Perguntas do paciente (82)

  • Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm

    Olá!
    Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
    Eu também tenho a sensação de não pertencimento
    O que de fato é está se curando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!

    Pelo seu relato, é possível perceber que houve mudanças importantes ao longo desse período. Nele, nota-se que a ansiedade e a timidez faziam com que você travasse e que, diante da sua própria percepção, houve melhora. Isso merece ser reconhecido como uma evolução.

    Diante dos comentários que despertam insegurança, especialmente quando existe uma história de bullying e dificuldades de interação na infância, é comum que experiências anteriores influenciem a forma como interpretamos o que os outros dizem.

    É importante ressaltar que o fato de você ser uma pessoa mais reservada não significa que não esteja evoluindo. Cada pessoa possui seu próprio jeito de se relacionar, e melhorar a ansiedade não significa, necessariamente, tornar-se uma pessoa mais expansiva ou comunicativa. Você pode comparar a pessoa que era antes, com menos interação e pouco contato externo, com a pessoa que está se tornando agora, considerando os avanços que você mesma consegue perceber, em vez de utilizar apenas as expectativas dos outros como parâmetro para avaliar sua evolução.

    Pelo que você trouxe no seu relato, me parece que existem outras questões que merecem ser exploradas, como a sensação de não pertencimento. Essa experiência pode estar relacionada às vivências anteriores e à forma como elas ainda impactam sua percepção de si mesma e das relações que estabelece.

    Caso faça sentido para você e esse sofrimento persista, um acompanhamento psicológico pode ajudá-la a compreender melhor essas vivências, fortalecer sua autoconfiança e desenvolver estratégias para lidar com essas situações, sem permitir que a opinião dos outros determine a forma como você percebe a si mesma.

    Espero que isso possa lhe ajudar!


  • A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racion

    A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racionar direito e tô tendo muita ansiedade, não consigo conversar mais com as pessoas e também não sinto vontade, sinto que as pessoas não me querem por perto e que me odeiam, na escola eu só consigo chorar pelo jeito que eu estou porque tá afetando o meu relacionamento, eu não consigo conversar mais com o meu namorado, sinto que ele vai me deixar a qualquer momento e começo a ter muita ansiedade, e não tô conversando muito com ele mais por causa disso, eu me sinto vazia, não consigo achar graça de memes, entender vídeos, ter opinião própria, eu sinto que só estou vegetando, sinto que me perdi de mim mesma, e coisas que eu sabia antes eu esqueci, não consigo nem fazer contas fáceis de cabeça mais, e só sinto vontade de ficar deitada na minha cama pra sempre, choro o tempo todo, e tô muito sensível também, qualquer coisa que me falam eu choro, e não consigo mais discutir com ninguém, não tenho energia pra isso, só aceito tudo. Quero saber oque eu posso ter, eu posso estar com depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá! Li sua mensagem com atenção e percebo o quanto deve estar sendo difícil lidar com tudo o que você relatou.

    Pelos sintomas descritos, é possível que você esteja vivenciando um sofrimento emocional significativo. No entanto, qualquer hipótese diagnóstica e a definição do tratamento mais adequado dependem de uma avaliação clínica criteriosa, considerando a intensidade e a complexidade do quadro.

    Como esses sintomas têm impactado seu bem-estar, sua rotina, seus estudos e seus relacionamentos, seria importante buscar uma avaliação com um profissional da saúde mental, como parte de um acompanhamento psicológico, para uma investigação mais aprofundada e, se necessário, outros encaminhamentos que possam contribuir para o seu cuidado.

    Espero que você consiga receber o acolhimento e o suporte necessários neste momento.


  • Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz

    Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!
    Talvez seja importante observar com um pouco mais de atenção como essas dificuldades acontecem no seu trabalho. Quando você percebe que sua concentração diminui e que seus pensamentos ficam mais acelerados, procure observar o que estava acontecendo naquele momento: quais eram as demandas, o volume de tarefas, o nível de cobrança, as pessoas ao redor, os pensamentos que surgiram e o que você estava sentindo.

    Às vezes, determinados ambientes e situações podem favorecer estados de maior agitação, preocupação e dispersão. Por isso, pode ser importante compreender não apenas “por que não consigo me concentrar?”, mas também: “o que acontece comigo nesse ambiente?”, “o que esse trabalho desperta em mim?”, “em quais situações isso se intensifica?” e “há momentos em que consigo me concentrar melhor? O que é diferente nessas situações?”.

    Também pode ser útil observar se essa dificuldade está relacionada principalmente ao trabalho ou se aparece em outros contextos da sua vida. Perceber quando isso começou, se houve alguma mudança nesse período e quais situações parecem intensificar ou aliviar esses sentimentos pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo.

    Não é necessário encontrar uma resposta imediata ou tentar se cobrar para simplesmente “parar de pensar” ou “ficar mais concentrada”. O primeiro passo pode ser compreender como seu corpo, seus pensamentos e suas emoções respondem às diferentes situações. A partir dessa observação, torna-se possível identificar com mais clareza quais fatores podem estar contribuindo para essas dificuldades e quais recursos podem ajudá-la a lidar melhor com elas.

    Espero ter contribuído.


  • Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por d

    Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por dia) em que surgem “flashes” muito rápidos e involuntários de tragédias, acidentes, assassinatos ou mortes envolvendo pessoas ao meu redor ou, às vezes, eu mesmo. Eles aparecem do nada, em qualquer lugar (rua, trabalho, casa), duram apenas alguns segundos e, enquanto acontecem, fico totalmente focado neles, como se estivesse vendo mentalmente a cena. Só percebo que foi um pensamento depois que acaba. Às vezes paro o que estou fazendo e, em algumas situações, acabo conferindo ou fazendo algo simples para evitar que aquilo possa acontecer (por exemplo, trancar a porta antes de dormir), porque fico com a sensação de “e se acontecer?”.

    Além disso, quando eu era criança (menos de 10 anos), tive episódios em que, acordado, via uma “bola gigante”, via espinhos na parede e sentia uma sensação muito estranha de estar preso ou pressionado, como se meu corpo estivesse sem espaço. Às vezes eu levantava desesperado, andava em círculos e chamava minha mãe porque aquilo parecia muito real. Esses episódios desapareceram. Por volta dos 12–14 anos, passei por uma fase em que tinha uma sensação constante de que seria morto ou assassinado a qualquer momento. Isso também passou. Há cerca de 6 meses, a sensação de pressão e a “bola gigante” voltaram 1 a 3 vezes e desapareceram novamente.

    Recentemente também tive um sonho extremamente realista em que levei um tiro na região do pescoço/cabeça, caí no chão, minha visão ficou muito prejudicada (como um clarão), tentei pedir socorro e acordei muito assustado.

    Gostaria de saber que tipo de condição ou investigação poderia explicar esse conjunto de sintomas e qual profissional seria o mais indicado para avaliar esse caso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!
    Pelo que você relata, parece importante compreender melhor esses episódios antes de tentar definir exatamente o que eles significam. Essas imagens e pensamentos trágicos podem estar relacionados a diferentes experiências emocionais e psicológicas, e por isso seria importante observar quando começaram, em quais situações aparecem, o que você sente no momento e se existe alguma relação com acontecimentos vivenciados ou períodos específicos da sua vida.

    Como esses episódios parecem causar sofrimento e envolvem imagens recorrentes de situações trágicas, considero importante que essa questão seja investigada com cuidado. Além do acompanhamento psicológico, pode ser pertinente buscar uma avaliação médica especializada, especialmente com um psiquiatra, para que seja possível compreender melhor a origem e a natureza desses sintomas e avaliar se existe algum quadro clínico associado.

    Enquanto isso, pode ser útil anotar quando esses episódios acontecem, o que estava acontecendo antes, quais pensamentos ou imagens surgiram, quais sensações apareceram no corpo e como você reagiu. Essas informações podem ajudar a compreender melhor o padrão dessas experiências.

    Que tais orientações te ajudem.


  • Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo

    Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo do jeito dela , arruma uma cama tenq ser do jeito que ela bota se muda pronto já faz escândalo começa a jogar os brinquedos pro alto , as vezes que me bater me morde , as vezes colocar uma meia no pé a meia estando certa ela cisma que está errada aí começa o choro os gritos, está bem difícil até na rua agora ela está fazendo essas coisas ela tem 3 anos , ela fica tão irritada aí ponto até da cara dela ficar cm algumas placas vermelhas. Qual especialista devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá! Bom dia. Diante dos comportamentos que você descreveu — como a dificuldade intensa diante de mudanças, crises frequentes de choro e gritos, necessidade de que as situações ocorram de uma determinada forma e comportamentos de agressividade, como morder e tentar bater — considero importante buscar uma avaliação profissional.

    Minha orientação é que você procure inicialmente o pediatra, que poderá avaliar o desenvolvimento geral da sua filha e, se necessário, realizar encaminhamentos para um neuropediatra ou pediatra do desenvolvimento, além de um psicólogo infantil.

    A avaliação psicológica poderá contribuir para uma compreensão mais ampla dos aspectos emocionais, comportamentais e do desenvolvimento da criança, auxiliando na identificação das necessidades específicas e no direcionamento da intervenção mais adequada.

    A busca por avaliação não significa necessariamente que exista um diagnóstico. O objetivo é compreender melhor o que está acontecendo e oferecer o suporte adequado à criança e à família.

    Sinta-se acolhida. =)


  • Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso

    Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso apenas sonhando com isso. Recentemente consegui um emprego na minha área, tenho muito medo muito mesmo. Estou ha 3 dias sem dormir, sem comer, com ânsia de vomito e com o intestino desregulado. Não consigo me concentrar. Nem me sentir feliz. Não consigo pensar em mais nada, só sinto medo e passo mal e choro. Me dar falta de ar e piriri. Choro que falta o ar. Sinto angústia e me dói o peito. Me disseram que é frescura ou preguiça, mas não é. Eu sinto a mesma coisa quando penso que todo mundo consegue fazer coisas simples ou básicas (como arrumar um emprego) e eu não. E agora que consegui um emprego, me sinto ainda pior. Eu não sei o que fazer. Eu quero desistir e deixar o emprego, mas é muito difícil arrumar emprego na minha cidade e eu não cumpri nenhum dia de serviço ainda. Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Percebo o quanto tudo isso tem sido intenso e sofrido para você. Os sintomas que você descreve — como falta de ar, choro frequente, dificuldade para dormir, alterações no apetite e no funcionamento intestinal — mostram que seu corpo e sua mente estão em um nível elevado de ansiedade, e isso não é “frescura” nem “preguiça”. É um sofrimento real e merece cuidado.

    Diante desse cenário, é muito importante que você não enfrente isso sozinha. A psicoterapia pode te ajudar a compreender melhor a origem desses sentimentos de medo, insegurança e incapacidade, que parecem surgir especialmente diante de situações de responsabilidade ou mudanças importantes, como esse novo emprego.

    Mesmo você reconhecendo que é uma profissional capacitada e tendo conquistado uma oportunidade relevante, esses pensamentos e sensações ainda estão te limitando. Por isso, será fundamental investigar de forma mais profunda quando esses sentimentos começaram, quais experiências podem estar associadas a eles e como eles têm influenciado sua forma de se perceber e agir no dia a dia.

    A partir desse processo, será possível desenvolver estratégias para lidar melhor com a ansiedade, fortalecer sua autoconfiança e reduzir esse nível de sofrimento, permitindo que você consiga viver esse momento com mais equilíbrio e segurança.

    Não passe por tudo isso sozinha. Espero que fique bem! =)


  • Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente resistem ao tratamento far

    Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente resistem ao tratamento farmacológico devido à negação do transtorno. Quais abordagens você sugere para aumentar a adesão ao tratamento medicamentoso e garantir que o paciente compreenda os benefícios das medicações?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá, bom dia!
    Na clínica, a resistência ao uso de medicação pode ser compreendida como expressão de conflitos psíquicos que precisam ser escutados e elaborados, e não apenas corrigidos. Assim, o trabalho analítico se orienta por alguns eixos centrais:

    Acolhimento do sentido da recusa: investigar, junto ao paciente, o que a medicação representa (perda de controle, dependência, fragilidade), favorecendo a simbolização dessas vivências, sem confrontos diretos.
    Fortalecimento do vínculo terapêutico: a adesão tende a surgir quando o paciente se sente reconhecido em sua singularidade. A relação transferencial oferece um espaço seguro para que ambivalências em relação ao cuidado possam emergir e ser trabalhadas.
    Elaboração das ambivalências: oscilações entre aceitar e recusar o tratamento podem ser interpretadas como movimentos internos de aproximação e afastamento do cuidado. Tornar isso pensável ajuda o paciente a se implicar mais no processo.
    Ampliação da consciência sobre o sofrimento: ao favorecer o contato com seus estados emocionais e padrões recorrentes, o paciente pode, gradualmente, reconhecer a função possível da medicação como um recurso de apoio, e não como imposição.
    Construção de autonomia: o objetivo não é convencer, mas possibilitar que o paciente se aproprie de sua escolha, compreendendo os benefícios do tratamento dentro de sua própria experiência.

    Dessa forma, a adesão medicamentosa é trabalhada indiretamente, como efeito de um processo em que o paciente pode atribuir sentido ao cuidado e se posicionar de maneira mais integrada frente ao tratamento.

    =)


  • Como a negação do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode impactar as relaç

    Como a negação do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode impactar as relações interpessoais do paciente, especialmente quando ele não está ciente de seus padrões de comportamento? Quais são as implicações disso para o tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    A negação do diagnóstico pode operar como um mecanismo de defesa frente a conteúdos psíquicos difíceis de simbolizar. No campo interpessoal, isso tende a se expressar por padrões relacionais marcados por instabilidade, intensidade afetiva e dificuldades na regulação emocional, frequentemente sem que o paciente tenha consciência desses movimentos.

    Essa ausência de implicação subjetiva pode impactar diretamente o engajamento no tratamento. Na análise, o manejo se orienta pela escuta desses modos de funcionamento, favorecendo que, ao longo do processo, o paciente reconheça seus padrões relacionais à medida que emergem, especialmente na transferência. Assim, constrói-se, gradualmente, maior consciência e possibilidade de elaboração, em um espaço de amparo e cuidado.


  • Meu filho tem 3 anos e 5 meses,começou esse ano na creche e não está se adaptando,ele chora o tempo

    Meu filho tem 3 anos e 5 meses,começou esse ano na creche e não está se adaptando,ele chora o tempo todo a professora diz que nada distrai ele,nem mesmo a parquinho,ele só para de chorar quando me vê,só fica bem na escola se eu estiver com ele na sala,não sei o que fazer,se eu saio da sala e começar a chorar e não faz mais nada. Qual a orientação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá! Obrigada por compartilhar sua preocupação. A adaptação à creche pode ser um processo delicado para algumas crianças, especialmente quando estão iniciando o contato com um ambiente novo e com pessoas diferentes daquelas com quem possuem maior vínculo afetivo.

    Para que seja possível compreender melhor o que pode estar acontecendo com seu filho, seria importante observar alguns aspectos do relacionamento dele no contexto familiar. Por exemplo: como é o vínculo e o nível de apego dele com você no dia a dia? Ele costuma permanecer com outros familiares ou cuidadores sem a sua presença? Se sim, como ele reage nesses momentos? Ou até o momento ele permanece quase sempre apenas com você?

    Essas informações ajudam a entender como a criança lida com as separações e com a presença de outras figuras de cuidado.

    Também é importante compreender como ocorre o momento da chegada à creche: como você se sente ao deixá-lo na escola e de que forma costuma acontecer a despedida entre vocês. Muitas vezes, as crianças também percebem as emoções dos pais nesse momento de separação.

    Outro ponto relevante é saber como a creche tem conduzido o processo de adaptação. Existem auxiliares ou mediadores que possam oferecer um acompanhamento mais próximo, ajudando a criança a estabelecer vínculos gradualmente com outros adultos dentro do ambiente escolar?

    Na psicologia do desenvolvimento, falamos sobre diferentes padrões de apego. O apego seguro ocorre quando a criança se sente protegida e confiante na relação com sua figura de cuidado, o que, com o tempo, permite que ela explore outros ambientes e relações com maior tranquilidade, sabendo que essa figura continuará disponível para ela. Já o apego inseguro pode se manifestar quando a criança apresenta maior dificuldade diante das separações, demonstrando intenso sofrimento ou necessidade constante da presença da mãe para se sentir segura.

    No entanto, é importante destacar que cada criança possui seu próprio ritmo de adaptação. Compreender melhor a dinâmica familiar e o funcionamento da creche pode ajudar a pensar em estratégias que favoreçam uma adaptação mais gradual e segura para seu filho.

    Caso queira, podemos conversar com mais detalhes sobre esses aspectos para avaliar a melhor forma de conduzir esse processo. Estou à disposição.


  • Sou estudante de psicologia estou no 8° semestre, estou muito preocupada com essa nova abordagem poi

    Sou estudante de psicologia estou no 8° semestre, estou muito preocupada com essa nova abordagem pois estudamos 5 anos aprendemos muitas abordagens, estudamos vários teóricos fazemos atendimentos supervonados com muito cuidado e ética e muita responsabilidade.Fui informada que para ser um terapeuta TRG o curso dura no máximo um um ano e meio e a pessoa está apto para atender e popodendo cobrar por sessão cerca de $ 150,00 minha reflexão, vale a pena os 5 anos estudando para enfim se deparar com essa situação??...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá colega!

    É compreensível que surjam inquietações diante do aparecimento de novas técnicas que prometem formações rápidas para atuação clínica. No entanto, a formação em Psicologia é construída ao longo de anos justamente para oferecer uma base sólida — teórica, técnica, científica e ética — que capacita o profissional a compreender a complexidade do sofrimento humano.

    Durante a graduação, o estudante tem contato com diferentes teorias, métodos de investigação, práticas supervisionadas e princípios éticos que são fundamentais para o exercício responsável da clínica. Além disso, após a formação, o psicólogo costuma aprofundar sua prática por meio da escolha de uma abordagem teórica específica, investindo em formação continuada e qualificação para oferecer um atendimento consistente, cuidadoso e responsável.

    É importante lembrar que o trabalho clínico envolve lidar com a subjetividade, a história e o sofrimento das pessoas, que depositam confiança no profissional. Por isso, a atuação exige preparo, responsabilidade e compromisso ético, algo que vai muito além de formações rápidas ou de técnicas que prometem habilitação em pouco tempo.

    Nesse sentido, a formação em Psicologia busca justamente garantir que o profissional esteja devidamente preparado para acolher, compreender e intervir de maneira ética e fundamentada no acompanhamento terapêutico.

    Por isso, é importante reconhecer que você, enquanto estudante que já percorre esse caminho formativo, está construindo uma base consistente e necessária para o exercício da clínica. Esse percurso de estudo, reflexão e prática supervisionada é fundamental para que, no futuro, você possa oferecer às pessoas um suporte terapêutico responsável, cuidadoso e verdadeiramente comprometido com a vida e o sofrimento humano.

    Espero ter contribuído!=)


  • Olá, quanto tempo dura uma análise? Muito obrigada

    Olá, quanto tempo dura uma análise? Muito obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá, espero que tudo esteja bem com você!

    A análise não possui uma duração fixa ou previamente estabelecida. Trata-se de um processo que se desenvolve gradualmente, por meio da escuta terapêutica, da reflexão sobre as questões trazidas pelo paciente e da construção do vínculo entre paciente e analista.

    Cada pessoa vivencia esse processo de maneira singular. Por isso, algumas análises podem acontecer por um período mais curto, enquanto outras se estendem por mais tempo, de acordo com as necessidades e o momento em que cada paciente se encontra.

    O mais importante é que, no processo de análise, seja respeitado o tempo de cada paciente. A escuta atenta e acolhedora do analista permite que as questões trazidas sejam trabalhadas com cuidado e profundidade.

    Assim, ao longo do processo terapêutico, paciente e analista vão construindo juntos esse percurso, avaliando o caminho percorrido e refletindo sobre a continuidade do trabalho, sempre considerando as necessidades e o momento de cada pessoa.

    Espero ter contribuído. Abraços!


  • Comportamentos repetitivos podem ser Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    Comportamentos repetitivos podem ser Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá! =)

    Se a pessoa apresenta comportamentos repetitivos, mas não sente sofrimento, não se sente angustiada e isso não interfere na sua rotina ou bem-estar, geralmente isso pode ser apenas uma característica pessoal, um hábito ou uma forma própria de se organizar e lidar com o dia a dia.
    Nem toda repetição é sinal de algo preocupante, e observar o contexto e como a pessoa se sente em relação a isso é sempre o mais importante.

    Espero ter contribuído!


  • A avaliação neuropsicológica substitui o diagnóstico do psiquiatra?

    A avaliação neuropsicológica substitui o diagnóstico do psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!
    A prioridade da Neuropsicologia, é a precisão do seu tratamento. Por isso, a avaliação neuropsicológica atua como uma ferramenta de suporte fundamental ao diagnóstico psiquiátrico.
    Entenda a diferença: o psiquiatra analisa o quadro clínico e a história de vida para determinar o diagnóstico médico. Já a neuropsicologia traz a evidência técnica do desempenho das suas funções mentais. É essa união de saberes que garante um cuidado ético e assertivo. O laudo neuropsicológico não descarta a necessidade do acompanhamento médico, mas oferece o subsídio necessário para que o seu psiquiatra refine o diagnóstico e ajuste a terapêutica de forma mais eficaz.

    Espero ter contribuído! =)


  • O neuropsicólogo pode dar o diagnóstico final? .

    O neuropsicólogo pode dar o diagnóstico final? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!

    A avaliação neuropsicológica é um procedimento clínico de suporte diagnóstico. Ela tem como objetivo mapear o perfil funcional do paciente, levantando hipóteses diagnósticas e indicadores compatíveis com condições neurológicas ou psiquiátricas.
    Embora esses dados sejam vitais para a compreensão do caso, a conclusão do diagnóstico nosológico (a definição da patologia) é de responsabilidade do médico assistente. Assim, a neuropsicologia atua como uma ciência complementar, garantindo que o psiquiatra ou neurologista fundamente suas decisões terapêuticas em evidências cognitivas objetivas.

    Espero ter contribuído. =)


  • : As doenças físicas podem ser comorbidades e afetar o prognóstico psiquiátrico ?

    : As doenças físicas podem ser comorbidades e afetar o prognóstico psiquiátrico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    O cuidado adequado das comorbidades é importante porque elas podem intensificar sintomas emocionais, afetar seu sono, sua energia e até sua capacidade de lidar com o que venha ser trabalhado em terapia. Quando essas condições estão bem controladas, você tende a ter mais estabilidade, clareza e disposição, o que favorece o processo terapêutico e melhora o seu progresso na saúde mental como um todo.


  • Quais técnicas logoterapêuticas são utilizadas para lidar com questões emocionais?

    Quais técnicas logoterapêuticas são utilizadas para lidar com questões emocionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    A ideia central da logoterapia, é que a pessoa pode encontrar algum sentido, mesmo em situações mais difíceis. E que apesar de não controlarmos algumas questões, ainda assim podemos escolher como agir diante delas, se reposicionando diante delas.
    algumas tecnicas dessa abordagem:
    Diálogo socrático - direcionamento de perguntas reflexivas, para que o paciente identifique possibilidades e responsabilidades que ainda não tenha considerado.

    Dereflexão - a pessoa está focada em si de forma excessiva, dando lugar a ansiedade e autocobrança. a proposta de desfocar do sintoma em evidencia.

    Intenção paradoxal - em casos de medos antecipatório, o paciente é convidado de forma consciente, a ir de encontro aquilo que teme, quebrando o ciclo de tensão.

    Modificação de atitude- trabalha-se a liberdade de escolher em situações que não são possíveis de mudança, escolhendo a postura diante do sofrimento.

    Clarificação de valores - valores de criação: o ofereço ao mundo
    valores de experiencia: o que recebo.
    valores de atitude: como me posiciono diante do inevitável.

    Espero ter contribuído.


  • Desejaria de saber quais são os sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que se mist

    Desejaria de saber quais são os sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que se misturam com a depressão e com a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    A essencial do transtorno da personalidade borderline (TPB) é um padrão persistente de instabilidade nas relações interpessoais, na autoimagem e nos afetos, acompanhado de impulsividade marcante, que começa geralmente no inicio da vida adulta e aparecem em vários contextos da vida da pessoa. Para ser feito o diagnóstico a pessoa costuma apresentar entre 5 a 9 dos critérios que irei citar abaixo descritos pelo DSM 5 - Manual estatistico de transtornos mentais. Esses sintomas causam sofrimento significativo, entre outros prejuízos.

    1 - Esforços frenéticos para evitar abandono ( real ou imaginado)
    Apresenta respostas intensas por medo de ficar sozinho(a) - desespero ou raiva, quando percebem que alguém vai embora ou se a pessoa atrasa por alguns minutos e ou desmarca um compromisso.
    2 - Padrão de relacionamentos instáveis e intensos
    Inicios de relacionamentos com idealização a outra pessoa e, rapidamente, passar a vê-la como má ou insuficiente. Variando entre proximidade extrema e afastamento.
    3- Confusão de identidade - instavel com a própria imagem.
    Variações sobre quem é, o que quer da vida, valores e objetivos - tudo isso em curtos períodos
    4- Impulsividade potencialmente autodestrutivas
    Gastos compulsivos, abuso de substancias, direção imprudente, compulsão alimentar.
    5- Comportamentos de gestos ou ameaças recorrentes de autodestruição.
    Por medo do abandono ou estresse interpessoal, apresenta ameaças de tentar contra a própria vida, cxrt3s, qu3imadurxas, entre outras ações danosas.
    6- Intabilidade afetiva
    mudanças rápidas de humor
    7 - Sentimentos crõnicos de vazio
    Dificuldades de encontrar sentido nas atividades diárias, vazio e tédio profundo.
    8 - Dificuldade no controle da raiva.
    Episódios de raiva desproporcionais
    9- Ideação paranoide ou sintomas dissociativo em situações de estresse extremo.
    Sintomas breves de desconfiança passageiras, ideias delirantes leves ou sensação de estar fora do corpo.
    Tudo isso pode afetar nos relacionamentos amorosos e de amizades, que ficam marcados por altos e baixos, ciumes intensos, dificuldades para manter empregos ou estudos quando as reações emocionais se tornam frequentes.

    O transtorno de personalidade borderline pode aparecer junto com a depressão ou transtorno bipolar, e nesses casos é possivel ter ambos os diagnósticos. Para isso é preciso confirmar que esse padrão de funcionamento do indivíduo começou cedo na vida e se manteve ao longo do tempo.


    Procure avaliação com profissional de saúde mental, se houver preocupação com sintomas descritos. O acompanhamento adequado pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e indicar formas de cuidado mais apropriado.

    Espero ter contribuído para esclarecer suas dúvidas. Caso precise de apoio, pode entrar em contato.


  • Quais são as relações entre o autoconhecimento e as funções do cérebro?

    Quais são as relações entre o autoconhecimento e as funções do cérebro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!

    O autoconhecimento está diretamente ligado ao funcionamento do nosso cérebro. Ele envolve áreas que cuidam da reflexão, das emoções e da tomada de decisões. O córtex pré-frontal ajuda a analisar comportamentos e controlar impulsos, o sistema límbico lida com emoções e memórias, e o córtex cingulado nos permite perceber conflitos internos e corrigir atitudes. Já a rede neural do modo padrão é ativada quando nos dedicamos à introspecção, pensando sobre quem somos e nossas experiências.

    Desenvolver autoconhecimento fortalece a inteligência emocional, a resiliência e a clareza nas escolhas, trazendo mais equilíbrio e bem-estar no dia a dia.

    Se você quer se aprofundar nesse processo e entender melhor suas emoções e padrões de comportamentos, a terapia é um espaço seguro e acolhedor para caminhar rumo ao auto-conhecimento e ao desenvolvimento pessoal.

    Se precisar, entre em contato! :)


  • Qual a importância do equilíbrio emocional para a vida profissional?

    Qual a importância do equilíbrio emocional para a vida profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!

    Equilibrar vida pessoal e profissional é um desafio frequente. As rotinas diárias e múltiplas demandas podem gerar sobrecarga, mas com planejamento e organização é porssível retomar o controle e alcançar maior harmonia na vida profissional e também na vida pessoal.

    Alcançar equilíbrio emocional é um dos pilares para uma vida profissional saudável e produtiva. Vou te mostrar alguns passos importantes, que irão te ajudar a compreender melhor e atingir esse objetivo.
    Quando a vida profissional começa entrar em conflitos com suas necessidades pessoais, isso pode ser um indicativo, que é hora de buscar equilíbrio entre essas duas áreas.
    Chegar ao ponto que sente que precisa olhar um pouco mais para sua saúde emocional, para manter ou conquistar ao longo do tempo mais qualidade de vida seja profissional ou pessoal, pode ser um alerta de que questões pessoais podem estar interferindo na sua vida profissional.
    Diferentemente disso, é quando você prioriza igualmente demandas pessoais e profissionais, significa que você chegou ao equilíbrio em diferentes lados de sua vida.

    A ausência de equilíbrio pode impactar diferentes áreas da vida. Em alguns casos, isso está relacionado até mesmo a síndrome de Burnout (esgotamento profissional), doença que atinge um número significativo de trabalhadores Brasileiros, de acordo com Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT). Esse é só um exemplo de quando deixamos de lado esse cuidado, aumentamos as chances de acumular tarefas, abrir mão de momentos importantes para adquirir bem estar e até perder a oportunidade de aproveitar experiências importantes, devido ao desequilíbrio emocional que impossibilita o ser humano a lidar com situações importantes para o crescimento emocional.
    Diversos fatores podem atrapalhar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Entre eles, estão as jornadas de trabalho mais longas, que reduzem o tempo para descanso, lazer e auto-cuidado, exigindo maior disciplina para reorganizar a rotina. Também entram em jogo as responsabilidades domésticas, que podem gerar sobrecarga e comprometer tanto o desempenho profissional quanto a vida pessoal. O cuidado com os filhos é outro desafio, já que a rotina infantil demanda atenção constante. Mudanças na rotina, como alteração de horário de trabalho ou aumento no tempo de deslocamento, também afetam a organização do dia a dia. Além disso, questões emocionais, como conflitos familiares ou rompimentos, podem influenciar o estado interno e refletir diretamente na produtividade e motivação no trabalho.

    Manter equilíbrio entre vida pessoal e profissional não é simples, mas é possível quando aprendemos a cuidar melhor do nosso tempo e das nossas prioridades. Cada pessoa tem suas próprias demandas, por isso não existe uma fórmula única — o importante é identificar o que faz sentido para você e buscar pequenos ajustes no dia a dia.

    Ter momentos só seus, cuidar da saúde física e mental, reservar tempo para lazer e descanso são atitudes que ajudam a reduzir o estresse e recuperar energia. Definir limites claros, evitando levar trabalho para casa ou problemas pessoais para o ambiente profissional, também é essencial para não perder a harmonia. Além disso, organizar a rotina, dizer “não” quando necessário e valorizar os relacionamentos próximos são caminhos que fortalecem o bem-estar e a qualidade de vida.

    O equilíbrio não significa dividir tudo de forma igual, mas encontrar uma maneira de viver com mais presença e satisfação, sem deixar que uma área da vida anule a outra.
    A busca por equilíbrio emocional em qualquer área da vida é uma forma de preservar saúde e qualidade de vida te permitindo:
    - manter o foco nos seus sonhos e objetivos;
    - ter mais disposição para se realizar pessoal e profissionalmente;
    - traçar metas inteligentes e facilitadoras em seu trabalho e no convívio social;
    - e se envolver em atividades que nutrem seu bem estar.

    Espero que te ajude a ver a importância do equilíbrio emocional,não somente para sua vida profissional, mas em diferentes áreas.

    Caso precise, entre em contato!


  • . Quais são as consequências da disfunção sensorial no transtorno de personalidade borderline (TPB)

    . Quais são as consequências da disfunção sensorial no transtorno de personalidade borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Ivane Sousa

    Olá!

    A disfunção sensorial, sendo uma dificuldade do cérebro de responder a estímulos, que vem dos sentidos - visão, audição, olfato, paladar e tato, além dos sentidos da percepção do corpo no espaço e de equilíbrio. Isso significa que a pessoa pode sentir mais ou menos intensamente estímulos comuns, ou interpretá-los de maneira confusa, o que afeta seu comportamento, aprendizado e interação com o ambiente.

    No transtorno de personalidade borderline (TPB), a disfunção sensorial pode agravar e intensificar os sintomas, devido o cérebro ser propenso a reagir de forma intensa a diversas situações. Os efeitos são: sobrecarga emocional, crises emocional frequentes, cansaço físico e mental, dificuldades de encaixar, se achando estranho e cansaço físico e mental.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.