Perguntas do paciente (26)
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Como posso encontrar propósito e sentido enquanto lido com meus pensamentos obsessivos e compulsões?
Como posso encontrar propósito e sentido enquanto lido com meus pensamentos obsessivos e compulsões?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Encontrar propósito e sentido mesmo convivendo com pensamentos obsessivos e compulsões passa por um olhar de gentileza consigo. Você não é reduzido ao TOC — ele faz parte da sua experiência, mas não define quem você é. Propósito nasce quando você reconhece seus valores (o que realmente importa pra você) e começa a dar pequenos passos na direção deles, mesmo que a ansiedade esteja presente. É sobre lembrar: “posso ter pensamentos difíceis, mas ainda assim escolher viver de acordo com o que me conecta à vida”. A terapia pode te ajudar a mapear esses valores e criar estratégias para caminhar com mais liberdade.
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O que é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) tipo misto?
O que é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) tipo misto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) tipo misto é quando a pessoa apresenta tanto obsessões (pensamentos, imagens ou impulsos repetitivos e intrusivos, que causam ansiedade) quanto compulsões (atos repetitivos ou rituais realizados para aliviar essa ansiedade).
Em alguns casos, os sintomas podem variar em intensidade: ora predominam as obsessões, ora as compulsões, mas no tipo misto ambos estão presentes de forma relevante no quadro clínico.
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Como posso conviver com as obsessões e compulsões?
Como posso conviver com as obsessões e compulsões?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Conviver com obsessões e compulsões não é sobre “eliminar” tudo de uma vez, mas aprender a lidar de forma mais leve. Você pode começar reconhecendo que esses pensamentos e comportamentos não definem quem você é, praticando autocompaixão e buscando pequenas estratégias para retomar o controle do seu dia. A terapia é um espaço seguro para entender os gatilhos e criar novos caminhos de enfrentamento, passo a passo.
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Qual a diferença de transtorno mental para doença mental?
Qual a diferença de transtorno mental para doença mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na prática, os dois termos são usados como sinônimos, mas há uma diferença sutil: Transtorno mental é o termo mais atual e técnico. Refere-se a alterações no pensamento, humor ou comportamento que causam sofrimento ou prejuízo. Doença mental é um termo mais antigo e, às vezes, associado a estigmas ou visões mais médicas e menos humanas.
Hoje, usamos mais “transtorno” por ser mais respeitoso, abrangente e centrado na pessoa — não no rótulo.
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Quais são os tipos de transtornos mentais mais comuns e quais os sintomas?
Quais são os tipos de transtornos mentais mais comuns e quais os sintomas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os transtornos mentais mais comuns incluem:
Ansiedade: preocupação excessiva, insônia, agitação, tensão física.
Depressão: tristeza persistente, cansaço, perda de interesse, alterações no apetite e sono.
TDAH: desatenção, impulsividade e inquietação.
Transtorno bipolar: oscilações entre euforia e depressão.
TOC: pensamentos repetitivos e comportamentos compulsivos.
Cada pessoa pode viver os sintomas de forma única. Se algo te incomoda ou limita sua vida, procurar ajuda é um passo de coragem.
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É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e
É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e ansioso?
Consigo trabalhar, mas meu sono fica desregulado, o coração fica acelerado, fico sem energia p mais nada, além do foco. Na maioria das vezes o foco é numa pessoa, num artista, numa preocupação ou num hobbie. Tenho 40 anos e notei q tive diversos períodos meio obsessivos. Mas só tenho laudo de TAG.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigada por compartilhar algo tão sensível. Esse padrão que você descreve — de mergulhar intensamente em um foco específico, com sintomas físicos e mentais como ansiedade, euforia, insônia e exaustão — é algo que pode aparecer no TAG, sim, mas também pode estar relacionado a outros quadros. O mais importante é observar o quanto isso tem impactado sua vida, suas relações e seu bem-estar. Quando o foco se torna algo que toma conta de tudo, a ponto de te afastar de outras áreas da vida, isso merece atenção e acolhimento — não julgamento. Você já deu um passo muito importante ao notar esse padrão e buscar compreendê-lo. Uma escuta qualificada pode te ajudar a entender o que está por trás desse funcionamento e te apoiar no processo de cuidar da sua saúde mental com mais clareza e gentileza.
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Eu gosto de ser a parte frágil e dominado pela parceira, mas vejo que muitas pessoas acham que eu nã
Eu gosto de ser a parte frágil e dominado pela parceira, mas vejo que muitas pessoas acham que eu não faço o meu "papel de homem" isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É absolutamente normal ter preferências e dinâmicas afetivas que fogem do que a sociedade tradicionalmente espera — especialmente quando falamos sobre papéis de gênero. A ideia de que o homem precisa ser sempre forte, controlador e emocionalmente contido é uma construção cultural, e não uma regra natural ou saudável.
Gostar de se mostrar vulnerável, frágil ou de estar em uma posição mais receptiva dentro da relação não diminui em nada o seu valor ou a sua masculinidade. Pelo contrário: ser capaz de reconhecer essas partes em si mesmo é sinal de autoconhecimento e maturidade emocional.
Cada relação é única, e o mais importante é que ela seja baseada em respeito, consentimento e bem-estar mútuo. Se a dinâmica funciona para vocês dois e é vivida com autenticidade, não há por que se envergonhar ou se sentir inadequado. A não ser que essa dinâmica se torne disfuncional — Isso pode acontecer, por exemplo, quando um dos dois perde sua autonomia, quando há submissão forçada, desequilíbrio de poder sem diálogo, sofrimento emocional constante ou quando essa fragilidade é usada como forma de escapar de responsabilidades ou evitar enfrentamentos importantes na relação. Nestes casos, a dinâmica deixa de ser algo saudável e consensual, e pode gerar dor, confusão ou dependência emocional.
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Existe um tipo de terapia que trabalha o cognitivo e o comportamento ao mesmo tempo?
Existe um tipo de terapia que trabalha o cognitivo e o comportamento ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim! A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é justamente uma abordagem que trabalha tanto os pensamentos (cognição) quanto os comportamentos. Ela parte do princípio de que nossos pensamentos influenciam nossas emoções e ações, e, por isso, busca identificar padrões disfuncionais e modificá-los de forma estruturada.
O foco está em desenvolver estratégias práticas para lidar com desafios do dia a dia, promovendo mudanças que façam sentido para você. É uma abordagem que utilizo nos atendimentos de forma colaborativa, sempre respeitando o seu ritmo e suas necessidades. Se quiser saber mais, pode me chamar!
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Bom dia para o portador da patologia, transtorno de ansiedade com Desrealização.
Bom dia para o portador da patologia, transtorno de ansiedade com Desrealização.
E qual o melhor profissional? Psicólogo ou psicanalista?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização é um sintoma comum em transtornos de ansiedade e pode ser tratada com terapia.
Um psicólogo com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a identificar gatilhos, modificar padrões de pensamento e ensinar estratégias para reduzir a ansiedade e os episódios de desrealização. Já um psicanalista foca mais na compreensão do inconsciente e das origens profundas do sintoma.
Se o objetivo for lidar diretamente com a ansiedade e aprender técnicas para gerenciá-la, a TCC costuma ser uma escolha muito eficaz. Se quiser saber mais, estou à disposição!
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Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse
Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
mor de verdade não exige que você abandone quem você é, não te faz sentir humilhada, nem te obriga a ceder o tempo todo por medo de desagradar. É natural, nesse momento, lembrar apenas dos momentos bons e sentir que nunca encontrará alguém como ele, mas isso não significa que ele era certo para você. Significa apenas que você ainda está se desapegando da ideia do que poderia ter sido, e não do que realmente foi.
Superar não acontece de um dia para o outro, mas um passo de cada vez. O primeiro é resgatar a si mesma: suas vontades, suas amizades, sua liberdade. Você merece um amor leve, saudável, que te aceite por inteira, sem imposições. A dor vai passar, e você vai perceber que o amor verdadeiro começa pelo amor próprio. Se puder, busque apoio, terapia pode te ajudar muito nesse processo. Você não está sozinha!
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Em quais doenças psiquiátricas o ciúme patológico pode se manifestar?
Em quais doenças psiquiátricas o ciúme patológico pode se manifestar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ciúme patológico pode estar presente em diferentes transtornos psiquiátricos, como o Transtorno Delirante do tipo ciumento, o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), o Transtorno de Personalidade Borderline, o Transtorno de Personalidade Paranoide e o Transtorno Bipolar, especialmente durante episódios maníacos. Em cada um desses casos, o ciúme se manifesta de forma particular, podendo envolver desconfiança excessiva, pensamentos obsessivos ou até mesmo delírios de traição. Se esse padrão de ciúme está causando sofrimento ou impactando os relacionamentos, é importante buscar uma avaliação profissional para entender melhor o quadro e encontrar as melhores estratégias de tratamento.
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Por que os filhos têm ciúmes dos pais? .
Por que os filhos têm ciúmes dos pais? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ciúmes entre filhos e pais é natural e geralmente surge por insegurança e medo de perder a atenção dos pais. Isso pode acontecer por:
Busca por atenção: Quando a criança percebe que a atenção está sendo dada a outra pessoa.
Fase de desenvolvimento: Crianças pequenas ainda não entendem a importância de outras pessoas na família.
Mudanças familiares: Como o nascimento de um irmão ou um novo relacionamento dos pais.
Insegurança emocional: Se a criança sente que não é amada o suficiente.
Esse sentimento é normal, mas os pais podem ajudar a criança a entender suas emoções e mostrar que o amor não é dividido, mas expandido. Isso auxilia no desenvolvimento de segurança emocional e no manejo saudável do ciúmes.
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Eu sinto que não tenho controle da minha personalidade e de como ajo com meus amigos e familiares, s
Eu sinto que não tenho controle da minha personalidade e de como ajo com meus amigos e familiares, sinto que meu "eu" de verdade está preso dentro da minha mente enquanto uma outra pessoa comanda. Até com os meus amigos mais íntimos, não consigo agir naturalmente e acabo agindo de maneira anormal, isso me atormenta pois as vezes faço coisas vergonhosas e ruins que eu jamais faria normalmente. Preciso saber se isso é só um desequilíbrio emocional ou pode ser algo mais grave, já dura a anos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está vivendo soa muito angustiante — e a primeira coisa que eu gostaria de dizer é: seu sofrimento é real e merece ser ouvido com muito cuidado.
A sensação de estar "preso dentro de si", como se houvesse um distanciamento entre quem você é de verdade e o que você expressa, pode estar ligada a vários fatores. Pode ser um reflexo de um sofrimento emocional profundo, de traumas não elaborados ou até de quadros dissociativos — em que a pessoa se sente desconectada das próprias ações, pensamentos ou identidade.
Por isso, mais do que tentar nomear se é “grave” ou não, o mais importante agora é reconhecer que isso não precisa ser vivido sozinho. Quando um sofrimento emocional se mantém por tanto tempo, ele precisa de espaço seguro para ser compreendido — e a psicoterapia pode te ajudar a entender o que está por trás dessa sensação de "descontrole" e reencontrar o caminho de volta para si mesmo
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. Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?
. Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Bipolar pode ser desafiador, mas com o tratamento adequado e uma rede de apoio, é possível ter qualidade de vida. O mais importante é manter o acompanhamento psicológico e psiquiátrico, seguir o tratamento medicamentoso quando indicado e adotar hábitos saudáveis. Se puder, ofereça acolhimento, incentivo e esteja presente nos momentos difíceis, sempre respeitando seus próprios limites. Se precisar de mais orientações, estou à disposição!
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Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?
Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) geralmente começa a apresentar sintomas entre 15 e 25 anos, embora possa surgir em qualquer fase da vida. Os primeiros sinais podem ser sutis e confundidos com mudanças normais de humor, ansiedade ou depressão. O diagnóstico deve ser feito por um profissional de saúde mental, pois os sintomas variam em intensidade e duração.
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Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adole
Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adolescência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que alguns sinais do transtorno bipolar comecem a se manifestar ainda na infância ou adolescência, embora o diagnóstico formal geralmente só seja feito mais tarde, quando os sintomas se tornam mais evidentes e persistentes. Na fase mais jovem, os sinais podem se confundir com outros quadros emocionais ou comportamentais, como TDAH, ansiedade ou dificuldades emocionais ligadas ao ambiente familiar. É importante reforçar que esses sinais, isoladamente, não significam um diagnóstico. Crianças e adolescentes estão em constante desenvolvimento, e muitas vezes o que parece um sintoma pode estar ligado a outra questão emocional ou ambiental.
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Eu namoro há 8 meses e nunca sonhei com minha amada.Sonho com diversas coisas e pessoas, mas ela nun
Eu namoro há 8 meses e nunca sonhei com minha amada.Sonho com diversas coisas e pessoas, mas ela nunca esteve no meu sonho. Tem alguma explicação ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso é super normal e não significa que você não gosta da sua namorada ou que há algo de errado na relação. O conteúdo dos sonhos depende de vários fatores, como emoções do dia, preocupações, memórias recentes e até o funcionamento do cérebro durante o sono.
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O menino do meu trabalho ele me leva pra casa toda vez nunca tivemos absolutamente porque ele n deu
O menino do meu trabalho ele me leva pra casa toda vez nunca tivemos absolutamente porque ele n deu abraço torcer mas ele sabe que queria te algo com ele . Hj sonhei que no sonho ele ficava perguntando quem era menino que eu tava conversando e no msm sonho eu sonhei que ele apareceu com sua namorada no msm local e fiquei me perguntando como assim o quer isso significa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sonhos costumam refletir nossos sentimentos, pensamentos e inseguranças, muitas vezes de forma simbólica. No seu caso, parece que há um interesse seu por esse colega de trabalho, e o sonho pode estar mostrando algumas dúvidas ou desejos em relação a ele. Se esse sentimento por ele é algo importante para você, talvez valha a pena observar melhor como ele age no dia a dia e se há espaço para uma conversa sobre isso. Mas, se for apenas um sonho, pode ser só seu subconsciente processando emoções sem uma mensagem objetiva.
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Meu ex marido tá de namorada e eles estão saindo com minha melhor amiga pra beber cerveja. Fazendo g
Meu ex marido tá de namorada e eles estão saindo com minha melhor amiga pra beber cerveja. Fazendo grupo de amizades. Eu ligo e daí de perto pra ele não perceber que sou eu. Ela sabe que rola um sentimento entre eu e ele. Essa pessoa é minha amiga ou é falsa amiga.
É normal isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você não está errada por sentir o que sente. Seu incômodo é válido. E talvez esse seja um momento importante para refletir sobre quem tem ocupado espaço na sua vida e se essas pessoas realmente cuidam do seu coração — ou apenas estão por perto. Agora, é importante também se perguntar: o que te prende nesse lugar de vigilância e expectativa? O que você precisa ouvir, de si mesma, para conseguir se afastar de uma situação que está te causando sofrimento? Cuidar de você pode começar por aí: reconhecendo o que dói, colocando limites e se aproximando de quem realmente te respeita.
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter dificuldade para falar com mulheres não define sua orientação sexual — e isso é mais comum do que parece. Pode estar ligado à timidez, insegurança, medo de rejeição ou experiências anteriores.
A psicoterapia pode te ajudar a entender de onde vem esse bloqueio e desenvolver mais autoconfiança nas relações. Você não precisa enfrentar isso sozinho — conversar sobre isso já é um ótimo começo!
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Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…