Perguntas do paciente (10)

  • Tive pouco apoio emocional na infância, adolescência e não tive apoio emocional da minha mãe na vida

    Tive pouco apoio emocional na infância, adolescência e não tive apoio emocional da minha mãe na vida adulta quando mais precisei e ela não me aceita como homossexual. Sinto me solitário na família e sinto que as coisas são mais difíceis pra mim. Como evitar desistir de tudo e ter forças pra continuar mesmo com falta de apoio familiar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    O que você está sentindo faz muito sentido. A falta de apoio emocional, especialmente da mãe, e ainda somada à não aceitação da sua orientação sexual, pode gerar uma dor profunda de solidão e não pertencimento.
    Mas é importante separar uma coisa: a dificuldade da sua família em te acolher não define o seu valor. Você não está errado por ser quem você é. O caminho, nesses casos, não é “ficar forte sozinho”, mas construir apoio fora desse lugar que não consegue te oferecer isso — em outras relações e também na terapia.
    E, principalmente, aprender aos poucos a não se abandonar internamente, mesmo quando o outro não acolhe. Você não precisa lidar com isso sozinho. Existe um caminho possível.
    Se fizer sentido, busque ajuda, eu atendo na área da sexologia e trabalho com a comunidade LGBTQI+, fico a disposição. Abraço Jane


  • Estou a muito tempo sem falar com a minha namorada. Ainda gosto muito dela, mas eu não consigo falar

    Estou a muito tempo sem falar com a minha namorada. Ainda gosto muito dela, mas eu não consigo falar sobre os meus próprios sentimentos e sinto que tenho magoado muito ela. É melhor insistir no relacionamento ou deixar ir de vez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    Olá!
    Essa é uma situação bastante comum e pode gerar muita dúvida. A dificuldade em falar sobre sentimentos acontece com muitas pessoas e geralmente está relacionada à forma como aprendemos a lidar com emoções ao longo da vida.
    Antes de decidir entre insistir ou deixar ir, pode ser importante refletir se existe abertura de ambos para conversar e tentar construir formas mais saudáveis de comunicação. Relacionamentos costumam melhorar quando há disposição para compreender o outro e desenvolver novas maneiras de expressar o que se sente.
    Se você percebe que essa dificuldade de falar sobre sentimentos tem prejudicado suas relações, a psicoterapia pode ajudar bastante no desenvolvimento de habilidades emocionais e de comunicação. Estou a disposição, abraço, Jane Holetz (psicóloga)


  • Olá, tenho um filho de 2 anos e 8 meses, ele começou a estudar em agosto de 2025 e até foi tudo bem,

    Olá, tenho um filho de 2 anos e 8 meses, ele começou a estudar em agosto de 2025 e até foi tudo bem, em novembro começou a morder alguns coleguinhas. Esse ano ele continua na mesma sala só que com outros amigos pq ele continuou por conta da idade e os amigos avançaram. E aí ele apresentou a questão de morder novamente, fiz uma rotina de dia a dia e ele parou de morder, mais agr está batendo coisa que não fazia antes, beliscando, chorando por qualquer coisa e não quer dividir com os amigos. Os novos amigos são menores que ele. O que eu devo fazer ? Devo me preocupar com algum transtorno ou é somente questão da idade e da mudança ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    Olá!
    Nessa faixa etária (entre 2 e 3 anos), comportamentos como morder, bater ou ter dificuldade em dividir são relativamente comuns, pois a criança ainda está desenvolvendo linguagem, autorregulação emocional e habilidades sociais. Muitas vezes essas atitudes aparecem como forma de expressar frustração ou lidar com mudanças.
    O fato de ele ter parado de morder após a organização de uma rotina é um sinal positivo, pois mostra que ele responde bem à previsibilidade. Manter rotinas, nomear emoções e ensinar formas alternativas de expressar o que sente pode ajudar bastante.
    Pelo que você descreve, pode estar relacionado ao desenvolvimento e às mudanças no contexto escolar. Caso os comportamentos se intensifiquem ou persistam por muito tempo, pode ser interessante buscar orientação de um psicólogo infantil para uma avaliação mais individualizada. Espero ter ajudado você, fico disponível para duvidas. Abraço Jane


  • Qual especialista procurar para tratar compulsão visual e fetiche? Gostaria de saber qual abordagem

    Qual especialista procurar para tratar compulsão visual e fetiche?
    Gostaria de saber qual abordagem da psicologia é mais indicada para tratar um comportamento compulsivo visual focado em partes do corpo (podolatria). Sinto que essa busca por estímulo é automática e difícil de controlar, não consigo não erotizar os pés.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    Olá!
    Quando esse tipo de comportamento passa a gerar sofrimento, sensação de perda de controle ou prejuízos na vida pessoal, relacional ou social, é importante buscar ajuda profissional. O mais indicado é procurar um psicólogo ou psiquiatra com formação em sexualidade humana.
    Dentro da psicologia, a TCS (Terapia Cognitiva Sexual) é uma abordagem que tem sido utilizada para compreender e tratar comportamentos sexuais compulsivos e dificuldades relacionadas à sexualidade. Ela busca identificar gatilhos, pensamentos automáticos ligados à excitação e padrões de comportamento, ajudando a desenvolver maior consciência e estratégias de autorregulação.
    É importante destacar que ter um fetiche ou parafilia não é necessariamente um problema. Contudo, quando há compulsividade, sofrimento ou prejuízo — ou quando o comportamento se enquadra no campo das parafilias ou fetiche e passa a envolver outras pessoas sem consentimento ou de forma que viole limites e aspectos legais — torna-se fundamental buscar acompanhamento profissional.
    Uma avaliação individualizada pode ajudar a compreender melhor esses padrões e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com a sexualidade. Sou psicologa com formação na Terapia Cognitiva Sexual e coloco-me a disposição para ajudar nesse sentido. Abraço Jane Holetz


  • Ola eu gostaria de saber. Como posso me livrar da mansturbacão não aguento mais esse vicio esta afet

    Ola eu gostaria de saber. Como posso me livrar da mansturbacão não aguento mais esse vicio esta afetando muito meu dia dia fisicamente e emocionalmente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    Olá, Agradeço por compartilhar sua preocupação. Entendo que lidar com a masturbação compulsiva pode ser difícil e impactar várias áreas da sua vida. É importante abordar essa questão de maneira compreensiva e com estratégias eficazes. Primeiro, é essencial entender que a masturbação é uma atividade natural e comum. No entanto, quando se torna compulsiva, pode causar desconforto e afetar o seu bem-estar. Reconhecer que você está enfrentando um desafio é o primeiro passo para superá-lo. Tente identificar os gatilhos que levam à masturbação compulsiva. Esses gatilhos podem ser emocionais (como estresse, ansiedade, solidão) ou situacionais (como estar sozinho em casa, ver conteúdo sexual). Procure desenvolver hábitos saudáveis, como substituir a masturbação por atividades prezeirosas pode ser útil como exercícios físicos, meditação, interação social podem ajudar a redirecionar sua energia e atenção. A prática regular de atividades prazerosas e saudáveis contribui para o bem-estar físico e emocional. A terapia cognitiva sexual ou a terapia cognitiva comportamental pode ajudar a reestruturar pensamentos que levam à masturbação compulsiva, busque alternativas saudáveis para lidar com o estresse e a ansiedade. Reduzir gradualmente a frequência pode ser mais eficaz do que tentar parar abruptamente. Estabeleça metas realistas e celebre pequenas vitórias. Considerar o apoio de um terapeuta pode ser extremamente benéfico. A terapia pode fornecer um espaço seguro para você desenvolver estratégias personalizadas para ajudá-lo, seja gentil consigo mesmo durante todo esse processo. É comum enfrentarmos desafios e retrocessos. Lembre-se de que a mudança leva tempo e esforço. A autocompaixão pode ajudar a manter a motivação e reduzir a autocrítica. Estamos aqui para apoiar você nessa jornada. Se sentir que precisa de ajuda profissional, não hesite em agendar uma consulta. Juntos, podemos trabalhar para desenvolver estratégias que promovam seu bem-estar e melhorar a sua qualidade de vida. Abraço


  • Quais os sintomas de uma pessoa com transtorno de atenção com hiperatividade?

    Quais os sintomas de uma pessoa com transtorno de atenção com hiperatividade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    Alguns dos sintomas listados do TDAH soam como se eles pudessem ser aplicados a qualquer pessoa em determinadas ocasiões. por exemplo, a maioria das pessoas provavelmente diria que se distrai com facilidade ou tem dificuldades para se organizar. Assim como, todo mundo fica triste de vez em quanto, mas nem todo mundo sofre de depressão clinicamente diagnósticada. Para que o TDAH seja considerado um diagnóstico clínico para uma pessoa, ela deve ter dificulades significativas com alguns aspectos da sua vida, como o trabalho, problemas graves de relacionamento e/ou na escola. Essas dificuldades causam desconforto emocional ou sofrimento, e atrapalham a vida da pessoa, o desconforto e o prejuízo não apenas devem estar presentes como devem ser causados pelo TDAH e não por alguma outra coisa. O TDAH na idade adulta são de 1 a 5%. Por estes motivos é importante consultar um psicólogo cognitivo comportamental e/ou um psiquiatra para que o profissional faça uma avaliação clínica personalizada.


  • Há pouco mais de um ano tenho me isolado em casa, e há mais ou menos um mês, traumas e tristezas do

    Há pouco mais de um ano tenho me isolado em casa, e há mais ou menos um mês, traumas e tristezas do meu passado que eu havia deixado pra lá reapareceram. Tenho sentido vontade de acabar com minha própria vida e ao mesmo tempo eu não quero fazer isso. O que devo fazer de forma urgente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    Boa tarde. Buscar neste momento a ajuda de um psiquiatra é de suma importância, a medicação vai aliviar esta fase aguda e crônica da depressão. Hoje a depressão é altamente administrável, quando você busca o tratamento adequado. Somado a medicação é importante a Psicologia, a Terapia Cognitivo Comportamental vai facilitar neste processo. Nas sessões de terapia você poderá descobrir que existe uma saída, como: novas formas de pensar, agir e de estar com os outros. Com a ajuda do psicólogo você poderá empoderar-se no sentido de abrir uma nova porta em sua vida, atravessá-la e construir uma vida que valha a pena ser vivida. Boa sorte, não desista, seja persistente!! Peça ajuda!!


  • Há vinte anos ,luto contra a Síndrome do Pânico, gostaria de saber se há cura? Qual o médico mais

    Há vinte anos ,luto contra a Síndrome do Pânico, gostaria de saber se há cura? Qual o médico mais especializado para atender esta área: Psicologo, Psiquiatra ou Psicanalista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    A "síndrome do pânico" é um transtorno de ansiedade que se caracteriza obrigatóriamente pela presença de ataques súbitos e recorrentes de pânico. Aos poucos, com as repetições das crises, as pessoas que sofrem deste transtornos passam a sentir-se inseguros e com medo de ficar sozinho e muitas vezes evitam sair a rua desacompanhados. Recomendamos aos pacientes com crises muito intensas e frequentes, a utilização de uma medicação (psiquiatra) para a redução dos sintomas físicos, inclusive auxilia no processo terapêutico com o psicólogo. Diminuir a ansiedade com a medicação e trabalhar com o psicologo da terapia cognitiva comportamental em relação aos seus pensamentos, medos, comportamentos, crenças, e com suas pré-ocupações. A terapia cognitiva (psicologo) mais a medicação (psiquiatra) costumamos ter sucesso e uma melhora significativa nos casos de pânico, ansiedade e agorafobia. Boa sorte, procure ajuda que você poderá ter qualidade de vida. Abraço


  • meu filho tem 20 anos e sofre de Transtorno Dismorfico Corporal, Os sintomas surgiram ha 3 anos atras,

    meu filho tem 20 anos e sofre de Transtorno Dismorfico Corporal, Os sintomas surgiram ha 3 anos atras, desde entao, vem fazendo tratamento psicologico e psiquiatrico.
    Lendo algumas teses sobre o assunto, descobri que a terapia Cognitivo-Corpotamental poderá ser uma boa alternativa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    A Terapia Conitiva Comportamental pode ajudar as pessoas que tendem a preocupar-se em excesso.Os pensamentos absorvem o sujeito por qualquer coisa, por mínima que seja e acabam convertendo-se em um problema e a preocupação aparece como protagonista do seu tempo e da sua vida. Exemplo do seu filho em relação ao corpo, e a mente neste excesso de preocupação, no seu exagero acaba por criar na mente do sujeito um pensamento disfuncional, onde ele não encontra solução para as suas perturbações, funciona de maneira circular, ele é incapaz de ir mais além e buscar alternativas para as suas questões disfuncionais em relação ao corpo, possivelmente com algumas comorbidades, como depressão, ansiedade, estresse, anorexia nervosa, etc. A TCC, tendo como facilitador o psicólogo, irá ajudá-lo para repensar as suas crenças, as suas verdades e os seus pensamentos disfuncionais, que levam o sujeito ao sofrimento. Sugiro iniciar o tratamento rapidamente, pois o sofrimento é real.


  • Como diagnosticar e tratar transtorno de pânico em cardiopatas, já que os sintomas são parecidos?

    Como diagnosticar e tratar transtorno de pânico em cardiopatas, já que os sintomas são parecidos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jane Holetz

    Transtorno de pânico é um surto abrupto de medo ou desconforto intenso que alcança um pico em minutos e durante o qual ocorrem quatro ou mais de 13 sintomas físicos e cognitivos (palpitação, sudorese, tremores ou abalos, sensação de falta de ar ou sufocamento, sensações de asfixia, dor ou desconforto torácico, náusea ou desconforto abdominal, sensação de tontura, calafrios ou ondas de calor, anestesia ou sensações de formigamento, sensações de irrealidade ou despersonalização, medo de perder o controle ou "enlouquecer", medo de morrer). o ataque de pânico parece vir do nada, como quando o indivíduo está relaxado ou emergindo do sono (ataque de pânico noturno). em contraste, os ataques de pânico esperados são ataques para os quais existe um indício ou desencadeante óbvio, como uma situação em que os ataques de pânico ocorrem geralmente. pode ou não ser acompanhada de Agorafobia, nas formas mais graves, pode levar os indivíduos a ficar completamente restrito à sua casa...(*Manual DSM5)


Perguntas frequentes

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