Perguntas do paciente (85)

  • Olá boa tarde Queria tirar uma dúvida Meu filho ,ele é muito desatento, esquece facilmente das c

    Olá boa tarde
    Queria tirar uma dúvida
    Meu filho ,ele é muito desatento, esquece facilmente das coisas, não vai bem na escola, e eu e o pai dele cobramos muito dele ,pelo fato da gente trabalhar não conseguimos seguir a rotina dele, ele fica com minha mãe, e quando chegamos em casa sempre cobramos muito dele,ele não lembra de fazer tarefas ele não lembra que o professor faltou que semana que vem tem provas,se eu pedir para que ele faça 3 coisas ele só faz uma e esquece das outras, duas professoras e uma psicopedagoga,falou que era preguiça, mas,ontem mesmo ele me falou ,que tenta melhorar mas não consegue e não sabe explicar porque, o que devo fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Olá! Entendo a sua preocupação, e é muito importante que você esteja atenta ao que seu filho está vivendo. Muitas vezes, dificuldades de atenção, memória e organização podem estar relacionadas a questões que vão além da “preguiça”.

    O que seu filho descreve — querer melhorar, mas não conseguir e não saber explicar o motivo — pode indicar que ele está enfrentando desafios de atenção, memória ou até mesmo ansiedade que dificultam o desempenho dele. Cobranças excessivas, sem o suporte adequado, podem aumentar a pressão e o desânimo.

    Seria muito importante realizar uma avaliação mais detalhada com um profissional especializado, como um psicólogo ou um neuropsicólogo infantil, para entender melhor as dificuldades dele e identificar estratégias específicas que possam ajudar no dia a dia, como organização, concentração e manejo do tempo.

    Além disso, trabalhar juntos para criar uma rotina que seja possível para vocês e que considere o ritmo dele pode fazer muita diferença, diminuindo o estresse familiar e incentivando o desenvolvimento dele.

    Se quiser, posso ajudar a fazer essa avaliação e acompanhar seu filho para que ele tenha o apoio que precisa e vocês possam encontrar caminhos mais tranquilos para lidar com essas dificuldades. Estou à disposição para conversarmos melhor quando quiser.


  • Os distúrbios psiquiátricos e doenças neurológicas têm mesma base genética ?

    Os distúrbios psiquiátricos e doenças neurológicas têm mesma base genética ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Não totalmente! existem sobreposições genéticas entre algumas doenças neurológicas e distúrbios psiquiátricos, mas cada grupo também tem fatores genéticos específicos e distintos para determinado distúrbio/doença. Além disso, aspectos ambientais, epigenéticos e de desenvolvimento têm grande influência. Devemos olhar a situação como um todo analisando situações genéticas e ambientais/contextuais para que assim possamos avaliar o melhor tipo de tratamento.


  • Por favor me ajudem, minha filha de 10 anos, só chora, não come bem, não que ir para escola, não faz

    Por favor me ajudem, minha filha de 10 anos, só chora, não come bem, não que ir para escola, não faz mais suas atividades, antes era uma criança feliz a mais inteligente da turma. Não sei o que fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Olá! Entendo o quanto essa situação está sendo difícil para você e para sua filha. Mudanças no comportamento, como tristeza constante, falta de apetite, recusa em ir à escola e desinteresse pelas atividades, podem indicar que sua filha está passando por um momento de sofrimento emocional.

    É importante saber que esses sinais merecem atenção e cuidado. Muitas vezes, a criança pode estar enfrentando ansiedade, tristeza profunda ou algum tipo de dificuldade que ela ainda não consegue expressar com palavras.

    Buscar um acompanhamento psicológico pode ser um passo fundamental para entender o que está acontecendo com sua filha e oferecer o suporte necessário para que ela volte a se sentir bem, confiante e feliz.

    Se desejar, posso ajudar a acompanhar sua filha com um olhar cuidadoso e um trabalho que respeite o tempo e as necessidades dela, para que juntas possamos encontrar formas de superar esse momento difícil.

    Estou à disposição para conversarmos e marcar um atendimento quando você quiser. Você não precisa enfrentar isso sozinha.


  • O QI é uma representação precisa da inteligência? .

    O QI é uma representação precisa da inteligência? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Não. O QI (Quociente de Inteligência) não é uma representação totalmente precisa da inteligência, especialmente quando analisado apenas sob a ótica da psicologia contemporânea. Existem muitas críticas acerca desse tema como uma visão restrita da inteligência, influência de fatores externos - como condições emocionais, contexto sociocultural, acesso à educação, etc e o uso inadequado do teste de QI. O QI é uma ferramenta útil mas parcial, deve ser considerado em conjunto com outras observações, testes e variáveis sociais e emocionais.


  • Quais fatores influenciam o Desenvolvimento Cognitivo Infantil?

    Quais fatores influenciam o Desenvolvimento Cognitivo Infantil?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    O desenvolvimento cognitivo infantil é influenciado por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e ambientais, que interagem de forma dinâmica ao longo do crescimento da criança. Do ponto de vista da Psicologia, especialmente a partir das teorias de autores como Jean Piaget, Lev Vygotsky e das abordagens contemporâneas, podemos destacar os principais fatores: fatores biológicos (maturação neurológica e genética), estímulo ambiental e social (a qualidade das interações com o ambiente, especialmente nos primeiros anos de vida), experiências e vivências (Experiências ricas, variadas e desafiadoras, quando respeitam o estágio de desenvolvimento da criança, favorecem o aprendizado e a construção do conhecimento), aspectos emocionais e afetivos (vínculo seguro com os cuidadores e o acesso à educação e contexto sociocultural.


  • Tenho medo de Tudo. Olhar pra uma mulher que gostei e mesmo não falando nada ser acusado de alguma c

    Tenho medo de Tudo. Olhar pra uma mulher que gostei e mesmo não falando nada ser acusado de alguma coisa e alguém me matar.
    Alguém buzinar pra mim no trânsito e pensar que vão anotar minha placa pra me matar. Alguém olhar pra mim no Supermercado e ficar pensando que ela quer me matar. Estou sozinho há 4 anos e choro quase todo dia, sempre pensando que algo ruim vai acontecer, eu vou ser morto e minha família irá sofrer. Não aguento mais essa sensação. E o pior que ninguém consegue entender. Não sei o que fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Olá,

    Obrigada por compartilhar algo tão profundo e difícil. O que você está vivendo parece ser um sofrimento intenso, cheio de medo e solidão, que toma conta dos seus pensamentos e do seu dia a dia. Essa sensação constante de ameaça, essa inquietação diante do olhar ou das atitudes das pessoas, mesmo sem uma causa aparente, é algo que impacta muito a sua qualidade de vida e o seu bem-estar.

    Às vezes, quando o medo é tão grande e tão constante, ele nos isola e nos faz sentir incompreendidos, até mesmo por quem está perto. Mas é importante saber que você não está sozinho nesse processo, e que há caminhos para acolher essa angústia, entender o que está por trás dela e buscar maneiras de viver com mais segurança e tranquilidade.

    A terapia oferece um espaço seguro para você poder falar sobre esses medos, para que eles possam ser escutados e compreendidos, sem julgamentos ou pressa. Nesse espaço, você pode começar a explorar o que esses pensamentos querem dizer, como eles surgiram e o que eles provocam em você. É um lugar para encontrar um alívio e construir estratégias que façam sentido para você.

    Se sentir que esse peso está ficando difícil demais para carregar sozinho, talvez seja o momento de se permitir esse cuidado, esse espaço de escuta e apoio. Você merece esse acolhimento, e pode ser acompanhado nessa jornada.

    Quando quiser, esse espaço está aqui para você.


  • Boa noite tenho um filho de 11 anos. Tenho uma preocupação a mais com ele,

    Boa noite tenho um filho de 11 anos.
    Tenho uma preocupação a mais com ele, ultimamente ele tem me preocupado com alguns comportamentos, que nem meu filho mais novo não faz.

    1: E muito desorganizado com suas coisas.
    2: Não tem cuidado com brinquedos etc.
    3: Ultimamente tem tido alguns comportamentos estranhos.
    Exemplo: Um certo dia fizemos um churrasco aqui em casa, depois notei que tinha uma espécie de bolha estourada em sua mão, perguntei dele oque era aquilo, ele disse que tinha colocado o dedo na brasa da churrasqueira do dia anterior pra vê oque acontecia, e depois que formou aquela bolha de queimadura ele mordeu pra vê oque ia sair de dentro.
    Fora outras coisas que ele vem fazendo sem medir as consequências no final.
    Ele e um menino que a gente conversa ele diz que entendeu mais no outro dia está fazendo outra coisa ou algum parecido.
    E isso tem me preocupado muito oque devo fazer e com qual especialista preciso levar ele?
    Alguém pode me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Boa noite! Entendo sua preocupação e acho muito importante que você esteja atenta a esses comportamentos do seu filho. O que você descreve pode indicar que ele está apresentando dificuldades no controle dos impulsos, atenção, organização e na percepção das consequências das ações — situações que merecem uma avaliação cuidadosa.
    O ideal é buscar uma avaliação com um psicólogo infantil especializado em desenvolvimento ou um neuropediatra. Esses profissionais poderão investigar se esses comportamentos estão relacionados a alguma dificuldade como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), transtornos do desenvolvimento ou outras condições que afetem o comportamento e o autocontrole.
    A avaliação vai ajudar a entender melhor o que está acontecendo e indicar as intervenções mais adequadas para apoiar seu filho a desenvolver habilidades de autocontrole, organização e consciência das consequências.

    Se quiser, posso ajudar você a entender melhor esse processo e acompanhar seu filho nesse caminho para que ele tenha o suporte necessário. Estou à disposição para conversar quando desejar.


  • A aprendizagem depende do processo de desenvolvimento cognitivo?

    A aprendizagem depende do processo de desenvolvimento cognitivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Como psicóloga, compreendo que a aprendizagem não acontece isoladamente, mas sim como parte de um processo mais amplo de desenvolvimento cognitivo, que envolve aspectos biológicos, emocionais, sociais e culturais. Promover a aprendizagem implica, portanto, em respeitar o momento do desenvolvimento da criança, oferecer apoio adequado e construir um ambiente que favoreça sua evolução intelectual e afetiva.


  • Olá, tudo bem? Tenho uma dúvida e gostaria de uma orientação. Estou em tratamento pelo CAPS há um a

    Olá, tudo bem?
    Tenho uma dúvida e gostaria de uma orientação. Estou em tratamento pelo CAPS há um ano, faço terapia individual e participo do grupo de impulsividade. Minha psicóloga está querendo espaçar os atendimentos para quinzenais e, depois, me deixar apenas no grupo.
    Mas eu não me sinto preparada para isso. Tenho diagnóstico de Borderline e TDAH, e acredito que meu tratamento precisa de um acompanhamento mais contínuo. Já tentei conversar sobre isso, mas a resposta que recebi não me pareceu muito coerente.
    Gostaria de entender melhor se isso realmente faz sentido para o meu caso ou se posso pedir para continuar com os atendimentos individuais semanais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Olá! Entendo perfeitamente sua preocupação, e é muito importante que você se sinta segura e acolhida no seu tratamento. Cada pessoa tem um ritmo e necessidades específicas, principalmente em casos como o seu, com diagnóstico de Borderline e TDAH, que frequentemente demandam um acompanhamento individual mais frequente para oferecer suporte adequado às dificuldades do dia a dia.

    O espaçamento dos atendimentos pode ser uma etapa pensada pelo serviço, mas isso só deve acontecer se você estiver se sentindo preparada e confortável com essa mudança. É fundamental que você tenha voz ativa no seu tratamento e possa expressar suas necessidades.

    Minha recomendação é que você converse novamente com sua psicóloga, explicando claramente como se sente em relação à redução das sessões individuais e o quanto acredita que elas são importantes para seu bem-estar. Se sentir que sua demanda não está sendo atendida, você pode buscar uma segunda opinião com outro profissional ou solicitar uma reavaliação do seu plano terapêutico no CAPS.

    Se desejar, posso ajudar você a estruturar essa conversa ou oferecer um acompanhamento psicológico que respeite seu tempo e suas necessidades, garantindo que você tenha o suporte contínuo que merece.

    Estou à disposição para conversar quando quiser.


  • Minha neta defeca nas roupas, ela tem 6 anos, qdo a mandamos ao banheiro ela diz que não quer ir, e

    Minha neta defeca nas roupas, ela tem 6 anos, qdo a mandamos ao banheiro ela diz que não quer ir, e logo após está com a toda suja de fezes, o que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Entendo sua preocupação, e é importante saber que o comportamento da sua neta pode ter várias causas, desde questões físicas até emocionais ou comportamentais. Com 6 anos, muitas crianças já têm controle do esfíncter, mas dificuldades podem ocorrer por diferentes motivos.

    O primeiro passo é levar sua neta a um pediatra para descartar causas físicas, como constipação, infecções ou outros problemas que possam dificultar o controle intestinal.

    Se estiver tudo bem fisicamente, pode ser que ela esteja passando por algum tipo de resistência, medo ou dificuldade emocional que a faça evitar ir ao banheiro. Nessas situações, é importante ter paciência, conversar com carinho, sem pressionar ou punir, para entender o que ela sente e ajudá-la a superar essa fase.

    Um acompanhamento com um psicólogo infantil pode ser muito útil para identificar o que está acontecendo e trabalhar estratégias para apoiar sua neta nesse processo, ajudando-a a desenvolver a autonomia e o controle necessário.

    Se desejar, posso ajudar a acompanhar sua neta e oferecer um suporte acolhedor para ela e para a família nesse momento.

    Estou à disposição para conversar quando quiser.


  • As vezes sinto q tem alguma coisa atrás de mim tipo mim observando, mais também percebo isso acontec

    As vezes sinto q tem alguma coisa atrás de mim tipo mim observando, mais também percebo isso acontecer quando alguém passa por traz de mim sinto também como sr ainda estivesse lá, não sei descrever direito mais é algo assim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Olá,

    Obrigada por compartilhar o que tem sentido. Muitas vezes, sensações e pensamentos difíceis de explicar podem indicar que há algo importante para ser compreendido dentro de você.

    A psicanálise oferece um espaço de escuta cuidadosa, onde você pode falar sobre suas experiências e ir encontrando, no seu tempo, os sentidos que essas sensações carregam.

    Se sentir que quer esse acolhimento e deseja conversar mais sobre o que está vivendo, fico à disposição para acompanhá-lo(a) nesse processo.

    Quando quiser, podemos agendar um momento para iniciar essa escuta.


  • Comecei minha puberdade aos 7 anos. Tive meu primeiro ciclo menstrual ainda criança, com um corpo qu

    Comecei minha puberdade aos 7 anos. Tive meu primeiro ciclo menstrual ainda criança, com um corpo que se desenvolvia como o de uma mulher adulta, mas com uma mente que ainda era só de uma menina. Foi confuso, solitário e muitas vezes assustador. Enquanto outras crianças brincavam, eu estava tentando entender o que estava acontecendo comigo — sem preparo, sem instruções e com uma carga emocional muito grande para suportar sozinha. Hoje tenho 13 anos e tô começando a me acostumar com meu corpo. Compartilhando aqui para não guardar isso pra sempre comigo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Você foi muito corajosa em compartilhar isso. Passar por mudanças tão intensas tão cedo, sem preparo ou apoio suficiente, pode ser extremamente confuso e solitário. Quando o corpo se transforma antes da mente estar pronta, é natural sentir medo, vergonha ou até não entender o que está acontecendo.

    Seu relato mostra o quanto essa experiência foi pesada emocionalmente, e ao mesmo tempo o quanto você vem amadurecendo ao seu próprio tempo. Aos 13, ainda é cedo para muitas certezas, mas reconhecer o que sentiu e começar a se reconectar com seu corpo já é um passo muito importante.

    Se sentir que ainda carrega esse peso sozinha, a terapia pode ser um espaço seguro para conversar sobre tudo isso com calma, no seu tempo. Estou à disposição para te acompanhar com escuta, acolhimento e cuidado.


  • Meu filho está com o comportamento agressivo na escola batendo nos coleguinhas, ele não vive apanhan

    Meu filho está com o comportamento agressivo na escola batendo nos coleguinhas, ele não vive apanhando em casa , converso digo que não pode , deixo de castigo, já não sei mais oque fazer , estou esperando consulta com neuropediatra
    Até lá qual profissional procurar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Entendo como essa situação pode ser preocupante e desgastante para você. Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra, é importante buscar o acompanhamento de um psicólogo infantil. O psicólogo pode ajudar seu filho a entender e expressar melhor suas emoções, além de trabalhar estratégias para controlar a agressividade e melhorar o comportamento na escola.

    Esse acompanhamento também pode auxiliar você com orientações sobre como lidar com as situações difíceis, promovendo um ambiente mais tranquilo e seguro para seu filho.

    Se quiser, posso ajudar a iniciar esse acompanhamento e oferecer o suporte que vocês precisam nesse momento. Estou à disposição para conversar quando desejar.


  • Quais são as fases do Desenvolvimento Infantil ? .

    Quais são as fases do Desenvolvimento Infantil ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    O desenvolvimento infantil acontece em etapas, e cada uma delas traz conquistas importantes para a criança crescer bem, tanto no corpo quanto na mente e nas emoções.
    Nos primeiros dois anos, chamados de primeira infância, o bebê aprende a controlar o corpo, como segurar a cabeça, engatinhar e andar. Também começa a falar os primeiros sons e cria um vínculo forte com quem cuida dele.
    Entre 2 e 6 anos, a criança aprende a falar melhor, fica mais independente para fazer coisas sozinha e começa a brincar de faz de conta, usando a imaginação. Ela também aprende a se relacionar com outras crianças e a entender as emoções.
    Dos 6 aos 12 anos, a criança vai para a escola e aprende a ler, escrever e fazer contas. O pensamento dela fica mais lógico, e ela entende melhor as regras e como conviver com os colegas. Também começa a formar sua autoestima e a saber quem ela é.
    Na adolescência, entre 12 e 18 anos, o corpo muda muito com a puberdade, e o pensamento fica mais complexo, capaz de pensar sobre ideias abstratas. O jovem busca sua própria identidade e quer ter mais autonomia, além de fortalecer suas amizades e relacionamentos.

    Cada etapa é importante para o desenvolvimento saudável da criança, e, como psicóloga, sempre recomendo acompanhar esses momentos para ajudar se surgir alguma dificuldade.


  • Como os preconceitos sociais afetam a inclusão de pessoas com deficiência intelectual?

    Como os preconceitos sociais afetam a inclusão de pessoas com deficiência intelectual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Os preconceitos sociais são barreiras significativas à inclusão de pessoas com deficiência intelectual, não apenas restringindo suas oportunidades, mas também impactando sua saúde emocional e qualidade de vida. Os preconceitos sociais limitam oportunidades, geram estigma e discriminação, afeta a autoestima e motivação e também reforçam a falta de investimento em acessibilidade, formação de profissionais e recursos adequados, tornando a inclusão na prática mais difícil. Nesse caso, a psicologia tem um papel fundamental na desconstrução de preconceitos através da sensibilização, educação e promoção da empatia


  • Como reconhecer atraso cognitivo e social de crianças ?

    Como reconhecer atraso cognitivo e social de crianças ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Reconhecer atraso cognitivo e social em crianças envolve observar se elas estão tendo dificuldades para atingir as habilidades típicas para a idade delas.
    No atraso cognitivo, a criança pode apresentar dificuldades para aprender coisas novas, resolver problemas simples, lembrar informações ou prestar atenção por períodos curtos. Ela pode demorar mais para falar, entender comandos ou realizar tarefas que outras crianças da mesma idade já fazem. Já o atraso social aparece quando a criança tem dificuldade para se relacionar com outras pessoas, brincar em grupo, compartilhar ou entender as emoções dos outros. Ela pode evitar o contato, parecer isolada ou ter dificuldade para seguir regras sociais básicas.

    É importante lembrar que cada criança tem seu ritmo, mas quando essas dificuldades são persistentes e atrapalham o dia a dia, é fundamental buscar avaliação com um profissional, como psicólogo ou neuropediatra, para entender melhor o que está acontecendo e ajudar a criança da melhor forma.


  • Meu filho tem 3 anos e está no infantil 3 no CMEI, esse é o primeiro ano lá, esta em período integra

    Meu filho tem 3 anos e está no infantil 3 no CMEI, esse é o primeiro ano lá, esta em período integral, nunca havia ido, eu que sou mae que sempre cuidei dele. Desde que começou nesse cmei ele é outra criança, triste, ansioso, ele chora o caminho todo indo pro cmei pede por favor pra nao deixá-lo lá. Ele esta roendo as unhas coisa q nunca fez, ele perdeu todo o brilho q tinha, nao quer mais sair pra lugar nenhum final de semana pois acha q vou levar ele pra escola. Está tão difícil, ele ja esta a 5 meses e nao se adapta. Estou quase saindo do trabalho pois nao aguento mais vê-lo sofrer dessa meneira. Ja conversei com as professoras elas dizem q ele chora na parte da manha e na parte da tarde fica bem. Pedi apoio e mais acolhimento. Mais sinto que isso nao esta acontecendo. Ele nao tem afeto por nenhuma professora e sao 4 que tem la.. nao sei oque fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Olá! Entendo o quanto essa fase tem sido difícil para vocês. É muito importante que seu filho tenha um espaço seguro onde ele possa expressar esses medos, angústias e inseguranças que estão surgindo com a adaptação ao CMEI.

    A terapia infantil pode ser um caminho muito positivo para ajudar seu filho a lidar com essa ansiedade, fortalecer sua autoestima e criar estratégias para enfrentar essa nova rotina com mais tranquilidade. Nesse espaço, ele poderá se sentir acolhido e compreendido, o que facilita muito o processo de adaptação.

    Se você quiser, posso acompanhar seu filho nesse momento, oferecendo um atendimento especializado que respeite o tempo dele e o ritmo da família. Assim, ele terá o suporte que precisa para recuperar o brilho e a alegria que você tanto deseja ver novamente.

    Estou à disposição para conversarmos e marcar uma avaliação quando for melhor para vocês.


  • Como a psicanalise trabalha com o Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e com o Transtorno de person

    Como a psicanalise trabalha com o Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e com o Transtorno de personalidade borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Na psicanálise, quando trabalhamos com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), entendemos que os pensamentos e comportamentos repetitivos surgem como uma forma que a pessoa encontrou para lidar com medos e ansiedades que vêm de dentro dela, mesmo sem perceber. A terapia ajuda a entender esses sentimentos por trás dos sintomas e a encontrar maneiras melhores de lidar com eles.

    No caso do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a psicanálise foca nas dificuldades que a pessoa tem para controlar as emoções, manter relacionamentos e se sentir segura consigo mesma. A terapia oferece um espaço para que a pessoa possa conhecer melhor suas emoções e experiências, ajudando a se sentir mais estável e segura.

    Em resumo, a psicanálise ajuda a entender o que está por trás dos sintomas, para que a pessoa possa lidar melhor com eles e melhorar sua qualidade de vida.


  • Olá , meu filho tem 4 anos , percebemos que ele gosta de criar regras durante jogo ou brincadeira co

    Olá , meu filho tem 4 anos , percebemos que ele gosta de criar regras durante jogo ou brincadeira com amiguinhos , isso acontece em casa ou na escola , isso seria normal ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    Olá!

    Sim, esse comportamento pode ser normal para a idade, especialmente por volta dos 4 anos. Nessa fase, as crianças estão desenvolvendo o pensamento simbólico e aprendendo a lidar com regras sociais. Criar regras nas brincadeiras é uma forma de se sentir no controle, organizar o jogo segundo o que faz sentido para ela e até de experimentar papéis de liderança.

    No entanto, é importante observar:

    -Se ele aceita regras propostas pelos outros também;
    -Se consegue negociar ou se frustrar quando as coisas não saem como ele quer;
    -Se a atitude não afasta os colegas ou causa conflito frequente.

    Se for apenas uma tendência de “liderar” a brincadeira, isso pode ser um sinal positivo de criatividade e iniciativa. Mas se houver muita rigidez ou dificuldade em brincar com os outros por não aceitar outras ideias, pode ser interessante observar mais de perto — e, se houver dúvidas, buscar orientação com um psicólogo infantil.

    Fico à disposição caso queiram conversar mais sobre isso!


  • tenho muita ansiedade e por mais que esteja me cuidando, tem noites que eu simplesmente até começo a

    tenho muita ansiedade e por mais que esteja me cuidando, tem noites que eu simplesmente até começo a dormir mas do nada desperto e não consigo mais dormir direito pois eu até começo a cochilar de novo mas algo me acorda uma sensacao de angustia ou de que sei la minha respiração vai parar do nada e eu vou sufocar e morrer ou até msm fisgadas de leve na perna ou minha respiração fica quente me dando angustia como se não tivesse oxigenando como se o ar nao tivesse de fato entrando (sou do norte e esse mês de agosto tem sido extremamente quente e seco) e as vezes, é mais dificil acontecer, mas as vezes meu coração da uma acelerada...é como se toda vez que eu tivesse pegando no sono de novo meu corpo nao deixasse eu dormir... o que pode ser isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana  Gerboni

    O que você está sentindo pode ser crise de ansiedade ou ataque de pânico, algo comum quando a mente fica muito agitada, principalmente à noite. O calor e o ar seco também podem piorar essa sensação de falta de ar e desconforto. É importante cuidar disso para que seu sono melhore e você se sinta melhor no dia a dia. Eu te convido a fazer terapia, onde podemos trabalhar essas sensações juntas, entender melhor o que está acontecendo e encontrar formas de aliviar sua ansiedade. Quer marcar uma conversa?


Perguntas frequentes

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