Perguntas do paciente (88)

  • Pensamentos ruminantes e ansiedade estão relacionados?

    Pensamentos ruminantes e ansiedade estão relacionados?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Sim, pensamentos ruminantes e ansiedade estão bastante relacionados. A ruminação ocorre quando a mente fica presa em um ciclo repetitivo de ideias, geralmente ligadas a preocupações, erros do passado ou medos em relação ao futuro. Esse processo aumenta o nível de estresse interno e pode intensificar os sintomas ansiosos.

    Na ansiedade, o cérebro tende a permanecer em estado de alerta, e isso favorece a repetição de pensamentos negativos ou catastróficos, como uma tentativa de “encontrar soluções” ou de “prever riscos”. O problema é que esse mecanismo, em vez de resolver, acaba mantendo a pessoa presa na preocupação, dificultando o relaxamento e a tomada de decisões.

    É possível aprender estratégias para lidar com esse padrão, como técnicas de manejo da ansiedade, treino de atenção plena (mindfulness) e psicoterapia, que ajudam a desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar com os próprios pensamentos.


  • Quais são os sintomas de reações emocionais exageradas?

    Quais são os sintomas de reações emocionais exageradas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Reações emocionais exageradas costumam ser identificadas quando a intensidade da resposta emocional é desproporcional ao estímulo que a desencadeou, causando sofrimento e/ou prejuízo no convívio social, familiar ou profissional.

    Alguns sintomas comuns podem incluir:
    * Explosões de raiva por motivos aparentemente pequenos
    * Crises de choro frequentes ou intensas, sem causa clara
    * Ansiedade descontrolada diante de situações cotidianas
    * Sensação de estar “à flor da pele” com frequência
    * Dificuldade em retomar o equilíbrio emocional após um evento estressante
    * Respostas impulsivas ou agressivas
    * Culpa ou arrependimento excessivo após reações intensas

    Essas manifestações podem estar ligadas a diversas condições, como estresse acumulado, transtornos de ansiedade, depressão, experiências traumáticas ou questões mal elaboradas do passado.

    É importante lembrar que nossas emoções não são “certas” ou “erradas”, elas sempre carregam um sentido. Quando parecem exageradas, é um convite para olhar com mais cuidado para aquilo que está por trás delas. Procurar acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender essas reações e construir formas mais saudáveis de lidar com as emoções.


  • O que é considerado um comportamento anormal de uma pessoa ?

    O que é considerado um comportamento anormal de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    A noção de “comportamento anormal” deve ser compreendida com cautela, pois o que é considerado “normal” ou “anormal” varia de acordo com o contexto cultural, histórico, social e individual.

    Na psicologia, geralmente consideramos um comportamento como anormal quando ele causa sofrimento significativo à pessoa ou aos que estão à sua volta, quando prejudica o funcionamento social, ocupacional ou emocional do indivíduo, ou quando foge de padrões esperados para determinada fase do desenvolvimento.

    Por exemplo, sentir tristeza após uma perda é esperado. Mas se essa tristeza se torna persistente, profunda e compromete a capacidade da pessoa de seguir sua rotina, pode indicar a necessidade de atenção profissional.

    É importante lembrar que nem todo comportamento diferente é patológico. A diversidade faz parte da experiência humana. Por isso, é sempre recomendável buscar uma escuta qualificada para compreender melhor o que está acontecendo antes de qualquer julgamento.

    Caso esteja passando por algo que cause desconforto emocional ou dúvida sobre seu comportamento ou o de alguém próximo, procurar ajuda psicológica pode ser um passo importante para compreender e cuidar da saúde mental.


  • Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico trist

    Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico triste. Também sinto falta dessa melancolia, desse vazio, mesmo que seja algo confuso para mim. Também fico desmotivado, cabisbaixo, sem ânimo pra fazer nada..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá! Obrigada por compartilhar o que você tem sentido.

    É importante saber que o que você descreve — momentos de tristeza repentina, sensação de vazio e desmotivação mesmo quando “está tudo bem” — não é incomum e pode ter diversas origens. Às vezes, essas emoções apontam para algo mais profundo que ainda não foi completamente elaborado ou compreendido.

    A sensação de “sentir falta da melancolia”, por mais paradoxal que pareça, também pode indicar que ela se tornou uma companhia familiar, ainda que desconfortável. Isso pode ter relação com experiências anteriores, padrões emocionais ou até mecanismos que o nosso psiquismo constrói para lidar com a vida.

    Buscar apoio psicológico é um passo importante para compreender essas oscilações e encontrar caminhos de cuidado mais conscientes e saudáveis. A psicoterapia oferece um espaço seguro para você investigar essas emoções com acolhimento e profundidade.

    Se sentir que precisa de ajuda para lidar com isso, estou à disposição.


  • Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s

    Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá! Sinto muito por você estar passando por esse momento tão difícil. O término de um relacionamento, especialmente quando acontece de forma inesperada, pode causar um verdadeiro abalo emocional. É natural sentir tristeza, chorar, perder o apetite ou até a motivação para atividades que antes faziam sentido — como os estudos.

    O sentimento de rejeição e a dor de ver o outro “seguindo em frente” tão rapidamente podem intensificar ainda mais essa ferida. Mas é importante lembrar: o que você está sentindo agora não define quem você é, nem o seu valor.

    Sim, procurar ajuda de um profissional pode ser muito importante nesse momento. A psicoterapia oferece um espaço de escuta, acolhimento e reconstrução, onde é possível entender melhor suas emoções, resgatar sua autoestima e, aos poucos, encontrar novos sentidos para a vida.

    Você não precisa passar por isso sozinha. Com cuidado e apoio, é possível transformar essa dor em aprendizado e fortalecimento.

    Se desejar, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.


  • É possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de rac

    É possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de raciocínio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Sim, é possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de raciocínio. O tratamento deve ser adaptado às necessidades do paciente, considerando suas dificuldades cognitivas.

    A abordagem pode incluir:
    - Terapia adaptada, com linguagem simplificada e estratégias visuais para facilitar a compreensão.
    - Treinamento de habilidades sociais, utilizando técnicas práticas e role-playing para desenvolver interações sociais mais seguras.
    - Psicoeducação, com materiais acessíveis para ajudar o paciente a reconhecer e lidar com sintomas de ansiedade.
    - Intervenção multidisciplinar, envolvendo neuropsicólogos, terapeutas ocupacionais e psiquiatras, quando necessário.

    Cada caso deve ser avaliado individualmente, respeitando o ritmo e as capacidades do paciente, garantindo um acompanhamento humanizado e eficaz.


  • É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes

    É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes inóspitos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Sim, é possível desenvolver Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) como consequência do bullying e da exposição a ambientes inóspitos. O TEPT surge após experiências vividas como traumáticas, que geram intenso medo, impotência ou horror. O bullying, por envolver agressões repetitivas, humilhações e exclusão social, pode causar um impacto emocional significativo, levando a sintomas como flashbacks, hipervigilância, evitação de situações relacionadas ao trauma e sofrimento intenso. Ambientes hostis, como locais de trabalho ou familiares opressores, também podem contribuir para o desenvolvimento do transtorno, especialmente quando há exposição prolongada ao estresse. Buscar apoio psicológico é fundamental para compreender e elaborar esses impactos.


  • Eu tenho 30 anos, sou forte, faço exercícios bebo socialmente, sou viciado em fazer sexo, eu quero f

    Eu tenho 30 anos, sou forte, faço exercícios bebo socialmente, sou viciado em fazer sexo, eu quero fazer sexo todos os dias, toda hora, se minha companheira deixasse, pois a mesma não gosta. Aí fico na dúvida será que eu, tenho algum problema ou é normal. Costumo me masturbar todos os dias para entender minhas necessidades. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    O desejo sexual varia muito entre as pessoas e pode ser influenciado por fatores biológicos, psicológicos e sociais. Ter uma libido elevada não significa necessariamente um problema, mas é importante avaliar se essa necessidade está causando sofrimento, impactando sua rotina ou seu relacionamento. O fato de sua parceira ter um desejo diferente pode gerar conflitos, e a comunicação aberta é essencial para encontrar um equilíbrio saudável para ambos. Se sentir que essa intensidade de desejo está desproporcional ou trazendo angústia, buscar um psicólogo pode ajudar a compreender melhor suas necessidades e encontrar formas saudáveis de lidar com elas.


  • Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratam

    Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratamento com remédios, dieta, e exercícios, mas até agora não obtive resultado algum e devido a essa situação minha esposa pediu para abrir o casamento. Acabei concordando e agora ela frequentemente encontra-se com outros homens. Aceitei essa situação confiando na minha recuperação, mas o problema é que constantemente tenho pensamentos negativos de vergonha e raiva que estão afetando minha vida. Perdi bastante a auto estima e não estou conseguindo lidar com tudo isso, às vezes penso em me separar mas sempre volto atrás, outras vezes penso em aceitar de vez e deixar rolar pois a amo de verdade e não quero perdê-la. Estou muito confuso com tudo isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    É compreensível que essa situação esteja gerando sentimentos intensos e contraditórios. A impotência sexual, especialmente quando ocorre de forma inesperada, pode impactar profundamente a autoestima e a percepção de masculinidade. Além disso, lidar com a abertura do relacionamento quando ainda há amor envolvido pode ser emocionalmente desafiador.

    Seus pensamentos de vergonha e raiva indicam um sofrimento emocional significativo, e é importante acolher esses sentimentos sem se julgar. Você não precisa tomar uma decisão imediata, mas buscar apoio psicológico pode ajudá-lo a compreender melhor seus limites, desejos e a lidar com a situação de forma mais saudável.

    Seu bem-estar deve ser prioridade. A terapia pode ajudar a resgatar sua autoestima, trabalhar suas emoções e refletir sobre o que realmente faz sentido para você, seja continuar nesse modelo de relacionamento ou buscar um caminho diferente. Você não está sozinho nisso, e há formas de recuperar sua confiança e qualidade de vida.


  • Eu nunca trabalhei,tenho 22 anos ,2 filhas com menos de 3 anos ,casada a 7 anos . Porém sem felicida

    Eu nunca trabalhei,tenho 22 anos ,2 filhas com menos de 3 anos ,casada a 7 anos . Porém sem felicidade,pois meu esposo vive na pornografia, preciso ir embora ,porém não sei como fazer isso ,já não o amo mais ,sofrir muito e preciso ir embora ,oque eu faço ,tenho medo ,tenho traumas ,tenho medo de não conseguir trabalhar ,de não saber fazer as coisas certas no trabalho,eu fiquei presa com ele por tanto tempo ,pois ouvir sempre ele me dizer que eu não sei fazer nada ,mais eu sei ,porém pra ele nada é bom ,mais no fundo tenho medo de não conseguir..... Me ajudem por favor

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Sinto muito que você esteja passando por essa situação tão difícil. O que você descreve é violência psicológica, um tipo de abuso que mina a autoestima e gera medo e insegurança. O fato de ter ouvido por tanto tempo que “não sabe fazer nada” pode ter criado uma barreira emocional, mas é importante lembrar: isso não define você!

    Você não está sozinha. Construir uma rede de apoio pode ser essencial nesse momento. Busque pessoas de confiança, familiares ou amigas que possam te acolher. Além disso, centros de atendimento à mulher, como o CEAM (Centro Especializado de Atendimento à Mulher), oferecem suporte psicológico, jurídico e social gratuitamente. Eles podem te ajudar a organizar essa transição com mais segurança.

    Sobre o medo de trabalhar, é natural sentir essa insegurança depois de tanto tempo ouvindo palavras que desvalorizam suas capacidades. Mas aprender e se adaptar faz parte do processo, e você pode desenvolver novas habilidades no seu tempo. Muitas mulheres que saíram de relacionamentos abusivos encontraram força e autonomia onde antes achavam que não conseguiriam.

    Busque apoio psicológico para reconstruir sua autoconfiança e fortalecer seu caminho para uma vida mais segura e saudável. Você merece e pode recomeçar! Se precisar de ajuda para dar os primeiros passos, procure um CEAM na sua cidade ou converse com um profissional que possa te orientar.


  • Tudo bem? Uma pessoa que sofre com crise de ansiedade fica doente mais facilmente (como por exemplo

    Tudo bem? Uma pessoa que sofre com crise de ansiedade fica doente mais facilmente (como por exemplo gripes e viroses) e os sintomas são mais severos e demoram mais para passar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá! Sim, a ansiedade pode impactar o sistema imunológico, tornando o organismo mais vulnerável a doenças como gripes e viroses. Isso acontece porque o estresse e a ansiedade crônica aumentam a liberação de cortisol, um hormônio que, em níveis elevados por longos períodos, pode enfraquecer a resposta imunológica.

    Além disso, pessoas ansiosas tendem a perceber sintomas físicos com mais intensidade, o que pode fazer com que sintam os efeitos da doença de forma mais severa e por mais tempo.

    A psicoterapia pode ajudar a gerenciar a ansiedade, reduzindo seus impactos na saúde física e emocional. Se você tem passado por crises frequentes e sente que isso está afetando seu bem-estar, buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante para melhorar sua qualidade de vida. Agende uma sessão e cuide da sua saúde mental!


  • Problemas dos outros ,pode sobrecarregar o psicológico de quem ouve ?

    Problemas dos outros ,pode sobrecarregar o psicológico de quem ouve ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Sim, ouvir constantemente os problemas dos outros pode, sim, sobrecarregar o psicológico, levando a sintomas como estresse, ansiedade e fadiga emocional. Esse fenômeno, conhecido como fadiga por compaixão, ocorre quando nos envolvemos excessivamente com o sofrimento alheio, muitas vezes sem perceber.

    Para lidar com isso de forma saudável, é fundamental estabelecer limites, praticar o autocuidado e buscar apoio profissional quando necessário. A psicoterapia pode ajudar nesse processo, oferecendo um espaço seguro para compreender melhor seus sentimentos, aprender a diferenciar o que é seu e o que pertence ao outro e desenvolver estratégias para lidar com essa sobrecarga emocional. Se você sente que essa situação está te afetando, agende uma sessão e cuide da sua saúde mental!


  • O ser humano é normal ficar sempre pensando,tem como não pensar ???

    O ser humano é normal ficar sempre pensando,tem como não pensar ???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá! É natural que o ser humano esteja sempre pensando, pois a mente está em constante atividade, processando informações, lembranças e emoções. No entanto, é possível desenvolver maior consciência sobre os pensamentos e reduzir o fluxo excessivo por meio de práticas como mindfulness, meditação e terapia. O objetivo não é “parar de pensar”, mas aprender a lidar com os pensamentos de forma mais equilibrada, evitando a ruminação excessiva e promovendo maior bem-estar mental.


  • Gosto de cuidar das pessoas. Tenho uma facilidade em compreender como elas se sentem, de lidar com

    Gosto de cuidar das pessoas.
    Tenho uma facilidade em compreender como elas se sentem, de lidar com isso, falar e fazer o que elas estão precisando.
    Porem, lá no fundo, acho que os meus sentimentos de protetora são ligados minha criação, algo automático, porque no geral não sinto que eu realmente me importe, já que a fraqueza dos outros me estressa, já que a solução as vezes é tão obtivia.
    Outra questão, algo que me deixa incomodada é a facilidade em bloquear sentimentos, as vezes eu faço algo errado, eu reconheço o erro, sou bem racional, mas não tenho sentimentos nenhum sobre, como se nada tivesse acontecido, fico neutra internamente. Sem contar o costume que tenho em ler as pessoas a minha volta, é algo que reconheço que sou boa, mas isso acaba minando meus relacionamentos, como se a confiança nunca fosse uma opção. Isso acaba me deixando esgotada, a sensação que eu tenho que minha mente não para nunca.
    Não sei exatamente o tratamento que procuro, talvez uma psicóloga!?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá, Bom Dia! Sua percepção sobre si mesma demonstra um alto nível de autoconhecimento, e isso é um ótimo ponto de partida para compreender melhor seus sentimentos e padrões de comportamento. O que você descreve pode estar relacionado a diversos fatores, incluindo aspectos da sua criação, mecanismos de defesa e até mesmo a forma como você lida com emoções e vínculos interpessoais.

    A sensação de esgotamento mental, a dificuldade em confiar e a forma como você se relaciona com os sentimentos dos outros e os seus próprios podem ser trabalhadas na psicoterapia. O acompanhamento psicológico pode ajudá-la a entender melhor essas questões, explorar suas emoções de maneira mais equilibrada e construir relações mais saudáveis e menos desgastantes.

    Se sentir que faz sentido para você, podemos agendar um atendimento para que possamos aprofundar essas questões e encontrar caminhos para que você se sinta mais leve e conectada consigo mesma. Fico à disposição para te auxiliar nesse processo!


  • Como a psicanalise trabalha com o Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e com o Transtorno de person

    Como a psicanalise trabalha com o Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e com o Transtorno de personalidade borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá! Boa Tarde! A psicanálise compreende tanto o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) quanto o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a partir da história emocional e dos padrões inconscientes do paciente.

    No TOC, a psicanálise busca entender os conflitos internos que dão origem às obsessões e compulsões, ajudando o paciente a acessar e elaborar os significados inconscientes por trás desses sintomas. O objetivo é reduzir a angústia e proporcionar maior flexibilidade psíquica.

    Já no TPB, a abordagem psicanalítica investiga as experiências precoces e as dificuldades na construção da identidade e na regulação emocional. A terapia ajuda o paciente a compreender seus padrões relacionais e emocionais, favorecendo um maior equilíbrio afetivo e fortalecendo sua capacidade de lidar com impulsos e frustrações.

    Em ambos os casos, o trabalho psicanalítico é um processo contínuo, que respeita o tempo e a singularidade de cada paciente, promovendo mudanças estruturais que vão além do alívio imediato dos sintomas.

    Caso tenha mais dúvidas, estou à disposição!


  • Quais são as técnicas usadas na psicanálise? .

    Quais são as técnicas usadas na psicanálise? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá! A psicanálise utiliza um conjunto de técnicas que permitem ao paciente acessar conteúdos inconscientes e elaborar seus conflitos emocionais. Algumas das principais são:

    Livre associação – O paciente é incentivado a expressar pensamentos, sentimentos e lembranças sem censura, permitindo que conteúdos inconscientes emerjam naturalmente.

    Análise dos sonhos – Os sonhos são vistos como manifestações do inconsciente, e sua interpretação ajuda a compreender desejos, conflitos e angústias subjacentes.

    Transferência e contratransferência – O vínculo terapêutico é analisado para compreender como padrões emocionais e relacionais se repetem na vida do paciente, promovendo insights e transformação.

    Interpretação – O analista auxilia o paciente a perceber significados ocultos em seus discursos, comportamentos e sintomas, favorecendo a ampliação da consciência.

    Escuta flutuante – O analista mantém uma atenção aberta e sem julgamentos, permitindo captar nuances importantes na fala do paciente.

    Essas técnicas, aplicadas com sensibilidade e respeito ao tempo do paciente, permitem um processo profundo de autoconhecimento e transformação.


  • Qual é o foco da psicanálise? .

    Qual é o foco da psicanálise? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    A Psicanálise tem como foco a compreensão do inconsciente e de como ele influencia pensamentos, emoções e comportamentos. Seu objetivo é ajudar o paciente a tornar consciente o que estava reprimido, promovendo autoconhecimento e mudanças profundas. Por meio da escuta atenta e da interpretação, o psicanalista auxilia na elaboração de conflitos internos, traumas e padrões repetitivos, permitindo que o indivíduo encontre novas formas de lidar com suas questões emocionais.


  • Quais são os pilares da psicanálise? .

    Quais são os pilares da psicanálise? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Boa Tarde! A psicanálise tem três pilares fundamentais que sustentam sua compreensão sobre o funcionamento psíquico:

    Inconsciente – Muitos dos nossos pensamentos, desejos e conflitos não estão acessíveis à consciência, mas influenciam nossos sentimentos e comportamentos. A psicanálise busca tornar esses conteúdos mais compreensíveis, promovendo autoconhecimento e transformação.

    Transferência – O paciente revive, na relação terapêutica, padrões emocionais e afetivos construídos ao longo da vida. A análise dessa dinâmica permite identificar repetições inconscientes e elaborar novas formas de se relacionar.

    Repressão e Conflito Psíquico – A mente humana lida constantemente com conflitos internos, e muitos deles são reprimidos, causando sintomas emocionais. A psicanálise ajuda a reconhecer e ressignificar esses conflitos, reduzindo o sofrimento psíquico.

    Esses pilares orientam o trabalho clínico, possibilitando um processo profundo de autoconhecimento e mudanças estruturais na vida do paciente.


  • Quais preconceitos são enfrentados por pessoas com deficiência?

    Quais preconceitos são enfrentados por pessoas com deficiência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Olá! Pessoas com deficiência enfrentam diversos preconceitos que afetam sua inclusão e qualidade de vida. Entre os principais desafios estão:
    1. Capacitismo – A crença de que pessoas com deficiência são menos capazes ou dependentes, subestimando suas habilidades e potencial.
    2. Falta de acessibilidade – Barreiras físicas, comunicacionais e tecnológicas que limitam sua participação na sociedade.
    3. Dificuldade no mercado de trabalho – Muitas empresas ainda relutam em contratar pessoas com deficiência, seja por preconceito ou falta de adaptação no ambiente corporativo.
    4. Estereótipos – São frequentemente vistas de forma infantilizada, como “coitadas” ou como “heróis” por superarem desafios, sem que suas individualidades sejam reconhecidas.
    5. Exclusão social – Em muitos contextos, há uma segregação que impede o convívio e a troca de experiências com a sociedade de maneira plena.

    Esses preconceitos podem impactar profundamente a autoestima e o bem-estar emocional das pessoas com deficiência. A psicoterapia surge como um espaço fundamental para que possam elaborar essas vivências, fortalecer sua identidade e desenvolver recursos para lidar com os desafios impostos pela sociedade. Além disso, contribui para a construção de uma visão mais justa e inclusiva, tanto individualmente quanto coletivamente.


  • Eu n aceito MT coisa de mim sabe Não aceito Me revolto demais

    Eu n aceito MT coisa de mim sabe
    Não aceito
    Me revolto demais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Karina Silva

    Boa Noite! É comum que muitas pessoas tenham dificuldade em aceitar certos aspectos de si mesmas, gerando sentimentos de revolta e autocrítica. Esse processo pode estar ligado a expectativas rígidas, comparações externas ou até experiências passadas que influenciaram a forma como se enxergam.

    A autocompaixão é um elemento essencial nesse caminho. Aceitação não significa conformismo, mas sim reconhecer a própria humanidade, com qualidades e imperfeições. O processo terapêutico pode ajudar a compreender essas questões de forma mais profunda, identificando padrões de pensamento autodestrutivos e promovendo um olhar mais gentil sobre si.

    Se esses sentimentos estão causando sofrimento, a psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para desenvolver uma relação mais saudável consigo.


Autor

Psicólogo, Psicanalista

Perguntas frequentes

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