Perguntas do paciente (222)

  • Olá, é possível os pensamentos obsessivos do Toc Sexual se misturarem com pensamentos sexuais normai

    Olá, é possível os pensamentos obsessivos do Toc Sexual se misturarem com pensamentos sexuais normais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Sim, é possível que os pensamentos obsessivos relacionados ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo Sexual (TOC Sexual) se misturem com pensamentos sexuais normais. O TOC Sexual envolve pensamentos intrusivos e obsessivos de natureza sexual que causam angústia significativa. Esses pensamentos geralmente não estão alinhados com os desejos ou valores da pessoa e são indesejados.

    Em algumas situações, uma pessoa com TOC Sexual pode experimentar dificuldade em distinguir entre pensamentos obsessivos e pensamentos sexuais normais. Isso pode ser particularmente perturbador, já que os pensamentos intrusivos do TOC Sexual podem se sobrepor a pensamentos íntimos que seriam considerados normais em outras circunstâncias.

    É importante entender que o TOC Sexual é uma condição de saúde mental e pode ser tratado com terapia cognitivo-comportamental (TCC), medicamentos ou uma combinação de ambos. Se você ou alguém que você conhece está lidando com o TOC Sexual ou pensamentos obsessivos intrusivos, é recomendável procurar ajuda de um profissional de saúde mental. Eles podem oferecer avaliação, diagnóstico e tratamento apropriados para ajudar a gerenciar esses sintomas. Estou disponível para fornecer orientação adicional, se necessário.


  • É normal ficar com um sentimento de culpa enorme ,por algo que fiz quando tinha 16/17 anos hoje tenh

    É normal ficar com um sentimento de culpa enorme ,por algo que fiz quando tinha 16/17 anos hoje tenho 19 e estou tendo varias crises penso que vou surtar,que minha vida acabou oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    É comum sentir culpa por ações do passado, mesmo que tenham ocorrido durante a adolescência. Esses sentimentos podem ser intensos, mas é importante lembrar que as pessoas evoluem e crescem ao longo do tempo. Aquilo que você fez aos 16/17 anos pode não refletir mais quem você é hoje.

    Para lidar com esses sentimentos, pode ser útil considerar o perdão a si mesmo e buscar compreender as circunstâncias da época. A terapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, pode ser valiosa para ajudá-lo a processar esses sentimentos e desenvolver estratégias para lidar com as crises de ansiedade. Além disso, compartilhar esses sentimentos com um terapeuta pode oferecer um espaço seguro para explorar suas preocupações e encontrar maneiras saudáveis de enfrentá-las. Não hesite em procurar ajuda profissional se sentir que esses sentimentos estão afetando significativamente sua qualidade de vida.


  • Há mais de 4 anos tenho tratado com psiquiatra. No começo eu bebia muito e creio que o tratamento nã

    Há mais de 4 anos tenho tratado com psiquiatra. No começo eu bebia muito e creio que o tratamento não funcionava bem. O psiquiatra suspeitou de TAB ou borderline. Eu tinha muita depressão, extrema ansiedade e psicose as vezes. Mudei de psiquiatra pois não me sentia melhor em relação ao começo.
    No novo psiquiatra, ele suspeitou ansiedade e depressão. Segui o tratamento à risca. Mas para aquém das minhas expectativas. Passei por muitos momentos psicoticos muito mais fortes do que tinha no começo.
    Mudei de psiquiatra de novo. Na primeira consulta ela já suspeitou de transtorno de humor e provável bipolaridade. Tive menos psicoses, as sinto mais distantes. Mas quando aumentei a dose (lamotrigina) consegui observar psicose, apesar de não estar mais tão imersa.
    Ainda sinto muita insegurança em tomar, não quero apenas mascarar meus sintomas. Tomo remédio ha bastante tempo, mas continuo em sofrimento e depressão. Ha anos me impede de ter uma vida funcional. Quando buscava ainda ser funcional sentia muita ansiedade.
    Hoje estou menos ansiosa, mas ainda sinto e achei uma terapeuta que tem me ajudado à medida do possível. No passado não conseguia evoluir com terapias.
    Gostaria de interromper o tratamento para observar como eu me sinto de verdade, mas tenho medo também.
    É muito arriscado interromper?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Lamento ouvir sobre a complexidade de sua jornada de tratamento. A decisão de interromper ou ajustar um tratamento para transtorno de humor, como a bipolaridade, é uma questão séria e deve ser tomada com muito cuidado, sempre em consulta com seu psiquiatra.

    Aqui estão alguns pontos importantes a serem considerados:

    Não interrompa o tratamento por conta própria: Uma interrupção abrupta de medicamentos para transtorno de humor, como a lamotrigina, pode ser perigosa e levar a recaídas graves. É essencial que você discuta quaisquer preocupações ou desejos de ajustar seu tratamento com seu psiquiatra.

    Comunicação aberta: Converse abertamente com seu psiquiatra sobre seus sentimentos em relação ao tratamento. Explique seus recebimentos e preocupações, bem como seus objetivos e expectativas. Se você sentir que algo não está funcionando, seu médico poderá considerar ajustes no plano de tratamento.

    Acompanhamento médico: Se seu tratamento atual não estiver produzindo os resultados desejados ou se você estiver enfrentando efeitos colaterais, seu psiquiatra pode considerar outras opções de medicamentos ou terapias complementares.

    Terapia: Continuar com a terapia é uma parte fundamental do tratamento, especialmente para transtornos de humor. A terapia pode ajudar a desenvolver estratégias de enfrentamento, melhorar a compreensão de seus sintomas e promover o bem-estar


  • Quantos e quais métodos de avaliação neuropsicológica existem?

    Quantos e quais métodos de avaliação neuropsicológica existem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    A avaliação neuropsicológica é uma área especializada que utiliza diversos métodos e testes para avaliar o funcionamento cognitivo e emocional de uma pessoa, identificar déficits neuropsicológicos e auxiliar no diagnóstico de condições neurológicas ou psiquiátricas. Existem vários métodos e instrumentos de avaliação neuropsicológica disponíveis, e eles podem ser adaptados para atender às necessidades específicas de cada paciente. Alguns dos métodos e testes mais comuns incluem:

    Entrevista clínica: O neuropsicólogo realiza uma entrevista detalhada com o paciente e, muitas vezes, com familiares ou cuidadores para coletar informações sobre a história médica, sintomas atuais, história de desenvolvimento e funcionamento diário.

    Testes neuropsicológicos: São testes específicos para avaliar diferentes aspectos da função cognitiva, como memória, atenção, linguagem, raciocínio, habilidades visuoconstrutivas e funções executivas. Alguns exemplos incluem o Mini Exame do Estado Mental (MEEM), o Teste de Memória Visual de Benton, o Teste de Stroop e muitos outros.

    Avaliaçãomental: Observações comportamentais diretas do comportamento do paciente em situações controladas podem fornecer informações sobre seu funcionamento social, emocional e adaptativo.

    Avaliação de neuroimagem: Exames de imagem cerebral, como ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC), podem ser usados ​​para identificar anormalidades estruturais ou funcionais no cérebro.

    Avaliação psicométrica: Questionários e escalas psicométricas podem ser aplicados para avaliar aspectos emocionais e comportamentais, como ansiedade, depressão e qualidade de vida.

    Avaliação de habilidades acadêmicas: Em crianças, avaliações de habilidades acadêmicas, como leitura, escrita e matemática, podem ser realizadas para identificar dificuldades de aprendizagem.

    Avaliação de cargos executivos: Testes e questionários podem ser usados ​​para avaliar as funções executivas, que envolvem habilidades como planejamento, organização, tomada de decisão e controle inibitório.

    Monitoramento cognitivo: Em alguns casos, a avaliação neuropsicológica é usada para monitorar o progresso ao longo do tempo e avaliar a eficácia do tratamento.

    É importatante destacar que a escolha dos métodos de avaliação depende das necessidades do paciente, do objetivo da avaliação e do contexto clínico. A interpretação dos resultados também requer treinamento especializado, pois os neuropsicólogos são treinados para compreender a complexidade das funções cognitivas e emocionais e como elas se relacionam com as condições médicas. Portanto, a avaliação neuropsicológica é geralmente realizada por profissionais especializados nessa área.





  • é possível ser autista e ter naturalmente uma habilidade em reconhecer sinais não-verbais? me identi

    é possível ser autista e ter naturalmente uma habilidade em reconhecer sinais não-verbais? me identifico com quase todos os sintomas de autismo, porém sei interpretar até que bem a linguagem não-verbal, em alguns casos especificos eu possuo uma dificuldade de entender, mas refletindo um pouco eu consigo entender o motivo da linguagem ter sido empregada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Sim, é possível ser autista e ter habilidades de reconhecimento de sinais não-verbais. O autismo é um espectro, o que significa que afeta as pessoas de maneira muito variável. Embora a dificuldade na comunicação não-verbal seja uma característica comum do autismo, isso não significa que todas as pessoas no espectro do autismo tenham a mesma experiência ou as mesmas dificuldades.

    Algumas pessoas autistas podem, de fato, desenvolver habilidades notáveis ​​em áreas específicas, como a interpretação de linguagem corporal ou de outros sinais não-verbais. Isso pode ser resultado de uma atenção especial aos detalhes ou de um interesse particular nessa área.

    É importante lembrar que o autismo é uma condição complexa que engloba uma ampla gama de comportamentos, características e habilidades. A presença de habilidades de reconhecimento de sinais não-verbais não exclui o diagnóstico de autismo, especialmente se você se identificar com outros sintomas do espectro autista. Se você suspeita que pode não estar no espectro do autismo ou tem preocupações sobre sua saúde mental, é aconselhável procurar uma avaliação de um profissional de saúde mental ou um especialista em diagnóstico de autismo. Um diagnóstico adequado pode ajudar a entender melhor suas necessidades e fornecer orientação para o tratamento e o apoio adequado, caso sejam necessários.


  • Eu pensei que estava com falta de ar ( não estava ) mas após pensar comecei a ficar o dia todo com e

    Eu pensei que estava com falta de ar ( não estava ) mas após pensar comecei a ficar o dia todo com essa sensação. Foi como se eu tivesse em enviado pro cérebro pra me fazer sentir falta de ar. Isso é algum transtorno específico ou algo que eu transmiti para o cérebro ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    O que você descreveu parece ser uma manifestação de ansiedade. A ansiedade pode causar uma variedade de sintomas físicos, incluindo a sensação de falta de ar, mesmo quando não há uma causa física subjacente para esse sintoma.

    Esse fenômeno é conhecido como "hiperventilação", que é uma resposta do corpo ao estresse e à ansiedade. Quando você está ansioso, pode começar a respirar de forma rápida e superficial, o que pode levar a uma sensação de falta de ar, mesmo que a quantidade de oxigênio que você está recebendo seja adequada.

    Isso não significa que você tenha "transmitido" algo para o seu cérebro, mas sim que a ansiedade pode afetar o funcionamento do seu corpo, incluindo a sua respiração. É importante reconhecer esses sintomas como parte da ansiedade e procurar maneiras de gerenciar o estresse e a ansiedade.

    Se a sensação de falta de ar persistir ou se você estiver preocupado com esses sintomas, é aconselhável consultar um profissional de saúde, como um médico ou um psicólogo, para avaliação e orientação adequada. Eles podem ajudar a determinar se há uma causa médica subjacente e oferecer estratégias para lidar com a ansiedade, se for o caso.


  • Bom dia! Uma pessoa com transtorno de personalidade antisocial, pode se curar? Mesmo depois de com

    Bom dia!
    Uma pessoa com transtorno de personalidade antisocial, pode se curar?
    Mesmo depois de cometidas atrocidades no passado, ela pode voltar a viver em sociedade normalmente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    O Transtorno de Personalidade Antissocial é desafiador, mas a recuperação parcial é possível com tratamento adequado, incluindo terapia cognitivo-comportamental. Viver em sociedade normalmente varia, dependendo do indivíduo, do apoio e da gravidade do transtorno. A segurança da sociedade também é crucial, com possíveis restrições legais. A busca por ajuda profissional é essencial, visando melhorar comportamento, qualidade de vida e relações interpessoais. O apoio contínuo é fundamental para evitar recaídas e promover uma reintegração mais saudável na sociedade. Estou disponível para oferecer mais orientação, se necessário.


  • Tomei 3 comprimidos de Valerimed, há algum risco? Quais os perigos?

    Tomei 3 comprimidos de Valerimed, há algum risco? Quais os perigos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Valerimed é uma medicação que geralmente contém valeriana, uma erva conhecida por suas propriedades relaxantes e calmantes. No entanto, a segurança de qualquer medicamento depende de diversos fatores, incluindo a dose e a forma como é usada.

    Tomar três comprimidos de Valerimed de uma vez pode resultar em uma dose mais elevada do que a recomendada, ou que pode aumentar o risco de efeitos colaterais. Os efeitos colaterais da valeriana podem incluir sonolência, tonturas, náuseas e, em alguns casos, reações alérgicas.

    É importante lembrar que a valeriana é geralmente considerada segura quando usada de acordo com as instruções e nas doses recomendadas. No entanto, doses muito elevadas podem levar a efeitos colaterais mais graves. Se você tomou uma dose maior do que é recomendado e está experimentando efeitos colaterais graves, como dificuldade em respirar, erupções relacionadas a graves ou lesões faciais, você deve procurar assistência médica imediatamente.

    Além disso, é essencial seguir as instruções de dosagem fornecidas pelo fabricante ou pelo profissional de saúde que prescreveu a medicação. Se você tiver alguma preocupação ou dúvida sobre o uso de Valerimed ou qualquer outro medicamento, é aconselhável entrar em contato com um profissional de saúde para obter orientação específica com base em sua situação


  • gostaria de saber mais sobre os direito de crianças portadores de TDAH pela LBI?

    gostaria de saber mais sobre os direito de crianças portadores de TDAH pela LBI?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), também conhecida como LBI ou Estatuto da Pessoa com Deficiência, é uma legislação abrangente que tem como objetivo garantir os direitos e a inclusão das pessoas com deficiência em diversos aspectos da vida , incluindo educação, saúde, trabalho, acessibilidade e participação na sociedade.

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição que pode afetar crianças e adultos, e o LBI regular o TDAH como uma deficiência. Portanto, as crianças com TDAH têm direitos protegidos pela LBI. Alguns desses direitos incluem:

    Direito à educação inclusiva: As crianças com TDAH têm o direito de receber uma educação de qualidade em escolas inclusivas, que oferecem apoio educacional e adaptações adequadas para atender às suas necessidades específicas.

    Acesso a tratamento e apoio: A LBI também garante o acesso a serviços de saúde e tratamento para crianças com TDAH, incluindo terapia comportamental e medicamentos, se necessário.

    Acessibilidade: A lei estabelece que as crianças com TDAH têm o direito de acessar locais públicos e privados de forma igualitária, incluindo ambientes físicos, comunicações e tecnologias da informação e comunicação.

    Não discriminação: A LBI proíbe a discriminação com base na deficiência, o que significa que as crianças com TDAH não devem ser discriminadas em qualquer contexto, incluindo escolas, locais de trabalho e serviços públicos.

    Participação na vida social e cultural: A lei visa garantir que as crianças com TDAH tenham a oportunidade de participar plenamente da vida social, cultural, esportiva e recreativa.

    Apoio à família: A LBI registra que as famílias de crianças com TDAH também podem precisar de apoio e serviços específicos para lidar com os desafios associados à condição.

    É importante ressaltar que a implementação efetiva desses direitos depende de políticas específicas em nível estadual e municipal, bem como da mobilização da sociedade civil e da atuação dos órgãos governamentais responsáveis ​​pela fiscalização e garantia dos direitos das pessoas com deficiência.

    Se você é pai ou mãe de uma criança com TDAH e está buscando informações atualizadas sobre os direitos de seu filho, é aconselhável procurar orientação em órgãos governamentais ou organizações de apoio a pessoas com deficiência em sua região, pois podem fornecer informações específicas e orientações sobre como acessar os serviços e apoios disponíveis.


  • Não consigo ficar muito tempo em locais com muita agitação de pessoas e sons, sinto minhas energias

    Não consigo ficar muito tempo em locais com muita agitação de pessoas e sons, sinto minhas energias indo embora rápido, e por isso preciso ir para um lugar mais quieto para recarregar minhas baterias. Alguns próximos a mim acreditam que tenho algum problema de saúde mental ou/e autismo tanto por isso quanto por ter uma personalidade mais quieta e isolada, mas sinto que sou apenas introvertido mesmo. Meu caso pode ser um transtorno mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    O que você está descrevendo é bastante comum em pessoas com traços de introversão. A introversão é uma característica da personalidade em que a pessoa se sente mais confortável e recarrega suas energias em ambientes tranquilos e solitários, ao invés de ambientes agitados e cheios de estímulos. Não necessariamente indica um transtorno mental.

    Aqui estão algumas considerações para ajudar a entender melhor sua situação:

    Introversão vs. Extroversão: Introvertidos tendem a se sentir exaustos após longos períodos de socialização ou em ambientes barulhentos. Isso é uma característica de personalidade e não um transtorno. Extrovertidos, por outro lado, geralmente se sentem energizados em situações sociais.

    Estímulos Sensoriais: Algumas pessoas são mais sensíveis a estímulos sensoriais, como sons altos e multidões. Isso pode causar um esgotamento mais rápido em ambientes muito estimulantes.

    Limites Pessoais: É importante reconhecer e respeitar seus próprios limites. Se você sabe que precisa de tempo em silêncio para se recarregar, isso é uma parte importante do autocuidado.

    Transtornos de Saúde Mental: Embora a introversão por si só não seja um transtorno mental, é possível que, em alguns casos, características como alta sensibilidade a estímulos possam estar associadas a condições como ansiedade social ou Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto, esses transtornos vêm com um conjunto mais amplo de sintomas que afetam significativamente a vida cotidiana.

    Busca de Diagnóstico: Se a preocupação com um possível transtorno de saúde mental estiver afetando seu bem-estar, pode ser útil procurar um profissional de saúde mental. Eles podem ajudar a esclarecer se os seus sintomas são parte de um transtorno ou se são características normais de sua personalidade.

    Gerenciamento de Sintomas: Independentemente de um diagnóstico formal, existem estratégias que podem ajudar a gerenciar sua energia em ambientes sociais. Técnicas de mindfulness, exercícios de respiração e planejamento de pausas em ambientes tranquilos podem ser benéficas.

    Em resumo, o que você está experienciando pode ser uma expressão de sua introversão e sensibilidade a estímulos. Se esses sintomas estão causando sofrimento ou interferindo significativamente em sua vida, vale a pena consultar um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação mais detalhada e orientação apropriada.


  • É normal eu me sentir adolescente aos 19 anos de idade?

    É normal eu me sentir adolescente aos 19 anos de idade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Sentir-se adolescente aos 19 anos é mais comum do que você imagina. Aos 19 anos, muitas pessoas ainda estão passando por transições importantes na vida, tanto no desenvolvimento emocional quanto na busca de identidade. Esta fase é marcada por mudanças significativas, tanto internas quanto externas, e a sensação de ainda estar na adolescência pode ser uma parte natural desse processo.

    A transição da adolescência para a vida adulta não ocorre de forma linear e uniforme para todos. A seguir, algumas razões pelas quais você pode se sentir assim:

    Continuidade do Desenvolvimento: O desenvolvimento emocional e psicológico continua na casa dos 20 anos. Ainda há muito crescimento a ser feito, e sentimentos adolescentes podem persistir enquanto você navega por essas mudanças.

    Independência e Responsabilidades: Aos 19 anos, muitas pessoas estão começando a assumir mais responsabilidades, como trabalho, faculdade e independência financeira. Esse processo pode fazer com que você se sinta ainda conectado à adolescência enquanto aprende a lidar com novas demandas.

    Busca por Identidade: A exploração da identidade e a compreensão de quem você é e quem quer ser continua durante o final da adolescência e início da vida adulta. É um período de autodescoberta e formação de valores pessoais.

    Apoio Social: Seus círculos sociais, que podem incluir amigos da escola ou colegas de faculdade, também influenciam sua percepção de maturidade. Se muitos ao seu redor estão em estágios semelhantes de vida, pode ser natural sentir-se mais adolescente.

    Pressões e Expectativas: As pressões e expectativas sociais sobre como você deve agir e se sentir aos 19 anos podem não corresponder à sua experiência pessoal, criando uma sensação de que você está "atrasado" ou ainda se sente adolescente.

    Se você está se sentindo confortável com onde está emocionalmente, isso é válido. No entanto, se essa sensação estiver causando preocupação ou interferindo no seu dia a dia, pode ser útil explorar esses sentimentos com um terapeuta. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode oferecer estratégias para entender e gerenciar essas emoções, ajudando a navegar essa fase de transição de forma mais equilibrada.


  • Olá! Minha namorada sempre foi muito sincera comigo e me contou que seu relacionamento anterior era

    Olá! Minha namorada sempre foi muito sincera comigo e me contou que seu relacionamento anterior era aberto por ter tido um carnaval em que ela sentiu vontade e a pessoa que ela tava aceitou e quis também. Só que desde que fiquei sabendo disso, sempre fico lembrando e isso me gera insegurança e me incomoda bastante devido a ser algo que eu considero errado e não gostaria que acontecesse com o nosso relacionamento. Deixei isso claro desde o início e ela sempre falou que não preciso me preocupar pq foi uma experiência que ela teve e viu que não deu certo e que ela não quer isso para o nosso relacionamento, que o valor que ela vê em mim ela não via no ex e etc. Mas ainda assim sigo na angústia e com medo de chegar algum ponto que ela queira isso . Mas não quero ficar assim pq ela é uma pessoa boa, me faz muito bem, me respeita e é bastante alinhada comigo em tudo. É chato eu ficar constantemente conversando sobre a mesma coisa e não quero que essa insegurança estrague nosso relacionamento. O que posso fazer pra parar de me sentir assim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Entendo que essa situação esteja gerando muita insegurança e desconforto para você, especialmente porque vai contra seus valores e desejos para o relacionamento. É positivo que sua namorada tenha sido sincera desde o início e que tenha expressado seu compromisso atual com você.

    Para lidar com esses sentimentos de insegurança, aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

    Comunicação aberta e honesta: Continue dialogando com sua namorada sobre seus sentimentos, mas também procure entender e aceitar a experiência passada dela como parte do seu crescimento pessoal. É importante que ambos se sintam ouvidos e compreendidos.

    Auto-reflexão: Reflita sobre suas próprias crenças e valores em relação a relacionamentos. Pergunte-se por que isso é tão perturbador para você e como você pode trabalhar essas questões internamente para encontrar paz.

    Foco no presente: Concentre-se nas qualidades positivas do seu relacionamento atual e no respeito mútuo que vocês têm um pelo outro. Lembre-se das razões pelas quais vocês estão juntos e dos momentos felizes que compartilham.

    Confiar na palavra dela: Confie na sinceridade e no compromisso que sua namorada demonstrou. Aceitar que as pessoas podem mudar e aprender com suas experiências é parte do crescimento pessoal e do amadurecimento dos relacionamentos.

    Buscar apoio: Se sentir que está lutando muito com esses sentimentos, considerar conversar com um terapeuta pode ser útil. Um profissional pode ajudar a explorar suas emoções de uma maneira mais profunda e fornecer estratégias para lidar com a insegurança.

    Praticar o perdão: Se necessário, trabalhe no perdão, tanto de sua namorada quanto de si mesmo por sentir esses sentimentos. Perdoar não significa esquecer, mas sim liberar o peso emocional que esses pensamentos estão causando.

    Lembre-se de que é normal ter preocupações e inseguranças em um relacionamento, mas é importante encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com elas para que não prejudiquem a conexão que vocês têm. Concentrar-se no presente e no que é positivo no seu relacionamento pode ajudar a fortalecer sua confiança e a construir um futuro mais sólido juntos.


  • Sinto que não consigo expressar tudo aquilo que eu quero falar, simplismente eu não consigo explicar

    Sinto que não consigo expressar tudo aquilo que eu quero falar, simplismente eu não consigo explicar nada do que eu penso, ou até mesmo algo que aconteceu na minha vida sem me "embolar" ou me atrapalhar, não consigo defender bem meus argumentos, aliás eu acho que nem tenho argumentos, e se tenho não consigo expresso-lo verbalmente da maneira como pensei, alguma dica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Olá, querido(a)! Entendo como pode ser frustrante quando você sente que não consegue expressar seus pensamentos e sentimentos da maneira que gostaria. Muitas pessoas passam por isso, e há algumas estratégias que podem te ajudar a melhorar essa habilidade.

    Primeiro, é importante lembrar que a comunicação eficaz é uma habilidade que pode ser desenvolvida com prática e paciência. Aqui estão algumas dicas que podem te ajudar:

    1. Organize seus pensamentos: Antes de falar, tente organizar suas ideias. Você pode escrever o que quer dizer em um papel, fazendo um esboço dos pontos principais. Isso pode ajudar a clarear sua mente e estruturar melhor seus argumentos.

    2. Respire fundo e fale devagar: Quando estiver falando, respire fundo e vá devagar. Isso pode te ajudar a se sentir mais calmo e a pensar melhor enquanto fala.

    3. Pratique a autoexpressão: Reserve um tempo para praticar a expressão verbal, seja falando em frente ao espelho, gravando sua fala ou conversando com alguém de confiança. A prática constante pode melhorar sua confiança e fluidez.

    4. Use exemplos e histórias: Às vezes, contar uma história ou usar exemplos pode ajudar a explicar melhor suas ideias. Isso torna a comunicação mais clara e envolvente.

    5. Seja gentil consigo mesmo: É normal se sentir inseguro às vezes. Lembre-se de ser gentil consigo mesmo e reconhecer seus progressos, mesmo que pequenos. Cada passo à frente é uma conquista.

    6. Busque apoio: Considerar falar com um psicólogo pode ser muito útil. Eles podem te ajudar a explorar as causas dessa dificuldade e a desenvolver estratégias personalizadas para melhorar sua comunicação.

    Lembre-se de que é um processo, e cada pequena melhoria é um passo importante. Estou torcendo por você e sei que você pode desenvolver essa habilidade com o tempo e a prática. Se precisar, estou a disposição para te ajudar nesse processo!


  • Tenho uma grande dificuldade de me manter focado em uma tarefa por muito tempo, ao mesmo tempo que e

    Tenho uma grande dificuldade de me manter focado em uma tarefa por muito tempo, ao mesmo tempo que eventualmente foco em algo aleatório e fico horas a fio fazendo a msm coisa. Também tenho uma pequena dificuldade de ler textos com espaçamento de linhas pequeno, acabo me perdendo, pulo linhas, volto um pedaço sem perceber e etc.. As vezes quando estou escrevendo pulo um pedaço da frase ou "como" letras (este último é mais incomum) e minha memória de curto prazo não é das melhores. Tudo isso acaba atrapalhando algumas areas da vida, principalmente trabalho e estudo. É normal ou deveria procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Parece que você está enfrentando vários desafios que estão impactando sua capacidade de concentração, leitura e precisão no trabalho e estudo. Vou abordar cada um dos pontos que mencionou:

    Dificuldade de manter o foco: Alternar entre foco intenso em algo específico por um período e depois se distrair facilmente pode ser um sinal de dificuldades de atenção ou controle de impulsos. Isso pode ser especialmente prejudicial em tarefas que exigem concentração contínua.

    Hiperfoco em atividades aleatórias: Quando você se concentra excessivamente em algo aleatório por horas, isso pode ser um padrão de comportamento associado a características como o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), onde há dificuldade em regular a atenção.

    Dificuldade com espaçamento de linhas e leitura: Pular linhas, perder o lugar no texto e dificuldade em manter o foco na leitura podem indicar dificuldades de processamento visual ou atenção, afetando a compreensão e a eficiência na leitura.

    Erros ao escrever: Pular partes da frase, omitir palavras ou ter dificuldade em manter a precisão ao escrever pode ser sintomático de problemas com processamento cognitivo rápido ou coordenação motora fina.

    Memória de curto prazo: Se você percebe que sua memória de curto prazo não é tão eficaz quanto gostaria, isso pode afetar a retenção de informações imediatas, como instruções ou detalhes importantes.

    Esses sintomas não são incomuns e podem ser tratados com eficácia. Considerando o impacto significativo que eles têm em suas atividades diárias, como trabalho e estudo, pode ser benéfico procurar ajuda profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode realizar uma avaliação detalhada para entender melhor suas dificuldades e fornecer orientação adequada.

    Terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser útil para desenvolver habilidades de gerenciamento de tempo, foco e organização. Além disso, dependendo da avaliação, estratégias específicas de gerenciamento de TDAH, se aplicável, podem ser recomendadas.

    Portanto, não hesite em procurar ajuda se sentir que esses desafios estão impactando significativamente sua vida diária. Com o suporte adequado, é possível melhorar sua capacidade de concentração, leitura e desempenho no trabalho e estudo.


  • O psicólogo pode ter uma fala de impossição ao paciente?

    O psicólogo pode ter uma fala de impossição ao paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Olá, querido(a)! A prática profissional de um psicólogo deve ser guiada por princípios éticos e técnicas terapêuticas que visam o bem-estar e o desenvolvimento do paciente. A abordagem do psicólogo não deve ser de imposição, mas sim de colaboração e orientação. O psicólogo deve facilitar a autoexploração e a autocompreensão do paciente, ajudando-o a encontrar suas próprias soluções e a desenvolver habilidades para lidar com suas questões.

    Uma abordagem impositiva pode ser contraproducente e até prejudicial, pois pode criar resistência, desconforto e falta de confiança no processo terapêutico. O objetivo da terapia é empoderar o paciente, proporcionando um ambiente seguro e de apoio onde ele possa explorar seus sentimentos, pensamentos e comportamentos de maneira aberta e sem julgamento.

    Portanto, um psicólogo deve evitar qualquer tipo de imposição e, em vez disso, trabalhar de forma colaborativa, respeitando a autonomia e o ritmo do paciente.


  • A terapia brainspotting e indicado para fobia social ?

    A terapia brainspotting e indicado para fobia social ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    O Brainspotting é uma abordagem terapêutica relativamente nova que pode ser considerada para tratar a fobia social. Essa técnica envolve identificar "brainspots" no campo visual relacionados a emoções e memórias ligadas ao problema. A eficácia específica do Brainspotting para a fobia social pode variar, pois a resposta terapêutica é individual. Alternativamente, terapias tradicionais, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), também podem ser recomendadas. Para determinar a melhor abordagem, é aconselhável discutir com um profissional de saúde mental. Eles avaliarão suas necessidades e preferências para orientar o tratamento apropriado.


  • O auxiliar diagnóstico (depressão, ansiedade,etc) já seria suficiente ou válido para ser mostrado ca

    O auxiliar diagnóstico (depressão, ansiedade,etc) já seria suficiente ou válido para ser mostrado caso a pessoa precise provar suas dificuldade,seja no ambiente de trabalho ou até no ambiente estudantil (faculdade,escola)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Um auxílio diagnóstico, como um diagnóstico médico de depressão, ansiedade ou outro transtorno de saúde mental, é geralmente válido e suficiente para ser apresentado em situações em que seja necessário comprovar as dificuldades que uma pessoa enfrenta, seja no ambiente de trabalho ou no ambiente educacional (faculdade, escola). Tais diagnósticos podem ser úteis para solicitar acomodações razoáveis, como adaptações no ambiente de trabalho ou extensões de prazos acadêmicos, quando necessário. No entanto, é importante lembrar que a divulgação de informações sobre diagnósticos de saúde mental é uma escolha pessoal e deve ser feita com base no conforto e na avaliação das necessidades da pessoa em questão. A privacidade das informações médicas é geralmente protegida por leis, e as instituições são obrigadas a manter a confidencialidade. Se você precisar apresentar um diagnóstico médico, é aconselhável discutir a situação com um profissional de saúde mental ou um advogado, se necessário, para entender seus direitos e opções disponíveis. Estou à disposição para fornecer orientação adicional, se necessário.


  • Bom dia. Acredito que tenha ansiedade, pois fico relembrando coisas do passado, medo de interagir

    Bom dia.
    Acredito que tenha ansiedade, pois fico relembrando coisas do passado, medo de interagir com as pessoas, pensando o que vão pensar sobre mim, me causando isso uma pessoa retraída, as vezes descontando no álcool parao interagir mais. Junto com isso tudo tenho ejacução precoce também, acredito eu que causada pela ansiedade. O mais certo seria buscar a ajuda de um psicologo mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Bom dia! Parece que você está enfrentando vários desafios relacionados à ansiedade, incluindo preocupações com o passado, medo de interações sociais, e o uso de álcool para lidar com essas situações. Além disso, a ejaculação precoce, que você associa à ansiedade, também está impactando sua qualidade de vida.

    Buscar a ajuda de um psicólogo seria uma decisão muito positiva. Aqui estão algumas razões pelas quais isso pode ser benéfico para você:

    Avaliação e diagnóstico adequados: Um psicólogo poderá avaliar cuidadosamente sua situação, entender melhor suas preocupações e sintomas, e ajudar a determinar se há diagnósticos adicionais, como transtorno de ansiedade social ou outro transtorno de ansiedade.

    Terapia personalizada: A terapia oferece um espaço seguro e confidencial para explorar suas preocupações e aprender estratégias eficazes para lidar com a ansiedade. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, é particularmente eficaz para tratar ansiedade social e preocupações persistentes.

    Tratamento para a ejaculação precoce: A ansiedade pode contribuir significativamente para a ejaculação precoce. Um psicólogo pode ajudar a identificar fatores psicológicos envolvidos e sugerir técnicas específicas para melhorar o controle e a satisfação sexual.

    Redução do uso de álcool: Se o álcool está sendo usado como uma forma de aliviar a ansiedade e facilitar interações sociais, um psicólogo pode ajudar a explorar alternativas saudáveis de enfrentamento e desenvolver habilidades sociais mais eficazes.

    Melhoria da qualidade de vida geral: Tratar a ansiedade não só pode ajudar nas áreas específicas que mencionou, como também pode beneficiar sua saúde mental global, melhorando o bem-estar emocional, os relacionamentos interpessoais e a autoestima.

    Ao trabalhar com um psicólogo, você terá a oportunidade de desenvolver habilidades para lidar com a ansiedade de maneira mais eficaz e sustentável, promovendo uma melhoria significativa na sua qualidade de vida. Não hesite em dar esse passo importante em direção ao cuidado com sua saúde mental.


  • Olá, boa tarde. Tenho um problema que após a pandemia, devido ao isolamento social eu "perdi" as min

    Olá, boa tarde. Tenho um problema que após a pandemia, devido ao isolamento social eu "perdi" as minhas habilidades socias. Coisas como conversar, interagir, cumprimentar, se divertir com os outros se tornaram um desafio para mim. Consigo conversar, porém tem um esforço bem grande, as palavras faltam à mente, as vezes corto ou atropelo as palavras, falo baixo e isso está me atrapalhando principalmente no meu curso técnico que ao final preciso apresentar um projeto. Às vezes me pergunto se é só eu que está passando por isso, se tem solução; enfim, eu tenho esperanças e confiança necessária para trabalhar nisso, preciso de algumas instruções ou direcionamento. Agradeço pela atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Entendo que enfrentar dificuldades nas habilidades sociais após o isolamento social durante a pandemia é desafiador. Você não está sozinho(a) nessa situação. É possível reconstruir suas habilidades sociais gradualmente. Comece praticando interações de baixa pressão, ouça atentamente e desenvolva empatia. Preste atenção à comunicação não verbal, como linguagem corporal e expressões faciais. Aumente sua confiança e autoestima e, se as dificuldades persistirem, considere buscar orientação profissional, como terapia. Para sua apresentação no curso técnico, pratique várias vezes para aumentar sua confiança. Com apoio e dedicação, você pode superar esses desafios. Estou disponível para fornecer orientação adicional, se necessário.


  • porque tenho medo de sair de casa se não tenho sindrome de panico

    porque tenho medo de sair de casa se não tenho sindrome de panico

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    O medo de sair de casa, mesmo sem síndrome do pânico diagnosticada, pode ter várias causas e razões subjacentes. Aqui estão algumas possíveis explicações para esse medo:

    Ansiedade Generalizada: Pessoas com ansiedade generalizada podem experimentar preocupações intensas e persistentes em várias áreas da vida, incluindo a ideia de sair de casa. Essa ansiedade pode estar relacionada a medos de situações desconhecidas, preocupações com segurança pessoal, ou simplesmente uma sensação de desconforto fora de um ambiente familiar.

    Medo de Julgamento Social: O medo de ser julgado ou criticado por outras pessoas ao sair de casa pode contribuir para a relutância em participar de atividades sociais ou realizar tarefas fora do ambiente familiar.

    História de Experiências Negativas: Experiências passadas traumáticas ou negativas ao sair de casa podem criar associações negativas e reforçar o medo de enfrentar situações semelhantes no futuro.

    Hábitos de Isolamento: Passar muito tempo em casa e evitar interações sociais pode tornar mais desafiador sair de casa, já que a pessoa pode se sentir menos confortável e mais insegura ao enfrentar novos ambientes ou situações.

    Falta de Confiança em Lidar com Desafios: Pode haver uma preocupação subjacente de não ser capaz de lidar com imprevistos ou desafios que possam surgir ao sair de casa, levando a uma sensação de vulnerabilidade e insegurança.

    Se o medo de sair de casa está interferindo significativamente na sua qualidade de vida e nas suas atividades diárias, é aconselhável considerar buscar apoio profissional. Um psicólogo ou terapeuta pode ajudar a explorar os motivos por trás desse medo, oferecer estratégias para enfrentá-lo gradualmente e fornecer apoio emocional durante o processo de superação. Com a ajuda adequada, muitas pessoas conseguem reduzir seus medos e retomar uma vida mais ativa e satisfatória fora de casa.


Perguntas frequentes

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