Perguntas do paciente (88)
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É verdade que pessoas autistas são mais vulneráveis a acidentes?
É verdade que pessoas autistas são mais vulneráveis a acidentes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, espero contribuir com a sua dúvida! Sim, pessoas autistas podem ser mais vulneráveis a acidentes, mas isso depende de diversos fatores individuais e contextuais. Algumas características do TEA que podem aumentar essa vulnerabilidade incluem:
Algumas pessoas autistas podem ter dificuldade em interpretar situações de perigo, como atravessar uma rua sem prestar atenção aos veículos ou manipular objetos perigosos sem entender o risco. Hipersensibilidade ou hipossensibilidade a estímulos pode dificultar a percepção de sons, cheiros ou toques que indicariam um risco iminente. Em alguns casos, comportamentos estereotipados ou impulsivos podem levá-los a situações de risco sem perceberem o potencial de acidente. Situações novas ou desorganizadas podem ser desafiadoras, tornando mais difícil processar informações rapidamente em situações de emergência. É importante destacar que, com suporte adequado, essas vulnerabilidades podem ser significativamente reduzidas. Estratégias como educação sobre segurança, uso de tecnologias assistivas, supervisão em ambientes de maior risco e intervenções focadas no desenvolvimento de habilidades sociais e de autorregulação são fundamentais para aumentar a autonomia e a segurança de pessoas no espectro autista. A conscientização e o apoio da família, escola e sociedade são essenciais para criar um ambiente seguro e inclusivo.
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Gostaria de saber o autismo da infância é o mesmo da vida adulta?
Gostaria de saber o autismo da infância é o mesmo da vida adulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autismo é uma condição do neurodesenvolvimento que acompanha o indivíduo ao longo de toda a vida, mas suas manifestações podem mudar da infância para a vida adulta. Ou seja, o autismo na infância não é “diferente” do autismo na vida adulta, mas os desafios, necessidades e habilidades podem se transformar com o tempo. Diferenças ao longo da vida:
1. Infância: Os sinais geralmente incluem atraso na comunicação, comportamentos repetitivos, dificuldades na interação social e alterações sensoriais. O diagnóstico geralmente ocorre nessa fase, pois os pais ou educadores percebem comportamentos atípicos em comparação com outras crianças da mesma idade.
2. Vida adulta: Muitos adultos conseguem desenvolver estratégias de enfrentamento e habilidades adaptativas, especialmente com diagnóstico precoce e intervenções adequadas. As dificuldades sociais podem persistir, mas podem ser menos perceptíveis, dependendo do grau de suporte recebido. Alguns desafios incluem lidar com a independência, vida profissional e relacionamentos afetivos.
Considerações importantes:
Níveis de suporte: O grau de impacto do autismo varia de pessoa para pessoa, independentemente da idade. Algumas pessoas precisam de apoio intenso ao longo da vida, enquanto outras se tornam altamente independentes.
Diagnóstico tardio: Muitos adultos não diagnosticados na infância podem descobrir o autismo apenas na vida adulta, quando enfrentam dificuldades que não conseguem explicar.
Embora o autismo não “desapareça,” as intervenções certas ajudam na adaptação e no desenvolvimento contínuo, respeitando as características únicas de cada indivíduo.
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Quais são os motivos que contribuem para habitar um louco em nós?
Quais são os motivos que contribuem para habitar um louco em nós?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa Noite! A pergunta sobre os motivos que contribuem para “habitar um louco em nós” pode ser interpretada como uma reflexão sobre os conflitos internos que todos nós enfrentamos. Muitas vezes, esses “motivos” estão relacionados a experiências de vida desafiadoras, emoções reprimidas, traumas não elaborados ou até mesmo à pressão social para atender a expectativas que não condizem com nossa essência. É como se partes nossas, não compreendidas ou acolhidas, acabassem encontrando formas intensas ou desorganizadas de se expressar.
Esse “louco” interno pode ser a manifestação de algo que precisa ser ouvido, entendido e integrado. Em vez de enxergá-lo como algo negativo, podemos vê-lo como um convite para o autoconhecimento e a cura. É aqui que a psicoterapia desempenha um papel fundamental: um espaço seguro e acolhedor para explorar essas questões, compreender suas origens e ressignificá-las, promovendo equilíbrio emocional e bem-estar.
Se você sente que está em um momento de desconexão ou busca respostas para os conflitos internos, convido você a experimentar a psicoterapia. Juntos, podemos descobrir caminhos para cuidar dessas partes suas com acolhimento e respeito.
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Quanto tempo dura uma internação por depressão em média?
Quanto tempo dura uma internação por depressão em média?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A duração de uma internação por depressão pode variar dependendo da gravidade dos sintomas, do quadro clínico do paciente e da resposta ao tratamento. Em média, uma internação pode durar de duas a quatro semanas. Entretanto, casos mais graves ou com comorbidades podem exigir internações mais longas. O principal objetivo da internação é estabilizar o paciente, fornecer suporte intensivo e garantir a segurança, especialmente em situações de risco de suicídio. Após a alta, é fundamental continuar o tratamento ambulatorial com acompanhamento médico e psicoterapêutico.
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Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva ?
Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Espero poder contribuir! Do ponto de vista psicanalítico, o transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva (TPOC) frequentemente se apresenta com comorbidades que envolvem ansiedade, depressão e outros transtornos de personalidade. A ansiedade, em particular, pode surgir como um efeito secundário da rigidez e do controle excessivo que a pessoa busca manter sobre si mesma e sobre o ambiente. A depressão, por sua vez, pode aparecer devido à dificuldade de lidar com frustrações e falhas, uma vez que o perfeccionismo característico do TPOC pode levar a uma sensação constante de inadequação.
Também há uma relação frequente entre o TPOC e transtornos alimentares, transtorno de pânico e transtornos de ansiedade social. O sujeito com TPOC tende a ter dificuldade em relaxar e lidar com situações imprevistas, o que pode agravar sintomas ansiosos e contribuir para o desenvolvimento dessas comorbidades.
Na psicanálise, também consideramos que essas comorbidades podem estar enraizadas em conflitos psíquicos profundos, muitas vezes relacionados à dificuldade de lidar com o desejo, à ambivalência e à busca incessante por controle como forma de defesa contra a angústia.
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Quais são as características do Transtorno do Espectro Autista – TEA (autismo) em mulheres, com mais
Quais são as características do Transtorno do Espectro Autista – TEA (autismo) em mulheres, com mais de 50 anos? E, que ainda não foram diagnosticas com o referido transtorno?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em mulheres com mais de 50 anos, os traços do Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem se manifestar de maneira menos óbvia, especialmente se nunca houve um diagnóstico anterior. Muitas mulheres desenvolveram estratégias compensatórias ao longo da vida que mascararam os sinais do TEA. Entre as características mais comuns, observamos:
Dificuldades em relacionamentos sociais: Embora muitas vezes consigam manter relações sociais, podem sentir uma exaustão profunda ao socializar, principalmente em contextos mais complexos.
Interesses restritos e intensos: Algumas mulheres podem ter interesses muito focados, que as acompanham por longos períodos, mas que, por serem mais socialmente aceitáveis ou comuns (como hobbies ou áreas de estudo), não chamam tanto a atenção para o diagnóstico.
Sensibilidade sensorial: Podem experimentar uma hipersensibilidade a estímulos sensoriais (como sons, luzes ou texturas), mas muitas vezes isso é interpretado por elas e pelos outros como “frescura” ou “chatice”, sem a compreensão de que se trata de um sintoma do espectro autista.
Dificuldade em entender convenções sociais: Apesar de poderem ter aprendido a “imitar” certos comportamentos sociais, podem ter dificuldade em compreender nuances, como sarcasmo, piadas ou linguagem corporal. Isso pode gerar ansiedade em interações sociais.
Ansiedade e depressão: Muitas mulheres no espectro desenvolvem ansiedade ou depressão ao longo da vida, frequentemente ligadas à sensação de inadequação ou às dificuldades em lidar com as demandas sociais.
Rotinas e rigidez: Uma forte necessidade de rotina e dificuldade com mudanças são características que podem ser percebidas, mas muitas vezes são vistas apenas como traços de personalidade ou envelhecimento.
O diagnóstico tardio pode ser libertador para muitas dessas mulheres, que finalmente entendem a razão de tantas dificuldades ou de se sentirem diferentes ao longo da vida. No entanto, é importante lembrar que cada mulher é única e pode apresentar essas características de maneira variada.
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Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gos
Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gosta de frutas tem nojo de mastigar e no momento em relação a
fruta só toma o suco da polpa do morango é bem cuado. Não gosta da comida feita em casa, principalmente arroz, feijão, carne em geral, no momento só come frango a parmegiana se for do restaurante, e o único legumes que ele come é a batata pré frita, verduras não suporta nem olhar. E dentro de casa fica furioso quando eu vou preparar o alimento, porque não suporta o cheiro e nem ver a comida. Ele não suporta ver eu e o pai dele se alimentando, sente nojo. Só gosta de comida que não faz bem para a saúde como; pastel, pizza, hambúrguer, salgados, refrigerante, sorvete ele come bem. Não sei o que fazer preciso de ajuda!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento alimentar do seu filho pode indicar algo além de uma simples “chatice” com a comida, como questões sensoriais, emocionais ou até mesmo uma condição chamada Transtorno Alimentar Restritivo/Evitativo (TARE). Esse transtorno não está necessariamente ligado à preocupação com peso, mas sim à dificuldade em aceitar texturas, cheiros ou sabores de alimentos.
Aqui estão algumas orientações iniciais:
1. Evite forçar: Insistir para que ele coma pode gerar mais resistência e piorar a relação dele com os alimentos. Foque em criar um ambiente tranquilo e sem pressões durante as refeições.
2. Busque ajuda especializada: Um psicólogo pode ajudar a identificar as causas desse comportamento e trabalhar questões emocionais ou sensoriais que estejam envolvidas. Um nutricionista com experiência em alimentação infantil também pode sugerir estratégias práticas para ampliar a aceitação alimentar de forma gradual.
3. Observe os gatilhos: Ele demonstra nojo do cheiro e da preparação da comida, o que pode estar ligado a uma hipersensibilidade sensorial. Nesse caso, a intervenção de um terapeuta ocupacional especializado pode ser muito útil.
4. Comece com pequenas mudanças: Introduza alimentos similares ao que ele já aceita, mudando pequenos aspectos (ex.: preparar frango de outras formas, introduzir batatas assadas em vez de fritas). Evite radicalismos, priorizando a adaptação gradual.
5. Trabalhe o exemplo: Continue se alimentando de maneira saudável, mas sem cobranças diretas. É importante que ele veja uma relação saudável e prazerosa com os alimentos no ambiente familiar.
Esse tipo de comportamento pode ser desafiador, mas com o suporte certo e estratégias adequadas, é possível melhorar gradualmente a relação do seu filho com a comida.
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Ola tenho mania desde pequena antes de dormir de fazer sucção do lábio inferior (tipo chupar o lábio
Ola tenho mania desde pequena antes de dormir de fazer sucção do lábio inferior (tipo chupar o lábio ) se eu não fizer isso eu não consigo dormir a noite, e se dizer durante o dia me dá um sono e é tão bom mas ao mesmo tempo me preocupa será que é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar sua experiência, isso já demonstra um cuidado consigo mesma. Esse comportamento que você descreve, de fazer sucção no lábio, pode estar ligado a mecanismos de autorregulação emocional que começaram na infância e se mantiveram ao longo do tempo. Esses hábitos, conhecidos como comportamentos repetitivos de conforto, muitas vezes ajudam a lidar com ansiedade, estresse ou a necessidade de segurança.
Ainda que você o perceba como algo “bom” em alguns momentos, é importante prestar atenção se isso está trazendo algum impacto para a sua rotina, como dificuldade de dormir sem realizar o ato ou se isso gera preocupação frequente. Nesse caso, vale a pena explorar as emoções e os gatilhos que podem estar por trás desse hábito.
A psicoterapia pode ser uma grande aliada para compreender melhor o significado desse comportamento e ajudar a desenvolver novas estratégias para lidar com essas sensações de maneira mais saudável. Se você quiser, posso ajudar nesse processo, oferecendo um espaço acolhedor para explorar essas questões com mais profundidade e cuidado. Conte comigo!
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É normal da pessoa sentir que ela está vivendo em um sonho?
É normal da pessoa sentir que ela está vivendo em um sonho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir que está vivendo em um sonho pode ser uma experiência comum em momentos de cansaço extremo, estresse ou após uma noite de sono ruim. No entanto, quando essa sensação persiste ou vem acompanhada de ansiedade, confusão ou dificuldade para se concentrar, pode ser um sinal de um fenômeno conhecido como despersonalização ou desrealização.
Essas condições podem fazer a pessoa se sentir desconectada de si mesma ou do ambiente ao redor, como se estivesse “fora da realidade.” Geralmente, elas estão associadas a altos níveis de estresse, traumas, transtornos de ansiedade ou depressão.
Embora seja desconfortável, essa sensação é tratável. Técnicas de grounding (como focar em detalhes concretos do ambiente) podem ajudar a aliviar os sintomas no momento. Ainda assim, é importante buscar acompanhamento psicológico para identificar e tratar a causa subjacente dessa experiência.
Se você está vivendo algo semelhante, a psicoterapia pode ajudar a compreender o que está acontecendo e a retomar a sensação de equilíbrio. Agende uma sessão para começarmos!
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Olá, eu comecei a ver porno bem cedo e acho que isso influenciou na minha sexualidade, é possível?
Olá, eu comecei a ver porno bem cedo e acho que isso influenciou na minha sexualidade, é possível?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é totalmente possível que o consumo de pornografia desde cedo tenha influenciado a sua percepção sobre a sexualidade. O cérebro humano, especialmente na infância e adolescência, é altamente moldável, e as primeiras experiências de contato com conteúdos sexuais podem impactar a forma como você desenvolve desejos, expectativas e comportamentos relacionados à sexualidade.
Como a pornografia pode influenciar a sexualidade?
1. Modelagem de desejos e expectativas – A pornografia pode criar padrões irreais sobre o que é prazeroso ou “normal” em um relacionamento sexual, influenciando suas preferências e expectativas.
2. Condicionamento do prazer – Se o prazer sexual foi associado desde cedo a estímulos específicos (como vídeos ou determinados tipos de cenas), isso pode moldar sua excitação de maneira condicionada, tornando experiências reais diferentes ou insatisfatórias.
3. Distorção da intimidade – A pornografia tende a enfatizar aspectos visuais e performáticos do sexo, deixando de lado fatores como conexão emocional e afetiva, o que pode influenciar a forma como você enxerga as relações.
4. Impactos na autoestima e identidade sexual – O consumo frequente pode gerar inseguranças sobre o próprio corpo, desempenho ou até mesmo questionamentos sobre orientação sexual e identidade.
Se você sente que esse histórico está impactando sua vida sexual, emocional ou seus relacionamentos, a psicoterapia pode ajudar a compreender melhor essas influências e a ressignificar sua experiência com a sexualidade de forma mais saudável e consciente. Como psicóloga e psicanalista, estou à disposição para te auxiliar nesse processo de autoconhecimento e bem-estar emocional.
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Eu posso sentir que não amo mais uma pessoa, mas querer tentar amá-la novamente? Estou casada há 4
Eu posso sentir que não amo mais uma pessoa, mas querer tentar amá-la novamente?
Estou casada há 4 anos, mas sinto que não amo mais meu esposo, nos distanciamos sexualmente e eu me apaixonei por outra pessoa. Mas além de todos os medos que eu tenho de deixar meu parceiro (medo de machucá-lo e também medo de me arrepender), também acho que ele é uma pessoa que vale a pena, vejo coisas boas nele, gostaria de amá-lo novamente, isso é possível ou só estou me enganando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível, sim, reconstruir sentimentos dentro de um relacionamento, mas isso exige um olhar honesto sobre si mesma, sobre o parceiro e sobre a relação. O amor não é um estado fixo, ele se transforma ao longo do tempo, e o distanciamento emocional e sexual pode ser um reflexo de vários fatores, como falta de conexão, rotina desgastante ou necessidades emocionais não atendidas.
O primeiro passo é compreender o que levou ao afastamento e se há um desejo genuíno de reaproximação, ou se esse desejo vem mais do medo da separação. Terapia individual pode ajudar a clarear seus sentimentos, e terapia de casal pode ser um caminho para resgatar a intimidade e a conexão, caso ambos queiram investir na relação.
Independentemente da decisão, o mais importante é agir com sinceridade consigo mesma e com seu parceiro, para que ambos tenham a oportunidade de viver relações que façam sentido e tragam realização.
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Sempre sonhei com um nome, mas nunca consegui vê a pessoa em si
Sempre sonhei com um nome, mas nunca consegui vê a pessoa em si
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Boa Noite! Sonhar com um nome sem conseguir visualizar a pessoa pode ser uma experiência intrigante e cheia de significados. Na psicanálise, os sonhos são frequentemente interpretados como mensagens do inconsciente, e esse nome pode representar algo importante para você — uma memória, uma expectativa, um desejo ou até mesmo uma conexão com aspectos de si mesma que ainda não foram plenamente reconhecidos.
O fato de o nome aparecer sem a figura pode simbolizar algo em construção, como se fosse uma parte sua buscando forma, identidade ou expressão. Pode estar relacionado a uma ideia de futuro, a alguém que você deseja encontrar ou mesmo a um chamado para olhar mais profundamente para dentro de si e explorar o que esse nome desperta.
Se esse sonho é recorrente ou provoca reflexões, a psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para ajudá-la a explorar esses significados e compreender o que o seu inconsciente está tentando comunicar. Estou à disposição para te acompanhar nessa jornada de autoconhecimento!
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Sou casada e não tenho vontade de fazer sexo, quando meu marido me procura, tenho que forçar pensame
Sou casada e não tenho vontade de fazer sexo, quando meu marido me procura, tenho que forçar pensamentos, impuros como eu ou ele estivesse transando com outra pessoa, sinto um prazer muito rápido e depois me sinto culpada, sofro com isso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está vivendo pode estar relacionado a diversos fatores emocionais, psicológicos e até fisiológicos. A falta de desejo sexual dentro do casamento pode gerar sofrimento e conflitos internos, especialmente quando há necessidade de recorrer a fantasias que depois provocam culpa.
Possíveis causas para a falta de desejo sexual
1. Aspectos emocionais e psicológicos
• Cansaço, estresse ou sobrecarga emocional podem reduzir a libido.
• Conflitos no relacionamento podem afetar o desejo, mesmo que de forma inconsciente.
• Questões ligadas à autoestima e autoimagem podem interferir na maneira como você se percebe e se sente no momento da intimidade.
2. Influências da educação e da culpa sexual
• Se você cresceu em um ambiente que associava o sexo a algo “errado” ou “impuro”, pode haver um conflito interno entre sentir prazer e se permitir vivê-lo sem culpa.
• As fantasias podem surgir como um mecanismo para se desconectar da realidade e permitir o prazer, mas a culpa posterior pode indicar que há crenças enraizadas que precisam ser trabalhadas.
3. Rotina e previsibilidade no casamento
• Com o tempo, a rotina pode impactar a excitação sexual, tornando a relação previsível e menos estimulante.
• A comunicação sobre desejos e fantasias pode estar limitada, levando à necessidade de recorrer a pensamentos externos para sentir prazer.
4. Aspectos hormonais e fisiológicos
• Alterações hormonais (como disfunções da tireoide, menopausa ou uso de anticoncepcionais) podem influenciar diretamente o desejo sexual.
O que pode te ajudar?
Se isso está te causando sofrimento, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para explorar essas questões sem julgamentos, ajudando você a entender melhor sua sexualidade, trabalhar a culpa e buscar formas mais saudáveis de se conectar com seu desejo.
No meu trabalho como psicóloga e psicanalista, ajudo mulheres a ressignificarem sua relação com o prazer e a construírem uma vida sexual mais autêntica e satisfatória. Se você sentir que precisa desse suporte, estou à disposição para te ajudar nesse processo.
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Uma vez eu namorei um cara... E eu me sentia muito atraída por ele. Mas na primeira vez que fomos pr
Uma vez eu namorei um cara... E eu me sentia muito atraída por ele. Mas na primeira vez que fomos pra cama, descobri que ele era trans e possuía uma vagina. Não consegui ficar mais excitada depois disso. Sou transfóbica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não sentir desejo em determinada situação não significa, por si só, que você seja transfóbica. No entanto, é importante refletir sobre seus sentimentos e possíveis preconceitos inconscientes. A transfobia envolve discriminação, rejeição ou desrespeito às pessoas trans. Se sua reação foi baseada apenas em surpresa e falta de compatibilidade, isso não necessariamente configura transfobia. Mas se houver um desconforto generalizado ou um julgamento negativo sobre a identidade do outro, vale a pena investigar mais a fundo seus sentimentos.
Autoconhecimento e diálogo aberto sobre sexualidade e identidade de gênero podem ajudar nesse processo de compreensão. Se sentir necessidade, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para aprofundar essa reflexão sem julgamentos.
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Oi. Faço tratamento medicamentoso e terapêutico. Além disto estou sempre a ver vídeos sobre psicanál
Oi. Faço tratamento medicamentoso e terapêutico. Além disto estou sempre a ver vídeos sobre psicanálise, inconsciente, filosofia, enfim, tudo relacionado a solução de conflitos, e tudo que traga autoconhecimento. Eu durmo escutando uma frequência ou uma trilha de som natural com toque de um piano. Acontece que há uma semana desde que acompanho aulas sobre fundamentos psicanalíticos eu tenho sonhado com uma pessoa do passado e sentindo durante o sono uma angústia muito grande, estou magoado no sonho, também no meu íntimo, de modo que prometo a mim mesmo que a esquecerei enquanto sofro a sensação de seu abandono e sua indiferença em situações sonhadas. Tento reencontrá-la, não consigo e fico angustiado; quero abrir mão da pessoa mas um sentimento me acompanha semelhante a afeto, ou dependência emocional - no sonho isto é muito latente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está vivenciando é profundamente significativo e merece ser acolhido com atenção. Os sonhos podem ser uma poderosa manifestação do inconsciente, trazendo à tona conteúdos emocionais que, mesmo não percebidos conscientemente, ainda reverberam em você. Ao sonhar repetidamente com essa pessoa do passado, sentindo angústia, abandono e um misto de afeto ou dependência, é possível que seu inconsciente esteja tentando elaborar vivências não totalmente resolvidas em relação a essa pessoa ou ao que ela simboliza para você.
Esse sentimento de abandono e a luta entre querer esquecer e ainda sentir-se conectado podem apontar para questões emocionais que vão além dessa relação específica. Pode ser que ela represente algo maior, como um padrão relacional, uma carência afetiva ou uma dificuldade em lidar com perdas e rupturas.
O fato de você estar imerso em estudos psicanalíticos e temas de autoconhecimento também pode estar intensificando esse movimento interno. Esses conteúdos teóricos e reflexivos muitas vezes despertam aspectos do inconsciente que estavam “adormecidos”, levando você a revisitar experiências marcantes.
Na psicoterapia, seria possível explorar o significado desses sonhos, os sentimentos de dependência e abandono, e como eles se conectam com sua história de vida e suas relações. Esse é um caminho valioso para compreender e ressignificar essas emoções, permitindo que você encontre mais liberdade emocional.
Se sentir que precisa de suporte para aprofundar essa jornada, estou à disposição para ajudá-lo a compreender melhor o que está emergindo e a construir ferramentas para lidar com essa angústia. Esse é um processo, mas é possível transformá-lo em aprendizado e crescimento.
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Tenho dúvidas sobre minha orientação sexual, gosto de mulheres e homens, mas sempre com intensidade
Tenho dúvidas sobre minha orientação sexual, gosto de mulheres e homens, mas sempre com intensidade diferente, como saber minha orientação sexual ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É completamente natural ter dúvidas sobre sua orientação sexual, especialmente porque a sexualidade não é fixa para todas as pessoas e pode se manifestar de formas variadas ao longo da vida.
A orientação sexual envolve três dimensões principais:
1. Atração – Por quem você sente desejo ou interesse romântico e/ou sexual?
2. Identificação – Como você se percebe e se nomeia em relação à sua sexualidade?
3. Comportamento – Com quem você se relaciona na prática?
Se você sente atração por homens e mulheres, mas com intensidades diferentes, isso não invalida sua orientação. Algumas pessoas se identificam como bissexuais, o que significa atração por mais de um gênero, independentemente da intensidade ou frequência. Outras podem preferir termos como pansexualidade (atração independente de gênero) ou simplesmente escolher não se rotular.
O mais importante é respeitar seu próprio tempo e sentimentos, sem a pressão de definir algo imediatamente. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para explorar essas questões com mais profundidade, ajudando você a compreender sua sexualidade sem culpa ou ansiedade. Se quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
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Sinto me desanimado com tudo, sem reações para tudo, pareço triste, todos dizem que estou diferente,
Sinto me desanimado com tudo, sem reações para tudo, pareço triste, todos dizem que estou diferente, só que tomo regulador de humor a 2 semanas e falhei 5 dias por esquecer, será que pode ser por causa disso ? Sinto uma sensação de desconexão interior também
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve — desânimo, tristeza e desconexão interior — pode estar relacionado a diversos fatores, incluindo o uso irregular do regulador de humor. Esses medicamentos precisam ser tomados de forma contínua para atingir os níveis necessários no organismo e produzir o efeito esperado. A interrupção ou falhas no uso podem, sim, impactar o seu bem-estar emocional.
Além do uso correto da medicação, é fundamental retomar o acompanhamento psicológico. A psicoterapia pode ajudá-lo a explorar o que está por trás dessa sensação de desconexão e falta de ânimo, além de oferecer estratégias para lidar com isso. Trabalhar suas emoções em um espaço seguro e acolhedor é um passo importante no caminho para o equilíbrio emocional.
Sugiro que entre em contato com o profissional que acompanha seu tratamento medicamentoso para orientações sobre o uso correto e aproveite para compartilhar como você está se sentindo. Com o apoio certo, é possível reencontrar o caminho para se sentir mais conectado consigo mesmo e com a vida.
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Me chamo Rosa meu problema é que não sinto prazer quando faço sexo com meu esposo , não sinto vontad
Me chamo Rosa meu problema é que não sinto prazer quando faço sexo com meu esposo , não sinto vontade de fazer com ele nem com outro, eu uso mais de dez anos remédio antidepressivo e pra ansiedade, será que é por isso? pq eu amo meu marido não consigo viver sem ele, me ajude por favor
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Rosa. O que você está sentindo é mais comum do que parece e merece acolhimento e atenção. O uso prolongado de antidepressivos e medicamentos para ansiedade pode, sim, afetar a libido e a capacidade de sentir prazer sexual, já que esses remédios podem interferir no funcionamento do sistema nervoso e nos hormônios relacionados ao desejo.
No entanto, há outros fatores que também podem influenciar, como aspectos emocionais, a rotina do casal, possíveis inseguranças ou até o impacto do próprio transtorno ansioso ou depressivo na sua vida. O fato de você amar seu marido e querer resolver isso já é um passo muito importante.
Minha recomendação é conversar com o médico que prescreve os medicamentos para avaliar a possibilidade de ajustes na medicação ou de buscar alternativas. Além disso, iniciar ou retomar o acompanhamento psicológico pode ajudar a explorar esses sentimentos, compreender as causas dessa falta de desejo e trabalhar estratégias para melhorar a conexão e a intimidade no relacionamento.
Você não está sozinha nesse processo, e com apoio adequado, é possível superar essa dificuldade e reconquistar uma vida sexual mais satisfatória e equilibrada.
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Eu posso fazer concurso pra policia tendo sindrome de tourrete?
Eu posso fazer concurso pra policia tendo sindrome de tourrete?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, é possível prestar concurso para a polícia tendo Síndrome de Tourette, mas é importante considerar alguns pontos. A Síndrome de Tourette não é, por si só, um impedimento, mas os critérios de aptidão física e mental podem variar dependendo do estado ou instituição que está realizando o concurso.
Durante as etapas do concurso, como o exame médico e psicológico, será avaliada sua capacidade de desempenhar as funções policiais de forma segura e eficiente. Por isso, é fundamental apresentar relatórios médicos atualizados, feitos por profissionais que acompanham o seu caso, destacando que a condição está controlada e não compromete suas atividades.
Além disso, estar em acompanhamento psicológico ou psiquiátrico pode ser um ponto positivo, pois demonstra que você está cuidando da sua saúde e buscando maneiras de lidar com os desafios que a síndrome pode trazer.
Recomendo que consulte o edital do concurso para verificar as exigências específicas e, se necessário, busque orientação jurídica ou de profissionais de saúde para garantir seus direitos. Você tem potencial, e sua condição não define sua capacidade!
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É normal achar uma pessoa do mesmo sexo bonita sem ter vontade de me relacionar com ela? Sou portado
É normal achar uma pessoa do mesmo sexo bonita sem ter vontade de me relacionar com ela? Sou portador do HOCD, mas tenho absoluta certeza de que não sou gay nem bissexual, mas tenho medo e traumas, devo procurar ajuda de um psicólogo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreveu é absolutamente normal. Reconhecer a beleza ou admirar características de uma pessoa do mesmo sexo não define orientação sexual e não significa, necessariamente, que você queira se relacionar com ela. Esse tipo de percepção faz parte da nossa capacidade de apreciar o mundo e as pessoas ao nosso redor.
No caso do HOCD (Transtorno Obsessivo-Compulsivo focado em orientação sexual), esses pensamentos podem ser interpretados de forma distorcida e causar grande ansiedade, mesmo que não reflitam seus desejos ou identidade real. É comum que pessoas com HOCD tenham dificuldades para lidar com a incerteza e tentem buscar constantes confirmações para aliviar o medo.
A psicoterapia, especialmente com um psicólogo experiente em transtornos de ansiedade e TOC, pode ser muito útil para ajudá-lo a entender melhor esses pensamentos, reduzir a preocupação excessiva e trabalhar possíveis traumas ou medos associados. Essa ajuda pode trazer mais clareza e alívio emocional, promovendo um bem-estar maior no dia a dia. Se você sentir que precisa desse apoio, estarei à disposição para caminhar ao seu lado nesse processo!
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Perguntas frequentes
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