí, vamos falar sobre os seus objetivos com a terapia – o que você espera alcançar e como podemos caminhar para atingir essas metas.
Explorar como você tem lidado com as questões ou desafios que está enfrentando até agora também faz parte do processo. Quero entender quais estratégias você já utilizou e como podemos trabalhar para encontrar formas mais eficazes de lidar com esses desafios.
Outro ponto fundamental é conversar sobre como você tem se sentido nos últimos tempos, em relação ao seu humor e disposição. Isso ajuda a identificar como suas emoções têm impactado o seu dia a dia. Além disso, é interessante saber um pouco sobre a sua rotina diária e o contexto em que você vive, para percebermos se algo no ambiente pode estar influenciando suas questões emocionais.
Por fim, pergunto se você tem algum histórico de problemas de saúde mental na sua família, já que isso pode nos dar uma visão mais ampla sobre fatores genéticos e familiares que podem estar afetando você. E também, caso já tenha sido diagnosticado com algum transtorno ou recebido acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, essa informação será importante para entender melhor sua história.
A ideia dessa primeira conversa é acolher você de forma empática e sem julgamentos, para que possamos trabalhar juntos no que você precisa. Ao final da sessão, vou perguntar o que você espera dessa primeira experiência terapêutica, para que possamos alinhar nossas expectativas e seguir no processo de autoconhecimento e bem-estar.
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O que fazer quando não sei o que falar na terapia?
O que fazer quando não sei o que falar na terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum se sentir sem palavras durante uma sessão de terapia, mas isso não significa que o processo não está sendo eficaz. A terapia é um espaço seguro onde você pode expressar até mesmo o que parece indefinido. Se não souber o que falar, pode começar compartilhando o que está sentindo ou mencionando a dificuldade de se expressar. Às vezes, um simples comentário sobre algo que aconteceu no dia ou um pensamento que teve pode abrir portas para um entendimento mais profundo. O terapeuta está ali para ajudar você a encontrar o que está por trás dessas sensações, e não há pressa. O mais importante é confiar no processo e saber que cada palavra ou silêncio é válido.
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O que é psicoeducação parental? .
O que é psicoeducação parental? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoeducação parental é um processo de orientação e aprendizado que busca fornecer aos pais ou cuidadores informações e estratégias baseadas no conhecimento psicológico, para que possam lidar de forma mais eficaz com os desafios da criação dos filhos. Seu objetivo principal é ajudar os pais a entender melhor o comportamento das crianças, compreender o desenvolvimento infantil e aprender como as práticas parentais impactam no bem-estar emocional e comportamental dos filhos.
A psicoeducação parental não se limita apenas a dar conselhos sobre como lidar com o comportamento das crianças, mas também ajuda os pais a refletirem sobre sua própria forma de agir, suas emoções e como elas influenciam suas interações com os filhos. É um processo colaborativo, no qual o profissional de saúde mental orienta os pais, enquanto oferece um espaço de escuta e apoio, respeitando a individualidade e as necessidades da família.
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Minha filha de 5 anos tem uma mania muito especifica de puxar o próprio mamilo, começou já faz tempo
Minha filha de 5 anos tem uma mania muito especifica de puxar o próprio mamilo, começou já faz tempo mas nos últimos meses toda vez que olho pra ela, ela está com a mão dentro da blusa puxando o bico do peito. Pesquiso na internet e não tem nada sobre o que pode ser isso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, entendo sua preocupação! Quando uma criança apresenta um comportamento repetitivo como esse, é natural querer encontrar respostas rapidamente, mas a internet nem sempre pode oferecer um entendimento completo. Esse hábito pode ter diferentes significados – pode ser uma forma de autorregulação, uma questão sensorial ou estar relacionado a algum outro fator emocional ou comportamental.
Para compreender melhor o que está acontecendo, o ideal é buscar um acompanhamento profissional. Um psicólogo infantil ou um neuropsicólogo pode ajudar a investigar se há algo por trás desse comportamento, entender suas causas e orientar a melhor forma de lidar com a situação. Cada criança é única, e olhar para isso com atenção e cuidado pode fazer toda a diferença no desenvolvimento dela.
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Eu tenho problemas com ansiedade a muito tempo, e isso tá me afetando de mais, por mais que respire
Eu tenho problemas com ansiedade a muito tempo, e isso tá me afetando de mais, por mais que respire fundo ou penso em algo positivo, a ansiedade nunca para, e eu descobri que tenho fobia social, eu não saio de casa por nada, a não ser ir pra escola, e minhas aulas voltaram ontem, faltei por outro motivo, e hoje faltei de novo porque minha ansiedade atacou muito ao ponto de eu passar mal, eu não sei se tem algo haver com a fobia social, porque toda vez que vou sair eu fico ansiosa e fico enjoada; eu não consigo também comer em lugares públicos porque eu fico enjoada e tenho vontade de vomitar, eu tenho esses problemas desde os meus 10 anos...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oii! Eu imagino o quanto isso deve estar sendo difícil para você. A ansiedade pode ser muito intensa e, quando sentimos que ela está tomando conta do nosso dia a dia, é um sinal de que precisamos olhar para isso com mais cuidado. Na terapia, é possível explorar o que está por trás desses sentimentos e encontrar formas para que você consiga lidar com essas situações de um jeito mais leve e saudável. O primeiro passo pode parecer desafiador, mas você não precisa enfrentar isso sozinha. Caso queira, posso te ajudar nesse processo.
Além da terapia, em alguns casos, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser um apoio importante. Às vezes, a ansiedade pode precisar de um suporte extra, e um profissional pode avaliar se alguma medicação poderia te ajudar nesse momento. Isso não significa que você terá que tomar remédios para sempre, mas pode ser um recurso para aliviar os sintomas enquanto trabalha em estratégias para o seu bem-estar.
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Eu tenho ansiedade generalizada, com pânico e fobia social, faço acompanhamento com a psicóloga vai
Eu tenho ansiedade generalizada, com pânico e fobia social, faço acompanhamento com a psicóloga vai fazer 3 anos e essa semana ela disse que não poderá mais atender e não sabe quando vai voltar, acontece que ela não me deu meu diagnóstico em escrito, eu posso pedir pra ela ? ( eu faço acompanhamento com psiquiatra do sus, e faço uso do medicamento também) alguém pode tirar essa dúvida? Posso pedir pra ela meu diagnóstico ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Sim, você tem o direito de solicitar o seu diagnóstico por escrito. Como sua psicóloga já te acompanha há bastante tempo, ela pode fornecer um relatório psicológico descrevendo sua evolução no tratamento, os sintomas apresentados e o diagnóstico clínico, se houver.
Esse documento pode ser importante para dar continuidade ao seu acompanhamento com outro profissional ou para apresentar ao seu psiquiatra do SUS.
Caso ela não possa fornecer, seu psiquiatra também pode documentar o diagnóstico com base no histórico do seu tratamento e sintomas.
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Quais os benefícios da terapia ABA para adultos autistas?
Quais os benefícios da terapia ABA para adultos autistas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Terapia ABA pode ser uma grande aliada para adultos dentro do Espectro Autista, sempre levando em conta suas necessidades e individualidade. Um dos principais benefícios é ajudar a aumentar a autonomia no dia a dia, facilitando a organização da rotina, o autocuidado e a realização de tarefas de um jeito mais tranquilo. Também pode contribuir para melhorar a comunicação e as interações sociais, tornando mais fácil expressar pensamentos e sentimentos, além de entender melhor as situações ao redor.
Outro ponto super importante é o apoio na regulação emocional, ajudando a lidar com estresse, ansiedade e mudanças inesperadas. No trabalho ou nos estudos, a ABA pode auxiliar na criação de estratégias para melhorar a concentração, a produtividade e a adaptação a diferentes ambientes. Além disso, pode ser uma ferramenta valiosa para compreender certos comportamentos e encontrar formas mais saudáveis e funcionais de lidar com eles.
O essencial é que tudo isso seja feito de forma acolhedora e respeitosa, priorizando sempre o bem-estar do indivíduo e valorizando sua autonomia.
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É possível eu ter um atendimento picicologico no SUS mesmo eu tendo 12 anos? Tem alguma chance de te
É possível eu ter um atendimento picicologico no SUS mesmo eu tendo 12 anos? Tem alguma chance de ter encontros e pare papos sem a presença de um responsável?
Prazer me chamo Lara tenho 12 anos e moro em MG BetimRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, Lara! Que bom que você está buscando informações sobre terapia, isso já mostra um cuidado muito especial com você mesma.
Sim, é possível ter atendimento psicológico pelo SUS, mesmo tendo 12 anos. Você pode procurar um posto de saúde ou um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) na sua cidade para saber como funciona o acesso na sua região. Em muitos casos, o atendimento para crianças e adolescentes envolve a presença de um responsável no primeiro contato, mas depois o psicólogo pode avaliar se você pode ter momentos sozinha na terapia, respeitando seu bem-estar e sua privacidade.
Se sentir que precisa de apoio, conversar com um adulto de confiança pode ser um bom caminho para te ajudar a buscar esse atendimento.
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Perguntas frequentes
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Doente com Cardiomiopatia Hipertrófica Apical e Insuficiência Cardíaca, 68 anos, pode viajar avião?
Em muitos casos a viagem aérea é possível quando a insuficiência cardíaca…