Perguntas do paciente (304)

  • Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente par

    Quando era criança tinha a mania de mastigar a lingua me dava uma sensação boa, mas naturalmente parou. Um dia desses um parente me lembrou que eu tinha esse hábito. É incrível mas instantaneamente a "mania" voltou! Desde então mastigo a lingua sem parar e agora piorou, eu peguei a mania de ficar passando a unha na linha, arranhando e está causando pequenas lesões e dor qdo eu como. Horrível, mas definitamente não consigo parar está incontrolável! Como posso tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Olá! O que você descreve parece um comportamento repetitivo focado no corpo, que pode estar ligado à ansiedade ou à tentativa inconsciente de aliviar tensões emocionais. Esses hábitos muitas vezes surgem como forma de autorregulação, mas podem se tornar desconfortáveis e difíceis de controlar.

    A psicoterapia, especialmente com abordagem cognitivo-comportamental, pode ajudar a identificar os gatilhos, desenvolver estratégias para interromper o ciclo e promover formas mais saudáveis de lidar com o estresse.

    Se estiver enfrentando dificuldade para parar sozinho, buscar ajuda profissional é um passo importante. Estou à disposição!


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Sinto muito por tudo o que você passou. O que você descreve faz sentido diante de uma situação emocionalmente muito impactante. Vivenciar uma tentativa de suicídio de alguém tão próximo costuma gerar um efeito tardio: a pessoa “segura” no momento crítico e depois o corpo e a mente entram em exaustão. Essa queda de ânimo, confusão e desmotivação são indicativos de sobrecarga emocional, não de fraqueza.

    A medicação pode ajudar a estabilizar sintomas, mas ela não elabora o trauma nem o impacto emocional do que você viveu. Por isso, é comum sentir que “parou de ajudar” quando o sofrimento tem origem em experiências tão intensas.

    Entendo sua resistência à terapia, principalmente após experiências ruins. Ainda assim, é importante saber que nem todo terapeuta, nem toda abordagem, será igual. Em abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o trabalho é mais estruturado, focado no aqui e agora, nos sintomas atuais e em estratégias práticas para atravessar esse momento.

    Talvez o primeiro passo não seja “ter vontade”, mas apenas se permitir tentar com outro profissional, no seu ritmo, sem compromisso imediato. Você não precisa enfrentar isso sozinha.

    Continue o acompanhamento com o psiquiatra e considere buscar um psicólogo ou profissional especializado para avaliar com cuidado o que você está vivendo agora. Se surgirem sintomas físicos importantes ou piora do quadro, procure também atendimento médico. Há caminhos possíveis, mesmo quando tudo parece muito pesado.


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Pelo que você descreve, esse padrão de “quero perto, depois quero distância” pode indicar ambivalência emocional e dificuldade para lidar com conflitos ou expectativas no relacionamento. Isso não significa necessariamente que o vínculo não possa dar certo, mas mostra que há questões internas que precisam ser olhadas com cuidado.

    A psicoterapia pode ajudar a:

    Compreender padrões emocionais que levam à oscilação entre afastamento e aproximação.

    Trabalhar crenças e expectativas sobre relacionamentos para reduzir o medo de repetir erros.

    Desenvolver estratégias de comunicação e limites saudáveis, evitando ciclos de separação e retorno desgastantes.

    É importante lembrar que mudanças consistentes exigem autoconhecimento e, muitas vezes, suporte profissional para construir relações mais estáveis e satisfatórias.
    Procure um psicólogo especializado para analisar sua história de forma segura e individualizada.


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Quando todos os exames médicos — como os do coração, pulmão e hemograma — estão normais, mas a sensação de falta de ar continua aparecendo, é importante considerar também causas emocionais.

    Essa sensação pode estar ligada à ansiedade ou ao estresse. Em momentos assim, o corpo pode alterar o ritmo da respiração, mesmo sem esforço físico, trazendo a impressão de que o ar não está “vindo direito”, de que é preciso puxar fundo para respirar ou até suspiros frequentes.

    É algo comum em situações de tensão prolongada, preocupações excessivas ou sobrecarga emocional. A psicoterapia pode ajudar a entender melhor esses sinais e desenvolver estratégias para lidar com eles de forma mais saudável.

    Se esse for o seu caso, vale a pena conversar com um psicólogo para avaliar o que está acontecendo. Estou à disposição.


  • Como posso melhorar a seletividade alimentar? Tenho tido problemas de saúde quanto a isso, já tenho

    Como posso melhorar a seletividade alimentar? Tenho tido problemas de saúde quanto a isso, já tenho nutricionista e ela me recomendou realizar um acompanamento com psicólogo .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Dito por si:
    Responda para o doctoralia
    Dito pelo ChatGPT:

    Claro! Pode me enviar a pergunta que você recebeu no Doctoralia? Assim eu preparo uma resposta curta, acolhedora e dentro do tom ideal para o site, com a indicação de procurar um psicólogo (ou médico, se for sintoma físico), conforme você pediu antes.

    Dito por si:
    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?


    Dito pelo ChatGPT:

    A ansiedade e o pânico podem ter sinais parecidos, mas diferem na intensidade e na forma como aparecem. A ansiedade costuma ser mais constante, trazendo preocupação excessiva e sintomas físicos como tensão, insônia ou taquicardia. Já o pânico surge em crises súbitas e intensas, acompanhadas de sensação de perda de controle ou medo de morrer.

    Um psicólogo pode ajudar a identificar o que está acontecendo e trabalhar estratégias eficazes de enfrentamento. Procure avaliação com um profissional especializado.

    Dito por si:
    A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?


    Dito pelo ChatGPT:

    Sim, a depressão pode afetar o raciocínio. Muitas pessoas relatam dificuldade de concentração, memória prejudicada e sensação de “mente lenta” durante os episódios depressivos. Isso acontece porque a doença impacta processos cognitivos ligados à atenção e ao processamento das informações.

    A psicoterapia pode auxiliar a organizar os pensamentos e desenvolver estratégias para lidar com essas dificuldades. Procure um psicólogo especializado para uma avaliação adequada.

    Dito por si:
    Estou grávida e estou com depressão. Devo procurar algum especialista para obter alguma ajuda?


    Dito pelo ChatGPT:

    Sim, é muito importante buscar ajuda. A depressão na gravidez pode afetar tanto a mãe quanto o bebê, e um acompanhamento adequado faz toda a diferença. Psicólogos podem ajudar a trabalhar emoções, reduzir o sofrimento e fortalecer estratégias de enfrentamento. Além disso, é fundamental também conversar com o médico obstetra para avaliar a necessidade de cuidados complementares.

    Procure um especialista para receber o suporte necessário nesse momento.

    Dito por si:
    Os sintomas do transtorno de estresse pos-traumatico (pesadelos recorrentes, por exemplo) podem reaparecer depois de terem desaparecido por anos?


    Dito pelo ChatGPT:

    Sim, os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático podem reaparecer mesmo após anos de melhora. Isso pode ocorrer diante de situações de estresse, lembranças ou contextos que remetam ao trauma vivido. Esses retornos não significam “fracasso”, mas indicam que a mente ainda reage a determinados gatilhos.

    A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental, pode ajudar a compreender esses sinais e desenvolver novas formas de enfrentamento. Procure um psicólogo especializado para avaliação e acompanhamento.

    Dito por si:
    Como posso melhorar a seletividade alimentar? Tenho tido problemas de saúde quanto a isso, já tenho nutricionista e ela me recomendou realizar um acompanamento com psicólogo .


    Dito pelo ChatGPT:

    A seletividade alimentar pode estar ligada a questões emocionais, hábitos aprendidos ou até mesmo ansiedade em relação aos alimentos. O trabalho psicológico ajuda a identificar os fatores envolvidos e a reduzir a resistência a novos alimentos de forma gradual e segura. Em conjunto com o acompanhamento nutricional, a psicoterapia pode favorecer mudanças sustentáveis nos seus hábitos.

    Procure um psicólogo especializado para iniciar esse processo.


  • Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, t

    Só consigo me expressar por palavras em redes sociais, pois quando estou pessoalmente não consigo, trava! Tenho várias coisas em mente mais não sai...

    E também tenho medo da feminidade da mulher (eu) com palavras, no jeito de falar..

    Algum conselho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    O que você descreve pode estar relacionado a um misto de insegurança, medo do julgamento e dificuldade em acessar a própria expressão emocional de forma espontânea. Muitas pessoas se sentem mais seguras ao escrever, pois o ambiente virtual oferece um espaço com menos exposição direta, tempo para pensar e controle sobre o que será dito.

    O medo de expressar a própria feminilidade pode estar ligado a experiências passadas, padrões culturais ou conflitos internos relacionados à identidade. Isso pode gerar um bloqueio na fala, principalmente em situações presenciais em que o corpo, a voz e o olhar também comunicam.

    Um caminho possível é o acompanhamento com um psicólogo, que pode ajudar a entender a origem desses bloqueios e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade social e fortalecer sua autoconfiança na comunicação. A psicoterapia é um espaço seguro onde você pode explorar sua identidade, suas emoções e aprender a se expressar com mais liberdade, no seu tempo e do seu jeito.

    Você não está sozinho(a) nisso. Com acolhimento e escuta profissional, é possível avançar.


  • Como superar os pensamentos intrusivos? Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    Como superar os pensamentos intrusivos?
    Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Pensamentos intrusivos são ideias ou imagens que surgem de forma inesperada e podem gerar desconforto, especialmente em momentos de maior vulnerabilidade, como o pós-gravidez. Eles não significam, necessariamente, que a pessoa queira agir de acordo com esses pensamentos, mas acabam trazendo ansiedade e culpa.A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem indicada, pois ajuda a compreender esses padrões, reduzir a carga emocional associada e desenvolver estratégias para lidar melhor com eles.


  • Olá, ter dificuldade em aprender matemática ou física pode significar um QI abaixo da média?

    Olá, ter dificuldade em aprender matemática ou física pode significar um QI abaixo da média?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Olá! Não necessariamente. Ter dificuldade em aprender matemática ou física não significa, por si só, que a pessoa tenha um QI abaixo da média. Cada pessoa possui facilidades e desafios em áreas diferentes do conhecimento. Fatores como ansiedade, métodos de ensino, falta de interesse, atenção ou até mesmo dificuldades emocionais podem influenciar o aprendizado dessas disciplinas.

    Se houver uma preocupação maior, a avaliação psicológica com testes específicos pode ajudar a entender melhor as causas da dificuldade e indicar estratégias de apoio.


  • Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia .

    Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia . Ele ta bem e daqui a pouco ta de mal humor. Tem duvidas sobre o q ser. Nao trm paciencia . Ele mesmk pediu ajuda pq acha q é problematico. Nao sei qual profissional levar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    É comum a indecisão aos 17 anos com a profissão e perspectivas de futuro. Há a possibilidade de fazer um processo de orientação profissional onde são realizados testes psicologicos com foco na descoberta das potencialidades e possibilidades de carreira de acordo com a personalidade e maturidade para a escolha.
    Caso precise de ajuda nessa jornada será um prazer acompanha-lo


  • Bom dia, sou um rapaz, 20 anos e fui diagnosticado com depressão e TAG em 2013 depois de uma mudança

    Bom dia, sou um rapaz, 20 anos e fui diagnosticado com depressão e TAG em 2013 depois de uma mudança bem traumática de cidade e desde 2015, tomei praticamente todos os ISRS e ISRSN disponíveis no mercado brasileiro, com pouca ou nenhuma melhora. Os principais sintomas sempre foram: tristeza, falta de vontade em realizar atividades, irritação, crises de choro, insônia, pânico, ansiedade extrema (premeditar 1 milhão de possibilidades para o futuro e ficar relembrando detalhes do passado), baixa concentração (não conseguia ler e fazer cálculos direito), pensamentos acelerados e obsessivos (sempre pensando em uma coisa atrás da outra ou em coisas que já aconteceram). Do meio pro final do ano passado, fiquei completamente apático. Não consigo chorar, não tenho libido, não sinto empolgação, não consigo assistir um filme ou qualquer atividade de lazer e nenhum acontecimento bom faz diferença pro meu cérebro. É como se eu tivesse parado de sentir emoções. Se no começo da depressão (em 2013) eu sentia principalmente tristeza, chorava etc, agora não consigo sentir tristeza, só restou um vazio que, pelo que eu pesquisei, é chamado de anedonia. Minha psiquiatra continua querendo empurrar ISRS e ISRSN e eles só pioram a minha anedonia. Alguma abordagem que eu poderia sugerir para um outro psiquiatra? Já pensei em: antipsicóticos, antiparkinsonianos ou outra substância que tenha relação com os receptores de dopamina, pois parece que o centro de recompensa do meu cérebro "se desligou", fora os outros sintomas antigos da depressão. Preciso urgentemente de ajuda, pois apesar de não ter pensamentos suicidas intensos, não consigo ver sentido em viver desse jeito, praticamente no piloto automático.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Sinto muito pelo que você tem vivido. Pelo seu relato, existem indicativos de depressão resistente, com anedonia, apatia emocional, ansiedade intensa e impacto importante no funcionamento diário. Isso realmente pede uma reavaliação cuidadosa do tratamento.

    Faz sentido buscar uma segunda opinião psiquiátrica, discutir a revisão do diagnóstico e outras estratégias além dos ISRS/ISRSN, sempre com acompanhamento médico. Ao mesmo tempo, a psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar no manejo da ruminação, dos pensamentos acelerados, da ansiedade e na retomada gradual de sentido e rotina, mesmo quando as emoções parecem “desligadas”.

    Como há repercussões físicas e funcionais, é fundamental manter acompanhamento psiquiátrico e iniciar ou fortalecer a psicoterapia. Procure um psicólogo especializado e um médico/psiquiatra para uma avaliação integrada e um plano de cuidado individualizado. Você não precisa enfrentar isso sozinho.


  • Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    O transtorno de ansiedade ocorre quando a preocupação e o medo se tornam frequentes e intensos, ultrapassando as situações normais do dia a dia. Ele pode afetar tanto a mente, com pensamentos acelerados, insegurança e dificuldade de concentração, quanto o corpo, provocando tensão muscular, insônia, palpitações e cansaço.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode auxiliar na identificação de padrões que alimentam a ansiedade e no desenvolvimento de estratégias para lidar melhor com esses sintomas. Em casos de manifestações físicas mais intensas, também é importante buscar avaliação médica.


  • Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo

    Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Dito pelo ChatGPT:

    Pelo que você descreve, pode ser bastante desgastante assumir tantas responsabilidades sozinha enquanto sente que não recebe o mesmo cuidado e apoio do seu parceiro. Esse isolamento dele diante de frustrações e a falta de envolvimento nas questões da casa e dos filhos podem gerar sobrecarga emocional e conflitos no relacionamento.

    A terapia de casal pode ser uma alternativa importante para abrir espaço de diálogo, melhorar a divisão de responsabilidades e trabalhar estratégias de comunicação mais saudáveis. Além disso, a psicoterapia individual pode ajudar você a lidar com o estresse, fortalecer seus limites e resgatar o autocuidado.

    Se os conflitos persistirem ou houver sinais de que a situação está afetando sua saúde mental, buscar apoio profissional é um passo essencial. Um psicólogo pode ajudar a compreender esses padrões e encontrar caminhos mais equilibrados.


  • Quais são os primeiros sintomas a serem observados no TEA?

    Quais são os primeiros sintomas a serem observados no TEA?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Os sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) geralmente aparecem nos primeiros anos de vida. Alguns dos sintomas mais comuns incluem:

    Pouco ou nenhum contato visual;

    Dificuldade em interagir com outras pessoas, como não responder ao próprio nome ou evitar brincadeiras compartilhadas;

    Atraso ou ausência na fala e linguagem;

    Comportamentos repetitivos, como balançar as mãos ou alinhar objetos;

    Resistência a mudanças na rotina;

    Reações incomuns a sons, cheiros, texturas ou luzes.

    É importante lembrar que cada criança se desenvolve de forma única, e a presença de um ou mais desses sinais não confirma o diagnóstico. Se houver suspeita, uma avaliação com um psicólogo ou neuropediatra é fundamental para uma análise mais detalhada e, se necessário, o início de intervenções precoces.


  • eu tenho ansiedade e recentemente estou sentido um incomodo no pescoço, não é dor e nem nada só um i

    eu tenho ansiedade e recentemente estou sentido um incomodo no pescoço, não é dor e nem nada só um incomodo será se isso é ocasionado da minha ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    O incômodo no pescoço pode estar relacionado à tensão muscular, algo comum em momentos de ansiedade, quando o corpo fica em estado de alerta e contrai a musculatura especialmente em regiões como pescoço e ombros. Porém, é importante descartar causas físicas.

    Procure um médico para avaliação clínica e, se confirmado que há relação com a ansiedade, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ajudar a reduzir a tensão e melhorar o controle emocional.


  • Tenho 17 anos, ando me sentindo muito triste mas n sei o motivo ao certo, ando me sentindo muito soz

    Tenho 17 anos, ando me sentindo muito triste mas n sei o motivo ao certo, ando me sentindo muito sozinha, incapaz, insuficiente e confusa, tenho dificuldade em manter as pessoas perto, e nunca me envolvi amorosamente, será q tenho depressão? Devo procurar um profissional? Ou é só confusões da adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Sentir-se triste, sozinho e insuficiente na adolescência pode estar ligado às transformações dessa fase, mas também pode indicar algo que merece atenção maior. Quando esses sentimentos se tornam persistentes e afetam a autoestima, os relacionamentos e a motivação, é importante procurar um psicólogo. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a compreender melhor essas emoções, fortalecer recursos internos e melhorar a forma de lidar com as relações.

    Se os sintomas se intensificarem, também é recomendada uma avaliação médica. Buscar ajuda profissional pode trazer mais clareza e apoio nesse momento.


  • Meu namorado disse que há um tempo atrás foi diagnosticado com transtorno bipolar,mais lendo a respe

    Meu namorado disse que há um tempo atrás foi diagnosticado com transtorno bipolar,mais lendo a respeito vi que os bipolares são frios,ele é totalmente o contrário,muito carinhoso...há possibilidade dele não ter esse tal transtorno bipolar?ou o bipolar tbm pode ser amoroso?Grata...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    O transtorno bipolar não define a forma como a pessoa demonstra afeto. Ele está relacionado a oscilações de humor que variam entre fases de euforia ou irritabilidade e períodos de tristeza ou desânimo. Pessoas com esse diagnóstico podem sim ser carinhosas, próximas e afetivas em seus relacionamentos.

    A confirmação do diagnóstico só pode ser feita por um profissional de saúde mental e muitas vezes exige acompanhamento contínuo. Caso exista dúvida, é importante que ele busque avaliação com psiquiatra ou psicólogo.


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    Olá! A depressão dentro do transtorno bipolar é um desafio real, mas há sim formas de melhorar e viver com mais equilíbrio. O tratamento ideal costuma envolver uma combinação de acompanhamento psiquiátrico (com medicação adequada) e psicoterapia contínua, além de hábitos saudáveis no dia a dia.

    Embora o transtorno bipolar seja uma condição crônica, com altos e baixos ao longo da vida, é possível sim alcançar estabilidade emocional e ter uma boa qualidade de vida. Muitos pacientes, com o tratamento certo, ficam longos períodos sem recaídas.

    A psicoterapia pode te ajudar a reconhecer os sinais de crise, lidar com os episódios depressivos e manter estratégias de autocuidado.


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    O que você descreve mostra empatia e vontade genuína de ajudar, mas também indica uma sobrecarga emocional importante. Escutar alguém com depressão de forma constante, sem preparo e sem apoio, pode fazer com que você absorva parte desse sofrimento. Isso é mais comum do que parece e não significa que você esteja errada ou fraca.

    Ajudar não é o mesmo que assumir o papel de cuidadora. É saudável colocar limites, incentivar que essa pessoa busque adultos de confiança e acompanhamento profissional, e reconhecer que você também precisa cuidar das próprias emoções. Você não precisa deixar de se importar, mas pode reduzir a responsabilidade que está carregando sozinha.

    Se você tem chorado com frequência, se sentido confusa ou triste quase o tempo todo, isso merece atenção. A terapia, especialmente abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental, pode ajudar a entender melhor seus limites, organizar as emoções e aprender a ajudar sem se machucar.

    Procurar um psicólogo ou profissional especializado é um passo importante. Cuidar de você também é uma forma de cuidado com o outro.


  • Teste Palográfico de personalidade

    No teste palografico tem algum problema aperta o lapis ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    No teste palográfico, a forma como a pessoa segura e pressiona o lápis pode, sim, trazer informações relevantes para a análise. mas isso sempre será interpretado dentro de um conjunto de outros indicadores do teste.

    Vale lembrar que não há respostas "certas" ou "erradas" nesse tipo de avaliação. O mais importante é que a pessoa faça o teste de forma espontânea, sem tentar controlar ou modificar o comportamento.

    O teste palográfico só deve ser aplicado e interpretado por um psicólogo habilitado, que irá considerar não apenas a pressão do lápis, mas todo um contexto da aplicação.


  • Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional. As vezes tenho

    Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional.
    As vezes tenho vontade de fazer uma faculdade mas alguns dias depois quero ser empreendedor, ja desejei
    ser palestrante, mas nunca consigo tomar uma decisão. O eu que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Kilber Aurélio  Babics

    A indecisão profissional costuma estar relacionada a fatores emocionais, crenças sobre sucesso e medo de errar, e não apenas à falta de capacidade. Quando isso se mantém ao longo do tempo, pode gerar ansiedade, frustração e sensação de estar “parado(a)”.

    Um caminho indicado é buscar orientação profissional com um psicólogo, que ajuda a identificar interesses reais, valores, habilidades e os pensamentos que dificultam a tomada de decisão. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, por exemplo, trabalha-se a insegurança, o perfeccionismo e o medo de escolher “errado”, além de estratégias práticas para decidir com mais clareza.

    Se essa indecisão vier acompanhada de sintomas físicos ou emocionais intensos, também é importante considerar uma avaliação médica. O ideal é procurar um psicólogo especializado para um acompanhamento adequado e direcionado às suas necessidades.


Perguntas frequentes

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