Perguntas do paciente (539)

  • Quais são as diferenças entre retraimento social normal do patológico?

    Quais são as diferenças entre retraimento social normal do patológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O retraimento social pode variar entre o normal e o patológico dependendo do impacto que tem na vida da pessoa.

    Retraimento Social Normal: Pode ocorrer em momentos de introspecção, necessidade de descanso ou mudança de interesses sociais. É geralmente temporário e não causa sofrimento significativo ou prejuízo nas funções diárias. ‍

    Retraimento Social Patológico: Está frequentemente associado a condições como depressão, ansiedade social ou outros transtornos mentais. Nesse caso, o isolamento é persistente e provoca sofrimento emocional, impactando negativamente relações, trabalho ou estudos.

    Identificar a diferença envolve observar se o retraimento está prejudicando a qualidade de vida e se há desejo de socializar, mas medo ou ansiedade impedem isso.

    Se o retraimento estiver causando sofrimento, buscar apoio profissional pode ser muito benéfico. A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a desenvolver habilidades sociais e estratégias para enfrentar a ansiedade.

    Estou disponível para ajudar nesse processo. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quais os comportamentos mal adaptativos e indesejáveis de uma pessoa com o Transtorno da Personalida

    Quais os comportamentos mal adaptativos e indesejáveis de uma pessoa com o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    No Transtorno da Personalidade Borderline (TPB), alguns comportamentos mal adaptativos e indesejáveis são comuns devido à instabilidade emocional característica dessa condição. Frequentemente, a pessoa pode apresentar impulsividade, o que pode levar a ações precipitadas, como gastos excessivos, abuso de substâncias ou comportamentos sexuais de risco.

    Outro comportamento comum é o medo intenso de abandono, que pode resultar em esforços desesperados para evitar a rejeição, reais ou imaginadas. Isso pode incluir mudanças abruptas de humor ou reações emocionais intensas.

    A instabilidade nos relacionamentos interpessoais é outra característica, com a alternância entre idealização e desvalorização de pessoas próximas. Além disso, é comum a presença de sentimentos crônicos de vazio e raiva intensa, que podem ser difíceis de controlar.

    Esses comportamentos podem causar sofrimento significativo e impactar negativamente a vida pessoal e profissional. A psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser muito eficaz, ajudando a pessoa a desenvolver habilidades de regulação emocional e melhorar seus relacionamentos.

    Se você ou alguém que conhece está lidando com esses desafios, buscar suporte profissional é essencial. Estou à disposição para ajudar. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meus perfis no Doctoralia: leonir-troscki/psicologo/jaragua-do-sul ou visite meu site: humanamentefalando.com.br.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • É verdade que uma boa estrutura familiar pode evitar um transtorno mental?

    É verdade que uma boa estrutura familiar pode evitar um transtorno mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Uma boa estrutura familiar pode ser um fator de proteção importante, mas não garante que um transtorno mental seja completamente evitado. Ter um ambiente familiar estável e de apoio pode proporcionar segurança emocional, comunicação aberta e desenvolvimento saudável, o que ajuda a lidar melhor com o estresse e as dificuldades da vida.

    No entanto, é importante entender que os transtornos mentais são influenciados por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos. Mesmo em famílias bem estruturadas, fatores como predisposição genética ou eventos traumáticos podem contribuir para o desenvolvimento de um transtorno mental.

    O apoio familiar pode, entretanto, facilitar o tratamento e a recuperação, ajudando na adesão a terapias e promovendo um ambiente que encoraje o bem-estar. A psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser uma ferramenta valiosa para trabalhar questões familiares e individuais de maneira construtiva.

    Se você tem preocupações sobre saúde mental, estou à disposição para oferecer suporte e orientação. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meus perfis no Doctoralia: leonir-troscki/psicologo/jaragua-do-sul ou visite meu site: humanamentefalando.com.br.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quais são as principais doenças relacionada à saúde mental?

    Quais são as principais doenças relacionada à saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A saúde mental abrange uma variedade de condições que podem afetar o bem-estar emocional e psicológico. Entre as principais doenças relacionadas à saúde mental estão:


    Depressão: Caracterizada por tristeza persistente, perda de interesse em atividades, alterações no apetite e sono, e sentimentos de inutilidade.



    Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Envolve preocupação excessiva e constante, acompanhada de tensão física e emocional.



    Transtorno Bipolar: Marcado por variações extremas de humor, incluindo episódios de depressão e mania.



    Esquizofrenia: Afeta a percepção da realidade, podendo incluir alucinações e delírios.



    Transtornos de Ansiedade Social (Fobia Social): Medo intenso de situações sociais e de desempenho, levando ao isolamento.



    Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): Caracterizado por pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos.



    Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): Desenvolve-se após a exposição a eventos traumáticos, resultando em flashbacks e ansiedade intensa.



    Transtornos Alimentares: Incluem anorexia, bulimia e transtorno da compulsão alimentar, afetando a relação com a comida e a imagem corporal.



    Essas condições são tratáveis, e a psicoterapia cognitivo-comportamental é uma abordagem eficaz para muitas delas, ajudando a modificar padrões de pensamento e comportamento.

    Se você ou alguém próximo está enfrentando esses desafios, recomendo buscar suporte profissional. Estou à disposição para ajudar, e você pode encontrar mais informações no Doctoralia ou no meu site HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    O transtorno afetivo bipolar (TAB) é uma condição de saúde mental que pode se manifestar em diferentes idades, mas frequentemente aparece no final da adolescência ou no início da idade adulta, geralmente entre os 15 e 30 anos. No entanto, é importante destacar que algumas pessoas podem apresentar sintomas mais cedo, na infância ou na adolescência, enquanto outras podem ter seu primeiro episódio na maturidade.

    Os episódios de humor característicos do TAB incluem episódios maníacos, hipomaníacos e depressivos. Durante os episódios maníacos, a pessoa pode sentir uma elevação extrema do humor, energia excessiva e impulsividade, enquanto nos episódios depressivos, pode experimentar tristeza profunda, falta de energia e perda de interesse em atividades antes prazerosas. Essa alternância entre estados emocionais pode ser desafiadora e impactar significativamente a vida pessoal, social e profissional do indivíduo.

    É fundamental que a avaliação e o diagnóstico sejam feitos por um profissional de saúde mental qualificado, pois um entendimento claro da condição pode levar a um tratamento mais eficaz. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando dificuldades emocionais, buscar apoio profissional é essencial. Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia aqui ou visitar meu site Humanamente Falando.

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TA

    Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    A família desempenha um papel crucial no diagnóstico e na adesão ao tratamento do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB). Como psicólogo especializado em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, destaco a importância desse apoio.

    No diagnóstico, a família pode ajudar a identificar mudanças de comportamento e humor que o indivíduo pode não perceber. Observações detalhadas sobre os padrões de sono, energia e interações sociais são valiosas para os profissionais de saúde.

    No tratamento, o apoio familiar é essencial para garantir que a pessoa siga as recomendações médicas e terapêuticas. Isso inclui lembrar sobre a medicação, incentivar a participação em sessões de terapia e manter uma rotina estruturada.

    Além disso, a comunicação aberta e o entendimento sobre o transtorno ajudam a reduzir estigmas e a criar um ambiente acolhedor. A família pode aprender a reconhecer sinais de alerta e a intervir antes que os episódios se intensifiquem.

    O suporte profissional é essencial para orientar a família nesse processo. Estou à disposição para ajudar. Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e no site: HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quais são as características de uma pessoa hipocondríaca?

    Quais são as características de uma pessoa hipocondríaca?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Uma pessoa hipocondríaca costuma apresentar uma preocupação intensa e contínua com a própria saúde, frequentemente acreditando estar doente, mesmo sem evidências médicas que sustentem esse temor. Ela pode interpretar sensações corporais normais como sinais de doenças graves, o que gera ansiedade e estresse significativos.

    Essas preocupações podem levar a visitas frequentes a médicos, busca constante por informações sobre doenças na internet, e dificuldade em aceitar garantias médicas de que está saudável. Isso pode afetar negativamente a vida social e profissional, criando um ciclo de preocupação e alívio temporário.

    Na terapia cognitivo-comportamental, buscamos ajudar a pessoa a reconhecer e modificar pensamentos distorcidos sobre saúde, desenvolvendo estratégias mais saudáveis para lidar com a ansiedade. Esse processo envolve identificar gatilhos e trabalhar habilidades de enfrentamento, melhorando a qualidade de vida.

    É essencial procurar suporte profissional para lidar eficazmente com a hipocondria. Estou à disposição para ajudar nessa jornada. Para mais informações e agendamentos, acesse meus perfis no Doctoralia e no site Humanamente Falando:

    Doctoralia
    Humanamente Falando

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • O que fazer no momento de uma crise de Ansiedade Patológica?

    O que fazer no momento de uma crise de Ansiedade Patológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Durante uma crise de ansiedade patológica, é essencial adotar estratégias que possam ajudar a reduzir os sintomas e recuperar o controle emocional. Em primeiro lugar, é importante focar na respiração. Técnicas de respiração profunda, como inspirar lentamente pelo nariz, segurar o ar por alguns segundos e expirar pela boca, podem ajudar a acalmar o sistema nervoso.

    Outra abordagem eficaz é a técnica de grounding, que envolve reconectar-se com o momento presente. Isso pode ser feito observando o ambiente ao seu redor e identificando cinco coisas que você pode ver, quatro que pode tocar, três que pode ouvir, duas que pode cheirar e uma que pode saborear.

    Além disso, desafiar pensamentos catastróficos é uma prática útil. Pergunte a si mesmo se o que está sentindo é baseado em fatos ou em interpretações distorcidas da realidade. Essa reavaliação cognitiva pode ajudar a reduzir a intensidade da crise.

    A longo prazo, a psicoterapia cognitivo-comportamental pode ser extremamente benéfica para entender os gatilhos da ansiedade e desenvolver estratégias personalizadas de enfrentamento.

    Reforço a importância do apoio profissional para lidar com crises de ansiedade. Estou à disposição para ajudar, e você pode encontrar mais informações no Doctoralia ou no meu site HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • O que leva uma pessoa a desenvolver o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)?

    O que leva uma pessoa a desenvolver o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é um quadro de saúde mental caracterizado por preocupação excessiva e incontrolável sobre diversas áreas da vida. Existem múltiplos fatores que podem contribuir para o desenvolvimento desse transtorno. Primeiramente, há uma influência genética significativa e, muitas vezes, pessoas com TAG têm familiares próximos que também apresentam transtornos de ansiedade. Além disso, eventos estressantes ou traumáticos, como a perda de um ente querido ou um acidente, podem desencadear ou agravar os sintomas em indivíduos predispostos.

    Do ponto de vista da psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), acredita-se que pensamentos disfuncionais e padrões de pensamento negativos desempenham um papel central no TAG. Pessoas com esse transtorno tendem a interpretar situações neutras ou ambíguas como ameaçadoras, o que perpetua a ansiedade. A TCC trabalha para reestruturar esses pensamentos, ajudando os indivíduos a desenvolverem estratégias mais adaptativas de enfrentamento.

    Além dos fatores psicológicos, aspectos biológicos, como o desequilíbrio de neurotransmissores no cérebro, também podem estar envolvidos. É importante lembrar que o TAG é tratável e que a combinação de psicoterapia e, quando necessário, medicação, pode proporcionar alívio significativo dos sintomas.

    Destaco a importância do suporte profissional para quem enfrenta o TAG. Se você ou alguém que conhece está passando por isso, encorajo a buscar ajuda. Estou à disposição para consultas, e você pode encontrar mais informações no Doctoralia: Leonir Troscki no Doctoralia ou visitar meu site HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • É verdade que a ansiedade patológica causa problemas no sono?

    É verdade que a ansiedade patológica causa problemas no sono?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sim, a ansiedade patológica pode afetar significativamente o sono. Quando estamos ansiosos, nosso corpo e mente entram em estado de alerta, dificultando o relaxamento necessário para adormecer. Isso pode se manifestar como dificuldade para iniciar o sono, acordar frequentemente durante a noite ou ter um sono não reparador.

    A ansiedade aumenta a produção de hormônios do estresse, como o cortisol, que interfere nos ciclos do sono. Além disso, preocupações persistentes e pensamentos intrusivos podem manter a mente ativa, impedindo o descanso adequado.

    A psicoterapia cognitivo-comportamental pode ser muito eficaz para tratar a ansiedade e os problemas de sono associados, ajudando a identificar e modificar pensamentos disfuncionais e a desenvolver hábitos saudáveis de sono.

    Se você está enfrentando esses desafios, buscar suporte profissional pode ser muito benéfico. Estou à disposição para ajudar, e você pode encontrar mais informações no Doctoralia ou no meu site HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755


  • Como é feito o diagnóstico do transtorno de personalidade Borderline?

    Como é feito o diagnóstico do transtorno de personalidade Borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um processo cuidadoso que envolve a avaliação de um conjunto de critérios definidos no DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais). Esses critérios incluem instabilidade emocional, impulsividade, medo intenso de abandono, e padrões instáveis de relacionamentos.

    Na prática, o diagnóstico é realizado através de entrevistas clínicas detalhadas, onde o profissional de saúde mental coleta informações sobre o histórico de vida da pessoa, suas relações interpessoais e padrões emocionais. Questionários e avaliações padronizadas também podem ser utilizados para complementar a análise.

    É importante destacar que o diagnóstico deve ser feito por um profissional qualificado, considerando que muitos sintomas do TPB podem se sobrepor com outras condições de saúde mental. A psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser uma ferramenta eficaz para ajudar a pessoa a desenvolver estratégias de enfrentamento e melhorar a regulação emocional.

    Se você está buscando orientação sobre o TPB, estou à disposição para ajudar. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meus perfis no Doctoralia: leonir-troscki/psicologo/jaragua-do-sul ou visite meu site: humanamentefalando.com.br.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Apenas adultos podem ser diagnosticados com transtorno de personalidade borderline?

    Apenas adultos podem ser diagnosticados com transtorno de personalidade borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é geralmente diagnosticado em adultos, mas os sinais podem começar a aparecer na adolescência. Durante essa fase, muitas características do TPB, como instabilidade emocional, impulsividade e dificuldades nos relacionamentos, podem se manifestar.

    No entanto, os profissionais têm cautela ao diagnosticar adolescentes, pois suas personalidades ainda estão em desenvolvimento. Muitos comportamentos que parecem semelhantes ao TPB podem ser parte do processo normal de amadurecimento.

    Um diagnóstico precoce pode ajudar a implementar intervenções eficazes, como a terapia cognitivo-comportamental, que auxilia na regulação emocional e no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento saudáveis.

    Se você tem dúvidas sobre o comportamento de um adolescente ou adulto, é importante buscar orientação profissional. Estou disponível para ajudar e oferecer suporte. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meus perfis no Doctoralia: leonir-troscki/psicologo/jaragua-do-sul ou visite meu site: humanamentefalando.com.br.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quais os sintomas ou sinais que indicam um problema de saúde mental?

    Quais os sintomas ou sinais que indicam um problema de saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Identificar problemas de saúde mental pode ser desafiador, mas existem alguns sinais e sintomas comuns a serem observados.


    Mudanças de Humor: Alterações bruscas ou persistentes no humor, como tristeza profunda, irritabilidade ou euforia extrema.



    Ansiedade Excessiva: Preocupação constante ou medo que interfere nas atividades diárias.



    Retraimento Social: Isolamento e falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas.



    Dificuldades Cognitivas: Problemas de concentração, memória ou raciocínio.



    Alterações no Sono e Apetite: Insônia, sono excessivo, perda ou ganho de peso significativo.



    Comportamento Impulsivo ou Autodestrutivo: Ações sem pensar nas consequências ou autolesão.



    Sintomas Físicos Inexplicáveis: Dores e desconfortos sem causa médica aparente.



    Se você ou alguém que conhece está apresentando esses sinais, buscar ajuda profissional é fundamental. A terapia cognitivo-comportamental pode ser muito eficaz para tratar uma variedade de problemas de saúde mental.

    Estou disponível para ajudar e orientar. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • O que deve ser feito para que haja uma melhora do transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva?

    O que deve ser feito para que haja uma melhora do transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Para promover uma melhora no transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva (TPOC), é importante adotar uma abordagem estruturada, geralmente baseada na psicoterapia cognitivo-comportamental. Essa forma de terapia ajuda a identificar e desafiar padrões de pensamento rígidos e comportamentos compulsivos, promovendo uma maior flexibilidade cognitiva e emocional. Através de técnicas como a reestruturação cognitiva e a exposição com prevenção de resposta, os indivíduos podem aprender a lidar melhor com as suas preocupações e diminuir a necessidade de controle excessivo.

    Além da terapia, pode ser útil incorporar estratégias de autocuidado, como a prática regular de exercícios físicos, técnicas de relaxamento e a manutenção de uma rotina equilibrada. Essas práticas auxiliam na redução do estresse e promovem um bem-estar geral, complementando o trabalho terapêutico.

    É fundamental a busca de suporte profissional para um tratamento eficaz. Como especialista em saúde mental, estou disponível para ajudar nesse processo. Para mais informações e para marcar uma consulta, você pode visitar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Psicólogo ou acessar o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quais são as características do Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva?

    Quais são as características do Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva (TPOC) é caracterizado por um padrão persistente de preocupação com ordem, perfeccionismo e controle. Pessoas com TPOC tendem a ser extremamente detalhistas e rígidas em suas rotinas e padrões de comportamento. Elas podem ter dificuldade em delegar tarefas, acreditando que ninguém fará o trabalho tão bem quanto elas.

    Outra característica comum é a preocupação excessiva com regras, listas e horários, a ponto de o objetivo principal da atividade ser perdido. O perfeccionismo pode ser tão intenso que interfere na conclusão de tarefas, pois a pessoa não consegue considerar um trabalho "bom o suficiente".

    Diferente do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), o TPOC não envolve obsessões e compulsões específicas, mas sim um padrão geral de rigidez e controle. A psicoterapia cognitivo-comportamental pode ajudar a flexibilizar esses padrões, promovendo um equilíbrio mais saudável entre controle e adaptabilidade.

    Se você ou alguém próximo está lidando com esses desafios, buscar suporte profissional pode ser muito benéfico. Estou à disposição para ajudar, e você pode encontrar mais informações no Doctoralia ou no meu site HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Existe uma quantidade mínima de sessões para o psicólogo(a) entender o problema e começar o tratamen

    Existe uma quantidade mínima de sessões para o psicólogo(a) entender o problema e começar o tratamento para caso de Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Para compreender e iniciar o tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), não há uma quantidade fixa de sessões. Cada caso é único e pode variar conforme a complexidade dos sintomas e a história do paciente.

    Nas sessões iniciais, geralmente fazemos uma avaliação abrangente para entender o histórico pessoal, os padrões de comportamento e as dificuldades emocionais do paciente. Esse processo pode levar algumas consultas, pois é fundamental estabelecer uma compreensão clara e uma relação de confiança.

    Após essa avaliação, começamos a estruturar um plano de tratamento personalizado. A terapia cognitivo-comportamental, especialmente a Terapia Dialética Comportamental (TDC), é eficaz para ajudar a gerenciar os sintomas do TPB, trabalhando habilidades de regulação emocional, tolerância ao estresse e melhoria nos relacionamentos interpessoais.

    O suporte profissional contínuo é essencial para um progresso significativo. Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações e agendamento, acesse meus perfis no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e no site: HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último

    Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último começou após a morte do meu pai, porém antes do falecimento dele saia normalmente de casa. Quero saber o por que isto aconteceu e o que devo fazer para reverter este quadro???? Já estou em tratamento psiquiátrico, mas aguardando vaga para tratamento psicológico no SUS.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está vivenciando pode ser uma resposta emocional ao luto que está atravessando. A perda de alguém tão próximo, como um pai, pode intensificar sentimentos de vulnerabilidade e insegurança, manifestando-se em medos novos, como o de sair de casa sozinha. Esse tipo de reação é compreensível, pois o luto pode desencadear uma série de mudanças emocionais e comportamentais.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para entender essas reações e encontrar formas de lidar com elas. Isso inclui identificar pensamentos negativos associados ao medo e substituí-los por pensamentos mais realistas e positivos. Também podemos desenvolver estratégias graduais para enfrentar esse medo, começando por pequenas saídas acompanhadas, por exemplo, e aumentando conforme você se sinta mais confortável.

    É ótimo que você já esteja em tratamento psiquiátrico. Quando conseguir iniciar a psicoterapia, ela pode complementar esse cuidado ao oferecer um espaço seguro para explorar suas emoções e desenvolver habilidades para gerenciar o medo. Enquanto aguarda, recomendo explorar recursos online e grupos de apoio que possam oferecer suporte emocional.

    Estou à disposição para ajudar quando for possível, e você pode encontrar mais informações nos meus perfis no Doctoralia e no site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algu

    tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algumas reações, por exemplo quando eu ia me deitar para dormir meus musculos da cabeça e do braço começavam a tremer como se eu estivesse com medo ou com frio, outra coisa é peso nas pernas sem vontande de andar, e um peso na cabeça, já lidei com um transtorno chamado "Despersonalização / Desreleição" pois eu sentia que não estava em um mundo real, mas agora mudou, mas hoje estou sentindo esses cansaços, depois de uma crise é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está passando pode ser bastante desconfortável, e os sintomas que você descreveu são comuns após uma crise de ansiedade. É importante entender que o corpo e a mente precisam de tempo para se recuperar do intenso estado de alerta que a ansiedade provoca. Tremores musculares, sensação de peso nas pernas e fadiga são reações que podem ocorrer, pois o sistema nervoso ainda está se ajustando e voltando ao seu estado normal.

    Essas reações físicas podem ser alarmantes, especialmente se você já lidou com despersonalização e desrealização. Esses fenômenos muitas vezes surgem como uma forma de proteção emocional em resposta a estressores severos. A sensação de não estar totalmente presente ou de estar em um mundo "não real" é uma maneira que a mente encontra para lidar com o estresse intenso. Embora esses sintomas possam ser perturbadores e causar preocupação, eles geralmente diminuem com o tempo e com o cuidado adequado.

    Após uma crise de ansiedade, é normal sentir-se exausto e até mesmo ter dificuldade para relaxar. A ansiedade, especialmente em sua forma aguda, consome muita energia emocional e física. O cansaço que você está sentindo, juntamente com o peso nas pernas e a sensação de tensão, pode ser uma resposta do corpo para o estresse que você experimentou. Quando estamos sob pressão, nossos músculos tendem a se contrair, e isso pode levar a uma sensação de rigidez ou fraqueza.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para desenvolver estratégias que ajudem a gerenciar a ansiedade e suas repercussões. Isso pode incluir técnicas de relaxamento, como respiração profunda e meditação, que podem ser muito eficazes para acalmar o sistema nervoso. Além disso, a reestruturação cognitiva pode ajudar a mudar padrões de pensamento negativos que podem estar contribuindo para sua ansiedade e os sintomas associados.

    É fundamental buscar o apoio de um profissional qualificado para que você possa entender melhor o que está acontecendo e receber as ferramentas necessárias para lidar com esses sentimentos. Estou disponível para ajudá-lo nesse processo e para oferecer um espaço seguro onde você possa explorar essas experiências.

    Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia para mais informações sobre como posso ajudar. Você também pode conferir o site HumanaMente Falando para explorar mais recursos que podem ser úteis.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Minha filha de 7a sempre dormiu na cama e no quarto dela. Faz um mês que ela não quer mais dormir no

    Minha filha de 7a sempre dormiu na cama e no quarto dela. Faz um mês que ela não quer mais dormir no quarto, e quando vai anoitecendo ela começa a entrar em Pânico. Perguntei o que aconteceu e ela fala que tem medo. Já faz terapia, conversei com a neuro, tentei de tudo sem sucesso. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que essa situação pode ser desafiadora. Mudanças no comportamento do sono em crianças podem ser desencadeadas por várias razões, incluindo fatores emocionais ou experiências recentes. O medo que sua filha está sentindo pode ser uma resposta a algo específico ou parte de uma fase de desenvolvimento.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), focamos em identificar e modificar pensamentos que alimentam a ansiedade. Uma técnica eficaz é a exposição gradual aos medos em um ambiente seguro, ajudando a criança a desenvolver confiança e resiliência. Além disso, criar uma rotina de sono consistente, com atividades relaxantes antes de dormir, pode ajudar a diminuir a ansiedade.

    É importante continuar com o acompanhamento profissional que já está sendo feito, pois ele pode oferecer suporte personalizado e novas estratégias para ajudar sua filha.

    Para mais informações e suporte, você pode acessar meus perfis no Doctoralia e no site Humanamente Falando. Estou aqui para ajudar sempre que precisar.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá e sejam todos bem-vindos!

    Sim, é possível que uma pessoa apresente características tanto do transtorno de personalidade antissocial quanto do transtorno de personalidade borderline. Embora sejam condições distintas, elas podem coexistir, manifestando-se de maneiras que afetam o comportamento, as emoções e as relações interpessoais.

    O transtorno de personalidade antissocial é caracterizado por um padrão de desrespeito e violação dos direitos dos outros, enquanto o transtorno borderline envolve instabilidade emocional e dificuldade nos relacionamentos. A presença de ambos pode complicar o quadro clínico e exigir uma abordagem terapêutica cuidadosa e personalizada.

    A psicoterapia cognitivo-comportamental é eficaz no tratamento desses transtornos, ajudando a desenvolver habilidades de regulação emocional e melhoria nos padrões de comportamento. O suporte profissional é essencial para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.

    Estou à disposição para ajudar nessa jornada. Você pode agendar uma consulta através do Doctoralia: Leonir Troscki no Doctoralia, visitar meu site: Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.