Perguntas do paciente (138)

  • É em todos pacientes que dá essa reação ?eu tenho asma é seguro tomar ?

    É em todos pacientes que dá essa reação ?eu tenho asma é seguro tomar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Oi! Nem todo paciente apresenta reações ao Donaren, e muitos se adaptam bem. Quem tem asma geralmente pode usar, mas é importante conversar com um médico para garantir segurança e acompanhar de perto. Se quiser, posso avaliar seu caso e orientar da forma mais segura e personalizada.


  • tem 18 dias que estou tomando a fluoxetina. o médico receitou. vi melhoras na ansiedade, mas estou m

    tem 18 dias que estou tomando a fluoxetina. o médico receitou. vi melhoras na ansiedade, mas estou me sentindo muito lerda e sem ânimo, preguiça de conversar, sono... é normal ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    É comum que, nas primeiras semanas de tratamento com fluoxetina, alguns pacientes percebam melhora da ansiedade, mas ainda apresentem efeitos como sonolência, lentificação ou falta de ânimo. Esses sintomas podem fazer parte do período de adaptação do organismo e tendem a reduzir conforme o tratamento avança.
    No entanto, cada pessoa responde de forma única e, por isso, o acompanhamento próximo é fundamental. Ajustes de dose, horário da medicação ou até a escolha de outro antidepressivo podem ser necessários, sempre avaliados individualmente.
    Se você sente que esses efeitos estão atrapalhando sua rotina, o ideal é agendar uma consulta para discutirmos juntos a melhor estratégia, garantindo eficácia no tratamento e qualidade de vida.


  • Eu faço tratamento para depressao e transtorno bipolar com 50mg de quetiapina, 450mg de lítio e 300m

    Eu faço tratamento para depressao e transtorno bipolar com 50mg de quetiapina, 450mg de lítio e 300mg de bup xl. Eu tenho tido sérios problemas de memória, esquecendo as coisas, muita dificuldade para lembrar de fatos passados, esqueço até se já tomei o remédio no dia… Isso está me incomodando bastante porque sempre tive uma excelente memória. Queria saber se isso deve-se aos remédios?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    É bastante comum que pacientes em tratamento para depressão e transtorno bipolar relatem alterações de memória e concentração. Isso pode estar relacionado a diferentes fatores:
    Efeito colateral dos medicamentos: tanto estabilizadores de humor (como o lítio e a quetiapina) quanto antidepressivos podem causar lentificação cognitiva ou dificuldade de atenção em alguns pacientes.
    O próprio transtorno: fases depressivas ou de instabilidade do humor também costumam impactar memória e raciocínio, independentemente dos remédios.
    Sobrecarga mental e estresse: preocupações, rotina intensa e sono de baixa qualidade também contribuem para esses lapsos.
    O ponto positivo é que existem estratégias para lidar com isso: ajustes finos de dose, mudanças no esquema terapêutico, acompanhamento da litemia (nível de lítio no sangue), além de técnicas comportamentais que ajudam a organizar a rotina e reduzir esquecimentos.
    O ideal é não interromper nada por conta própria e conversar com o seu psiquiatra para avaliar se esses sintomas estão dentro do esperado ou se há necessidade de ajustes.
    Se desejar, posso te ajudar a analisar seu caso em mais detalhes em consulta, pensando em alternativas para equilibrar eficácia do tratamento e qualidade de vida cognitiva.


  • Como diferenciar deficiência intelectual de atraso cognitivo?

    Como diferenciar deficiência intelectual de atraso cognitivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    A diferença entre deficiência intelectual e atraso cognitivo é muito importante no contexto clínico.
    A deficiência intelectual é um diagnóstico estabelecido, de caráter crônico, em que há limitações significativas tanto no funcionamento intelectual quanto nas habilidades adaptativas (como autonomia, aprendizado e vida social). Costuma estar presente desde a infância e exige acompanhamento contínuo.
    Já o atraso cognitivo é um termo mais amplo e descritivo, utilizado quando o desempenho cognitivo está abaixo do esperado para a idade, mas sem que necessariamente se configure uma deficiência intelectual. Em muitos casos, esse quadro pode ser transitório e melhorar com intervenções adequadas — como acompanhamento médico, suporte terapêutico e estímulos pedagógicos.
    O ponto central é que cada caso deve ser cuidadosamente avaliado. A partir de uma investigação clínica detalhada, conseguimos diferenciar se se trata de um atraso reversível ou de um quadro que demanda acompanhamento a longo prazo.
    Se você ou alguém próximo tem dúvidas nesse sentido, pode ser o momento de buscar uma avaliação especializada. O diagnóstico correto é o primeiro passo para um plano de cuidado eficaz e individualizado.


  • Estou usando divalcon ER há 2 semanas. Comecei com 250mg e aumentei há alguns dias pra 500mg, da for

    Estou usando divalcon ER há 2 semanas. Comecei com 250mg e aumentei há alguns dias pra 500mg, da forma que a médica recomendou. Ela disse pra aumentar até 1g, porém eu sinto que ele não está me fazendo muito bem. Estou com muito sono, todo dia parece que passou um trator por cima de mim, sem contar que to dormindo mal demais. Queria saber se como estabilizador de humor existe a possibilidade de 500mg dessa medicação ser suficiente pra melhora clínica, e também, se é esperado que esses efeitos melhorem com o tempo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Muito importante a sua atenção em observar como seu corpo está reagindo ao Divalcon ER. Esse medicamento, usado como estabilizador de humor, realmente pode trazer efeitos colaterais no início, como sonolência, sensação de cansaço e alterações no sono. Em muitos casos, esses sintomas tendem a melhorar conforme o organismo se adapta.
    Quanto à dose, ela é sempre individualizada. Existem pacientes que já têm boa resposta com 500mg, enquanto outros precisam de doses mais altas. O ponto central é encontrar o equilíbrio entre eficácia e tolerância. Por isso, o ideal é acompanhamento próximo, com ajustes graduais e, se necessário, exames laboratoriais para monitorar os níveis da medicação.
    Se você sentir necessidade, será um prazer ajudá-lo(a) em uma avaliação detalhada, para traçarmos juntos a melhor estratégia de tratamento — sempre respeitando seus limites, objetivos e qualidade de vida.


  • Bom dia, atualmente possuo 20 anos, quase 21 e sinto que estou entrando em colapso aos poucos, na in

    Bom dia, atualmente possuo 20 anos, quase 21 e sinto que estou entrando em colapso aos poucos, na infância sempre fui considerada uma criança muito inteligente assim como na adolescência mas eu nunca levei isso pra frente. No meu primeiro emprego como caixa eu conseguia ter um movimento constante, mas minha mente se esgotava muito fácil e por isso depois de um afastamento eu fui desligada da empresa. Agora no meu atual emprego eu sou atendente de telemarketing, não preciso lidar com cliente cara a cara o que é bem mais fácil para mim. Alguns colegas notaram que eu tinha uma peculiaridade, eu passo o tempo todo do expediente me girando na cadeira, mexendo nos cabos, olhando para a luzes e para tudo ao redor, como entrego ótimos resultados fui promovida ao home office e tudo decaiu, meus resultados estão horríveis e eu me estresso com mais frequência, a única forma de aliviar esse estresse é chocando as minhas costas contra a cadeira o que faz muito barulho e me atrapalha nos atendimentos.

    Já passei por 2 psiquiatras e os dois apontaram a probabilidade de uma neurodivergencia ou superdotação visto os sintomas e o histórico familiar (meu pai tem superdotação) tenho medo de procurar diagnóstico e tratamento mas ser muito tarde devido a minha idade e resistência a tratamentos médico conhecido como falta de tempo e falta de dinheiro, sou a única provedora da casa, logo não posso tirar tempo para me afastar do trabalho e cuidar da saúde, vale a pena correr atrás de um diagnóstico ou apenas mudança de alguns hábitos pode aliviar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Bom dia!
    O que você descreve é muito importante e mostra o quanto você já está atenta ao impacto que esses sintomas têm na sua rotina profissional e pessoal. Muitas vezes, características como hiperfoco, inquietação, comportamentos repetitivos e sobrecarga mental podem estar relacionadas a quadros de neurodivergência (como TDAH ou condições do espectro autista) ou até mesmo a uma alta capacidade intelectual que não encontrou ainda espaço de expressão saudável.
    É fundamental reforçar: nunca é tarde para buscar diagnóstico e tratamento. A idade não é uma barreira, e um acompanhamento adequado pode trazer não apenas alívio dos sintomas, mas também estratégias específicas para potencializar seus pontos fortes no trabalho e reduzir o desgaste.
    O diagnóstico correto não significa afastamento imediato do trabalho ou grandes mudanças radicais. Pelo contrário: ele permite que o tratamento seja individualizado, ajustado à sua realidade, conciliando responsabilidades com qualidade de vida.
    Muitas vezes, apenas mudanças de hábito não são suficientes quando existe uma condição de base que precisa ser avaliada de forma criteriosa.
    O acompanhamento psiquiátrico pode oferecer:
    Ferramentas para melhorar foco e produtividade, especialmente em home office.
    Estratégias de regulação emocional para lidar com estresse e irritabilidade.
    Orientação sobre a necessidade (ou não) de tratamento medicamentoso.
    Espaço seguro para compreender melhor sua forma única de funcionar.
    Buscar esse cuidado é um investimento em si mesma, que pode refletir diretamente na sua carreira, na saúde e até na forma como você conduz os desafios de ser a principal provedora da família.
    Se sentir que é o momento, agendar uma avaliação pode ser o primeiro passo para transformar essa sensação de colapso em um caminho de autoconhecimento, equilíbrio e potencialização das suas habilidades.


  • E normal TAG e estresse crônico dar dores crônicas e queimacoes no corpo? Já faz tempo que venho sen

    E normal TAG e estresse crônico dar dores crônicas e queimacoes no corpo? Já faz tempo que venho sentindo isso e demais exames normais,estou tomando venlafaxina 75mg pra ver se isso melhora

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Sim, isso é algo que vemos com bastante frequência no consultório. O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e o estresse crônico podem se manifestar não apenas na mente, mas também no corpo — com sintomas como dores musculares persistentes, sensação de queimação, formigamentos, fadiga e até alterações no sono e na concentração.
    Quando todos os exames clínicos vêm normais, isso muitas vezes aponta para a chamada somatização da ansiedade, onde o corpo expressa o excesso de tensão emocional em forma de dor física.
    O tratamento costuma envolver uma abordagem integrada:
    Medicação – como a venlafaxina que você iniciou, que atua na regulação da ansiedade e da dor crônica associada.
    Psicoterapia – fundamental para aprender a lidar com o estresse e reprogramar padrões de pensamento.
    Estratégias de autocuidado – atividade física, higiene do sono, técnicas de respiração e relaxamento, que ajudam a potencializar os resultados.
    Cada organismo responde de uma forma, e é importante acompanhamento de perto para avaliar evolução, ajustar doses se necessário e construir juntos um plano terapêutico personalizado.
    Se você se identificou com essa situação, saiba que não está sozinho. É possível, sim, recuperar qualidade de vida e sentir alívio dos sintomas físicos e emocionais com o tratamento adequado.
    Se desejar, podemos conversar em consulta para entender melhor seu caso e montar um plano de tratamento individualizado, voltado para reduzir os sintomas de ansiedade e melhorar seu bem-estar.


  • usar suplementos de magnésio e chás de alecrin, junto com sertralina, pode potencializar?

    usar suplementos de magnésio e chás de alecrin, junto com sertralina, pode potencializar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Essa é uma pergunta muito comum e fico feliz que esteja buscando cuidar da sua saúde de forma integral.
    O magnésio pode sim ser um bom aliado no tratamento de sintomas como ansiedade, tensão muscular e alterações do sono — especialmente quando bem dosado. Ele não potencializa diretamente a sertralina, mas pode contribuir com o equilíbrio neuroquímico e o bem-estar geral.
    Já o chá de alecrim, quando usado com moderação (ex: 1 xícara por dia), costuma ser seguro para a maioria das pessoas. No entanto, doses elevadas ou uso contínuo podem interferir na metabolização de medicamentos, inclusive antidepressivos. Por isso, cada caso deve ser avaliado com atenção.
    Em atendimentos psiquiátricos mais personalizados, gosto de considerar esses detalhes junto com o paciente — especialmente quando buscamos um cuidado mais natural, individualizado e respeitoso com o seu ritmo.
    Se você sentir que seria útil conversar com mais profundidade sobre isso, será um prazer te acompanhar.
    Atendimento presencial e online | horários flexíveis
    Seu bem-estar merece um olhar atento e exclusivo.


  • Faço uso de desvenlafaxina 200mg a 4 meses. Comecei ter muito sono, durmo muito enquanto estou em ca

    Faço uso de desvenlafaxina 200mg a 4 meses. Comecei ter muito sono, durmo muito enquanto estou em casa. Mesmo sem estar cansada e comer compulsivamente. Antes não sentia fome com a medicação. Não sinto saciedade, quero comer o tempo todo. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Obrigada por compartilhar sua experiência — o que você está sentindo merece atenção e cuidado especializado.
    O uso da desvenlafaxina em dose de 200mg por um período prolongado, como 4 meses, pode sim trazer efeitos colaterais que nem sempre aparecem logo no início. Sonolência excessiva, alterações no apetite e compulsão alimentar não são efeitos típicos esperados nessa fase do tratamento, especialmente quando antes você não sentia esses sintomas. Isso sugere que algo pode estar fora do ponto de equilíbrio para o seu organismo.
    É importante avaliar com cuidado:
    A adequação da dose atual (200mg é uma dose alta e nem sempre necessária);
    Se há efeitos metabólicos ou hormonais associados;
    E também se esses sintomas estão mascarando mudanças sutis no quadro emocional, como ansiedade de fundo, sintomas mistos ou até efeitos paradoxais da medicação.
    Cada organismo reage de forma única, e o tratamento precisa ser personalizado com base não só no diagnóstico, mas na sua experiência real com o medicamento.
    Se você estiver se sentindo desconfortável com esses efeitos, recomendo uma avaliação médica completa. Podemos revisar a sua medicação, analisar seus exames e, se necessário, ajustar a dose ou considerar alternativas que respeitem melhor o seu corpo, seu estilo de vida e seus objetivos com o tratamento.
    Atendo pacientes que buscam justamente esse tipo de acompanhamento mais próximo, humano e baseado em ciência atualizada. Será um prazer te ajudar a encontrar o equilíbrio que você merece.
    Se você estiver em Curitiba ou região, ou se preferir atendimento online, estou à disposição para agendarmos uma consulta e avaliarmos juntos qual o melhor caminho a seguir.
    Cuide-se bem — e não hesite em buscar ajuda especializada. Você não precisa lidar com isso sozinha.


  • Oi boa noite queria saber se bupropiona dá subido na cabeça ou e no ouvido faz um mes que estou usan

    Oi boa noite queria saber se bupropiona dá subido na cabeça ou e no ouvido faz um mes que estou usando antes eu usava velafaxina 75 mg mas retirei por causa dos efeitos sexual faz mas ou menos 1 ano que nao consegui dr relação com minha esposa por causa da difusao eretil e a falta de libido queria saber se posso retirar o pub se faz o desmame pois só faz um mês que estou tomando

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá!
    Muito importante e corajoso da sua parte buscar entender melhor o que está sentindo e compartilhar suas dificuldades. Isso já mostra que você está comprometido com seu bem-estar e com a sua relação.
    Sobre sua pergunta: a bupropiona é uma medicação frequentemente usada para tratar depressão, ansiedade leve, falta de energia e também quadros com queixas de libido diminuída. Um dos motivos para sua escolha, justamente, é o fato de ter pouco ou nenhum impacto negativo na função sexual — diferente do que acontece com a venlafaxina (Velafaxina), que pode causar disfunção erétil e queda de libido em alguns pacientes, como foi o seu caso.
    No entanto, você mencionou que está sentindo algo como uma “subida na cabeça” ou no ouvido”, o que pode representar:
    Um efeito colateral inicial da bupropiona, como sensação de pressão ou zumbido;
    Uma resposta do sistema nervoso central ao ajuste químico cerebral que ocorre nas primeiras semanas;
    Ou até algo fora do campo psiquiátrico, como uma alteração auditiva ou vascular, que também precisa ser investigada.
    Quanto ao desmame ou interrupção da bupropiona, mesmo após apenas 1 mês de uso, isso deve ser feito com acompanhamento médico. Toda interrupção deve ser gradual e planejada com segurança — mesmo que o tempo de uso ainda seja curto.
    O que eu recomendo:
    Agendar uma consulta para reavaliar seu quadro de forma integral:
    Ver se a bupropiona está de fato sendo a melhor opção para você;
    Explorar alternativas para tratar a saúde emocional e também a saúde sexual, que andam juntas;
    Entender como retomar uma vida íntima satisfatória com sua esposa, sem culpa e com tranquilidade;
    E avaliar outros aspectos como sono, energia, autoestima e funcionamento geral.
    A sexualidade é uma parte muito importante da saúde mental e relacional — e você merece viver isso com qualidade, segurança e prazer. A boa notícia é que existem alternativas eficazes e seguras, e eu posso te ajudar a encontrar a que melhor se adapta ao seu momento.
    Atendo presencialmente e também online, caso prefira. Será um prazer te escutar com calma e te ajudar a retomar o equilíbrio emocional e a saúde sexual de forma integrada.


  • Estou tomando há 1 semana sertralina e biperideno pela manhã e haldol com prometazina e diazepam à n

    Estou tomando há 1 semana sertralina e biperideno pela manhã e haldol com prometazina e diazepam à noite. E eu venho apresentando quadro de náuseas o dia todo só melhora à noite. Quais desses medicamentos pode tá causando isso? Eu li na bula de haldol que ele não pode ser usado com sertralina. Será que meu médico errou?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Obrigada por compartilhar sua dúvida — ela é extremamente pertinente e mostra que você está atento (a) ao seu tratamento, o que é fundamental para que ele funcione da melhor forma.
    Você mencionou que iniciou recentemente o uso de sertralina, biperideno pela manhã, e à noite haloperidol (Haldol), prometazina e diazepam, e que desde então tem sentido náuseas persistentes durante o dia, que melhoram apenas à noite. Vamos analisar com calma:
    O que pode estar acontecendo com você?
    A sertralina é um excelente antidepressivo e muito utilizado. No entanto, um de seus efeitos colaterais mais comuns no início do tratamento é justamente a náusea — especialmente nas primeiras 1 a 2 semanas. Isso ocorre porque a serotonina também atua no sistema digestivo.
    O fato de a náusea melhorar à noite, quando você já não está com a sertralina "em pico" no organismo, reforça essa hipótese.
    Quanto à interação entre sertralina e haloperidol, ela realmente existe na literatura, pois ambos podem prolongar o intervalo QT no coração — uma alteração elétrica que pode, raramente, causar arritmias. Mas isso não significa que seu médico errou. Essa combinação é usada com frequência na prática psiquiátrica, desde que com monitoramento adequado e individualizado.
    A prometazina à noite tem ação antiemética (contra náusea), o que pode explicar o alívio noturno.
    Por que você deve procurar uma reavaliação médica agora?
    Se a náusea está atrapalhando seu bem-estar ou sua rotina, isso não deve ser ignorado. Existem formas de contornar esse efeito:
    Ajustar a dose ou o horário da sertralina;
    Considerar uma troca para outro antidepressivo mais leve para o trato gastrointestinal;
    Introduzir um protetor gástrico ou antiemético temporariamente;
    Realizar exames como ECG, se houver histórico cardíaco, para segurança.
    Como posso te ajudar?
    Atendo pacientes que estão em transição de tratamento ou iniciando medicações psiquiátricas e precisam de acompanhamento cuidadoso, humanizado e baseado em ciência atualizada.
    Se você deseja uma escuta atenta, um olhar clínico completo e um plano de tratamento que respeite seu ritmo e seus sintomas, estou à disposição para uma consulta presencial ou online.
    Será um prazer te acompanhar nesse processo de recuperação com segurança e conforto.
    Você não precisa passar por isso sozinho (a) — vamos encontrar o equilíbrio certo para o seu corpo e sua mente.


  • Olá eu estou tomando vortioxetina 10 mg e tomo ammy anticoncepcional gostaria de saber se a vortioxe

    Olá eu estou tomando vortioxetina 10 mg e tomo ammy anticoncepcional gostaria de saber se a vortioxetina diminui o efeito do anticoncepcional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! A vortioxetina não costuma diminuir a eficácia do anticoncepcional. Se tiver dúvidas ou precisar de orientação personalizada sobre seus medicamentos, estou à disposição para ajudar no seu cuidado com segurança e atenção!


  • Bom dia, faço uso de desvenlafaxina há 3 meses, começei com 50mg/dia e atualmente estou usando 200mg

    Bom dia, faço uso de desvenlafaxina há 3 meses, começei com 50mg/dia e atualmente estou usando 200mg/dia. Durante um tempo me senti muito bem com a medicação, mas agora, assim como com outros antidepressivos - sertralina,escilalopram, sinto ressaca o dia todo ressaca essa que nao sentia no começo da medicação e sim depois de um tempo. Essa ressaca com antidepressivos em geral é comun ? Existe alguma coisa que posso falar para meu medico que me ajude a 'encontrar' o remedio correto ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Sentir “ressaca” ou cansaço com antidepressivos pode acontecer, especialmente após algum tempo de uso. Isso indica que talvez seja necessário ajustar a medicação ou considerar outras opções para melhorar seu bem-estar. Quer uma avaliação especializada para encontrar o tratamento ideal para você? Estou à disposição para ajudar!


  • Bom dia. Estou tomando ansitec 10 mg 2 vezes ao dia e tô sentindo dor no peito e insônia. Estou no 2

    Bom dia. Estou tomando ansitec 10 mg 2 vezes ao dia e tô sentindo dor no peito e insônia. Estou no 2° dia de tratamento. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Dor no peito e insônia nos primeiros dias podem ser efeitos colaterais, mas é importante avaliar com cuidado. Recomendo procurar um acompanhamento médico para ajustar seu tratamento com segurança. Precisa de ajuda para um acompanhamento personalizado? Estou à disposição!


  • após períodos severos de abstinência do clonazepam 2mg por interrupção abrupta,retomei o uso do remè

    após períodos severos de abstinência do clonazepam 2mg por interrupção abrupta,retomei o uso do remèdio,isso pode ter trazido algum risco,consequências,ou apenas o alívio dos sintomas de abstinência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Retomar o clonazepam após abstinência abrupta pode aliviar sintomas, mas o uso deve ser sempre acompanhado por um profissional para evitar riscos e garantir segurança. Precisa de orientação segura e acompanhamento personalizado? Estou aqui para ajudar!


  • Olá, gostaria de saber se o antidepressivo cloridrato de bupropiona pode cortar o efeito do anticonc

    Olá, gostaria de saber se o antidepressivo cloridrato de bupropiona pode cortar o efeito do anticoncepcional cerazette? Grata.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! A bupropiona não costuma interferir na eficácia do anticoncepcional Cerazette. Para mais dúvidas ou orientação personalizada, estou à disposição para ajudar no seu cuidado. Conte comigo!


  • Passaram para minha tia, venlafaxina de 150 e lítio de 300 de manhã e à noite clô de 75 com alprazol

    Passaram para minha tia, venlafaxina de 150 e lítio de 300 de manhã e à noite clô de 75 com alprazolam de 2 Mg e lítio de 300 .Ela tinha horror de álcool após essa medicação ficou alcoólatra. Pode ter ligação com esses remédios?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Essas medicações não costumam causar alcoolismo, mas alterações no comportamento podem ocorrer e precisam ser avaliadas cuidadosamente. É fundamental um acompanhamento médico para ajustar o tratamento e garantir a segurança dela. Precisa de orientação especializada? Estou aqui para ajudar!


  • Tomando pamelor de 10 mg tem 4 dias e estou me sentindo agitada é normal?

    Tomando pamelor de 10 mg tem 4 dias e estou me sentindo agitada é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Oi! Sentir agitação nos primeiros dias com Pamelor pode acontecer — é um efeito colateral comum no início e costuma passar com o tempo. Mas se estiver te incomodando, vale sim reavaliar a dose ou o horário com acompanhamento profissional.
    Se você está em tratamento e quer um acompanhamento mais próximo, com escuta, ajustes individualizados e cuidado real, estou aqui pra te ajudar.
    Seu bem-estar merece atenção e acolhimento — vamos cuidar disso juntos.


  • É normal ter recaídas no tratamento de depressão e ansiedade? Estou afastada do trabalho porém meu a

    É normal ter recaídas no tratamento de depressão e ansiedade? Estou afastada do trabalho porém meu afastamento acaba essa semana e tive recaídas fortes nas duas últimas semanas e não me sinto preparada ainda pra lidar com pressão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Muito obrigada por compartilhar como você está se sentindo — é fundamental reconhecer que recaídas fazem parte do processo de tratamento da depressão e da ansiedade.
    Elas são normais e não significam que o tratamento não está funcionando, mas sim que seu corpo e sua mente ainda estão se ajustando. É muito comum enfrentar momentos mais difíceis, especialmente em períodos de transição, como o retorno ao trabalho.
    O importante agora é não se cobrar demais e buscar apoio, seja com seu médico, terapeuta ou pessoas próximas. Se você ainda não se sente preparada para lidar com a pressão, vale conversar com seu médico para avaliar a melhor forma de seguir, ajustando o tratamento e criando estratégias para você retomar suas atividades com mais segurança.
    Lembre-se: você não está sozinha nesse caminho e é fundamental cuidar do seu ritmo e bem-estar. Se precisar, estou aqui para ajudar a acompanhar você de perto e apoiar sua recuperação.


  • Iniciei o uso de desvenlafaxina 100 mg e percebo que em alguns momentos tenho batidas irregulares. N

    Iniciei o uso de desvenlafaxina 100 mg e percebo que em alguns momentos tenho batidas irregulares. Não ocorrem todo dia, é uma vez a cada 2 dias, etc. Eu treinei nesse período e não senti alteração durante os treinos. É normal do medicamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Oi! Obrigada por dividir isso — é muito importante observar e relatar o que você está sentindo durante o início do tratamento.
    A desvenlafaxina pode, sim, causar algumas alterações no ritmo cardíaco em algumas pessoas, especialmente nas primeiras semanas. Essas sensações de batidas irregulares (ou “pulos no coração”) costumam ser leves, transitórias e, na maioria dos casos, não representam risco. O fato de você conseguir treinar normalmente e não sentir nada durante os exercícios é um bom sinal.
    Mas mesmo que seja algo pontual, vale a pena monitorar e conversar com seu médico. Às vezes, é só o organismo se adaptando — mas é importante descartar qualquer outro fator.
    Se você quiser um acompanhamento mais próximo, com espaço para conversar sobre os efeitos e ajustar o tratamento com segurança e escuta ativa, estou por aqui.


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