Perguntas do paciente (24)
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Quais são as técnicas da Logoterapia para alcançar a proteção psíquica?
Quais são as técnicas da Logoterapia para alcançar a proteção psíquica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Logoterapia, as perguntas buscam levar a pessoa a reconhecer sentidos, valores e caminhos de ação mesmo em tempos difíceis. Certas questões podem fortalecer a resiliência — a habilidade de se recuperar e crescer diante dos desafios — como, por exemplo:
Qual o sentido e o propósito
• O que continua tendo valor para mim nesta situação?
• Que objetivo ou princípio maior posso escolher seguir, mesmo passando por isso?
• O que hoje dá significado à minha vida, independentemente do que ocorreu?
Liberdade de atitude
• Diante do que não posso mudar, qual postura posso adotar?
• Como posso lidar com essa dor de um jeito coerente com quem desejo ser?
Aprendizado e contribuição
• Que aprendizado ou crescimento pessoal posso tirar dessa experiência?
• De que maneira posso transformar o que estou vivendo em algo que ajude ou inspire outras pessoas?
Autotranscendência, ou seja, se conectar consigo mesmo
• Quem ou o que, além de mim, precisa da minha atenção ou cuidado agora?
• Existe alguma causa, relacionamento ou valor maior que me convide a agir neste momento?
Espero que minha resposta tenha sido útil a você.
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Como a Logoterapia se relaciona com a resiliência?
Como a Logoterapia se relaciona com a resiliência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Logoterapia, as perguntas buscam levar a pessoa a reconhecer sentidos, valores e caminhos de ação mesmo em tempos difíceis. Certas questões podem fortalecer a resiliência — a habilidade de se recuperar e crescer diante dos desafios — como, por exemplo:
Qual o sentido e o propósito
• O que continua tendo valor para mim nesta situação?
• Que objetivo ou princípio maior posso escolher seguir, mesmo passando por isso?
• O que hoje dá significado à minha vida, independentemente do que ocorreu?
Liberdade de atitude
• Diante do que não posso mudar, qual postura posso adotar?
• Como posso lidar com essa dor de um jeito coerente com quem desejo ser?
Aprendizado e contribuição
• Que aprendizado ou crescimento pessoal posso tirar dessa experiência?
• De que maneira posso transformar o que estou vivendo em algo que ajude ou inspire outras pessoas?
Autotranscendência, ou seja, se conectar consigo mesmo
• Quem ou o que, além de mim, precisa da minha atenção ou cuidado agora?
• Existe alguma causa, relacionamento ou valor maior que me convide a agir neste momento?
Espero ter ajudado a esclarecer e deixar o assunto mais claro.
Se precisar, se sinta à vontade para marcarmos uma consulta para aprofundar o tema.
Abraços
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Como a Logoterapia se relaciona com a resiliência ?
Como a Logoterapia se relaciona com a resiliência ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Logoterapia se conecta à resiliência porque ajuda a pessoa a desenvolver forças internas para enfrentar momentos difíceis. Ao buscar e encontrar um sentido para a vida, o indivíduo ganha mais firmeza para lidar com desafios. Ideias como a vontade de sentido, a autotranscendência, a autodistanciação e a capacidade de perceber valores mesmo no sofrimento são centrais nessa abordagem e oferecem recursos para superar traumas e transformar dificuldades em aprendizado, tornando a busca por um propósito um caminho natural para maior resistência emocional. Espero que minha resposta tenha ajudado a tirar sua dúvida.
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Qual é a principal motivação humana segundo a Logoterapia?
Qual é a principal motivação humana segundo a Logoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para a Logoterapia, o que mais motiva o ser humano é a vontade de encontrar um sentido para a vida. Viktor Frankl, que criou essa abordagem, dizia que ter um “porquê” ajuda a enfrentar as dificuldades e a viver de forma mais plena e feliz.
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Quais exercícios de Logoterapia existem? .
Quais exercícios de Logoterapia existem? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Exercícios de Logoterapia
1. Diário de sentido
Escreva diariamente algo que tenha dado sentido ao seu dia. Pode ser um gesto simples, uma conversa ou algo que você tenha apreciado.
2. Visualização do futuro
Imagine como você quer que sua vida seja daqui a 1, 5 ou 10 anos. Observe como se sente e o que precisa fazer para chegar lá.
3. Reflexão sobre valores
Liste 5 valores importantes para você (ex: honestidade, criatividade, amizade). Pergunte-se se suas ações diárias refletem esses valores.
4. Atos de bondade
Faça algo positivo por outra pessoa, mesmo que pequeno. Depois, perceba como isso te faz sentir.
5. Diálogo interior positivo
Quando enfrentar desafios, fale consigo mesmo de forma construtiva: “Isso é difícil, mas posso aprender e crescer com isso. ”
6. Cartas de gratidão
Escreva uma carta para alguém que foi importante na sua vida, agradecendo. Não precisa enviar, o importante é expressar.
7. Tarefa com propósito
Escolha uma atividade diária (cozinhar, trabalhar, estudar) e foque no significado dela para você ou para os outros.
8. Relembrando conquistas
Faça uma lista de momentos em que você superou dificuldades ou realizou algo importante. Revise quando se sentir desmotivado.
9. Transformando sofrimento
Quando algo difícil acontecer, escreva como pode aprender ou crescer com essa experiência. O sofrimento pode ter um sentido.
10. Símbolo de vida
Escolha um objeto, frase ou imagem que represente seu propósito de vida. Coloque em um lugar visível e observe como ele te inspira diariamente.
Espero ter ajudado a esclarecer sua dúvida.
Se precisar, se sinta à vontade para marcarmos uma consulta para aprofundar os exercícios.
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"Como encontrar sentido em momentos de sofrimento ou perda?"
"Como encontrar sentido em momentos de sofrimento ou perda?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como encontrar sentido em momentos difíceis
1. Aceite seus sentimentos – É normal sentir dor e tristeza. Permita-se sentir sem se julgar.
2. Busque aprendizado – Pergunte a si mesmo: “O que posso aprender com isso?” Pequenos insights já ajudam.
3. Valorize pequenos gestos – Cuidar de você ou de alguém ao seu redor já dá sentido à vida.
4. Olhe para o amanhã – Mesmo passos pequenos podem trazer esperança.
5. Transforme a dor em força – Use o sofrimento para crescer, aprender ou ajudar outros.
6. Siga seus valores – Nas escolhas que você faz, alinhe-se ao que é importante para você.
Espero ter sido útil e deixar o assunto mais claro.
Se precisar, se sinta à vontade para marcarmos uma consulta para aprofundar o tema.
Abraços
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Por que estou ansiosa por causa das minhas doenças autoimunes e psiquiatrias ?
Por que estou ansiosa por causa das minhas doenças autoimunes e psiquiatrias ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir ansiedade ao lidar com doenças autoimunes e condições psiquiátricas é algo bastante comum e compreensível. Isso acontece porque essas condições geralmente apresentam períodos de melhora e piora, tornando o futuro imprevisível e gerando sensação de falta de controle.
Preocupações sobre possíveis agravamentos, eficácia do tratamento ou impacto na vida futura podem intensificar a ansiedade. Além disso, os próprios sintomas físicos, como dor, fadiga ou efeitos de medicamentos, somados ao estresse constante de conviver com uma condição crônica, afetam o corpo e a mente.
O medo de não ser compreendida, precisar se justificar ou depender de outras pessoas também contribui para a tensão emocional. Para lidar com isso, é importante manter acompanhamento médico e psicológico, utilizar técnicas de manejo do estresse como respiração e relaxamento, contar com uma rede de apoio, e manter uma rotina equilibrada com sono adequado, alimentação saudável e momentos de lazer.
Se a ansiedade estiver muito intensa ou interferir no dia a dia, procurar ajuda profissional é essencial para receber orientações e estratégias específicas.
Espero ter ajudado a esclarecer e deixar o assunto mais claro.
Se precisar, se sinta à vontade para marcarmos uma consulta para aprofundar o tema.
Abraços
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O que desencadeia o comportamento desadaptativo? .
O que desencadeia o comportamento desadaptativo? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento desadaptativo geralmente é acionado por vários fatores internos, quando a pessoa percebe, mesmo que de forma distorcida, uma ameaça, um risco ou um desconforto, e recorre a estratégias automáticas de resposta que foram aprendidas no passado que ante faziam sentindo como forma de proteção ou regulação, mas que já não funcionam bem e acabam prejudicando a pessoa no presente.
Desejo que estas informações tenham sido úteis. Se sentir necessidade, podemos marcar uma sessão para tratar do assunto com mais atenção.
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Em que situações a neuropsicologia contribui para a Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ER
Em que situações a neuropsicologia contribui para a Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A neuropsicologia contribui quando é necessário avaliar funções cognitivas, adaptar estratégias, monitorar mudanças de forma prática e teórica para a ERP em diferentes situações. Ela ajuda tanto a compreender o funcionamento cerebral do paciente com TOC quanto a adaptar o processo terapêutico.
Espero ter esclarecido sua dúvida. Caso sinta necessidade de aprofundar ou conversar sobre sua situação de forma mais detalhada, estarei à disposição para agendarmos uma entrevista.
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Quais os resultados esperados da Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) a longo prazo?
Quais os resultados esperados da Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) a longo prazo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Terapia de Prevenção de Exposição e Resposta (ERP) é considerada um tratamento eficaz para o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), a ERP quebra o ciclo de obsessão, enfraquece as compulsões, promove habituação, redução dos sintomas do TOC, aumenta a tolerância à incerteza, dando mais autonomia e liberdade, desenvolvendo resiliência, liberdade e mais controle sobre sua vida.
Desejo que minha explicação tenha contribuído de alguma forma. Se em algum momento sentir que seria importante conversar mais com a fundo, estarei disponível para conversarmos
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Como a sobrecarga sensorial pode afetar o humor e o comportamento de pessoas com Transtorno de Perso
Como a sobrecarga sensorial pode afetar o humor e o comportamento de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
Sim. Embora a sobrecarga sensorial não seja um sintoma oficialmente reconhecido nos critérios diagnósticos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segundo o DSM-5, muitas pessoas com TPB relatam vivências sensoriais intensas e avassaladoras — especialmente em momentos de estresse emocional. Esses episódios podem ser extremamente desorganizadores e causar grande desconforto, mesmo que não sejam exclusivos desse transtorno.
Esses sintomas costumam surgir em momentos de estresse ou quando há muitos estímulos ao mesmo tempo.
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser confundido com Transtorno do Espectro Autist
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser confundido com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
SIM.
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode em alguns casos, ser confundido com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), principalmente em adultos. Isso acontece porque alguns sintomas que as pessoas sentem ou fazem nos dois casos podem parecer parecidas. Mas, na verdade, são problemas diferentes, que têm causas, características e tratamentos diferentes.
Espero ter te ajudado.
Caso precise de mais informações, marque uma consulta para conversarmos.
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O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é feito apenas com base na sensibilida
O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é feito apenas com base na sensibilidade sensorial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
Não, o diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não é feito apenas com base na sensibilidade sensorial, como o barulho, a luz e outros sintomas.
A sensibilidade sensorial pode estar presente em algumas pessoas com TPB, mas ela não é um critério principal para o diagnóstico.
O diagnóstico do TPB é feito por profissionais de saúde mental com base em um conjunto de sintomas.
Esses sintomas precisam estar presentes em um padrão duradouro e causar sofrimento ou prejuízo na vida da pessoa.
Espero ter te ajudado.
Se quiser, posso explicar mais sobre como é feito o diagnóstico do TPB.
Marque uma consulta para conversarmos.
Abraços
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Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?
Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde! É preciso que seja entendido mais profundamente a questão e avaliar o que significa a demonstração de afeto para você. Este comportamento pode ser algo característico da sua personalidade; no entanto, penso que se você elaborou essa pergunta, pode ser que esteja te incomodando. Caso seja isso que esteja acontecendo, penso que é aconselhável que busque um profissional terapêutico.
No processo terapêutico, pode ser investigado desde quando essa relação com seus pais se apresenta para você, se é só com eles que você não consegue demonstrar afeto, indo além do que foi colocado como informação, podendo conhecer a história da sua família, saber quando foi percebido, se ocorreu algo, para que possamos entender como e se pode estar influenciando nessa sua queixa.
Um sintoma deve ser visto como algo positivo, pois este denuncia algo que não está bem.
As emoções não ditas, adoecem.
Espero ter contribuído de alguma forma.
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Eu tô tendo dificuldades em ter atitude. Ela espera que eu a abrasse mas por algum motivo eu não con
Eu tô tendo dificuldades em ter atitude. Ela espera que eu a abrasse mas por algum motivo eu não consigo. E eu só queria ter um relacionamento saudável , sem brigas e etc
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! Como já foi muito bem colocado pelos colegas, o diálogo é a chave de um relacionamento saudável. É importante que haja uma conversa sobre as expectativas e dificuldades de ambos. Penso que o acompanhamento com um profissional psicoterapêutico, possa ajudar na dificuldade de certos comportamentos. A terapia de casal também pode ser uma ferramenta para esse processo. Nela, vocês vão falar das questões que estão passando, desde quando começaram a perceber esse desconforto de ambos e a história de cada um. Leila Leal, terapeuta individual, casal e família.
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Meu filho de 10 anos Me falou q gostava de uma menina Ah 1 mês atrás Agora soube que ele disse na
Meu filho de 10 anos
Me falou q gostava de uma menina
Ah 1 mês atrás
Agora soube que ele disse na escola q gostava de um menino
Como temos bom diálogo questionei se era verdade
Ele disse que sim
Mas que não gostava mais
Com essa idade eles já sabem sobre sua orientação sexual
Ele disse que é bissexual
Como agir e abordar esse assunto?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá boa tarde! Percebo que vc está aberta a diálogos, com seu filho. Essa é uma postura muito positiva.
A criança, pode acontecer de ter curiosidades, para depois definir e adotar a sua orientação sexual.
A opção sexual, não traz necessidade de tratamento, muito menos, gera problema, a não ser que gere dúvidas e/ou algum tipo de sofrimento nele, caso futuramente ele tenha algum tipo de conflito com essa condição, você pode buscar um profissional psicoterapeuta, para que ele possa, melhor elaborar as vivencias que lhe incomodam. Já a família, é importante aceitar, acolher e ser o suporte afetivo, e caso você mãe, tenha dificuldade, em lidar com qualquer que seja a opção do seu filho, penso que a busca de um profissional psicólogo (a) possa ser lhe ajudar.
Mãe, você não precisa saber de tudo sobre o assunto, na verdade, você pode até considerar admitir o que não sabe, fazendo com que as conversas se tornem, ótimas oportunidades de mostrá-lo que ter dúvidas e não ter informação sobre tudo é uma coisa natural, porém que você irá se informar mais para poderem conversarem.
Muitas das vezes, a criança, o adolescente, o adulto, pode mencionar um assunto para testar o nível de tolerância e aceitação. E vendo sua abertura para a conversa, ele sentirá um maior nível de segurança e proteção.
A questão está em focar nos conceitos simples. Muitos pais ou tutores, se sentem intimidados pela ideia de conversar com seus filhos sobre sexualidade. As crianças realmente tendem a fazer muitas perguntas difíceis de serem respondidas, e muitas vezes isso significa responder (ou evitar) perguntas sobre sexo.
O que é extremamente importante para o bem-estar da criança, é que os pais, demonstrem que elas são amadas e terão sempre o amor, cuidado e carinho, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero, mesmo que não concordar com sua sexualidade e/ou identidade. Mostrando que o importa “ser você mesmo, independe das suas escolhas”. Isso é importante para todos que muitas das vezes não sentem se encaixar dentro dos padrões estabelecidos pela sociedade, como um menino que não gosta de futebol ou uma menina que gosta de brincar com carrinho, por exemplo.
Nesta situação, recomendo que se mostre confortável diante da criança. Então, se você está conversando sobre o que significa ser bissexual, por exemplo, você pode começar com o velho ditado de que um livro não pode ser julgado pela capa. Assim, é possível desenvolver uma conversa mais ampla sobre como algumas pessoas aparentam ser algo, mas se sentem de maneira diferente por dentro
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Olá queria saber o que eu faço pois eu era muito gordo,aí descobri o jejum intermitente e fiz por ma
Olá queria saber o que eu faço pois eu era muito gordo,aí descobri o jejum intermitente e fiz por mais de 2 meses seguidos sem dar pausas nenhuma e acabei perdendo 30 kilos em 2 meses,eu parei esse tempo atrás pois peguei uma bactéria no estômago e já curei dela,mais agora que estou pesando menos eu não me contento de jeito nenhum com o meu peso e estou pensando se volto a fazer esse jejum todos falam que estou magro mais contínuo me vendo gordo e por causa disso estou ficando com uma ansiedade muito forte,eu como fico sentindo culpa,tristeza e sinto que tudo o que eu perdi vai engordar eu ainda mais do que já era,queria saber se vocês poderiam me ajudar
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde! Penso que uma das questões a serem consideradas é o seu foco, pois em tão pouco tempo fez uma dieta, a qual sua perda de peso foi muito elevada. O jejum intermitente, pode causar ansiedades.
Um caminho a ser seguido é a busca de um profissional nutricionista, que possam te auxiliar para manter, ou se fizer necessário, a perda de peso, dependendo da sua estrutura, desde que esse seja com um acompanhamento médico, para que você tenha uma alimentação adequada e saudável, faça exercícios.
E um acompanhamento psicológico, para lidar com seus sentimentos e emoções
As cobranças exageradas, a comparação com outros tipos de corpos que a sociedade nos impõe, pode estar gerando um sentimento de culpa, pois pode está tendo uma auto percepção distorcida.
Se faz necessário falar, que além do corpo físico, é necessário, que o psicológico esteja alinhado, até para que você tenha controle com o seu emagrecimento.
A perda de peso em si, pode não ser o cerne da questão, é preciso olhar, PARA QUÊ você está se submetendo a uma dieta tão rigorosa? O QUE ou PARA QUEM você precisa provar que é capaz. Essas questões podem estar relacionadas a algum desequilíbrio.
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Estou estudando para os vestibulares e desde os últimos anos, me sinto muito sozinha. Não consigo me
Estou estudando para os vestibulares e desde os últimos anos, me sinto muito sozinha. Não consigo me abrir com as pessoas e quase sempre me pego chorando por coisas besta. Poderiam me dar uma dica de tentar melhorar o meu dia a dia e se o que estou passando é alguma doença mental.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! O momento de vestibular é um momento de muita solidão, para que possamos manter o foco no nosso objetivo, contudo, vem as cobranças, sua e da família, o cansaço, a angústias, os medos, a escolha de um curso que pode vir a definir sua futura profissão e outros sentimentos que corroboram, porém, se isso está lhe caucionando mal-estar, sofrimento, penso que tem mais alguma coisa acontecendo. Se faz necessário observar como você está dividindo o seu tempo, é preciso ter um momento de lazer, de conversar com os colegas, ter um tempo para você, exercício é algo que também ajuda bastante, pois libera a endorfina, que é o gerando um sentimento de prazer, de alívio e relaxamento. Quanto ao seu choro, ele tem uma função, permita-se a sentir.
Penso que a busca por um profissional, psicoterapeuta, ajudaria a lidar, sustentar e a manejar esse momento de pressão e até fortalecê-la para um novo ciclo que se iniciará.
Fico à disposição
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Olá, eu tenho 17 anos e tenho muito, muito medo de vomitar ou de ver alguém vomitando. Pesquisei sob
Olá, eu tenho 17 anos e tenho muito, muito medo de vomitar ou de ver alguém vomitando. Pesquisei sobre e vi que se trata de uma fobia de fato. Tenho esse medo absurdo desde criança, depois de uma situação complicada na escola. No momento, psicólogos estão inacessíveis pra mim e esse meu medo está acabando com o meu dia a dia, com medo de qualquer coisa que pudesse desencadear alguma situação de vômito. O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia!
Penso que você já tenha buscado através das sugestões dos colegas profissionais acima a existência de psicoterapia através de instituições de ensino, as faculdades. Elas possuem um atendimento social nos SPA’s, - Serviços de Psicologia Aplicada, que tem como objetivo a prestação de serviços psicológicos à comunidade e a formação acadêmica dos estudantes da mesma. Recomendo que não desista de buscar um profissional, psicólogo, você terá um acolhimento, um acompanhamento e te ajudará a ressignificar essa e outras questões da sua história de vida.
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Ola. Há 01 ano, passei por uma situação difícil no meu casamento, onde me separei e ainda está sendo
Ola. Há 01 ano, passei por uma situação difícil no meu casamento, onde me separei e ainda está sendo doloroso pra mim. Me culpo por tudo o que houve e não consigo superar. Tenho alguns problemas de saúde (diabetes 1) e desde então, tenho passado muito mal com crises de tonturas seguido de zumbidos muito, muito forte na cabeça, onde sou obrigada a me deitar rapidamente, para não desmaiar. Estou passando por essa crise agora. Há 5 dias, não consigo ficar de pé. A cabeça não para de chiar e eu não sei o quê pode ser. Tenho complicações da diabetes como: retinopatia e nefropatia porém, estão estabilizadas e eu não creio que seja da doença e sim de todo o estresse que estou vivendo. Algum profissional poderia me sugerir algum tratamento ou pode me dizer se é emocional? Eu preciso superar e voltar a viver
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia! Espero que você esteja melhor.
Gostaria de salientar que esses sintomas que você tem passado, não são sintomas independentes. O nosso corpo e a nossa mente estão interligados, sendo assim, tanto o nosso psíquico, pode gerar uma doença física, quanto os nossos sintomas físicos podem gerar ou afetar o nosso psíquico. Um dos sentimentos que mexem com o nosso sofrimento psíquico e consequentemente reflete na nossa saúde física é a culpa e a mágoa. É necessário de possamos trabalhar a culpa para se perdoar, bem como a mágoa para poder se liberar.
Penso que é importante que você procure um profissional, psicólogo que possa te acompanhar e te ajudar a ressignificar sua história de vida, seus sentimentos, acolhendo suas dores. Fortalecendo assim, sua saúde emocional. Bem como sugiro que busque um profissional endócrino para que possa acompanhá-la quanto as questões da diabetes, e investigar outras questões que você tenha ou que possa aparecer. A diabetes é uma doença silenciosa, caucionada por alguns fatores, sendo um deles o sofrimento psíquico.
Perguntas frequentes
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Estou tomando o anticoncepcional ciclo 21 e sinto que ganhei certo peso... é normal o anticoncepcion
Olá! A pílula não costuma engordar, não há evidência científica disso. Algumas…