Perguntas do paciente (539)

  • Olá! Há 3 meses sofri um assalto cujo qual me deixou com algumas "pequenas sequelas". Após sofrer

    Olá!

    Há 3 meses sofri um assalto cujo qual me deixou com algumas "pequenas sequelas". Após sofrer este incidente, eu sinto muitas dores de cabeça tensionais, na região da nuca, meu olho tem pequenos espasmos involuntários, durmo relativamente bem mas acordo super cansado como se eu não tivesse dormido absolutamente nada, fico muito meio aéreo; sem contar que quando saio nas ruas eu fico observando tudo e todos ao meu redor para que eu não seja novamente surpreendido.
    Mas apesar de tudo eu não fiquei com síndrome do pânico, com medo de sair de casa etc.
    Enfim, procurei um neurologista e ele me falou que isso que sinto são sintomas de ansiedade, contudo, sempre fui ansioso mas não ao extremo, mas somente por passar por um trauma como o assalto pode ter desencadeado uma ansiedade fora do comum? Como devo tratar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está vivenciando é uma resposta comum a eventos traumáticos. Experiências como um assalto podem desencadear sintomas de ansiedade, mesmo em pessoas que não tinham um histórico significativo de ansiedade antes. As dores de cabeça tensionais, espasmos oculares e a sensação de cansaço ao acordar são manifestações físicas que podem estar ligadas ao estresse e à ansiedade pós-trauma.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, podemos trabalhar juntos para entender como esse evento afetou seus pensamentos e comportamentos. Técnicas de reestruturação cognitiva ajudam a modificar pensamentos intrusivos e a reduzir a hipervigilância. Além disso, estratégias para relaxamento muscular e controle da respiração podem aliviar os sintomas físicos.

    É importante também reconhecer e validar suas emoções, permitindo-se processar o que aconteceu de forma segura e saudável. Caso sinta que os sintomas persistem, a combinação de psicoterapia com acompanhamento médico pode ser benéfica para um tratamento mais completo.

    A psicoterapia oferece um espaço seguro para explorar essas questões e desenvolver formas eficazes de lidar com elas. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,

    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Meu coração acelera do nada, as mãos tremem e fico suando frio. Em uma dessas crises fui ao pronto s

    Meu coração acelera do nada, as mãos tremem e fico suando frio. Em uma dessas crises fui ao pronto socorro e fiz um eletrocardiograma. Mas não acusou nada grave,só os batimentos acelerados. Tenho medo de morrer toda vez que isso acontece.
    Devo procurar um especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Os sintomas que você descreve, como aceleração do coração, tremores e suor frio, são frequentemente associados a crises de ansiedade ou ataques de pânico. Mesmo que o eletrocardiograma não tenha indicado problemas cardíacos, a experiência pode ser assustadora e gerar um medo significativo de morrer.

    A ansiedade pode desencadear essas reações físicas, ativando a resposta de "luta ou fuga" do corpo. Isso é algo que podemos trabalhar na psicoterapia cognitivo-comportamental, onde o foco está em identificar e modificar pensamentos automáticos que alimentam essa ansiedade. Técnicas de respiração e relaxamento podem ajudar a controlar os sintomas durante uma crise.

    Procurar um especialista é um passo importante para entender melhor esses episódios e desenvolver estratégias eficazes de enfrentamento. Trabalhar com um psicólogo pode oferecer o suporte necessário para lidar com esses desafios e melhorar a qualidade de vida.

    Para mais informações ou para agendar um atendimento, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Estou aqui para ajudar.

    Fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Em algumas situações onde estou sendo analisada meus lábios tremem, minhas mãos também tremem e fica

    Em algumas situações onde estou sendo analisada meus lábios tremem, minhas mãos também tremem e ficam frias, e não consigo controlar e estou sofrendo com isso, o que posso fazer pra isso acabar, tem alguma técnica? Desde já agradeço!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está experimentando são reações físicas comuns em situações de ansiedade, especialmente quando se sente observada ou avaliada. Esses sintomas, como tremores e mãos frias, são respostas do sistema nervoso ao estresse percebido.

    Uma técnica eficaz da psicoterapia cognitivo-comportamental é a respiração diafragmática. Ao concentrar-se em respirar lenta e profundamente, você pode ajudar a acalmar o sistema nervoso e reduzir a ansiedade. Praticar a atenção plena, ou mindfulness, também pode ser útil para focar no presente e diminuir a intensidade das reações físicas.

    Além disso, trabalhar com um psicólogo pode ajudar a identificar os pensamentos subjacentes que alimentam sua ansiedade, permitindo desenvolver estratégias personalizadas para lidar com essas situações de forma mais tranquila.

    Buscar apoio profissional é um passo importante para superar esses desafios. Estou disponível para ajudar nesse processo. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou visite o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Ola, tenho crises de ansiedade algumas vezes, pois tenho um medo intenso de morrer, e também as veze

    Ola, tenho crises de ansiedade algumas vezes, pois tenho um medo intenso de morrer, e também as vezes vem uma sensação de que estou sonhando, sempre penso oque acontecerá depois da morte, e isso me assusta! Queria tanto me livrar da ansiedade. Devo procurar um especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que viver com crises de ansiedade e um medo intenso da morte pode ser realmente desafiador. Esses sentimentos são comuns em muitos indivíduos e podem causar uma sensação de estar desconectado ou como se estivesse sonhando, algo conhecido como despersonalização. Esse tipo de experiência pode ser bastante angustiante e intensificar a ansiedade.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para entender os pensamentos que alimentam a ansiedade e desenvolver estratégias para enfrentá-los de maneira mais saudável. É possível aprender a lidar com essas preocupações de forma que elas não dominem seu dia a dia.

    Procurar um especialista pode ser uma decisão muito benéfica. Um psicólogo pode ajudar a explorar essas emoções, oferecendo suporte e técnicas específicas para reduzir a ansiedade e melhorar sua qualidade de vida.

    Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia para mais informações sobre como posso ajudar: Leonir Troscki. Além disso, o site HumanaMente Falando oferece recursos valiosos sobre saúde mental.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá bom dia, sinto muita angústia e aperto no coração durante a noite não estou conseguindo dormir s

    Olá bom dia, sinto muita angústia e aperto no coração durante a noite não estou conseguindo dormir suor frio e tonteiras também quero saber se preciso tomar algum medicamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está sentindo pode ser bastante desconfortável e impactar significativamente seu bem-estar. A angústia, o aperto no coração, o suor frio e as tonturas são sintomas que podem estar relacionados à ansiedade ou ao estresse. Esses sintomas, especialmente se ocorrem à noite, podem interferir no seu sono e na sua qualidade de vida.

    Antes de considerar qualquer medicação, é importante realizar uma avaliação completa com um profissional de saúde. Um médico ou psiquiatra poderá determinar se a medicação é necessária e qual seria a mais adequada para o seu caso específico.

    A psicoterapia cognitivo-comportamental também pode oferecer estratégias eficazes para lidar com esses sintomas, ajudando a identificar gatilhos emocionais e a desenvolver técnicas de relaxamento e controle da ansiedade.

    Buscar apoio profissional é um passo importante para melhorar sua saúde mental. Estou disponível para ajudar nesse processo. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o de

    Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Experiências como bullying escolar, superproteção dos pais e um ambiente familiar conflituoso podem, de fato, contribuir para o desenvolvimento da fobia social. Essas vivências podem afetar a forma como uma pessoa percebe a si mesma e o mundo ao seu redor, gerando inseguranças e medos em situações sociais.

    O bullying pode diminuir a autoestima e aumentar o medo de ser julgado ou rejeitado. A superproteção, por sua vez, pode limitar o desenvolvimento da autonomia e da confiança em lidar com desafios sociais. Um ambiente familiar conflituoso pode intensificar a ansiedade e a sensação de insegurança.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e modificar padrões de pensamento que mantêm o medo social. Através de técnicas específicas, é possível desenvolver habilidades sociais e estratégias de enfrentamento que promovem maior confiança e bem-estar.

    Se esses fatores estão impactando sua vida, buscar apoio profissional pode ser um passo importante. Estou aqui para ajudar a criar um plano personalizado de enfrentamento e oferecer o suporte necessário.

    Para mais informações ou para agendar um atendimento, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Estou à disposição para ajudar.

    Fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Como posso comunicar ao profissional da saúde que eu suspeito ter Transtorno de Personalidade Limítr

    Como posso comunicar ao profissional da saúde que eu suspeito ter Transtorno de Personalidade Limítrofe (Borderline)? Um psicólogo pode realizar o diagnóstico ou devo procurar um psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Se você suspeita que pode ter Transtorno de Personalidade Limítrofe (Borderline), o primeiro passo é comunicar suas preocupações de forma aberta ao profissional de saúde mental. Um psicólogo pode ajudá-lo a explorar seus sintomas e realizar uma avaliação inicial. Durante o processo terapêutico, trabalharemos juntos para entender melhor suas experiências emocionais e comportamentais.

    Embora o diagnóstico formal deva ser feito por um psiquiatra, o psicólogo desempenha um papel crucial no suporte e manejo dos sintomas através da psicoterapia cognitivo-comportamental, que é eficaz no tratamento do transtorno borderline.

    É importante buscar apoio profissional qualificado para garantir uma abordagem integrada e cuidadosa. Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia para mais informações, além de conferir o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Meu sobrinho acabou de me confidenciar que tem toc, percebi que é algo que está afetando ele, não se

    Meu sobrinho acabou de me confidenciar que tem toc, percebi que é algo que está afetando ele, não sei o que dizer para acalmá-lo e onde procurar ajuda, alguém pode me orientar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    É muito importante que seu sobrinho tenha se aberto com você sobre o que está passando. O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode ser bastante desafiador, mas a boa notícia é que existem tratamentos eficazes. Oferecer apoio e compreensão já é um grande passo.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), trabalhamos para identificar e modificar os pensamentos obsessivos e as compulsões associadas ao TOC. Técnicas como a exposição com prevenção de resposta (EPR) são amplamente utilizadas para ajudar as pessoas a enfrentarem seus medos sem recorrer a comportamentos compulsivos.

    Recomendo que ele procure um psicólogo especializado em TCC, que poderá oferecer um tratamento personalizado e eficaz. Além disso, em alguns casos, uma consulta médica pode ser útil para explorar outras opções terapêuticas, como a medicação.

    Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Oferecer esse tipo de suporte profissional pode fazer uma grande diferença no bem-estar dele.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,

    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá. Tenho 21 anos e nunca me relacionei com ninguém. Sempre acreditei ser heterossexual, mas sempre

    Olá. Tenho 21 anos e nunca me relacionei com ninguém. Sempre acreditei ser heterossexual, mas sempre me senti deslocado, como se vivesse mas sem aproveitar a vida. Ultimamente, em meio a crises de ansiedade comecei a refletir sobre minha vida até hoje, meus comportamentos, e estou começando e me conhecer sendo gay, mas ainda não tenho certeza de que essa é minha sexualidade.
    O que posso fazer para vencer esse desafio e me conhecer de verdade, descobrir como sou e me aceitar assim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entender e aceitar sua própria sexualidade pode ser um processo complexo e, às vezes, desafiador. Como psicólogo especializado em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, recomendo que você comece por reconhecer seus sentimentos e aceitar que ter dúvidas é completamente normal. A autoexploração é uma parte importante do desenvolvimento pessoal, e dar-se tempo para refletir sobre suas experiências e emoções pode ser muito útil.

    Uma abordagem eficaz é o uso de técnicas de reflexão e autoconsciência, como a escrita de diários, que podem ajudá-lo a identificar padrões de pensamento e sentimentos. Além disso, a prática da atenção plena (mindfulness) pode ajudar a reduzir a ansiedade, permitindo que você fique mais presente e conectado consigo mesmo.

    É importante também buscar apoio social, seja através de amigos de confiança ou grupos de apoio, que possam oferecer compreensão e empatia durante esse processo. A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para ajudá-lo a explorar suas dúvidas em um ambiente seguro e acolhedor. Um terapeuta cognitivo-comportamental pode trabalhar com você para desenvolver estratégias que promovam a autoaceitação e o bem-estar emocional.

    Ressalto a importância do suporte profissional para guiá-lo nessa jornada de autodescoberta. Estou à disposição para ajudar e convido você a explorar recursos adicionais através dos links do Doctoralia (Leonir Troscki) e do site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Boa tarde, há um tempo fui diagnosticado com distimia, também convivo com toc há muitos anos. Após v

    Boa tarde, há um tempo fui diagnosticado com distimia, também convivo com toc há muitos anos. Após vários anos tomando antidepressivos, tive que parar definitivamente por motivos de saúde, gostaria de perguntar sobre a possbilidade de tratamento através apenas de terapia e quaisquer adaptações de estilo de vida. É possível um prognóstico positivo no tratamento da distimia sem antidepressivos?
    Muito obrigado!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A distimia, também conhecida como transtorno depressivo persistente, é uma condição que pode ser bastante desafiadora, especialmente quando combinada com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). A boa notícia é que a psicoterapia, especialmente a cognitivo-comportamental, pode ser uma ferramenta poderosa no tratamento desses transtornos, mesmo sem o uso de antidepressivos.

    Na terapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e modificar padrões de pensamento negativos e comportamentos que contribuem para a distimia e o TOC. Técnicas específicas podem ajudar a gerenciar os sintomas e melhorar o bem-estar emocional.

    Além da terapia, certas adaptações no estilo de vida podem ter um impacto positivo significativo. Isso inclui práticas como exercícios regulares, técnicas de relaxamento, meditação e uma dieta equilibrada. Essas mudanças podem ajudar a estabilizar o humor e reduzir a ansiedade.

    Embora o tratamento sem medicamentos possa ser mais desafiador, muitos pacientes conseguem alcançar um prognóstico positivo com a combinação certa de terapia e mudanças no estilo de vida. É importante ter um plano de tratamento personalizado e contar com o apoio contínuo de um profissional.

    Recomendo que você visite meu perfil no Doctoralia para mais informações sobre como posso ajudar: Leonir Troscki. Também sugiro explorar o site HumanaMente Falando para recursos adicionais.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Perdi meu marido há 15 dias, ele se suicidou e depois disso vivo em constante tristeza perdi a vonta

    Perdi meu marido há 15 dias, ele se suicidou e depois disso vivo em constante tristeza perdi a vontade de viver a única vontade que tenho é de ir embora com ele.
    O que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sinto muito pela sua perda. O luto após o suicídio de um ente querido é profundamente doloroso e pode trazer uma mistura de emoções intensas, como tristeza, culpa e desespero.

    É essencial reconhecer que esses sentimentos são normais diante de uma perda tão traumática. No entanto, é vital buscar apoio imediato para ajudar a lidar com essas emoções. Conversar com um profissional de saúde mental pode oferecer um espaço seguro para expressar seus sentimentos e encontrar maneiras de enfrentá-los.

    A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com essa dor e encontrar um caminho de cuidado e esperança. Não hesite em procurar pessoas de confiança ao seu redor e profissionais que possam oferecer suporte.

    Estou disponível para ajudar e orientar você nesse momento difícil. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • e possível desenvolver tept por causa de ver algum familiar próximo sofrendo muito?

    e possível desenvolver tept por causa de ver algum familiar próximo sofrendo muito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sim, é possível desenvolver Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) ao vivenciar ou testemunhar o sofrimento intenso de um familiar próximo. O TEPT pode surgir não apenas de experiências diretas, mas também de eventos traumáticos que impactam emocionalmente, mesmo que indiretamente.

    No contexto da psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos como essas experiências afetam seus pensamentos, emoções e comportamentos. O tratamento pode ajudar a processar essas memórias dolorosas e a desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis.

    O suporte de um profissional é fundamental para lidar com esses sentimentos e prevenir que o estresse se intensifique. Recomendo que você considere buscar ajuda especializada. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki. Além disso, o site HumanaMente Falando pode oferecer recursos valiosos.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Qual a diferença na visão de vocês profissionais entre Anedonia, Embotamento afetivo, e apatia? os m

    Qual a diferença na visão de vocês profissionais entre Anedonia, Embotamento afetivo, e apatia? os meus sintomas se encaixam neles todos ...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entender os diferentes aspectos das suas experiências emocionais é essencial para lidar com elas de forma eficaz. Anedonia refere-se à dificuldade ou incapacidade de sentir prazer em atividades que normalmente seriam agradáveis. É comum em condições como a depressão e pode afetar tanto o interesse por atividades sociais quanto por hobbies.

    O embotamento afetivo, por outro lado, é caracterizado por uma redução na expressividade emocional. As pessoas podem sentir dificuldade em reagir emocionalmente a eventos que normalmente evocariam uma resposta, parecendo muitas vezes indiferentes ou "desligadas".

    A apatia é a falta de motivação para realizar atividades, mesmo aquelas que são importantes ou necessárias. Diferente da anedonia, que está mais relacionada à perda de prazer, a apatia se relaciona com a falta de iniciativa ou interesse em geral.

    Esses sintomas podem estar interligados e frequentemente ocorrem juntos em condições de saúde mental. É importante buscar ajuda profissional para entender melhor suas experiências e desenvolver estratégias para lidar com elas.

    Recomendo que você considere o suporte de um psicólogo para explorar essas questões mais profundamente. Estou à disposição para ajudar e convido você a acessar mais informações através do Doctoralia e do Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o de

    Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sim, fatores como bullying escolar, superproteção dos pais e um ambiente familiar conflituoso podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social. Essas experiências podem impactar a forma como uma pessoa percebe e interage com o mundo ao seu redor, aumentando a insegurança e o medo de situações sociais.

    O bullying pode levar a sentimentos de rejeição e baixa autoestima, enquanto a superproteção pode limitar o desenvolvimento de habilidades sociais e a confiança para enfrentar desafios. Ambientes familiares conflituosos podem intensificar a ansiedade e a percepção de ameaça nas interações sociais.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, buscamos entender como essas experiências passadas moldam os pensamentos e comportamentos atuais. Trabalhamos para desafiar crenças negativas e desenvolver habilidades sociais, promovendo maior confiança e conforto em situações sociais.

    O suporte profissional é essencial para explorar e superar essas dificuldades de maneira eficaz. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

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  • A mais de um ano, eu estava trabalhando e um cachorro deu um latido onde eu tomei um susto, as pesso

    A mais de um ano, eu estava trabalhando e um cachorro deu um latido onde eu tomei um susto, as pessoas em volta começaram a me zoar e eu fiquei com muita vergonha...desde então, toda vez que está silencio e um cachorro começa a latir eu tomo um grande susto. Isso acontece também com trovões ou alguém espirrando alto do meu lado por exemplo...
    É como se eu ficasse pensando: "vou tomar um susto, vou tomar um susto, vou tomar um susto" e como são coisas do dia a dia, como um latido de cachorro ou um trovão, obviamente acaba acontecendo e eu me assusto.

    Seria possível fazer algum tratamento/técnica que desassocie essas situações com o susto ? Um psicologo ou psiquiatra poderia me ajudar ? Ou seria outra especialidade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está vivendo parece ser uma hipersensibilidade a estímulos repentinos, muitas vezes associada a uma resposta de ansiedade condicionada. Isso pode ocorrer quando um evento específico, como o susto inicial com o latido, se transforma em um gatilho que o corpo reconhece como ameaça, mesmo que racionalmente saibamos que não é perigoso.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e modificar essas associações automáticas. Técnicas como a dessensibilização sistemática e a reestruturação cognitiva podem ajudar a reduzir a intensidade dos sustos e a ansiedade antecipatória. A ideia é treinar sua mente para responder de forma mais calma e controlada a esses estímulos.

    Um psicólogo especializado pode guiá-lo nesse processo, oferecendo estratégias práticas e suporte emocional. Em alguns casos, o acompanhamento com um psiquiatra pode ser benéfico, especialmente se houver necessidade de medicação para ajudar a controlar a ansiedade enquanto o tratamento avança.

    Buscar ajuda profissional pode fazer uma grande diferença no seu bem-estar diário. Estou disponível para ajudar nesse processo. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

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    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá boa noite, queria saber se é comum um jovem com 19 anos ñ ter decisão, nas escolhas ,hoje quer a

    Olá boa noite, queria saber se é comum um jovem com 19 anos ñ ter decisão, nas escolhas ,hoje quer algo, amanhã já não mais, sempre assim com frequência, se é comum ,ou se precisa de ajuda psicológica??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A indecisão frequente em jovens de 19 anos pode ser mais comum do que se imagina, especialmente considerando que essa fase da vida é repleta de transições e descobertas. Durante esse período, é natural experimentar incertezas em relação a escolhas pessoais, profissionais e de identidade. No entanto, quando essa indecisão se torna persistente e causa angústia ou interfere na vida diária, pode ser um sinal de que o suporte psicológico seria benéfico.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, ajudamos a explorar os pensamentos e crenças subjacentes que podem estar contribuindo para essa dificuldade em tomar decisões. Muitas vezes, o medo de errar ou a pressão para atender expectativas externas pode paralisar a capacidade de decidir. Trabalhar essas questões em um ambiente acolhedor e seguro pode promover maior autoconfiança e clareza.

    Se você ou alguém que você conhece está passando por isso, buscar o apoio de um psicólogo pode ser um passo importante. A orientação profissional pode ajudar a desenvolver estratégias para enfrentar essas incertezas e construir um caminho mais seguro e satisfatório.

    Para mais informações ou para agendar um atendimento, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Estou aqui para oferecer suporte e orientação.

    Fique bem!

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    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Fui diagnosticada com TOC e, recentemente, meu psicologo acredita que eu esteja desenvolvido uma obs

    Fui diagnosticada com TOC e, recentemente, meu psicologo acredita que eu esteja desenvolvido uma obsessão em relação a minha orientação sexual. Temo começar o TCC e estar negando minha própria sexualidade. Deveria procurar uma segunda opinião? Ou confirmação é só mais uma das facetas do TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entender o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode ser desafiador, especialmente quando ele se manifesta em preocupações sobre a orientação sexual. O TOC frequentemente envolve dúvidas persistentes e a busca por certeza, o que pode levar a obsessões sobre vários aspectos da vida, incluindo a sexualidade.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para o TOC, pois ajuda a identificar e modificar padrões de pensamento que sustentam as obsessões e compulsões. É importante lembrar que o foco da TCC não é negar ou afirmar sua sexualidade, mas sim lidar com a ansiedade e a incerteza que o TOC provoca.

    Buscar uma segunda opinião pode ser útil se você se sentir desconfortável ou insegura sobre o tratamento atual. No entanto, é crucial considerar que a busca incessante por confirmação pode ser parte do próprio TOC. Um diálogo aberto com seu terapeuta sobre essas preocupações pode ser muito benéfico.

    Recomendo que explore o suporte profissional para guiar você nesse processo. Estou à disposição para ajudar e convido você a acessar mais informações através do Doctoralia e do Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Um bebê pode herdar do avô materno esse transtorno de esquizofrenia paranóica??

    Um bebê pode herdar do avô materno esse transtorno de esquizofrenia paranóica??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A esquizofrenia, incluindo a forma paranoide, é uma condição complexa com fatores genéticos e ambientais envolvidos. Embora não haja uma "herança direta" no sentido tradicional, existe uma predisposição genética. Isso significa que, se um avô materno tem esquizofrenia, pode haver um risco aumentado para descendentes, mas não é uma garantia de que o transtorno se manifestará.

    A genética é apenas uma parte do quebra-cabeça. Fatores ambientais, como estresse e experiências de vida, também desempenham um papel significativo no desenvolvimento do transtorno. Portanto, é importante focar em um ambiente saudável e no suporte familiar.

    Para bebês, é fundamental proporcionar um ambiente seguro e estimulante, e manter um acompanhamento regular com pediatras e profissionais de saúde mental, se necessário. Isso pode ajudar a identificar qualquer necessidade especial precocemente e oferecer o suporte adequado.

    O suporte profissional é essencial para abordar preocupações genéticas e ambientais. Estou à disposição para ajudar e sugiro acessar os links do Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e do meu site: Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Bom dia! A 2 dias estou tendo dificuldades de respirar fundo.As veses penso que estou com COVID.Mai

    Bom dia!
    A 2 dias estou tendo dificuldades de respirar fundo.As veses penso que estou com COVID.Mais fiz uma auto análise de sintomas no aplicativo do ministério da saúde e segundo eles não tenho diagnóstico para COVID. O que serar essa dificuldade em respirar fundo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A sensação de dificuldade para respirar fundo pode ser bastante angustiante e, embora sua preocupação com a COVID-19 seja compreensível, é importante considerar que a ansiedade pode frequentemente manifestar-se através de sintomas físicos, como a respiração curta. Quando estamos ansiosos, nosso sistema nervoso pode entrar em estado de alerta, causando tensão muscular e respiração superficial.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos esses sintomas para entender como os pensamentos e comportamentos podem estar contribuindo para a ansiedade. Técnicas de relaxamento e exercícios de respiração podem ajudar a aliviar essa sensação, promovendo uma respiração mais profunda e tranquila.

    Se essa dificuldade persistir, é essencial procurar um profissional de saúde para descartar causas médicas. Além disso, um psicólogo pode ajudar a identificar e gerenciar fatores de estresse e ansiedade que possam estar afetando sua respiração.

    Estou disponível para ajudar nesse processo. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Boa tarde! Gostaria de saber se é normal, eu querer fazer tudo de uma vez, como; Falar rápido dem

    Boa tarde!
    Gostaria de saber se é normal, eu querer fazer tudo de uma vez, como;
    Falar rápido demais, as pessoas acabam não entendendo o que eu falo. Escrever acontece a mesma coisa, sempre quero acelerar as coisas. Isso é normal? Fico impaciente quando vou fazer as coisas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O desejo de fazer tudo rapidamente, falar ou escrever de forma acelerada e a impaciência constante podem ser sinais de ansiedade ou de um estilo de vida muito agitado. É comum, especialmente em um mundo onde somos constantemente pressionados por prazos e expectativas, sentir essa pressa interna.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, podemos explorar as crenças e pensamentos que estão impulsionando essa necessidade de acelerar. Muitas vezes, a sensação de urgência pode estar ligada a um medo de não ser eficiente ou de não atender às expectativas próprias ou alheias.

    É importante aprender a desacelerar e praticar técnicas de mindfulness e respiração, que ajudam a manter o foco no momento presente. Isso pode melhorar a clareza na comunicação e aumentar a sensação de controle sobre suas ações.

    Se essa sensação de urgência e impaciência está afetando sua qualidade de vida, buscar apoio profissional pode ser valioso. Estou aqui para ajudar a desenvolver estratégias eficazes e personalizadas.

    Para mais informações ou para agendar um atendimento, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Estou à disposição para ajudar.

    Fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


Perguntas frequentes

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