Perguntas do paciente (18)
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Por que sinto que me afasto das pessoas que eu amo? Por que sempre quando estou do lado delas eu não
Por que sinto que me afasto das pessoas que eu amo? Por que sempre quando estou do lado delas eu não me sinto confortável, fico me perguntando como elas podem está me vendo e me julgando? Já perdi muitas oportunidades na minha vida por causa desse medo da exibição e humilhação, amizades, relacionamentos, trabalho...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Parece que você está lidando com uma combinação de ansiedade social e baixa autoestima, o que pode estar causando esses sentimentos de desconforto e medo de ser julgado pelas pessoas próximas. Esses tipos de preocupações podem levar a um padrão de se afastar das pessoas, mesmo aquelas que você ama e que estão próximas de você.
Aqui estão algumas razões pelas quais você pode estar se sentindo assim:
Ansiedade Social: A ansiedade social é caracterizada por um medo intenso de ser julgado, rejeitado ou humilhado em situações sociais. Essa ansiedade pode levar a evitar interações sociais ou se sentir desconfortável mesmo na presença de pessoas queridas.
Baixa Autoestima: A baixa autoestima pode levar a uma visão negativa de si mesmo e a preocupações constantes sobre como os outros o veem. Isso pode fazer com que você se sinta inadequado ou indigno de amor e aceitação, o que pode dificultar a conexão com os outros.
Medo de Humilhação ou Exposição: O medo de ser humilhado ou exposto pode levar a evitar situações em que você se sinta vulnerável, como expressar seus sentimentos ou se envolver em atividades sociais. Esse medo pode levar a evitar oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
Experiências Passadas: Experiências passadas de rejeição, humilhação ou crítica podem contribuir para a ansiedade social e a baixa autoestima. Essas experiências podem levar a uma percepção distorcida de si mesmo e dos outros, o que pode afetar seus relacionamentos atuais.
Para lidar com esses sentimentos e padrões de comportamento, pode ser útil procurar ajuda de um psicólogo. Ele poderá ajudá-lo a entender melhor suas preocupações, desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade social e trabalhar na construção da autoestima e autoconfiança. Além disso, a terapia pode ajudá-lo a explorar e superar experiências passadas que podem estar contribuindo para seus padrões de pensamento e comportamento atuais.
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Desde criança não sinto deslumbre por nada. Assim como quando conheci o mar a primeira vez (embora g
Desde criança não sinto deslumbre por nada. Assim como quando conheci o mar a primeira vez (embora goste muito), andei de avião a primeira vez ou de barco, ou conheci um lugar paradisíaco. Não tenho o sentimento de deslumbre e fico mal por não conseguir me sentir extremamente feliz como vejo os outros se sentindo. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? É perfeitamente normal que as pessoas experimentem emoções de maneiras diferentes, e isso inclui a ausência do sentimento de deslumbre ou extrema felicidade em certas situações. Nem todo mundo reage da mesma forma a estímulos ou experiências, e isso não significa que há algo de errado com você.
Algumas pessoas são naturalmente mais contidas em sua expressão emocional, enquanto outras podem ser mais propensas a expressar entusiasmo ou admiração de forma mais evidente. Além disso, as experiências de vida, personalidade, contexto cultural e outros fatores podem influenciar como as pessoas respondem a diferentes situações.
É importante lembrar que a felicidade e o deslumbre não são emoções universais ou obrigatórias em todas as situações. Às vezes, as pessoas podem simplesmente se sentir calmas, neutras ou apenas moderadamente satisfeitas em resposta a algo que os outros considerariam emocionante ou maravilhoso.
Se você se sente mal por não reagir da mesma forma que os outros em determinadas situações, pode ser útil explorar esses sentimentos com um terapeuta ou conselheiro. Eles podem ajudá-lo a entender melhor suas próprias emoções, lidar com qualquer desconforto que você possa sentir e desenvolver estratégias para cultivar uma maior satisfação e apreciação em sua vida diária.
Lembre-se de que todos nós somos únicos em nossa experiência emocional, e não há uma maneira "certa" ou "errada" de sentir. O mais importante é estar em sintonia com suas próprias emoções e buscar maneiras saudáveis de lidar com elas.
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Psicólogos podem dar avaliação de tdah ou somente neuropsicologo?
Psicólogos podem dar avaliação de tdah ou somente neuropsicologo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, os psicólogos podem fazer o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) com base em uma avaliação clínica abrangente. Embora os médicos, como psiquiatras ou neurologistas, também possam diagnosticar o TDAH, os psicólogos são treinados para realizar avaliações psicológicas que incluem entrevistas clínicas, observações comportamentais e o uso de instrumentos padronizados, como questionários e escalas de avaliação de sintomas.
Durante a avaliação, o psicólogo pode coletar informações detalhadas sobre o histórico de desenvolvimento, comportamento, funcionamento acadêmico e social, bem como avaliar a presença de sintomas característicos do TDAH, como dificuldade de atenção, hiperatividade e impulsividade. É importante considerar também a exclusão de outros transtornos que possam apresentar sintomas semelhantes, como transtornos de aprendizagem, transtornos de ansiedade ou depressão.
Além disso, os psicólogos podem colaborar com outros profissionais de saúde, como médicos, professores e pais, para obter informações adicionais e garantir uma avaliação abrangente e precisa. Com base nos resultados da avaliação, o psicólogo pode então fornecer recomendações de tratamento adequadas, que podem incluir terapia comportamental, intervenções educacionais, suporte familiar e, em alguns casos, medicação prescrita por um médico.
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É possível uma pessoa que não tem TEA sofrer uma sobrecarga sensorial?
É possível uma pessoa que não tem TEA sofrer uma sobrecarga sensorial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que uma pessoa que não tem Transtorno do Espectro Autista (TEA) experimente sobrecarga sensorial. A sobrecarga sensorial refere-se a uma condição na qual o cérebro tem dificuldade em processar ou filtrar as informações sensoriais do ambiente, resultando em uma sensação avassaladora de estímulos sensoriais.
Muitas condições médicas e transtornos psicológicos podem causar sobrecarga sensorial, além do TEA. Algumas das condições em que a sobrecarga sensorial pode ocorrer incluem:
Transtornos de Ansiedade: Indivíduos com transtornos de ansiedade, como transtorno de ansiedade generalizada (TAG) ou transtorno de ansiedade social (TAS), podem experimentar hipersensibilidade sensorial como parte de sua resposta ao estresse.
Transtorno do Processamento Sensorial: Esta é uma condição na qual o cérebro tem dificuldade em processar e organizar informações sensoriais de maneira eficiente. Embora seja frequentemente associada ao TEA, também pode ocorrer em pessoas sem esse diagnóstico.
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): Algumas pessoas com TDAH podem experimentar dificuldades em filtrar ou lidar com estímulos sensoriais, o que pode levar a uma sobrecarga sensorial em determinadas situações.
Sensibilidades Sensoriais Individuais: Cada pessoa é única em termos de como ela processa e responde aos estímulos sensoriais. Alguém sem um diagnóstico específico também pode ter sensibilidades sensoriais individuais que os tornam mais propensos a experimentar sobrecarga em certas situações.
É importante reconhecer que a sobrecarga sensorial não é exclusiva do TEA e pode ocorrer em uma variedade de contextos. Para indivíduos que experimentam sobrecarga sensorial, estratégias de manejo podem ser úteis, como reduzir a exposição a estímulos sensoriais avassaladores, praticar técnicas de relaxamento, usar protetores auriculares ou óculos de sol para reduzir a estimulação visual e procurar ambientes calmos e tranquilos quando possível. Se a sobrecarga sensorial estiver causando dificuldades significativas na vida diária, é aconselhável procurar a orientação de um profissional de saúde para avaliação e apoio adequados.
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Um autista dependendo do nível de suporte e de sua individualidade pode com o passar do tempo começa
Um autista dependendo do nível de suporte e de sua individualidade pode com o passar do tempo começar a entender ironia, sarcasmo e metáforas? Por exemplo na infância e parte da adolescência não entender e depois começar a melhorar e entender? Ou isso é sempre estático?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A capacidade de entender e interpretar figuras de linguagem, como ironia, sarcasmo e metáforas, pode variar amplamente entre indivíduos autistas, dependendo de vários fatores, incluindo o nível de funcionamento cognitivo, experiências de aprendizado e nível de apoio recebido ao longo do tempo.
Embora seja verdade que algumas pessoas autistas possam inicialmente ter dificuldade em entender figuras de linguagem e, com o tempo e apoio adequado, melhorem suas habilidades nessa área, não há garantia de que isso ocorra para todos. No entanto, a plasticidade cerebral e a capacidade de aprendizado ao longo da vida significam que algumas pessoas autistas podem, de fato, desenvolver uma compreensão mais sofisticada de figuras de linguagem com o tempo.
Alguns fatores que podem influenciar a capacidade de um indivíduo autista em entender figuras de linguagem incluem:
Experiências de Aprendizado: Exposição contínua e explícita a exemplos de ironia, sarcasmo e metáforas pode ajudar a pessoa a aprender a reconhecê-los e interpretá-los ao longo do tempo.
Apoio e Intervenção: Intervenções educacionais e terapêuticas específicas podem ser úteis para ensinar habilidades de compreensão de linguagem figurativa.
Desenvolvimento Cognitivo: À medida que a pessoa autista amadurece e seu desenvolvimento cognitivo continua, ela pode adquirir habilidades de pensamento mais abstrato e capacidade de compreender conceitos não literais.
Interesses e Motivação: O interesse e a motivação da pessoa em aprender e compreender figuras de linguagem podem desempenhar um papel significativo em sua capacidade de adquirir essas habilidades.
É importante reconhecer que a compreensão de figuras de linguagem pode ser desafiadora para algumas pessoas autistas devido às diferenças no processamento da linguagem e na interpretação social. No entanto, com o apoio adequado e estratégias de ensino individualizadas, muitos indivíduos autistas podem melhorar sua compreensão e uso de figuras de linguagem ao longo do tempo.
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É comum ter fobia social na área afetiva, e não conseguir se relacionar amorosamente?
É comum ter fobia social na área afetiva, e não conseguir se relacionar amorosamente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que pessoas com fobia social, também conhecida como transtorno de ansiedade social, experimentem dificuldades específicas na área afetiva, incluindo dificuldades em estabelecer e manter relacionamentos amorosos. A fobia social pode se manifestar em situações sociais diversas, incluindo encontros românticos, interações íntimas e relacionamentos amorosos, devido ao medo intenso de ser julgado, rejeitado ou ridicularizado pelos outros.
O tratamento da fobia social na terapia geralmente envolve uma abordagem cognitivo-comportamental, que visa ajudar a pessoa a entender e superar seus medos sociais, desenvolver habilidades sociais e reduzir a ansiedade relacionada a situações sociais. Aqui estão algumas das estratégias comuns utilizadas na terapia:
Psicoeducação: O terapeuta fornece informações sobre a fobia social, explicando seus sintomas, causas e como ela afeta o funcionamento diário. Isso pode ajudar a pessoa a entender melhor sua condição e a reduzir o estigma associado.
Exposição Gradual: A exposição gradual envolve enfrentar gradualmente situações sociais temidas, começando com aquelas menos temidas e avançando para situações mais desafiadoras ao longo do tempo. Isso ajuda a pessoa a aprender que suas preocupações sociais são exageradas e a desenvolver habilidades para lidar com a ansiedade.
Treinamento em Habilidades Sociais: O terapeuta pode ensinar habilidades sociais específicas, como iniciar conversas, fazer contato visual, expressar emoções e resolver conflitos de maneira eficaz. Isso ajuda a pessoa a se sentir mais confiante e competente em situações sociais.
Reestruturação Cognitiva: Esta técnica envolve identificar e desafiar pensamentos distorcidos ou irracionais relacionados à fobia social. A pessoa aprende a substituir pensamentos negativos por pensamentos mais realistas e positivos, ajudando a reduzir a ansiedade social.
Técnicas de Relaxamento: O terapeuta pode ensinar técnicas de relaxamento, como respiração profunda, relaxamento muscular progressivo ou mindfulness, para ajudar a pessoa a reduzir a ansiedade em situações sociais.
Suporte Social: O terapeuta pode ajudar a pessoa a construir uma rede de suporte social solidária, que pode fornecer apoio emocional e incentivo durante o processo de tratamento.
O tratamento da fobia social na área afetiva e nos relacionamentos amorosos pode ser desafiador, mas com o apoio adequado e a abordagem terapêutica apropriada, muitas pessoas podem aprender a superar seus medos sociais e desenvolver relacionamentos mais satisfatórios e saudáveis. É importante procurar a orientação de um profissional de saúde mental qualificado para uma avaliação e tratamento individualizados.
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Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar t
Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar triste? Sempre que me sinto bem eu procuro algo que me faça ser triste,chorar,me isolar etc… isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? É compreensível que, em meio à ansiedade e depressão, você possa sentir conforto em emoções que parecem mais familiares ou controláveis, como tristeza e solidão. Muitas vezes, as pessoas com transtornos de ansiedade e depressão podem desenvolver padrões de comportamento que perpetuam seus sintomas, mesmo que esses padrões possam parecer contraditórios à primeira vista.
Sentir-se confortável na tristeza pode ser uma forma de autopreservação, onde a pessoa se sente mais segura ao se afastar de situações que possam desencadear ansiedade ou estresse. A tristeza pode parecer uma emoção mais "segura" para algumas pessoas, pois pode ser mais fácil lidar com ela do que com a ansiedade intensa ou os sentimentos de desesperança associados à depressão.
No entanto, é importante reconhecer que buscar ativamente a tristeza ou se isolar pode ser prejudicial a longo prazo e pode perpetuar o ciclo da depressão e da ansiedade. Embora possa proporcionar alívio temporário, esse comportamento pode impedir a busca de ajuda e o progresso em direção à recuperação.
Se você se encontra buscando a tristeza como uma forma de conforto, pode ser útil explorar esses padrões de comportamento com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem ajudá-lo a entender as razões por trás desse comportamento e desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com suas emoções, como a prática de habilidades de enfrentamento adaptativas, o desenvolvimento de uma rede de apoio social e a busca de tratamento adequado para sua ansiedade e depressão.
Lembre-se de que é possível aprender a lidar com suas emoções de uma maneira mais equilibrada e construtiva, e buscar ajuda profissional é um passo importante nesse processo.
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Ansiedade extrema de falar com as pessoas, de encarar, andar sozinho e de cabeça erguida são caracte
Ansiedade extrema de falar com as pessoas, de encarar, andar sozinho e de cabeça erguida são caracteristicas de fobia social ou autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tanto a fobia social quanto o autismo podem apresentar ansiedade em situações sociais, mas existem diferenças importantes entre essas duas condições. Aqui estão algumas considerações sobre como essas características podem se manifestar em cada condição:
Fobia Social (Transtorno de Ansiedade Social):
A fobia social é caracterizada por medo intenso e persistente de ser julgado, criticado ou rejeitado em situações sociais.
As pessoas com fobia social podem sentir ansiedade extrema ao falar com os outros, especialmente em situações de desempenho, como falar em público ou participar de eventos sociais.
Elas podem evitar situações sociais sempre que possível e experimentar sintomas físicos, como sudorese, tremores, batimentos cardíacos acelerados e rubor facial em resposta à ansiedade.
A fobia social geralmente se concentra no medo do julgamento ou avaliação negativa pelos outros, e as preocupações sociais são o principal foco da ansiedade.
Autismo (Transtorno do Espectro Autista - TEA):
O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, interação social e comportamento.
As pessoas com autismo podem ter dificuldade em entender e responder aos sinais sociais convencionais, como contato visual, expressões faciais e linguagem corporal.
Elas podem se sentir desconfortáveis ou sobrecarregadas em situações sociais devido à sobrecarga sensorial, dificuldades na comunicação e interpretação de pistas sociais sutis.
A ansiedade social no autismo pode ser resultado da dificuldade em compreender e se comunicar eficazmente com os outros, bem como de experiências negativas passadas em interações sociais.
Embora a ansiedade extrema em situações sociais seja uma característica comum tanto na fobia social quanto no autismo, é importante considerar outros aspectos do funcionamento da pessoa, como padrões de comunicação, interesses restritos e comportamentos repetitivos, para determinar a melhor explicação para esses sintomas. Uma avaliação por um profissional de saúde mental qualificado pode ajudar a diferenciar entre essas condições e fornecer um diagnóstico preciso.
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é normal sentir uma diminuição dos pensamentos obsessivos e se sentir um pouco menos angustiado após
é normal sentir uma diminuição dos pensamentos obsessivos e se sentir um pouco menos angustiado após descobrir que esses pensamentos são resultado de TOC? especialmente TOC sexual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Sim, é normal sentir algum alívio ou diminuição da angústia após entender que os pensamentos obsessivos são sintomas de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), inclusive no caso do TOC sexual. Quando uma pessoa percebe que esses pensamentos intrusivos e preocupações excessivas são parte de uma condição de saúde mental reconhecida, ela pode sentir um senso de validação e compreensão.
A descoberta de que os pensamentos são sintomas de TOC pode trazer alívio porque confirma que não estão relacionados a desejos ou comportamentos reais, mas sim a uma condição médica tratável. Isso pode ajudar a reduzir a culpa, a vergonha e a confusão associadas aos pensamentos obsessivos, proporcionando uma explicação mais clara para esses sintomas.
Além disso, entender que os pensamentos são parte do TOC pode abrir caminho para o tratamento adequado. Ter um diagnóstico claro permite que a pessoa busque ajuda profissional e tenha acesso a intervenções eficazes, como terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, em alguns casos, medicação.
No entanto, é importante notar que o alívio inicial após o diagnóstico pode não ser duradouro e que o tratamento contínuo pode ser necessário para gerenciar os sintomas do TOC a longo prazo. A terapia pode ajudar a pessoa a desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis, aprender a lidar com os pensamentos obsessivos e reduzir a interferência do TOC em sua vida diária.
Se você está experimentando pensamentos obsessivos, ansiedade ou outros sintomas que interferem em sua vida, é importante buscar ajuda profissional de um psicólogo, psiquiatra ou outro profissional de saúde mental qualificado. Eles podem avaliar sua situação, fornecer um diagnóstico adequado e criar um plano de tratamento personalizado para ajudá-lo a lidar com seus sintomas.
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Tenho ansiedade e depressão, normamente sinto dores por todo o corpo de todo o tipo, até identicos a
Tenho ansiedade e depressão, normamente sinto dores por todo o corpo de todo o tipo, até identicos a casos graves, só que nunca é nada, qual o meu nível de ansiedade e porque sempre parece algo horrível?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Parece que você está lidando com sintomas de ansiedade e depressão que estão causando preocupações relacionadas à sua saúde física. É importante reconhecer que a ansiedade e a depressão podem se manifestar de várias maneiras, incluindo sintomas físicos, como dores pelo corpo, mesmo na ausência de uma condição médica grave.
A sensação de dores pelo corpo de diferentes tipos, que parecem similares a casos graves, mas que nunca resultam em nada, é uma experiência comum para muitas pessoas que lidam com ansiedade e hipersensibilidade emocional. Isso pode ocorrer devido a uma combinação de fatores, incluindo:
Hipervigilância e Hiperconsciência: A ansiedade pode aumentar sua sensibilidade aos sinais do seu corpo, fazendo com que você fique mais atento a sensações físicas normais e as interprete como algo mais grave do que realmente são.
Tensão Muscular: A ansiedade e o estresse podem levar à tensão muscular crônica, o que pode causar dores e desconforto pelo corpo. Essas dores musculares podem variar em intensidade e localização, e muitas vezes são percebidas como sinais de uma condição médica mais grave.
Foco na Saúde: Quando se está ansioso ou deprimido, é comum ficar mais preocupado com a saúde e buscar constantemente sinais de doença ou problemas físicos. Isso pode levar a um ciclo de preocupação constante e hipocondria, onde pequenas sensações físicas são interpretadas como indicadores de uma condição médica grave.
É importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para avaliar sua ansiedade e depressão e desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com esses sintomas. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) e técnicas de relaxamento, como meditação e respiração profunda, podem ser úteis para reduzir a ansiedade e a tensão muscular, ajudando a aliviar as dores pelo corpo.
Além disso, é importante manter um estilo de vida saudável, incluindo atividade física regular, alimentação balanceada, sono adequado e evitar o consumo excessivo de substâncias como álcool e cafeína, que podem piorar os sintomas de ansiedade e depressão.
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O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?
O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ótima questão! Na teoria cognitiva, entendemos que não é o fato que determina o que sentimos, mas o que interpretamos desse fato. Por exemplo: se eu for fazer uma prova e pensar "não vai dar certo, não estudei", vou ter o sentimento de medo, ansiedade. Mas se eu pensar que "vai dar certo, estudei e estou preparado", terei um sentimento de felicidade, confiança. A prova ainda é o fato, mas o que mudou foi a maneira de pensar sobre ele. Então nesse teoria, eu não diria que é o objetivo, mas um mecanismo de mudança que usamos para atingir os objetivos. E falando em objetivo, dentro do processo terapêutico sempre irão existir diversos objetivos, esses serão definidos entre psicólogo e paciente, o trabalho sempre é feito em conjunto e as decisões também serão tomadas assim. Fico a disposição para outras dúvidas.
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sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com
sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com psicóloga que se identificava cognitiva comportamental. Porém,, não percebi trabalho concreto com instrumentos da referida abordagem e também vivi grande piora na depressão e ansiedade, crises nas sessões e após as sessões. Será que o fato de meus traumas ter sido provocados por mulheres é melhor que eu faça terapia somente com homem, já que em outro momento consegui melhoras com psicólogo emdr, por exemplo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é uma excelente questão e uma hipótese interessante. Já atendi pacientes que vieram com demandas parecidas e que só aceitavam a terapia com psicólogos homens. As vezes sim, pode acontecer de você não conseguir ter confiança por ser uma mulher, porém também podemos pensar que o vínculo terapêutico pode não ter sido bem trabalhado. Esse vínculo é parte fundamental da TCC e quando não ocorre, é difícil que o tratamento traga benefícios, afinal, como trabalhar com alguém que a gente não gosta ou não confia? Fortalecer vínculo, ter uma ideia de terapia colaborativa (psicólogo e paciente funcionam como uma dupla), são fundamentais na abordagem da TCC. Você pode ter tido a infelicidade de ter encontrado um profissional que não encaixou bem com você e tudo bem, nem sempre encontramos o que buscamos na primeira tentativa. Sugiro que, em primeiro momento, converse com a sua psicóloga e fale sobre esses pontos, para que possam em conjunto tomar uma decisão do que é melhor para você nesse momento. No mais, fico a disposição para eventuais contatos e esclarecimentos.
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Como parar de sentir culpada por algo que não fez?mas você levou a culpa.
Como parar de sentir culpada por algo que não fez?mas você levou a culpa.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não sofremos pelo evento em si, mas pela interpretação que fazemos desse evento. Com esse conceito, percebemos que não existe uma fórmula mágica ou uma resposta pronta para essa questão. O que podemos fazer, através da terapia cognitivo comportamental, é entender o que passa pela sua cabeça que faz você sentir culpa, quais pensamentos te levam a isso? Um exemplo: você foi acusada de algo que não fez (situação); aí você pensa "mas a culpa não foi minha, isso é uma injustiça" (pensamento); e sente a culpa (sentimento), além disso, ainda pode ter um comportamento, como se isolar, brigar com alguém. Resumindo, o que pensamos sobre a situação é que vai definir o nosso sentimento e a maneira que nos comportamos. Por óbvio, essa resposta não irá responder sua pergunta na totalidade, mas como mencionei, ela não tem uma resposta certa ou errada, não é possível entender sem mais informações e isso seria muito melhor trabalhado num processo de psicoterapia e quanto a isso, fico a disposição.
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Desde pequeno minha vó dizia que sou fraco fisicamente, a medida que crescia saí de todos os emprego
Desde pequeno minha vó dizia que sou fraco fisicamente, a medida que crescia saí de todos os empregos após me esgotar fisicamente rápido. Já tentei ultrapassar meus limites, mas eu não consigo. Sou homem, tenho 22 anos e há alguns anos venho tentando praticar atividades físicas (jogar futebol de campo), mas mesmo depois de 3 anos eu não consigo correr por 5 minutos sem me esgotar de um jeito fora do normal. Estou pensando em usar vitaminas e suplementos(arginina) para melhorar minha condição física e muscular... Não sei se isso interfere, mas tenho depressão desde os 7 anos.
Como eu devo lidar com esta situação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com certeza a depressão interfere, pois uma das características dela é o desanimo e a dificuldade de manter uma atividade por um determinado tempo. Isso interfere por exemplo em "superar os seu limites", talvez a condição que você tenha hoje esteja longe da ideal e mesmo que você de o seu máximo, pode não conseguir atingir seus objetivos. Quanto a suplementação, por ter essa condição da depressão persistente por tantos anos, aconselharia a trabalhar e tratar isso antes de pensar na parte física. Não precisa abrir mão dos seus objetivos físicos, mas focar só nessa área poderá continuar te gerando frustração e reforçando o esquema da depressão.
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Tenho 21 anos ,sempre fui tímido , na época da escola tinha uma menina que gostava de mim . Porém ,
Tenho 21 anos ,sempre fui tímido , na época da escola tinha uma menina que gostava de mim . Porém , eu travava minha voz começava ficar fraca e "para dentro" e isso me criou um trauma sempre que estou numa situação desconfortável minha voz fica assim "para dentro". Como faço para melhorar isso ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando falamos de timidez, logo pensamos no transtorno de ansiedade social. Esse transtorno é tratado com a terapia cognitivo comportamental usando a técnica de exposição, que é basicamente se expor a situações sistematicamente até que ela se torne normal e não lhe traga mais prejuízos. A questão da voz fraca, pode estar ou não relacionada a isso, então seria necessário mais avaliações e talvez a busca por um profissional fonodiologo para uma avaliação mais específica.
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Como se cuidar do TOC quando a pessoa não tem condições de pagar ou está esperando um psicólogo?
Como se cuidar do TOC quando a pessoa não tem condições de pagar ou está esperando um psicólogo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Existem algumas estratégias que uma pessoa pode tentar para lidar com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) enquanto aguarda o acesso a um psicólogo ou terapeuta. Aqui estão algumas sugestões:
Aprender sobre o TOC: Educar-se sobre o TOC pode ajudar a entender melhor seus sintomas e a desenvolver estratégias de enfrentamento. Existem muitos recursos online, como sites, livros e vídeos, que fornecem informações sobre o TOC e técnicas de autogerenciamento.
Autoajuda Guiada: Existem programas de autoajuda guiada baseados na terapia cognitivo-comportamental (TCC) que foram desenvolvidos especificamente para o TOC. Esses programas geralmente incluem exercícios e técnicas que você pode praticar por conta própria para lidar com os sintomas do TOC.
Praticar a Exposição e Prevenção de Resposta (EPR): A EPR é uma técnica eficaz da TCC para o TOC, que envolve a exposição controlada a situações que desencadeiam obsessões e compulsões, enquanto se abstém de realizar as compulsões associadas. Você pode tentar gradualmente expor-se a situações desafiadoras, começando com aquelas que são menos angustiantes.
Utilizar Recursos Gratuitos: Muitas organizações de saúde mental oferecem recursos gratuitos, como linhas de apoio, grupos de suporte online, fóruns de discussão e aplicativos móveis, que podem fornecer apoio emocional e informações sobre o TOC.
Praticar Técnicas de Relaxamento: Técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação, mindfulness e yoga, podem ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse associados ao TOC.
Manter um Diário: Manter um diário para registrar seus pensamentos obsessivos, compulsões e níveis de ansiedade pode ajudá-lo a identificar padrões e gatilhos, bem como acompanhar seu progresso ao longo do tempo.
Cuidar da Saúde Geral: Uma dieta saudável, exercícios regulares e sono adequado podem ter um impacto positivo na saúde mental e no bem-estar emocional, o que pode ajudar a reduzir os sintomas do TOC.
Embora essas estratégias possam ser úteis, é importante lembrar que elas não substituem o tratamento profissional. Se possível, continue buscando assistência de um psicólogo ou terapeuta especializado em tratamento do TOC assim que for viável. Eles podem oferecer suporte personalizado e intervenções específicas para ajudá-lo a gerenciar seus sintomas de forma mais eficaz.
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Ansiedade causa medo de engolir os alimentos? Obrigado
Ansiedade causa medo de engolir os alimentos? Obrigado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Sim, a ansiedade pode, em alguns casos, causar medo de engolir os alimentos, uma condição conhecida como disfagia psicogênica. A disfagia psicogênica é uma forma de disfagia (dificuldade para engolir) que não é atribuída a uma causa física, mas sim a fatores psicológicos, como ansiedade, estresse, trauma emocional ou transtornos alimentares.
As pessoas que sofrem de disfagia psicogênica podem experimentar uma sensação de obstrução na garganta ao tentar engolir alimentos sólidos ou líquidos. Esse sintoma pode estar relacionado a um medo irracional de engasgar ou sufocar, que pode ser exacerbado por situações de estresse ou ansiedade.
É importante ressaltar que a disfagia psicogênica é uma condição real e pode causar desconforto significativo e interferir na capacidade de se alimentar adequadamente. Se você está experimentando dificuldades para engolir alimentos devido à ansiedade, é recomendável buscar orientação de um profissional de saúde, como um médico ou um fonoaudiólogo especializado em distúrbios de deglutição. Eles podem ajudar a avaliar a causa da disfagia e desenvolver um plano de tratamento adequado, que pode incluir terapia cognitivo-comportamental (TCC), técnicas de relaxamento, exercícios de deglutição e outras intervenções específicas para ajudá-lo a superar o medo de engolir alimentos.
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Fobia social causa desatenção mesmo quando a pessoa não está ansiosa/nervosa para interagir? (exempl
Fobia social causa desatenção mesmo quando a pessoa não está ansiosa/nervosa para interagir? (exemplo: em casa fazendo algo) Minha psicóloga acha que tenho fobia social e disse que minha desatenção (o que eu falei pra ela que achava que podia ser tdah) podia estar sendo causada pela fobia social... Mas mesmo sem ela estar "atacada" posso ter desatenção?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No geral a fobia social pode sim causar desatenção, mas nas situações nas quais você teria que enfrenta-la, nesse caso em específico que você relatou, pode ter algo a ver com as origens da fobia e das crenças relacionadas. Como já mencionado pelos colegas, é importante avaliar isso junto a sua terapeuta, buscar um diagnóstico consistente para tratar o problema da forma mais assertiva possível.
Perguntas frequentes
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Ouvir vozes dentro da cabeça caracteriza alucinaçõses no transtorno esquizoafetivo? Junto com oscila
Esse fenômeno se chama na verdade pseudoalucinações. São vozes dentro da…