Perguntas do paciente (5)

  • Estou sentindo muita dor,que começou no pé. esporão.logo pela manhã quando colocava os pés no chão

    Estou sentindo muita dor,que começou no pé. esporão.logo pela manhã quando colocava os pés no chão doía.mas começou a se espalhar para o pé inteiro.sinto queimacao.muita dor que não pode nem tocar.agora tô começando a sofrer também com dores nas pernas,elas ficam inchadas.doi muito.eu já não sei oque fazer. Qual remédio tomar pra aliviar .ainda não passei pelo especialista. Só clínico geral .mas nada funciona.isso tá me dificultando muito.pra andar.nao consigo andar normal.sempre mancando.ja não aguento mas.tem dias que fico toda inchar
    Da.o médico. Disse que é por conta do meu peso.que preciso emagrecer. Mas não sai de lá Confiante.por que nem eles parece poder me ajudar.nao passam nem um exame pra fazer.me ajude por favor.tirando minhas dúvidas. Que eu preciso fazer.pra resolver isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabel Cristina Tinos

    Eu entendo o quanto essa situação está sendo difícil para você, e é importante buscar a causa desse problema para um tratamento eficaz. Como fisioterapeuta, vou tentar esclarecer alguns pontos e orientá-la sobre os próximos passos.

    Provável diagnóstico e causas

    Com base nos sintomas que você descreveu (dor intensa no pé, pior ao acordar, sensação de queimação, inchaço, dificuldade para caminhar, dores nas pernas), é possível que você esteja lidando com fascite plantar ou o agravamento causado por um esporão do calcâneo. Esses problemas podem levar a inflamações que se espalham, causando sintomas secundários.

    O inchaço nas pernas pode estar relacionado a fatores como:
    • Dificuldade na circulação venosa (ex.: insuficiência venosa);
    • Estresse mecânico por sobrecarga (peso corporal);
    • Desajustes posturais devido à dor no pé.

    Esses fatores precisam ser avaliados cuidadosamente, porque um único diagnóstico pode não explicar todos os sintomas.

    O que fazer agora?

    1. Procure um especialista:
    • Um ortopedista pode avaliar melhor seu quadro e pedir exames, como radiografias, ultrassonografia ou ressonância magnética, para confirmar o diagnóstico.
    • Se houver inchaço frequente e significativo nas pernas, pode ser importante consultar também um angiologista ou um reumatologista para descartar problemas circulatórios ou doenças sistêmicas.
    2. Tratamento fisioterapêutico:
    Mesmo sem exames específicos, a fisioterapia pode ajudar a aliviar a dor e melhorar sua qualidade de vida:
    • Terapias manuais para aliviar tensões musculares e melhorar a circulação;
    • Alongamentos específicos para o arco do pé, panturrilha e pernas;
    • Fortalecimento muscular para a região dos pés e pernas, melhorando o suporte ao peso corporal;
    • Modalidades terapêuticas como ultrassom terapêutico, laser ou ondas de choque, que auxiliam na redução da inflamação e dor.
    3. Cuidados diários:
    • Palmilhas ortopédicas: Experimente palmilhas específicas para fascite plantar e esporão. Elas ajudam a redistribuir a pressão e aliviar a dor.
    • Alongamentos matinais: Antes de levantar da cama, estique suavemente os pés e panturrilhas. Isso pode reduzir a dor ao pisar no chão.
    • Compressas frias: Aplique gelo no local da dor (cerca de 15-20 minutos, 3 vezes ao dia) para reduzir inflamação.
    4. Controle do peso corporal:
    O médico mencionou a relação com o peso, e isso faz sentido, pois o excesso de peso sobrecarrega a planta do pé e as articulações. Embora pareça desafiador, é importante trabalhar no emagrecimento progressivo com o auxílio de uma equipe multidisciplinar (nutricionista, educador físico e psicólogo, se necessário).

    E sobre os medicamentos?

    Como fisioterapeuta, não posso prescrever medicamentos, mas posso orientar que:
    • Converse com seu médico sobre o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) ou analgésicos, que podem ajudar a aliviar a dor e o inchaço no curto prazo. Evite automedicação.
    • Pergunte sobre a possibilidade de um medicamento para melhorar a circulação (se o inchaço nas pernas for significativo).

    Próximos passos para resolver a situação:

    1. Agende consulta com um ortopedista para exames detalhados.
    2. Comece um programa de fisioterapia para alívio imediato da dor e fortalecimento.
    3. Considere mudanças no estilo de vida, como:
    • Atividades de baixo impacto, como hidroginástica ou pilates;
    • Reeducação alimentar.

    Se precisar de orientações mais detalhadas sobre exercícios ou cuidados específicos, posso explicar!


  • Ola Tenho uma sensasão de areinha no pescoço somente quando olho pra cima e tenho apenas 18 anos iss

    Ola Tenho uma sensasão de areinha no pescoço somente quando olho pra cima e tenho apenas 18 anos isso pode ser normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabel Cristina Tinos

    Olá! A sensação de “areinha” no pescoço ao olhar para cima pode estar relacionada a alterações posturais, tensão muscular, ou até mesmo ao desgaste articular precoce, embora isso seja menos comum na sua idade.

    Aqui estão algumas possíveis causas:

    1. Tensão muscular ou fascial

    • Alterações posturais, como ficar muito tempo olhando para baixo (por exemplo, no celular ou computador), podem causar sobrecarga nos músculos do pescoço e nas articulações cervicais.
    • Isso pode levar a uma sensação de atrito ou desconforto ao mover o pescoço.

    2. Alterações articulares leves

    • Mesmo em jovens, pode ocorrer um pequeno desalinhamento ou “hipermobilidade” nas articulações do pescoço, o que pode gerar essa sensação. Isso geralmente não é grave.

    3. Restrição de mobilidade

    • A falta de alongamento ou movimentos repetitivos pode deixar os tecidos do pescoço mais rígidos, aumentando a percepção de desconforto.

    É normal?

    Embora não seja exatamente “normal”, isso pode ser uma situação benigna em pessoas jovens, especialmente se não houver dor, dormência, formigamento ou limitações importantes de movimento. No entanto, se o desconforto persistir ou piorar, é importante investigar.

    O que você pode fazer:

    1. Alongamentos suaves para o pescoço:
    • Incline lentamente a cabeça para frente, para trás, para os lados e faça movimentos circulares (sem forçar).
    • Mantenha cada posição por 10-15 segundos.
    2. Alternar a postura:
    • Evite passar muito tempo com a cabeça inclinada para baixo.
    • Mantenha a tela do celular ou computador na altura dos olhos.
    3. Fortaleça a musculatura cervical:
    • Exercícios simples, como empurrar suavemente a testa contra a mão (isometria), ajudam a estabilizar o pescoço.
    4. Considere uma avaliação fisioterapêutica:
    • Um fisioterapeuta pode avaliar sua postura, mobilidade cervical e a possível necessidade de reeducação postural ou fortalecimento específico.

    Quando procurar um especialista?

    Se a sensação de “areinha” for acompanhada de:
    • Dor intensa no pescoço ou ombros;
    • Formigamento ou perda de força nos braços ou mãos;
    • Restrição de movimento ou piora progressiva.

    Nesses casos, vale a pena procurar um médico (ortopedista) ou um fisioterapeuta para uma avaliação mais aprofundada.

    Se precisar de mais orientações, estou à disposição!


  • Sofri um acidente de moto aonde passei por 2 cirurgia e foi retirada minha patela da perna esquerda

    Sofri um acidente de moto aonde passei por 2 cirurgia e foi retirada minha patela da perna esquerda e coloca 3 parafuso queria saber pra que foi feita essa cirurgia como vai ser o tratamento e quanto tempo vai demorar pra eu volto andar sem ajuda de aparelho

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabel Cristina Tinos

    Sinto muito pelo seu acidente, mas fico feliz em poder ajudá-lo a entender mais sobre sua cirurgia, o tratamento e a reabilitação. Vou explicar ponto por ponto de forma clara.

    Por que foi feita a cirurgia e retirada da patela?

    A retirada da patela (patellectomia) é realizada quando a patela está muito danificada e não pode ser reparada, como em casos de fraturas graves ou múltiplas. A colocação dos parafusos provavelmente foi para estabilizar outras partes da articulação do joelho, como o fêmur, a tíbia ou os ligamentos associados.

    A função da patela é ajudar a transmitir a força do quadríceps (músculo da coxa) ao joelho. Sem ela, o joelho pode perder parte da eficiência mecânica, mas com o tratamento adequado, é possível recuperar uma boa funcionalidade.

    Como será o tratamento fisioterapêutico?

    O foco do tratamento será:
    1. Reduzir a dor e o inchaço pós-cirúrgico:
    • Terapias com gelo e eletroterapia para controle da inflamação.
    2. Restaurar a mobilidade do joelho:
    • Movimentos passivos e ativos graduais para recuperar a amplitude de movimento da articulação.
    3. Fortalecer os músculos:
    • Especialmente o quadríceps, glúteos e panturrilhas, que ajudarão a compensar a ausência da patela.
    4. Reeducação da marcha:
    • Ensinar você a caminhar novamente de forma equilibrada e segura, evitando sobrecarga na perna afetada.
    5. Estabilidade e propriocepção:
    • Exercícios para melhorar o equilíbrio e a coordenação.

    Quanto tempo vai demorar para você voltar a andar sem aparelhos?

    O tempo de recuperação depende de fatores como sua saúde geral, idade, peso, dedicação ao tratamento fisioterapêutico e complexidade da cirurgia. Em média:
    1. Primeiras semanas (até 6 semanas):
    • Você provavelmente usará muletas ou andador enquanto o joelho cicatriza e começa a recuperar a mobilidade.
    2. Entre 3 e 6 meses:
    • Dependendo da evolução, você poderá começar a andar sem auxílio de aparelhos, mas ainda com supervisão para evitar quedas ou sobrecarga.
    3. De 6 meses a 1 ano:
    • A recuperação completa da força muscular, equilíbrio e funcionalidade pode levar até um ano.

    Dicas importantes durante o tratamento:

    1. Siga rigorosamente as orientações médicas:
    • Não pule fases do tratamento nem force a perna antes do tempo recomendado.
    2. Realize a fisioterapia regularmente:
    • A fisioterapia é essencial para evitar complicações e acelerar a recuperação.
    3. Alimente-se bem:
    • Alimentos ricos em proteínas e vitaminas, como cálcio e vitamina D, ajudam na recuperação dos tecidos.
    4. Evite sobrecarga:
    • Não tente caminhar ou realizar atividades de impacto sem liberação do fisioterapeuta e médico.

    Evolução funcional:

    Mesmo sem a patela, é possível voltar a andar e realizar atividades diárias, mas pode haver uma leve redução na força e no desempenho em atividades que exigem grande esforço do joelho, como subir escadas ou correr.

    Se precisar de mais detalhes sobre exercícios ou cuidados específicos, estou à disposição!


  • Quanto tempo demora a recuperação de uma distinção de ligamento da panturrilha do II grau Obrigad

    Quanto tempo demora a recuperação de uma distinção de ligamento da panturrilha do II grau

    Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabel Cristina Tinos

    Uma distensão de ligamento ou músculo da panturrilha de grau II é considerada moderada e envolve ruptura parcial das fibras, causando dor, inchaço e limitação funcional significativa. O tempo de recuperação depende de fatores como a gravidade da lesão, a idade do paciente e o protocolo de reabilitação adotado.

    Tempo médio de recuperação

    • Geralmente, a recuperação de uma lesão de grau II leva de 4 a 8 semanas.
    • Esse tempo pode variar se houver complicações ou se o tratamento não for seguido adequadamente.

    Fases de recuperação

    1. Fase inicial (0 a 2 semanas):
    • Controle da dor e inflamação:
    • Uso de gelo (15-20 minutos, 3-4 vezes ao dia).
    • Elevação da perna para reduzir o inchaço.
    • Uso de compressão (bandagens ou meias de compressão).
    • Evitar atividades que causem dor.
    • Uso de muletas, se necessário, para evitar sobrecarga na panturrilha.
    2. Fase intermediária (2 a 4 semanas):
    • Recuperação da amplitude de movimento e fortalecimento leve:
    • Alongamentos suaves da panturrilha (sem dor).
    • Exercícios isométricos para ativar os músculos da panturrilha.
    • Introdução gradual de exercícios de carga (como subir na ponta dos pés).
    3. Fase avançada (4 a 8 semanas):
    • Fortalecimento progressivo:
    • Exercícios excêntricos e concêntricos para a panturrilha.
    • Reintrodução de atividades funcionais (caminhada e corrida leve, se liberado).
    • Treino de propriocepção e equilíbrio para evitar recaídas.
    4. Retorno às atividades normais (após 6-8 semanas):
    • Reabilitação completa deve incluir um protocolo para retorno seguro a esportes ou atividades de impacto.

    Fatores que podem atrasar a recuperação

    • Retomar atividades intensas antes da liberação médica.
    • Falta de aderência ao tratamento fisioterapêutico.
    • Lesões prévias na mesma região.
    • Condições subjacentes, como idade avançada ou baixa capacidade de cicatrização.

    Cuidados importantes

    • Fisioterapia é essencial para acelerar a recuperação e prevenir novas lesões.
    • Realize o retorno às atividades de forma gradual, especialmente em esportes de impacto.
    • Use calçados adequados para suporte durante o período de reabilitação.

    Se precisar de mais orientações sobre exercícios, posso ajudar!


  • Posso flexionar o joelho após a cirurgia de tendão de Aquiles?

    Posso flexionar o joelho após a cirurgia de tendão de Aquiles?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabel Cristina Tinos

    Após uma cirurgia de reparo do tendão de Aquiles, a flexão do joelho é geralmente permitida, mas ela deve ser feita com cuidado e dentro do protocolo indicado pelo médico e pelo fisioterapeuta. O foco inicial é proteger a cicatrização do tendão e evitar movimentos que possam causar tensão excessiva no reparo.

    Primeiras semanas pós-cirurgia

    • Mobilidade do joelho:
    • Em muitos casos, a flexão e extensão do joelho são permitidas de forma controlada desde o início, pois esses movimentos não exercem força direta sobre o tendão de Aquiles.
    • O movimento passivo e ativo do joelho é frequentemente incentivado para evitar rigidez articular.
    • Imobilização do tornozelo:
    • O tornozelo é mantido em posição neutra ou em leve flexão plantar (pontando os dedos para baixo) com o uso de bota ortopédica ou tala, para proteger o reparo.

    Protocolo típico de reabilitação

    1. 0 a 6 semanas pós-cirurgia:
    • O foco está na imobilização do tornozelo e na proteção do tendão.
    • A flexão do joelho é permitida, mas sem colocar carga no tendão de Aquiles.
    2. 6 a 8 semanas pós-cirurgia:
    • Gradualmente, são introduzidos exercícios que incluem movimento controlado do tornozelo e fortalecimento leve, enquanto o joelho continua a ser mobilizado normalmente.
    3. Após 8 semanas:
    • Inicia-se a reabilitação mais ativa, com progressão de carga no tendão, incluindo exercícios funcionais.

    Cuidados importantes

    • Não force o movimento do tornozelo: Mesmo que o joelho possa ser mobilizado, é importante evitar tensões no tendão de Aquiles.
    • Siga o protocolo médico: Cada cirurgia tem suas especificidades, e o ortopedista ou cirurgião pode ajustar o protocolo de acordo com sua recuperação.
    • Fisioterapia é essencial: Um fisioterapeuta especializado orientará os movimentos adequados para o joelho e o tornozelo.

    Se tiver dúvidas sobre o estágio da reabilitação ou precisar de exercícios específicos, é só perguntar!


Perguntas frequentes

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