Perguntas do paciente (41)
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Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos s
Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos sintomas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os transtornos de personalidade geralmente são tratados com psicoterapia, sendo a Terapia do Esquema, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia Dialética Comportamental (DBT) algumas das abordagens mais eficazes. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico com medicação pode ser indicado para lidar com sintomas associados, como ansiedade ou depressão. Embora não se fale em "cura" no sentido tradicional, muitas pessoas conseguem alcançar uma vida mais equilibrada, com melhora significativa dos sintomas e das relações. O processo exige tempo, autoconhecimento e um vínculo terapêutico seguro — mas é possível, sim, construir uma vida mais saudável e satisfatória.
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Como tratar pessoas com transtorno de personalidade paranoide?
Como tratar pessoas com transtorno de personalidade paranoide?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O tratamento do transtorno de personalidade paranoide pode ser bastante eficaz com a Terapia do Esquema, que busca compreender e transformar padrões emocionais rígidos, muitas vezes formados ainda na infância, como a desconfiança excessiva e o medo de ser ferido. Ao longo do processo terapêutico, construímos juntos um vínculo seguro e acolhedor, fundamental para que a pessoa possa ressignificar suas experiências e desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo mesma e com os outros. É um trabalho profundo, mas que pode trazer alívio e mais qualidade de vida.
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Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no ps
Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no psiquiatra ele disse que é um sintoma de Desrealização, o que posso fazer pra minimizar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! Que bom que você buscou ajuda — a desrealização pode ser muito desconfortável, mas é possível lidar com ela e recuperar o senso de presença. A sensação de desrealização, como se tudo ao redor estivesse "estranho" ou desconectado da realidade, pode ser bastante angustiante. É um sintoma comum em quadros de ansiedade, estresse intenso ou até como parte de um transtorno dissociativo. Além do acompanhamento psiquiátrico, a psicoterapia — especialmente abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental ou a Terapia do Esquema — pode ajudar bastante. Técnicas de grounding (exercícios de ancoragem no presente), atenção plena (mindfulness) e trabalhar as causas emocionais subjacentes costumam ser eficazes para reduzir esses episódios. Você não está sozinho(a) — com o tratamento certo, é possível retomar o bem-estar e o equilíbrio.
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Qual a diferença entre esquizoide, autismo nível 1 e transtorno de personalidade antissocial grau le
Qual a diferença entre esquizoide, autismo nível 1 e transtorno de personalidade antissocial grau leve?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ótima pergunta — e super válida, porque esses quadros podem parecer semelhantes em alguns comportamentos sociais, mas têm origens e características bem distintas. Apesar de algumas semelhanças, como o distanciamento social ou dificuldade de se conectar emocionalmente, cada um desses diagnósticos tem características e causas diferentes. O transtorno esquizoide de personalidade se manifesta por um isolamento emocional e social voluntário, com pouco interesse em vínculos afetivos. Já o autismo nível 1 (antigo Asperger) envolve dificuldades na comunicação social e comportamentos repetitivos, mas com desejo de se relacionar — a dificuldade está mais na forma. O transtorno de personalidade antissocial, mesmo em grau leve, envolve desrespeito por normas sociais e pelos sentimentos dos outros, podendo haver manipulação ou impulsividade. Um diagnóstico preciso requer avaliação cuidadosa, considerando toda a história de vida e o contexto da pessoa.
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Olá, ultimamente estou sentindo dificuldade em relaxar, tem vezes que eu fico muito inquieta, tem mo
Olá, ultimamente estou sentindo dificuldade em relaxar, tem vezes que eu fico muito inquieta, tem momentos que eu fico pensando em algo repetidas vezes, as vezes eu fico ansiosa com umas coisas fútil, em alguns momentos eu sinto um sentimento ruim, isso pode ser ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Pelo que você descreve, parece que você está enfrentando momentos de inquietação, pensamentos repetitivos e ansiedade em relação a preocupações que podem parecer menores. Esses sintomas podem, de fato, ser indicativos de ansiedade. É importante lembrar que a ansiedade é uma resposta natural do corpo ao estresse, mas quando se torna frequente ou intensa, pode afetar a sua qualidade de vida. Seria benéfico procurar a orientação de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para avaliar sua situação de forma mais detalhada e oferecer o apoio necessário. Cuide de si e lembre-se de que pedir ajuda é um passo importante para o seu bem-estar.
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Olá, quando fico com raiva as vezes tenho comportamentos agressivos, procurar um psicólogo pode ajud
Olá, quando fico com raiva as vezes tenho comportamentos agressivos, procurar um psicólogo pode ajudar a controlar isso ? E gostaria de saber quais outros profissionais poderiam tratar isso sem medicação ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sentir raiva é algo natural, mas é importante saber gerenciá-la, especialmente quando leva a comportamentos agressivos. Procurar um psicólogo é, de fato, uma ótima ideia. Nós podemos ajudar a entender as causas da sua raiva e desenvolver estratégias para controlá-la de maneira saudável. No entanto, é necessária saber se a raiva possui origem orgânica ou se é sintoma de algum transtorno. Dessa forma, recomendo que busque um médico de sua confiança. Espero ter ajudado.
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Autismo com alucinações e comobirdade aumenta o grau do autismo ?
Autismo com alucinações e comobirdade aumenta o grau do autismo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A relação entre condições psicóticas, especialmente a esquizofrenia, e o transtorno do espectro autista (TEA) é complexa, com sugestões de uma considerável sobreposição entre ambas as condições. No entanto, elas diferem significativamente na idade em que se manifestam, sendo as condições psicóticas geralmente observadas na adolescência e no início da idade adulta, enquanto o TEA é identificado na infância. Indivíduos com TEA podem apresentar comorbidades com condições psicóticas, como esquizofrenia e transtorno bipolar, e há evidências crescentes de que pessoas com TEA têm um risco maior de desenvolver doenças psicóticas em comparação com a população em geral. No entanto, é importante ressaltar que a presença de alucinações não determina diretamente o grau de gravidade do autismo. É fundamental procurar avaliação e apoio profissional para compreender a situação específica de cada indivíduo.
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Boa noite! Infelizmente minha filha de 7 anos teve acesso ao conteúdo adulto através de uma prima um
Boa noite! Infelizmente minha filha de 7 anos teve acesso ao conteúdo adulto através de uma prima um pouco mais velha. Ela está com muitas dúvidas e já explicamos da melhor forma o que foi que ela viu e pergunta o que é sexo. Porém, tudo o que ela vê ou ouve ela associa ao vídeo e chora ao falar. O que eu posso fazer para ajudá-la a esquecer isso e não ter mais sentimento de tristeza? Isso pode passar com o tempo sem causar danos psicológicos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível a sua preocupação com o bem-estar da sua filha após ela ter sido exposta a conteúdo adulto. Vou oferecer algumas orientações que podem ajudá-la a lidar com essa situação:
Comunicação Aberta e Sensível: Mantenha as linhas de comunicação abertas. É importante que sua filha saiba que pode falar com você sobre qualquer coisa. Ao conversar sobre o tema, use uma linguagem apropriada para a idade dela.
Validar seus Sentimentos: É crucial validar os sentimentos dela. Deixe-a saber que é normal se sentir confusa ou chateada com o que viu.
Educação Sexual Apropriada para a Idade: Forneça informações sobre sexo e relacionamentos de uma forma que seja adequada para a idade dela, enfatizando o respeito, consentimento e privacidade.
Distrações Positivas: Encoraje atividades que ela goste, para ajudar a desviar a atenção dos pensamentos perturbadores. Isso pode ser qualquer coisa, desde brincadeiras ao ar livre até atividades artísticas ou leitura.
Monitoramento do Consumo de Mídia: Reforce o monitoramento do que ela assiste ou acessa na internet para evitar mais exposições a conteúdos inapropriados.
Observe Mudanças de Comportamento: Fique atenta a quaisquer mudanças no comportamento ou humor dela, que possam indicar uma dificuldade maior em lidar com a situação.
Busca por Suporte Profissional: Se você observar que ela continua angustiada ou se há mudanças significativas em seu comportamento, considere a possibilidade de procurar um psicólogo infantil. Um profissional pode fornecer suporte adicional e estratégias para ajudá-la a processar suas emoções.
Com apoio, compreensão e a abordagem correta, é possível que sua filha consiga superar esse incidente sem danos psicológicos a longo prazo. É importante lembrar que cada criança reage de maneira diferente, e o mais importante é garantir que ela se sinta segura e apoiada.
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Meu filho tem uma energia inesgotável, porém dorme muito bem à noite, muito comumente tira sonecas à
Meu filho tem uma energia inesgotável, porém dorme muito bem à noite, muito comumente tira sonecas à tarde também. Ele tem muita dificuldade em tolerar o não de qualquer pessoa, inclusive o meu. Grita, chora, faz birra, me bate quando é contrariado. Logo percebe o que fez e me pede desculpas. Ele é muito inteligente, fala tudo e tem paixão por carros como o pai dele. Como posso lidar melhor com o comportamento dele?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter um filho com muita energia e dificuldade em lidar com frustrações pode ser desafiador. É importante lembrar que crianças, especialmente em tenra idade, ainda estão aprendendo a gerenciar suas emoções e reações. Aqui estão algumas sugestões para ajudá-la a lidar melhor com o comportamento do seu filho:
Estabeleça Limites Claros e Consistentes: As crianças se beneficiam de estruturas claras. Defina regras e consequências de forma consistente.
Ensine a Gestão de Emoções: Ajude-o a entender e expressar suas emoções de maneira saudável. Reconhecer quando ele está frustrado e ensinar técnicas de calmante, como respirações profundas, pode ser útil.
Reforce Comportamentos Positivos: Elogie e recompense comportamentos positivos. Isso pode incentivar a repetição dessas atitudes.
Estabeleça Rotinas: Crianças frequentemente respondem bem a rotinas previsíveis que lhes dão uma sensação de segurança.
Promova Atividades que Gastem Energia: Envolva-o em atividades físicas regulares para ajudar a canalizar sua energia.
Seja um Modelo de Comportamento: As crianças aprendem muito observando os adultos. Mostre como lidar com frustrações e contrariedades de forma saudável.
Tempo de Qualidade: Passe tempo com ele, engajando em atividades que ambos gostem, como brincar com carros.
Busque Apoio Profissional se Necessário: Se você sentir que precisa de mais apoio para lidar com o comportamento do seu filho, não hesite em procurar ajuda de um profissional, como um pediatra ou psicólogo infantil.
Lembre-se, cada criança é única e pode precisar de abordagens diferentes. O mais importante é mostrar amor, compreensão e paciência enquanto ele aprende e cresce.
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Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar t
Tenho ansiedade TAG e quadro de depressao e gostaria de saber se é normal sentir conforto em ficar triste? Sempre que me sinto bem eu procuro algo que me faça ser triste,chorar,me isolar etc… isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir conforto na tristeza, especialmente quando se tem ansiedade e depressão, pode parecer contraditório, mas é uma experiência conhecida. Algumas pessoas podem encontrar um certo alívio ou familiaridade na tristeza, pois esses sentimentos se tornaram habituais. Contudo, buscar ativamente situações que induzam tristeza pode ser um sinal de que você está tentando gerenciar emoções de uma forma que lhe é conhecida, ainda que não seja a mais saudável. É importante conversar abertamente sobre esses sentimentos com um profissional de saúde mental. Nós podemos oferecer estratégias para lidar com essas emoções e ajudá-lo a encontrar caminhos mais saudáveis para o bem-estar emocional. Não hesite em procurar apoio; cuidar de sua saúde mental é fundamental.
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Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz f
Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz ficar chateada, pois sinto que ela não se importa tanto assim e eu queria que ela fosse mais minha amiga, pois não sinto isso dela. Entretanto, eu não quero cortar laços com ela, pois ela é alguém importante para mim. O que eu poderia fazer nessa situação? Penso em procurar ajuda com psicólogo para tentar ficar bem mentalmente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como deve ser difícil sentir que uma amizade não está recíproca, o que pode gerar sentimentos de tristeza e frustração. É importante lembrar que cada pessoa tem sua maneira de demonstrar carinho e que, às vezes, pode não ser da forma como esperamos. Uma conversa aberta e honesta sobre seus sentimentos pode ser um bom começo, sempre respeitando o espaço e os limites da outra pessoa. Procurar ajuda de um psicólogo é uma excelente ideia, pois pode oferecer suporte para entender e gerenciar seus sentimentos, além de desenvolver estratégias para melhorar a comunicação e o relacionamento com os outros. Lembre-se, cuidar da sua saúde mental é sempre importante.
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Minha filha tem 7 anos, não obedece, não presta atenção, não demonstra arrependimento, bate na irmã
Minha filha tem 7 anos, não obedece, não presta atenção, não demonstra arrependimento, bate na irmã de 11 e quando está irritada se bate. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento que você descreve em sua filha de 7 anos, incluindo dificuldades em obedecer, prestar atenção, demonstrar arrependimento, e comportamentos agressivos, pode ser motivo de preocupação. Embora seja normal que crianças testem limites e tenham variações em seu comportamento, a agressividade e a autoagressão que você mencionou são sinais de que ela pode estar enfrentando dificuldades emocionais ou comportamentais que precisam ser abordadas.
É importante considerar alguns pontos:
Comunicação e Comportamento: Às vezes, comportamentos desafiadores podem ser uma forma de a criança comunicar frustrações ou dificuldades que ela não consegue expressar verbalmente.
Ambiente e Mudanças: Mudanças no ambiente familiar, escolar ou eventos estressantes podem impactar o comportamento das crianças.
Desenvolvimento Emocional e Social: Algumas crianças podem ter dificuldades em regular suas emoções ou em entender e responder adequadamente a situações sociais.
Saúde Mental: Em alguns casos, comportamentos como os que você descreveu podem estar relacionados a questões de saúde mental, como transtornos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtornos de conduta, ou outras condições.
É altamente recomendável buscar a orientação de um profissional de saúde mental, como um neuropsicólogo especialista em desenvolvimento infantil ou um psiquiatra pediátrico, para uma avaliação adequada. Eles podem ajudar a entender melhor o comportamento da sua filha e fornecer estratégias específicas para lidar com esses desafios.
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Olá , meu filho tem 4 anos , percebemos que ele gosta de criar regras durante jogo ou brincadeira co
Olá , meu filho tem 4 anos , percebemos que ele gosta de criar regras durante jogo ou brincadeira com amiguinhos , isso acontece em casa ou na escola , isso seria normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O comportamento do seu filho de criar regras durante jogos e brincadeiras é bastante comum e normal para a idade dele. Crianças de 4 anos estão aprendendo sobre estrutura, limites e como interagir socialmente. Criar regras pode ser uma forma dele expressar sua compreensão do mundo e tentar estabelecer algum controle sobre o ambiente, o que é uma parte natural do desenvolvimento infantil.
É importante observar como ele reage quando outros não seguem suas regras ou quando as regras são alteradas. Encorajar a flexibilidade e o compartilhamento de ideias com os amiguinhos pode ser útil. Se você notar que ele fica excessivamente chateado ou inflexível, pode ser uma oportunidade para ensinar sobre negociação e empatia.
De qualquer forma, se houver preocupações específicas ou comportamentos que pareçam incomuns para a idade dele, conversar com um neuropediatra ou neuropsicólogo especialista em desenvolvimento infantil pode oferecer mais orientações.
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Sinto uma coisa ruim, ficar passando várias palavras pertubadoras na minha cabeça e não consigo cont
Sinto uma coisa ruim, ficar passando várias palavras pertubadoras na minha cabeça e não consigo controlar, o que pode ser isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sinto muito por você estar passando por isso. O que você descreve pode ser sintomas de ansiedade ou de alguma condição psicológica, onde pensamentos intrusivos e perturbadores são comuns. É importante conversar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para entender melhor o que está acontecendo e receber o apoio adequado. Lembre-se, buscar ajuda é um sinal de força e o primeiro passo para se sentir melhor.
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Olá! Como superar isso um embotamento afetivo tanto com relações pessoais/profissionais e o "não ve
Olá!
Como superar isso um embotamento afetivo tanto com relações pessoais/profissionais e o "não verbalizado" pela terapeuta após uma carta de declaração sentimental e até mesmo existencial? Minha T.O de referência mudou de estabelecimento e se foi sem nem um gesto de despedida. Eu tava na frente dela e ela simplesmente agiu como se eu não estivesse, não me olhou, não acenou, não nada.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Superar o embotamento afetivo e lidar com a falta de resposta da sua terapeuta ocupacional (T.O.) requer apoio profissional. É importante buscar um novo terapeuta que possa ajudar você a processar esses sentimentos e a situação com sua T.O. anterior. Eles podem oferecer um espaço seguro para você explorar suas emoções e desenvolver estratégias para lidar com o embotamento afetivo, tanto em relações pessoais quanto profissionais.
Além disso, um terapeuta pode ajudar você a entender a natureza das relações terapêuticas, incluindo os motivos pelos quais sua T.O. pode não ter respondido à sua carta e não ter se despedido. Isso pode envolver compreender os limites profissionais e éticos na terapia, assim como trabalhar em sua capacidade de adaptação a mudanças e perdas em relações significativas. Lembre-se, cuidar de sua saúde mental é fundamental, e um profissional qualificado pode oferecer o suporte necessário para navegar por esses desafios.
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Minha cabeça continua criando cenários irreais sem parar, isso me afeta pois nunca vou viver aquilo,
Minha cabeça continua criando cenários irreais sem parar, isso me afeta pois nunca vou viver aquilo, mas também trás uma falsa sensação de conforto de uma visão perfeita minha. Sinto que estou constantemente escapando da realidade e quando saio na rua, tudo parece desabar como se eu estivesse voltando. Tenho vários pensamentos depressivos e penso constantemente em suicido. Sou muito ansioso e não consigo entrar em um relacionamento, o que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você está enfrentando desafios significativos com pensamentos depressivos, cenários irreais na mente e ansiedade. Esses sintomas podem indicar condições de saúde mental como depressão ou transtorno de ansiedade, que são tratáveis com a ajuda adequada.
É crucial procurar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem oferecer diagnósticos precisos, terapias e estratégias para lidar melhor com esses sentimentos e pensamentos. Também é importante manter-se conectado com amigos ou familiares de confiança, pois o apoio social é vital.
Seus pensamentos sobre suicídio são particularmente preocupantes. Por favor, leve-os a sério e busque ajuda imediata se esses pensamentos se intensificarem. Existem linhas de apoio e serviços de emergência disponíveis para oferecer assistência em momentos de crise.
Lembre-se de que pedir ajuda é um ato de força, e há muitas pessoas prontas e qualificadas para apoiá-lo neste momento. Cuidar da sua saúde mental é fundamental e há caminhos para a melhoria.
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Tenho 19 anos e desde os 12 me sinto deprimida, tive uma infância horrível e aos 12 comecei a notar
Tenho 19 anos e desde os 12 me sinto deprimida, tive uma infância horrível e aos 12 comecei a notar tudo que passei e nessa época que de fato eu comecei a sofrer. Hoje em dia não faço mais nada, não consigo sair, tirar fotos, viver, comer fora, comer novas comidas etc. Quando eu estava no colégio não conseguia apresentar trabalhos de escola por conta da ansiedade, na verdade tenho ansiedade atacada, como muita comida porque quando estou comendo, sinto que meus problemas não existem e com isso ganhei 15kg e minha autoestima que já era ruim, piorou ainda mais. Quase me suicidei e me mutilava muito na pré adolescência. Estou ha cerca de 6 anos sem viver minha vida, não tenho amigos, trabalho em home office, então não saio de casa. Tem dias que quero entrar na academia, aprender inglês, fazer uma faculdade entre outros, mas na maioria das vezes quero apenas tirar a minha própria vida. Já cogitei a possibilidade de ter Distimia, pois me enquadro nos sintomas. Sofri bullying, tentativa de Estu*** etc. E cresci com problemas familiares, os meus pais brigavam muito. Posso estar sofrendo de depressão/Distimia? Ou seria só Fobia-social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você descreveu uma série de experiências e sentimentos que são indicativos de questões sérias de saúde mental. Primeiramente, é importante reconhecer a coragem que requer compartilhar esses sentimentos e experiências. Baseado no que você relatou, parece que você pode estar lidando com mais de uma condição de saúde mental.
Os sentimentos persistentes de tristeza e depressão que você descreve, juntamente com a perda de interesse em atividades que costumava desfrutar, podem indicar depressão ou distimia, que é uma forma mais crônica, embora geralmente menos intensa, de depressão. Seus hábitos alimentares, como comer em resposta à ansiedade, e a perda de autoestima devido ao ganho de peso, também são aspectos importantes a serem considerados.
Além disso, a sua dificuldade em situações sociais, como apresentar trabalhos na escola e a falta de desejo de sair de casa, podem sugerir uma fobia social ou transtorno de ansiedade social. Essa condição envolve um medo intenso e persistente de ser julgado pelos outros em situações sociais.
Os traumas que você sofreu, como bullying e tentativa de abuso, juntamente com os problemas familiares, podem ter contribuído significativamente para o seu estado atual. É importante considerar que a exposição a tais experiências traumáticas na infância pode ter impactos de longo prazo na saúde mental.
Dado o que você compartilhou, especialmente a menção de pensamentos suicidas e automutilação no passado, é crucial buscar ajuda profissional imediatamente. Um psicólogo ou psiquiatra pode fornecer uma avaliação detalhada e ajudá-lo a entender melhor o que você está passando. Eles podem oferecer tratamento, que pode incluir terapia, medicação ou uma combinação de ambos, dependendo das suas necessidades específicas.
Lembre-se, há ajuda disponível e é possível melhorar com o apoio adequado. Se você estiver em crise ou tiver pensamentos suicidas, procure ajuda de emergência imediatamente. Você não está sozinha, e há profissionais qualificados prontos para ajudar você a enfrentar esses desafios e a viver uma vida mais plena e saudável.
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Por que quem é muito próximo e começa a ficar mais próximo, acaba afastando quem se é próximo e diz
Por que quem é muito próximo e começa a ficar mais próximo, acaba afastando quem se é próximo e diz que não gosta de grude. Sendo que foi ela quem começou a se aproximar sem nenhum problema, tanto ficamos amigos. Mas começou a ficar um pouco mais, mas ela vai começa afastar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A situação que você descreve, onde alguém inicialmente se aproxima e depois começa a se afastar, pode ser entendida através de padrões comportamentais e reações emocionais que muitas vezes são inconscientes. Quando alguém se aproxima intensamente no início de um relacionamento e depois recua, isso pode estar relacionado a crenças e experiências passadas que moldam suas expectativas e comportamentos em relacionamentos.
Essas crenças e padrões, muitas vezes formados na infância ou em experiências anteriores, podem influenciar a forma como alguém percebe a intimidade e o comprometimento. Por exemplo, se uma pessoa tem uma história de relacionamentos onde a proximidade foi seguida por experiências negativas, ela pode inconscientemente associar a intimidade com algo a ser evitado. Quando a relação começa a se aprofundar, esses medos e crenças podem ser ativados, levando a pessoa a se afastar para se proteger de uma possível dor ou rejeição.
Além disso, a dinâmica do relacionamento pode desencadear respostas emocionais que levam a um comportamento de afastamento. Uma pessoa pode começar a se sentir vulnerável ou preocupada com a perda de independência à medida que a relação se intensifica, o que pode fazer com que ela recue para manter um senso de controle ou para evitar se sentir emocionalmente sobrecarregada.
É importante lembrar que cada pessoa tem sua própria história e conjunto de experiências que influenciam seu comportamento em relacionamentos. A compreensão e a comunicação aberta podem ser chaves para lidar com essas situações. Se você se sente afetado por esse comportamento, pode ser útil explorar seus próprios sentimentos e reações com um terapeuta, que pode ajudar a entender melhor a situação e desenvolver estratégias para lidar com ela de forma saudável.
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Eu ando meio descrente a terapia, isso fica mais difícil o tratamento ou preciso acreditar e confiar
Eu ando meio descrente a terapia, isso fica mais difícil o tratamento ou preciso acreditar e confiar pra começar terapia ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo suas dúvidas sobre a terapia, e é importante refletir sobre de onde vêm esses sentimentos. Pergunte-se: essa hesitação é algo que você costuma sentir em novas situações ou é específica em relação à terapia ou ao terapeuta? Se a insegurança é mais geral, pode ser algo interessante para explorar na própria terapia. Por outro lado, se é específica em relação ao terapeuta, vale a pena considerar se essa pessoa é a mais adequada para você. A relação terapêutica é fundamental para o sucesso do tratamento, e você deve se sentir confortável e confiante com seu terapeuta. Lembre-se, é normal ter dúvidas no início, e a terapia pode ser um espaço seguro para explorar esses sentimentos.
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Olá! O tratamento na hipnoterapia e a mesma na auto-hipnose ?
Olá! O tratamento na hipnoterapia e a mesma na auto-hipnose ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A hipnoterapia e a auto-hipnose compartilham semelhanças, mas são distintas em prática e aplicação. A hipnoterapia é conduzida por um terapeuta treinado que guia o paciente através de técnicas de hipnose para atingir um estado de foco e relaxamento, visando "tratar" questões específicas ou hábitos indesejados. Já a auto-hipnose é uma técnica que a pessoa pratica sozinha, usando auto-sugestão para alcançar um estado de relaxamento e concentração. Embora ambas utilizem princípios de hipnose, a hipnoterapia geralmente é mais estruturada e personalizada, conduzida por um profissional.
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Perguntas frequentes
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Qual é o melhor tratamento para dermatite na região do períneo.
A dermatite na região do períneo pode ter diferentes causas, como irritação…