Perguntas do paciente (100)

  • Minha filha fez 4 anos e atualmente está chorando muito, não é choro por birra Agora é mudanças e

    Minha filha fez 4 anos e atualmente está chorando muito, não é choro por birra
    Agora é mudanças e humor e muito choro
    Estou ficando muito preocupada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Entendo a sua preocupação. Mudanças de comportamento e humor em crianças podem ser difíceis de lidar. Aos 4 anos, as crianças estão desenvolvendo rapidamente suas habilidades emocionais e sociais, o que pode levar a mudanças de humor e choros frequentes. Além disso, qualquer mudança na rotina, como mudanças na escola, na casa ou na família, pode afetar o humor das crianças. A sua filha também pode estar tentando comunicar alguma necessidade não atendida, como fome, cansaço, ou necessidade de atenção.
    Observe se há algo no ambiente que possa estar causando estresse ou desconforto.
    Se precisar de mais informações ou tiver outras preocupações, estou aqui para ajudar. Abraços!


  • Tenho depressão e ansiedade e estou sendo acompanhada por psicóloga e psiquiatra, que me passou um a

    Tenho depressão e ansiedade e estou sendo acompanhada por psicóloga e psiquiatra, que me passou um antidepressivo que está me ajudando muito. Faço Pilates 3x por semana,, porém minha psicóloga recomendou incluir algum exercício aeróbico na minha rotina para auxiliar na minha ansiedade. Tem algum tipo de exercício específico que é mais indicado para pessoas com depressão/ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Olá bom dia! Estudos revelam que a atividade aeróbica produz poderosas conexões no cérebro e produção de hormônios que podem substituir remédios controlados fortes para depressão e ansiedade! Procure algo que você gosta como corrida, caminhada, luta, dança, natação, comece 3 vezes na semana e vai aumentando, verá a diferença com o tempo. Não desista, estou aqui se precisar, abraços:


  • Conheci meu noivo ele estava separado a 1 ano, tem dois filhos com a ex esposa, sao bem pequenos um

    Conheci meu noivo ele estava separado a 1 ano, tem dois filhos com a ex esposa, sao bem pequenos um de 3 e uma de 2 aninhos. Quando decidimos começar o relacionamento ele entrou oficialmente com o processo de separação e pensão. Sempre teve muita dificuldade em dialogar e ver as crianças. Eu conheci as crianças depois de um tempo, me dei muito bem com os dois, adoro e sempre brinco bastante quando vao a nossa casa. Mas tivemos uma situação que me chateou muito, a primeira quadrilha da neném. Ele foi convidado pela ex, e só me informou que iria, nao me chamou. Em determinado momento disse “eu nao quero que você vá”. Tive uma crise de choro depois disso, não conseguimos conversar. Ele acabou indo e na volta conversamos. Ele disse que conhece ele e que teria algum tipo de conflito quando ela me visse, e que ele nao queria isso na frente das crianças. Eu falei que ela tem que nos respeitar, porque vao ter muitos eventos ainda. Ele falou sim tem que respeitar mas se não acontecer? Eu falei eu me retiro e vou embora. Ele disse: e vai ficar indo? Eu respondi triste: não. Terminamos a conversa em um clima ruim. Nao sei o que fazer e o que dizer mas estou muito mal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Parece que você está passando por uma situação complicada e emocionalmente desgastante. Vamos tentar entender e abordar a questão de forma construtiva.
    Primeiramente, é compreensível que você tenha ficado chateada com a situação. Você se importa com seu noivo e as crianças, e quer ser parte ativa da vida deles. No entanto, é importante também considerar o contexto e as preocupações de todos os envolvidos.
    É importante que você e seu noivo entendam as perspectivas um do outro. Ele pode estar preocupado com a reação da ex-esposa e como isso pode afetar as crianças. Tente expressar a ele como você se sente e por que é importante para você estar presente nesses momentos.
    Tentem conversar em um momento calmo, onde ambos possam expressar seus sentimentos sem interrupções. Ouça o que ele tem a dizer e peça para ele ouvir sua perspectiva também.
    Vocês podem trabalhar juntos para estabelecer limites e acordos sobre como lidar com situações futuras. Isso pode incluir como e quando você será incluída em eventos, e como lidar com possíveis conflitos com a ex-esposa.
    Sempre lembrem que o bem-estar das crianças é a prioridade. Tentem encontrar soluções que minimizem o estresse e o conflito na presença delas.
    É fundamental que todos os adultos envolvidos respeitem uns aos outros. A ex-esposa precisa entender que você faz parte da vida do seu noivo e, consequentemente, da vida das crianças. Mas isso pode levar tempo e exige paciência.
    Se acharem necessário, considerar a ajuda de um terapeuta ou conselheiro familiar pode ser útil para mediar a situação e ajudar todos a lidarem com os desafios de forma saudável.
    Em resumo, o diálogo e a empatia são chaves para resolver essa situação. Com paciência e comunicação aberta, vocês podem encontrar uma maneira de integrar todas as partes de forma harmoniosa. Espero ter ajudado, abraços!


  • Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram v

    Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram viajar e ele não demonstrou sentir falta, nem saudade delas. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    É comum que crianças nessa idade não demonstrem saudade da mesma forma que os adultos. Crianças de 2 anos e 8 meses estão em uma fase de desenvolvimento em que podem ainda não entender completamente o conceito de ausência prolongada ou não conseguem expressar seus sentimentos de saudade claramente.
    Se você notar outras mudanças de comportamento ou se estiver preocupada com a forma como ele está lidando com a ausência, pode ser útil conversar com um pediatra e um psicólogo infantil, estou à disposição. Abraços.


  • Toda vez que tenho relação ou beijo alguém me sinto sujo e com necessidade de tomar banho. Mesmo dep

    Toda vez que tenho relação ou beijo alguém me sinto sujo e com necessidade de tomar banho. Mesmo depois de banhar por um longo tempo, continuo me sentindo sujo. Tem alguma explicação pra isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Sentir-se sujo ou desconfortável após relações íntimas ou beijos pode ser um sinal de várias questões subjacentes.
    Sentimentos de culpa, vergonha ou ansiedade em relação à intimidade podem contribuir para essa sensação. Isso pode estar relacionado a experiências passadas, crenças pessoais ou culturais, ou até mesmo a educação recebida sobre sexualidade. Algumas pessoas com TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) podem experimentar obsessões relacionadas à limpeza e à higiene, o que pode incluir a necessidade de se lavar repetidamente após qualquer contato físico. Baixa autoestima ou problemas de autoimagem podem fazer com que a pessoa se sinta indigna ou "suja" após interações íntimas. Experiências traumáticas relacionadas à sexualidade ou ao contato físico podem levar a sentimentos de aversão ou desconforto com a intimidade. Algumas crenças culturais ou religiosas podem influenciar a maneira como uma pessoa percebe a intimidade física, levando a sentimentos de impureza ou culpa.
    Para lidar com essa situação, pode-se considerar algumas coisas como identificar os sentimentos e pensamentos específicos que surgem após o contato íntimo. Manter um diário pode ajudar a reconhecer padrões e gatilhos. Um terapeuta ou psicólogo pode ajudar a explorar e abordar as causas subjacentes desses sentimentos. Eles podem oferecer estratégias e técnicas para lidar com o desconforto. Se você estiver em um relacionamento, compartilhar seus sentimentos com seu parceiro pode ajudar a criar um ambiente de compreensão e apoio. Aprender mais sobre sexualidade e intimidade de fontes confiáveis pode ajudar a desafiar crenças e percepções negativas.
    Técnicas de relaxamento e autocuidado, como meditação, yoga ou exercícios de respiração, podem ajudar a reduzir a ansiedade e promover uma sensação de bem-estar.
    Se esses sentimentos estão afetando significativamente sua vida e relacionamentos, procurar ajuda profissional é um passo importante para entender e resolver a questão de forma eficaz. Estou à disposição!


  • Eu namoro há 4 anos mas sinto vontade de terminar. A real é que tenho vontade de terminar porque sin

    Eu namoro há 4 anos mas sinto vontade de terminar. A real é que tenho vontade de terminar porque sinto atração por outras pessoas, já sugeri abrir o relacionamento mas ele não concordou, seguimos juntos porém ele sabe dessa minha vontade. Porém a gente se gosta e não sei o que fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Essa é uma situação delicada e envolve muitas emoções e considerações. Tenha uma comunicação honesta, é fundamental ser honesto com seu parceiro sobre seus sentimentos e preocupações. Ele merece saber o que está acontecendo na sua mente para que vocês possam tomar decisões informadas juntos. Pense sobre o que realmente está causando esse desejo de terminar ou de buscar outras pessoas. É algo específico do relacionamento atual ou é uma insatisfação pessoal que precisa ser resolvida? Considere se seus valores e expectativas em relação ao relacionamento estão alinhados com os dela. A divergência em relação à monogamia pode ser um ponto crucial. Pense nas consequências a longo prazo de qualquer decisão que você tomar. Terminar pode trazer um alívio imediato, mas também pode ter implicações emocionais e práticas.
    Às vezes, conversar com um terapeuta de casal ou individualmente pode ajudar a clarificar seus sentimentos e oferecer perspectivas adicionais.
    Lembre-se de cuidar tanto de si mesmo quanto de seu parceiro. Decisões precipitadas ou mal pensadas podem causar dor para ambos.
    É importante dar a devida consideração a todos esses fatores antes de tomar qualquer decisão definitiva. Espero ter ajudado, abraços.


  • Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha m

    Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha mãe morrer e como seria depois, sem poder falar com ela, não ter o carinho dela e nunca mais poder ver ela, da mesma maneira meu pai. Mas em relação ao meu pai, sei que se intensificou pq ele passou 1 ano com soluços de duravam meses e sem explicação. E pelas noites que dormia com ele acordava pela manhã para ver se ele ainda respirava e não dormia de maneira nenhuma. E a cada situação no dia que envolve falar dos meus pais eu começo a sentir um aperto do peito, vontade de chorar e fico toda hora pensando em como seria horrível minha vida se isso acontecesse, em que momentos que eu mais iria sentir falta e da um vontade de ir correndo para os meus pais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Os sentimentos que você descreve são compreensíveis e comuns após a perda de entes queridos. A morte dos avós pode acionar medos profundos em relação à mortalidade dos pais, especialmente se você teve uma relação próxima com seus avós. Esses medos podem se intensificar com qualquer sinal de fragilidade ou doença nos pais, como o caso dos soluços persistentes do seu pai. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar você a lidar com esses sentimentos: 1. Falar sobre seus sentimentos: Conversar com seus pais ou com amigos e familiares de confiança pode ajudar a aliviar a ansiedade. Compartilhar seus medos pode fazer com que eles pareçam menos avassaladores. 2. Terapia: Um terapeuta pode oferecer um espaço seguro para explorar esses medos e desenvolver estratégias de enfrentamento. Terapias como a cognitivo-comportamental (TCC) são eficazes para tratar a ansiedade.
    3 Atividades de autocuidado: Exercício físico, alimentação saudável e atividades que você gosta podem ajudar a melhorar seu bem-estar geral e reduzir a ansiedade.
    4 Tentar aceitar que a incerteza faz parte da vida pode ser difícil, mas pode aliviar um pouco a pressão. Concentre-se em criar memórias positivas com seus pais enquanto você tem a oportunidade.
    Se esses sentimentos continuarem a interferir significativamente na sua vida, procurar ajuda profissional é um passo importante. Lembre-se, não há problema em precisar de apoio para enfrentar esses medos. Espero ter ajudado, abraços


  • Por que a psicanálise ou a psicoterapia junguiana ou analítica não são aconselhadas para pacientes c

    Por que a psicanálise ou a psicoterapia junguiana ou analítica não são aconselhadas para pacientes com transtorno afetivo bipolar, somente a terapia cognitivo comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Pacientes com transtorno afetivo bipolar (TAB) apresentam desafios específicos que requerem abordagens terapêuticas adequadas para manejo eficaz de seus sintomas. Algumas razões pelas quais a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é frequentemente preferida em comparação com a psicanálise ou a psicoterapia junguiana é que a TCC é uma abordagem que se concentra no aqui e agora, ajudando os pacientes a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. Isso é particularmente útil para pacientes com TAB, que precisam de estratégias práticas e imediatas para lidar com episódios de mania e depressão. Além disso, a TCC é altamente estruturada, com sessões claramente definidas e objetivos específicos. Essa estrutura é benéfica para pacientes bipolares, que podem ter dificuldade com a falta de direção ou com abordagens mais exploratórias e abertas, como as oferecidas pela psicanálise ou psicoterapia junguiana. Também, estudos clínicos demonstraram que a TCC é eficaz no tratamento de TAB, especialmente quando combinada com medicação. A TCC ajuda na redução de sintomas, na prevenção de recaídas e na melhoria da adesão ao tratamento medicamentoso. Por fim, TCC tende a ser uma intervenção de curto a médio prazo, com foco em resultados rápidos e mensuráveis. A psicanálise e a psicoterapia junguiana, por outro lado, geralmente são terapias de longo prazo, o que pode não ser ideal para a natureza cíclica e aguda dos episódios bipolares. Existem muitas outras razões que eu poderia colocar aqui, mas a verdade é que os transtornos requerem abordagens científicas. Espero ter ajudado. Abraços.


  • Tenho 28 anos e aos 16 tive uma relação de 6 anos com minha primeira namorada (e eu o primeiro dela)

    Tenho 28 anos e aos 16 tive uma relação de 6 anos com minha primeira namorada (e eu o primeiro dela) que era 2 anos mais jovem que eu e eu achava muito linda, até demais pra mim, difícil de acreditar. O término foi conturbado, mas depois percebi que eu não conseguia mais ter relação com alguém. Eu sempre tive autoestima baixa (sofri bullying ensino na infância e parte do ensino médio) e na grande maioria das vezes, sempre procurava uma menina que eu achava menos atraente, por me sentir mais confortável dessa forma. Com essas, eu conseguia manter uma relação e até transar sem problema, na minha cabeça, eu estou em uma posição ''superior''. Quando tentava me envolver com mulher mais bonitas e que principalmente tiverem outros relacionamentos, eu sempre me sinto inseguro, fico pensando nos outros relacionamentos que ela teve e não considero aquele ato sexual é insignificante para ela, apenas mais um, minha libido baixa. Além disso, tudo, me apego muito e tenho muita dependÊncia emocional. Por mais que eu esteja com essa pessoa agora e não esteja bem, não esteja conseguindo transar direito, nem estar direito, eu não consigo deixar ela ir. Só a conheço a 4 meses e já sinto isso. Às vezes quando estou com ela, simplesmente fico pensando coisas como ''para ela é só um sexo, ela já transou com outros, etc''. Eu tenho consciência de que é um pensamento ilógico, mas não consigo me livrar... Não é que eu esteja apaixonado, mas não suporto a ideia de não conseguir fazer dar certo e outra pessoa poder fazer isso no meu lugar, por eu estar super inseguro, com baixa libido (já fiz exames e fisiologicamente está tudo normal). Eu quero iniciar a terapia, estou passando por isso agora com uma pessoa que conheci... Eu já li bastante e não sei se deveria ir a um sexólogo, psicanalista ou na TCC. Qual seria a mais indicada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Considerando a complexidade dos seus sentimentos e comportamentos, uma abordagem integrada pode ser a mais eficaz. Por exemplo, você pode iniciar com a TCC (Terapia Cognitivo Comportamental) para abordar os pensamentos e comportamentos disfuncionais mais imediatos e, ao mesmo tempo, considerar consultas com um sexólogo para focar nas questões sexuais
    Iniciar a terapia é um passo importante e positivo em direção à melhoria de sua saúde mental e bem-estar. Boa sorte na sua jornada terapêutica, estou aqui para o que precisar, abraços!


  • Casos, em que adolescentes, são encaminhados, pelo Conselho Tutelar, porém, não há responsáveis lega

    Casos, em que adolescentes, são encaminhados, pelo Conselho Tutelar, porém, não há responsáveis legais, qual seria a postura da/do psicóloga/o, de acordo, com o CRF?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    A postura da/o psicóloga/o em casos onde adolescentes são encaminhados pelo Conselho Tutelar, mas não possuem responsáveis legais, deve seguir as diretrizes éticas e técnicas estabelecidas pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).
    Conforme o Código de Ética Profissional da/o Psicóloga/o, as principais ações a serem consideradas incluem: Atendimento Prioritário e Urgente devendo garantir que o adolescente receba atendimento psicológico prioritário e urgente, respeitando sua condição de vulnerabilidade. Proteção Integral e Direitos Humanos, o psicólogo deve assegurar a proteção integral dos direitos do adolescente, agindo em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e as diretrizes de direitos humanos.
    Sigilo Profissional e Confidencialidade, é necessário manter a confidencialidade das informações obtidas durante o atendimento, salvo em situações em que o sigilo possa colocar em risco a integridade física ou psicológica do adolescente. Encaminhamento para Rede de Proteção, o psicólogo deve acionar e articular com a rede de proteção social, incluindo serviços de assistência social, saúde, educação e justiça, para garantir que o adolescente tenha o suporte necessário, casa haja situações de risco ou violações de direitos, o psicólogo deve notificar as autoridades competentes e elaborar relatórios que auxiliem na tomada de decisões pelos órgãos de proteção e justiça. Em relação ao respeito à autonomia e protagonismo, é importante respeitar a autonomia do adolescente, ouvindo suas necessidades e garantindo que ele participe ativamente das decisões que o afetam. Orientação e Acompanhamento, deve-se orientar o adolescente sobre seus direitos e os serviços disponíveis, proporcionando acompanhamento contínuo até que a situação de ausência de responsáveis legais seja resolvida.
    Seguir essas diretrizes garante que o psicólogo atue de maneira ética e profissional, promovendo o bem-estar e a proteção dos adolescentes em situação de vulnerabilidade. Espero ter ajudado. Abraços!


  • Minha filha tem 5 anos, em casa ela é muito tranquila, carinhosa e amorosa , só não para quieta. É t

    Minha filha tem 5 anos, em casa ela é muito tranquila, carinhosa e amorosa , só não para quieta. É teimosa, mais no final obedece. Mais na escola, ela está muito agressiva, bate nas crianças, empurra , chuta. Em casa não tem nenhum tipo de agressividade. O que fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Olá! Lidar com a agressividade de uma criança na escola pode ser desafiador, especialmente quando esse comportamento contrasta com seu comportamento em casa. Converse com os professores e funcionários da escola para obter uma compreensão completa do comportamento da sua filha. Pergunte sobre situações específicas em que ela fica agressiva e quais são os gatilhos potenciais assim como as possíveis consequências da que podem estar agindo como reforço. Tente identificar se há algo específico no ambiente escolar que está provocando o comportamento agressivo, como dificuldades de interação com outras crianças, frustrações acadêmicas, ou mesmo questões sensoriais (barulho, luz, etc.). Ensine sua filha a reconhecer e expressar suas emoções de maneira saudável. Livros infantis sobre emoções e técnicas de respiração podem ajudar a desenvolver a inteligência emocional dela.
    Reforce a importância de respeitar os outros e estabeleça consequências claras e consistentes para comportamentos agressivos, tanto em casa quanto em coordenação com a escola. Demonstre comportamentos calmos e não agressivos em situações frustrantes. As crianças aprendem observando os adultos ao seu redor. Reforce positivamente o bom comportamento na escola. Recompense ou elogie quando ela demonstra comportamento adequado com os colegas.
    Se o comportamento agressivo persistir, pode ser útil buscar a ajuda de um psicólogo infantil. A terapia pode ajudar a identificar causas subjacentes e a desenvolver estratégias para lidar com a agressividade.
    Trabalhe em conjunto com a escola para garantir que haja consistência nas abordagens de disciplina e reforço de comportamento positivo.
    A agressividade pode ser uma forma de comunicação para as crianças quando elas não conseguem expressar suas necessidades ou sentimentos de outra maneira. Com paciência, consistência e suporte, é possível ajudar sua filha a desenvolver maneiras mais adequadas de interagir e lidar com suas emoções. Espero ter ajudado, abraços!


  • Boa Tarde! Espero que estejam bem.... Gostaria de saber porque zombam tanto de mim? Seria algo espir

    Boa Tarde! Espero que estejam bem.... Gostaria de saber porque zombam tanto de mim? Seria algo espiritual? Eu lembro que vivia muito bem, não tinha ansiedade nem pânico, mas parece que meus planos sempre são frustrados, essa perseguição que sofro.... Acho que todo mundo tem um fardo pra carregar, mas o de alguns são mais pesados do que de outros..... Desejo o bem e a prosperidade das pessoas, mas parece que quando vou chegar em algo, todos vão contra (até proximos familiares)(que é que mais doi).... Nunca usei nenhuma substância ilícita..... Mais uma coisa: As coisas que gosto de fazer, pra me sentir melhor como ex: um seriado engraçado, uma pesquisa, uma piada, uma noticia que NAO ATINGE NINGUÉM meu pai zomba ou faz ironia (acho q é narcisista ou tem algum tipo de problema)..... Acho que tem medo ou pavor (sem demonstrar) que eu possa sobressair sobre ele em alguns assuntos. Tenho quase 30 anos e acho que ainda não achei meu propósito. Apesar de tudo queria me achar novamente....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Boa tarde! Sinto muito por saber que está passando por momentos difíceis. As situações que descreveu podem ser muito desafiadoras e é natural sentir-se perdido ou frustrado em tais circunstâncias. Vamos analisar alguns pontos que mencionou:

    1. Zombaria e Perseguição: A sensação de que as pessoas zombam de você ou vão contra seus planos pode ser extremamente dolorosa. Isso pode ter várias causas, desde problemas de comunicação e conflitos pessoais até questões mais profundas como inveja ou insegurança de outras pessoas. É importante tentar identificar se há um padrão específico ou se são situações isoladas.
    2. Relação com o Pai: A relação complicada com seu pai, que pode incluir zombaria e ironia, pode ser especialmente dolorosa. Se você suspeita que ele pode ter traços narcisistas, isso pode explicar parte do comportamento dele. Pessoas com essas características frequentemente têm dificuldade em lidar com o sucesso ou a independência dos outros, especialmente de familiares próximos.
    3. Ansiedade e Pânico: A ansiedade e o pânico podem surgir de várias fontes, incluindo estresse contínuo, traumas passados ou presentes, e questões não resolvidas nas relações pessoais. Buscar ajuda profissional pode ser uma forma eficaz de entender e tratar esses sentimentos.
    4. Propósito de Vida: Sentir que ainda não encontrou seu propósito é uma experiência comum, especialmente na faixa dos 30 anos. O processo de autoconhecimento e descoberta pode levar tempo e muitas vezes envolve tentativas e erros. É importante ser paciente consigo mesmo e continuar explorando suas paixões e interesses.
    5. Espiritualidade e Resiliência: Se acredita que há uma dimensão espiritual na sua situação, pode ser útil buscar apoio através de práticas espirituais ou religiosas que ressoem com você. Meditação, oração, ou conversar com um líder espiritual de confiança podem oferecer conforto e novas perspectivas.
    6. Apoio Profissional: Considerar a ajuda de um terapeuta ou conselheiro pode ser muito benéfico. Profissionais de saúde mental podem ajudar a entender melhor suas experiências, desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e o pânico, e trabalhar na melhoria das relações interpessoais.
    Lembre-se de que encontrar apoio em amigos, grupos de apoio ou até mesmo em atividades que lhe tragam alegria e satisfação pode fazer uma grande diferença. O caminho para se "achar novamente" é único para cada pessoa, e dar pequenos passos em direção ao que te faz sentir bem pode ser um começo positivo. Espero ter ajudado, abraços.


  • Olá. Sabe-se que autistas possuem sensibilidade ao toque físico. Existe algum transtorno ou outra de

    Olá. Sabe-se que autistas possuem sensibilidade ao toque físico. Existe algum transtorno ou outra deficiência que cause esse tipo de sensibilidade também?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Sim, além do Transtorno do Espectro Autista (TEA), outros transtornos e condições podem causar sensibilidade ao toque físico. Como por exemplo o Transtorno de Processamento Sensorial (TPS), que trata-se da dificuldade em processar informações sensoriais. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), sendo uma ansiedade crônica e excessiva contribuindo para o aumento da sensibilidade física.
    - **Sintomas**: Aumento da sensibilidade física, incluindo reações exageradas ao toque.) Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), tratando-se de um transtorno desenvolvido após vivenciar eventos traumáticos, onde pode apresentar o sintoma de hipersensibilidade sensorial, incluindo ao toque.
    Essas condições podem variar em intensidade e na forma como afetam a sensibilidade ao toque, e cada uma pode exigir abordagens de tratamento personalizadas. Procure um profissional da área da saúde mental para lhe ajudar. Esperto ter ajudado, abraços e boa noite!


  • Tenho uma viagem marcada daqui dois dias e não sei se o que estou tendo é crise de ansiedade. No com

    Tenho uma viagem marcada daqui dois dias e não sei se o que estou tendo é crise de ansiedade. No começo, estava animada pela viagem, mas conforme os dias passam, começo a sentir que algo ruim possa acontecer, tenho pressentimentos ruins e mal consigo dormir direito. Ao mesmo tempo, estou na fase de provas na faculdade e TCC para apresentar, semana passada prestei um concurso que não fui bem e tive uma negativa de uma entrevista de emprego e tenho sentido muito mal, sem vontade de sair de casa, inclusive. Isso é algum sinal de ansiedade? Como posso amenizar essa angústia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Parece que você está enfrentando uma série de situações estressantes, o que pode estar desencadeando sintomas de ansiedade. É importante cuidar de si mesm nesse momento. Praticar técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou meditação, pode ajudar a acalmar a mente. Além disso, conversar com um profissional de saúde mental pode ser muito útil para entender e lidar com esses sentimentos. Estou aqui caso você precise, abraços.


  • Bem tem vezes estou vazia, sem propósito,de achar que viver a vida e sem graça, não tenho propósito,

    Bem tem vezes estou vazia, sem propósito,de achar que viver a vida e sem graça, não tenho propósito, desanimada, as vezes parece que não tenho identidade nem sei quem sou, as vezes tenho autoestima muito alta de achar que sou o centro, as vezes autoestima baixa , eu nunca sei quem sou

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Parece que você está passando por momentos de incerteza e flutuações emocionais. É normal se sentir assim às vezes, mas pode ser útil explorar mais sobre si mesma para entender melhor seus sentimentos e identidade. Ter altos e baixos na autoestima é comum, mas trabalhar na construção de uma autoimagem mais estável pode ajudar. Consideraria conversar com um profissional de saúde mental para obter apoio e orientação? Estou aqui se precisar, abraços.


  • Já fui uma pessoa muito tímida e ansiosa, e tinha o hábito de sorrir muito quando alguém falava comi

    Já fui uma pessoa muito tímida e ansiosa, e tinha o hábito de sorrir muito quando alguém falava comigo porque me sentia nervosa, mesmo que a pessoa não tenha falado nada. Hoje em dia melhorei muito na questão da timidez, mas ainda tenho esse costume de sorrir muito para as pessoas, quando me sinto nervosa perto delas, em momentos que eu deveria ficar mais séria. Gostaria de saber se tem alguma forma de diminuir, ou ter mais controle das expressões e sorrir só quando quero.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    É ótimo que você tenha melhorado na questão da timidez! Controlar as expressões faciais pode ser desafiador, mas é possível com prática e conscientização. Uma técnica útil é a mindfulness, que envolve prestar atenção plena ao momento presente, incluindo suas emoções e reações físicas. Quando sentir o impulso de sorrir, pause, respire fundo e pergunte a si mesma se realmente quer sorrir naquele momento. Praticar isso regularmente pode ajudar a aumentar sua consciência e controle sobre suas expressões faciais. Além disso, trabalhar na autoconfiança e na gestão do estresse também pode ajudar a reduzir a necessidade de sorrir excessivamente em situações nervosas. Espero ter ajudado. Abraços.


  • Olá. Fui diagnosticado com depressão. Faço tratamento com medicamento, porém não consigo sair de cas

    Olá. Fui diagnosticado com depressão. Faço tratamento com medicamento, porém não consigo sair de casa. Minha dúvida é se a depressão faz a pessoa ficar confinada em casa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner


    Olá. Sinto muito ouvir sobre o seu diagnóstico. A depressão pode, sim, levar alguém a se sentir mais confortável em ficar em casa e evitar interações sociais. Isso pode acontecer devido a uma série de fatores, incluindo a falta de energia, motivação e interesse nas atividades cotidianas. É importante continuar com o tratamento e buscar apoio profissional para ajudá-lo a lidar com esses desafios e a encontrar maneiras de gradualmente retomar atividades fora de casa, se isso for algo que você deseja fazer. Sempre tenha alguém por perto e peça ajuda quando precisar. Espero ter ajudado, abraços.


  • É possível alguém ter um surto psicótico do nada? Isto é, ela está bem em todos os âmbitos da sua vi

    É possível alguém ter um surto psicótico do nada? Isto é, ela está bem em todos os âmbitos da sua vida, sem nenhuma alteração de humor ao longo dos dias, nenhuma queixa. É possível que a questão genética seja tão forte assim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Sim, é possível alguém ter um surto psicótico aparentemente do nada. Os distúrbios psicóticos podem se manifestar de forma súbita, mesmo em pessoas que pareciam estar bem em todos os aspectos da vida. A predisposição genética pode desempenhar um papel importante, mas outros fatores, como estresse intenso, trauma ou uso de substâncias, também podem desencadear um surto psicótico em algumas pessoas. Espero ter ajudado, abraços.


  • É normal uma criança de 5 anos ter ciúme do cachorro que chegou justamente para ser companheiro da f

    É normal uma criança de 5 anos ter ciúme do cachorro que chegou justamente para ser companheiro da família? Ele maltrata o cão e confessa ciúmes por mais que explicamos que o amamos e que ele é importante, especial, tem toda atenção e cuidado que um filho merece e demonstramos isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    É normal que crianças de 5 anos experimentem ciúmes em certas situações, incluindo quando um novo elemento é introduzido na família, como um cachorro. O ciúme pode surgir da sensação de perder atenção ou afeto dos pais para o novo membro da família. É importante lembrar que as crianças estão desenvolvendo suas habilidades emocionais e ainda estão aprendendo a lidar com essas emoções complexas.
    Para lidar com essa situação, é essencial continuar demonstrando amor e cuidado tanto para a criança quanto para o cachorro. Certifique-se de dedicar tempo exclusivo à criança, reservando momentos para brincar e conversar. Inclua a criança nas atividades relacionadas ao cuidado do cachorro, para que ela se sinta envolvida e importante. Reforce a ideia de que o cachorro é um novo membro da família, mas que a criança também é amada e valorizada.
    Além disso, é importante conversar abertamente com a criança sobre seus sentimentos de ciúme e ajudá-la a expressar suas emoções de maneira saudável. Explique que é normal sentir ciúme e que vocês estão ali para apoiá-la. Incentive a criança a interagir de forma positiva com o cachorro, ensinando-a sobre a importância de cuidar e respeitar os animais.
    Se o comportamento de maltratar o cachorro persistir, é recomendável buscar orientação de um profissional, como um psicólogo infantil, para ajudar a criança a lidar com suas emoções e desenvolver habilidades de empatia e responsabilidade. Espero ter ajudado. Abraços.


  • Quanto tempo demora para o luto passar? Faz 2 anos que perdi meu pai e ainda sinto como se meu cora

    Quanto tempo demora para o luto passar?
    Faz 2 anos que perdi meu pai e ainda sinto como se meu coração estivesse sendo arrancando do meu peito todos os dias
    Não consigo dormir, penso o tempo todo nele. Em tudo que eu queria poder dizer, em como eu poderia ter aproveitado mais a presença dele
    Quanto tempo dura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isabela Souza da Costa Hoepfner

    Lamento muito pela sua perda e pela dor que você está enfrentando. O processo de luto é altamente individual e não existe um prazo fixo para que ele passe completamente. Cada pessoa lida com o luto de maneira única e o tempo necessário para se recuperar pode variar.
    É importante lembrar que o luto não tem uma linha reta de progresso. Pode haver momentos em que a dor parece mais intensa e outros em que parece mais suportável. É normal sentir uma série de emoções complexas, como tristeza, raiva, culpa e saudade.
    O luto é um processo de adaptação à perda e pode levar tempo para aceitar e encontrar uma nova maneira de viver sem a pessoa amada. Algumas pessoas podem encontrar conforto em compartilhar suas emoções com amigos, familiares ou em grupos de apoio. Outras podem buscar ajuda profissional, como terapia, para ajudá-las a lidar com o luto.
    Não há uma resposta exata para quanto tempo o luto dura, mas com o tempo e o apoio adequado, muitas pessoas conseguem encontrar maneiras de honrar a memória de seus entes queridos e reconstruir suas vidas. Se você está encontrando dificuldades significativas em lidar com a perda de seu pai, considerar buscar apoio de um profissional de saúde mental pode ser uma opção valiosa para você.
    Seja gentil consigo mesma e permita-se passar pelo processo de luto no seu próprio tempo. Espero ter ajudado, abraços!


Perguntas frequentes

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