Perguntas do paciente (228)

  • A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES)

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) a se adaptar a mudanças no estilo de vida devido à trombose mesentérica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico a se adaptar a mudanças no estilo de vida após trombose mesentérica.
    Ela auxilia a lidar com frustrações e ansiedade relacionadas às novas limitações.
    Técnicas de reestruturação cognitiva promovem atitudes mais positivas diante das mudanças.
    A TCC ensina estratégias de enfrentamento para manter hábitos saudáveis e adesão ao tratamento.
    Assim, contribui para maior bem-estar, resiliência e qualidade de vida.


  • Quais são os benefícios da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) na redução de sintomas de ansiedad

    Quais são os benefícios da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) na redução de sintomas de ansiedade em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e trombose mesentérica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico e trombose mesentérica a reduzir sintomas de ansiedade.
    Ela ensina a identificar pensamentos ansiosos e substituí-los por interpretações mais realistas.
    Técnicas de relaxamento e controle emocional ajudam a reduzir tensão física e mental.
    A TCC promove estratégias de enfrentamento para lidar com exames, tratamentos e incertezas da doença.
    Com isso, melhora o bem-estar, a adesão ao tratamento e a qualidade de vida.


  • Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) e trombose mesentérica precisam de um acompanhamento

    Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) e trombose mesentérica precisam de um acompanhamento psicológico contínuo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico e trombose mesentérica se beneficiam de acompanhamento psicológico contínuo.
    O suporte psicológico ajuda a lidar com ansiedade, medo e incertezas sobre a doença.
    Ele promove estratégias de enfrentamento para sintomas físicos e emocionais.
    O acompanhamento contínuo fortalece a adesão ao tratamento médico e a resiliência.
    Também contribui para melhorar a qualidade de vida e o bem-estar emocional a longo prazo.


  • A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes com lúpus e

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) e trombose mesentérica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode melhorar a qualidade de vida de pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico e trombose mesentérica.
    Ela ajuda a reduzir ansiedade, medo e pensamentos negativos sobre a doença.
    Técnicas de reestruturação cognitiva e enfrentamento promovem maior controle emocional.
    A TCC estimula hábitos e comportamentos que favorecem bem-estar e resiliência.
    O acompanhamento psicológico complementa o tratamento médico, fortalecendo a saúde mental e a adesão ao cuidado.


  • A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar pacientes a lidar com a falta de sintomas evide

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar pacientes a lidar com a falta de sintomas evidentes do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico a lidar com a falta de sintomas evidentes.
    Ela auxilia a identificar pensamentos ansiosos ou dúvidas sobre o diagnóstico.
    Técnicas de reestruturação cognitiva ajudam a reduzir preocupação excessiva e insegurança.
    A TCC ensina estratégias de enfrentamento para aceitar a doença mesmo sem sintomas visíveis.
    Também fortalece a adesão ao tratamento e promove maior controle emocional.


  • Como o diagnóstico de trombose mesentérica pode afetar psicologicamente um paciente com lúpus eritem

    Como o diagnóstico de trombose mesentérica pode afetar psicologicamente um paciente com lúpus eritematoso sistêmico (LES), sem sintmas evidentes ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Mesmo sem sintomas evidentes, o diagnóstico de trombose mesentérica em um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico pode causar **medo e insegurança**.
    O paciente pode se sentir vulnerável e preocupado com complicações futuras.
    É comum surgirem ansiedade, dúvidas sobre o diagnóstico e sensação de imprevisibilidade da doença.
    Esses sentimentos podem afetar o humor, o sono e a motivação para seguir o tratamento.
    O acompanhamento psicológico ajuda a reduzir a ansiedade e fortalecer o enfrentamento da condição.


  • Como o diagnóstico de trombose mesentérica pode afetar psicologicamente um paciente com lúpus eritem

    Como o diagnóstico de trombose mesentérica pode afetar psicologicamente um paciente com lúpus eritematoso sistêmico (LES), sem sintmas evidentes ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O diagnóstico de trombose mesentérica pode gerar **medo e ansiedade**, mesmo em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico sem sintomas evidentes.
    O paciente pode sentir insegurança sobre complicações futuras e sobre a própria saúde.
    É comum surgirem dúvidas sobre a gravidade da doença e desconfiança do diagnóstico.
    Essas emoções podem afetar o humor, a qualidade do sono e a disposição para seguir o tratamento.
    O apoio psicológico ajuda a lidar com o medo, reduz a ansiedade e fortalece o enfrentamento da doença.


  • Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) e trombose mesentérica podem se beneficiar da Terapi

    Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) e trombose mesentérica podem se beneficiar da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no combate à depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico e trombose mesentérica podem se beneficiar da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
    A TCC ajuda a identificar e modificar pensamentos negativos que contribuem para a depressão.
    Ela ensina estratégias de enfrentamento, melhora o humor e fortalece a resiliência emocional.
    Técnicas de reestruturação cognitiva e atividades comportamentais aumentam o engajamento em atividades prazerosas.
    O acompanhamento psicológico complementa o tratamento médico, promovendo bem-estar e qualidade de vida.


  • O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está desconfiado do diagnóstico e sente que os médi

    O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está desconfiado do diagnóstico e sente que os médicos podem estar exagerando. Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudá-lo a lidar com essa desconfiança? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda o paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico a identificar pensamentos de desconfiança sobre o diagnóstico.
    Ela ensina a diferenciar percepções negativas de evidências médicas reais.
    Técnicas de reestruturação cognitiva ajudam a reduzir a ansiedade e o ceticismo excessivo.
    A TCC também promove estratégias de enfrentamento para lidar com dúvidas sem comprometer o cuidado.
    Assim, o paciente consegue manter confiança na equipe médica e aderir ao tratamento de forma mais tranquila.


  • Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) podem ser aconselhados a seguir uma terapia cognitiv

    Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) podem ser aconselhados a seguir uma terapia cognitiva-comportamental (TCC) mesmo sem sintomas evidentes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico podem se beneficiar da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) mesmo sem sintomas evidentes.
    A TCC ajuda a lidar com ansiedade, insegurança e dúvidas sobre o diagnóstico.
    Ela ensina estratégias de enfrentamento para situações médicas e incertezas futuras.
    Também fortalece a adesão ao tratamento e promove controle emocional.
    Assim, contribui para prevenção de sofrimento psicológico e melhora da qualidade de vida.


  • O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) não apresenta sintomas típicos e teve apenas trombo

    O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) não apresenta sintomas típicos e teve apenas trombose mesentérica. Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a lidar com a dúvida sobre o diagnóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Mesmo sem sintomas típicos, o Lúpus Eritematoso Sistêmico pode gerar dúvidas e insegurança sobre o diagnóstico.
    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda a identificar pensamentos ansiosos e distorções sobre a doença.
    Ela ensina estratégias para lidar com a incerteza e reduzir preocupações excessivas com sintomas futuros.
    Técnicas de reestruturação cognitiva e relaxamento promovem maior controle emocional.
    A TCC funciona como complemento ao acompanhamento médico, fortalecendo confiança no diagnóstico e adesão ao tratamento.


  • Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES), sem sintomas evidentes podem usar a Terapia Cogniti

    Pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES), sem sintomas evidentes podem usar a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para reduzir a ansiedade antes de exames de imagem para trombose mesentérica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico mesmo sem sintomas evidentes podem se beneficiar da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
    A TCC ajuda a identificar e reduzir pensamentos ansiosos relacionados a exames, como os de imagem para trombose mesentérica.
    Técnicas de relaxamento, reestruturação cognitiva e estratégias de enfrentamento podem diminuir a ansiedade pré-exame.
    Além disso, a TCC promove maior controle emocional e bem-estar durante o acompanhamento médico.
    É um complemento seguro e eficaz ao cuidado clínico, sem substituir o tratamento médico regular.


  • Boa tarde fiz um teste no psicotecnico para concurao policial, o cta onde teve as 3 atenções, qual o

    Boa tarde fiz um teste no psicotecnico para concurao policial, o cta onde teve as 3 atenções, qual o mínimo exigido por esse teste para está apto? Tenho 29 anos!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Bom dia! No teste psicotécnico para concursos policiais, o CTA (Concentração e Atenção)avalia atenção concentrada, sustentada e seletiva, mas os critérios exatos podem variar conforme o edital ou a banca examinadora.

    Geralmente, não há um “número fixo único” divulgado publicamente, mas sim percentuais mínimos de acerto ou desempenho padronizado por faixa etária. Para alguém com 29 anos, o desempenho exigido costuma estar dentro da média normativa da idade adulta jovem, mas cada instituição define seu próprio corte.

    O ideal é consultar o manual do psicotécnico do concurso específico ou o edital, que detalha a pontuação mínima para ser considerado apto.

    Se quiser, posso te explicar como funciona cada tipo de atenção no CTA e quais estratégias aumentam seu desempenho e chances de aprovação. Quer que eu faça isso?


  • Estou tendo pensamentos de que a vida esta se repetindo do mesmo jeito eternamente. Sei que o pensam

    Estou tendo pensamentos de que a vida esta se repetindo do mesmo jeito eternamente. Sei que o pensamento nao faz sentido. Isso pode ser classificado como uma paranoia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O que você está descrevendo não parece exatamente uma paranoia, que envolve desconfiança ou medo de que outros queiram te prejudicar.
    Pensamentos de que a vida se repete ou sensação de “déjà vu existencial” podem estar relacionados a ansiedade intensa, ruminação ou sintomas depressivos, especialmente quando você percebe que eles “não fazem sentido”.
    Mesmo reconhecendo que o pensamento é irracional, ele pode gerar angústia significativa, o que é comum em transtornos de ansiedade ou estresse psicológico.
    Falar com um psicólogo pode ajudar a entender esses pensamentos, reduzir a ansiedade associada e desenvolver formas de interromper a ruminação.


  • Tenho tido insônia nas últimas semanas, principalmente associada à ansiedade. O problema começou apó

    Tenho tido insônia nas últimas semanas, principalmente associada à ansiedade. O problema começou após uma noite em claro, quando fui dormir muito tarde depois de estudar no tablet e não consegui dormir, o que me deixou bastante ansioso. Isso veio após semanas já ruins de sono por conta de uma alergia.

    Depois disso, entrei em um ciclo em que a preocupação com o sono passou a atrapalhar. Consultei um psiquiatra e comecei Donaren 50 mg, tendo cerca de uma semana de melhora. Porém, um episódio em que um barulho atrapalhou meu sono (dormi só cerca de 2 horas) reativou a ansiedade. Desde então, ao deitar, fico ansioso com a possibilidade de não dormir.

    Sempre tive um intervalo normal de 30 a 60 minutos para pegar no sono, mas agora esse tempo virou gatilho de ansiedade.

    Minha higiene do sono está bem estruturada: desligo o celular às 20h, uso luz baixa e amarela, tomo banho antes de dormir, mantenho o quarto fresco e uso melatonina sublingual.

    Durante o dia, a ansiedade é bem menor (às vezes nem penso nisso), mas à noite surge uma antecipação do problema.

    O que eu poderia fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O que você descreve é muito comum em insônia de manutenção e insônia por antecipação, em que o medo de não dormir se torna o próprio gatilho da ansiedade. O seu histórico mostra que a higiene do sono está bem estruturada, o que é ótimo, mas a ansiedade noturna precisa de estratégias específicas.

    Algumas abordagens práticas que podem ajudar:

    Técnicas de relaxamento antes de deitar: respiração diafragmática lenta, relaxamento muscular progressivo ou meditação guiada ajudam a reduzir a ativação fisiológica que mantém a ansiedade.
    Evitar “obsessão pelo sono” na cama: se não conseguir dormir após 20–30 minutos, levante-se, vá para outro cômodo com luz baixa e faça algo tranquilo (ler, ouvir música calma), voltando à cama somente quando sentir sono.
    Diário da ansiedade: anote preocupações ou pensamentos sobre o sono antes de deitar, como se estivesse “guardando” eles no papel para liberar a mente.
    Exposição gradual à ansiedade noturna: deitar-se sem tentar forçar o sono e praticar aceitação da dificuldade momentânea, reduzindo o medo de não dormir.
    Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia (TCC-I): é o padrão-ouro para casos como o seu, ajudando a reestruturar pensamentos ansiosos sobre o sono e quebrar o ciclo de antecipação.


  • Saudação de acordo ao horário do dia! Estou num relacionamento a 5 anos ,e já houve traição de amba

    Saudação de acordo ao horário do dia!
    Estou num relacionamento a 5 anos ,e já houve traição de ambas as partes,mas a gente continuo juntos. Mas ultimamente tenho desejado muito ter relações sexuais com a minha parceira,envolvendo terceiros.
    Será que isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Perfeito! Para um paciente, de forma acolhedora e em até 3 linhas, você pode dizer:

    “É normal ter fantasias, mesmo em relacionamentos longos.
    O importante é conversar com a parceira com respeito e sem pressa.
    Um psicólogo pode ajudar a explorar esses desejos de forma segura e saudável.”


  • . Por que eu não consigo aceitar que meu corpo mudou tanto depois do tratamento de linfoma?

    . Por que eu não consigo aceitar que meu corpo mudou tanto depois do tratamento de linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    É normal sentir dificuldade em aceitar mudanças no corpo após o tratamento de linfoma.
    O tratamento pode gerar alterações físicas visíveis e sintomas que afetam autoestima e identidade, e isso gera luto pelo “corpo de antes”.
    Sentir tristeza, frustração ou estranhamento é uma reação natural ao impacto da doença na vida e na imagem corporal.
    O acompanhamento psicológico ajuda a processar essas emoções, reconstruir a autopercepção e fortalecer a aceitação do corpo atual.
    Com tempo e apoio, é possível integrar essas mudanças à sua identidade, mantendo autoestima e bem-estar.


  • . Como ajudar a família a lidar com o luto quando alguém está no final da vida?

    . Como ajudar a família a lidar com o luto quando alguém está no final da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Ajudar a família a lidar com o luto no final da vida envolve **escuta e acolhimento** das emoções de cada membro.
    É importante permitir que expressem tristeza, medo, raiva ou dúvidas sem julgamento.
    Manter comunicação clara sobre a situação e decisões médicas reduz ansiedade e confusão.
    Criar momentos de conexão, lembranças e afeto fortalece os vínculos e o suporte emocional.
    O acompanhamento psicológico ou grupos de apoio podem ajudar a família a processar o luto e a enfrentar a perda de forma mais saudável.


  • Eu posso ter uma vida significativa enquanto lido com o luto antecipatório?

    Eu posso ter uma vida significativa enquanto lido com o luto antecipatório?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim, é possível ter uma vida significativa mesmo durante o luto antecipatório.
    Aceitar os sentimentos de tristeza, medo e preocupação é o primeiro passo para lidar com eles de forma saudável.
    Manter conexões sociais, cultivar momentos de prazer e cuidar de si mesmo ajuda a preservar qualidade de vida.
    Planejar e realizar atividades significativas, mesmo diante da incerteza, fortalece o senso de propósito.
    O acompanhamento psicológico pode apoiar no processamento emocional e no desenvolvimento de estratégias para viver plenamente durante esse período.


  • Como posso lidar com a ansiedade em relação ao futuro, especialmente com relação ao tratamento e à i

    Como posso lidar com a ansiedade em relação ao futuro, especialmente com relação ao tratamento e à incerteza sobre a cura do linfoma ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sentir ansiedade sobre o futuro durante o tratamento de linfoma é comum, devido à incerteza sobre a cura.
    Focar no presente, cuidando de cada etapa do tratamento, ajuda a reduzir preocupações excessivas.
    Práticas de respiração, meditação e atenção plena podem aliviar a tensão e melhorar o controle emocional.
    Conversar com a equipe médica e esclarecer dúvidas sobre o tratamento aumenta a sensação de segurança.
    O acompanhamento psicológico oferece ferramentas para lidar com ansiedade, organizar pensamentos e fortalecer a resiliência.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.