Perguntas do paciente (60)

  • Uma adulta com transtornos como borderline, bipolaridade e depressão é alguém que necessita de tutel

    Uma adulta com transtornos como borderline, bipolaridade e depressão é alguém que necessita de tutela familiar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Na questão de um adulto com transtornos como borderline, bipolaridade e depressão necessitar de tutela ou curatela, a resposta é que isso depende significativamente da capacidade individual da pessoa de tomar decisões e cuidar de si mesma.

    Embora esses transtornos sejam condições sérias e possam, em alguns casos, impactar significativamente a vida de uma pessoa, não implicam automaticamente na necessidade de tutela ou curatela. Muitas pessoas com esses diagnósticos conseguem viver de forma independente e gerenciar suas condições com o tratamento adequado, incluindo psicoterapia e medicação.

    A curatela é uma medida legal que se destina a proteger pessoas que, comprovadamente, não têm capacidade para tomar decisões seguras por conta própria. Este é um processo judicial e não é comumente aplicado a pessoas com transtornos mentais, a menos que haja evidências claras de incapacidade decisória.

    Em muitos casos, o apoio de familiares ou pessoas de confiança pode ser extremamente benéfico no processo de tratamento, oferecendo suporte emocional e assistência prática. No entanto, isso não necessariamente equivale à perda da autonomia do indivíduo. Decisões sobre a necessidade de curatela devem ser baseadas em avaliações cuidadosas da capacidade da pessoa em questão de gerir sua própria vida e tomar decisões responsáveis, sempre considerando o objetivo de preservar a sua independência e dignidade ao máximo possível.


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    Consulta Psicologia

  • Minha filha tem 11 anos no 5 ano sabe escrever mas não sabe ler o que devo fazer.

    Minha filha tem 11 anos no 5 ano sabe escrever mas não sabe ler o que devo fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entendo sua preocupação com a dificuldade de leitura de sua filha de 11 anos, que está no 5º ano. É essencial abordar essa situação com atenção, pois a capacidade de ler é fundamental para o aprendizado e desenvolvimento geral. A primeira etapa recomendada é realizar uma avaliação educacional e neuropsicológica. Isso é importante para identificar possíveis desafios específicos de aprendizagem ou questões neuropsicológicas que possam estar impactando a habilidade de leitura dela. Especialistas como neuropsicólogos ou psicopedagogos podem conduzir testes detalhados para entender o perfil de aprendizado da sua filha e determinar áreas específicas que necessitam de suporte.

    Além disso, a colaboração com a escola é fundamental. Professores e educadores podem fornecer percepções importantes sobre como ela está se saindo em sala de aula e podem implementar estratégias de ensino que sejam mais eficazes para o estilo de aprendizado dela. Estratégias específicas de intervenção educacional, como tutoria especializada ou suporte de leitura, podem ser necessárias. Estas podem incluir métodos que focam nas dificuldades particulares que ela enfrenta, como programas de leitura que utilizam abordagens multi-sensoriais, que são muitas vezes úteis para crianças com dificuldades de leitura.

    Criar um ambiente de apoio em casa também é crucial. Encorajar a leitura de maneira positiva e sem pressão pode ajudar a construir a confiança dela e despertar seu interesse pela leitura. Escolher livros que correspondam aos interesses dela e praticar a leitura compartilhada podem ser formas eficazes de melhorar suas habilidades de leitura e tornar a experiência mais agradável.

    Por fim, é importante considerar os aspectos emocionais relacionados às dificuldades de aprendizado. Tais desafios podem impactar a autoestima e a autoconfiança da criança. Apoio emocional em casa ou através de aconselhamento pode ser benéfico para ajudá-la a lidar melhor com esses desafios.

    Como especialista em Neuropsicologia, estou disponível para uma consulta inicial para discutir suas preocupações e oferecer orientações adicionais sobre como abordar as dificuldades de leitura da sua filha.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Eu nasci com criptorquidia unilateral, más aos 9 anos fui submetido a uma cirurgia e o testículo foi

    Eu nasci com criptorquidia unilateral, más aos 9 anos fui submetido a uma cirurgia e o testículo foi colocado no devido lugar, más com o passar do tempo o mesmo voltou a desaparecer do saco escrotal, e actualmente tenho 20 anos...! Será que isso ter filhos???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entendo sua preocupação em relação à criptorquidia e suas possíveis implicações na fertilidade. A condição que você descreve, onde o testículo não permanece no escroto mesmo após a cirurgia corretiva, é algo que definitivamente requer atenção médica especializada. A criptorquidia pode impactar a fertilidade, principalmente se não tratada adequadamente ou se houver complicações pós-tratamento. Isto ocorre porque os testículos são mantidos no escroto, que tem uma temperatura ligeiramente mais baixa do que o resto do corpo, o que é essencial para a produção de espermatozoides saudáveis. Se um testículo não está no escroto, pode haver impacto na produção e qualidade dos espermatozoides, afetando potencialmente a fertilidade.

    Dado que você está com 20 anos e observou que o testículo voltou a subir após a cirurgia, recomendo fortemente que você procure um urologista para uma avaliação completa. O urologista pode realizar exames para avaliar a posição do testículo, a saúde geral dos seus órgãos reprodutivos e discutir opções de tratamento. Além disso, eles podem realizar testes para avaliar sua fertilidade, como uma análise de sêmen, para determinar se há alguma preocupação atual.

    É importante abordar essa questão o quanto antes, pois quanto mais cedo você receber orientação e tratamento adequados, melhores serão as chances de preservar ou melhorar sua fertilidade. Além disso, o acompanhamento regular é essencial para garantir a saúde geral dos órgãos reprodutivos.

    Como especialista em Neuropsicologia, embora minha área de expertise não esteja diretamente relacionada a questões urológicas ou de fertilidade, entendo a importância de abordar questões médicas com profissionais adequados e o impacto que condições como a criptorquidia podem ter no bem-estar emocional e psicológico. Se você sentir que precisa de apoio para lidar com as preocupações e o estresse relacionados a essa condição, estou disponível para uma consulta inicial gratuita.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Teleconsulta

  • Olá, boa tarde! Como vocês explicam o behaviorismo radical?

    Olá, boa tarde!
    Como vocês explicam o behaviorismo radical?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Boa tarde! O behaviorismo radical é uma perspectiva interessante e influente dentro da psicologia, desenvolvida por B.F. Skinner. Essencialmente, é uma filosofia da ciência do comportamento que se diferencia do behaviorismo metodológico tradicional, o qual foca apenas em comportamentos observáveis externamente. O behaviorismo radical amplia essa visão, incluindo a consideração de processos internos, como pensamentos e emoções, como parte do estudo do comportamento.

    Um conceito central do behaviorismo radical é o determinismo ambiental. Skinner argumentava que nosso comportamento é amplamente influenciado e determinado pelo nosso ambiente. Ou seja, as ações de uma pessoa são o resultado de estímulos externos e um histórico de reforços e punições. Isso contrasta com a noção de livre-arbítrio, sugerindo que nossas ações são mais uma resposta ao nosso ambiente e experiências do que um produto de uma escolha consciente independente.

    Skinner também colocou grande ênfase na importância do reforço e da punição na moldagem do comportamento. No behaviorismo radical, o comportamento é entendido como sendo moldado por reforços (que aumentam a probabilidade de repetição do comportamento) e punições (que diminuem essa probabilidade). Essa abordagem é particularmente focada no comportamento operante - comportamento que é influenciado pelas suas consequências.

    Apesar do foco no comportamento observável, o behaviorismo radical não nega a existência de processos internos. Pelo contrário, considera pensamentos e emoções como comportamentos 'privados', que são igualmente influenciados pelo ambiente. Esse reconhecimento dos processos internos é uma característica distintiva do behaviorismo radical e uma expansão importante do escopo do behaviorismo metodológico.

    O behaviorismo radical tem aplicações práticas em diversas áreas, incluindo a psicologia clínica, a educação e a gestão organizacional, sendo particularmente útil no desenvolvimento de técnicas para a modificação do comportamento.

    Como especialista em Neuropsicologia, percebo que o behaviorismo radical oferece uma perspectiva valiosa, ainda que uma dentre muitas, para entender e trabalhar com o comportamento humano. Esta abordagem pode ser integrada em contextos terapêuticos ou educacionais para efetivamente modificar comportamentos e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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  • Olá! Eu tenho depressão, que melhorou extremamente, após o tratamento e ansiedade generalizada, que

    Olá! Eu tenho depressão, que melhorou extremamente, após o tratamento e ansiedade generalizada, que em parte também melhorou. Não a primeira vez que passo pela depressão e já tive síndrome do pânico uns anos atrás. Eu já senti muitas coisas até aqui, ao vivenciar esses problemas, mas, pela primeira vez, apesar da ansiedade antes se manisfestar de uma forma grande de outra maneira, eu pela primeira vez, esse ano tô sofrendo com desrealização/despersonalização. Eu já senti a depressão me tirar o último pingo de força, vigor, alegria de mim e a ansiedade me tirar a paz, mas agora, a sensação é que com o surgimento desses sintomas, eu perdi tudo e o que sobrou foi só o desespero. Bem, a minha pergunta é sobre a hipnose, é algo que tem embasamento científico, é uma técnica que pode ser usada como terapia e se sim, ela pode ser usada em casos de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes


    A hipnose é uma técnica com fundamentação científica amplamente utilizada no tratamento de transtornos de ansiedade. Ela induz um estado de atenção concentrada e foco intensificado, criando um ambiente onde você pode estar mais aberto a sugestões positivas. Durante a hipnose, você permanece em um estado alterado de consciência, mas com controle sobre seu comportamento. Esta técnica é eficaz na redução de estresse e ansiedade, promovendo relaxamento e ajudando a focar em pensamentos positivos. Adicionalmente, a hipnose pode ser utilizada para explorar de maneira controlada e segura as causas subjacentes da ansiedade, incluindo experiências ou memórias traumáticas.

    Além da hipnose, a psicologia analítica oferece abordagens complementares eficazes no tratamento da ansiedade. Essa integração pode ser crucial para mudar padrões de pensamento negativos e desenvolver estratégias de enfrentamento mais saudáveis.

    Na minha prática clínica, emprego a técnica de imaginação ativa da psicologia analítica, que se assemelha à hipnose em sua capacidade de promover um estado alterado de consciência. Esta técnica foca no diálogo entre a consciência e o inconsciente, permitindo uma interação direta com elementos simbólicos e emocionais. Isso é especialmente valioso no tratamento de sintomas como desrealização e despersonalização, auxiliando na reconexão segura com experiências e emoções. A eficácia dessa integração foi demonstrada em um estudo de caso que apresentei em uma conferência sobre emoções no Instituto C.G. Jung, detalhando o tratamento de uma paciente com transtorno de personalidade. Você pode encontrar fotos dessa apresentação em meu perfil profissional.

    Integrando hipnose, psicologia analítica e outras técnicas de psicoterapia, posso lhe oferecer uma abordagem multifacetada no tratamento da ansiedade. Essa combinação não só pode aliviar os sintomas, mas também aborda as causas mais profundas dos transtornos de ansiedade. Essa abordagem integrativa é essencial para um tratamento eficaz e personalizado, assegurando uma recuperação adaptada às necessidades individuais apresentadas.


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    Consulta Psicologia

  • tenho perguntas sobre os meus sonhos, algo neles me deixa realmente inquieta, que é: tem lugares nos

    tenho perguntas sobre os meus sonhos, algo neles me deixa realmente inquieta, que é: tem lugares nos meus sonhos que as vezes se repetem e quando eu chego nesses lugares de sonho eu posso dizer "eu já sonhei com isso, eu já estive aqui tantas vezes", eu sempre sei que estou sonhando, sempre sei onde eu estou e em quantos e quais sonhos eu já estive ali, mas quando eu acordo simplesmente não consigo visualizar esses lugares, mas quando penso nisso consigo sentir vividamente a sensação de estar lá. Isso é normal? Alguém consegue me explicar porque isso acontece?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Como um psicólogo que responde à sua pergunta sobre sonhos recorrentes e a experiência de consciência nesses sonhos, e também como alguém que traduziu um livro de Murray Stein abordando o tema dos sonhos, percebo a profundidade e a importância dessas experiências. Os sonhos recorrentes, onde você tem consciência de que está sonhando, são significativos na psicologia analítica. Eles podem ser vistos como mensagens do inconsciente, buscando expressar e resolver questões emocionais profundas ou não resolvidas. A consciência dentro do sonho aponta para uma forte conexão entre a mente consciente e inconsciente, refletindo uma capacidade desenvolvida de introspecção.

    Na minha prática clínica, emprego a técnica da imaginação ativa, especialmente eficaz no trabalho com sonhos recorrentes. Essa técnica envolve um diálogo ativo entre a consciência e o inconsciente, permitindo não só compreender, mas também integrar os conteúdos dos sonhos à psique consciente. A imaginação ativa facilita a revelação de significados profundos dos sonhos e promove um processo de cura e autoconhecimento.

    Adicionalmente, a dificuldade em visualizar esses lugares dos sonhos após acordar, mas ainda assim sentir intensamente a experiência, destaca a natureza singular da memória dos sonhos. Geralmente, essa memória é mais emocional e sensorial, o que sugere que o impacto emocional dos sonhos é mais marcante do que suas imagens visuais concretas.

    Assim, ao combinar os ensinamentos da interpretação dos sonhos com a prática da imaginação ativa, ofereço uma abordagem abrangente para explorar e entender os sonhos. Esta metodologia não só desvenda os mistérios do inconsciente, mas também ajuda a resolver conflitos internos e fortalecer a identidade pessoal. Essa abordagem integrada é essencial na jornada de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, permitindo uma compreensão mais profunda e uma transformação significativa tanto na prática clínica quanto na experiência pessoal.


  • Tenho dúvidas sobre meus sonhos. Tenho sonho sonhos longos (muito longos, do tipo que pode se sentir

    Tenho dúvidas sobre meus sonhos. Tenho sonho sonhos longos (muito longos, do tipo que pode se sentir a passagem das horas), ele contam histórias completas. Ele têm cenários bonitos e bem desenhados que ficam na minha cabeça por muito tempo, tenho lembranças de sonhos que tive anos atrás. Ás vezes eu sonho uma coisa aí, meses depois, eu tenho uma continuação, como se fosse a parte dois, três ou quatro de uma série de filmes, ou mesmo remakes com outro enredo e "personagens", por assim dizer, eu sempre sei que estou sonhando quando isso acontece. Isso é normal? Alguém consegue me explicar por que isso acontece?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Na perspectiva da psicologia analítica de Carl Jung, seus sonhos longos e vívidos, que contam histórias completas e possuem continuidade, são vistos como mensagens significativas do inconsciente. Jung acreditava que os sonhos servem como um meio pelo qual o inconsciente se comunica com a consciência, revelando aspectos não reconhecidos ou subdesenvolvidos da psique. Os cenários detalhados e as narrativas que você lembra por longos períodos podem simbolizar experiências de vida, emoções, pensamentos e desejos. A continuação de sonhos ao longo do tempo, como se fossem capítulos de uma série, sugere um processo contínuo de individuação e desenvolvimento pessoal, onde seu inconsciente está ativamente engajado em temas importantes para você.

    Do ponto de vista da neurociência, esses sonhos são o resultado da intensa atividade cerebral durante o sono REM. O cérebro, nessa fase, processa e consolida informações e memórias, podendo também trabalhar na resolução de problemas. A vivacidade e a duração dos seus sonhos refletem essa atividade cerebral. A capacidade de lembrar detalhes dos sonhos por longos períodos e a experiência de sonhos sequenciais estão relacionadas à maneira como seu cérebro armazena informações durante o sono. Além disso, a consciência dentro do sonho, conhecida como sonho lúcido, indica um nível elevado de autoconsciência e controle cognitivo durante o sonho, o que é uma característica notável.

    Assim, segundo a psicologia analítica e a neurociência, seus sonhos extensos e contínuos são normais e representativos de processos internos ricos e complexos. Eles não apenas refletem a atividade do seu inconsciente e do seu cérebro enquanto você dorme, mas também oferecem insights valiosos sobre suas emoções, memórias e experiências internas. Sonhos como os seus são considerados uma janela preciosa para o entendimento profundo da psique e do funcionamento cerebral. Como pesquisador internacional e tradutor em psicologia analítica, estou à disposição para ajudá-lo a explorar esses aspectos profundos de seus sonhos, promovendo uma compreensão mais aprofundada e um enriquecimento do seu autoconhecimento.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • as vezes quando faço ou vejo algo que gosto muito, fico muito eufórica e feliz, mas 5 minutos depois

    as vezes quando faço ou vejo algo que gosto muito, fico muito eufórica e feliz, mas 5 minutos depois fico deprimida. Oque pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Sua experiência de sentir uma euforia intensa seguida de depressão rapidamente pode ser indicativa de várias condições psicológicas ou emocionais. É natural ter flutuações no humor, e algumas pessoas podem experimentar mudanças mais rápidas e intensas. No entanto, se essas mudanças são frequentes e impactam significativamente sua vida, elas podem sinalizar algo mais profundo.

    Uma possibilidade é o transtorno bipolar, caracterizado por oscilações significativas no humor, variando entre episódios maníacos (ou hipomaníacos) e depressivos. No transtorno bipolar, essas fases são geralmente mais prolongadas, mas é importante considerar essa possibilidade, especialmente se esses padrões são recorrentes e afetam seu funcionamento diário.

    Outra explicação pode ser uma resposta emocional intensa. Algumas pessoas têm uma sensibilidade emocional mais acentuada e podem reagir a estímulos positivos com grande alegria, seguida rapidamente por uma queda emocional. Isso pode estar relacionado a fatores de personalidade, experiências de vida ou até mesmo questões neurológicas.

    Também vale considerar fatores como estresse e ansiedade. Em alguns casos, a euforia pode ser uma reação ao alívio ou excitação, e a subsequente sensação de depressão pode ser uma resposta ao esgotamento emocional ou ao reconhecimento de questões subjacentes não resolvidas.

    É importante buscar a opinião de um profissional de saúde mental para uma avaliação apropriada. Como especialista em Neuropsicologia, posso oferecer uma consulta inicial gratuita para explorar esses padrões com mais profundidade e ajudar a determinar a melhor abordagem para entender e gerenciar suas experiências.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Boa noite Tive um ataque de pânico em agosto , e comecei a ter os sintomas de ansiedade depois dis

    Boa noite
    Tive um ataque de pânico em agosto , e comecei a ter os sintomas de ansiedade depois disso. Fiz o tratamento com Valdispert ( tenho 21 anos ) e já faz um ou dois meses que não tenho sintoma físico nenhum. Apenas pensamentos acelerados. Será que já estou curado ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Boa noite,

    É ótimo ouvir que você não tem mais experimentado sintomas físicos de ansiedade e que os tratamentos que você utilizou, como o Valdispert, foram eficazes para você. No entanto, é importante lembrar que a ansiedade e os ataques de pânico podem ter componentes tanto físicos quanto psicológicos.

    O fato de você não estar mais experimentando sintomas físicos é um sinal positivo e pode indicar que você está gerenciando bem a parte física da ansiedade. No entanto, os pensamentos acelerados que você menciona sugerem que ainda pode haver aspectos psicológicos da ansiedade a serem abordados. A ansiedade não é apenas sobre sintomas físicos; ela também pode envolver preocupações, pensamentos repetitivos ou negativos, e estresse mental.

    Dizer que você está "curado" pode ser prematuro se ainda está lidando com pensamentos acelerados ou ansiosos. A recuperação da ansiedade é frequentemente um processo contínuo que envolve não apenas o tratamento de sintomas físicos, mas também aprender a lidar com pensamentos e emoções relacionados à ansiedade.

    Se você ainda não o fez, pode ser útil consultar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, especialmente se os pensamentos acelerados estão causando desconforto ou interferindo em sua vida diária. A terapia pode oferecer estratégias para lidar com a ansiedade em um nível mais profundo, ajudando você a entender e gerenciar seus pensamentos e emoções.

    Caso você deseje explorar mais sobre como lidar com os aspectos psicológicos da ansiedade, estou à disposição para oferecer uma consulta inicial gratuita. Nesta consulta, podemos discutir suas experiências e trabalhar em estratégias que ajudem a controlar os pensamentos acelerados e a promover um bem-estar mais completo.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Olá! O tratamento na hipnoterapia e a mesma na auto-hipnose ?

    Olá! O tratamento na hipnoterapia e a mesma na auto-hipnose ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Olá! É interessante explorar as diferenças entre a hipnoterapia e a auto-hipnose, pois, embora ambas utilizem a hipnose como ferramenta central, elas se aplicam de maneiras distintas.

    A hipnoterapia é uma técnica terapêutica conduzida por um terapeuta qualificado, onde o paciente é guiado para um estado de consciência alterado, conhecido como transe hipnótico. Nesse estado, o paciente pode ser mais receptivo a sugestões terapêuticas e capaz de explorar e resolver questões mais profundas, como traumas, fobias, ansiedade, vícios, entre outros. O terapeuta utiliza técnicas específicas para induzir o transe e depois trabalha com o paciente para alcançar objetivos terapêuticos específicos. A hipnoterapia é frequentemente usada como parte de um tratamento mais amplo, que pode incluir outras abordagens psicoterapêuticas.

    Por outro lado, a auto-hipnose é uma prática que a pessoa realiza em si mesma, induzindo um estado de transe hipnótico. Ela pode ser aprendida de um terapeuta ou através de outras fontes, como livros ou gravações. A auto-hipnose é muitas vezes utilizada para relaxamento, gerenciamento de estresse, e para trabalhar questões mais leves como hábitos indesejados. Embora a auto-hipnose possa ser eficaz para determinadas situações, ela geralmente não é tão profunda quanto a hipnoterapia conduzida por um terapeuta, pois pode ser limitada pelo conhecimento e habilidade do indivíduo em se auto-induzir ao transe e fazer sugestões eficazes.

    É importante notar que tanto a hipnoterapia quanto a auto-hipnose requerem prática e compreensão da técnica para serem eficazes. Além disso, elas não são soluções mágicas e podem não ser adequadas para todos. Em casos de problemas psicológicos mais sérios ou complexos, a hipnoterapia conduzida por um terapeuta qualificado é frequentemente a abordagem mais recomendada.

    Como especialista em Neuropsicologia, vejo a hipnose como uma ferramenta valiosa que pode ser integrada em um plano de tratamento mais amplo. Se você estiver interessado em saber mais sobre hipnoterapia ou auto-hipnose e como elas podem se encaixar em um contexto terapêutico, estou disponível para uma consulta inicial gratuita.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Amnesia apos uso excessivo de DMT huasca pode ser reversivel obs nao sei se foi a substancia que me

    Amnesia apos uso excessivo de DMT huasca pode ser reversivel obs nao sei se foi a substancia que me causou isso mais a ansiedade faz eu pensar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Como psicólogo especialista que apresentou um trabalho sobre o uso excessivo de ayahuasca no Congresso Latino Americano de Psicologia Analítica deste ano em Montevideo, tenho uma perspectiva abrangente sobre o tema. No congresso, falei sobre casos parecidos com o seu e, como neuropsicólogo que faz avaliações na área, vejo como o DMT, que está na ayahuasca, pode impactar a memória e outras funções do cérebro. Cada pessoa reage de forma diferente a essas substâncias, e isso depende de muitos fatores, como a quantidade usada e a saúde mental e física geral.

    Na psicologia junguiana, que também é minha área, suas preocupações com o uso de DMT e possíveis efeitos na memória são muito importantes. Jung falava sobre como nossos pensamentos e sentimentos internos podem mudar nossa percepção do mundo, incluindo como lembramos das coisas.

    Para lidar com isso tudo, a melhor coisa é consultar um profissional de saúde mental. Eles podem fazer testes para ver como está sua memória e outras funções do cérebro, e também te ajudar a entender e enfrentar a ansiedade relacionada ao uso de ayahuasca. Unindo a neuropsicologia com a psicologia junguiana, o tratamento fica mais completo, olhando tanto para o seu lado físico quanto emocional.


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    Consulta Psicologia

  • Acredito que por conta de acontecimentos e eventos traumatizantes que eu vivenciei da minha infância

    Acredito que por conta de acontecimentos e eventos traumatizantes que eu vivenciei da minha infância até agora, estou tendo muitos problemas relacionados a nervosismo, stress, dificuldade para respirar, tontura, palpitações, dificuldade de concentração, intolerância muito grande a barulhos e ainda mais extrema a determinados tipos de barulhos que acabo associando a pessoas/eventos traumatizantes. Digo que desde 2020 eu não sei o que é ter um dia de paz em que eu não me lembre de tantas coisas ruins que eu vi, ouvi, e vivenciei, ao longo de minha vida. A parte mais difícil pra mim é saber que apesar de eu ter visto, ouvido, e vivenciado, acontecimentos muito negativos, ainda assim, até o ano de 2020, por exemplo, eu ainda conseguia sentir muita alegria e otimismo com várias coisas; pode-se dizer que a minha qualidade de vida era outra, muito melhor que a de agora, por exemplo; eu não tinha crises muito ruins de ansiedade, a ponto de me deixar com dificuldade para respirar, com palpitações, com stress, com determinadas sensações de choque, pequenos incômodos, acredito que oriundos do estresse, em diferentes partes de todo o corpo, às vezes meio que paralisado e com dificuldade de sair dessa situação. Digo que foi mesmo em 2020, depois de acontecimentos que me impactaram negativamente de uma forma muito profunda, é que comecei a ter esses sintomas mais extremos e que estão acabando comigo todos os dias...

    Peço humildemente todas as orientações possíveis.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Compreendo a gravidade dos sintomas e desafios que você está enfrentando, que parecem estar relacionados ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Os sintomas que você descreve, incluindo nervosismo, estresse, dificuldade para respirar, tontura, palpitações, dificuldade de concentração e uma sensibilidade acentuada a barulhos, são comuns entre pessoas que passaram por experiências traumáticas. Além disso, o fato de esses sintomas terem se intensificado em 2020 após eventos impactantes é um sinal clássico de uma resposta ao trauma.

    Com minha experiência no tratamento do TEPT e me preparando para apresentar um artigo sobre o assunto na Universidade de Essex na Inglaterra, posso oferecer algumas orientações. Primeiramente, é crucial buscar apoio profissional especializado em traumas e TEPT. A psicoterapia, particularmente aquela focada no tratamento de traumas, pode ser muito eficaz no manejo dos sintomas do TEPT.

    Práticas de relaxamento e mindfulness também são importantes para gerenciar o estresse e a ansiedade no dia a dia. Técnicas de respiração e meditação podem ser particularmente úteis para lidar com momentos de intensa ansiedade ou pânico.

    Criar um ambiente seguro e estável ao seu redor, evitando gatilhos sempre que possível, é outra etapa importante. Isso pode envolver ajustes no estilo de vida ou no ambiente para minimizar a exposição a estímulos que desencadeiam os sintomas.

    Lembre-se de que a recuperação de experiências traumáticas é um processo que requer tempo e paciência. Cada pessoa responde de maneira diferente ao tratamento, e é vital encontrar um plano que funcione para você.

    Se desejar, estou à disposição para uma consulta inicial gratuita para discutir seu caso mais profundamente e explorar as melhores abordagens de tratamento para os seus sintomas.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Meu filho tem 2 anos toda vez nao importa hora que ele faz cocô ele ja coloca mão e tira passa no co

    Meu filho tem 2 anos toda vez nao importa hora que ele faz cocô ele ja coloca mão e tira passa no corpo rosto nos moves da casa no chao todos os dias , nao sej mais oq fazer ja expliquei coloquei roupa mais presa q ele mao consiga por a mão mais mesmo assim ele faz, agora esta colocando na boca tbm mais nao come so coloca . Nao sei pq dele faze isso ja expliquei q nojo mais mais ele faz .o que pode ser isso nao é normal né?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    A situação que você descreve com seu filho de dois anos, em que ele manipula suas fezes e às vezes as leva à boca, pode ser entendida sob a luz da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, bem como sob uma perspectiva de desenvolvimento infantil.

    Na fase dos dois anos, as crianças estão em um estágio intenso de exploração e descoberta, que Jung reconheceria como uma parte fundamental do desenvolvimento do indivíduo. Nesta idade, as crianças exploram o mundo ao seu redor de maneiras que, muitas vezes, não são compreendidas pelos adultos. A manipulação das fezes pode ser uma forma de exploração sensorial, ainda que desagradável para os adultos.

    Jung enfatizaria a importância dos símbolos e do inconsciente nesta fase da vida. Embora as ações do seu filho pareçam perturbadoras, é improvável que ele entenda o significado cultural ou higiênico do que está fazendo. Para ele, pode ser simplesmente uma forma de explorar o mundo, sem a compreensão de que é socialmente inaceitável ou insalubre.

    Além disso, a psicologia analítica sugere que o comportamento das crianças muitas vezes reflete os processos inconscientes. Neste caso, pode ser útil observar o ambiente e as dinâmicas ao redor da criança para entender melhor o contexto em que esse comportamento está ocorrendo.

    É crucial, porém, garantir a segurança e a higiene do seu filho. As fezes contêm bactérias e parasitas potencialmente prejudiciais, então é importante manter a área limpa e assegurar que as mãos e superfícies sejam higienizadas.

    Se você está preocupada com o comportamento do seu filho e como lidar com ele, considerar a consulta com um profissional especializado em desenvolvimento infantil pode ser benéfico. Como especialista em Neuropsicologia, posso oferecer insights e estratégias para entender e abordar o comportamento do seu filho de uma maneira que respeite seu estágio de desenvolvimento, ao mesmo tempo em que mantém a segurança e o bem-estar dele.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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  • O portador do toc pode desenvolver esquizofrenia? Tenho medo de ficar esquizofrenica

    O portador do toc pode desenvolver esquizofrenia?
    Tenho medo de ficar esquizofrenica

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é uma condição de saúde mental onde a pessoa experimenta obsessões (pensamentos, imagens ou impulsos recorrentes e indesejados que são intrusivos) e compulsões (comportamentos repetitivos que a pessoa se sente compelida a fazer em resposta a uma obsessão ou segundo regras rígidas). Esses sintomas podem causar angústia significativa e interferir na vida diária.

    Por outro lado, a esquizofrenia é um transtorno psicótico que afeta a forma como uma pessoa pensa, sente e se comporta. Pessoas com esquizofrenia podem experimentar delírios (crenças falsas firmemente mantidas apesar de evidências em contrário), alucinações (experiências sensoriais sem estímulo externo, como ouvir vozes) e pensamento desorganizado.

    Embora o TOC e a esquizofrenia sejam ambos transtornos mentais, eles são fundamentalmente diferentes. Não existe uma ligação direta que sugira que ter TOC aumente o risco de desenvolver esquizofrenia. Cada um tem suas causas específicas, que podem incluir fatores genéticos, bioquímicos e ambientais.

    O medo de desenvolver outra condição mental, como a esquizofrenia, é compreensível, especialmente se você já está lidando com o TOC. Esse medo pode ser parte da ansiedade associada ao TOC ou pode ser uma preocupação separada. De qualquer forma, é importante abordá-lo.

    Falar com um profissional de saúde mental pode trazer alívio significativo. Eles podem avaliar seus sintomas, descartar ou confirmar quaisquer outras condições, e fornecer o tratamento e apoio necessários. Também podem ajudar a gerenciar o medo e a ansiedade associados a essas preocupações.

    Lembre-se de que buscar ajuda é um passo positivo e uma demonstração de força. Cuidar da sua saúde mental é crucial para o seu bem-estar geral.


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    Consulta Psicologia

  • No começo do ano eu tive um ataque de pânico, sei que foi isso pq aconteceu na UBS e me explicaram o

    No começo do ano eu tive um ataque de pânico, sei que foi isso pq aconteceu na UBS e me explicaram o que estava acontecendo. Mas desde então eu sinto que não sou a mesma, tenho medo de sair de casa e acontecer de novo, faz meses que eu não saio inclusive, sinto diariamente uma sensação de sufocamento, até quando eu tô aparentemente calma, uma sensação estranha na cabeça, parece até que minha miopia piorou durante esses meses, eu não sinto dores, mas sinto uma tensão enorme no pescoço e cabeça que eu fico até com medo de mexer demais pq me sobe um mal estar quando faço. E eu fico paranóica achando que estou com algo grave, mas até pra ir no médico é difícil. É normal sentir esses sintomas depois de um ataque de pânico? E por tanto tempo? Já faz meses.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Sinto muito por você estar passando por isso. O que você descreve soa como uma experiência realmente desafiadora. Ataques de pânico podem ser eventos intensamente perturbadores e é bastante comum que eles tenham um impacto duradouro, especialmente se não forem devidamente abordados.

    Os sintomas que você menciona — medo de sair de casa, sensação de sufocamento, tensão no pescoço e na cabeça, preocupação com a saúde — são consistentes com transtorno de ansiedade, que pode se desenvolver após um ataque de pânico, especialmente se o episódio foi muito traumático ou não foi bem compreendido.

    A sensação de sufocamento e a tensão contínua, mesmo em momentos de calma aparente, podem ser manifestações físicas da ansiedade. É comum que a ansiedade prolongada também afete a percepção, o que pode explicar a sensação de que sua miopia piorou. A ansiedade pode causar hiperfoco em sensações corporais, o que, por sua vez, pode aumentar a preocupação com a saúde e agravar os sintomas.

    É importante entender que, embora esses sintomas sejam comuns em transtornos de ansiedade, cada pessoa é única e os ataques de pânico podem afetar as pessoas de diferentes maneiras. A duração e a intensidade dos sintomas variam de pessoa para pessoa. Em alguns casos, os sintomas podem persistir por um período prolongado, especialmente se a causa subjacente da ansiedade não for tratada.

    Diante dessa situação, é altamente recomendável procurar apoio profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a avaliar sua condição e oferecer tratamento apropriado, que pode incluir terapia, estratégias de manejo da ansiedade e, se necessário, medicação.

    Eu entendo que ir a um médico ou terapeuta pode parecer uma tarefa assustadora agora, mas é um passo importante para a sua recuperação. O tratamento pode ajudar a reduzir seus sintomas, melhorar sua qualidade de vida e fornecer ferramentas para lidar com a ansiedade a longo prazo. Lembre-se de que você não está sozinha nessa jornada e que há ajuda disponível.


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    Primeira consulta psicologia

  • É considerado "normal" ficar meio obcecado por algumas coisas? Eu sinto isso com frequência com film

    É considerado "normal" ficar meio obcecado por algumas coisas? Eu sinto isso com frequência com filmes, séries, músicas, hobbies, leituras. Eu sinto um interesse fortíssimo e fico dias, até semanas fazendo só a mesma coisa, depois perco total o interesse e fico obcecada com outra coisa por dias a fio. Sou diagnosticada com ansiedade e bipolaridade. Isso seria parte do quadro do que já tenho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    A experiência de se tornar intensamente focado ou "obcecado" por certos interesses, como filmes, séries, músicas, hobbies ou leituras, pode ser bastante comum, especialmente em pessoas com personalidades apaixonadas ou entusiasmadas. No entanto, quando esse padrão se torna muito intenso ou interfere significativamente na sua vida cotidiana, ele pode estar relacionado a questões de saúde mental, como ansiedade ou transtorno bipolar.

    No contexto do transtorno bipolar, esses períodos de interesse intenso podem às vezes estar associados a fases de hipomania ou mania, onde você pode sentir uma energia elevada, um aumento do desejo de realizar atividades ou uma intensificação dos interesses. Durante essas fases, pode haver uma tendência a mergulhar profundamente em atividades ou hobbies, às vezes até à exclusão de outras responsabilidades.

    Por outro lado, a ansiedade também pode levar a um foco intenso em certas atividades. Isso pode ser uma forma de lidar com sentimentos de ansiedade ou inquietação, concentrando-se em algo que traz prazer ou distração.

    É importante observar como esses padrões de comportamento afetam sua vida. Se você acha que essas "obsessões" estão interferindo em suas responsabilidades, relacionamentos ou bem-estar geral, ou se elas parecem estar ligadas a mudanças de humor ou outros sintomas, é uma boa ideia discutir isso com um profissional de saúde mental.

    Eu posso lhe ajudar a determinar se esses comportamentos são parte de sua condição diagnosticada ou se há outras questões que precisam ser abordadas.

    O manejo do transtorno bipolar e da ansiedade muitas vezes requer uma abordagem multifacetada, incluindo psicoterapia, medicação, e estratégias de autocuidado. Falar sobre suas experiências específicas e padrões de comportamento com um profissional pode oferecer mais clareza e direcionar para um tratamento mais eficaz.


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    Primeira consulta psicologia

  • Minha filha de 6 anos tem uma amiga que vivem brigando e fazendo as pazes. Ela começou a sofrer com

    Minha filha de 6 anos tem uma amiga que vivem brigando e fazendo as pazes. Ela começou a sofrer com isso e até chora. Há umas semanas começou a falar com frequência que se fosse menino ia namorar com ela. Mas não tem coragem de falar pra ninguém. É comum essa confusão de sentimentos nessa idade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entendo que, para pais ou responsáveis, pode ser desafiador compreender e orientar crianças de 6 anos que experimentam confusões emocionais e enfrentam desafios nas relações sociais, como as dinâmicas de brigas e reconciliações com amigos. As crianças desta idade estão explorando e aprendendo sobre suas emoções e identidades, o que às vezes se manifesta em comportamentos ou declarações que podem ser confusos para os adultos, como o interesse em ser de outro gênero para estabelecer uma conexão mais forte com um amigo.

    Para os responsáveis, navegar por estas águas desconhecidas e oferecer o suporte adequado é crucial. Criar um ambiente seguro onde a criança se sinta à vontade para expressar seus sentimentos e pensamentos é um passo importante. Além disso, é fundamental para os pais ou responsáveis compreender e gerenciar suas próprias reações a essas situações, mantendo uma comunicação aberta e oferecendo orientação apropriada.

    Se você, como pai, mãe ou responsável, está buscando suporte para lidar com essas situações e oferecer a melhor orientação possível para sua criança, considerar a psicoterapia pode ser uma escolha acertada. Como especialista em psicologia, ofereço uma consulta inicial gratuita para discutir suas preocupações e explorar abordagens eficazes. Nesta consulta, podemos focar em estratégias para fortalecer sua capacidade de apoiar o desenvolvimento emocional e social da criança, além de abordar maneiras de você entender e gerenciar suas próprias emoções diante desses desafios.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Olá, estou com uma dúvida. Recentemente tive ataques de pânico, dia 22 desse mês irá fazer 1 mês da

    Olá, estou com uma dúvida. Recentemente tive ataques de pânico, dia 22 desse mês irá fazer 1 mês da primeira vez. Desde então, tive crises outras 5 vezes. É normal, depois dos ataques, ficar um desconforto no peito esquerdo por alguns dias? Lembro que nos primeiros ataques, não ficou sintoma algum, mas depois desses últimos, tenho ficado com um desconforto do lado esquerdo. Não é dor e nem pontada, apenas desconforto. Confesso que depois das últimas vezes, fiquei muito pensativo, pesquisando coisas e etc. Diferente das primeiras vezes, que não coloquei nada na cabeça nem fiquei pensando. Tenho 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Olá! Primeiramente, é importante lembrar que eu não posso fornecer um diagnóstico médico, mas posso oferecer algumas informações gerais sobre o que você está descrevendo.

    Ataques de pânico são experiências intensas e muitas vezes assustadoras que podem incluir sintomas como palpitações, dor no peito, falta de ar, tontura, e uma sensação de terror ou impotência. Depois de um ataque de pânico, não é incomum sentir-se esgotado ou experimentar sintomas físicos residuais. O desconforto no peito esquerdo que você menciona poderia ser uma resposta física ao estresse e à ansiedade associados com os ataques de pânico.

    No entanto, qualquer dor ou desconforto no peito deve ser levado a sério. Embora seja jovem e os sintomas possam estar relacionados à ansiedade, é sempre prudente consultar um profissional de saúde para descartar outras possíveis causas, especialmente se é um sintoma novo ou se persiste.

    Além disso, focar muito na sua saúde e pesquisar sintomas na internet pode, às vezes, aumentar a ansiedade, o que pode contribuir para a sensação de desconforto ou mesmo desencadear mais sintomas. Tente evitar a autoanálise excessiva e, em vez disso, busque orientação profissional.

    Para lidar com ataques de pânico e a ansiedade associada, pode ser útil procurar apoio de um psicólogo. Eles podem ajudar a desenvolver estratégias para gerenciar a ansiedade e reduzir a frequência e intensidade dos ataques de pânico. Técnicas como respiração profunda, meditação, e principalmente, a psicoterapia podem ser bastante eficazes.

    Lembre-se de que cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física. Buscar ajuda profissional é um passo importante para entender melhor o que está acontecendo e encontrar formas eficazes de lidar com isso.


  • É normal se sentir uma pessoa que não ama? Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei

    É normal se sentir uma pessoa que não ama?
    Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei romanticamente por alguém, mas sempre fingia que sim para me encaixar.
    Moro longe da minha família e amigos de infância e às vezes me julgo por não sentir saudades ou não me importar em manter contato.
    Não me importo em estar sozinha, em não fazer amizades em ocasiões novas ou interagir; mas me considero uma pessoa bem afetuosa com pessoas que possuem consideração por mim. Contudo, sinto outras emoções com mais facilidade (percebo que principalmente as negativas), tais como tristeza, frustração, culpa, raiva. Isso pode estar associado à depressão e ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    A experiência de emoções e relacionamentos varia muito de pessoa para pessoa, e não existe um "normal" absoluto quando se trata de como nos sentimos em relação aos outros. O fato de você não se interessar romanticamente por alguém até agora ou de não sentir saudades frequentes da família e dos amigos não significa necessariamente que há algo errado. Algumas pessoas simplesmente têm uma natureza mais independente ou não sentem a necessidade de conexões sociais frequentes ou intensas.

    Contudo, é interessante notar que você mencionou sentir emoções negativas com mais facilidade, como tristeza, frustração, culpa e raiva. Enquanto é comum experimentar uma gama de emoções, um desequilíbrio onde as emoções negativas são muito mais prevalentes pode, em alguns casos, estar associado a condições como depressão ou ansiedade.

    A depressão e a ansiedade podem afetar a forma como você se relaciona com os outros e como experimenta emoções em geral. Por exemplo, a depressão pode levar a um sentimento de desconexão ou desinteresse em atividades e relacionamentos que antes eram importantes. A ansiedade pode criar preocupações excessivas ou sentimentos de culpa que impactam como você interage socialmente.

    Se você está preocupada com a forma como esses sentimentos estão afetando sua vida, pode ser útil falar com um profissional de saúde mental. Podemos oferecer insights mais personalizados e ajudar a determinar se há elementos de depressão ou ansiedade em jogo. Além disso, posso fornecer apoio e estratégias para ajudar a lidar com essas emoções e melhorar sua qualidade de vida geral.

    Lembre-se, cada pessoa tem seu próprio ritmo e maneira de experienciar o mundo, e não há um caminho único ou correto para isso. Procurar entender-se melhor e buscar apoio quando necessário são passos importantes para o bem-estar pessoal.


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  • Boa noite! Qual é o problema da superinterpretração dos sonhos?

    Boa noite! Qual é o problema da superinterpretração dos sonhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Boa noite! Na perspectiva junguiana, os sonhos são uma janela para o inconsciente, oferecendo uma visão valiosa dos processos internos de um indivíduo. Carl Jung, o fundador da psicologia analítica, via os sonhos como mensageiros essenciais do inconsciente, revelando conflitos, desejos e insights que podem não estar imediatamente disponíveis na consciência.

    No entanto, o problema da superinterpretação dos sonhos surge quando se tenta atribuir significados demasiado específicos ou literais a todos os aspectos de um sonho. Jung acreditava que cada símbolo ou elemento em um sonho pode ter múltiplas camadas de significado e deve ser entendido dentro do contexto da vida e da psique individual do sonhador.

    Superinterpretar pode levar a conclusões equivocadas ou a uma ênfase excessiva em certos aspectos, ignorando o contexto mais amplo da vida e da psicologia do indivíduo. Isso pode desviar a pessoa do verdadeiro significado ou mensagem que o sonho pode estar tentando comunicar. Jung enfatizava a importância de entender os sonhos como parte de um processo dinâmico e interativo com o inconsciente, e não como enigmas a serem resolvidos com interpretações rígidas.

    Portanto, na abordagem junguiana, a interpretação dos sonhos deve ser feita com um senso de abertura e curiosidade, considerando o contexto pessoal, as emoções e as experiências de vida do sonhador, sem tentar forçar significados específicos ou definitivos.


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