Perguntas do paciente (18)
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Eu queria tirar uma dúvida relacionada a medo/fobia. Eu não sei exatamente a qual especialista recor
Eu queria tirar uma dúvida relacionada a medo/fobia. Eu não sei exatamente a qual especialista recorrer (Para falar a verdade nem sei se tem um especialista específico pra isso). Desde que me entendo por gente eu tenho pavor de baratas, não é só um medinho qualquer ou nojo, mas pavor mesmo. Se eu vejo uma, mesmo que longe de mim, meu instinto é correr ou gritar, sinto meu corpo inteiro se tremer (e ele fica por um bom tempo assim), meu coração bate bastante e teve até algumas vezes que eu me machuquei por causa desses sustos e movimentos inconscientes. Eu sei que é tudo da minha cabeça mas eu não sei o porquê disso, isso não é normal, mas também nunca vi alguém tendo esses mesmos sintomas que eu então fica difícil saber o que fazer. Chegou muitas vezes de até evitar certos lugares por um breve período por conta disso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiro quero te dizer que você não está sozinha, é mais comum do que parece sentir esse medo tão intenso de baratas ou de outros animais, mas entendo o quanto isso pode ser desconfortável e até limitante na sua vida. Recebo o seu relato com todo cuidado e respeito.
Pelo que você descreveu — medo intenso, reações físicas fortes, vontade imediata de fugir, coração acelerado, tremores e até prejuízo na rotina (evitar lugares) — tudo isso se encaixa no que chamamos de fobia específica. E sim, existe tratamento para isso!
Por que isso acontece?
A fobia específica é uma forma do nosso cérebro reagir a algo que, para nós, é percebido como uma ameaça, mesmo que racionalmente a gente saiba que não é tão perigoso assim. É como se fosse um “alarme” que dispara além do normal. Muitas vezes, esse medo vem desde a infância ou é aprendido por experiências negativas.
Qual profissional procurar?
O ideal é buscar a ajuda de um psicólogo, de preferência um que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) — que é uma abordagem muito eficaz para tratar fobias específicas.
A TCC ajuda você a:
Entender de onde vem esse medo;
Identificar pensamentos que alimentam o pavor;
Aprender a controlar as reações físicas (com técnicas de respiração e relaxamento);
Gradualmente, com apoio profissional, se expor de forma controlada ao medo, até que ele perca a força (chamamos isso de dessensibilização).
Em casos mais graves, pode ser interessante conversar também com um psiquiatra, mas nem sempre há necessidade de medicação — muitas pessoas superam a fobia apenas com psicoterapia.
O que você pode fazer agora?
Observar com carinho os gatilhos: quando o medo aparece, como você reage, o que pensa na hora.
Não se julgar — ter fobia não é fraqueza, não é frescura. É uma resposta automática do cérebro.
Marcar uma conversa com um psicólogo. Assim, você terá um espaço seguro para trabalhar isso no seu tempo, sem pressão, com estratégias que façam sentido pra você.
Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Se quiser, posso te ajudar a entender como funciona o processo, explicar cada etapa da terapia ou até sugerir como falar sobre isso na sua primeira consulta. Vai ser um passo lindo de cuidado com você!
Conte comigo!
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Boa noite tenho um filho de 11 anos. Tenho uma preocupação a mais com ele,
Boa noite tenho um filho de 11 anos.
Tenho uma preocupação a mais com ele, ultimamente ele tem me preocupado com alguns comportamentos, que nem meu filho mais novo não faz.
1: E muito desorganizado com suas coisas.
2: Não tem cuidado com brinquedos etc.
3: Ultimamente tem tido alguns comportamentos estranhos.
Exemplo: Um certo dia fizemos um churrasco aqui em casa, depois notei que tinha uma espécie de bolha estourada em sua mão, perguntei dele oque era aquilo, ele disse que tinha colocado o dedo na brasa da churrasqueira do dia anterior pra vê oque acontecia, e depois que formou aquela bolha de queimadura ele mordeu pra vê oque ia sair de dentro.
Fora outras coisas que ele vem fazendo sem medir as consequências no final.
Ele e um menino que a gente conversa ele diz que entendeu mais no outro dia está fazendo outra coisa ou algum parecido.
E isso tem me preocupado muito oque devo fazer e com qual especialista preciso levar ele?
Alguém pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua preocupação como mãe, porque realmente alguns comportamentos do seu filho chamam atenção e merecem um olhar mais atento, mas sem pânico.
Primeiro, quero te dizer que é muito importante o fato de você estar observando, perguntando e buscando ajuda, isso já mostra o quanto você é cuidadosa e está disposta a entender melhor o que está acontecendo com ele.
Pelas situações que você descreveu — desorganização, descuido com objetos, curiosidade de se machucar para “ver o que acontece”, dificuldade de perceber consequências e repetir comportamentos de risco — pode ser interessante investigar alguns pontos:
Se ele tem impulsividade além do esperado para a idade;
Se busca sensações de dor ou risco como forma de curiosidade;
Se consegue manter atenção e seguir regras simples no dia a dia;
Se há dificuldade de autocontrole ou de compreender limites.
Tudo isso pode estar relacionado a fatores emocionais, comportamentais ou até neurodesenvolvimentais — por isso é tão importante uma avaliação profissional.
Qual especialista procurar?
1⃣ Psicólogo: Para compreender os aspectos emocionais e comportamentais. A psicoterapia infantil pode ajudar seu filho a expressar melhor o que sente, entender os próprios impulsos e aprender a lidar com consequências.
2⃣ Neuropsicólogo (ou Psicopedagogo, dependendo do caso): Para avaliar atenção, impulsividade, dificuldades de aprendizagem ou possíveis transtornos do neurodesenvolvimento (como TDAH, por exemplo).
3⃣ Pediatra ou Neuropediatra: É sempre bom compartilhar essas informações com o médico dele. Se necessário, o pediatra pode encaminhar para um neurologista infantil ou psiquiatra infantil, caso veja necessidade de uma avaliação mais ampla.
O que você pode fazer agora?
Continue observando e anotando comportamentos que chamem atenção: quando acontecem, como ele reage, se se machuca de propósito ou se são curiosidades isoladas.
Evite punições severas — procure conversar com ele de forma simples, ajudando-o a entender o que pode acontecer quando age sem pensar.
Conte comigo! Você não está sozinha.
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Tenho uma tremenda dificuldade em conversar sobre sentimentos, olhar nos olhos, dizer te amo, sempre
Tenho uma tremenda dificuldade em conversar sobre sentimentos, olhar nos olhos, dizer te amo, sempre tento fugir das situações, impulsividade. Tenho esses problemas em conversar desde criança, alguns me acham doente e retardada. Pode ser algum trauma ou estar relacionando à algo? Isso me causa problemas por não conseguir me comunicar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de tudo, quero que saiba que você não está sozinha. Recebo suas palavras com muito respeito e carinho, porque sei o quanto pode ser doloroso sentir isso — principalmente quando outras pessoas não entendem e acabam te julgando.
Quero te dizer com toda a tranquilidade: você não é “doente” ou “retardada”. Você tem dificuldades emocionais e de comunicação que podem, sim, ter relação com a sua história de vida, suas vivências e até com traumas antigos ou formas que você aprendeu para se proteger emocionalmente.
O que pode estar por trás disso?
Dificuldade de falar sobre sentimentos, evitar contato visual, fugir de situações mais íntimas e a impulsividade podem ter várias origens, como por exemplo:
Experiências na infância onde você não se sentiu acolhida ou segura para se expressar;
Medo de rejeição ou de ser julgada;
Vergonha ou autocobrança excessiva;
Padrões de defesa emocional que se formam para evitar a dor de se sentir vulnerável;
Em alguns casos, pode haver traços de ansiedade social, traumas relacionais ou até características de transtornos como fobia social ou dificuldades de regulação emocional.
Por que isso gera sofrimento?
Porque, no fundo, todos nós queremos nos sentir vistos, compreendidos e conectados — mas quando é tão difícil colocar os sentimentos pra fora, surge o isolamento, a frustração e os mal-entendidos nos relacionamentos. E aí a gente começa a se culpar, a acreditar que é “errado” ou “menos capaz”, quando na verdade o que existe é uma ferida emocional que pode ser cuidada.
O que você pode fazer?
Procurar ajuda de um psicólogo, de preferência alguém que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou com Abordagem Focada em Emoções, pode ser muito transformador.
Na terapia, você vai ter um espaço seguro para:
Entender de onde vem essa dificuldade;
Falar no seu ritmo, sem julgamentos;
Aprender a nomear emoções, organizar pensamentos e desenvolver estratégias para se expressar melhor.
É um processo passo a passo. Você não precisa virar uma pessoa “falante” da noite para o dia, mas pode, sim, aprender a se abrir de um jeito que faça sentido pra você.
Você não é o que disseram que você é. Você é muito mais do que isso. Você merece ser ouvida, acolhida e respeitada. Se quiser, estarei aqui para te ajudar a trilhar esse caminho com cuidado e gentileza. Vamos conversar?
Conte comigo!
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É possível uma pessoa ter dislexia, discalculia, TDA, deficiência intelectual leve e outros transtor
É possível uma pessoa ter dislexia, discalculia, TDA, deficiência intelectual leve e outros transtornos ao mesmo tempo? Oi, pessoal! Estou com uma dúvida importante e gostaria muito da ajuda de quem entende do assunto ou já viveu algo parecido. No meu laudo antigo aparecia “problemas globais do desenvolvimento” e fui medicado com Ritalina. Com o tempo, percebi que me identificava muito com os sintomas do TDA (Transtorno do Déficit de Atenção, sem hiperatividade) — que, pelo que pesquisei, é considerado o tipo mais difícil de lidar, justamente por ser mais interno e muitas vezes passar despercebido. Tenho bastante dificuldade com foco, organização, memória e isso me atrapalha bastante no dia a dia. Além disso: Tenho mudanças de humor intensas, o que me fez pensar se não tenho também algo relacionado a transtorno afetivo bipolar; Tenho muita dificuldade com matemática, mas não sei se isso é discalculia ou deficiência intelectual leve. O que me confunde é que vi que pessoas com deficiência intelectual leve conseguem fazer cálculos simples, e eu tenho dificuldade até com isso; Tenho dificuldades na escrita, às vezes inverto letras ou escrevo palavras erradas, e aprendi a ler só com 8 para 9 anos — o que pode indicar traços de dislexia, embora nunca tenha tido dificuldade com leitura rápida ou fluência na leitura. Minha maior dúvida é: é realmente possível uma pessoa ter 9 ou 10 diagnósticos diferentes? Sinto como se várias partes de mim se em diferentes transtornos, mas nenhum diagnóstico até agora conseguiu explicar tudo por completo. Se alguém já passou por isso ou tiver alguma orientação sobre como buscar um diagnóstico mais claro, ficaria muito grato.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Entendo totalmente sua preocupação e quero te dizer que é possível, sim, uma pessoa ter mais de um diagnóstico ao mesmo tempo, principalmente quando falamos de TDAH, dislexia, discalculia, dificuldades de aprendizagem e até questões emocionais associadas. Isso se chama comorbidade e é bem comum, mas não quer dizer que você “é um monte de transtornos”, e sim que suas dificuldades podem ter várias causas juntas.
O ideal é fazer uma avaliação neuropsicológica completa, com um profissional de confiança, para entender o que de fato está acontecendo e como cada peça se encaixa na sua história. Assim, você pode ter um diagnóstico mais claro e um caminho de tratamento que faça sentido pra você.
Você não está sozinho buscar respostas já é um passo de cuidado consigo mesmo! Se quiser, posso ajudar a pensar nos próximos passos.
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O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?
O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! De forma objetiva: segundo o DSM-5, o Transtorno de Personalidade Histriônica é mais frequentemente diagnosticado em mulheres, mas isso pode refletir vieses culturais na forma como comportamentos são percebidos em cada gênero.
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É normal eu não ter vontade de estudar nada aos 22 anos? Sei q preciso fazer algo, para assim ser al
É normal eu não ter vontade de estudar nada aos 22 anos? Sei q preciso fazer algo, para assim ser alguém na vida, mais tudo q eu já pensei em fazer sempre tem um porém, acaba q n me vejo em nada, é como se eu n fosse boa para nada , e não servisse para nada, parece q me aperta o coração só de imaginar ter q estudar algo de novo. No começo do ano passado pensei em fazer TI, entrei na faculdade, porém tive crises fortíssimas e n consegui ficar, realmente n sei oq me acontece. E eu tenho recordações na escola, da qual eu chorava p fazer prova, sempre tendo ansiedade nas provas, não sei oq me causou tudo isso, e comecei a ter esse sentimento de novo depois de ter tentado TI e as crises terem voltado. Desde então me encontro sem fazer faculdade ou curso, e não consigo me ver em nada, e toda vez quando alguém fala sobre fazer algo dizendo q eu tenho q fazer, já me desanimo, só de pensar q n consigo ser normal igual as outras pessoas e fazer também.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é válido e merece ser acolhido com cuidado. Quando estudar ou pensar no futuro gera esse aperto no peito e bloqueios, pode ser um sinal de que algo dentro de você precisa ser olhado com mais atenção, não como obrigação, mas como um gesto de cuidado.
A psicoterapia pode te ajudar a entender melhor esses sentimentos e encontrar caminhos que façam sentido pra você, no seu tempo. Estou à disposição se quiser conversar com calma sobre isso.
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Sobre devaneio excessivo, é normal mesmo com dor no ouvido, colocar o fone bem alto só pra imaginar,
Sobre devaneio excessivo, é normal mesmo com dor no ouvido, colocar o fone bem alto só pra imaginar, ficar dançando, querer ficar sozinho pra fazer isso e ser um vício, mesmo odiando, fazer isso? Como parar? Já virou um vício e não consigo parar sozinho. Vou até pra consulta mas não avanço pra melhorar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando sentimos que algo está nos dominando, como essa necessidade intensa de se isolar, usar fones mesmo com dor ou ficar preso em pensamentos e imaginações, é sinal de que algo dentro de nós está pedindo cuidado.
É importante olhar para isso com atenção. Mesmo quando já estamos em acompanhamento, pode ser difícil avançar se certos temas ainda não foram trazidos com profundidade. Com apoio e espaço seguro, é possível entender melhor o que está por trás desses comportamentos e trabalhar, no seu tempo, formas de lidar com isso de maneira mais saudável.
Se sentir que faz sentido, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
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qnd tinha 11 anos, meu pai faleceu... ele era alcoólatra, mas era uma boa pessoa qnd estava sóbrio.
qnd tinha 11 anos, meu pai faleceu... ele era alcoólatra, mas era uma boa pessoa qnd estava sóbrio. ele chegava do trabalho umas 17h e normalmente chegava bêbado e brigava mt com a minha mãe, por várias vzs eu ligava p polícia chorando a pedido da minha mãe p separar a briga dos dois. sempre ficava meio apreensiva pensando no q ia acontecer qnd ele chegasse... uns meses dps q ele faleceu, toda vez q chegava no final da tarde eu ficava nervosa, me batia um desespero, vontade de sair correndo, ñ sei explicar direito essa sensação... em uma dessas tardes, estava deitada e do nada me deu uma falta de ar, eu levantei correndo, pensei q ia morrer, corri p sala ficar perto da minha mãe, pois ñ queria ficar sozinha... hj em dia, eu com 17 anos qnd gritam/brigam cmg, eu fico tensa com mta vontade de chorar. como faço p superar esse "medo"? eu quero ser policial, ñ tem como ser policial desse jeito rsrs...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você viveu foi muito intenso e é natural que algumas situações ainda te deixem abalada. Essas reações do corpo e da emoção merecem ser escutadas com cuidado. A psicoterapia pode te ajudar a entender melhor esses sentimentos e construir formas mais seguras de lidar com eles. Se quiser conversar, estou à disposição.
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Recentemente me senti desconfortável por estar andando lado a lado com a minha mãe na rua, mesmo que
Recentemente me senti desconfortável por estar andando lado a lado com a minha mãe na rua, mesmo que ela nao estivesse me tocando, somente próxima a mim, o que isso pode ser? Acrescento também que alguns minutos antes eu me estressei por entrar em um lugar na qual eu não queria e não sabia que iria entrar, senti incômodo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! De forma direta: sentir desconforto com proximidade física, mesmo sem contato, pode estar relacionado a hipersensibilidade sensorial ou baixa tolerância a frustrações, fatores comuns em quadros de ansiedade social ou traços de personalidade evitativa.
Se isso causa sofrimento frequente, a psicoterapia pode ajudar muito a entender e manejar essas reações.
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Olá tenho uma questão. Quando tinha 1 ano de idade comecei a ter movimentos repetitivos e foi até m
Olá tenho uma questão.
Quando tinha 1 ano de idade comecei a ter movimentos repetitivos e foi até meus 18 anos, de 1 ano até 6 anos tapava o ouvido, de 1 ano até 4 anos falava errado, não consigo interagir com as pessoas e tenho dificuldade de participar de atividades em grupo, girava roda de carrinho, pelúcia e ventilador; alguns barulhos como som alto, panelas, falatórios, liquidificador e construções barulhentas me incomodam muitíssimo de doer os tipanos. Isso é normal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sinais que você trouxe, como sensibilidade a sons, comportamentos repetitivos desde a infância e dificuldades em interações sociais, merecem atenção e podem estar relacionados a aspectos do seu desenvolvimento que vale a pena explorar com mais profundidade.
Uma escuta profissional pode te ajudar a entender melhor tudo isso, identificar padrões e pensar em estratégias para lidar com o que te causa desconforto hoje.
Se fizer sentido pra você, podemos agendar uma conversa para olharmos juntos com cuidado e sem julgamentos. Estou à disposição pra te acompanhar nesse processo.
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Olá! Sinto muito nojo e raiva de qualquer tipo de barulho de boca, mastigação com a boca aberta,
Olá!
Sinto muito nojo e raiva de qualquer tipo de barulho de boca, mastigação com a boca aberta, chupando dedo com alguma comida, pessoa limpando dentes com fio dental, tomando bebidas "chupando", me dá muita raiva e acaba até me afastando de pessoas da minha família, porque eu evito de comer junto, evito de ficar em lugares onde eu sei que a pessoa possa chegar a qualquer momento com alguma comida. Isso é normal? Tem como fazer algo para parar de ligar para isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Isso que você descreve parece mesmo com misofonia, que é quando sons específicos (como mastigação ou barulhos de boca) geram muita raiva ou nojo, a ponto de afetar o convívio com outras pessoas. Não é frescura: é uma reação real do cérebro.
A boa notícia é que tem tratamento: a psicoterapia, principalmente a Terapia Cognitivo-Comportamental, pode ajudar muito a entender seus gatilhos, lidar melhor com essa irritação e aprender estratégias para não se isolar ou sofrer tanto com isso.
Você não está sozinha! Se quiser, estou à disposição para conversar melhor e te ajudar nesse processo.
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso que você sente não tem relação com orientação sexual. Pode estar ligado a questões emocionais como insegurança, ansiedade social ou experiências anteriores. A melhor forma de entender o que está por trás disso e desenvolver mais confiança nas interações é buscando apoio psicológico. Falar sobre isso num espaço terapêutico pode te ajudar a entender melhor o que está por trás desse bloqueio e te dar mais segurança nas relações. Se sentir que é o momento, podemos conversar com calma e sem julgamentos a consulta é um ótimo primeiro passo. Quando quiser, estou à disposição.
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Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você pode procurar um psicólogo clínico com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Essa linha é bastante eficaz para trabalhar questões como timidez, insegurança, medo de se expor, baixa autoestima e dificuldades sociais.
Na terapia, você vai identificar os pensamentos automáticos que alimentam sua insegurança e vai aprender, aos poucos, a se posicionar com mais confiança. É um processo que pode fazer muita diferença.
Se quiser dar esse passo, estou à disposição para te acompanhar com respeito, acolhimento e técnica. Quando sentir que é o momento, podemos marcar uma conversa inicial.
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Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de
Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por isso, é realmente angustiante viver com os medos e sintomas. A ansiedade pode ser tratada e existem caminhos para que você volte a se sentir melhor e ter qualidade de vida. Com o acompanhamento psicológico, você não precisa enfrentar tudo sozinha. Que tal marcarmos uma sessão para começarmos esse processo juntos?
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Bom dia! Uma pessoa que tenha a patologia TEI(transtorno explosivo intermitente com agressividade),
Bom dia! Uma pessoa que tenha a patologia TEI(transtorno explosivo intermitente com agressividade), conseguiria viver socialmente depois de ter tratamentos com um psicologo?Existe cura de verdade?Me ajude
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível, sim, que uma pessoa que enfrenta dificuldades com explosões de raiva e agressividade consiga melhorar sua convivência social com acompanhamento psicológico. A psicoterapia pode ajudar muito no desenvolvimento do autocontrole, da consciência emocional e na construção de formas mais saudáveis de reagir.
Cada processo é único, e com apoio profissional, mudanças reais podem acontecer. Estou à disposição caso queira conversar sobre isso com mais calma.
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Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin
Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você esteja passando por um momento difícil e que buscar ajuda pode parecer complicado, especialmente após experiências que não foram positivas. Um espaço acolhedor e sem julgamentos pode fazer muita diferença para você se sentir ouvido e encontrar maneiras de lidar com tudo isso. Se quiser, podemos conversar com calma e no seu ritmo para buscar juntos caminhos que façam sentido para você. Estou à disposição para te acompanhar.
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fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep
fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua angústia. Relações de idas e vindas podem gerar muita confusão. A terapia pode te ajudar a compreender melhor seus sentimentos e escolhas. Se quiser, podemos conversar em uma consulta para olhar com calma para sua história. Deseja que eu te explique como funciona o atendimento?
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Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv
Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você fez muito bem em procurar médicos e realizar os exames, isso é essencial para descartar causas físicas. Quando os resultados estão normais, é possível que fatores emocionais, como ansiedade, estejam influenciando na sua respiração. Isso não significa “fraqueza”, mas sim que corpo e mente estão conectados.
A psicoterapia pode te ajudar a compreender essas sensações, lidar com a ansiedade e recuperar o bem-estar. Se quiser, podemos marcar uma consulta para explorar melhor o que você tem vivido e pensar em estratégias que aliviem esses sintomas. Deseja que eu te explique como funciona o atendimento?
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Perguntas frequentes
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Faço uso de haldol decanoato duas ampolas de mês em mês e me sinto bem nos primeiros 15 dias, logo d
É possível usar o decanoato a cada 15 dias sim, mas seu médico tem que verificar…