Perguntas do paciente (637)

  • Oque e transtornos de humor (afetivos) persistentes

    Oque e transtornos de humor (afetivos) persistentes

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Faz sentido essa dúvida sobre o termo.
    Os transtornos de humor (afetivos) persistentes são condições em que alterações do humor, como tristeza, desânimo ou irritabilidade, permanecem por longos períodos, de forma contínua ou recorrente, geralmente por meses ou anos.
    Diferente de episódios mais intensos e pontuais, como uma depressão maior, nesses quadros os sintomas tendem a ser mais duradouros e, muitas vezes, mais estáveis ao longo do tempo, podendo impactar a qualidade de vida e o funcionamento.
    Um exemplo comum é a distimia, em que a pessoa apresenta um humor deprimido persistente por pelo menos dois anos.
    Na prática, apesar de mais prolongados, esses quadros têm tratamento e podem melhorar com acompanhamento adequado.
    Se houver identificação com esses sintomas, vale uma avaliação para melhor definição e orientação do tratamento.


  • Zolpidem tem gosto se for diluído em água ou suco mmmmmmmmmmmmmmmmm

    Zolpidem tem gosto se for diluído em água ou suco?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Essa dúvida pode surgir ao tentar mudar a forma de tomar o medicamento.
    O zolpidem pode apresentar gosto levemente amargo se for dissolvido em água ou suco, já que o comprimido não é formulado para mascarar o sabor quando dissolvido.
    Na prática, ele é indicado para ser ingerido inteiro, com água, para garantir a absorção adequada e o efeito esperado.
    Algumas apresentações sublinguais podem ter características diferentes, mas isso depende da formulação específica.
    Se houver dificuldade para tomar, vale avaliar alternativas de apresentação para maior conforto e segurança.


  • Depois que tomei risperidona parece que minhas alucinações pioraram, mas estou no início do tratamen

    Depois que tomei risperidona parece que minhas alucinações pioraram, mas estou no início do tratamento. É possível que isso ocorra? Ou ainda, que no início piore e com o tempo melhorar? Antidepressivos tiveram esse efeito, mas não sei dos antipsicóticos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Faz sentido essa percepção no início do tratamento.
    A risperidona, em geral, tende a reduzir alucinações, mas nos primeiros dias pode haver sensação de piora ou maior percepção dos sintomas, seja por adaptação do organismo, ansiedade associada ou pelo fato de o efeito terapêutico ainda não estar plenamente estabelecido.
    Diferente de alguns antidepressivos, os antipsicóticos costumam ter início de ação mais direto, mas a estabilização completa pode levar alguns dias a semanas, dependendo da dose e da resposta individual.
    Na prática, é possível haver essa fase inicial de instabilidade antes de uma melhora mais consistente.
    Se houver piora progressiva, aumento importante dos sintomas ou desconforto intenso, vale reavaliar precocemente para ajustar a condução com mais segurança.


  • A retirada da amígdala cerebral direita, tornaria uma pessoa psicopata?

    A retirada da amígdala cerebral direita tornaria uma pessoa psicopata?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Faz sentido essa dúvida, já que a amígdala está relacionada às emoções e ao processamento de medo.
    A amígdala cerebral participa da regulação emocional, reconhecimento de ameaças e resposta ao medo, e alterações nessa região podem influenciar o comportamento, incluindo redução de reatividade emocional em alguns casos.
    No entanto, a retirada ou lesão da amígdala não torna uma pessoa automaticamente “psicopata”, já que esse tipo de funcionamento envolve múltiplos fatores, incluindo outras áreas cerebrais, desenvolvimento, personalidade e contexto ambiental.
    Na prática, alterações nessa região podem gerar mudanças emocionais e comportamentais, mas não determinam isoladamente um transtorno de personalidade.
    Se houver interesse nesse tipo de relação, vale uma avaliação mais aprofundada dentro do contexto clínico para melhor compreensão.


  • É o possível o transtorno delirante persistente aparecer em conjunto com o transtorno bipolar? Carac

    É o possível o transtorno delirante persistente aparecer em conjunto com o transtorno bipolar? Características deste delírio seriam: crença irredutível referente a um único tema e sem interferir na funcionalidade, ausência de alucinação e pensamentos desorganizados. No caso, o delírio teve início após um episódio de TCE.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Essa é uma dúvida relevante em quadros mais complexos.
    O transtorno delirante persistente e o transtorno bipolar podem coexistir, mas é importante diferenciar se o delírio ocorre de forma independente ou se está inserido dentro de episódios de humor, como fases de mania ou depressão com sintomas psicóticos.
    As características que você descreve, como crença fixa em um único tema, sem desorganização do pensamento e sem alucinações, são compatíveis com transtorno delirante, mas o início após um traumatismo cranioencefálico também levanta a possibilidade de um quadro secundário a causa orgânica.
    Na prática, essa diferenciação exige uma avaliação cuidadosa da linha do tempo dos sintomas, da relação com episódios de humor e do impacto funcional.
    Como envolve múltiplos fatores, vale uma avaliação individualizada para esclarecer o diagnóstico e definir a melhor condução com segurança.


  • Usei Mirtazapina por 5 meses Até que ela me provocou uma síndrome serotoninergica há mais ou menos 2

    Usei Mirtazapina por 5 meses Até que ela me provocou uma síndrome serotoninergica há mais ou menos 2 meses atrás. Foi interrompido o uso e iniciei Escitalopram, porém tenho me sentido muito mal com ele, eu não melhoro. É seguro retomar o uso da Mirtazapina mesmo após ter tido síndrome de serotonina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Entendo sua preocupação diante dessa experiência.
    A síndrome serotoninérgica costuma estar relacionada ao excesso de atividade serotoninérgica, geralmente por combinação de medicações ou doses elevadas, e a mirtazapina, apesar de atuar nesse sistema, tem um perfil diferente de outros antidepressivos como os ISRS.
    Na prática, já houve uso prévio seu da mirtazapina, mas o fato de ter ocorrido um quadro compatível com síndrome serotoninérgica exige cautela antes de qualquer reintrodução, principalmente para entender se houve outro fator associado naquele momento.
    O escitalopram pode não estar sendo bem tolerado no seu caso, o que também justifica uma reavaliação da estratégia.
    A possibilidade de retornar à mirtazapina pode existir em alguns casos, mas isso precisa ser analisado de forma individualizada, considerando risco, dose e histórico completo.
    Vale discutir com seu psiquiatra para definir a melhor opção com mais segurança e evitar recorrência do quadro.


  • Faço tratamento psiquiátrico a pouco mais de 1 ano, recentemente tenho tido crises de pânico frequen

    Faço tratamento psiquiátrico a pouco mais de 1 ano, recentemente tenho tido crises de pânico frequentes sempre que preciso tomar a medicação, e também tenho muita dificuldade para realizar qualquer atividade que inclua água pois sempre que sinto-a tocando em mim me lembro da sensação de enjoo que tenho ao tomar a medicação, isso tem me afetado muito pois agora tenho crises sempre que preciso tomar água, tomar banho, lavar as mãos, etc. Existe algum motivo específico pra isso? Como posso resolver?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Faz sentido esse padrão que você descreve, principalmente pela associação que se formou com a medicação.
    O que pode estar acontecendo é um processo de condicionamento, em que o cérebro passa a ligar a sensação de enjoo ao ato de tomar a medicação e, com o tempo, generaliza essa resposta para outros estímulos parecidos, como água, banho ou até o simples contato com líquido.
    Isso faz com que o corpo reaja com ansiedade e mal-estar mesmo sem a causa original estar presente, mantendo um ciclo de evitação e aumento das crises.
    Na prática, esse tipo de resposta é conhecido e tratável, geralmente com abordagens que ajudam a “desfazer” essa associação, como técnicas de dessensibilização gradual e manejo da ansiedade.
    Dependendo da intensidade, pode ser necessário também ajustar a medicação para reduzir o gatilho inicial.
    Vale uma avaliação individualizada para organizar esse processo de forma progressiva e segura, ajudando a recuperar o conforto nessas situações.


  • Boa tarde. O que caracteriza uma demência? Delírios fazem parte de um tipo de demência?

    Boa tarde. O que caracteriza uma demência? Delírios fazem parte de um tipo de demência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Faz sentido essa dúvida ao tentar entender melhor o quadro.
    A demência é caracterizada por um declínio progressivo de funções cognitivas, como memória, atenção, linguagem e capacidade de planejamento, com impacto no funcionamento do dia a dia.
    Além das alterações cognitivas, podem ocorrer mudanças comportamentais e emocionais ao longo da evolução do quadro.
    Os delírios podem, sim, fazer parte de alguns tipos de demência, especialmente em fases mais avançadas ou em quadros específicos, como na doença de Alzheimer e na demência com corpos de Lewy.
    Na prática, a presença de delírios isoladamente não define demência, sendo necessário avaliar o conjunto dos sintomas e a evolução.
    Se houver suspeita, vale uma avaliação detalhada para definição diagnóstica e condução adequada.


  • Estou a tomar Venlafaxina e Amissulqrida e nao tenho vontade de fazer nada só me apetece estar no me

    Estou a tomar Venlafaxina e Amissulqrida e nao tenho vontade de fazer nada, só me apetece estar no meu quarto fechada, não está a me ajudar em nada. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Essa situação pode gerar esse tipo de reação.
    O que pode estar acontecendo é um processo de condicionamento, em que o cérebro associa a sensação de enjoo ao ato de tomar a medicação e passa a generalizar essa resposta para outros estímulos, como água ou banho.
    Isso faz com que o corpo reaja com ansiedade mesmo sem a causa original, mantendo um ciclo de evitação e desconforto.
    Na prática, é um mecanismo conhecido e tratável, geralmente com técnicas de dessensibilização e manejo da ansiedade.
    Com o tempo e a abordagem adequada, a tendência é de redução progressiva desses sintomas.
    Vale uma avaliação individualizada para conduzir esse processo com mais segurança.


  • Minha filha de 14 anos está tomando oxalato de escitalopram gotas 20 mg já vai fazer 2 anos e não es

    Minha filha de 14 anos está tomando oxalato de escitalopram gotas 20 mg já vai fazer 2 anos e não está fazendo o efeito desejado,como faço pra retirar sem fazer mau pra ela? Como deve ser diminuída a dosagem até parar com ele? A consulta com o psiquiatra está longe ainda ela também toma clopromazina 25 mg a noite mais este medicamento aí não faz mau pra ela eu sinto que ele faz efeito,o problema está sendo com oxalato de escitalopram que não diminui em nada a depressão obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Entendo sua preocupação com a falta de melhora e com a retirada da medicação.
    O escitalopram, após uso prolongado, não deve ser suspenso de forma abrupta, pois isso pode causar sintomas como irritabilidade, ansiedade, tontura, alterações do sono e desconforto físico, relacionados à adaptação do organismo.
    Na prática, o desmame costuma ser feito de forma gradual, com reduções progressivas da dose ao longo de semanas, permitindo que o corpo se ajuste a cada etapa.
    Além disso, é importante considerar que a ausência de resposta pode indicar necessidade de ajuste do tratamento, e não apenas retirada simples da medicação.
    Como ela também faz uso de outra medicação, essa avaliação precisa ser ainda mais cuidadosa.
    Sem acompanhamento, o ideal é não realizar mudanças por conta própria.
    Se possível, vale tentar antecipar a consulta, buscar atendimento em serviço público ou teleatendimento, para conduzir esse processo com mais segurança.


  • Olá! Iniciei tratamento com a mirtazapina, meio comprimido de 30mg por 15 dias e depois 1 comprimido

    Olá! Iniciei tratamento com a mirtazapina, meio comprimido de 30mg por 15 dias e depois 1 comprimido ao dia, sempre a noite. No segundo dia o sono ainda é intenso ao longo do dia, e limitador de atividades como estudos. Estou abaixo do peso então por enquanto não me preocupo com ganho de peso. Como o remédio foi prescrição em um PA e estou aguardando na fila de espera pelo atendimento clínico; gostaria de saber com o senhores(as) médicos (as) em média depois de quantos dias esse sono, intenso durante o dia, passa? Desde já obrigada pela atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Essa sonolência pode acontecer no início do uso da mirtazapina.
    A medicação tem um efeito sedativo mais intenso nas primeiras semanas, relacionado à sua ação em receptores envolvidos no sono, o que pode causar esse cansaço e lentificação durante o dia.
    Na prática, o organismo tende a se adaptar, e essa sonolência costuma reduzir ao longo de cerca de 1 a 2 semanas, podendo em alguns casos levar um pouco mais até estabilizar.
    Curiosamente, em doses mais baixas esse efeito sedativo pode ser até mais evidente, com possível redução conforme a dose aumenta, como já está previsto no seu esquema.
    Se o sono continuar muito limitante ou persistir além desse período, vale reavaliar para ajustar a estratégia


  • Estou gestante com 15 semanas, fazia tratamento pra ansiedade e sindrome do pânico antes de engravid

    Estou gestante com 15 semanas, fazia tratamento pra ansiedade e sindrome do pânico antes de engravidar, ao descobrir a gestação foi suspensa a medicação. Após 10 dias foi me receitada sertralina, mas não estou bem, crises de ansiedade diária, medo de morrer, enlouquecer!!!
    Antes tomava rivotril e escitalopram, será q posso tomar o rivotril sublingual, pois é o único q me acalma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Entendo o quanto essa situação pode ser angustiante, principalmente na gestação.
    Durante a gravidez, é comum haver maior sensibilidade à ansiedade, e a troca de medicação pode levar a um período de instabilidade até que o organismo se adapte, o que pode explicar as crises mais intensas nesse momento.
    A sertralina é frequentemente utilizada nesse contexto por ter um perfil mais seguro, mas pode levar algumas semanas para fazer efeito mais consistente.
    Em relação ao clonazepam (Rivotril), apesar de poder aliviar rapidamente a ansiedade, seu uso na gestação exige bastante cautela e não deve ser feito por conta própria, mesmo que seja sublingual.
    Na prática, em alguns casos específicos, pode ser utilizado por curto período e com orientação médica, mas isso precisa ser avaliado considerando riscos e benefícios.
    Diante da intensidade dos sintomas, vale entrar em contato com seu médico antes da consulta para ajustar a condução e te dar mais suporte nesse momento com segurança.


  • Oi, tomo 60mg de fluoxetina à 5 meses e carbolitium 300mg - 3cp/d, estou tendo muito espamos durante

    Oi, tomo 60mg de fluoxetina à 5 meses e carbolitium 300mg - 3cp/d, estou tendo muito espamos durante o sono, sonolência excessiva e fadiga, e acordo muito cansado. Pode ser efeito colateral de alguma dessas medicações?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa noite,
    Essa combinação pode, sim, gerar esse tipo de sintoma.
    A fluoxetina e o lítio podem causar efeitos como sonolência, fadiga e sensação de cansaço ao acordar, e o lítio, em especial, pode estar associado a tremores ou espasmos, que podem aparecer inclusive durante o sono.
    Na prática, esses sintomas podem estar relacionados à medicação, à dose ou até aos níveis sanguíneos do lítio, que precisam ser acompanhados.
    Além disso, alterações do sono e da qualidade do descanso também podem contribuir para essa sensação de exaustão.
    Se esses sintomas estiverem frequentes ou intensos, vale reavaliar, inclusive com checagem dos níveis de lítio, para ajustar o tratamento com mais segurança e melhorar sua qualidade de vida.


  • Boa noite meu filho faz uso de risperidona de 2 mg a três anos como faço para desmamar ele pois está

    Boa noite meu filho faz uso de risperidona de 2 mg a três anos como faço para desmamar ele pois está indo tem onze anos pesa 76. Kilos mais não consigo marcar psiquiatra

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa noite,
    Entendo sua preocupação em relação ao uso prolongado da medicação.
    A risperidona, especialmente quando usada por mais tempo, não deve ser retirada de forma abrupta, pois isso pode causar retorno dos sintomas, irritabilidade, agitação e até efeitos físicos pelo ajuste do organismo.
    O desmame, na prática, costuma ser feito de forma gradual, com reduções progressivas da dose ao longo do tempo, sempre observando a resposta da criança a cada etapa.
    Além disso, é importante considerar o motivo pelo qual a medicação foi iniciada, para avaliar se já é o momento adequado de reduzir ou suspender.
    Sem acompanhamento, o ideal é não realizar mudanças por conta própria, justamente para evitar piora do quadro.
    Se houver dificuldade para marcar psiquiatra, vale tentar atendimento em serviços públicos, ambulatórios ou teleatendimento, para orientar esse processo com mais segurança.


  • minha médica me passou pamelor, gostaria de saber qual a chance dele afetar minha libido, pois a lib

    minha médica me passou pamelor, gostaria de saber qual a chance dele afetar minha libido, pois a libido é importante para mim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Essa é uma dúvida comum ao iniciar esse tipo de medicação.
    A nortriptilina (Pamelor) pode afetar a libido em alguns casos, mas, de modo geral, tende a ter menor impacto nessa área quando comparada a alguns antidepressivos mais modernos, como os ISRS.
    Ainda assim, por atuar em neurotransmissores relacionados ao humor e à resposta corporal, pode ocorrer redução do desejo, dificuldade de excitação ou alteração na resposta sexual em uma parte dos pacientes.
    Na prática, isso varia bastante entre indivíduos, e muitas pessoas não apresentam esse efeito ou têm impacto leve.
    Se houver alteração perceptível e incômoda, é possível ajustar a dose ou a estratégia para equilibrar melhor os efeitos.
    Vale acompanhar e, se necessário, reavaliar de forma individualizada.


  • Psiquiatra passou _Aristab pra meu filho de 5 anos 2,5 ml a noite Após 3 dias 5ml Gostaria de

    Psiquiatra passou _Aristab pra meu filho de 5 anos, 2,5 ml a noite.
    Após 3 dias 5ml.
    Gostaria de saber se pode dar algum efeito colateral nele aumentar a dose com 3 dias???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Entendo sua preocupação com o aumento da dose em poucos dias.
    O aripiprazol pode ser ajustado de forma gradual, e em alguns casos o médico já orienta um aumento após poucos dias para atingir a dose terapêutica, especialmente quando a dose inicial é baixa.
    Na prática, esse tipo de ajuste pode ser seguro quando bem indicado, mas podem surgir efeitos como agitação, irritabilidade, sonolência, alterações no sono ou no apetite, principalmente no início ou após aumento de dose.
    Cada criança pode reagir de forma diferente, por isso é importante observar o comportamento nos primeiros dias após a mudança.
    Se surgirem efeitos intensos ou mudanças importantes, vale entrar em contato para reavaliar antes de manter a progressão.
    O acompanhamento próximo é fundamental para garantir segurança e boa resposta ao tratamento.


  • Meu marido está tomando naltrexona a 3 meses e ainda nao fez efeito... é normal... demora assim mesm

    Meu marido está tomando naltrexona a 3 meses e ainda nao fez efeito... é normal? demora assim mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Entendo sua preocupação com a demora na resposta ao tratamento.
    A naltrexona pode ter início de efeito nas primeiras semanas, mas a resposta completa pode variar bastante dependendo do objetivo do uso, como controle de álcool, compulsões ou outros comportamentos, e das características individuais.
    Na prática, após cerca de 2 a 3 meses já se espera alguma resposta, mesmo que parcial, e a ausência de melhora pode indicar necessidade de ajuste de dose, associação com outras abordagens ou revisão da estratégia.
    Além disso, fatores como adesão, contexto emocional e acompanhamento terapêutico influenciam diretamente no resultado.
    Se não houve benefício até o momento, vale reavaliar o plano de tratamento para buscar uma abordagem mais eficaz e individualizada.


  • Estou no 15 dia, tomando paroxetina! Porém só hoje começou a me dar diarréia, é normal?

    Estou no 15 dia, tomando paroxetina!
    Porém só hoje começou a me dar diarréia, é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Essa alteração pode acontecer mesmo após alguns dias de uso.
    A paroxetina pode causar efeitos gastrointestinais como diarreia, náusea ou desconforto abdominal, principalmente nas primeiras semanas, e esses sintomas nem sempre aparecem logo no início, podendo surgir de forma mais tardia durante a fase de adaptação.
    Isso ocorre porque a medicação atua também no sistema gastrointestinal, que possui muitos receptores de serotonina, podendo alterar o funcionamento intestinal.
    Na prática, esses sintomas costumam ser transitórios e tendem a melhorar conforme o organismo se ajusta ao tratamento.
    Se a diarreia for persistente, intensa ou vier acompanhada de outros sintomas, vale reavaliar para ajustar com mais conforto e segurança.


  • estou fazendo transição do Zolpidem para o Prysma, hoje será a primeira noite utilizando apenas o pr

    estou fazendo transição do Zolpidem para o Prysma, hoje será a primeira noite utilizando apenas o prysma.

    O que posso encontrar de efeitos e mudanças comparado ao zolpidem?

    também noite um gosto muito amargo e ruim do remédio, é normal?

    obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Boa tarde,
    Essa mudança pode gerar algumas diferenças na forma como o sono se comporta.
    O zolpidem costuma ter um efeito mais direto e rápido para induzir o sono, enquanto o Prysma (trazodona) atua de forma mais gradual, podendo levar a um início de sono menos imediato, mas com melhora da qualidade e manutenção ao longo da noite.
    Nos primeiros dias, é comum perceber o sono diferente, com possível dificuldade para iniciar ou sensação de adaptação até o organismo se ajustar à nova medicação.
    A sonolência no dia seguinte também pode ocorrer no início e tende a reduzir com o tempo.
    Em relação ao gosto amargo, isso é uma característica comum da medicação e não indica problema.
    Como cada organismo responde de forma diferente nessa transição, se o sono não estabilizar ou estiver desconfortável, vale uma avaliação para ajustar a estratégia de forma mais personalizada e encontrar o melhor equilíbrio para você.


  • Após 15 dias do início do uso da Duloxetina ( DUAL --> 30mg pela manhã e 30mg a noite) eu comecei co

    Após 15 dias do início do uso da Duloxetina ( DUAL --> 30mg pela manhã e 30mg a noite) eu comecei com uma frequência urinária anormal, indo muito ao banheiro e muitas vezes apenas a vontade, chegando no banheiro, não tinha urina. Fui ao especialista em bexiga, fiz exames laboratoriais e de imagem, tudo normal. Então após 24 dias de uso eu parei a medicação, não aguentei pois não estava conseguindo dormir devido a vontade de urinar. Depois de quanto tempo esse efeito colateral passa apos a interrupção da medicação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ilana  Souza

    Sim, isso pode acontecer com a Duloxetina, embora não seja um efeito colateral muito comum.
    Após a suspensão da medicação, o mais esperado é que essa sensação de urgência urinária melhore de forma gradual. Em geral, os sintomas começam a diminuir em poucos dias e costumam desaparecer completamente em até 1 a 2 semanas.

    Como você já fez avaliação com especialista e os exames vieram normais, isso reforça que o sintoma provavelmente estava relacionado ao uso do medicamento.

    Se mesmo após esse período a queixa persistir, é importante reavaliar com seu médico para investigar outras possíveis causas.
    Caso ainda precise de tratamento para ansiedade ou depressão, existem outras opções que costumam ter menor impacto nesse tipo de sintoma.


Perguntas frequentes

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