Perguntas do paciente (138)

  • Minha mãe teve essa doença ela faleceu a 20 dias eu queria saber porq os médicos sabem tão pouco des

    Minha mãe teve essa doença ela faleceu a 20 dias eu queria saber porq os médicos sabem tão pouco dessa doença, levou 5 anos para se identificar oque ela tinha deram diagnóstico de tudo menos de pick e quando foi identificado nos preferimos que ela ficasse sem remédios pois os remédios deixavam ela transtornada e agora no final teve médicos que disse que nunca ouviu falar nessa doença e no atestado de óbito foi escrito que a causa do falecimento foi de pneumonia e demência em estado avançado sem identificação, ela viveu 20 anos com a doença.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Antes de tudo, receba meus sentimentos sinceros pela perda da sua mãe. Viver o luto após acompanhar alguém com uma doença neurodegenerativa é uma experiência profundamente dolorosa — e quando esse caminho é marcado por incertezas, diagnósticos imprecisos e falta de apoio, tudo se torna ainda mais difícil.
    A demência frontotemporal do tipo Pick é, infelizmente, uma das formas mais desafiadoras e menos compreendidas de demência, tanto pela sua raridade quanto pela forma atípica como se manifesta — muitas vezes com alterações de comportamento, personalidade e linguagem, o que leva a diagnósticos errados ao longo de anos.
    É verdade: a falta de conhecimento entre profissionais da saúde ainda é uma realidade em muitos contextos, especialmente quando falamos de doenças neurodegenerativas raras. E isso reforça a importância da atualização médica contínua, da escuta qualificada e do cuidado interdisciplinar centrado no paciente e na família.
    Seus relatos sobre os efeitos colaterais dos medicamentos e a escolha de priorizar o bem-estar da sua mãe mostram o quanto o cuidado precisa ser individualizado e respeitoso com a pessoa e sua história. Já no fim da vida, é comum que o atestado de óbito registre as complicações secundárias (como pneumonia) associadas à condição de base, mesmo quando o diagnóstico não foi totalmente fechado.
    Acredito na escuta ativa, no cuidado com afeto e na busca por diagnósticos precisos que respeitem o tempo de cada paciente — e da sua família. Se você está passando por um luto difícil, com dúvidas não resolvidas ou em busca de acolhimento emocional, estou à disposição para te acompanhar com respeito, empatia e conhecimento.
    Você não está sozinho(a). Estou aqui para cuidar — de você, da sua história, e do que for preciso para seguir. Seu relato é importante, e merece ser ouvido.


  • Estou tomando Escitalopram 5mg há 12 dias, no início conseguia dar conta dos efeitos colaterais que

    Estou tomando Escitalopram 5mg há 12 dias, no início conseguia dar conta dos efeitos colaterais que eram muitos, como tremedeira, taquicardia, agitação, mente confusa o tempo todo, náuseas e apatia. Ontem tive uma crise que precisei parar na emergência de tão forte que foi. A agitação, inquietação, taquicardia, vontade de sair correndo, medo, sensação que nada é real, que não sei onde estou e nem conheço as pessoas surgiram. Nenhum ansiolítico faz efeito pra me acalmar, devo descontinuar o medicamento? marquei volta na psiquiatra mas sinto que vou enlouquecer até lá me ajudem

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Primeiramente, quero te parabenizar por buscar ajuda — reconhecer o que está sentindo e procurar orientação é um passo muito importante no cuidado com a saúde mental.
    O que você está relatando pode, sim, estar relacionado ao início do uso do escitalopram. É comum que, nas primeiras semanas, algumas pessoas apresentem um aumento da ansiedade, agitação, sintomas físicos como taquicardia, desconforto emocional intenso e até crises de pânico. Embora essa fase geralmente seja transitória, quando os efeitos colaterais são tão intensos a ponto de levar à emergência, como no seu caso, é fundamental reavaliar o tratamento com um psiquiatra o quanto antes.
    Você fez o certo ao buscar atendimento emergencial e já ter uma nova consulta marcada. Enquanto isso, o ideal é não fazer ajustes por conta própria, mas buscar um acolhimento clínico que possa te acompanhar de forma mais próxima nesse momento tão delicado.
    Na minha abordagem, ofereço um cuidado individualizado e humanizado, sempre com atenção aos efeitos que cada pessoa pode apresentar com o uso de medicações. Se estiver em busca de uma segunda opinião ou de um acompanhamento mais próximo e acolhedor, estou à disposição para te ajudar a passar por essa fase com mais segurança e tranquilidade.
    Você não está sozinho (a) — e sim, há caminhos mais leves para o seu tratamento.


  • Uma dúvida: o que aconteceria se colocássemos eletrodos nas áreas responsáveis pela "atração sexual"

    Uma dúvida: o que aconteceria se colocássemos eletrodos nas áreas responsáveis pela "atração sexual" (núcleo accumbens, hipotálamo...) e fizessemos a estimulação durante um período seguido vendo imagens de mulheres? Digo isso pois perdi a libido e ja tentei de tudo (testosterona, terapia...). Podem me dar um retorno? Estou desesperado!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Agradeço por compartilhar sua situação com tanta sinceridade. Entendemos o quanto a perda da libido pode impactar o bem-estar e a qualidade de vida, e é totalmente compreensível que esteja buscando alternativas.
    A estimulação de áreas cerebrais como o núcleo accumbens e o hipotálamo é uma linha de pesquisa em neurociência, mas ainda não há protocolos clínicos amplamente estabelecidos ou aprovados para esse tipo de tratamento voltado à libido, especialmente fora de ambientes estritamente controlados de pesquisa.
    Entretanto, existem abordagens integradas e mais seguras que podem ser exploradas, especialmente quando tratamentos convencionais como reposição hormonal ou terapia não trouxeram os resultados esperados. Cada caso é único, e uma avaliação clínica aprofundada pode ajudar a identificar causas multifatoriais — incluindo aspectos neurológicos, hormonais, psicológicos e comportamentais — que muitas vezes passam despercebidos.
    Se desejar, podemos agendar uma consulta para entender melhor seu histórico e traçar um plano terapêutico individualizado, com base em evidências e voltado às suas necessidades específicas. Será um prazer poder ajudar você nesse processo.
    Atenciosamente,
    Dra. Karen Betz


  • Meu filho de 13 anos toma fluoxetina e agora ela mandou tomar equilid 50mg, estou insegura, pode faz

    Meu filho de 13 anos toma fluoxetina e agora ela mandou tomar equilid 50mg, estou insegura, pode fazer muito efeito ruim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Compreendo totalmente sua preocupação — é absolutamente natural sentir-se insegura diante da introdução de uma nova medicação para seu filho, especialmente em se tratando de um adolescente.
    A fluoxetina é um antidepressivo bem estabelecido e frequentemente utilizado em crianças e adolescentes, com indicações específicas e boa base científica. Já o Equilid (sulpirida) é um antipsicótico leve, que pode ser prescrito em doses baixas para sintomas como ansiedade intensa, agitação, irritabilidade ou alterações no humor, mesmo que o quadro não envolva psicose. A dose de 50 mg é considerada baixa e, em muitos casos, é bem tolerada.
    No entanto, toda medicação tem potencial para efeitos colaterais, especialmente no início do uso. Os mais comuns com a sulpirida incluem sonolência, alterações no sono, sintomas gastrointestinais leves ou, em casos menos frequentes, efeitos hormonais. Por isso, é fundamental que o uso seja feito com acompanhamento médico regular, avaliando de perto a resposta clínica e possíveis reações adversas.
    Se você está insegura, recomendo conversar diretamente com o(a) médico(a) que acompanha seu filho, para esclarecer os motivos da prescrição e entender os objetivos do tratamento. Caso ainda se sinta desconfortável, buscar uma segunda opinião é sempre um direito e pode trazer mais segurança para você e para ele.
    Fico à disposição para uma avaliação cuidadosa, caso deseje discutir o caso com mais profundidade. A saúde mental na adolescência exige uma abordagem técnica, mas também muito humana — e estou aqui para oferecer ambas.
    Atenciosamente, Dra. Karen Betz


  • Eu uso mitarzapina, quetiapina, trazodona, lítio e imipramina...a alguma interação perigosa?

    Eu uso mitarzapina, quetiapina, trazodona, lítio e imipramina...a alguma interação perigosa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá,
    Agradeço por compartilhar essa informação — é muito importante e mostra sua responsabilidade com o tratamento.
    Você mencionou o uso de mirtazapina, quetiapina, trazodona, lítio e imipramina. Essa combinação envolve medicamentos potentes, com indicações específicas para transtornos do humor, depressões resistentes e quadros mais complexos. Embora, em alguns casos, esse tipo de associação seja necessário e eficaz, ela também requer cautela clínica, pois sim, há risco de interações importantes.
    Alguns pontos que precisam ser monitorados de perto:
    Sedação excessiva, principalmente pela sobreposição de medicamentos com perfil sedativo (quetiapina, mirtazapina e trazodona);
    Prolongamento do intervalo QT, que pode afetar a função cardíaca — especialmente com o uso conjunto de antidepressivos tricíclicos, como a imipramina;
    Interações com o lítio, que precisa de controle rigoroso da dosagem no sangue (litemia), além da função renal e tireoidiana;
    Risco aumentado de síndrome serotoninérgica, embora raro, é algo que precisa ser considerado ao se combinar vários antidepressivos.
    Em resumo: não é que a combinação seja necessariamente errada, mas ela precisa de uma supervisão psiquiátrica constante, com avaliação clínica e exames periódicos para garantir segurança e eficácia.
    Se você sentir que seu acompanhamento atual não está sendo suficiente ou se quiser uma segunda opinião para revisar seu tratamento com calma, fico à disposição. Será um prazer acolher você para uma consulta, entender melhor seu histórico e pensar, juntos, em um plano terapêutico que seja realmente seguro e ajustado às suas necessidades.
    Conte comigo.
    Atenciosamente, Dra. Karen Betz.


  • a abstinência do clonazepam pode desencadear paranoia,aflição,sintomas psicóticos?

    a abstinência do clonazepam pode desencadear paranoia,aflição,sintomas psicóticos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá,
    Sua pergunta é muito importante — e traz à tona um ponto que, infelizmente, ainda é pouco discutido com a profundidade necessária: os efeitos da retirada do clonazepam, especialmente quando ocorre de forma abrupta ou sem acompanhamento adequado.
    O clonazepam é uma benzodiazepina com efeito ansiolítico, anticonvulsivante e sedativo. Quando utilizado por um período prolongado, o organismo pode desenvolver uma dependência física e, em muitos casos, também emocional. A retirada súbita ou mal conduzida pode sim desencadear sintomas intensos, entre eles:
    Ansiedade acentuada, sensação de aflição ou angústia física e mental;
    Insônia severa;
    Irritabilidade e agitação intensa;
    Em alguns casos, sintomas paranoides, confusão mental ou até quadros psicóticos transitórios, especialmente se houver uma predisposição prévia ou uso de doses altas por tempo prolongado.
    É por isso que o desmame do clonazepam deve sempre ser feito de forma lenta, gradual e sob supervisão psiquiátrica, com monitoramento dos sintomas e, quando necessário, o uso de estratégias terapêuticas complementares (como psicoterapia ou ajustes com outras medicações mais seguras a longo prazo).
    Se você está passando por esse processo ou se sente insegura(o) em relação ao uso atual do clonazepam, não precisa passar por isso sozinha(o). Estou à disposição para uma avaliação cuidadosa, onde poderemos conversar sobre seu histórico, entender o papel do medicamento na sua vida hoje e traçar um plano seguro, respeitoso e individualizado — com foco em recuperar seu bem-estar, com autonomia e estabilidade emocional.
    Será um prazer te acompanhar nessa jornada com responsabilidade e acolhimento.
    Atenciosamente, Dra. Karen Betz.


  • Boa noite. O psiquiatra me receitou Onlazapina 15mg + Quetiapina 25mg + topiramato 100mg para tomar

    Boa noite. O psiquiatra me receitou Onlazapina 15mg + Quetiapina 25mg + topiramato 100mg para tomar a noite ( regularizar o sono é a principal função já que "sofro" de insônia severa e tenho TDAH e Tag. ) Esses medicamentos combinados podem impedir de eu acordar pela manhã, tomando todos os dias às 20h? Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Boa tarde,
    Agradeço por compartilhar sua situação com tanta clareza — isso mostra o quanto você está comprometida com seu tratamento, o que é essencial para alcançar resultados positivos.
    A combinação de Olanzapina 15 mg, Quetiapina 25 mg e Topiramato 100 mg tem um objetivo bastante comum em casos como o seu, em que lidamos com insônia severa associada a TDAH e TAG (transtorno de ansiedade generalizada). Esses medicamentos atuam de forma complementar: a Olanzapina e a Quetiapina têm efeito sedativo e estabilizador do humor, enquanto o Topiramato pode auxiliar na regulação da impulsividade e no sono — especialmente em doses noturnas.
    No entanto, é importante destacar que, especialmente nas primeiras semanas de uso ou em doses mais altas, pode sim haver sonolência intensa pela manhã ou até dificuldade de acordar com disposição. Isso não significa que a combinação seja inadequada, mas sim que precisa de monitoramento cuidadoso e, muitas vezes, de ajustes finos na dose ou no horário de tomada.
    Se você está sentindo que está “apagada” ao acordar ou com dificuldade de funcionar pela manhã, esse é um sinal que deve ser levado ao seu psiquiatra. O objetivo do tratamento é restaurar seu sono sem comprometer sua qualidade de vida diurna.
    Fico à disposição para oferecer uma avaliação atenta e individualizada. Caso deseje uma segunda opinião ou acompanhamento mais próximo, será um prazer conversar com você, entender sua rotina, sintomas e ajustar o plano terapêutico para que ele funcione de verdade — com equilíbrio entre sono, foco e bem-estar emocional.
    Conte comigo.
    Atenciosamente, Dra. Karen Betz.


  • Estou tomando Exodus de manhã e Donaren 50mg a noite, porém estou gripada e pensei em tomar um Decon

    Estou tomando Exodus de manhã e Donaren 50mg a noite, porém estou gripada e pensei em tomar um Decongex durante o dia para aliviar sintomas da gripe . Teria algum problema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá,
    Obrigada por compartilhar sua dúvida — é muito importante ter esse cuidado ao associar medicações, especialmente quando estamos em tratamento psiquiátrico.
    Você mencionou o uso de Exodus (escitalopram) pela manhã e Donaren (trazodona 50 mg) à noite, que são frequentemente utilizados para sintomas de depressão, ansiedade e dificuldades com o sono. Ambos atuam no sistema nervoso central e, por isso, toda medicação adicional deve ser considerada com atenção.
    O Decongex, que é um descongestionante nasal oral, geralmente contém substâncias como pseudoefedrina ou fenilefrina, que têm ação estimulante e vasoconstritora. Elas podem, sim, interagir com antidepressivos como o escitalopram, elevando o risco — mesmo que baixo — de aumento da pressão arterial, agitação, insônia e, em casos raros, efeitos relacionados à serotonina, especialmente se usados em doses mais altas ou por períodos prolongados.
    Se for apenas uso pontual durante o dia para aliviar sintomas de gripe, geralmente não há contraindicação absoluta, mas é fundamental observar como seu corpo reage. Se perceber aumento da ansiedade, batimentos acelerados ou dificuldade para dormir, suspenda e procure orientação.
    De toda forma, se você estiver com sintomas gripais intensos, podemos pensar em outras opções mais seguras e bem toleradas durante o tratamento psiquiátrico, como antitérmicos e anti-histamínicos mais neutros, dependendo do seu quadro clínico geral.
    Caso você tenha dúvidas frequentes sobre o que pode ou não combinar com sua medicação, ou se sentir que o tratamento pode ser revisto com mais calma, fico à disposição para uma avaliação mais ampla. Será um prazer te acompanhar com segurança, acolhimento e foco no seu bem-estar integral — inclusive nos detalhes do dia a dia, como agora.
    Conte comigo.
    Atenciosamente, Dra. Karen Betz


  • Tomo quetiapina de 50mg de liberação prolongada junto atensina 100mg. Não tenho pressão alta. Pode d

    Tomo quetiapina de 50mg de liberação prolongada junto atensina 100mg. Não tenho pressão alta. Pode dar problema na minha pressão arterial o uso de atensina com quetiapina ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá,

    Sua dúvida é extremamente pertinente — e fico feliz por você estar atento (a) ao que está tomando, pois essa é uma parte essencial do cuidado com a saúde mental.
    A combinação de quetiapina 50 mg de liberação prolongada com Atensina (clonidina 100 mcg) pode, sim, ter impacto sobre a pressão arterial, mesmo em pessoas que não têm histórico de hipertensão. Ambas as medicações podem causar redução da pressão arterial, principalmente nos primeiros dias de uso ou com aumentos de dose. Isso pode se manifestar com sintomas como tontura ao levantar, fraqueza, sonolência excessiva ou sensação de "queda de energia" ao longo do dia.
    No entanto, isso não significa que a combinação esteja errada — em muitos casos, ela é usada de forma segura, especialmente em quadros como TDAH, ansiedade, distúrbios do sono ou impulsividade, desde que com o acompanhamento adequado.
    O ponto mais importante é: esse tipo de prescrição exige avaliação contínua, com ajustes individualizados e monitoramento dos efeitos no seu corpo. Nenhum tratamento deve ser padronizado ou “automático” — ele precisa fazer sentido para sua realidade, seu organismo e sua rotina.
    Se você está se sentindo inseguro (a) ou com efeitos colaterais que estão atrapalhando seu dia a dia, ou mesmo se só quiser revisar o tratamento com mais calma e cuidado, fico à disposição. Será um prazer te receber, entender seu quadro por completo e pensar junto com você na melhor abordagem, com segurança, escuta e acolhimento.
    Você não precisa conduzir esse processo sozinho (a) — e merece um tratamento que realmente funcione para você.
    Atenciosamente, Dra. Karen Betz.


  • . Qual é o papel da família no tratamento psiquiátrico?

    . Qual é o papel da família no tratamento psiquiátrico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    A participação da família no tratamento psiquiátrico é fundamental e pode fazer toda a diferença na evolução clínica e emocional da pessoa em cuidado. Quando bem orientada e envolvida, a família não apenas oferece apoio, mas também se torna parte ativa do processo de recuperação e estabilidade.
    O que a família pode oferecer:
    Apoio emocional e escuta empática, criando um ambiente mais acolhedor e menos estigmatizante.
    Observação de sintomas e comportamentos, colaborando com o profissional no monitoramento do tratamento.
    Estímulo à adesão medicamentosa e terapêutica, ajudando a manter a continuidade do cuidado.
    Participação em orientações ou psicoeducações familiares, que ajudam a entender o transtorno e lidar com ele de forma mais saudável e colaborativa.
    Redução de recaídas, ao proporcionar uma rede de suporte estável, com menos conflitos e mais compreensão.
    Quando a família é bem orientada, o tratamento se torna mais leve, mais eficaz e mais humano.
    Se você está em tratamento ou tem um familiar que enfrenta dificuldades de saúde mental, saiba que o envolvimento da família pode ser um ponto de virada no processo terapêutico.
    Ofereço acompanhamento especializado, com espaço também para orientações familiares, psicoeducação e suporte emocional, sempre com foco na melhora global da qualidade de vida de todos os envolvidos.
    Fique à vontade para agendar uma conversa — estou aqui para caminhar ao seu lado com cuidado, profissionalismo e escuta ativa.


  • Olá, bom dia. sou uma garota de 19 anos, nunca tive relações sexuais com ninguém, sou do caps, tomo

    Olá, bom dia. sou uma garota de 19 anos, nunca tive relações sexuais com ninguém, sou do caps, tomo 2 comprimidos de citalopram 20mg de manhã, risperidona de 2mg e 3 comprimidos de clomipramina 25 mg a noite, minha menstruação atrasou desde que a dose de clomipramina foi aumentada, não menstruei mês passado e nem nesse mês ainda, é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Muito obrigada por compartilhar com tanta clareza o que está vivendo — esse tipo de atenção ao seu corpo e ao tratamento é muito importante e mostra cuidado com sua saúde física e emocional.
    Sobre a menstruação atrasada, sim, é possível que esteja relacionada ao uso dos medicamentos, especialmente em combinação.
    A risperidona, que você toma à noite, pode afetar a produção de um hormônio chamado prolactina. Quando esse hormônio está elevado, pode causar alterações no ciclo menstrual, como atrasos ou até a suspensão da menstruação.
    A clomipramina e o citalopram também podem interferir, indiretamente, no funcionamento hormonal e no ciclo, embora isso ocorra com menor frequência.
    Como você relatou que o atraso começou após o aumento da dose da clomipramina, pode haver uma influência conjunta dos medicamentos nesse desequilíbrio.
    Converse com o(a) profissional que te acompanha no CAPS para que eles avaliem se é necessário fazer exames, como dosagem de prolactina ou outros hormônios.
    Em muitos casos, essa alteração é reversível e controlável, especialmente com acompanhamento contínuo.
    É importante também manter o acompanhamento ginecológico, mesmo sem vida sexual ativa, para garantir que está tudo bem com seu ciclo e saúde reprodutiva.
    Se você sentir que esses efeitos estão te incomodando ou te deixando insegura, saiba que é possível ajustar o tratamento de forma cuidadosa, respeitando sua história e seu bem-estar.
    Ofereço acompanhamento humanizado e individualizado, com foco em transtornos emocionais, efeitos colaterais e qualidade de vida durante o uso de psicotrópicos, sempre com escuta atenta e respeito ao seu ritmo.
    Fique à vontade para agendar uma conversa — será um prazer caminhar com você nesse processo de forma acolhedora e segura. Você não está sozinha.


  • Tenho ansiedade que me causa dificuldade de respirar, principalmente a noite quando percebo que vou

    Tenho ansiedade que me causa dificuldade de respirar, principalmente a noite quando percebo que vou pegar no sono parece que parei de respirar e preciso acordar pra puxar ar. Estou na fluoxetina faz uma semana. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Muito obrigada por compartilhar seu relato — isso mostra o quanto você está atento(a) à sua saúde, e isso é essencial em qualquer processo de cuidado emocional.
    O que você descreve é bastante comum em quadros de ansiedade, especialmente quando o corpo começa a relaxar para dormir. Muitas pessoas com ansiedade relatam a sensação de sufocamento, interrupção da respiração ou susto ao adormecer, o que está diretamente relacionado à hipervigilância do sistema nervoso, característica de quem vive com níveis elevados de tensão.
    Além disso, você está iniciando o uso da fluoxetina, que costuma levar de 2 a 4 semanas para começar a agir de forma mais consistente. Nesse período inicial, é possível observar oscilações na ansiedade, e até um leve aumento temporário dos sintomas em algumas pessoas.
    Essa sensação geralmente não está relacionada a um problema respiratório real, mas sim a um sinal do corpo reagindo ao estado ansioso.
    Técnicas de respiração diafragmática, relaxamento muscular progressivo e higiene do sono podem ser grandes aliadas nesse momento.
    Se os sintomas persistirem ou se tornarem mais intensos, é fundamental conversar com o profissional que está te acompanhando — ajustes de dose, estratégias complementares ou suporte terapêutico podem ajudar bastante.
    Se você está se sentindo inseguro(a) nesse início de tratamento, saiba que não precisa passar por isso sozinho(a). Ofereço acompanhamento personalizado com foco em ansiedade, monitoramento medicamentoso e estratégias práticas para melhorar o sono e a qualidade de vida.
    Fique à vontade para agendar uma conversa — será um prazer te ajudar com escuta atenta, orientação clara e cuidado individualizado. Você merece respirar com mais leveza — por dentro e por fora.


  • Fluoxetina pode causar espasmos musculares? É normal?

    Fluoxetina pode causar espasmos musculares? É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Essa é uma dúvida importante, e sim — em alguns casos, a fluoxetina pode estar associada a espasmos musculares leves ou contrações involuntárias, especialmente nas primeiras semanas de uso ou quando há ajuste de dose.
    Esses sintomas são considerados efeitos colaterais menos comuns, mas possíveis, pois a fluoxetina atua nos níveis de serotonina, um neurotransmissor que também influencia a função neuromuscular.
    Se os espasmos forem intensos, frequentes ou estiverem acompanhados de outros sintomas como rigidez, febre, sudorese intensa ou confusão mental, é fundamental procurar atendimento imediatamente, pois pode indicar um quadro mais raro, como a síndrome serotoninérgica.
    Se forem leves e passageiros, podem ser apenas parte do processo de adaptação do organismo à medicação.
    Se você está passando por esses sintomas ou tem dúvidas sobre os efeitos da fluoxetina, saiba que não é necessário lidar com isso sozinho(a). Um acompanhamento próximo pode ajudar a ajustar a medicação, reduzir efeitos colaterais e melhorar sua resposta ao tratamento.
    Ofereço um atendimento individualizado e humanizado, com foco em segurança, bem-estar e equilíbrio emocional ao longo do tratamento.
    Será um prazer te acompanhar nesse processo com cuidado, escuta e responsabilidade.

    Fique à vontade para entrar em contato e agendar uma conversa!


  • É possível ter psicopatia e esquizofrenia junto? Um psicopata pode ser esquizofrênico?

    É possível ter psicopatia e esquizofrenia junto? Um psicopata pode ser esquizofrênico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Essa é uma dúvida muito comum, e é importante respondê-la com base em conhecimento técnico, mas também com sensibilidade.
    A psicopatia e a esquizofrenia são condições distintas, com origens, sintomas e critérios diagnósticos diferentes. No entanto, embora raros, casos em que uma pessoa apresenta características de ambos os quadros podem acontecer.
    Uma pessoa com esquizofrenia pode apresentar comportamentos agressivos ou frios, mas isso geralmente está relacionado aos sintomas psicóticos (como delírios paranoides), e não à psicopatia em si.
    Já um indivíduo com traços psicopáticos pode desenvolver psicoses induzidas por substâncias, traumas ou mesmo esquizofrenia, embora essa combinação seja rara e complexa.
    O diagnóstico diferencial exige avaliação criteriosa por um profissional de saúde mental com experiência em transtornos de personalidade e psicose.
    Se você ou alguém próximo está passando por um quadro de difícil compreensão — com comportamentos preocupantes, isolamentos, impulsividade ou alterações na percepção da realidade —, não precisa enfrentar isso sozinho(a).
    Ofereço acompanhamento especializado com foco em avaliação diagnóstica precisa, escuta qualificada e plano terapêutico individualizado. Em situações mais complexas, o cuidado profissional pode ser decisivo para restabelecer equilíbrio e qualidade de vida.
    Fique à vontade para agendar uma conversa — estou à disposição para acolher, orientar e caminhar ao seu lado com seriedade e respeito.


  • Tenho transtorno bipolar, faço uso de sertralina, depakene, Rivotril em desmame e trazodona para dor

    Tenho transtorno bipolar, faço uso de sertralina, depakene, Rivotril em desmame e trazodona para dormir. Sinto indisposição, falta de concentração e memória. Fui à uma consulta com uma médica clínica e devido à esses sintomas, ela me passou Ginkgo Biloba. Gostaria de saber se posso tomar o Ginkgo Biloba junto com essas medicações.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Ola! O Ginkgo Biloba não é formalmente contraindicado com essas medicações, mas requer acompanhamento, especialmente por potencial aumento do risco de sangramento com sertralina e possíveis alterações na ação de medicamentos psicotrópicos.
    Alem disso, não há evidência robusta de que o Ginkgo realmente melhore concentração ou memória em transtornos do humor.
    No seu caso, sugiro uma avaliacao com psiquiatra, pois seria o profissional mais capacitado para ajustar e monitorar seus medicamentos.


  • A garcinia do camboja pode ser tomada com a venlafaxina 150mg e bupropiona 300mg.

    A garcinia do camboja pode ser tomada com a venlafaxina 150mg e bupropiona 300mg.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Ola! Sua pergunta é muito pertinente, especialmente considerando o perfil estimulante da Garcinia cambogia e o uso de dois antidepressivos potentes: venlafaxina (150 mg) e bupropiona (300 mg). É desaconselhável o uso de Garcinia cambogia com venlafaxina e bupropiona sem acompanhamento médico.
    Mesmo sendo um suplemento "natural", os efeitos sobre neurotransmissores e o fígado podem ser problemáticos com antidepressivos, especialmente em doses altas como as suas. Fale com seu psiquiatra: pode haver alternativas mais seguras.


  • Parei de tomar fluoxetina vai fazer uma semana (meu tratamento foi de somente dois meses para tratar

    Parei de tomar fluoxetina vai fazer uma semana (meu tratamento foi de somente dois meses para tratar uma ansiedade leve e síndrome do pânico).
    Ando sentindo minha cabeça estranha, como se estivesse pesada, sensação de estranhamente, esquecimento e raciocínio lento.
    No mais, sinto que minha ansiedade e pânico melhoraram muito em alguns aspectos.
    Esses sintomas de estranhamento são normais?
    Há alguma dica de como aliviar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Obrigada por compartilhar sua experiência.
    Os sintomas que você está sentindo — como cabeça pesada, sensação de estranhamento, esquecimentos e raciocínio lento — podem estar relacionados à interrupção recente da fluoxetina, mesmo após um período relativamente curto de uso.
    Embora a fluoxetina tenha uma meia-vida longa (ou seja, permanece mais tempo no organismo), algumas pessoas ainda podem apresentar sintomas leves de descontinuação ou adaptação neurológica após a suspensão, especialmente se a parada não foi gradual.
    Esses sintomas são, em muitos casos, transitórios e costumam melhorar ao longo de dias a poucas semanas, à medida que o organismo se reequilibra.
    Algumas sugestões que podem ajudar a aliviar esse desconforto:
    Manter uma rotina regular de sono, alimentação e exercícios leves.
    Evitar álcool, cafeína em excesso e estresse físico ou emocional, que podem agravar a sensação de estranhamento.
    Técnicas de respiração podem ajudar bastante, principalmente se você já lida com ansiedade.
    Se possível, evite tomar decisões importantes nesse período em que o raciocínio parece mais lento.
    No entanto, se os sintomas persistirem por mais de duas semanas, se intensificarem ou começarem a impactar sua rotina de forma significativa, o ideal é procurar um psiquiatra. Pode ser necessário reavaliar a retirada da medicação ou considerar outras abordagens para manter o progresso que você já teve.
    Parabéns por cuidar da sua saúde mental com responsabilidade! Ficar atento ao seu corpo e mente é um passo muito importante na recuperação.


  • Tô tendo agitação e corpo esquentando,aperto no peito, desconcentrada,estou tomando desvenlafaxina a

    Tô tendo agitação e corpo esquentando,aperto no peito, desconcentrada,estou tomando desvenlafaxina a um mês,seria melhor esperar mais alguns dias ou devo procurar psiquiatra? Tô fazendo acompanhamento com o clínico geral,mas não com o psiquiatra!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Os sintomas que você está relatando — como agitação, sensação de calor no corpo, aperto no peito e dificuldade de concentração — podem estar relacionados ao uso da desvenlafaxina, especialmente nas primeiras semanas de tratamento. No entanto, também podem indicar uma reação adversa ou até um quadro de ansiedade exacerbada, que merece atenção.
    Embora o clínico geral possa acompanhar o início do tratamento, a avaliação com um psiquiatra é altamente recomendada, principalmente porque:
    - A desvenlafaxina é um antidepressivo que atua em neurotransmissores sensíveis e pode causar efeitos colaterais importantes.
    - Os sintomas que você está sentindo podem exigir ajuste de dose, mudança de medicação ou apenas um acompanhamento mais especializado para garantir sua segurança e bem-estar.
    Portanto, mesmo que esteja fazendo o acompanhamento com o clínico, o ideal é procurar um psiquiatra o quanto antes, principalmente se os sintomas persistirem ou piorarem.
    Cuide-se bem, e não hesite em buscar ajuda — sua saúde mental merece atenção especializada.


  • O efeito da visao borrada do desvenlafaxina tende a passar? Porque to na primeira semana de uso do m

    O efeito da visao borrada do desvenlafaxina tende a passar? Porque to na primeira semana de uso do medicamento de 50mg e senti muito a piora da visão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Obrigada por compartilhar sua experiência — é muito importante observar e relatar qualquer mudança no início de um tratamento.
    A visão borrada nas primeiras semanas de uso da desvenlafaxina (50 mg) pode, sim, ocorrer como um efeito colateral transitório. Isso acontece porque o medicamento atua sobre neurotransmissores que também influenciam o funcionamento do sistema nervoso autônomo, podendo afetar temporariamente o foco visual e a lubrificação dos olhos.
    Esse sintoma costuma ser mais comum no início do tratamento e tende a melhorar nas próximas semanas, à medida que o organismo se adapta ao medicamento.
    No entanto, se a visão continuar muito comprometida, piorar ou vier acompanhada de outros sintomas (como dor ocular ou dor de cabeça intensa), é fundamental comunicar ao médico para uma avaliação mais detalhada.
    Em alguns casos, ajustes na dose ou na medicação podem ser necessários para garantir conforto e segurança durante o tratamento.
    Se você desejar um acompanhamento mais próximo nesse início de uso da desvenlafaxina — com foco em reduzir efeitos colaterais e garantir um tratamento mais equilibrado e personalizado — será um prazer te ajudar.
    Atendo com abordagem centrada no paciente, sempre buscando aliar ciência, escuta e qualidade de vida. Fique à vontade para agendar uma conversa — seu bem-estar visual e emocional merecem atenção especializada.


  • eu uso risperidona desde 2007. se o médico proceder com o desmame, quais serão as sequelas cognitiva

    eu uso risperidona desde 2007. se o médico proceder com o desmame, quais serão as sequelas cognitivas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karen Aguirres Guerra Lenz Betz

    Olá! Agradeço por compartilhar sua história — usar a risperidona desde 2007 certamente envolve um acompanhamento cuidadoso, e é compreensível ter dúvidas sobre os efeitos de uma possível suspensão.
    A retirada gradual (desmame) da risperidona, quando feita com acompanhamento profissional, pode ser segura em muitos casos. No entanto, cada organismo reage de forma única, especialmente após um uso prolongado como o seu. Em relação às questões cognitivas, aqui estão alguns pontos importantes:
    Algumas pessoas relatam dificuldade de concentração, lentidão no raciocínio ou lapsos de memória leves no período de adaptação, especialmente nas primeiras semanas.
    Esses sintomas costumam ser transitórios, relacionados ao reequilíbrio do sistema nervoso, e não significam uma sequela permanente.
    Há casos em que a função cognitiva melhora após a retirada, principalmente se a risperidona estiver sendo usada em uma dose mais alta do que a necessária para o momento atual.
    Fatores que influenciam a resposta:
    Tempo de uso e dosagem
    Outros medicamentos em uso
    Estado atual de saúde mental e neurológica
    Qualidade do sono, alimentação e rotina
    Por isso, o desmame precisa ser muito bem planejado, com acompanhamento de perto para evitar efeitos indesejados e garantir que sua cognição e qualidade de vida sejam preservadas ao máximo.
    Se você estiver pensando em rever seu tratamento ou buscar uma segunda opinião especializada, será um prazer te acompanhar nesse processo. Trabalho com foco em reavaliação medicamentosa, saúde mental integrativa e qualidade cognitiva, sempre respeitando a história única de cada pessoa.
    Fique à vontade para agendar uma conversa — será um privilégio caminhar com você nessa etapa com segurança, escuta e responsabilidade.


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