Perguntas do paciente (6)
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Como a memória processual é avaliada na neuropsicologia?
Como a memória processual é avaliada na neuropsicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na neuropsicologia, a memória processual é avaliada principalmente por meio de tarefas práticas de aprendizagem e repetição, nas quais se observa se a pessoa melhora o desempenho com a prática, mesmo sem ter consciência explícita do que aprendeu, como em tarefas de sequência motora (punho-borda-palma, sequência de dedos), desenho no espelho, tarefas de reação seriada no teclado e atividades que exigem automatização progressiva; analisa-se velocidade, redução de erros, fluidez e manutenção do ganho ao longo das tentativas, além da observação clínica funcional do quanto o indivíduo consegue adquirir e automatizar rotinas e habilidades no dia a dia, diferenciando esse desempenho de atenção, memória operacional e velocidade de processamento
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O que é avaliado especificamente na Avaliação Neuropsicológica ?
O que é avaliado especificamente na Avaliação Neuropsicológica ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Avaliação Neuropsicológica são avaliadas, de forma integrada, as principais funções cognitivas e emocionais que sustentam o funcionamento do indivíduo, incluindo atenção (sustentada, seletiva e alternada), memória (imediata, tardia, verbal, visual e operacional), funções executivas (planejamento, inibição, flexibilidade, tomada de decisão), linguagem (compreensão, expressão, nomeação e fluência), habilidades visuoespaciais e visuoconstrutivas, velocidade de processamento, praxias, além de aspectos emocionais, comportamentais e de adaptação funcional, sempre considerando a história clínica, escolaridade, contexto sociocultural e impacto dessas funções na vida diária, com o objetivo de compreender o perfil cognitivo, identificar possíveis déficits, orientar diagnóstico e direcionar intervenções.
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Quais são as diferenças entre Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) “Puro” e Transtorno Obsessivo-Co
Quais são as diferenças entre Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) “Puro” e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) “Comum” ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
“De forma simples: o TOC sempre envolve pensamentos que causam ansiedade e comportamentos para aliviar esse desconforto.
No chamado TOC ‘comum’, esses comportamentos aparecem por fora, como conferir, lavar, organizar ou repetir ações.
No TOC chamado de ‘puro’, os comportamentos acontecem mais na mente: a pessoa fica analisando o pensamento, buscando certeza, tentando neutralizar ou se tranquilizar mentalmente.
Ou seja, nos dois casos o funcionamento é o mesmo — muda apenas onde a compulsão acontece.
Isso é importante porque o tratamento trabalha justamente aprender a não alimentar esses rituais, mesmo quando eles são mentais.”
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Como o Modelo Transdiagnóstico se Aplica ao Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência I
Como o Modelo Transdiagnóstico se Aplica ao Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O modelo transdiagnóstico, aplicado à Deficiência Intelectual, foca nos processos comuns (como dificuldades cognitivas, emocionais e sociais) em vez de apenas no diagnóstico em si. Isso permite compreender melhor as comorbidades frequentes e orientar intervenções mais flexíveis e personalizadas.
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Quais são as principais ferramentas utilizadas na Avaliação Psicológica de Orientação Profissional
Quais são as principais ferramentas utilizadas na Avaliação Psicológica de Orientação Profissional (AOP) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Avaliação Psicológica de Orientação Profissional (AOP), utilizam-se testes padronizados aprovados pelo SATEPSI, como inventários de interesses (BBT-Br, SDS, LIP), de personalidade (16PF, Zulliger, Palográfico) e de aptidões cognitivas (Raven, G-36, DAT), aliados a entrevistas clínicas, anamnese, inventários de valores, técnicas projetivas e atividades exploratórias de carreira. Essa integração de métodos quantitativos e qualitativos permite compreender interesses, habilidades, traços de personalidade e valores do indivíduo, oferecendo um direcionamento profissional mais consistente e personalizado.
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É normal uma criança de seis anos não reconhecer cores? Sou professora, mas estou trabalhando com ed
É normal uma criança de seis anos não reconhecer cores? Sou professora, mas estou trabalhando com educação infantil a três anos, tirando o fato do daltonismo, fiquei com essa dúvida, pois algumas crianças aprendem as cores rápido, mas um em especial não conseguiu ainda.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Aos 6 anos a criança já deve reconhecer e nomear as cores. Seria importante uma avaliação de um neuropediatra e de um oftalmologista inicialmente.
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Perguntas frequentes
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Estou com o Diu de cobre e prata há 8 meses e ainda tenho sangramentos de escape todos os dias, seme
diu, dispositivo intrauterino, de cobre com prata, ou seja, sem hormônio,…