Perguntas do paciente (7)
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Como superar o bullying e o trauma? .
Como superar o bullying e o trauma? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia ajuda a pessoa que sofreu bullying e traumas emocionais a se reconectar com suas emoções no presente, permitindo a expressão autêntica do que antes foi silenciado, reconhecendo também o corpo como um lugar onde o sofrimento se manifesta e se comunica e que muitas vezes guarda o que não pôde ter sido dito. Nesse processo, o terapeuta da o suporte e o apoio necessários para que a pessoa pouco a pouco consiga se reconectar com sua história e com seu corpo, reconhecer suas potencialidades que ficaram “escondidas” pelo trauma, e reencontrar e se apropriar da sua voz que ficou silenciada em meio a dor emocional.
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Como a psicoterapia ajuda a vítima do bullying? .
Como a psicoterapia ajuda a vítima do bullying? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia pode ajudar o cliente a expressar suas emoções que ficaram reprimidas pela experiência de humilhação, exclusão ou agressão vivenciadas no bullying; e a resgatar sua autoestima e autenticidade que foi perdida em meio à dor emocional. Comumente as vitimas de bullying tendem a se esconder, se calar e mudar para agradar os outros e o trabalho terapêutico é oferecer amparo e suporte, em um ambiente seguro para que o paciente reencontre sua essência, reconheça seu valor e suas potencialidades e volte a se expressar com autenticidade.
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Quais são os traumas causados pelo bullying? .
Quais são os traumas causados pelo bullying? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O trauma pode se instalar quando o bullying (que é uma forma crônica de estresse relacional) se repete e a pessoa não encontra suporte emocional, amparo ou acolhimento suficientes para se regular. Então o corpo congela a energia da defesa dentro de si, pois não encontra uma via segura para reagir.
Com o tempo, isso pode gerar padrões de hiperalerta, entorpecimento emocional, busca de controle e aprovação, além de sintomas como taquicardia, compulsão alimentar, ansiedade, pânico, depressão, isolamento social e dificuldade de confiar em si mesmo e nas relações. O corpo aprende que se mostrar é perigoso, e passa a interromper o contato com o outro como forma de autoproteção.
Mesmo depois que a violência acaba, a pessoa pode continuar programada para esperar a ameaça, especialmente nos vínculos, pois as vias de sobrevivência ativadas no passado permanecem prontas para reagir a qualquer sinal de exclusão, crítica ou ridicularização.
O caminho de tratamento do trauma não se dá apenas pela compreensão racional do que aconteceu, mas pela vivência de novas experiências corporais e relacionais seguras.
Quando o corpo pode, de fato, sentir que está protegido, ouvido e acolhido, ele atualiza o registro antigo e aprende que pode se expressar, respirar, descansar e confiar novamente sem medo.
É nesse processo que a pessoa descobre que pode se relacionar, sentir e ser vista sem precisar se esconder, controlar ou se defender o tempo todo.
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Como identificar uma crise existencial? .
Como identificar uma crise existencial? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas vezes uma crise existencial aparece quando a forma como a pessoa vivia já não sustenta mais quem ela se tornou. Não é apenas como “estar triste” ou perdido. Alguns sinais comuns como sensação de vazio ou falta de sentido, desconexão de si mesmo, questionamentos sobre identidade e propósito podem aparecer nesse cenário. E essa crise pode revelar uma necessidade de transformação, onde a pessia já não consegue mais sustentar modos antigos de existir e necessita tomar consciência sobre como está vivendo, para que busque caminhos mais autênticos condizentes com sua nova realidade.
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. Como a hipervigilância somática pode afetar o dia a dia da pessoa?
. Como a hipervigilância somática pode afetar o dia a dia da pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hipervigilância somática é quando a pessoa permanece em estado de alerta, encontrando sinais de perigo, mesmo quando o perigo já passou. Podendo gerar sintomas como ansiedade, dores musculares, fadiga crônica, distúrbios digestivos, insônia, entre outros. Normalmente o corpo em hipervigilância não pôde reagir a uma ameaça no passado (fugir, gritar, empurrar, chorar, confrontar, expressar, relaxar). A energia da defesa ficou congelada no padrão de sobrevivencia luta/fuga, e o tratamento consiste em ajudar o cliente a reconhecer e nomear suas necessidades, encontrar canais seguros de expressão, ampliar a percepção corporal e ajudar a pessoa a descobrir o prazer de estar viva sem precisar vigiar.
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Quais são os aspectos da vida humana que são influenciados pela neuroplasticidade?
Quais são os aspectos da vida humana que são influenciados pela neuroplasticidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Neuroplasticidade é a capacidade do sistema nervoso de modificar sua estrutura e função, ou seja, é uma mudança da experiência, da identidade e da relação da pessoa consigo mesma, com o outro e com o mundo. Portanto, ela influencia as diferentes áreas da vida, como: emoções e regulação emocional, identidade, relações e vínculo afetivo, corpo, criatividade, comportamentos e hábitos. E a psicoterapia pode ser uma aliada nesse processo de mudança.
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Qual a importância da neuroplasticidade para o cérebro adulto?
Qual a importância da neuroplasticidade para o cérebro adulto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na vida adulta a neuroplasticidade é importante pois atua principalmente na regulação emocional, processamento de traumas, construção de novos hábitos e aprendizagem relacional, o que permite a cura de traumas, mudança de padrões emocionais e relacionais, mudanças na percepção do eu. E pode ser desenvolvida através da psicoterapia, práticas contemplativas e meditação, movimento corporal, expressão artística / criatividade e relacões estáveis seguras e significativas.
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Perguntas frequentes
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