Perguntas do paciente (896)

  • Sobre a Tireoidite de Hashimoto Devemos apenas acompanhar os exames e aguardar a falha da tireoide

    Sobre a Tireoidite de Hashimoto
    Devemos apenas acompanhar os exames e aguardar a falha da tireoide
    ou tem métodos de prevenção?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Na Tireoidite de Hashimoto, o acompanhamento dos exames é uma parte importante do cuidado, mas a conduta não é simplesmente “esperar a tireoide falhar”. O objetivo é identificar alterações precocemente, controlar os sintomas e reduzir fatores que possam contribuir para a progressão da disfunção.

    Como é uma doença autoimune, não existe atualmente um método comprovado que elimine a causa ou garanta que a tireoide nunca irá perder função. Porém, alguns cuidados podem ajudar no acompanhamento e na saúde geral:

    manter níveis adequados de nutrientes importantes, como vitamina D, ferro e vitamina B12, quando houver deficiência;
    evitar excesso de iodo sem indicação médica (inclusive em suplementos), pois pode influenciar doenças autoimunes da tireoide;
    manter alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado e controle do estresse;
    acompanhar periodicamente TSH e T4 livre conforme orientação médica.

    Nem todas as pessoas com Hashimoto precisarão usar levotiroxina imediatamente. A decisão depende dos níveis hormonais, sintomas, presença de anticorpos, tamanho da tireoide, idade, gestação ou planejamento de gravidez e outros fatores clínicos.


  • Acabei de descobrir o hipertireoidismo a médica me passou tapazol de 10mg e propranolol minha dúvida

    Acabei de descobrir o hipertireoidismo a médica me passou tapazol de 10mg e propranolol minha dúvida é o propranolol já que tenho bronquite asmática devo ou não tomar? Existe um substituto para a taquicardia, ansiedade e tremores?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    O uso de Propranolol em pessoas com bronquite asmática ou asma merece cautela, pois ele é um betabloqueador não seletivo e pode, em algumas pessoas, provocar piora do broncoespasmo (chiado, falta de ar, aperto no peito). Por isso, é importante que sua médica saiba da bronquite asmática antes de iniciar ou manter o medicamento.

    O propranolol é frequentemente usado no hipertireoidismo porque ajuda a controlar sintomas causados pelo excesso de hormônios tireoidianos, como taquicardia, tremores, palpitações e ansiedade, mas existem alternativas quando há contraindicação ou risco respiratório. O médico pode avaliar, por exemplo, outros medicamentos com maior seletividade cardíaca ou outras estratégias, dependendo do seu quadro e da gravidade dos sintomas.

    Não inicie, suspenda ou substitua por conta própria. O ideal é entrar em contato com a endocrinologista para informar a história de bronquite asmática e definir a opção mais segura.

    Procure atendimento se, após iniciar o propranolol, apresentar falta de ar, chiado no peito, piora da tosse, aperto no peito ou dificuldade para respirar.


  • Oi minha vitamina D esta 25,6 e minha B12 está 130 , poderiam me informar estão baixas ? Tenho 34 an

    Oi minha vitamina D esta 25,6 e minha B12 está 130 , poderiam me informar estão baixas ? Tenho 34 anos comecei a ter crises de ansiedade e sintomas obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Sim, pelos valores informados, há possibilidade de deficiência principalmente de vitamina B12 e uma vitamina D abaixo do ideal, dependendo dos critérios utilizados pelo laboratório.

    A vitamina B12 de 130 geralmente é considerada baixa (muitos laboratórios consideram valores abaixo de aproximadamente 200 pg/mL como deficiência). A deficiência de B12 pode estar associada a sintomas como cansaço, fraqueza, formigamentos, alterações de memória, dificuldade de concentração e também pode contribuir para alterações de humor em algumas pessoas.

    A vitamina D de 25,6 ng/mL costuma ser classificada como insuficiência em muitos critérios. Níveis baixos podem estar associados a pior disposição, dores musculares e alterações gerais de bem-estar, embora nem sempre expliquem sozinhos sintomas de ansiedade.

    Como você começou a apresentar crises de ansiedade, é importante avaliar o quadro como um todo, pois ansiedade pode ter várias causas e também pode ser influenciada por sono, estresse, alterações hormonais, deficiência de nutrientes e outros fatores.

    Converse com seu médico sobre a necessidade de reposição de B12 e vitamina D e sobre investigar a causa da B12 baixa (alimentação, absorção intestinal, uso de medicamentos como alguns protetores gástricos ou metformina, entre outros).

    Também pode ser útil avaliar outros exames, conforme a avaliação clínica, como hemograma, ferritina, TSH/T4 (tireoide) e outros nutrientes. Não inicie doses elevadas de suplementação sem orientação, especialmente se houver outros problemas de saúde ou uso de medicamentos.


  • Um problema de hipertiroidismo que está sendo tratado já a quase 3 anos e até agora con troca de med

    Um problema de hipertiroidismo que está sendo tratado já a quase 3 anos e até agora con troca de medicamentos sem controle ainda pode causar a morte do paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Um hipertireoidismo que permanece sem controle por muito tempo pode trazer riscos importantes, mas o fato de estar em tratamento e acompanhado por médico é um ponto positivo. A maioria das pessoas consegue controlar a doença com o ajuste adequado da medicação ou outras opções de tratamento.

    Quando o hipertireoidismo fica descompensado por meses ou anos, pode aumentar o risco de problemas como:

    alterações do ritmo cardíaco (por exemplo, arritmias);
    piora de insuficiência cardíaca em pessoas predispostas;
    perda de massa muscular e óssea;
    alterações importantes de pressão e metabolismo.

    A complicação mais grave é a crise tireotóxica, que é rara e geralmente ocorre em situações de hipertireoidismo muito descontrolado associado a fatores desencadeantes, como infecções ou suspensão inadequada do tratamento. É uma emergência médica, mas não é algo que acontece simplesmente porque o tratamento está demorando para estabilizar.

    Se após quase 3 anos ainda há dificuldade de controle mesmo com troca de medicamentos, é importante conversar com o endocrinologista sobre:

    revisar diagnóstico e causa do hipertireoidismo (como doença de Graves, nódulos, entre outras);
    conferir adesão e absorção do medicamento;
    avaliar outras opções de tratamento quando o controle é difícil.

    É importante manter os exames de acompanhamento (TSH, T4 livre e, quando indicado, T3) e avaliar sintomas como palpitações, falta de ar, perda importante de peso, tremores ou fraqueza.


  • Ha anos tenho hipotireoidismo recentemente deu uma descompensada...tsh 0.11 e t4 1.34 a médica reaju

    Ha anos tenho hipotireoidismo recentemente deu uma descompensada...tsh 0.11 e t4 1.34 a médica reajustou levotiroxina antes 125 agora 112 mas continuo com efeitos colaterais hipertireoidismo medicamentoso o q fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Pelos exames que você relata, o TSH de 0,11 está baixo, enquanto o T4 livre de 1,34 pode estar dentro da faixa de referência dependendo do laboratório. Em pessoas com hipotireoidismo em uso de Levotiroxina, esse padrão pode indicar que a dose estava um pouco acima da necessidade atual, causando um quadro de excesso de reposição hormonal (hipertireoidismo medicamentoso).

    A redução de 125 para 112 mcg é uma conduta comum, mas o organismo não ajusta os níveis imediatamente. Geralmente é necessário aguardar algumas semanas após a mudança de dose para reavaliar o efeito, frequentemente com novo TSH e T4 livre conforme orientação do médico.

    Enquanto isso, sintomas como:

    palpitações ou coração acelerado;
    tremores;
    ansiedade ou agitação;
    insônia;
    sensação de calor;
    perda de peso;

    podem persistir até que os níveis hormonais se estabilizem.

    Também é importante revisar fatores que podem alterar a absorção da levotiroxina, como tomar junto com café, alimentos, cálcio, ferro ou alguns suplementos.

    Não reduza mais a dose ou suspenda por conta própria. Converse com sua médica se os sintomas estiverem intensos, principalmente se houver palpitações importantes, dor no peito, falta de ar ou tontura.

    Uma informação que ajudaria: há quanto tempo você reduziu de 125 para 112 mcg e quais sintomas de hipertireoidismo medicamentoso você ainda está sentindo?


  • Tenho arritmia cardíaca, e tomo o remédio concor 1.5. Posso fazer o uso do cha da folha da amora par

    Tenho arritmia cardíaca, e tomo o remédio concor 1.5. Posso fazer o uso do cha da folha da amora para melhorar os fogachos da menopausa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    O chá da folha de amora é bastante utilizado por algumas mulheres para tentar aliviar sintomas da menopausa, como os fogachos, mas as evidências científicas sobre sua eficácia ainda são limitadas. Em relação à sua arritmia cardíaca e ao uso do Concor, é importante ter cautela.

    Não existe uma interação bem estabelecida entre o chá de folha de amora e o bisoprolol, porém, como você tem uma condição cardíaca e usa medicação contínua, o ideal é confirmar com seu cardiologista antes de usar regularmente, principalmente se pretende tomar em doses concentradas.

    Além disso, alguns sintomas da menopausa podem se confundir com sintomas cardíacos (como palpitação, aperto no peito e sensação de calor), então é importante manter o acompanhamento da arritmia.

    Converse também com seu ginecologista sobre outras opções para fogachos, pois existem tratamentos hormonais e não hormonais que podem ser avaliados de acordo com seu histórico cardiovascular.

    Se puder informar: qual é o tipo de arritmia que você tem (ex.: extrassístoles, fibrilação atrial, taquicardia) e você usa apenas o Concor ou toma outros medicamentos? Isso ajuda a avaliar melhor a segurança.


  • Tenho 29 anos, minha testosterona sempre foi abaixo de 500, isso é normal? Mesmo fazendo musculação

    Tenho 29 anos, minha testosterona sempre foi abaixo de 500, isso é normal? Mesmo fazendo musculação desde os 17 anos ela sempre foi esse valor, nunca passou de 500, posso ter problemas futuros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Sim, uma testosterona abaixo de 500 ng/dL pode ser totalmente normal, dependendo do valor exato, do horário da coleta, do laboratório e principalmente dos seus sintomas.

    Muitas pessoas associam testosterona “normal” a valores acima de 500, mas a faixa de referência em homens adultos é bem ampla. Um homem de 29 anos pode ter testosterona total, por exemplo, na faixa de 300–500 ng/dL e ainda estar dentro do esperado, especialmente se tiver:

    boa libido;
    ereções normais;
    energia adequada;
    força e ganho muscular compatíveis;
    ausência de sintomas de deficiência hormonal.

    O fato de você fazer musculação desde os 17 anos e não passar de 500 não significa necessariamente um problema. A resposta ao treino depende de vários fatores além da testosterona, como genética, alimentação, sono, intensidade do treino e composição corporal.

    A investigação de baixa testosterona geralmente não é feita apenas pelo número, mas pela combinação de sintomas + exames. Quando há suspeita, o médico pode avaliar:

    testosterona total (preferencialmente pela manhã);
    testosterona livre;
    SHBG;
    LH e FSH;
    prolactina;
    TSH/T4;
    outros exames conforme o caso.

    Se você está saudável, sem sintomas e esses valores são estáveis há anos, não há indicação de tratar apenas para “aumentar o número”. O uso de testosterona sem necessidade pode inclusive prejudicar a produção natural do hormônio e a fertilidade.

    Para avaliar melhor: qual é o seu valor mais baixo de testosterona (ex.: 300, 400, 450 ng/dL)? Você tem algum sintoma como queda de libido, cansaço excessivo, dificuldade de ereção ou dificuldade desproporcional para ganhar massa muscular?


  • Minha sobrinha tem 14 anos e a idade óssea dela é de 13 anos, o que é indicado para que ocorra o est

    Minha sobrinha tem 14 anos e a idade óssea dela é de 13 anos, o que é indicado para que ocorra o estirão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Uma idade óssea de 13 anos em uma menina de 14 anos geralmente significa que ela está com uma maturação óssea um pouco atrasada, mas isso não é necessariamente um problema. Na verdade, em alguns casos, uma idade óssea atrasada pode indicar que ainda existe potencial de crescimento.

    O estirão de crescimento em meninas costuma acontecer principalmente antes e durante a puberdade, geralmente próximo ao período da primeira menstruação. Depois da menarca, ainda pode haver algum crescimento, mas ele costuma ser menor.

    Não existe um medicamento ou alimento específico que “provoque” o estirão em uma adolescente saudável. O que favorece que ela atinja seu potencial genético é:

    alimentação adequada com proteínas, cálcio e nutrientes suficientes;
    sono adequado (o hormônio do crescimento é liberado principalmente durante o sono profundo);
    atividade física regular;
    correção de deficiências, como vitamina D ou alterações hormonais, quando existirem.

    O ideal é uma avaliação com endocrinologista pediátrico, que pode analisar:

    altura atual e velocidade de crescimento (quantos centímetros cresce por ano);
    estágio da puberdade;
    idade da primeira menstruação, se já ocorreu;
    altura dos pais;
    curva de crescimento;
    idade óssea.

    Se você informar a altura atual dela, a altura da mãe e do pai e se ela já menstruou (e há quanto tempo), dá para estimar melhor quanto crescimento ainda pode ocorrer.


  • amo doces mas recentemente soube que estou com 121 de glicose, tenho histórico na família, ainda pos

    amo doces mas recentemente soube que estou com 121 de glicose, tenho histórico na família, ainda posso consumir isoladamente algum doce (como sorvetes, bolos, refrigerantes)(uma vez no mês/duas)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Uma glicemia de jejum de 121 mg/dL geralmente está na faixa de pré-diabetes (100 a 125 mg/dL), mas é importante confirmar e avaliar junto com outros exames, como a hemoglobina glicada, para entender melhor como está o controle da glicose.

    Ter histórico familiar aumenta o risco, mas isso não significa que você nunca mais poderá comer doces. Em geral, o objetivo é criar um padrão alimentar sustentável. Um doce consumido ocasionalmente (por exemplo, uma ou duas vezes ao mês) costuma ser diferente de um consumo frequente, principalmente se o restante da alimentação e o estilo de vida estiverem adequados.

    Algumas estratégias podem ajudar:

    consumir a sobremesa após uma refeição equilibrada, em vez de em jejum;
    preferir porções menores;
    evitar bebidas açucaradas com frequência, pois aumentam a glicose rapidamente;
    manter atividade física regular;
    acompanhar a evolução da glicemia.

    Como você tem glicemia de 121 mg/dL e histórico familiar, vale conversar com seu médico para avaliar seu risco individual e acompanhar exames periódicos. A prevenção nessa fase pode fazer uma grande diferença para evitar a progressão para diabetes.


  • Boa tarde uso tioridazina há vários anos só que está em falta nas farmácias qual remédio substitui a

    Boa tarde uso tioridazina há vários anos só que está em falta nas farmácias qual remédio substitui a tioridazina sem alterar a glicemia

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    A substituição da Tioridazina precisa ser feita com bastante cuidado pelo psiquiatra, principalmente porque você usa há vários anos. Não é recomendado trocar por conta própria, pois cada medicamento tem perfil diferente de eficácia, efeitos colaterais e necessidade de ajuste de dose.

    Sobre a glicemia: alguns antipsicóticos podem aumentar o risco de alterações metabólicas, como aumento de glicose, resistência à insulina e ganho de peso, mas esse efeito varia muito entre as opções e entre as pessoas. A escolha do substituto deve considerar:

    o motivo pelo qual você usa a tioridazina;
    sua dose atual;
    histórico de diabetes ou pré-diabetes;
    peso e perfil metabólico;
    outros medicamentos em uso.

    O ideal é procurar seu psiquiatra para definir uma alternativa com menor impacto metabólico, quando for apropriado, e acompanhar exames como glicemia de jejum, hemoglobina glicada, colesterol e triglicerídeos durante a troca.

    Se puder informar qual a dose de tioridazina que você usa, para qual diagnóstico ela foi prescrita (por exemplo, ansiedade, depressão, psicose, outro) e se você tem diabetes ou pré-diabetes, consigo explicar melhor quais fatores o médico costuma considerar na escolha.


  • Comecei monitorar minha glicemia, depois de tomar hipercalorico por um mês sem acompanhamento profis

    Comecei monitorar minha glicemia, depois de tomar hipercalorico por um mês sem acompanhamento profissional.
    Ela está a 3 dias, acima de 130, em um jejum de 8 horas, e evitando o máximo, açúcares e carboidratos.
    É normal ela ficar alta por uns dias??
    Lembrando que, minha glicemia era normal antes!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Uma glicemia de jejum acima de 130 mg/dL por 3 dias seguidos merece atenção, mas não significa automaticamente que você desenvolveu diabetes. É importante confirmar com exames adequados, pois a glicemia pode variar por diversos motivos.

    O uso de hipercalórico pode sim influenciar a glicemia, dependendo da composição (quantidade de carboidratos, açúcares e calorias). Um aumento importante na ingestão de carboidratos pode elevar a glicose e, em algumas pessoas, revelar uma tendência à resistência à insulina que antes não era percebida.

    Além disso, a glicemia pode ficar temporariamente mais alta por fatores como:

    estresse físico ou emocional;
    noites mal dormidas;
    infecções ou inflamações;
    mudanças recentes na alimentação;
    uso de alguns medicamentos.

    Por outro lado, uma glicemia de jejum ≥126 mg/dL em exames laboratoriais, em mais de uma ocasião, pode preencher critério para diagnóstico de diabetes (quando confirmado pelo médico). A medição de aparelho de ponta de dedo ajuda no acompanhamento, mas não substitui a confirmação laboratorial.

    O ideal é fazer uma avaliação com:

    glicemia de jejum em laboratório;
    hemoglobina glicada (HbA1c);
    avaliação de fatores de risco (peso, histórico familiar, perfil metabólico).

    Não é necessário cortar totalmente carboidratos por conta própria. O mais importante é ajustar a alimentação de forma equilibrada.


  • Faço tratamento e tomo o Puran 75 a uns 11 meses. Tem uns 2 dias que estou com queimação? Pode ser

    Faço tratamento e tomo o Puran 75 a uns 11 meses.
    Tem uns 2 dias que estou com queimação?
    Pode ser que meu nível de Ts4 está alterado?
    Pode ser que tenha que reajustar novamente a dosagem de Puran?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    A sensação de queimação que você está sentindo há 2 dias pode ter várias causas e não é um sintoma específico de alteração do T4 ou da dose do Puran T4.

    Quando a dose de levotiroxina fica acima ou abaixo da necessidade, os sintomas mais comuns costumam ser diferentes. Excesso de hormônio pode causar, por exemplo, palpitações, tremores, ansiedade, insônia, calor excessivo e perda de peso. Já falta de hormônio pode causar cansaço, sonolência, frio, pele ressecada e prisão de ventre.

    A dose do Puran T4 pode precisar ser reajustada ao longo do tempo, mas isso deve ser baseado principalmente em exames como TSH e T4 livre, e não apenas por um sintoma isolado. Uma alteração de dose só deve ser feita após avaliação médica.

    A queimação pode estar relacionada a outras situações, como refluxo, gastrite, alimentação, estresse, medicamentos ou outras condições. Se for uma queimação no peito com aperto, falta de ar, suor frio, dor irradiada para braço ou mandíbula, é importante procurar atendimento.

    Para entender melhor:

    essa queimação é no estômago, garganta, pele ou no peito?
    você fez exames recentes de TSH e T4 livre? Quais foram os valores?
    toma o Puran em jejum, separado de café, cálcio, ferro ou outros suplementos?


  • Tenho 46 anos, sou homem e minha hemoglobina glicada deu 5.7 e glicose de jejum 87, sou pré diabétic

    Tenho 46 anos, sou homem e minha hemoglobina glicada deu 5.7 e glicose de jejum 87, sou pré diabético?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Pelos exames informados, a hemoglobina glicada de 5,7% está no limite considerado para pré-diabetes, enquanto a glicemia de jejum de 87 mg/dL está normal.

    Os critérios mais utilizados são:

    Hemoglobina glicada (HbA1c):
    abaixo de 5,7%: normal;
    5,7% a 6,4%: pré-diabetes;
    6,5% ou mais: diabetes (geralmente com confirmação).
    Glicemia de jejum:
    abaixo de 100 mg/dL: normal;
    100 a 125 mg/dL: pré-diabetes;
    126 mg/dL ou mais: diabetes (com confirmação).

    Então, pelo valor da glicada, você está na faixa inicial de pré-diabetes, mas a glicemia de jejum normal é um dado favorável. O ideal é avaliar o conjunto: peso, circunferência abdominal, histórico familiar, pressão arterial, colesterol e triglicerídeos, nível de atividade física e alimentação.

    Nessa fase, muitas pessoas conseguem normalizar a glicada com mudanças no estilo de vida, principalmente:

    manter atividade física regular (incluindo treino de força);
    reduzir excesso de açúcar e carboidratos refinados;
    priorizar proteínas, fibras e alimentos pouco processados;
    cuidar do sono e do peso, se houver excesso.

    Vale repetir a hemoglobina glicada em alguns meses conforme orientação do seu médico para acompanhar a evolução.

    Você tem algum fator de risco como histórico familiar de diabetes, aumento de gordura abdominal, colesterol/triglicerídeos altos ou dificuldade para perder peso?


  • Emagreci 17 kilos com a tireoide passou o tapazol vou recupera o peso?

    Emagreci 17 kilos com a tireoide passou o tapazol vou recupera o peso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Se você perdeu 17 kg por causa do hipertireoidismo, existe sim a possibilidade de recuperar parte desse peso após o controle da tireoide com Tapazol, mas isso não significa que obrigatoriamente irá recuperar tudo.

    No hipertireoidismo, o metabolismo fica acelerado, o corpo gasta mais energia e muitas pessoas emagrecem mesmo mantendo a alimentação habitual. Quando os hormônios voltam ao normal com o tratamento, o metabolismo retorna ao ritmo normal e pode ocorrer algum ganho de peso.

    Esse ganho pode ser maior se:

    a fome aumentou durante ou após o tratamento;
    houve perda de massa muscular durante a doença;
    a alimentação continua com o mesmo volume de quando o metabolismo estava acelerado;
    a tireoide ficar temporariamente mais lenta pelo excesso de medicação.

    Para ajudar a manter o peso perdido:

    mantenha uma alimentação equilibrada, com boa quantidade de proteínas;
    faça exercícios de força para preservar ou recuperar massa muscular;
    acompanhe regularmente TSH e T4 livre para garantir que a dose do Tapazol está adequada;
    evite dietas muito restritivas, pois podem favorecer perda muscular e posterior reganho.

    Uma parte do peso recuperado pode ser apenas o organismo voltando ao equilíbrio, mas um ganho excessivo merece investigação.

    Você perdeu esses 17 kg em quanto tempo? E seu hipertireoidismo é por Doença de Graves ou por nódulos na tireoide?


  • estou usando oestrogel e utrogestan, estou sentindo dor de cabeça, dificuldade de respirar e um aper

    estou usando oestrogel e utrogestan, estou sentindo dor de cabeça, dificuldade de respirar e um aperto no coração. è normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    O uso de Oestrogel e Utrogestan pode causar alguns efeitos colaterais, incluindo dor de cabeça, alterações de humor, retenção de líquidos e sensibilidade mamária. Porém, os sintomas que você descreveu — dificuldade para respirar e aperto no coração — merecem uma avaliação mais cuidadosa.

    A terapia hormonal da menopausa pode, em algumas situações, aumentar o risco de eventos cardiovasculares ou trombóticos, principalmente dependendo da idade, tempo desde a menopausa, histórico pessoal e familiar, tabagismo, pressão alta, alterações de colesterol, enxaqueca com aura ou outros fatores de risco.

    Não é possível afirmar que seja apenas um efeito do hormônio. O ideal é entrar em contato com o médico que prescreveu a reposição hormonal para relatar esses sintomas antes de continuar sem avaliação.

    Procure atendimento com urgência se o aperto no peito for intenso ou persistente, vier acompanhado de:

    falta de ar importante;
    dor irradiando para braço, costas, pescoço ou mandíbula;
    suor frio;
    tontura ou desmaio;
    palpitações fortes.

    Para entender melhor: há quanto tempo você iniciou o Oestrogel e o Utrogestan? Qual sua idade e você tem histórico de pressão alta, colesterol elevado, arritmia, trombose ou enxaqueca?


  • Meu exame de dosagem glicose jejum deu 133. Minha hemoglobina glicada deu 5,5. Quais fatores devo le

    Meu exame de dosagem glicose jejum deu 133. Minha hemoglobina glicada deu 5,5. Quais fatores devo levar em consideração para considerar diabetes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Os seus exames apresentam uma discordância: a glicemia de jejum de 133 mg/dL está na faixa considerada para diabetes, enquanto a hemoglobina glicada de 5,5% está dentro da faixa normal.

    Pelos critérios diagnósticos:

    Glicemia de jejum ≥126 mg/dL (em exame laboratorial) pode indicar diabetes, mas geralmente precisa ser confirmada em uma segunda coleta se a pessoa não apresenta sintomas típicos.
    Hemoglobina glicada ≥6,5% é um dos critérios para diagnóstico de diabetes.
    Uma glicada de 5,5% sugere que a média da glicose dos últimos 2 a 3 meses está adequada, mas não exclui totalmente alterações recentes ou variações da glicemia.

    Alguns fatores que devem ser considerados:

    se a coleta foi realmente em jejum de 8 a 12 horas;
    se houve estresse, infecção, inflamação ou uso de medicamentos como corticoides próximo ao exame;
    histórico familiar de diabetes;
    peso, circunferência abdominal e nível de atividade física;
    presença de sintomas como muita sede, aumento da urina, perda de peso sem explicação ou fome excessiva.

    O ideal é repetir a glicemia de jejum em laboratório e discutir com seu médico se há necessidade de outros exames, como o teste oral de tolerância à glicose (curva glicêmica).

    Um único valor alterado não deve ser ignorado, mas também não deve ser interpretado isoladamente. A confirmação depende do conjunto dos exames e da avaliação clínica.


  • Tenho ceratocone. Descobri que tô pre diabetica . E uso pregabalina. Faz mal?

    Tenho ceratocone. Descobri que tô pre diabetica . E uso pregabalina. Faz mal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Ter ceratocone e estar com pré-diabetes não significa, por si só, que você não possa usar Pregabalina. Não existe uma contraindicação direta entre pregabalina e ceratocone.

    Em relação à pré-diabetes, a pregabalina merece acompanhamento porque, em algumas pessoas, pode estar associada a:

    aumento do apetite;
    ganho de peso;
    retenção de líquidos;
    dificuldade para manter o controle do peso.

    Esses fatores podem indiretamente dificultar o controle da glicose, principalmente em quem já tem resistência à insulina ou pré-diabetes. Porém, muitas pessoas usam pregabalina sem desenvolver alteração importante da glicemia.

    O ideal é não suspender a medicação por conta própria, pois ela pode estar sendo usada para condições como dor neuropática, ansiedade ou outros quadros em que a retirada abrupta pode causar problemas. Converse com o médico que acompanha seu caso para avaliar o benefício do tratamento e, se necessário, acompanhar:

    peso e circunferência abdominal;
    glicemia de jejum;
    hemoglobina glicada;
    perfil metabólico.

    Também é importante saber: qual dose de pregabalina você usa e há quanto tempo? Você percebeu ganho de peso ou aumento da fome depois que começou?


  • Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo

    Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo importante após parar de amamentar meu primeiro filho em 2018, depois de cerca de 3 anos e 7 meses de amamentação. Agora, em 2026, após desmamar meu segundo filho depois de aproximadamente 3 anos e 9 meses, a queda voltou ainda mais intensa. Desde a primeira grande queda meu cabelo nunca mais voltou totalmente ao normal, apenas alterna períodos melhores e piores.

    Também percebi sensibilidade nas mamas após o desmame e comecei a ter medo de alterações hormonais mais importantes. Minha preocupação aumentou porque minha mãe faleceu por câncer de suprarrenal, então tenho receio de que meus sintomas possam ter relação com andrógenos altos ou algum problema adrenal.

    Não tenho diagnóstico de SOP e não sei se meus sintomas parecem mais compatíveis com alterações hormonais do pós-desmame/eflúvio telógeno, alopecia androgenética feminina ou algo endócrino mais relevante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Pelo seu relato, existem algumas possibilidades, e a história de queda após os desmames realmente chama atenção para uma causa hormonal relacionada ao período pós-amamentação. A causa mais comum nesse contexto é o eflúvio telógeno, uma queda difusa dos fios desencadeada por mudanças hormonais importantes. Durante a gestação e a amamentação, os hormônios podem manter mais fios na fase de crescimento; após o desmame, ocorre uma mudança que pode levar vários fios a entrarem simultaneamente na fase de queda.

    Porém, como você relata que o cabelo nunca voltou totalmente ao padrão anterior desde 2018 e que há períodos de piora e melhora, também é importante investigar se existe uma associação com alopecia androgenética feminina (sensibilidade dos folículos aos andrógenos), que pode ser desencadeada ou evidenciada após alterações hormonais.

    A preocupação com a suprarrenal é compreensível pelo seu histórico familiar, mas a presença de queda de cabelo isolada não significa, por si só, que exista um problema adrenal. Alterações importantes de andrógenos geralmente vêm acompanhadas de outros sinais, como aumento rápido de pelos grossos no rosto/corpo, acne intensa de início recente, alteração importante da voz, aumento de massa muscular sem explicação ou progressão rápida dos sintomas.

    Uma avaliação com endocrinologista e/ou dermatologista pode ser útil. Dependendo da avaliação clínica, podem ser considerados exames como:

    testosterona total e livre;
    SHBG;
    DHEA-S (avaliação de andrógenos de origem adrenal);
    androstenediona e 17-hidroxiprogesterona, quando indicado;
    TSH e T4 livre (tireoide);
    ferritina, hemograma, vitamina B12, vitamina D e avaliação de possíveis deficiências nutricionais.

    Também é importante avaliar o couro cabeludo com dermatoscopia, pois ela ajuda a diferenciar eflúvio telógeno de alopecia androgenética.

    A sensibilidade nas mamas após o desmame pode ocorrer pela adaptação do tecido mamário às mudanças hormonais e não necessariamente indica uma alteração grave, mas deve ser avaliada se houver nódulo, secreção, alteração de pele ou dor persistente.

    Pelo conjunto da história, parece razoável investigar, mas existem causas comuns e tratáveis que podem explicar seus sintomas. Uma informação que ajudaria bastante: você percebe a queda mais como fios caindo em grande quantidade durante banho/penteado ou percebe principalmente afinamento do cabelo no topo da cabeça e aumento da risca central? E você teve aumento de pelos, acne ou alteração do ciclo menstrual após os desmames?


  • Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo

    Gostaria de uma orientação sobre meu caso porque estou bastante preocupada. Tive uma queda de cabelo importante após parar de amamentar meu primeiro filho em 2018, depois de cerca de 3 anos e 7 meses de amamentação. Agora, em 2026, após desmamar meu segundo filho depois de aproximadamente 3 anos e 9 meses, a queda voltou ainda mais intensa. Desde a primeira grande queda meu cabelo nunca mais voltou totalmente ao normal, apenas alterna períodos melhores e piores.

    Também percebi sensibilidade nas mamas após o desmame e comecei a ter medo de alterações hormonais mais importantes. Minha preocupação aumentou porque minha mãe faleceu por câncer de suprarrenal, então tenho receio de que meus sintomas possam ter relação com andrógenos altos ou algum problema adrenal.

    Não tenho diagnóstico de SOP e não sei se meus sintomas parecem mais compatíveis com alterações hormonais do pós-desmame/eflúvio telógeno, alopecia androgenética feminina ou algo endócrino mais relevante. O que fazer? Quais exames?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    Pelo seu histórico, a queda de cabelo após os desmames pode estar relacionada a uma alteração do ciclo capilar causada pela mudança hormonal do pós-amamentação, conhecida como eflúvio telógeno. Essa condição pode ocorrer após grandes mudanças hormonais e, em algumas mulheres, pode ser mais intensa e prolongada. Entretanto, como você relata que o cabelo nunca voltou completamente ao normal desde 2018 e que existem períodos de piora e melhora, também é importante investigar a possibilidade de alopecia androgenética feminina associada ou outros fatores.

    O antecedente de câncer de suprarrenal da sua mãe merece ser informado ao médico, mas a queda de cabelo isolada geralmente não é suficiente para indicar um problema adrenal. Alterações importantes de andrógenos costumam vir acompanhadas de sinais como aumento rápido de pelos grossos, acne intensa de início recente, alteração da voz, aumento importante da oleosidade ou progressão rápida dos sintomas.

    O ideal é uma avaliação com endocrinologista e dermatologista, preferencialmente com exame do couro cabeludo (dermatoscopia), para diferenciar os tipos de queda. Conforme a avaliação, podem ser solicitados exames como:

    Testosterona total e livre;
    SHBG;
    DHEA-S (importante para avaliar produção de andrógenos pelas suprarrenais);
    Androstenediona;
    17-hidroxiprogesterona (quando indicado);
    TSH e T4 livre (tireoide);
    Ferritina e hemograma (estoques de ferro);
    Vitamina B12 e vitamina D;
    outros exames conforme sintomas e histórico.

    Também é importante avaliar o padrão da queda: se são muitos fios caindo no banho e ao pentear, sugere mais eflúvio; se há afinamento progressivo no topo da cabeça, redução do volume e aumento da risca central, pode sugerir alopecia androgenética.

    Sobre a sensibilidade nas mamas após o desmame: pode acontecer pela adaptação hormonal e reorganização do tecido mamário, mas deve ser avaliada se houver nódulo, secreção, retração da pele ou dor persistente.

    Pela sua história, vale investigar com calma, mas existem causas frequentes e tratáveis que podem explicar o quadro. O primeiro passo é confirmar o padrão da queda e avaliar se existe alguma alteração hormonal associada.


  • Sou pré diabética , e o endócrino receitou Nesina met 12,5 / 850 mg 2 vezes ao dia , porém a bula do

    Sou pré diabética , e o endócrino receitou Nesina met 12,5 / 850 mg 2 vezes ao dia , porém a bula do remédio informa que é indicado para pessoas diabéticas .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Igor Bernardes

    O fato de a bula do Nesina Met indicar principalmente o uso para pessoas com diabetes não significa necessariamente que o médico não possa prescrever em outras situações. O médico pode utilizar medicamentos de acordo com a avaliação individual do paciente, considerando riscos, benefícios e o quadro clínico.

    O Nesina Met associa dois medicamentos: a metformina, que é bastante utilizada em situações de resistência à insulina e pré-diabetes em alguns casos, e a alogliptina, que pertence à classe dos inibidores da DPP-4 e é aprovada principalmente para diabetes tipo 2.

    Em pessoas com pré-diabetes, a decisão de usar medicação depende de fatores como:

    valores de glicemia e hemoglobina glicada;
    idade;
    histórico familiar de diabetes;
    excesso de peso ou obesidade;
    presença de resistência à insulina;
    alterações metabólicas associadas.

    Em alguns pacientes com maior risco de progressão para diabetes, o médico pode optar por tratamento medicamentoso associado às mudanças no estilo de vida.

    É importante conversar com seu endocrinologista para entender qual foi o objetivo específico da prescrição (reduzir resistência à insulina, evitar progressão para diabetes, controlar glicemia, auxiliar no peso ou outro motivo).

    Para contextualizar melhor: quais foram seus valores de glicemia de jejum, hemoglobina glicada e peso/altura? Você tem histórico familiar de diabetes ou síndrome dos ovários policísticos?


Perguntas frequentes

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