Perguntas do paciente (5)

  • Estou em crise no relacionamento, meu companheiro desde sempre foi muito sincero e disse que gosta m

    Estou em crise no relacionamento, meu companheiro desde sempre foi muito sincero e disse que gosta muito de mim, me quer na vida dele, porém ainda ama de forma platônica um colega de trabalho que impede o desenvolvimento de amor por mim. Essa dualidade sentimental dele é normal? Até que ponto é saudável permanecer para conquistar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Kelly Reis Amorim

    É importante refletir sobre o que você precisa e merece em uma parceria. Permanecer esperando que essa dualidade se resolva pode desgastar sua autoestima e gerar muita dor emocional. Um relacionamento saudável deve ser baseado em respeito mútuo, sinceridade e clareza emocional.

    É importante conversar abertamente com seu parceiro sobre seus sentimentos e expectativas, buscando entender se há disposição dele de se dedicar verdadeiramente ao relacionamento de vocês. E, principalmente, não se esqueça de cuidar de si mesma: seu bem-estar emocional deve estar sempre em prioridade.

    Se sentir que a situação está afetando sua saúde mental, procurar um espaço de apoio psicológico pode ser fundamental para que você possa esclarecer seus sentimentos e decidir o melhor caminho que valorize seu amor-próprio.


  • Quais são os sinais de atraso no desenvolvimento de uma criança?

    Quais são os sinais de atraso no desenvolvimento de uma criança?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Kelly Reis Amorim

    Os sinais de atraso no desenvolvimento de uma criança podem variar dependendo da faixa etária e das áreas específicas de crescimento, como motora, linguagem, social e cognitiva. Algumas indicações que merecem atenção incluem:

    Atraso na aquisição de habilidades motoras: como sentar, engatinhar, andar ou manipular objetos de forma adequada para a idade.
    Dificuldade na fala e linguagem: como falar palavras ou frases em tempo esperado, entender instruções simples ou manter diálogo.
    Pouca interação social: ausência de contato visual, dificuldades em brincar com outras crianças ou responder aos estímulos sociais.
    Falta de interesse por atividades e brincadeiras típicas da idade: como explorar objetos, fazer perguntas ou imaginar brincadeiras.
    Problemas na atenção e na resolução de problemas: dificuldades em se concentrar ou realizar tarefas simples.
    Se houver suspeitas de atraso, é importante buscar avaliação com profissionais especializados, como pediatras, psicólogos e outros terapeutas, para identificar necessidades específicas e promover intervenções adequadas.


  • Ola,bom dia todos... Se não me sinto bem na casa da minha pela forma como o marido dela age,fala mui

    Ola,bom dia todos... Se não me sinto bem na casa da minha pela forma como o marido dela age,fala muita besteira e brincadeiras ofensivas. Devo continuar indo na casa dela pra ver ela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Kelly Reis Amorim

    Olá, essa é uma situação delicada e muito compreensível.

    Quando você diz que não se sente bem na casa da sua amiga por causa do comportamento do marido dela — especialmente por ele falar besteiras e fazer brincadeiras ofensivas — seu desconforto é legítimo. Ninguém é obrigado a se expor continuamente a ambientes que causam sofrimento emocional ou desconforto.

    Como psicóloga, eu te encorajaria a refletir sobre alguns pontos:

    Seu bem-estar vem em primeiro lugar.
    Se estar nesse ambiente te afeta negativamente, é importante respeitar seus próprios limites. Ignorar isso pode levar a sentimentos de ansiedade, irritação ou até desgaste no relacionamento com a própria amiga.

    Existe outra forma de manter o vínculo?
    Você pode sugerir encontrar sua amiga em outro local — um café, um parque, ou até na sua própria casa, por exemplo. Isso pode preservar o vínculo entre vocês sem que você precise se expor ao comportamento que te machuca.

    Vale conversar com ela?
    Se você sente confiança suficiente e acredita que ela ouviria com empatia, talvez possa conversar com ela, com cuidado e sem críticas diretas, dizendo algo como:
    “Gosto muito da nossa amizade, mas às vezes fico desconfortável com algumas brincadeiras feitas na sua casa. Queria saber se a gente pode se encontrar em outros lugares de vez em quando.”
    O objetivo aqui é preservar o vínculo sem confrontar de forma agressiva.

    Lembre-se: respeitar seus sentimentos não é egoísmo — é autocuidado.
    Se quiser explorar mais profundamente como conduzir essa conversa ou lidar com os sentimentos envolvidos, estou aqui para te ajudar.


  • Sou mãe de primeira viagem, minha RN tem apenas 25 dias e choro todos os dias com medo irracional de

    Sou mãe de primeira viagem, minha RN tem apenas 25 dias e choro todos os dias com medo irracional de algo acontecer com ela.
    Tipo: cair, se machucar, algo cair em cima dela, etc... Até tenho pesadelos com isso. Desabafo com meu esposo, mas ele não consegue me tranquilizar o suficiente. O que fazer?
    Detalhe: Sou pós bariátrica, e tive minha filha com 75kg e agora com apenas 25 dias de cesária já estou com 64,7kg (eliminei peso muito rápido), sinto que não me alimento direito, não sei se tem relação com esse medo ou com a amamentação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Kelly Reis Amorim

    Entendo como esses sentimentos podem ser muito intensos, especialmente nesse momento tão delicado e repleto de mudanças. É completamente normal sentir medo e ansiedade após o nascimento de um bebê, principalmente de primeira viagem e com as preocupações intensas que você está tendo. Esses pensamentos podem estar relacionados às suas emoções, ao seu estado físico e à adaptação ao novo papel de mãe.

    O que você está passando é comum, mas é importante cuidar da sua saúde mental e emocional. Recomendo que procure um acompanhamento psicológico especializado, para que você possa expressar seus medos, aprender estratégias para lidar com a ansiedade e receber orientações que possam ajudá-la a se sentir mais segura e tranquila. Além disso, é fundamental discutir essas questões com seu médico, para verificar a sua alimentação, o estado físico pós-cirurgia e possíveis efeitos na amamentação, que podem também influenciar nesses sentimentos.


  • É verdade que pessoas autistas são mais vulneráveis a acidentes?

    É verdade que pessoas autistas são mais vulneráveis a acidentes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Kelly Reis Amorim

    Observa-se que em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista a noção de risco muitas vezes é um comportamento ausente, ou seja, ele(a) não consegue reconhecer quando uma situação é perigosa. Isso significa que esse individuo pode, por exemplo, correr em direção à rua, subir em lugares altos ou manusear objetos perigosos sem entender que pode se machucar.
    Por isso, é essencial manter uma supervisão próxima e usar formas claras e repetitivas de ensinar o que é seguro e o que não é. Cada aprendizado leva tempo, mas com apoio consistente, é possível ajudar a desenvolver maior consciência sobre essas situações.


Perguntas frequentes

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