Perguntas do paciente (12)

  • Bom dia! Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a fa

    Bom dia!
    Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a faculdade me dá muita agonia, não converso e me sinto inferior, tenho medo de apresentações... Isso acontece somente na faculdade, eu trabalho fora e não sinto isso.Comecei a faculdade de psicologia e acho que não condiz mais com o que eu quero.
    Devo ir em um psicólogo ou psiquiatra ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Bom dia! Entendo que você está enfrentando um grande desafio em relação à sua ansiedade na faculdade, especialmente em situações como apresentações e interação com colegas. A ansiedade pode ser desencadeada por diversos fatores, e é importante explorar o que está por trás dessa reação específica em relação à faculdade. Muitas vezes, esses sentimentos de insegurança e agonia podem estar relacionados a expectativas, pressões ou até mesmo crenças internas sobre como devemos nos comportar em determinados ambientes.

    Como psicóloga, sugeriria que você buscasse um acompanhamento terapêutico para explorar mais profundamente o que pode estar gerando essa ansiedade, assim como as crenças e pensamentos que a sustentam. A terapia pode ajudar a identificar estratégias de enfrentamento para lidar com essas situações de maneira mais tranquila e menos angustiante.

    O importante é encontrar o melhor caminho para você, levando em conta o que está acontecendo e as suas necessidades.

    Espero que ajude!


  • os sintomas de ansiedade eu só tenho quando tiver ansioso, ou no dia a dia posso ter os sintomas mai

    os sintomas de ansiedade eu só tenho quando tiver ansioso, ou no dia a dia posso ter os sintomas mais não ter crise, só os sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Você pode, sim, ter sintomas de ansiedade no dia a dia sem necessariamente estar vivendo uma crise. Isso ocorre porque a ansiedade é uma resposta do corpo a certos estímulos, e, mesmo sem uma crise aguda, o seu corpo pode começar a reagir com sinais como aceleração do coração, sensação de tensão, falta de concentração ou desconforto físico (como aperto no estômago) sempre que está em situações que provocam esse tipo de reação.

    Do ponto de vista da abordagem comportamental, esses sintomas podem ser reforçados com o tempo, se você tiver aprendido a associar certos estímulos ou situações com a sensação de ansiedade. Mesmo sem uma crise completa, seu corpo pode ficar em alerta, o que leva aos sintomas, mas sem chegar ao ponto de uma crise de pânico, por exemplo.

    No tratamento, é possível trabalhar com **técnicas de relaxamento neuromuscular** para reduzir a tensão e melhorar a resposta do corpo, além de usar **dessensibilização** para que você possa lidar com as situações que desencadeiam esses sintomas de forma mais tranquila e sem tanta ansiedade. Essas técnicas ajudam a diminuir a intensidade da resposta ansiosa ao longo do tempo, promovendo um maior controle sobre seus sintomas.

    O importante é que, com o acompanhamento de um psicólogo, você pode entender melhor esses padrões e aprender maneiras de interromper o ciclo de ansiedade antes que ele se intensifique.


  • Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise

    Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise se sentir com medo e triste e depois você consegue ficar calma? Fica como se nada tivesse acontecido?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Olá! Sim, é normal passar por uma crise de ansiedade e, depois, sentir-se mais calma. As crises podem ser muito intensas, com sentimentos de medo e tristeza, mas isso não significa que você não será capaz de retomar o equilíbrio emocional após a crise. Esse processo é, em parte, uma resposta natural do corpo à ansiedade, e com o tempo, é possível aprender a gerenciar melhor essas reações.

    Do ponto de vista da abordagem comportamental, as crises de ansiedade podem ocorrer quando o corpo reage a estímulos específicos com uma resposta intensa. No entanto, à medida que você trabalha essas situações e aprende estratégias de enfrentamento, como o **relaxamento neuromuscular** e a **dessensibilização**, é possível reduzir a intensidade das crises e voltar ao equilíbrio mais rapidamente, sem que isso afete tanto o seu bem-estar.

    A sensação de "como se nada tivesse acontecido" é um sinal de que você está conseguindo regular sua resposta emocional e fisiológica de forma mais eficaz. Isso é um ótimo sinal de progresso, pois indica que, com o tempo e o trabalho terapêutico, você está se tornando mais capaz de lidar com esses momentos de maneira mais tranquila e controlada.

    Lembrando que as **técnicas devem ser feitas sob orientação do seu profissional**, para garantir que elas sejam aplicadas corretamente e de maneira segura. O importante é continuar praticando as estratégias que você está aprendendo para fortalecer sua capacidade de lidar com a ansiedade de forma cada vez mais eficaz.


  • Quais são os tipos de tratamento pra quem sofre com crises de ansiedade?

    Quais são os tipos de tratamento pra quem sofre com crises de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Olá! Existem diferentes tipos de tratamento para quem sofre com crises de ansiedade, e o mais eficaz pode variar de pessoa para pessoa. Uma das abordagens mais comuns e eficazes é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda a identificar e modificar pensamentos negativos e padrões de comportamento que alimentam a ansiedade. Ao trabalhar esses padrões, é possível reduzir a intensidade das crises e prevenir futuras reações ansiosas. Além disso, na **análise do comportamento**, utilizamos técnicas como a **dessensibilização**, que envolve uma exposição gradual e controlada a situações que geram ansiedade. Isso permite que a pessoa aprenda a lidar de forma mais tranquila com essas situações ao longo do tempo, diminuindo a intensidade da resposta emocional. Outra técnica bastante útil é o **relaxamento neuromuscular**, que ajuda a reduzir a tensão física e a resposta fisiológica da ansiedade. Ao aprender a relaxar os músculos de maneira controlada, é possível diminuir a sensação de nervosismo e alcançar um estado de calma, ajudando a prevenir ou reduzir a intensidade das crises. O mais importante é que essas técnicas devem ser aplicadas sob a orientação de um profissional qualificado para garantir que o tratamento seja eficaz e seguro.


  • É normal ter insônia por insegurança de socializar? Sempre ocorre quando no dia seguinte tem uma fes

    É normal ter insônia por insegurança de socializar? Sempre ocorre quando no dia seguinte tem uma festa, ou quando tenho que sair só (as vezes em dias normais também). Já sofri bullying quando criança e não sei como me livrar disso. Em dias assim até consigo dormir, mas desperto várias vezes durante a noite

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Entendo que você está lidando com uma grande insegurança relacionada à socialização, e isso tem afetado seu sono, especialmente quando há eventos como festas ou quando precisa sair sozinha. Do ponto de vista da abordagem comportamental, isso pode estar relacionado a um padrão de ansiedade que foi reforçado ao longo do tempo, possivelmente ligado ao bullying que você sofreu na infância. Esse tipo de experiência pode ter gerado associações negativas com situações sociais, o que, com o tempo, levou ao desenvolvimento de uma resposta ansiosa.

    A insônia que você experimenta pode ser uma reação fisiológica ao estresse e à insegurança, com seu corpo ficando em alerta, mesmo quando você tenta relaxar. Essa resposta também pode ser reforçada pela preocupação antecipada, criando um ciclo de ansiedade e sono interrompido.

    Como psicóloga, sugiro que você explore a utilização de técnicas de **relaxamento neuromuscular** para ajudar a reduzir a tensão física e promover um estado de calma antes de dormir. Também podemos trabalhar com **dessensibilização**, para que você se sinta mais confortável em situações sociais e possa, aos poucos, enfrentar esses momentos de forma menos ansiosa.

    A ideia é gradualmente modificar esse padrão de resposta ao associar essas situações com sentimentos mais tranquilos e seguros, diminuindo a insegurança e melhorando seu bem-estar geral. Isso pode ser feito com apoio terapêutico, ajudando você a se libertar desses medos do passado e a construir novas formas de lidar com essas situações.

    Essas técnicas, porém, devem ser realizadas com a orientação do seu psicólogo, para garantir que a aplicação de forma eficaz e segura.


  • Ansiedade tem cura?? posso tomar o remédio só por um tempo?? tenho 31 anos.sou mulher.

    Ansiedade tem cura?? posso tomar o remédio só por um tempo?? tenho 31 anos.sou mulher.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    A ansiedade, por si só, não tem uma "cura" definitiva, mas é possível aprender a gerenciá-la e a reduzir seus sintomas de forma significativa. Muitas pessoas conseguem controlar a ansiedade com a combinação de tratamentos como terapia, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicação. A terapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou abordagens comportamentais, pode ser muito eficaz em ajudar a identificar e modificar os padrões de pensamento e comportamento que alimentam a ansiedade.

    Quanto ao uso de medicação, é possível que você precise de remédios por um período para ajudar a controlar os sintomas enquanto trabalha outras abordagens terapêuticas. No entanto, é importante lembrar que o uso de medicação deve ser sempre orientado e supervisionado por um profissional da saúde, como um psiquiatra, que pode avaliar a necessidade de continuar ou reduzir o uso da medicação com o tempo.

    A resposta do corpo à medicação varia, e, em muitos casos, a ideia é usá-la temporariamente, enquanto você adquire ferramentas para lidar com a ansiedade de forma mais natural e sem depender exclusivamente do medicamento. Se você se sente bem com a medicação, é importante conversar com seu médico para discutir suas opções, incluindo a possibilidade de interromper o uso no futuro, caso isso seja apropriado para sua situação. O importante é sempre ter acompanhamento profissional para garantir um tratamento adequado e seguro.


  • Fui diagnosticada com TAG . Tomo paroxetina a 12 anos. Me sinto bem. Mudei minha linha de pensamen

    Fui diagnosticada com TAG . Tomo paroxetina a 12 anos.
    Me sinto bem. Mudei minha linha de pensamento.... Tenho chance de poder parar com o medicamento? Já fiz terapia. Me sinto resolvida e feliz

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    A decisão de parar a medicação deve ser feita com acompanhamento médico, considerando seu histórico e como você se sente atualmente. Do ponto de vista comportamental, se a ansiedade foi reduzida porque você aprendeu novas formas de lidar com as situações que antes geravam sofrimento, há uma possibilidade de manter esse bem-estar sem a medicação. No entanto, é importante avaliar se esses novos comportamentos estão consolidados e se o ambiente continua favorecendo essa mudança. O ideal é discutir isso com seu médico para fazer uma transição segura, caso seja possível.


  • Tenho 17 anos,sofro de crise de ansiedade,não consigo controlar o meu corpo diante as circunstâncias

    Tenho 17 anos,sofro de crise de ansiedade, não consigo controlar o meu corpo diante as circunstâncias, perdi minha mãe a alguns meses, tenho bastante medo de morrer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Sinto muito pela sua perda. O que você está sentindo é muito doloroso e é totalmente compreensível ter medo de morrer depois de uma experiência tão difícil. O medo de morrer e a ansiedade podem se intensificar em momentos como esse, gerando sintomas físicos, como falta de ar, tremores e uma sensação de descontrole. Esses sintomas são comuns em crises de ansiedade, também chamadas de **ataques de pânico**.

    Na abordagem comportamental, entendemos que esses sintomas podem ser reações aprendidas, que o corpo desenvolve ao associar certas situações ao medo, como o medo da morte. Quando estamos passando por uma situação emocionalmente muito difícil, como a perda de alguém querido, o corpo tende a responder de maneira mais intensa.

    Uma forma de lidar com isso é usar **técnicas de relaxamento**, como o **relaxamento neuromuscular**, que ajuda a reduzir a tensão e acalmar o corpo quando você está se sentindo muito ansiosa. Isso pode ajudar bastante durante as crises de pânico. Além disso, a **dessensibilização** pode ser útil para trabalhar o medo de morte, permitindo que você se enfrente aos poucos, de forma mais segura, ajudando a diminuir o medo e a ansiedade ao longo do tempo.

    O mais importante é procurar ajuda profissional, para que você possa aprender a lidar melhor com essas sensações e se sentir mais no controle. A terapia pode ser muito útil nesse processo, ajudando você a encontrar formas mais tranquilas de enfrentar as situações que geram medo e ansiedade.


  • A gente pode do nada ter uma crise? Mesmo que não tenha um fator desencadeador ?

    A gente pode do nada ter uma crise?
    Mesmo que não tenha um fator desencadeador ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Sim, é possível ter uma crise de ansiedade sem um fator desencadeador aparente. Na abordagem comportamental (behaviorista), entendemos que a ansiedade é uma resposta do organismo a determinados estímulos, que podem ser externos (como situações estressantes) ou internos (como pensamentos e sensações corporais).

    Mesmo que não haja um gatilho óbvio, o corpo pode já estar condicionado a reagir com ansiedade em determinadas situações, mesmo sem uma ameaça real. Isso acontece porque, ao longo do tempo, o organismo pode ter aprendido a associar determinadas sensações físicas ou estados emocionais a uma resposta ansiosa intensa, como em um processo de condicionamento.

    Além disso, sintomas de ansiedade podem surgir de forma inesperada quando há um acúmulo de tensão ao longo do tempo, mesmo que você não perceba. Técnicas como o relaxamento neuromuscular, que ajuda a reduzir a tensão física, e a dessensibilização, que auxilia no enfrentamento gradual da ansiedade, podem ser úteis para minimizar esses episódios. O acompanhamento psicológico é essencial para identificar esses padrões e desenvolver estratégias para lidar melhor com as crises.


  • O que é ansiedade? Quais o sintomas? Quando procurar ajudar?

    O que é ansiedade? Quais o sintomas? Quando procurar ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    A ansiedade é um sentimento natural dos seres humanos que permite antecipar situações de risco e preparar para os desafios diários. No entanto, quando essa emoção se torna muito intensa, com preocupações desproporcionais aos problemas e de forma contínua, ela se transforma em um transtorno. Esse transtorno pode interferir no descanso e desencadear sintomas específicos.

    Os sintomas geralmente são: preocupações, tensões ou medos exagerados, sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer, medo extremo de algum objeto, de ser humilhado publicamente ou de uma situação em particular, falta de controle sobre pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade, pavor depois de uma situação muito difícil, tensão muscular, intensificação ou surgimento de dores pelo corpo
    dificuldade para se desconectar dos problemas e para dormir, alterações no funcionamento do intestino.

    É importante procurar ajuda quando a ansiedade começa a atrapalhar sua vida diária. Se você sente que está sempre preocupado, tem dificuldades para relaxar, dormir ou atividades simples, pode ser um sinal de que a ansiedade está se tornando um problema. Além disso, se os sintomas físicos, como tensão muscular, dores pelo corpo, alterações intestinais ou crises de medo intensas, estão se tornando frequentes, um profissional pode te ajudar a entender e lidar melhor com isso.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Para fazer uma avaliação e entender se o que você está sentindo é ansiedade, estresse ou ambos, o ideal é procurar um profissional, como um psicólogo. Durante as sessões, é possível identificar os sintomas, entender suas causas e definir as melhores estratégias para lidar com eles. Na abordagem comportamental, utilizamos técnicas como o relaxamento neuromuscular, que ajuda a aliviar a tensão do corpo, e a dessensibilização, que auxilia no enfrentamento gradual de situações que causam ansiedade. Essas técnicas devem ser aplicadas com a orientação de um profissional para garantir um resultado mais eficaz. Buscar ajuda é um passo importante para entender melhor o que está acontecendo e encontrar formas de se sentir melhor.


  • Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consul

    Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consultei mas gostaria de saber se tenho ansiedade ou depressão e etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jéssica Friol

    Se você nunca consultou um psicólogo e deseja entender melhor se está lidando com ansiedade, depressão ou outra questão emocional, o ideal é procurar um psicólogo clínico . Esse profissional poderá avaliar seus sintomas, entender o que está acontecendo e ajudá-lo a encontrar estratégias para lidar com isso da melhor forma. Caso seja necessário, ele também poderá sugerir um encaminhamento para um psiquiatra, que é o profissional responsável por avaliar a necessidade de medicação.


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Perguntas frequentes

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