Perguntas do paciente (35)

  • Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso ne

    Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso nela todo dia, até cheguei a namorar outra pessoa depois, mas nunca me senti feliz com o meu relacionamento recente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Isso parece o clássico "tentar preencher o vazio para não sentir a angústia". O que será que tem nesse desejar constante nela ela? O que será que você vivenciou com ela ou idealizou com ela que deixa o desejo ainda vivo? Em uma análise é possível verificar tudo isso e muito mais.


  • Fico lembrando o tempo todo, de pessoas conhecidas que já morreu, fico com sentimento de pena.

    Fico lembrando o tempo todo, de pessoas conhecidas que já morreu, fico com sentimento de pena.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    O que será que morreu em você quando essa pessoa morreu?


  • Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

    Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Em alguns pontos posso te direcionar:

    1° O profissional seria aquele em que você vai se sentir bem falando de suas questões, aquele em que você não vai se sentir julgado.

    2° Não existe uma receita de bolo para se livrar disso e na terapia/análise você percebe que cada um terá uma maneira de lidar com o próprio sintoma, formas de se relacionar e afins.

    3° Talvez a questão inicial seria o que tem no outro que te trava? Que questões você tem que são implicadas por este outro?


  • Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando

    Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Bom, não há uma receita de bolo pronta para que você possa lidar com isso. Na terapia/analise possibilitamos que a pessoa se autoconheça, pois se autoconhecendo há a possibilidade de responder "O que te faz levantar essas defesas?", ou até mesmo o que exatamente você está tentando se defender? A terapia/analise não te da a resposta diretamente, apenas te guia para a própria resposta.


  • Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

    Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Bom, sempre indicamos a terapia/análise, pois através disso você pode começar a se questionar o que está por trás dessa comparação, por que a idade é uma questão. Não existe uma receita de bolo em que podemos lhe dar e prometer que vai funcionar. Geralmente questões assim possuem algo mais profundo.


  • Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda

    Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    A questão é: VOCÊ quer? A psicologia pode dizer muitas coisas, mas a principal questão não é essa. Talvez a questão também seja: por que você ficou em uma relação por muitos anos cheia de conflitos e ofensas? É esperança de algo?


  • Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

    Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Olha, todo sofrimento é comum, mas ao ponto de você sentir constantemente não, não é normal. Não se sentir validada em uma relação pode ser um reflexo da própria relação em si. Que lugar você ocupa nessa relação com o outro? Por que você tem que se sentir pisando em ovos para falar com esse outro sobre o que você sente? São questões que precisam ser refletidas, pensadas; geralmente a análise/terapia é um bom lugar para isso.


  • Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos

    Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.

    O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.

    Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.

    Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Um relacionamento só poderá ser reconstruído quando ambas as partes cooperarem, até porque quando é só um tentando consertar tudo é bem desgastante. Pelo que foi relatado, compreender qual é o próprio limite já é um bom início. Mas podemos ir um pouco mais profundo: Por que manter essa relação? Para que manter?
    Acho que tem outras vias que podem ser vistas essas questões também: Por que ainda perdurou esse casamento? É mais sobre a criação dos filhos? Que imagem querem sustentar? Sustentar essa imagem está beneficiando quem nessa relação familiar?


  • Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas

    Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.

    Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.

    Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Passar pode até passar, mas quem dirá que não se repetirá com outras coisas não é?! Talvez isso seja apenas uma porta aberta para responder questões mais profundas: Esse gosto de Kpop quer preencher que falta? A fantasia criada tem que função? Fuga?


  • . Como é feito o tratamento para reduzir a alta reatividade?

    . Como é feito o tratamento para reduzir a alta reatividade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Pacientes com TPB têm uma tendência a repetir, inconscientemente, seus padrões de relacionamento antigos com o terapeuta. Por exemplo, se a pessoa tem medo de ser abandonada, pode interpretar o fim de uma sessão ou uma ausência do terapeuta como uma rejeição, reagindo com raiva ou desespero. O terapeuta usa essa reação que acontece "ao vivo" na terapia como uma ferramenta. Ao invés de reagir de volta, ele ajuda o paciente a perceber o que está acontecendo, separando o que é do passado (a ameaça de abandono vivida na infância) do que é do presente (a situação real com o analista). Aos poucos, o paciente aprende a não reagir de forma automática e a compreender melhor suas emoções.


  • Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno com falha na inte

    Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerado um transtorno com falha na integração afetivo-cognitiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Porque a emoção e o pensamento não trabalham juntos de forma harmoniosa. Em pessoas sem o transtorno, quando uma emoção forte surge, o cérebro ainda consegue raciocinar, planejar, avaliar consequências. No TPB, a emoção "sequestra" o pensamento. A pessoa sente uma raiva ou um medo tão intensos que perde temporariamente a capacidade de pensar com clareza, de lembrar que já passou por situações parecidas, de considerar que a outra pessoa pode ter boas intenções.


  • Como a negação do diagnóstico afeta os padrões de pensamento disfuncionais de um paciente com Transt

    Como a negação do diagnóstico afeta os padrões de pensamento disfuncionais de um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ? Existe uma abordagem específica para desafiar esses padrões durante o tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    A negação é levada como um mecanismo de defesa, busca impedir o tratamento em cima do transtorno, muitas vezes levando o sujeito a desafiar ou até mesmo romper com a relação terapêutica (a base de todo o tratamento). O sujeito terá pensamentos como : "ele não está me entendendo", "todo mundo me provoca com esse rótulo", algo do gênero que corresponda com suas dores emocionais.
    O que rompe com isso é ir pela linha lógica do paciente, não mencionando sobre o transtorno.


  • Muitos pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sentem uma falta de controle sobre

    Muitos pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sentem uma falta de controle sobre suas emoções e comportamentos. Como podemos trabalhar a percepção de controle no tratamento, especialmente se o paciente nega o diagnóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Bem, quando lido com pacientes nesta situação, busco evitar falar do transtorno, apenas contornando, falando de sintomas. O problema não necessariamente é o paciente negar o diagnóstico, mas sim o profissional empurrá-lo goela a baixo. Assim, podemos utilizar outros termos para nos referir aos sintomas do TPB.


  • O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode causar uma percepção distorcida de eventos passa

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode causar uma percepção distorcida de eventos passados?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Sim, quem sofre de TPB sofra algumas distorções cognitivas e veja acontecimentos do passado de um jeito meio distorcido. Não é que ela invente as coisas de propósito, mas a forma como ela sente e interpreta acaba pintando as lembranças com cores muito fortes, geralmente negativas.
    Qualquer coisa já pode ser interpretada como rejeição. Se alguém fez um comentário sem maldade anos atrás, a pessoa pode guardar aquilo como uma prova de que foi abandonada, mesmo que não tenha sido nada daquilo. É como se a emoção do momento ficasse grudada na memória e distorcesse o que realmente aconteceu.


  • O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode levar a uma baixa tolerância à frustração?

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode levar a uma baixa tolerância à frustração?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Sim, é muito comum inclusive, pois a pessoa que sofre de TPB não sente suas emoções de forma regular como pessoas que não possuem TPB. O que para a maioria das pessoas é um aborrecimento pequeno, para quem tem TPB vira algo enorme, quase insuportável. Coisas pequenas viram grandes. Um amigo que demora pra responder, um tom de voz diferente, um comentário sem maldade, ela pode sentir aquilo como uma rejeição gigante e reagir com muita raiva.
    Isso ocorre porque, quando a criança emocionalmente sensível cresce em um ambiente que não valida seus sentimentos, ela não aprende a regular as próprias emoções. Sem esse aprendizado, quando adulta, qualquer frustração vira um problema gigante porque ela não tem as ferramentas internas para se acalmar.


  • Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda as pessoas com Transtorno de Personalidade Borde

    Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda as pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    A TCC não é tão recomendada tratando-se de transtornos de personalidade, mas a terapia dos esquemas (uma outra forma de terapia cognitiva) é a mais recomendada nestes casos.


  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta o autocuidado de uma pessoa?

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta o autocuidado de uma pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Com certeza, pois o transtorno dificulta muito que a pessoa cuide de si mesma e não por falta de vontade, mas porque as emoções vêm tão fortes e tão rápido que tudo vira uma tempestade interna. Quando a pessoa está em crise, tarefas simples como tomar banho, comer bem ou dormir viram algo que ela simplesmente não consegue fazer. Muitas vezes o paciente com este transtorno apresenta comportamentos de fuga em relação a essa dor emocional, procurando um alivio na bebida de forma exagerada, drogas, machucar o próprio corpo, além de se colocar em situações de risco.


  • O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser causado por traumas na infância?

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser causado por traumas na infância?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Sim e não, o TPB, como qualquer outro transtorno de personalidade, possui uma complexidade que não poderá depender de apenas um fator para ser desenvolvida. É uma combinação entre a forma como a pessoa já nasce e o ambiente em que cresce.
    Ela se desenvolve através de fatores biológicos, psicológicos e sociais (biopsicossocial). A pessoa já nasce com um temperamento muito sensível. Sente as emoções de forma mais intensa e demora mais para se acalmar. Quando essa criança sensível cresce num lugar onde ninguém reconhece ou acolhe o que ela sente, o problema se desenvolve.


  • O que são "comportamentos de fuga" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    O que são "comportamentos de fuga" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Os comportamentos de fuga em pessoas que sofrem de TPB é um meio de evitar ou fugir da dor emocional que beira a ser insuportável. É como se a mente e o corpo estivessem em desespero, e qualquer coisa que traga alívio naquele momento vira uma saída de emergência. Isso é comum em qualquer ser humano, mas na TPB o comportamento é disfuncional de fuga torna-se disfuncional.
    Comportamentos de fuga comuns em pessoas que sofrem deste transtorno são: automutilação, excesso de bebida alcóolica, se coloca em situações de risco constantemente, tentativas de suicídios.


  • O que é o "comportamento de busca por validação" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderli

    O que é o "comportamento de busca por validação" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Leonardo Gabriel Klaumann Soares

    Bem, essa questão de validação é umma busca constante da pessoa desejando ser amada, compreendida, aceita e afins. Geralmente, quem tem TPB cresceu num ambiente onde os sentimentos eram desconsiderados, a pessoa era constantemente invalidade. Quando criança, ouvia coisas como “você está exagerando”, “não é para tanto”. Sem essa validação e amparo dos adultos em momentos emocionais difíceis, a pessoa não aprendeu a se acalmar sozinha nem a confiar nos próprios sentimentos. E quando vira adulta, fica dependente dos outros para se sentir segura, mas procura isso de forma disfuncional.


Perguntas frequentes

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