Perguntas do paciente (60)

  • Estava passando por um momento de stress no trabalho, com cobranças excessivas e prazo curto para re

    Estava passando por um momento de stress no trabalho, com cobranças excessivas e prazo curto para realizar as tarefas. Sentindo muita pressão e, numa noite, quando fui tentar dormir, comecei a sentir espasmos e contrações muito fortes no tronco, tremendo o corpo todo. O corpo ficava pulando na cama sem que eu tivesse controle, gerando muita apreensão e medo de morrer. A pressão chegou a subir e fui para o pronto socorro. Fui atendido e fiz diversos exames de sangue, mapa e holter. Os resultados foram todos normais, com alteração apenas na glicemia, que já estou tomando medicamentos. O fato é que após, duas semanas que senti os espasmos, eles continuam sempre que deito pra dormir e, de maneira cada vez mais forte e repetidos. Será que são crises de ansiedade/stress? Como acabar com essa situação, já que já fico até com medo de ir pra cama tentar descansar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Eu realmente entendo o quão difícil e angustiante essa situação deve ser para você. Enfrentar um estresse intenso no trabalho e, em seguida, lidar com sintomas físicos alarmantes ao tentar dormir é, sem dúvida, uma experiência desafiadora. É importante lembrar que o estresse e a ansiedade podem se manifestar de várias formas no corpo, e parece que é isso que você está vivenciando.

    Os espasmos e tremores que você descreve ao tentar dormir soam como respostas do seu corpo ao estresse acumulado. Apesar dos exames médicos não terem indicado problemas graves – o que, claro, é um alívio – isso não diminui a realidade e a intensidade do que você está sentindo. Em momentos de estresse prolongado, o corpo pode reagir de maneiras que não esperamos ou entendemos completamente.

    Experimentar técnicas de relaxamento antes de ir para a cama pode ser útil. Isso pode incluir atividades como respiração profunda ou meditação guiada, que podem ajudar a acalmar seu sistema nervoso. Além disso, criar um ambiente de sono tranquilo e confortável pode fazer uma grande diferença. Ajustar a iluminação, a temperatura ou sua rotina noturna pode criar um espaço mais propício para o descanso.

    A atividade física regular também pode ser uma forma eficaz de liberar a tensão acumulada e melhorar seu estado geral de bem-estar. Além disso, conversar sobre suas experiências e preocupações com alguém de confiança, seja um amigo próximo ou um profissional de saúde mental, pode proporcionar um grande alívio.

    É crucial que você se lembre de que, apesar de assustadores, esses sintomas são uma resposta do seu corpo ao estresse e podem ser gerenciados com cuidado e atenção às suas necessidades emocionais e físicas. Buscar formas de aliviar o estresse em sua vida e cuidar de si mesmo é fundamental neste momento.


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    Consulta Psicologia

  • Perda de memoria e lembranças e raciocinio Pos covid tem soluçao?

    Perda de memoria e lembranças e raciocinio Pos covid tem soluçao?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    A perda de memória, dificuldades com lembranças e problemas de raciocínio após a COVID-19, conhecida como "névoa cerebral" pós-COVID, são sintomas que algumas pessoas relatam após a recuperação. Esses problemas cognitivos variam em gravidade e duração, mas são frequentemente temporários. A recuperação pode depender de vários fatores, incluindo a gravidade da infecção e a saúde geral do indivíduo.

    O primeiro passo é buscar avaliação médica para uma análise adequada dos sintomas e para excluir outras possíveis causas. Após essa avaliação, estratégias como reabilitação cognitiva, que envolve exercícios para melhorar a memória, foco e raciocínio, podem ser recomendadas. Um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, exercícios regulares e sono adequado, também é crucial no processo de recuperação cognitiva.

    O suporte psicológico é igualmente importante. Lidar com mudanças cognitivas pode ser emocionalmente desafiador, e a terapia pode ajudar a gerenciar sentimentos como ansiedade e frustração. Técnicas de relaxamento e mindfulness podem ser úteis para controlar o estresse, que também pode afetar a cognição.

    Lembre-se de que a paciência é essencial. A recuperação cognitiva após a COVID-19 pode ser gradual, e é importante permitir tempo suficiente para o corpo e a mente se recuperarem. Se você está enfrentando esses sintomas e precisa de suporte, estou disponível para ajudar a navegar neste processo, oferecendo acompanhamento profissional e um espaço seguro para a recuperação.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Eu gosto de ver mulheres se pegando sera que eu gosto de mulheres?

    Eu gosto de ver mulheres se pegando sera que eu gosto de mulheres?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entender a própria sexualidade pode ser um processo complexo e profundamente pessoal. Sentir atração ou interesse ao assistir mulheres interagindo romanticamente ou sexualmente pode levantar questionamentos sobre suas próprias preferências e orientação sexual. É importante lembrar que a sexualidade é um espectro vasto e que as experiências e atrações individuais podem variar amplamente.

    O fato de você gostar de ver mulheres juntas pode ser uma expressão de sua curiosidade, desejo, ou até mesmo uma parte da sua sexualidade que está explorando. No entanto, isso não define automaticamente sua orientação sexual. A orientação sexual envolve não apenas atração física, mas também emocional e relacional. Pode ser útil refletir sobre quem você se sente atraída em diferentes contextos da vida. Pergunte-se sobre suas experiências passadas e atuais: Você se sente fisicamente atraída por mulheres na vida real? Essa atração inclui um componente emocional ou um desejo de formar relacionamentos íntimos com mulheres?

    Lembre-se de que é normal e comum explorar e questionar sua sexualidade. Algumas pessoas têm certeza de sua orientação desde cedo, enquanto outras podem descobrir ou entender aspectos diferentes de sua sexualidade ao longo do tempo. Não há pressa nem um caminho "certo" para essa jornada.

    Se você sentir que está lutando para entender sua sexualidade ou se está causando ansiedade ou confusão, pode ser útil conversar com um profissional de saúde mental. Como especialista em Neuropsicologia, estou disponível para uma consulta inicial gratuita para discutir suas preocupações em um ambiente seguro e acolhedor, ajudando a explorar seus sentimentos e identidade de uma maneira que respeite sua individualidade e bem-estar.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Minha avaliação neuropsicológica deu QIT 95. Estou abaixo da média? Tenho QI baixo? Com essa pontuaç

    Minha avaliação neuropsicológica deu QIT 95. Estou abaixo da média? Tenho QI baixo? Com essa pontuação uma pessoa pode exercer quais profissões? Tenho 36 anos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Sua avaliação neuropsicológica resultou em um QI Total (QIT) de 95, o que está dentro da faixa média da população geral. O QI médio é definido em torno de 100, com um desvio padrão de aproximadamente 15. Portanto, uma pontuação de 95 está dentro do que é considerado a faixa média normal.

    É importante lembrar que o QI é apenas um dos muitos aspectos da capacidade cognitiva e não determina por si só o seu potencial ou sucesso em diferentes áreas da vida, incluindo profissões. Com um QI de 95, você está capacitado para exercer uma ampla gama de profissões. O sucesso profissional e a satisfação no trabalho dependem não apenas da capacidade cognitiva, mas também de fatores como habilidades práticas, interesses, motivação, experiência de vida, habilidades sociais e emocionais, e muito mais.

    Além disso, considerar a psicoterapia pode ser extremamente útil, especialmente no contexto de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. A psicoterapia pode ajudá-lo a entender melhor suas habilidades, interesses e motivações, o que é fundamental na promoção de escolhas profissionais informadas e satisfatórias. Ela oferece um espaço seguro para explorar suas experiências, pensamentos e sentimentos, ajudando a identificar áreas de força e potencial de crescimento.

    Como especialista em Neuropsicologia, posso oferecer uma avaliação neuropsicológica detalhada, e também estou disponível para discutir a possibilidade de iniciar um processo terapêutico. A combinação de avaliação neuropsicológica e psicoterapia pode fornecer insights valiosos para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

    Estou disponível para uma consulta inicial gratuita para explorar essas opções e como elas podem ser benéficas para você.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Tenho uma filha de 14 anos que não aceita minha namorada, sequer a conhece e já não moro com minha f

    Tenho uma filha de 14 anos que não aceita minha namorada, sequer a conhece e já não moro com minha filha a cerca de 9 anos, mas nunca a deixei de vê lá diariamente, quando o assunto namorada é tocado, ela me bloqueia, me xinga, diz que sou um péssimo pai, que não sirvo pra ser pai, diz pra eu ir para o inferno com minha mãe porque eu faço tudo por ela, nunca deixei faltar nada pra minha filha, sempre trabalhei muito, ela só fala comigo pra pedir algo, Como devo proceder? Ela passa com a psicóloga mas nunca fui chamado pra conversar com ela.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Compreendo o desafio que você está enfrentando com sua filha de 14 anos em relação à sua namorada. É normal que você queira um relacionamento saudável com sua filha, e é doloroso quando ela demonstra resistência.

    A adolescência pode ser uma época turbulenta, e os adolescentes frequentemente têm dificuldade em lidar com mudanças nas dinâmicas familiares, como a introdução de uma nova parceira. A rejeição ou raiva podem ser maneiras de expressar insegurança ou medo de perder sua atenção.

    Nesse momento, é importante manter linhas abertas de comunicação com sua filha. Tente conversar com empatia, ouvindo suas preocupações e compartilhando as suas também. Mostre a ela que seu amor por ela não mudou.

    Lembre-se de que relacionamentos familiares podem ser complexos, e a construção de confiança pode levar tempo. Continue demonstrando amor e apoio à sua filha, e esteja disposto a dar a ela o espaço necessário para se ajustar a essa nova dinâmica familiar. Com paciência, amor e compreensão, é possível que, com o tempo, a relação de vocês se fortaleça.


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    Consulta Psicologia

  • É normal sentir, constantemente, vontade de ficar sozinha? É normal não ter vontade de interagir c

    É normal sentir, constantemente, vontade de ficar sozinha?
    É normal não ter vontade de interagir com as pessoas e se sentir exausta com a presença humana?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Como psicólogo, posso dizer que é normal ter momentos em que se deseja ficar sozinho e não ter vontade de interagir com as pessoas. Isso pode ocorrer devido a diversas razões, como a necessidade de recarregar energia, reflexão pessoal ou simplesmente para relaxar. No entanto, se essa vontade de ficar sozinho é constante e está causando desconforto significativo ou prejudicando suas relações sociais e funcionamento diário, pode ser útil explorar esses sentimentos mais a fundo com a ajuda de um profissional de saúde mental para entender melhor suas causas e encontrar maneiras saudáveis de lidar com isso.


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    Consulta Psicologia

  • Estou com uma insônia forte hoje, toda vez que eu deito e tento dormir vem na minha cabeça pensament

    Estou com uma insônia forte hoje, toda vez que eu deito e tento dormir vem na minha cabeça pensamentos totalmente aleatórios(como se fosse vários vídeos aparecendo)e isso não me deixa relaxar a cabeça 100%, e faz tbm com que o tempo passe voando mesmo(apelidei até de "maquina do tempo") estou a 5 horas com isso
    Tentei escutar ruído branco e não funcionou

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entendo como a insônia pode ser uma experiência frustrante e desconfortável. É comum que, às vezes, nossa mente fique agitada com pensamentos aleatórios quando estamos tentando dormir, o que pode dificultar o relaxamento. A sensação de que o tempo está passando rapidamente pode tornar a noite ainda mais longa.

    Você já tentou algumas estratégias úteis, como o ruído branco, que pode ser eficaz para algumas pessoas, mas nem sempre funciona para todos. Existem outras técnicas que você pode experimentar para acalmar sua mente antes de dormir, como a meditação, a respiração profunda ou a prática de mindfulness.

    Além disso, estabelecer uma rotina de sono consistente, evitar estimulantes antes de dormir e criar um ambiente tranquilo e escuro no quarto podem ajudar a melhorar a qualidade do sono. Se isso persistir e continuar afetando significativamente seu sono e bem-estar, considerar a consulta com um profissional de saúde pode ser uma boa ideia.

    Lembre-se de que estou aqui para fornecer apoio e informações adicionais se você precisar. A busca por soluções para a insônia é importante para seu bem-estar geral.


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    Consulta Psicologia

  • Gosto de tratar as pessoas mals sabe, é como se fosse minha defesa. Tenho algum trantorno? Dizem q s

    Gosto de tratar as pessoas mals sabe, é como se fosse minha defesa. Tenho algum trantorno? Dizem q sou sádica

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entendo que você esteja buscando compreender melhor seus sentimentos e comportamentos em relação a como trata as pessoas. É importante lembrar que a psicologia é uma ferramenta valiosa para explorar essas questões e entender o que está por trás delas.

    O fato de você perceber que trata as pessoas de maneira negativa e identificar isso como uma possível forma de defesa é um passo importante na autorreflexão. É possível que essa atitude tenha raízes em experiências passadas ou em mecanismos de enfrentamento que se desenvolveram ao longo do tempo.

    Quanto à preocupação de que possa ser sádica, é importante diferenciar entre traços de personalidade e transtornos. Sentir prazer em causar sofrimento aos outros pode ser um sinal de sadismo, que é um comportamento associado a certos transtornos de personalidade. No entanto, apenas um profissional de saúde mental qualificado pode fazer um diagnóstico preciso.

    Se você está preocupada com seus comportamentos e sua maneira de interagir com os outros, recomendo buscar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem trabalhar com você para entender melhor suas motivações, ajudar na gestão de suas emoções e desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com as relações interpessoais.

    Lembre-se de que a busca por autoconhecimento e melhoria é um passo importante em direção ao bem-estar emocional e relacional. Estou aqui para apoiá-la nesse processo.


  • Olá, espero que todos estejam bem. Bom, tenho 22 anos e tenho a tarde livre, com isso eu me masturbo

    Olá, espero que todos estejam bem. Bom, tenho 22 anos e tenho a tarde livre, com isso eu me masturbo com frequência com o uso de pornografia. Mas eu parei pra pesquisar recentemente e acabei descobrindo que pode ser muito prejudicial para o cérebro. Então teria como saber se eu sou um viciado? Eu apenas me masturbo pela minha satisfação sexual e nada mais. Trocar a pornografia por um brinquedo poderia ajudar o meu caso? Abraço a todos!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Olá!

    Em primeiro lugar, quero enfatizar que a masturbação é uma prática completamente normal e saudável quando feita de maneira equilibrada, sem que isso afete negativamente sua vida pessoal ou profissional.

    No que diz respeito ao uso de pornografia, é verdade que pode ter impactos significativos em nosso bem-estar mental. Ela pode criar uma dependência, distorcer nossa percepção da realidade e, às vezes, prejudicar a nossa capacidade de ter satisfação sexual com um parceiro.

    Para avaliar se você está enfrentando um possível vício em pornografia, é importante que você reflita sobre as seguintes questões:

    • Você sente uma forte necessidade de assistir pornografia para se masturbar?
    • Encontra dificuldades em se concentrar ou realizar tarefas cotidianas sem recorrer à pornografia?
    • Experiencia sentimentos de culpa ou vergonha após consumir pornografia?
    • Percebe que está perdendo o interesse em outras atividades prazerosas devido ao consumo excessivo de pornografia?
    • Está enfrentando dificuldades em seus relacionamentos pessoais ou profissionais devido ao uso frequente de pornografia?

    Se você respondeu afirmativamente a duas ou mais destas perguntas, é possível que esteja enfrentando um desafio relacionado ao uso de pornografia.

    Quanto à pergunta sobre trocar a pornografia por um brinquedo, isso pode ser uma estratégia útil para algumas pessoas. Substituir o estímulo visual da pornografia por estímulos físicos e táteis, como um brinquedo sexual, pode ajudar a redirecionar o foco da estimulação e proporcionar uma experiência mais saudável. No entanto, é importante lembrar que cada pessoa é única, e o que funciona para um indivíduo pode não funcionar para outro. Se você estiver considerando essa abordagem, pode ser útil consultar um profissional de saúde para obter orientação personalizada.

    Estou aqui para oferecer apoio e orientação, caso decida buscar ajuda para lidar com isso. Seu bem-estar emocional é importante, e estamos juntos nesse processo.


  • Uma pessoa com transtorno de personalidade antissocial pode não sentir empatia por um grupo de pesso

    Uma pessoa com transtorno de personalidade antissocial pode não sentir empatia por um grupo de pessoas, mas pode sentir pelo resto das pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    É uma pergunta interessante e importante para entender melhor o transtorno de personalidade antissocial.

    As pessoas com transtorno de personalidade antissocial geralmente têm dificuldade em sentir empatia, independentemente do grupo de pessoas. A falta de empatia é uma característica central desse transtorno e pode se manifestar em relação a todas as pessoas, não apenas a um grupo específico.

    No entanto, é importante ressaltar que as experiências podem variar de pessoa para pessoa. Algumas pessoas com transtorno de personalidade antissocial podem demonstrar habilidades superficiais de empatia em situações específicas, muitas vezes como parte de uma estratégia para alcançar seus objetivos pessoais.

    É fundamental lembrar que o transtorno de personalidade antissocial envolve um padrão persistente de comportamentos antissociais, como desrespeito pelas normas sociais, impulsividade e falta de remorso. O tratamento para esse transtorno pode ser complexo e envolve terapia, geralmente focada em desenvolver empatia e habilidades interpessoais.

    Se você ou alguém que você conhece está lidando com questões relacionadas a transtornos de personalidade ou qualquer outra preocupação emocional, não hesite em buscar a ajuda de um profissional de saúde mental. Estou aqui para oferecer apoio no caminho em direção ao bem-estar emocional e relacional.


  • Há mais de 4 anos tenho tratado com psiquiatra. No começo eu bebia muito e creio que o tratamento nã

    Há mais de 4 anos tenho tratado com psiquiatra. No começo eu bebia muito e creio que o tratamento não funcionava bem. O psiquiatra suspeitou de TAB ou borderline. Eu tinha muita depressão, extrema ansiedade e psicose as vezes. Mudei de psiquiatra pois não me sentia melhor em relação ao começo.
    No novo psiquiatra, ele suspeitou ansiedade e depressão. Segui o tratamento à risca. Mas para aquém das minhas expectativas. Passei por muitos momentos psicoticos muito mais fortes do que tinha no começo.
    Mudei de psiquiatra de novo. Na primeira consulta ela já suspeitou de transtorno de humor e provável bipolaridade. Tive menos psicoses, as sinto mais distantes. Mas quando aumentei a dose (lamotrigina) consegui observar psicose, apesar de não estar mais tão imersa.
    Ainda sinto muita insegurança em tomar, não quero apenas mascarar meus sintomas. Tomo remédio ha bastante tempo, mas continuo em sofrimento e depressão. Ha anos me impede de ter uma vida funcional. Quando buscava ainda ser funcional sentia muita ansiedade.
    Hoje estou menos ansiosa, mas ainda sinto e achei uma terapeuta que tem me ajudado à medida do possível. No passado não conseguia evoluir com terapias.
    Gostaria de interromper o tratamento para observar como eu me sinto de verdade, mas tenho medo também.
    É muito arriscado interromper?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entendo a complexidade e o peso emocional que essa jornada de tratamento tem representado para você nos últimos quatro anos. É evidente que sua busca por estabilidade emocional tem sido repleta de desafios.

    O fato de você ter começado essa jornada com o consumo excessivo de álcool demonstra a dificuldade que muitas pessoas enfrentam em lidar com problemas de saúde mental. O álcool pode servir como uma forma de automedicação e, em alguns casos, pode mascarar os sintomas subjacentes, tornando o diagnóstico e o tratamento ainda mais complexos.

    É notável como os diagnósticos e a suspeita de diferentes condições evoluíram ao longo do tempo, indo desde o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) até ansiedade e depressão. Isso reflete a natureza desafiadora e muitas vezes subjetiva dos transtornos mentais, onde os sintomas podem se sobrepor e variar em intensidade.

    Sua insegurança em relação à medicação, em particular à lamotrigina, é uma preocupação válida. É compreensível que você deseje que o tratamento vá além do alívio sintomático e aborde as causas subjacentes dos seus desafios emocionais.

    A descoberta de uma terapeuta que está proporcionando algum auxílio é um marco importante. A terapia é uma ferramenta valiosa para explorar as complexidades emocionais que acompanham os transtornos de humor. O fato de você ter percebido uma redução na ansiedade é um sinal positivo de que a terapia está começando a produzir resultados.

    A ponderação sobre a interrupção do tratamento é uma decisão delicada e deve ser tomada com extrema cautela. É importante que você tenha uma discussão franca e aberta com seu psiquiatra atual. Leve em consideração seu histórico de sintomas psicóticos graves e a possível bipolaridade ao considerar qualquer mudança no tratamento.

    Em resumo, a sua busca por autoconhecimento e bem-estar é admirável. No entanto, é fundamental que essa busca seja realizada em colaboração com profissionais de saúde mental. A estrada rumo à estabilidade emocional é singular para cada indivíduo e muitas vezes é repleta de curvas e desafios. O mais importante é que você está ativamente engajado em encontrar as respostas e o suporte necessários para alcançar uma vida funcional e equilibrada.


  • Olá Perdi a capacidade de imaginar uma especie de afantasia e támbem estou com a memoria muito ruim,

    Olá Perdi a capacidade de imaginar uma especie de afantasia e támbem estou com a memoria muito ruim, oque pode ser eu não era assim antes minha imaginação era fertil. nao cnsigo projetar mais imagens na mente e reversivel? oque poder ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    A perda da capacidade de imaginar e a deterioração da memória podem ser interpretadas como manifestações de conflitos psíquicos ou mudanças na relação entre sua consciência e o inconsciente. De acordo com Jung, a imaginação é a ponte entre o consciente e o inconsciente, e é por meio dela que acessamos aspectos profundos da psique.

    A afantasia pode sugerir uma desconexão com o mundo simbólico do inconsciente. Isso pode ocorrer devido a vários fatores, incluindo repressão de conteúdos inconscientes, estresse crônico ou traumas não resolvidos. A perda da imaginação pode ser uma forma de autoproteção, onde a mente consciente fecha as portas para conteúdos psíquicos que podem ser difíceis de lidar.

    A memória enfraquecida, por sua vez, pode ser vista como uma dificuldade em acessar experiências passadas, incluindo memórias emocionais e traumáticas. Jung acreditava que a memória é fundamental para a individuação, o processo de se tornar o seu eu verdadeiro e completo. Portanto, a perda da memória pode representar um obstáculo para esse processo de crescimento pessoal.

    Nesse contexto, a terapia analítica visa restaurar a conexão entre o consciente e o inconsciente. Isso envolve a exploração de sonhos, símbolos e imagens que emergem da psique. Ao reconectar-se com seu mundo interior, é possível desvendar os conflitos subjacentes, trazer à tona memórias esquecidas e, assim, promover a cura e o crescimento psicológico.

    Portanto, a afantasia e a memória enfraquecida podem ser encaradas como convites para explorar as profundezas da psique e buscar um equilíbrio entre o consciente e o inconsciente, visando a evolução pessoal e a autodescoberta. Se desejar, posso continuar a discussão sobre este tópico ou abordar outras questões relacionadas à essa perspectiva em uma consulta inicial gratuita.


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    Consulta Psicologia

  • Olá, quais são as causas, da síndrome de punho de ferro, no pênis dos jovens?

    Olá, quais são as causas, da síndrome de punho de ferro, no pênis dos jovens?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    A síndrome do "punho de ferro" é um termo não oficial usado por vezes para descrever uma situação onde um homem, muitas vezes jovem, enfrenta dificuldades em alcançar ou manter uma ereção adequada durante a atividade sexual com um parceiro. Isso pode ocorrer devido a práticas de masturbação que envolvem um aperto muito firme ou um ritmo que não é facilmente replicável durante a relação sexual. É essencial entender que este termo não é reconhecido na medicina ou psicologia como um diagnóstico clínico, mas pode ser útil para descrever uma experiência específica relacionada à saúde sexual e ao comportamento.

    As causas associadas a esta condição incluem hábitos de masturbação que podem levar a uma certa condicionamento. Se a masturbação é realizada com um aperto muito forte ou ritmo muito rápido, isso pode criar um nível de estímulo que não é correspondido durante o sexo com um parceiro, resultando em dificuldade de ereção ou de alcançar o orgasmo. Além disso, a expectativa e a ansiedade sobre o desempenho sexual podem exacerbar o problema. Homens que experienciam essa diferença entre a masturbação e a atividade sexual podem desenvolver ansiedade relacionada ao desempenho, o que pode, por sua vez, afetar ainda mais a sua capacidade de manter uma ereção.

    É importante abordar esta questão com sensibilidade e compreensão. A saúde sexual é um aspecto importante do bem-estar geral, e problemas nessa área podem ter um impacto significativo na qualidade de vida. Se você ou alguém que conhece está enfrentando esse tipo de dificuldade, pode ser útil consultar um profissional de saúde, como um terapeuta especializado em saúde sexual ou um urologista, para uma avaliação e orientação adequadas. Esses profissionais podem ajudar a explorar as causas subjacentes e desenvolver estratégias para abordar o problema.

    Como especialista em Neuropsicologia, estou disponível para uma consulta inicial gratuita para discutir quaisquer preocupações relacionadas à saúde sexual e ao bem-estar emocional. É importante lembrar que buscar ajuda é um passo positivo em direção ao cuidado com a própria saúde e bem-estar.

    Atenciosamente,

    Hugo Moraes


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    Consulta Psicologia

  • Eu durmo mas acordo varias vezes durante a noite tem dias que durmo bem mas tem dias que meu sono é

    Eu durmo mas acordo varias vezes durante a noite tem dias que durmo bem mas tem dias que meu sono é interrompido várias vezes mas mesmo assim não acordo cansado ou fadigado, isso é normal ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Compreendo suas inquietações em relação aos padrões de sono que tem experimentado. Na abordagem psicanalítica, nosso sono pode ser um reflexo dos processos internos que ocorrem em nossa mente. O fato de você acordar diversas vezes durante a noite pode indicar a presença de conteúdos inconscientes que podem estar emergindo durante esses momentos de transição entre os estados de sono.

    É interessante notar que a variação no padrão de sono é algo comum e estável, assim como a nossa própria psique. Em alguns dias, conseguimos mergulhar em um sono profundo e ininterrupto, enquanto em outros, essas interrupções podem sugerir uma atividade interna mais intensa. A mente humana é complexa e muitas vezes se manifesta através de sonhos, pensamentos e até mesmo fragmentos de memórias durante a noite.

    No entanto, a ausência de cansaço ou fadiga ao acordar é um sinal positivo de que, apesar das interrupções, você ainda está conseguindo alcançar um certo nível de descanso. Isso pode indicar uma capacidade resiliente de adaptação da sua psique diante dessas flutuações. Caso essa questão comece a gerar incômodo ou impactar sua rotina, pode ser válido explorar mais profundamente esses momentos de interrupção, talvez por meio de uma análise mais aprofundada dos conteúdos que emergem nesses momentos.

    Lembre-se de que cada um de nós é único em termos de psicodinâmica, e o diálogo interno que ocorre durante o sono pode refletir as complexidades da nossa própria jornada emocional. Se desejar, podemos continuar a explorar essas questões de maneira mais detalhada e direcionada, a fim de aprofundar sua compreensão pessoal.


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    Consulta Psicologia

  • Como lidar com uma acusação de traição (coisa que nunca aconteceu) com o próprio irmão materno?

    Como lidar com uma acusação de traição (coisa que nunca aconteceu) com o próprio irmão materno?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Lidar com uma acusação tão delicada requer calma e comunicação. Converse sinceramente com seu irmão, explicando que a acusação não é verdadeira e compartilhe qualquer evidência que possa ajudar a esclarecer a situação. Evite reações impulsivas, pois a forma como você responde pode influenciar a percepção dele. A comunicação aberta e honesta pode ajudar a resolver mal-entendidos e a diminuir a perplexidade e a intensidade das emoções envolvidas.


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    Consulta Psicologia

  • Olá! Minha namorada sempre foi muito sincera comigo e me contou que seu relacionamento anterior era

    Olá! Minha namorada sempre foi muito sincera comigo e me contou que seu relacionamento anterior era aberto por ter tido um carnaval em que ela sentiu vontade e a pessoa que ela tava aceitou e quis também. Só que desde que fiquei sabendo disso, sempre fico lembrando e isso me gera insegurança e me incomoda bastante devido a ser algo que eu considero errado e não gostaria que acontecesse com o nosso relacionamento. Deixei isso claro desde o início e ela sempre falou que não preciso me preocupar pq foi uma experiência que ela teve e viu que não deu certo e que ela não quer isso para o nosso relacionamento, que o valor que ela vê em mim ela não via no ex e etc. Mas ainda assim sigo na angústia e com medo de chegar algum ponto que ela queira isso . Mas não quero ficar assim pq ela é uma pessoa boa, me faz muito bem, me respeita e é bastante alinhada comigo em tudo. É chato eu ficar constantemente conversando sobre a mesma coisa e não quero que essa insegurança estrague nosso relacionamento. O que posso fazer pra parar de me sentir assim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    Entendo que você está lidando com uma situação complexa e emocionalmente carregada. A sinceridade da sua namorada sobre a abertura do relacionamento anterior demonstra a disposição dela para se comunicar abertamente. No entanto, é compreensível que essa revelação tenha te deixado inseguro, considerando os seus próprios valores e desejos por um relacionamento monogâmico. Embora ela tenha te tranquilizado, afirmando que te valoriza e deseja algo diferente para o relacionamento atual, as suas preocupações persistem.

    Navegar por esses sentimentos requer equilíbrio entre compreensão e autoconfiança. Reconheça que as experiências passadas dela não definem o relacionamento que vocês têm agora. Ao invés de revisitar constantemente o assunto, foque em construir confiança na conexão de vocês. Participar de atividades que fortaleçam os laços e te lembrem dos aspectos positivos que ela traz para a sua vida pode ser útil. Considere discutir as suas inseguranças com um amigo de confiança ou buscar orientação profissional para explorar suas emoções em um espaço seguro.

    Lembre-se de que os relacionamentos são dinâmicos e evoluem com o tempo. Valorize a comunicação aberta e encontre conforto nas qualidades que tornam o relacionamento de vocês único. Ao abordar os seus sentimentos com compreensão e autoconfiança, você pode trabalhar para aliviar as suas preocupações e cultivar uma conexão saudável, com variações complexas e envolventes.


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    Consulta Psicologia

  • Estou passando por alguns problemas, como insônia, ansiedade e uma possível depressão, devo procurar

    Estou passando por alguns problemas, como insônia, ansiedade e uma possível depressão, devo procurar primeiramente a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    É admirável você buscar clareza e orientação diante dessas preocupações que ecoam dentro de você. A complexidade dos sentimentos que você descreve, incluindo insônia, ansiedade e possivelmente depressão, merece uma abordagem cuidadosamente tecida. A busca por suporte é um passo corajoso rumo ao autoconhecimento e bem-estar. Inicialmente, considerar um psicólogo pode abrir portas para explorar as raízes dessas emoções e trabalhar em estratégias de enfrentamento. Um psiquiatra também poderia oferecer insights valiosos ao considerar intervenções medicamentosas, se necessário. Ponderar as duas abordagens é um passo rumo a uma jornada de autocuidado multifacetada. Lembre-se, essa é uma jornada na qual você não está sozinho; profissionais estão aqui para auxiliar em sua busca por equilíbrio emocional.


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    Consulta Psicologia

  • Psicanalistas comentam muito sobre a possibilidade de um corte da sessão por parte do psicanalista,

    Psicanalistas comentam muito sobre a possibilidade de um corte da sessão por parte do psicanalista, muitas vezes necessário inclusive, mas hoje quem encerrou a sessão fui eu depois de algumas colocações importantes que ele fez e ele aceitou naturalmente. Fiquei depois com essa dúvida é previsto tb o paciente interromper a sessão de psicanálise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    É interessante notar como a dinâmica da sessão pode se desdobrar de maneiras surpreendentes. O fato de ter encerrado a sessão após colocações significativas feitas pelo psicanalista e ele ter aceitado isso naturalmente demonstra um ambiente de respeito mútuo e colaboração no processo terapêutico. Quanto à sua dúvida sobre se o paciente também pode interromper uma sessão de psicanálise, é uma questão válida.

    A relação terapêutica na psicanálise é um espaço onde o paciente pode se expressar e ter voz. A interrupção da sessão por parte do paciente é algo que, em alguns contextos, pode ser considerado. Isso pode ser especialmente relevante se você se encontrar emocionalmente sobrecarregado, necessitar de tempo para refletir ou enfrentar uma situação desconfortável. No entanto, cada terapeuta e abordagem terapêutica têm diferentes perspectivas sobre isso.

    Se você sentir que essa possibilidade poderia beneficiar o seu processo terapêutico, é apropriado discuti-la com seu psicanalista. Explorar a abertura para pausas ou interrupções pode ajudar a estabelecer expectativas claras e garantir que você tenha um espaço seguro para lidar com suas emoções durante o tratamento. A comunicação aberta com o psicanalista sobre suas necessidades e inquietações é fundamental para moldar a terapia de acordo com o que for mais construtivo para você.


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  • O que fazer quando uma pessoa próxima e ansiosa não expressa o que sente, mesmo fazendo terapia? Nes

    O que fazer quando uma pessoa próxima e ansiosa não expressa o que sente, mesmo fazendo terapia? Nesse caso, a pessoa só reclama que está angustiada e ansiosa, mas não desenvolve e aí fico sem saber como ajudar. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    É interessante quando nos deparamos com alguém próximo que lida com ansiedade e, mesmo buscando ajuda terapêutica, ainda encontra dificuldades em expressar seus sentimentos. Nesse cenário, essa pessoa se limita a mencionar sua angústia e ansiedade, sem aprofundar no desenvolvimento dessas emoções. Isso pode ser um desafio para oferecer apoio adequado. Como lidar com essa situação?

    Primeiramente, é importante reconhecer que cada indivíduo tem seu próprio ritmo e estilo de comunicação emocional. Em casos assim, pode ser útil adotar uma abordagem paciente e empática. Ofereça um ambiente acolhedor e sem julgamentos, permitindo que a pessoa compartilhe o que sentir confortável no momento.

    Além disso, incentivar a exploração das emoções pode ajudar a pessoa a se conectar com seus sentimentos de forma gradual. Você pode fazer perguntas abertas e gentis, mostrando interesse genuíno em entender suas experiências. Às vezes, compartilhar histórias pessoais de superação de desafios emocionais também pode inspirar a pessoa a se abrir mais.

    Incentivar a continuidade da terapia é crucial. Encoraje a pessoa a comunicar suas preocupações ao terapeuta, destacando que a terapia é um espaço seguro para explorar e desenvolver suas emoções. O profissional poderá adotar abordagens específicas para ajudar a pessoa a se expressar melhor.

    Lembre-se de que essa jornada pode ser gradual, e respeitar o tempo da pessoa é fundamental. À medida que ela se sentir mais à vontade, é possível que a expressão de seus sentimentos se torne mais elaborada. Seja um apoio constante e presente, mostrando que está disposto a acompanhá-la nesse processo de autodesenvolvimento.


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  • Sinto que não consigo expressar tudo aquilo que eu quero falar, simplismente eu não consigo explicar

    Sinto que não consigo expressar tudo aquilo que eu quero falar, simplismente eu não consigo explicar nada do que eu penso, ou até mesmo algo que aconteceu na minha vida sem me "embolar" ou me atrapalhar, não consigo defender bem meus argumentos, aliás eu acho que nem tenho argumentos, e se tenho não consigo expresso-lo verbalmente da maneira como pensei, alguma dica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Hugo Iglesias Moraes

    É frustrante quando percebemos que as palavras parecem escapar, dificultando a expressão completa do que queremos comunicar. As ideias parecem teimar em não se alinhar, resultando em explicações confusas até mesmo para pensamentos simples ou eventos pessoais. A habilidade de defender argumentos também parece escorregar por entre os dedos, gerando insegurança. Às vezes, até questionamos a existência de argumentos em primeiro lugar, dada a dificuldade em expressá-los. Parece que as palavras não conseguem capturar a complexidade das nossas ideias.

    Uma abordagem para superar essa barreira é praticar a comunicação de forma deliberada. Antes de compartilhar, organizar mentalmente os pontos principais pode ajudar a manter a clareza. Além disso, considerar o uso de metáforas ou analogias pode tornar as explicações mais vívidas e compreensíveis. Ao elaborar argumentos, anotar as principais razões e exemplos pode ser útil para sustentar sua posição.

    Lembre-se de que a comunicação é uma habilidade aprimorada ao longo do tempo. Assim como um pintor mistura pinceladas para criar uma obra-prima, variar o comprimento e a estrutura das frases pode adicionar profundidade e interesse à sua expressão. Com prática e paciência, você pode gradualmente construir sua capacidade de comunicar suas ideias de forma mais envolvente e eficaz.


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