Perguntas do paciente (539)

  • Não consigo me relacionar com ninguém por simplesmente não sentir nada. Começo a conversar com algué

    Não consigo me relacionar com ninguém por simplesmente não sentir nada. Começo a conversar com alguém e simplesmente enjoou ou não gosto, não sinto afeto ou carinho

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que você está passando por uma fase difícil em relação aos seus relacionamentos. Sentir uma falta de conexão emocional com as pessoas pode ser frustrante e solitário. Essa sensação de "não sentir nada" pode ter várias causas, incluindo experiências passadas, questões de autoestima ou até mesmo uma forma de proteção emocional.

    Quando não conseguimos nos conectar com os outros, isso pode ser uma defesa contra a vulnerabilidade. Às vezes, o medo de se machucar ou de ser rejeitado nos leva a desconectar de nossos sentimentos. Outra possibilidade é que você esteja em um momento em que suas emoções estão desreguladas, o que pode dificultar o desenvolvimento de laços afetivos.

    A psicoterapia, especialmente a psicoterapia cognitivo-comportamental, pode ser útil para explorar essas questões. Ela permite que você identifique padrões de pensamento e comportamento que podem estar contribuindo para essa desconexão emocional. Além disso, ao trabalhar em sua autoimagem e em suas expectativas em relação aos relacionamentos, você pode gradualmente abrir espaço para experiências mais significativas.

    Se você está se sentindo assim, é importante considerar buscar apoio profissional. Estou aqui para ajudá-la a entender melhor seus sentimentos e a desenvolver estratégias para se conectar com os outros de forma mais autêntica. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Psicólogo ou visite o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Gosto usar fraldas, algumas vezes usar mamadeira e chupetas. Estou ficando doido? Também gosto usar

    Gosto usar fraldas, algumas vezes usar mamadeira e chupetas. Estou ficando doido? Também gosto usar calcinhas e roupas femininas. Já fiz tratamentos psicológicos e psiquiatras, mas, não libertei. Sou casado e enfrento problemas de rejeição familiares sobre isso. Ten vezes que me controlo, mas, tem vezes que me descontrolo. O maior problema é que me exponho deixandoaparecera bairadada calcinhaou da fralda. Tenho esperança de cura ou é melhor me internar no hospício? Tenho medo de procurar um fim drástico.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá! É compreensível que você esteja passando por um momento difícil e confuso em relação aos seus sentimentos e comportamentos. A busca por conforto através de objetos como fraldas, mamadeiras e roupas femininas pode estar relacionada a necessidades emocionais que merecem ser exploradas.

    Em muitos casos, esses comportamentos podem ser uma forma de lidar com estresse, insegurança ou traumas passados. É importante entender que você não está "doido"; o que você está vivenciando pode ser uma expressão de aspectos mais profundos da sua psique. A sensação de controle que você busca pode ser desafiadora, especialmente quando há a pressão de aceitação social e familiar.

    A questão da rejeição familiar é igualmente complexa. Essa rejeição pode intensificar sentimentos de isolamento e confusão, tornando mais difícil a sua autoaceitação. A terapia pode ser um espaço seguro para explorar esses sentimentos e trabalhar suas emoções, ajudando você a encontrar formas mais saudáveis de expressar suas necessidades e desejos. A psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser especialmente eficaz, pois ajuda a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que podem ser prejudiciais.

    Quanto à sua preocupação com a internação, é essencial saber que essa não é a única solução. Buscar ajuda profissional pode ser um caminho mais construtivo e seguro. Falar sobre seus medos e anseios em um ambiente terapêutico pode proporcionar clareza e compreensão, além de ferramentas para lidar com os momentos de descontrole.

    Lembre-se de que você não está sozinho e que existe esperança para a sua situação. O suporte profissional é fundamental nesse processo de autocompreensão e aceitação. Estou aqui para ajudar você nessa jornada. Para mais informações, você pode acessar meu perfil na Doctoralia aqui ou visitar meu site Humanamente Falando.

    Fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Como a família consegue “ajudar” quando alguém tem um transtorno de despersonalização/desrealização?

    Como a família consegue “ajudar” quando alguém tem um transtorno de despersonalização/desrealização? Quando a crise acontece dentro de casa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Quando alguém na família enfrenta um transtorno de despersonalização/desrealização, é fundamental que os familiares compreendam a situação e ofereçam um suporte adequado. Durante uma crise, a pessoa pode se sentir desconectada de si mesma ou da realidade ao seu redor, o que pode ser assustador e desorientador. O papel da família, nesse momento, é crucial para proporcionar um ambiente seguro e acolhedor.

    Uma das formas de ajudar é manter a calma e ser paciente. A pessoa em crise pode ter dificuldade em expressar o que está sentindo, e encorajá-la a se comunicar pode ser útil. Além disso, é importante validar os sentimentos dela, mostrando que você a ouve e compreende que a experiência dela é real, mesmo que não pareça lógica para quem está de fora.

    Outra estratégia é ajudar a pessoa a se reconectar com o presente. Isso pode ser feito através de técnicas de grounding, como pedir que ela descreva o que vê ao seu redor ou que se concentre em sensações físicas, como tocar em um objeto com textura diferente. Essas técnicas podem ajudar a ancorar a pessoa na realidade.

    Por fim, é crucial que a família incentive a busca de apoio profissional. O tratamento, que pode incluir terapia cognitivo-comportamental, é essencial para lidar com esses episódios de despersonalização e desrealização de forma eficaz. Estou disponível para oferecer suporte e orientação nesse processo. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Psicólogo ou visite o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Gostaria de saber se te algum especialista em despersonalização?

    Gostaria de saber se te algum especialista em despersonalização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A despersonalização é uma experiência complexa e, muitas vezes, angustiante, na qual a pessoa sente uma desconexão de si mesma, como se estivesse observando a própria vida de fora. Essa condição pode surgir em momentos de estresse intenso ou como parte de transtornos de ansiedade. Como psicólogo especializado em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, é fundamental compreender que essa experiência pode ser tratada e que o suporte profissional é essencial.

    O que é despersonalização?
    A despersonalização pode ser entendida como uma distorção da percepção da própria identidade. Isso pode levar a sentimentos de irrealidade, dúvida sobre a própria existência e uma sensação de estar na "linha de frente" da vida, mas sem realmente participar dela. É importante destacar que essa condição não é apenas uma fase passageira, mas pode se tornar um desafio constante se não for abordada adequadamente.

    Intervenção Terapêutica
    Na terapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para ajudar o indivíduo a identificar e modificar os pensamentos e comportamentos que contribuem para essa experiência. Através de técnicas específicas, buscamos resgatar a conexão com a própria identidade e promover um maior entendimento sobre as emoções que podem estar por trás da despersonalização.

    Apoio Profissional
    É vital contar com o suporte de um profissional qualificado para lidar com essas questões. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando a despersonalização, recomendo fortemente buscar ajuda. Estou disponível para orientar nesse caminho e oferecer um espaço seguro para a exploração e compreensão desse fenômeno.

    Para mais informações e apoio, você pode acessar meus perfis nos seguintes links: Doctoralia e Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Em

    TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Emocional, como ansiedade, medo da solidão, do abandono no fim de um relacionamento etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Como especialista em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), é importante destacar que tanto a TCC quanto a Psicanálise têm suas abordagens específicas e podem ser úteis dependendo das necessidades individuais.

    A TCC é frequentemente indicada para questões como dependência emocional, ansiedade, medo da solidão e abandono, porque foca em identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que mantêm esses sentimentos. É uma abordagem estruturada e orientada para soluções, permitindo que você desenvolva habilidades práticas para enfrentar esses desafios de forma mais eficaz.

    Por outro lado, a Psicanálise explora mais profundamente as experiências passadas e o inconsciente, buscando entender como eles influenciam o comportamento atual. Essa abordagem pode ser útil para quem deseja explorar questões subjacentes mais profundas e está disposto a um processo mais longo.

    Para muitos, a TCC pode oferecer resultados mais rápidos e práticos, especialmente em lidar com sintomas imediatos de ansiedade e medo do abandono. Contudo, a escolha entre TCC e Psicanálise deve levar em conta suas preferências pessoais e objetivos terapêuticos.

    A psicoterapia pode ser um recurso valioso em qualquer uma dessas abordagens, e estou à disposição para ajudar a explorar qual método pode ser mais adequado para você.

    Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia e no nosso site.

    Fico à disposição, fique bem!
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  • As vezes só consigo buscar pelos meus objetivos sendo motivada pelo medo ou seja pensando "e se o pi

    As vezes só consigo buscar pelos meus objetivos sendo motivada pelo medo ou seja pensando "e se o pior acontece", como posso mudar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Como psicólogo especialista em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, entendo que a motivação pelo medo é uma experiência comum, mas pode ser desgastante a longo prazo. Primeiro, é importante reconhecer que o medo pode atuar como um alerta útil, mas não deve ser a base exclusiva para nossas ações.

    Para mudar essa dinâmica, é fundamental trabalhar no desenvolvimento de uma motivação mais positiva e autêntica. Uma abordagem eficaz é a reestruturação cognitiva, que envolve identificar e desafiar pensamentos negativos automáticos. Em vez de pensar "e se o pior acontece", podemos aprender a reformular esses pensamentos para algo mais construtivo, como "quais são os passos que posso tomar para alcançar meu objetivo de forma segura e positiva?"

    Outra técnica é o estabelecimento de metas específicas e realistas, o que pode ajudar a criar um senso de propósito e direção mais positivo. Além disso, praticar a atenção plena e técnicas de relaxamento pode reduzir a ansiedade associada ao medo, promovendo um estado mental mais calmo e centrado. ‍

    A psicoterapia pode ser um recurso valioso neste processo, oferecendo suporte e estratégias personalizadas para cada indivíduo. É importante lembrar que você não está sozinho nessa jornada e que buscar ajuda profissional pode fazer uma grande diferença.

    Estou à disposição para ajudar e orientar nesse caminho. Para mais informações, você pode acessar meus perfis no Doctoralia e no nosso site.

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  • Estou há 1 ano separada, meu ex tem uma namorada e minha filha de 10 anos verbalizou que não gostari

    Estou há 1 ano separada, meu ex tem uma namorada e minha filha de 10 anos verbalizou que não gostaria que eu tivesse um namorado, gostaria de entender esse pensamento, para poder ajudá-la a resolver suas questões emocionais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Como psicólogo especialista em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, é importante entender que a separação pode ser um período desafiador para as crianças.

    A reação da sua filha pode ser influenciada por diversos fatores emocionais. Ela pode estar lidando com sentimentos de lealdade ao pai ou preocupações sobre como um novo relacionamento poderia afetar a dinâmica familiar que ela conhece.

    Além disso, crianças nessa idade estão desenvolvendo suas habilidades emocionais e podem ter dificuldade em expressar o que sentem de forma clara. A ideia de você ter um namorado pode representar, para ela, uma mudança que ainda não está pronta para aceitar.

    Para ajudá-la, é essencial criar um espaço seguro onde ela possa expressar seus sentimentos sem medo de julgamento. Ouvir atentamente e validar suas emoções é um passo importante.

    Você pode explicar que, assim como as amizades dela são importantes, relacionamentos são importantes para você também. A ênfase deve ser que seu amor por ela não muda com a presença de outra pessoa em sua vida.

    A psicoterapia pode ser um recurso valioso para abordar essas questões, tanto para você quanto para sua filha, oferecendo um espaço seguro para explorar e entender essas emoções.

    Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia e no nosso site.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Qual a diferença entre ansiedade, ansiedade social e ansiedade de desempenho? Um está ligado ao outr

    Qual a diferença entre ansiedade, ansiedade social e ansiedade de desempenho? Um está ligado ao outro? O tratamento é separado? É possível ter os três juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Como psicólogo especialista em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, é importante entender que a ansiedade é uma resposta natural do corpo ao estresse, mas pode se manifestar de diferentes maneiras.

    A ansiedade generalizada envolve preocupações excessivas com diversas situações do dia a dia, como saúde, finanças ou trabalho. Já a ansiedade social está ligada ao medo intenso de situações sociais ou de ser julgado por outros, o que pode levar a evitar interações sociais.

    A ansiedade de desempenho, por sua vez, ocorre em situações em que a pessoa precisa realizar alguma tarefa sob observação, como falar em público ou participar de competições. Esse tipo de ansiedade está relacionado ao medo de falhar ou de não atender às expectativas.

    É possível que uma pessoa experimente mais de um tipo de ansiedade ao mesmo tempo, pois eles podem estar interligados. Por exemplo, alguém com ansiedade social pode também sentir ansiedade de desempenho em situações sociais específicas.

    No que diz respeito ao tratamento, a abordagem pode ser integrada. A terapia cognitivo-comportamental é eficaz para tratar todos esses tipos de ansiedade, ajudando a identificar e modificar padrões de pensamento negativos e desenvolver habilidades de enfrentamento.

    A psicoterapia pode ser um recurso valioso para compreender e manejar esses sentimentos. Recomendo fortemente buscar apoio profissional para um tratamento personalizado.

    Estou disponível para ajudar e orientar nesse processo. Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia e no nosso site.

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  • como se distanciar dos pensamentos repugnantes do toc? Para não achar que são nossos com o passar do

    como se distanciar dos pensamentos repugnantes do toc? Para não achar que são nossos com o passar do tempo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá! Lidar com pensamentos repugnantes, especialmente no contexto do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), pode ser um desafio significativo. Esses pensamentos intrusivos muitas vezes surgem de forma inesperada e podem causar angústia. É importante entender que esses pensamentos não definem quem você é; eles são apenas isso: pensamentos.

    Uma abordagem eficaz no tratamento do TOC é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que se concentra em alterar a forma como percebemos e reagimos a esses pensamentos. Um dos métodos que utilizamos na TCC é a técnica de "exposição e resposta", onde você se expõe gradualmente a situações que provocam esses pensamentos, aprendendo a não responder com comportamentos compulsivos. Isso ajuda a reduzir a ansiedade associada a esses pensamentos ao longo do tempo.

    Além disso, a prática da aceitação é fundamental. Isso significa reconhecer que os pensamentos são indesejados e desconfortáveis, mas não precisam ser levados a sério. Ao rotulá-los como “apenas pensamentos”, você pode começar a distanciá-los de sua identidade pessoal.

    A prática de mindfulness também pode ser benéfica. Isso envolve observar seus pensamentos sem julgá-los, permitindo que venham e vão sem se apegar a eles. Essa prática ajuda a reduzir a intensidade emocional desses pensamentos.

    Lembre-se de que contar com o suporte profissional pode ser fundamental nesse processo. Um psicólogo pode ajudá-lo a desenvolver estratégias personalizadas para lidar com seus pensamentos e a trabalhar na construção de uma relação mais saudável com eles. Estou aqui para apoiar você nessa jornada de autodescoberta e crescimento. Sinta-se à vontade para acessar meu perfil no Doctoralia aqui e também no meu site Humanamente Falando para mais informações.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá! Gostaria de compartilhar uma dúvida que tenho há algum tempo e que tem afetado meu bem-estar em

    Olá! Gostaria de compartilhar uma dúvida que tenho há algum tempo e que tem afetado meu bem-estar emocional. Sinto atração romântica exclusivamente por personagens fictícios, principalmente de desenhos animados e animações. Já tentei me imaginar em relacionamentos com pessoas reais, mas sinto desconforto e até repulsa, enquanto me sinto à vontade e conectada com personagens fictícios. Isso me preocupa, pois tenho o desejo de me casar e ter filhos, mas não consigo conceber um parceiro que não seja fictício. Gostaria de saber se essa experiência é comum e se existe algum termo na psicologia que descreva esse tipo de atração. Quais conselhos profissionais vocês dariam para alguém que se sente dessa forma e busca entender melhor suas emoções e desejos em relação a relacionamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!
    É compreensível que você esteja se sentindo confusa e preocupada com suas emoções em relação à atração romântica por personagens fictícios. Esse fenômeno não é incomum e pode ser explorado através de uma lente psicológica. A atração por personagens de ficção, como os de desenhos animados e animações, pode ser vista como uma forma de idealização, onde as características que admiramos nos personagens se tornam mais atraentes do que as de pessoas reais.

    Um termo que pode ser pertinente é "fantasia de relacionamento", onde a pessoa idealiza uma conexão emocional ou romântica que não se baseia na realidade. Além disso, pode haver uma relação com a "escapismo", que é a tendência de buscar refúgio em mundos fictícios para evitar a realidade. Embora não haja um diagnóstico específico, é importante considerar como esses sentimentos afetam seu bem-estar emocional e suas relações interpessoais.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, é essencial entender que nossas emoções e pensamentos estão interligados. A forma como você se sente em relação a relacionamentos pode refletir não apenas suas preferências, mas também experiências passadas e expectativas sobre o que significa estar em um relacionamento. O desconforto com a ideia de relacionamentos reais pode estar ligado a medos ou crenças que você possui sobre intimidade e conexão emocional. ‍

    Um passo importante é explorar essas emoções sem julgamentos. Pergunte a si mesma: o que esses personagens representam para você? Quais necessidades emocionais eles atendem? Isso pode ajudar a identificar o que você busca em um relacionamento e o que pode estar faltando nas suas interações com pessoas reais.

    É fundamental lembrar que o suporte profissional pode ser extremamente benéfico nesse processo de autodescoberta. Um psicólogo pode ajudá-lo a explorar suas emoções e a desenvolver habilidades para construir relacionamentos saudáveis e satisfatórios na vida real. Estou aqui para apoiar você nessa jornada de compreensão e crescimento. Sinta-se à vontade para acessar meu perfil no Doctoralia aqui e também no meu site Humanamente Falando para mais informações.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quais atitudes piora agrava o toc de pensamentos ? E quais melhora?

    Quais atitudes piora agrava o toc de pensamentos ? E quais melhora?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Para lidar com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de pensamentos, é importante entender o que pode piorar ou melhorar a situação.

    Algumas atitudes que podem piorar o TOC incluem evitar situações que trazem pensamentos indesejados, realizar rituais para aliviar a ansiedade, criticar-se demais por ter esses pensamentos e buscar constantemente a confirmação de que os pensamentos são irracionais.

    Por outro lado, algumas atitudes que ajudam a melhorar o TOC incluem enfrentar gradualmente os gatilhos dos pensamentos sem realizar rituais, praticar mindfulness para aceitar os pensamentos sem julgá-los, desafiar crenças distorcidas sobre os pensamentos, e trabalhar com um terapeuta em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Além disso, ser gentil consigo mesmo pode reduzir a autocrítica e melhorar a resiliência.

    Cada pessoa é única, e um plano de tratamento personalizado é essencial. O suporte profissional é crucial para um tratamento eficaz. Recomendo acessar os links do Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e também o site: Humanamente Falando.

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  • Olá, estou tendo esquecimentos frequentes, cansaço , não saio mais de casa, choro com mais frequênci

    Olá, estou tendo esquecimentos frequentes, cansaço , não saio mais de casa, choro com mais frequência, sinto um desanimo constante. Me sinto um fracasso e me culpo por isso, sei que tenho que trabalhar mas nao consigo nem ir a uma entrevista porque sempre penso que nao vou conseguir...passo os meus dias todos no sofá sem fazer nada , minha libido diminuiu e tenho baixa autoestima..preciso procurar um psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá! É muito importante que você esteja expressando os sentimentos e dificuldades que está enfrentando. Os sintomas que você descreve — como esquecimentos frequentes, cansaço, desânimo, choro constante e baixa autoestima — podem ser sinais de que você está passando por um período desafiador, possivelmente relacionado a uma condição como a depressão ou um estado de ansiedade significativa.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para entender e reestruturar esses pensamentos negativos que podem estar alimentando essa sensação de fracasso e a falta de motivação. Muitas vezes, esses pensamentos distorcidos podem nos fazer acreditar que não somos capazes, mesmo quando essa não é a realidade. A terapia pode ajudar a identificar esses padrões de pensamento e substituí-los por outros mais realistas e construtivos.

    Além disso, é fundamental cuidar da sua saúde mental, e isso inclui buscar apoio profissional. Um psicólogo pode oferecer um espaço seguro para você explorar suas emoções, desenvolver estratégias para lidar com os desafios diários e trabalhar na construção de uma autoestima mais saudável. A terapia pode ser um passo importante para retomar o controle da sua vida, permitindo que você enfrente esses sentimentos de desânimo e ineficácia.

    Lembre-se de que procurar ajuda é um sinal de força, não de fraqueza. Estou à disposição para orientá-lo nesse processo e ajudá-lo a encontrar caminhos para o bem-estar. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia aqui e visitar o site Humanamente Falando para recursos adicionais.

    Cuide-se e saiba que é possível encontrar apoio.

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  • Eu amo meu namorado e ele sempre me tratou com muito carinho, mas ultimamente tenho tido pensamentos

    Eu amo meu namorado e ele sempre me tratou com muito carinho, mas ultimamente tenho tido pensamentos intrusivos que me fazem questionar esse amor. Quando demonstro carinho, parece que minha mente diz que estou sendo falsa ou que estou me esforçando para sentir algo que já sinto naturalmente. Em 2023, fui diagnosticada com ansiedade generalizada, fiz terapia e sigo tomando medicamentos. Esses pensamentos podem estar relacionados à ansiedade? Como posso lidar com eles?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    É comum que a ansiedade traga pensamentos intrusivos que nos fazem duvidar de coisas importantes, como nossos relacionamentos. Esses pensamentos podem ser perturbadores, mas não refletem a realidade dos seus sentimentos. No contexto da ansiedade generalizada, é possível que esses pensamentos sejam uma manifestação da sua condição.

    Uma forma de lidar com eles é praticar a aceitação, reconhecendo que ter pensamentos negativos não significa que eles sejam verdadeiros. Você pode tentar desafiar esses pensamentos, perguntando-se se há evidências reais para sustentá-los. Outro método útil é praticar a atenção plena, que ajuda a observar os pensamentos sem se envolver emocionalmente com eles.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser especialmente eficaz, fornecendo estratégias para gerenciar e reestruturar esses pensamentos. É importante continuar com a medicação conforme prescrito e manter o acompanhamento com um profissional de saúde mental.

    O suporte profissional é crucial para um tratamento eficaz. Recomendo acessar os links do Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e também o site: Humanamente Falando.

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  • Eu amo meu namorado e ele sempre me tratou com muito carinho, mas ultimamente tenho tido pensamentos

    Eu amo meu namorado e ele sempre me tratou com muito carinho, mas ultimamente tenho tido pensamentos intrusivos que me fazem questionar esse amor. Quando demonstro carinho, parece que minha mente diz que estou sendo falsa ou que estou me esforçando para sentir algo que já sinto naturalmente. Em 2023, fui diagnosticada com ansiedade generalizada, fiz terapia e sigo tomando medicamentos. Esses pensamentos podem estar relacionados à ansiedade? Como posso lidar com eles?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    É compreensível que você esteja passando por um momento desafiador. Os pensamentos intrusivos que você descreve podem, de fato, estar relacionados à sua ansiedade generalizada. Essa condição pode amplificar dúvidas e incertezas, fazendo com que você questione sentimentos que, em essência, são verdadeiros e genuínos.

    Na terapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e desafiar esses pensamentos disfuncionais. Muitas vezes, esses pensamentos podem surgir como um reflexo da ansiedade, tentando nos proteger de possíveis rejeições ou decepções. O que é fundamental aqui é reconhecer que esses pensamentos não definem a realidade do seu amor pelo seu namorado.

    Uma abordagem eficaz é praticar a atenção plena, ou mindfulness, que envolve observar seus pensamentos sem julgá-los, permitindo que eles venham e vão sem que você se sinta obrigada a acreditar neles. Além disso, reestruturar esses pensamentos — questionando sua validade e substituindo-os por afirmações mais realistas e positivas sobre o seu relacionamento — pode ajudar a aliviar essa carga mental.

    É importante lembrar que o suporte profissional é crucial nesse processo. Estou à disposição para ajudá-la a navegar por esses sentimentos e a encontrar estratégias que funcionem para você. Para mais informações e recursos, você pode acessar meu perfil no Doctoralia aqui e visitar o site Humanamente Falando.

    Cuide-se e saiba que não está sozinha nessa jornada.

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  • BOA TARDE,TENHO 37 ANOS,SOU VIUVA A 7 E SOU EVANGÉLICA,E TENHO MUITA VONTADE DE FAZER AMPR COM UMA P

    BOA TARDE,TENHO 37 ANOS,SOU VIUVA A 7 E SOU EVANGÉLICA,E TENHO MUITA VONTADE DE FAZER AMPR COM UMA PESSOA QUE ESTOU CONHECENDO DEVIDO A RELIGIAO E AO MODO COMO FUI CRIADA,QUAL CONSELHO VCS ME DARIAM NESSA SITUAÇÃO??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Boa tarde!

    Compreendo que você está enfrentando um momento desafiador e significativo em sua vida, especialmente após ter passado por um luto prolongado. A vontade de se abrir para um novo relacionamento íntimo é um sinal de que você está buscando reconectar-se com a vida e com suas necessidades emocionais e físicas.

    No contexto da psicoterapia cognitivo-comportamental, é importante abordar os pensamentos e crenças que podem estar influenciando essa situação. É natural que você se sinta dividida entre o desejo de se relacionar e as normas que foram ensinadas a você, tanto pela sua religião quanto pela sua criação. Aqui, o autoconhecimento desempenha um papel crucial. Pergunte a si mesma: quais são as suas verdadeiras crenças sobre o amor e a intimidade? Como elas se alinham com seus valores pessoais e espirituais?

    Explorar essas questões pode ajudá-la a encontrar um equilíbrio mais saudável entre suas emoções e suas crenças. Além disso, é fundamental que você se sinta confortável e segura em qualquer passo que decidir tomar, respeitando seus próprios limites e desejos.

    Lembre-se de que buscar apoio profissional pode ser extremamente benéfico nesse processo. Estou à disposição para orientá-la e ajudá-la a navegar por essa fase de sua vida. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia aqui e também visitar meu site Humanamente Falando para mais informações.

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  • Sou casado, temos uma bebê de 1 ano de idade. Minha esposa possui praticamente TODAS as característi

    Sou casado, temos uma bebê de 1 ano de idade. Minha esposa possui praticamente TODAS as características do transtorno explosivo intermitente, e além de não admitir, não se interessa em buscar ajuda e muito menos tomar anti depressivos, reguladores de humor, etc...
    Não quero que o nosso casamento acabe, por ela e pela nossa bebê. Como posso ajuda-la nesse caso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Entendo que você está enfrentando uma situação muito delicada e desafiadora. Lidar com o transtorno explosivo intermitente em sua esposa pode ser complicado, especialmente quando ela não reconhece a necessidade de ajuda. Para ajudá-la, você pode começar com uma conversa aberta e empática, escolhendo um momento tranquilo para expressar suas preocupações sobre como o comportamento dela afeta a família, evitando acusações. Além disso, oferecer-se para pesquisar sobre o transtorno juntos pode ajudar a desmistificar a situação e talvez despertar o interesse dela em buscar apoio.

    Modelar comportamentos saudáveis é outra estratégia importante. Demonstre práticas de autocuidado e regulação emocional, como técnicas de relaxamento ou exercícios físicos, mostrando que você também se preocupa com sua saúde mental. Buscar apoio para você mesmo, através de terapia, pode ser muito benéfico, pois um profissional pode ajudá-lo a lidar com a situação e oferecer estratégias para apoiar sua esposa sem comprometer seu bem-estar.

    Reforçar comportamentos positivos é fundamental; elogie sua esposa quando ela demonstrar calma ou ações construtivas, o que pode incentivá-la a continuar nesse caminho. Se a situação se tornar insustentável, considere intervenções mais diretas, como terapia familiar, onde um terceiro neutro pode facilitar a comunicação e a busca de ajuda.

    Lembre-se de que você não pode forçar alguém a buscar ajuda, mas pode oferecer apoio e amor. É crucial cuidar de si mesmo e estar atento às suas próprias necessidades enquanto navega por essa situação. Se sentir que precisa de orientação profissional, estou disponível para discutir mais sobre essas questões e como você pode proceder. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia aqui e visitar o site Humanamente Falando para mais recursos. Cuide-se e esteja atento às suas necessidades também.

    Com afeto,
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  • quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalm

    quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalmente o foco que eu tinha antes de quere crescer não consigo mais fazer as coisas que eu gostava de fazer por exemplo empreende estou com a mente bloqueada as coisas que faço sempre com desmotivação .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    É compreensível que você esteja se sentindo assim, e é importante reconhecer que essas experiências podem ser bastante desafiadoras. O estresse e a falta de motivação, especialmente quando parecem surgir sem um motivo claro, podem estar relacionados a vários fatores, como ansiedade, depressão ou até mesmo sobrecarga emocional.

    Quando você menciona que perdeu o foco e a motivação para atividades que antes traziam prazer, isso pode indicar um estado de esgotamento ou uma desconexão com seus interesses e objetivos. A mente bloqueada é uma experiência comum em momentos de estresse, onde a capacidade de pensar claramente e tomar decisões se torna prejudicada.

    Uma abordagem que pode ser útil é a prática da auto-observação. Tente identificar momentos específicos em que se sente mais estressado ou desmotivado. Pergunte a si mesmo se há padrões ou gatilhos que possam estar contribuindo para essa sensação. Além disso, é importante considerar a possibilidade de reintegrar gradualmente atividades que você costumava gostar, mesmo que inicialmente pareçam difíceis.

    A comunicação com pessoas de confiança também pode ajudar a aliviar esses sentimentos, pois compartilhar suas preocupações pode proporcionar um novo olhar sobre a situação. No entanto, se a situação persistir e interferir significativamente na sua qualidade de vida, buscar o apoio de um profissional pode ser fundamental. Estou aqui para oferecer suporte e orientação nesse processo. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia aqui ou visitar meu site Humanamente Falando.

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Eu sinto muito medo ,fico sempre achando que as pessoas querem me matar ,não consigo andar em lugare

    Eu sinto muito medo ,fico sempre achando que as pessoas querem me matar ,não consigo andar em lugares públicos, se as pessoas olharem pra mim já penso que querem me fazer alguma coisa,fico ouvindo vozes, pessoas caminhando ,as vezes escondo de tanto medo ,oque devo fazer?muitas pessoas ficam achando que é brincadeira.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está descrevendo são sintomas que podem ser extremamente desafiadores e que merecem atenção imediata. Sentir medo intenso, acreditar que as pessoas querem te machucar e ouvir vozes são experiências que podem estar relacionadas a transtornos de ansiedade ou outras condições de saúde mental, como transtornos psicóticos.

    É fundamental buscar a ajuda de um profissional de saúde mental o mais rápido possível. Um psicólogo pode ajudar a explorar esses sentimentos e medos, enquanto um psiquiatra pode avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso. A psicoterapia cognitivo-comportamental pode oferecer estratégias para lidar com esses pensamentos e sintomas de forma mais eficaz.

    Lembre-se de que você não está sozinho e que o suporte profissional é essencial nesse momento. Estou à disposição para ajudar, e você pode encontrar mais informações no Doctoralia ou visitar meu site HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Existe alguma ligação entre compulsão sexual e experiência vivida ao longo da vida?

    Existe alguma ligação entre compulsão sexual e experiência vivida ao longo da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá e bem-vindo(a)!

    Sim, há uma ligação entre compulsão sexual e experiências vividas ao longo da vida. A compulsão sexual pode ser influenciada por diversos fatores, como traumas, relações interpessoais e padrões de comportamento aprendidos. Experiências vividas, especialmente aquelas que envolvem abuso ou negligência, podem impactar a forma como uma pessoa lida com a sexualidade.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos como essas experiências podem ter moldado comportamentos compulsivos. O objetivo é ajudar a desenvolver estratégias mais saudáveis de enfrentamento, promovendo o autoconhecimento e a mudança de padrões disfuncionais.

    Se você está enfrentando esses desafios, buscar apoio profissional é um passo importante. Estou à disposição para ajudar e você pode marcar uma consulta através do Doctoralia: Leonir Troscki no Doctoralia ou pelo site: Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • É possível uma pessoa ter mais de um distúrbio alimentar ?

    É possível uma pessoa ter mais de um distúrbio alimentar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Sim, é absolutamente possível que uma pessoa apresente mais de um distúrbio alimentar simultaneamente. Essa condição é conhecida como comorbidade e pode ocorrer porque os distúrbios alimentares muitas vezes compartilham fatores subjacentes, como questões emocionais, comportamentais e biológicas. Por exemplo, uma pessoa pode ter anorexia nervosa e, ao mesmo tempo, apresentar episódios de compulsão alimentar.

    Os distúrbios alimentares são complexos e podem envolver não apenas a relação com a comida, mas também questões de autoimagem, autoestima e regulação emocional. Quando uma pessoa enfrenta múltiplas dificuldades, o tratamento se torna ainda mais crucial. A psicoterapia cognitivo-comportamental é uma abordagem eficaz, pois ajuda a identificar e modificar padrões de pensamento disfuncionais que perpetuam esses distúrbios.

    É fundamental buscar suporte profissional para lidar com essas questões de forma adequada. Se você ou alguém que você conhece está passando por isso, recomendo fortemente que procure ajuda. Estou à disposição para orientações e apoio. Você pode acessar mais informações e agendar consultas pelos seguintes links: Doctoralia e Humanamente Falando.

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


Perguntas frequentes

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