Isabel Cristina Tinos

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Clínica Petrillo

Av. Paulista, 807, conj 1025, Bela Vista, São Paulo 01311-100

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Ola Tenho uma sensasão de areinha no pescoço somente quando olho pra cima e tenho apenas 18 anos isso pode ser normal?

Olá! A sensação de “areinha” no pescoço ao olhar para cima pode estar relacionada a alterações posturais, tensão muscular, ou até mesmo ao desgaste articular precoce, embora isso seja menos comum na sua idade.

Aqui estão algumas possíveis causas:

1. Tensão muscular ou fascial

• Alterações posturais, como ficar muito tempo olhando para baixo (por exemplo, no celular ou computador), podem causar sobrecarga nos músculos do pescoço e nas articulações cervicais.
• Isso pode levar a uma sensação de atrito ou desconforto ao mover o pescoço.

2. Alterações articulares leves

• Mesmo em jovens, pode ocorrer um pequeno desalinhamento ou “hipermobilidade” nas articulações do pescoço, o que pode gerar essa sensação. Isso geralmente não é grave.

3. Restrição de mobilidade

• A falta de alongamento ou movimentos repetitivos pode deixar os tecidos do pescoço mais rígidos, aumentando a percepção de desconforto.

É normal?

Embora não seja exatamente “normal”, isso pode ser uma situação benigna em pessoas jovens, especialmente se não houver dor, dormência, formigamento ou limitações importantes de movimento. No entanto, se o desconforto persistir ou piorar, é importante investigar.

O que você pode fazer:

1. Alongamentos suaves para o pescoço:
• Incline lentamente a cabeça para frente, para trás, para os lados e faça movimentos circulares (sem forçar).
• Mantenha cada posição por 10-15 segundos.
2. Alternar a postura:
• Evite passar muito tempo com a cabeça inclinada para baixo.
• Mantenha a tela do celular ou computador na altura dos olhos.
3. Fortaleça a musculatura cervical:
• Exercícios simples, como empurrar suavemente a testa contra a mão (isometria), ajudam a estabilizar o pescoço.
4. Considere uma avaliação fisioterapêutica:
• Um fisioterapeuta pode avaliar sua postura, mobilidade cervical e a possível necessidade de reeducação postural ou fortalecimento específico.

Quando procurar um especialista?

Se a sensação de “areinha” for acompanhada de:
• Dor intensa no pescoço ou ombros;
• Formigamento ou perda de força nos braços ou mãos;
• Restrição de movimento ou piora progressiva.

Nesses casos, vale a pena procurar um médico (ortopedista) ou um fisioterapeuta para uma avaliação mais aprofundada.

Se precisar de mais orientações, estou à disposição!

 Isabel Cristina Tinos

Pergunta sobre Fasciíte Plantar

Estou sentindo muita dor,que começou no pé. esporão.logo pela manhã quando colocava os pés no chão doía.mas começou a se espalhar para o pé inteiro.sinto queimacao.muita dor que não pode nem tocar.agora tô começando a sofrer também com dores nas pernas,elas ficam inchadas.doi muito.eu já não sei oque fazer. Qual remédio tomar pra aliviar .ainda não passei pelo especialista. Só clínico geral .mas nada funciona.isso tá me dificultando muito.pra andar.nao consigo andar normal.sempre mancando.ja não aguento mas.tem dias que fico toda inchar
Da.o médico. Disse que é por conta do meu peso.que preciso emagrecer. Mas não sai de lá Confiante.por que nem eles parece poder me ajudar.nao passam nem um exame pra fazer.me ajude por favor.tirando minhas dúvidas. Que eu preciso fazer.pra resolver isso?

Eu entendo o quanto essa situação está sendo difícil para você, e é importante buscar a causa desse problema para um tratamento eficaz. Como fisioterapeuta, vou tentar esclarecer alguns pontos e orientá-la sobre os próximos passos.

Provável diagnóstico e causas

Com base nos sintomas que você descreveu (dor intensa no pé, pior ao acordar, sensação de queimação, inchaço, dificuldade para caminhar, dores nas pernas), é possível que você esteja lidando com fascite plantar ou o agravamento causado por um esporão do calcâneo. Esses problemas podem levar a inflamações que se espalham, causando sintomas secundários.

O inchaço nas pernas pode estar relacionado a fatores como:
• Dificuldade na circulação venosa (ex.: insuficiência venosa);
• Estresse mecânico por sobrecarga (peso corporal);
• Desajustes posturais devido à dor no pé.

Esses fatores precisam ser avaliados cuidadosamente, porque um único diagnóstico pode não explicar todos os sintomas.

O que fazer agora?

1. Procure um especialista:
• Um ortopedista pode avaliar melhor seu quadro e pedir exames, como radiografias, ultrassonografia ou ressonância magnética, para confirmar o diagnóstico.
• Se houver inchaço frequente e significativo nas pernas, pode ser importante consultar também um angiologista ou um reumatologista para descartar problemas circulatórios ou doenças sistêmicas.
2. Tratamento fisioterapêutico:
Mesmo sem exames específicos, a fisioterapia pode ajudar a aliviar a dor e melhorar sua qualidade de vida:
• Terapias manuais para aliviar tensões musculares e melhorar a circulação;
• Alongamentos específicos para o arco do pé, panturrilha e pernas;
• Fortalecimento muscular para a região dos pés e pernas, melhorando o suporte ao peso corporal;
• Modalidades terapêuticas como ultrassom terapêutico, laser ou ondas de choque, que auxiliam na redução da inflamação e dor.
3. Cuidados diários:
• Palmilhas ortopédicas: Experimente palmilhas específicas para fascite plantar e esporão. Elas ajudam a redistribuir a pressão e aliviar a dor.
• Alongamentos matinais: Antes de levantar da cama, estique suavemente os pés e panturrilhas. Isso pode reduzir a dor ao pisar no chão.
• Compressas frias: Aplique gelo no local da dor (cerca de 15-20 minutos, 3 vezes ao dia) para reduzir inflamação.
4. Controle do peso corporal:
O médico mencionou a relação com o peso, e isso faz sentido, pois o excesso de peso sobrecarrega a planta do pé e as articulações. Embora pareça desafiador, é importante trabalhar no emagrecimento progressivo com o auxílio de uma equipe multidisciplinar (nutricionista, educador físico e psicólogo, se necessário).

E sobre os medicamentos?

Como fisioterapeuta, não posso prescrever medicamentos, mas posso orientar que:
• Converse com seu médico sobre o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) ou analgésicos, que podem ajudar a aliviar a dor e o inchaço no curto prazo. Evite automedicação.
• Pergunte sobre a possibilidade de um medicamento para melhorar a circulação (se o inchaço nas pernas for significativo).

Próximos passos para resolver a situação:

1. Agende consulta com um ortopedista para exames detalhados.
2. Comece um programa de fisioterapia para alívio imediato da dor e fortalecimento.
3. Considere mudanças no estilo de vida, como:
• Atividades de baixo impacto, como hidroginástica ou pilates;
• Reeducação alimentar.

Se precisar de orientações mais detalhadas sobre exercícios ou cuidados específicos, posso explicar!

 Isabel Cristina Tinos
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