Perguntas do paciente (312)
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O que é a evitação no contexto da visão de túnel? .
O que é a evitação no contexto da visão de túnel? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Visão de Túnel nada mais é que um hiperfoco em algum objeto (geralmente uma ameaça). A evitação entra como o plano B da mente: “já que isso parece super perigoso, melhor nem chegar perto”. Visão de túnel é focar só na ameaça, já a evitação é viver como se a ameaça fosse real.
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No Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de “verificação”, como a visão de túnel se manifesta?
No Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de “verificação”, como a visão de túnel se manifesta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. A "visão de Túnel" no TOC, basicamente, faz com que seu cérebro escolha um alvo e ignore o resto (Ex. “E se a porta não está trancada?”). A partir daí, tudo que não for sobre a porta vira ruído. Se alguém fala contigo, a mente pensa: “legal, mas a porta”. Isso faz você focar apenas nas coisas que confirma o medo. É como você só observar as coisas que "provem" que a porta está destrancada. Então vem a verificação: Checar vira compulsão pra aliviar angústia (medo de estar destrancada). Segue o padrão: Você checa → gera alívio instantâneo → o cérebro aprende: “focar nisso e checar funciona”. Spoiler: não funciona, só alimenta o "monstro". Como o foco está em "visão de Túnel", o resultado é voltar e checa de novo… e de novo.
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O que é a "visão de túnel" no contexto do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
O que é a "visão de túnel" no contexto do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. "Visão de Tunel" é uma outra forma de explicar como uma pessoa mantém a sua atenção para um determinado objeto (hiperfoco). Normalmente está relacionado a uma ameaça percebida / preocupação (Ex: “e se eu deixei o fogão ligado?”). Nesse estado você vê só os sinais que confirmam o perigo e ignora o resto. No TOC, pessoas tendem a direcionar atenção para possíveis ameaças/erros. Assim, a mente encontra “evidência” do que teme mais facilmente. Existe uma rigidez cognitiva, ou seja, dificuldade de mudar de estratégia ou largar um pensamento, que faz você repetir e fazer checagens e rituais (compulsões).
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Qual o papel da família e dos cuidadores na regulação emocional de pessoas com deficiência intelectu
Qual o papel da família e dos cuidadores na regulação emocional de pessoas com deficiência intelectual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, a família é crucial como fonte de apoio para o desenvolvimento e a manutenção da estabilidade emocional da pessoa com deficiência intelectual. É importante que a família e cuidadores estabeleça rotina claras pois a previsibilidade reduz a ansiedade e oferece uma sensação de controle. Oferecer um espaço de acolhimento é essencial. Identificar e eliminar estressores no ambiente também é importante a fim de prevenir estresse e sobrecarga.
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Recentemente descobri que minha namorada ficou com alguns colegas de trabalho, aconteceu antes da ge
Recentemente descobri que minha namorada ficou com alguns colegas de trabalho, aconteceu antes da gente oficializar o nosso relacionamento. Não estou conseguindo lidar com isso! Ela ainda trabalha com as pessoas, e sinto que perdi a confiança nela, porém eu gosto muito dela e sei que ela é uma pessoa boa. Como proceder?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, quando se trata de confiança e segurança no relacionamento, é essencial que você possa processar seus sentimentos de maneira saudável. Recomendo que você considere procurar terapia.
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Olá, o Caps atendem pessoas com todo tipo de transtorno e doença mental? Eu tenho Toc e um trauma qu
Olá, o Caps atendem pessoas com todo tipo de transtorno e doença mental? Eu tenho Toc e um trauma que que ocorreu comigo que está me estagnando e prejudicando muito a minha vida, eu consigo ser atendida no Caps e passar por tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sim, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) atendem pessoas com diversos tipos de transtornos mentais graves. Você pode buscar atendimento no CAPS da sua região, onde será realizada uma avaliação para determinar a melhor abordagem terapêutica para o seu caso. O tratamento pode incluir psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico, atividades em grupo e outras intervenções de acordo com as suas necessidades específicas.
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Depois que tive minha filha em 2023 estou me sentindo muito mal sem ânimo pra nada não consigo me co
Depois que tive minha filha em 2023 estou me sentindo muito mal sem ânimo pra nada não consigo me concentrar no trabalho, cuidar dos meus filhos tenho um menino de 11 e uma bebê de 1 ano e 6 meses, não consigo cuidar da minha casa me sinto sozinha triste tenho taquecardia choros e não consigo contar que estou sentindo e passando para ninguém as
vezes que tentei conversar com meu marido ele não entendeu quando começo a falar ele diz que esta sendo muito ruim conviver comigo desse jeito que estou a maioria dos dias fico triste me sinto mal com dor no peito não tenho dado conta do meu trabalho trabalhojunto com meu marido ele já chegou até citar sobre separação,nem para minha mãe tenho coragem de falar oque estou sentindo tenho vergonha de estar sentindo isso das pessoas saberem não sei o que fazer para melhorar.
Pode ser depressão?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está descrevendo pode estar relacionado a uma condição chamada depressão pós-parto ou, considerando o tempo que se passou desde o nascimento do seu bebê, pode se tratar de depressão em um sentido mais amplo. Essa condição é uma doença séria, mas tratável, e é importante buscar ajuda o mais cedo possível.
Considero essencial que você procure um psicólogo ou psiquiatra o quanto antes. Esses profissionais podem avaliar sua situação e, se necessário, indicar o tratamento adequado, que pode incluir terapia, medicação, ou ambos.
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Olá, minha filha tem 11 anos, é ativa, animada, porém desde pequena noto que tem dificuldades para m
Olá, minha filha tem 11 anos, é ativa, animada, porém desde pequena noto que tem dificuldades para manter o foco e ter disciplina. Sempre buscamos melhorar esta parte com diversas atividades. As notas na maioria das vezes são baixas, mesmo ensinando de diversas formas ela se recusa a aprender. Percebo que ela tem uma visão distorcida da realidade, é como se ela se sabotasse o tempo todo em todas as áreas. Se alguém pede para ela estudar ela faz de propósito de não estudar, e assim vai o dia todo. Converso com ela a respeito muitas vezes, na hora parece que ela compreende, porém continua repetindo o mesmo padrão. Ela não consegue perceber quando comete um erro. Ela mente o tempo todo para ela mesma. Sempre que precisa fazer algo ela enche de desculpas e se enrola e assim os dias vão passando e ela não consegue arrumar a própria cama. Fui chamada no colégio exatamente por essa questão da autosabotagem dela, estou muito preocupada porque converso muito com ela, tento colocar diversos pontos de vista para ela entender, porém funciona por um ou dois dias e logo ela volta para esse padrão.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação com o comportamento da sua filha. Considere procurar um psicólogo infantil ou um neuropsicólogo para avaliar sua filha. Dificuldades em manter o foco, disciplina e a presença de autosabotagem podem estar associadas a condições como TDAH. Mas é preciso a avaliação de um profissional qualificado. Se sentir necessidade, procure orientação de um profissional para acompanhá-la.
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Ola eu gostaria de saber. Como posso me livrar da mansturbacão não aguento mais esse vicio esta afet
Ola eu gostaria de saber. Como posso me livrar da mansturbacão não aguento mais esse vicio esta afetando muito meu dia dia fisicamente e emocionalmente
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É importante primeiro entender por que a masturbação se tornou um comportamento problemático para você. Pode ser uma resposta ao estresse, ansiedade, tédio, solidão ou outros sentimentos. Identificar esses gatilhos pode ajudá-lo a desenvolver estratégias mais eficazes para lidar com eles.
Recomendo que inicie um processo psicoterápico a fim de explorar os aspectos emocionais e psicológicos relacionados a esse comportamento, bem como fornecer estratégias personalizadas para lidar com isso.
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Passei por Uma fase bem difícil na minha vida, de enfrentar traumas escondidos da adolescência que e
Passei por Uma fase bem difícil na minha vida, de enfrentar traumas escondidos da adolescência que estavam afetando a minha vida como adulta.
Na época não tinha condições de arcar com psicólogo, então, por um longo período, Fui superando com ajuda de familiares, Amigos já bem mais velhos, com mais experiência de vida, exercícios de meditação e de Deus (sou cristã) . Hoje sinto que finalmente estou conseguindo de fato superar e seguir em frente, com alegria e alívio. Mesmo assim devo me consultar com psicólogo pra tratar tudo isso de novo? Tenho medo de voltar a Estaca Zero, de revisitar essas memórias, e mesmo tendo ressignificado-as, aceitando o que aconteceu e agindo diferente, o psicólogo me fazer ter um olhar pior sobre o que aconteceu do que o que eu realmente enxergo hoje.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Revisitar memórias difíceis pode ser desconfortável, mas o objetivo de um psicólogo é ajudar a entender e processar essas experiências de uma maneira que promova crescimento e cura. Um profissional qualificado vai trabalhar com você para garantir que a revisão dessas memórias seja feita de uma forma que respeite o seu ritmo e a sua visão atual.
A terapia não visa criar uma visão mais negativa sobre o passado, mas sim entender melhor como essas experiências influenciam o presente. Se você está preocupado (a) com a possibilidade de um psicólogo aumentar o desconforto, é importante comunicar isso ao profissional para que o tratamento possa ser ajustado às suas necessidades.
Se, após considerar esses pontos que eu mencionei, você ainda se sente insegura sobre iniciar a terapia, talvez uma consulta inicial possa ajudar a esclarecer suas dúvidas e estabelecer se o tratamento é adequado para você no momento.
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Minha filha de 7a sempre dormiu na cama e no quarto dela. Faz um mês que ela não quer mais dormir no
Minha filha de 7a sempre dormiu na cama e no quarto dela. Faz um mês que ela não quer mais dormir no quarto, e quando vai anoitecendo ela começa a entrar em Pânico. Perguntei o que aconteceu e ela fala que tem medo. Já faz terapia, conversei com a neuro, tentei de tudo sem sucesso. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É compreensível que essa mudança repentina no comportamento de sua filha esteja causando preocupação. É importante continuar validando os sentimentos dela. Embora possa ser frustrante não saber exatamente o que está causando o medo, sua filha precisa sentir que seus sentimentos são reconhecidos e que você a compreende.
Talvez seja útil planejar uma dessensibilizarão gradual com um terapeuta comportamental. Também é útil analisar quais fatores podem está contribuindo para o surgimento do pânico. Tente identificar se houve alguma mudança significativa na vida dela ou no ambiente que possa estar contribuindo para esse medo. Crianças podem reagir a mudanças que parecem pequenas para os adultos, mas que para elas têm um grande impacto.
Continue em contato próximo com a (o) psicóloga (o) dela para ajustar a abordagem terapêutica conforme necessário. Às vezes, uma intensificação temporária das sessões ou a introdução de novas técnicas pode ser necessária.
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me masturbo 1 vez por semana com a pornografia, posso estar viciado?
me masturbo 1 vez por semana com a pornografia, posso estar viciado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Masturbar-se uma vez por semana, por si só, não indica necessariamente um vício (compulsão). O que define se uma prática ou qualquer comportamento é considerado uma compulsão, incluindo a masturbação, é mais sobre o impacto negativo que ele tem na sua vida do que sobre a frequência em si.
Você sente que não consegue controlar o impulso de se masturbar ou consumir pornografia, mesmo quando sabe que isso não é bom para você? A masturbação ou o consumo de pornografia está interferindo negativamente em áreas importantes da sua vida, como relacionamentos, trabalho, estudos, ou saúde mental e física? Você se masturba para lidar com emoções negativas, como ansiedade, estresse, solidão ou tédio, ao invés de buscar outras formas de lidar com esses sentimentos? Você sente que precisa de mais pornografia ou de conteúdos mais extremos para obter a mesma sensação de prazer ou alívio que antes?
Se você se identificar com esses sinais, pode ser útil refletir sobre o papel que a masturbação e a pornografia estão desempenhando na sua vida e considerar buscar estratégias para lidar com isso, especialmente se sentir que está afetando seu bem-estar.
Procurar ajuda de um psicólogo pode ser uma boa maneira de explorar essas questões e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com os impulsos e emoções.
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Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o son
Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o sonho desperta essas emoções como paixão, felicidade, entusiasmo, tristeza. No entanto, na vida real, desde a adolescência parece que eu vivo num constante estado de indiferença emocional onde não consigo sentir realmente alegria ou tristeza mesmo em casos extremos como perder alguém próximo. Pode ser característica de alguma doença?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Existe várias condições que podem explicar os sintomas relatados. Uma delas é o transtorno depressivo, especialmente a depressão atípica ou a distimia, onde a pessoa pode experimentar uma espécie de "entorpecimento" emocional. Tal condição também pode ser explicado por uma possível anedonia, que é a incapacidade de sentir prazer nas atividades cotidianas e pode ser um sintoma de depressão ou de outros transtornos, como o transtorno de estresse pós-traumático. As sensações de indiferença podem estar associada ao transtorno de despersonalização, em que a pessoa se sente desconectada de seus próprios sentimentos e do mundo ao seu redor.
Porém, é importante ressaltar que esses são apenas exemplos de condições que podem estar relacionadas aos sintomas descritos. O diagnóstico exato só pode ser feito por um profissional de saúde mental, que considerará todo o contexto da sua experiência.
Se isso está afetando sua qualidade de vida, recomendo fortemente que procure um psicólogo para uma avaliação mais detalhada.
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Estou namorando a praticamente dois meses minha namorada mora a uns 45km daqui, sempre que quero ver
Estou namorando a praticamente dois meses minha namorada mora a uns 45km daqui, sempre que quero ver ela eu vou na minha folga de bicicleta e é incrível, porém acho que a relação toda só pesa pra meu lado toda vez que quero ver ela, ela tem q falar com o irmão pra levar ela pra cá e nem sempre ele está livre
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Parece que você está vivenciando uma dinâmica em que se sente responsável por grande parte do esforço para manter a relação, especialmente em termos de deslocamento para ver sua namorada. Isso pode gerar um sentimento de desequilíbrio, que é compreensível.
É importante primeiros sabermos como anda a comunicação entre vocês. A comunicação é fundamental em qualquer relacionamento. Pode ser útil conversar abertamente com sua namorada sobre como você está se sentindo em relação ao esforço que está fazendo para manter a conexão. Certifique-se de expressar seus sentimentos de forma não acusatória, para que a conversa seja construtiva. É importante alinhar expectativas em um relacionamento. Às vezes, um parceiro pode não perceber que o outro está se sentindo sobrecarregado ou que o esforço está desigual. Ao discutir como cada um pode contribuir para manter a relação equilibrada, vocês podem encontrar maneiras de tornar o relacionamento mais justo.
Refletir sobre essas questões pode ajudar a trazer clareza sobre a situação e permitir que você e sua namorada encontrem uma solução que funcione para ambos. Se os conflitos persistirem é útil procurar ajuda de um terapeuta de casais para facilitar esse processo.
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Sai de um relacionamento online cheio de mentiras e dor no qual passei 2 anos. Meu parceiro mentia,
Sai de um relacionamento online cheio de mentiras e dor no qual passei 2 anos. Meu parceiro mentia, escondia fatos, não falava mais comigo e chegou a me bloquear de várias redes sociais, já eu corria atrás dele e o amava. Tive dependência emocional em muitas coisas por conta dele. Hoje em dia estou entrando em um relacionamento e meu parceiro atual é um doce de pessoa, me ama e cuida de mim. Mas sinto como se eu não o amasse verdadeiramente, mesmo em alguns momentos parando e pensando o quão incrível ele é na minha vida, ele me trata como uma princesa e faz de tudo por mim. Não tenho a intenção de me separar dele e quero ter uma vida inteira com ele. O que eu posso fazer em relação à isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É importante reconhecer que o trauma do relacionamento anterior pode estar influenciando sua percepção atual. É normal que o passado afete o presente, e dar-se permissão para sentir e processar essas emoções pode ser um passo crucial. Converse com seu parceiro sobre suas preocupações e sentimentos. Ter uma comunicação aberta com ele pode fortalecer o relacionamento e permitir que vocês se compreendam melhor.
Considere fazer terapia, um psicólogo pode oferecer um espaço seguro para explorar suas emoções, ajudar a processar experiências passadas e trabalhar em como você pode se sentir mais segura e confiante em seu relacionamento atual.
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Boa noite, estou casada a um mês, fazemos sexo todo dia mais de uma vez, e mesmo assim, peguei meu m
Boa noite, estou casada a um mês, fazemos sexo todo dia mais de uma vez, e mesmo assim, peguei meu marido se masturbando vendo pornografia, falei que não achava correta a atitude dele, então ele falou que iria parar, porém peguei outra vez, fiquei chateada novamente e não sei como agir, não tenho paciência para isso, já penso em me afastar dele, acho que ele é viciado nisso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É fundamental que vocês tenham uma conversa aberta e sincera sobre o que cada um sente em relação ao assunto. Se, após a conversa e possíveis tentativas de solução, você continuar se sentindo incomodada e insatisfeita, é importante refletir sobre como isso afeta seu bem-estar e o relacionamento como um todo e se possível procurar um psicólogo para discutir esse conflito.
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qnd tinha 11 anos, meu pai faleceu... ele era alcoólatra, mas era uma boa pessoa qnd estava sóbrio.
qnd tinha 11 anos, meu pai faleceu... ele era alcoólatra, mas era uma boa pessoa qnd estava sóbrio. ele chegava do trabalho umas 17h e normalmente chegava bêbado e brigava mt com a minha mãe, por várias vzs eu ligava p polícia chorando a pedido da minha mãe p separar a briga dos dois. sempre ficava meio apreensiva pensando no q ia acontecer qnd ele chegasse... uns meses dps q ele faleceu, toda vez q chegava no final da tarde eu ficava nervosa, me batia um desespero, vontade de sair correndo, ñ sei explicar direito essa sensação... em uma dessas tardes, estava deitada e do nada me deu uma falta de ar, eu levantei correndo, pensei q ia morrer, corri p sala ficar perto da minha mãe, pois ñ queria ficar sozinha... hj em dia, eu com 17 anos qnd gritam/brigam cmg, eu fico tensa com mta vontade de chorar. como faço p superar esse "medo"? eu quero ser policial, ñ tem como ser policial desse jeito rsrs...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sua experiência de perda e o ambiente de conflito familiar que você viveu na infância certamente deixaram marcas profundas em você. A forma como você descreve as reações emocionais que tem até hoje — como o desespero à tarde, a falta de ar e a tensão ao ouvir gritos ou brigas — são sinais de que essas experiências ainda afetam você, possivelmente de maneiras relacionadas ao estresse pós-traumático ou à ansiedade.
Considerar a possibilidade de iniciar um processo terapêutico pode ser muito benéfico. Um psicólogo pode ajudar você a explorar e entender mais profundamente essas emoções e reações.
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Quais tipos de casos de pesadelos constantes são tratados por psiquiatras ou por terapia com psicólo
Quais tipos de casos de pesadelos constantes são tratados por psiquiatras ou por terapia com psicólogos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pesadelos constantes podem ser um sintoma de diversas condições psicológicas ou psiquiátricas, e a escolha entre o tratamento somente com um psicólogo ou em conjunto com um psiquiatra depende da causa subjacente e da gravidade dos sintomas.
É importante que você procure um profissional da saúde mental para uma avaliação de sua demanda. Cada caso é único, e o tratamento geralmente envolve uma abordagem integrada, onde psiquiatras e psicólogos colaboram para fornecer o melhor cuidado possível ao paciente.
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Olá, eu tenho uma parceira que bebe desde nova, e atualmente elas está com 19 anos e senti q está se
Olá, eu tenho uma parceira que bebe desde nova, e atualmente elas está com 19 anos e senti q está sem controle da bebida. Ela já esteve pior em relação a bebida. Mas estava num momento da vida sem ligar pra nada então vivia bebendo sempre. Hj em dia, praticamente bebe só final de semana. Mas nas últimas semanas ela tem bebido após o trabalho. E ela tem ficado bem alcoolizada, como se o álcool estivesse pegando mais sabe. Bebendo pouco e já ficando alta.
Ela teve muitos problemas familiares. E eu acredito q ela sinta falta desses familiares e tem recorrido a bebida. E ela está me pedindo ajuda pra parar de beber, está se sentindo alcoólatra... Por onde eu começo? Oq posso fazer pra ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. É muito positivo que você esteja disposto (a) a ajudar sua parceira para lidar com o consumo de álcool. Incentive-a a buscar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra especializado em dependência química. Esses profissionais podem ajudar a identificar as causas subjacentes ao consumo excessivo de álcool e desenvolver um plano de tratamento adequado. Sugira a participação em grupos de apoio, como Alcoólicos Anônimos (AA). Esses grupos proporcionam um ambiente seguro para que as pessoas compartilhem suas experiências e encontrem apoio mútuo.
Se o problema do álcool estiver afetando o relacionamento de vocês, a terapia de casal pode ser uma boa opção para abordar essas questões em um ambiente controlado e seguro.
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Olá, sou diagnosticado com autismo grau leve e ansiedade social. Ultimamente não sinto motivação e n
Olá, sou diagnosticado com autismo grau leve e ansiedade social. Ultimamente não sinto motivação e nem energia para nada. Estive de férias em Julho e passei todos os dias, sem exceção, trancado no quarto deitado na cama, levantando apenas para fazer necessidades fisiológicas. Tomo os remédios escitalopram (que não sinto qualquer efeito) e Mirtazapina (esse fez efeito e melhorou minha insônia por um tempo, mas não sinto mais o mesmo efeito e fez eu ganhar muito peso). As vezes preciso apelar para Alprazolam ou Clonazepam para dormir.
Mas é isso, sinto zero energia ou motivação para fazer as coisas. Volto a trabalhar semana que vem e não fiz absolutamente nada em termos de lazer nas férias. É possível que, além do autismo e ansiedade social, eu tenha depressão?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, é possível que alguém enfrente sintomas de depressão, além do autismo e da ansiedade social. A falta de motivação, energia e interesse em atividades que normalmente poderiam ser prazerosas, bem como o isolamento prolongado, são sinais comuns de depressão. O fato de você não sentir os efeitos dos medicamentos que está tomando, como o escitalopram e a mirtazapina, também pode indicar que o tratamento atual pode não estar sendo eficaz para suas necessidades.
Como a mirtazapina não está mais sendo eficaz e está causando ganho de peso, pode ser útil discutir com seu médico a possibilidade de ajustar a dosagem ou considerar uma alternativa. É importante que você compartilhe esses sintomas com o seu psiquiatra. Pode ser necessário explorar outras opções de tratamento, como a inclusão de antidepressivos ou estabilizadores de humor diferentes. Além da medicação, a psicoterapia pode ser muito útil.
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Perguntas frequentes
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entrada do canal esbranquiçada e não melhora é normal ou eu deveria procurar a ginecologista denovo?
Uma alteração esbranquiçada persistente na entrada vaginal merece nova avaliação…