Perguntas do paciente (41)

  • quando fico muito estressada tipo em um pico de estresse, sinto o meu sangue ferver, tonteira, coraç

    quando fico muito estressada tipo em um pico de estresse, sinto o meu sangue ferver, tonteira, coração acelerado e falta de ar. isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Olá. Os sintomas que você descreve, como sentir o sangue ferver, tonteira, coração acelerado e falta de ar, são reações comuns do corpo ao estresse intenso. No entanto, é importante avaliar esses sintomas cuidadosamente, pois eles também podem estar relacionados a condições de saúde como ansiedade, ataques de pânico, ou outras questões médicas. Recomendo que você consulte um médico para uma avaliação completa, a fim de descartar quaisquer problemas de saúde e receber orientação adequada. Gerenciar o estresse e aprender técnicas regulação emocional também pode ser muito benéfico. Fico à disposição para quaisquer outras dúvidas.


  • Tenho uma dificuldade gigantesca em conversar com pessoas que não tenho intimidade. No trabalho, atr

    Tenho uma dificuldade gigantesca em conversar com pessoas que não tenho intimidade. No trabalho, atraso ou deixo de fazer algo que precise que eu pergunte algo pra alguem de outro setor. Sempre tento imaginar a conversa ou oq falar antes, tenho medo excessivo de ter uma resposta diferente, ou não saber o que falar. Relacionamentos então, 10x pior. Poderia ser fobia social, ou algo do tipo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Os sintomas que você está experimentando podem estar associados à ansiedade, particularmente em contextos sociais, mas também é possível que haja outros fatores em jogo. A ansiedade pode se manifestar de várias formas, incluindo dificuldades em interações sociais, mas é importante considerar um espectro mais amplo de possibilidades. Uma avaliação por um profissional de saúde mental, como um neuropsicólogo, pode ajudar a esclarecer a natureza exata de suas dificuldades e orientar um plano de tratamento adequado. Nós podemos investigar se sua experiência se alinha com a ansiedade social ou se há outros aspectos que precisam ser abordados. Fico à disposição.


  • Eu sou uma jovem de 20 anos. E não consigo ler. Eu desconcentro fácil, esqueço rápido. Eu esqueço at

    Eu sou uma jovem de 20 anos. E não consigo ler. Eu desconcentro fácil, esqueço rápido. Eu esqueço até coisas que já fiz e ia dizer. Sou hiperativa e não consigo manter atenção por exemplo em filmes/aulas, eu foco pensando em outras coisas.
    Há tratamento para ajustar essa condição?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Certamente, os sintomas que você está enfrentando, como dificuldades de concentração, esquecimento e hiperatividade, podem ser avaliados mais a fundo através de uma Avaliação Neuropsicológica. Este tipo de avaliação pode ajudar a identificar as causas específicas de suas dificuldades e orientar um plano de tratamento adequado. A Reabilitação Neuropsicológica, que envolve estratégias específicas para melhorar a atenção, memória e outras funções cognitivas, pode ser uma opção terapêutica eficaz. Recomendo que você procure um neuropsicólogo para iniciar essa avaliação e discutir as melhores abordagens para o seu caso. Lido diariamente com casos como o seu. Estou à disposição.


  • gostaria de saber se psicologo pode dar diagnostico de autismo leve em adulto.

    gostaria de saber se psicologo pode dar diagnostico de autismo leve em adulto.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Como um especialista na área de neuropsicologia, posso esclarecer sua dúvida. Psicólogos são capacitados para avaliar, identificar características e sugerir hipóteses diagnósticas em casos de autismo, incluindo o autismo leve em adultos. No entanto, o diagnóstico de autismo é complexo e geralmente requer uma abordagem multidisciplinar.

    Na neuropsicologia, utilizamos uma variedade de ferramentas e testes para avaliar as funções cognitivas e comportamentais, que são essenciais para entender as particularidades do autismo em adultos. Uma avaliação neuropsicológica detalhada pode fornecer insights valiosos sobre as habilidades sociais, de comunicação, padrões de comportamento e processos cognitivos do indivíduo.

    Esta avaliação pode ajudar a esclarecer o diagnóstico e fornecer recomendações específicas para o manejo e intervenção adequados. É importante lembrar que, embora um psicólogo possa sugerir um diagnóstico, a confirmação final muitas vezes envolve uma equipe de profissionais, incluindo psiquiatras e neurologistas, para uma avaliação abrangente.


  • Como saber se a escolha que, eu realizei era a melhor? Como lidar com isso?

    Como saber se a escolha que, eu realizei era a melhor? Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Posso dar algumas dicas sobre como lidar com a incerteza e o arrependimento em relação às escolhas feitas.

    1. Reconheça seus sentimentos: É normal sentir-se inseguro ou arrependido após tomar uma decisão importante. Reconhecer e aceitar esses sentimentos é um passo crucial para lidar com eles.

    2. Análise objetiva: Avalie sua decisão de maneira objetiva. Pergunte-se: quais critérios você usou para tomar essa decisão? Houve fatores que você não considerou? Essa reflexão pode ajudar a entender se sua escolha foi baseada em informações e valores importantes para você.

    3. Aprenda com a experiência: Cada escolha traz aprendizados, mesmo que o resultado não seja o esperado. Pense no que essa experiência lhe ensinou e como você pode usar esses aprendizados em decisões futuras.

    4. Procure suporte: Conversar com amigos, familiares ou um terapeuta pode fornecer perspectivas diferentes e ajudar a aliviar a carga emocional.

    5. Evite o pensamento "e se": Focar em cenários hipotéticos sobre o que poderia ter acontecido se você tivesse tomado uma decisão diferente pode aumentar a ansiedade e o arrependimento. Tente se concentrar no presente e no que você pode fazer agora.

    6. Aceitação: Em alguns casos, é importante aceitar que nem sempre temos todas as informações ou recursos para fazer a "melhor" escolha. Aceitar que você fez o melhor possível com o que tinha naquele momento pode ser libertador.

    7. Reavaliação e ajuste: Se possível, reavalie sua decisão e veja se há espaço para ajustes. Às vezes, pequenas mudanças podem melhorar significativamente o resultado de uma escolha.

    Lembre-se de que é natural questionar suas escolhas, especialmente as importantes. Se você sentir que essa insegurança está afetando significativamente sua qualidade de vida, considerar uma consulta com um psicólogo pode ser um passo útil. Na Doctoralia, você pode encontrar profissionais qualificados para ajudá-lo nesse processo. Espero ter ajudado.


  • É normal se sentir uma pessoa que não ama? Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei

    É normal se sentir uma pessoa que não ama?
    Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei romanticamente por alguém, mas sempre fingia que sim para me encaixar.
    Moro longe da minha família e amigos de infância e às vezes me julgo por não sentir saudades ou não me importar em manter contato.
    Não me importo em estar sozinha, em não fazer amizades em ocasiões novas ou interagir; mas me considero uma pessoa bem afetuosa com pessoas que possuem consideração por mim. Contudo, sinto outras emoções com mais facilidade (percebo que principalmente as negativas), tais como tristeza, frustração, culpa, raiva. Isso pode estar associado à depressão e ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    É completamente normal ter dúvidas sobre suas emoções e relacionamentos, especialmente na faixa dos 20 anos, uma época de muitas mudanças e descobertas pessoais. Cada pessoa experimenta o amor e as relações de maneira única, e não existe um "padrão" para se sentir ou agir.

    O fato de você não ter se interessado romanticamente por alguém até agora pode ser simplesmente uma característica sua, e não há nada de errado nisso.

    Quanto aos sentimentos de tristeza, frustração, culpa e raiva, é importante reconhecer que todos experimentamos uma gama de emoções, e sentimentos negativos são tão válidos quanto os positivos. No entanto, se você percebe que essas emoções estão afetando significativamente sua vida diária, pode ser útil conversar com um profissional de saúde mental. Nós podemos ajudar a explorar suas emoções e experiências de forma mais profunda e fornecer apoio se houver sinais de depressão ou ansiedade.

    Lembre-se, não há nada de errado em buscar ajuda profissional. É um passo positivo para o autocuidado e compreensão pessoal. E, por fim, estar confortável com sua própria companhia e ter uma abordagem seletiva para relações sociais também é normal e saudável. É importante fazer o que é certo para você e respeitar seu próprio ritmo e necessidades emocionais.


  • eu do nada fico batendo o pé e a perna, fico mexendo as mãos ou batendo elas em algo(mas devagar) me

    eu do nada fico batendo o pé e a perna, fico mexendo as mãos ou batendo elas em algo(mas devagar) meu coraçao acelera e eu fico nervosa, isso seria ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    É possível que esses sintomas que você descreveu – movimentos repetitivos, aceleração cardíaca e nervosismo – estejam relacionados com ansiedade. A ansiedade pode manifestar-se de várias formas, inclusive através de comportamentos físicos como os que mencionou. No entanto, é importante considerar que esses sintomas também podem ser causados por outras condições de saúde. É recomendável que você consulte um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação completa e para discutir seus sintomas em detalhe. Dessa forma, você poderá obter um diagnóstico adequado e, se necessário, um plano de tratamento personalizado. Lembre-se de que cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física.


  • As vezes sinto um sentimento de estranheza/enjoo em relação a vida, como se quisesse viver em um uni

    As vezes sinto um sentimento de estranheza/enjoo em relação a vida, como se quisesse viver em um universo paralelo e não mais esse, como se tivesse desacostumado com essa vida, como se estivesse farto de tudo. É algo involuntário, por mais que eu queira que pare ele não vai embora. Isso poderia ser classificado como um sentimento de vazio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    O que você está descrevendo pode estar relacionado a fenômenos como desrealização ou despersonalização, onde há uma sensação de desconexão do mundo ao seu redor ou de si mesmo. Essas experiências podem ser sintomas de ansiedade ou de outros transtornos de saúde mental. É importante conversar com um profissional de saúde mental, que pode avaliar adequadamente suas experiências e fornecer o suporte necessário. Não hesite em buscar ajuda; você não está sozinho nisso.


  • Como e o Transtorno bipolar induzido por substância ou medicamento esse e passageiro?

    Como e o Transtorno bipolar induzido por substância ou medicamento esse e passageiro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    O transtorno bipolar induzido por substância ou medicamento refere-se a alterações de humor que se assemelham ao transtorno bipolar, mas que são diretamente causadas pelo uso ou abuso de substâncias, como drogas ilícitas, álcool ou medicamentos, ou pela sua retirada. Essas alterações de humor podem incluir episódios de mania ou depressão.

    A natureza "passageira" desse transtorno depende de vários fatores, incluindo a substância envolvida, a duração e a intensidade do uso, a presença de transtornos de humor subjacentes e a resposta individual ao tratamento e à descontinuação da substância.

    Em muitos casos, se a substância ou medicamento que está causando os sintomas for interrompida, e com o devido apoio e tratamento, os sintomas podem diminuir ou ser completamente resolvidos ao longo do tempo. No entanto, é importante notar que algumas substâncias podem causar danos duradouros ao cérebro ou podem desencadear um transtorno de humor que persiste mesmo após a substância ser eliminada do corpo.

    O tratamento geralmente envolve a descontinuação segura da substância, tratamento de suporte para os sintomas de abstinência, e, se necessário, tratamento para qualquer transtorno de humor subjacente. É crucial que esse processo seja monitorado por profissionais de saúde para garantir a segurança e eficácia do tratamento.

    Se você ou alguém que você conhece está enfrentando sintomas de um transtorno bipolar induzido por substância ou medicamento, é importante procurar ajuda médica imediatamente para obter uma avaliação e tratamento adequados.


  • Já faz um tempo, em que eu ando esquecendo algumas palavras ao falar, e não são palavras muito difíc

    Já faz um tempo, em que eu ando esquecendo algumas palavras ao falar, e não são palavras muito difíceis de serem lembradas. Isso é comum?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Dificuldades com a linguagem podem ser causadas por uma variedade de fatores, desde questões psicológicas como ansiedade até condições neurológicas. Por exemplo, alterações cognitivas leves ou mesmo problemas de atenção podem levar a lapsos na memória.

    É aconselhável que você consulte um profissional de saúde, como um neuropsicólogo, que pode ajudar a avaliar sua situação com mais precisão. Eles podem recomendar uma avaliação neuropsicológica para entender melhor seu perfil cognitivo e identificar qualquer área que possa precisar de atenção. Lembre-se de que cuidar da sua saúde cognitiva é importante e existem estratégias que podem ajudar a melhorar sua memória e comunicação.


  • Quais são as diferenças entre as alucinações auditivas e a voz da nossa cabeça? As vezes quando eu v

    Quais são as diferenças entre as alucinações auditivas e a voz da nossa cabeça? As vezes quando eu vou dormir, surgem várias vozes na minha cabeça ao mesmo tempo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    As vozes que ouvimos em nossa cabeça, como parte do nosso pensamento interno, são uma experiência comum e não são consideradas alucinações. Estas vozes internas podem representar nossa consciência, memórias, ou simplesmente serem uma forma de processar informações e sentimentos.

    Por outro lado, alucinações auditivas são percepções de som sem um estímulo externo real, ou seja, ouvir vozes ou sons que não existem no ambiente ao redor. Essas vozes podem parecer muito reais para a pessoa que as está experienciando e podem incluir sons claros e distintos ou conversas.

    Se as vozes que você ouve são perturbadoras, frequentes ou afetam seu bem-estar, seria benéfico conversar com um profissional de saúde mental. Eles podem ajudar a determinar a natureza dessas vozes e fornecer o apoio ou intervenção apropriados. Lembre-se de que pedir ajuda é um passo corajoso e cuidar de sua saúde mental é uma prioridade.


  • Quando devo procurar ajuda ao psicólogo(a)?sou muito ansiosa e estressada presiso procurar ajuda ?.

    Quando devo procurar ajuda ao psicólogo(a)?sou muito ansiosa e estressada presiso procurar ajuda ?.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    É prudente procurar ajuda de um psicólogo quando você percebe que a ansiedade e o estresse estão interferindo na sua qualidade de vida, no seu bem-estar ou nas suas relações interpessoais. Um psicólogo pode oferecer estratégias para gerenciar a ansiedade e o estresse de maneira mais eficaz. Lembre-se, não há necessidade de enfrentar esses desafios sozinho(a), e procurar ajuda é um passo positivo para o autocuidado.


  • Tem um rapaz no meu trabalho q não tira o olho de mim qdo passa por mim. Ele não é do meu setor mas

    Tem um rapaz no meu trabalho q não tira o olho de mim qdo passa por mim. Ele não é do meu setor mas qdo passa perto da minha sala faz questão de encarar várias vezes. Já conversei brevemente algumas vezes c ele mas percebo um certo nervosismo por parte dele e pela minha TB mas eu ainda tento aproximar mais . Ele por sua vez qdo conversamos costuma até desviar o olhar. Ontem ele indo embora a pé e eu passei por ele de carro e ofereci carona. Ele recusou dizendo não precisar pq mora perto. Será q ele recusou por ter ficado tímido ou realmente não quer aproximação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    É natural questionar as intenções e emoções das pessoas com base nas interações descritas. Pode ser que este colega de trabalho esteja enfrentando timidez ou ansiedade, ou ele pode preferir manter uma certa distância no ambiente profissional. A maneira mais clara de entender a situação seria através de uma comunicação aberta e respeitosa, expressando suas observações de maneira não confrontacional, se você se sentir confortável para tal. Lembre-se, cada pessoa tem seu próprio conjunto de confortos e limites pessoais que podem influenciar como elas interagem com os outros.


  • Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem di

    Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem dificuldade em refletir? Qual é a causa? E como tratá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Olá, agradeço por compartilhar seus sentimentos e preocupações.
    Sentir-se vazio ou ter uma sensação de ausência de pensamentos e dificuldade em refletir pode ser uma experiência angustiante e preocupante. Esses sintomas podem estar relacionados a uma condição chamada de anedonia, que é caracterizada pela perda de interesse ou prazer em atividades que antes eram prazerosas.

    Existem várias possíveis causas para esses sintomas, e é importante lembrar que cada pessoa é única, portanto, é difícil estabelecer uma causa específica sem uma avaliação mais aprofundada. Alguns dos fatores que podem contribuir para esses sentimentos incluem desequilíbrios químicos no cérebro, estresse crônico, trauma emocional, depressão, ansiedade ou outros transtornos mentais.

    Para determinar a causa subjacente e desenvolver um plano de tratamento adequado, recomendo que você procure um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles poderão realizar uma avaliação clínica completa e discutir suas preocupações de maneira mais detalhada.

    O tratamento para esses sintomas pode variar de acordo com a causa subjacente e as necessidades individuais. Pode incluir psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que visa identificar e modificar padrões de pensamento negativos, e também a terapia medicamentosa, se necessário. Além disso, a adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado e apoio social, pode ser benéfica para o bem-estar geral.

    Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada e existem profissionais capacitados que podem ajudá-lo a encontrar o caminho para a recuperação. Não hesite em buscar suporte adequado e confiável para obter o tratamento necessário. Estou aqui para apoiá-lo ao longo do processo.


  • A auto-sabotagem faz a pessoa se sentir incapaz de realizar algo? Tem alguma maneira de parar de se

    A auto-sabotagem faz a pessoa se sentir incapaz de realizar algo? Tem alguma maneira de parar de se auto sabotar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Olá, entendo que você esteja lidando com a questão da autossabotagem e como ela pode afetar sua capacidade de realizar algo. É importante ressaltar que a autossabotagem é um padrão de comportamento que pode surgir de diversas razões, e muitas pessoas enfrentam esse desafio em diferentes áreas de suas vidas.

    A autossabotagem pode manifestar-se de várias formas, como procrastinação, autocrítica excessiva, medo do fracasso, autodestruição de relacionamentos ou sabotagem de oportunidades positivas. Esses comportamentos podem levar a sentimentos de incapacidade e frustração.

    Existem estratégias que podem ajudar a lidar com a autossabotagem. Aqui estão algumas sugestões que podem ser úteis:

    Autoconsciência: Reconhecer e identificar os padrões de autossabotagem é um primeiro passo importante. Observe atentamente seus pensamentos, emoções e comportamentos para entender os gatilhos e os padrões recorrentes.

    Autoaceitação e autocompaixão: Cultive uma atitude compassiva em relação a si mesmo. Reconheça que todos cometemos erros e enfrentamos desafios, e isso faz parte da jornada humana. Trate-se com gentileza e evite a autocrítica excessiva.

    Identificação de crenças disfuncionais: Explore as crenças negativas que podem estar alimentando a autossabotagem. Questionar e desafiar essas crenças pode ajudar a desenvolver uma mentalidade mais positiva e realista.

    Definição de metas realistas: Estabeleça metas alcançáveis e que sejam significativas para você. Divida-as em etapas menores e comemore suas conquistas ao longo do caminho. Isso pode ajudar a aumentar a confiança e diminuir a tendência de se sabotar.

    Busca de apoio profissional: Considere procurar um profissional de saúde mental, como um psicólogo, para trabalhar em conjunto no desenvolvimento de estratégias específicas para lidar com a autossabotagem. Eles podem fornecer orientação personalizada e ferramentas eficazes para ajudá-lo a superar esse padrão.

    Lembre-se de que superar a autossabotagem é um processo contínuo que requer paciência e autodisciplina. Cada pessoa é única, e o que funciona para uma pode não funcionar para outra. Seja gentil consigo mesmo nessa jornada e esteja aberto a experimentar diferentes abordagens até encontrar as estratégias que funcionam melhor para você.

    Estou aqui para apoiá-lo ao longo desse processo. Não hesite em buscar o suporte necessário para alcançar uma mudança positiva em sua vida.


  • Recentemente tive um relacionamento tóxico no qual a pessoa confessou que ela própria já se machucou

    Recentemente tive um relacionamento tóxico no qual a pessoa confessou que ela própria já se machucou durante episódios de muito estresse. Além de ser abusiva, aplicar gaslight, e muito instável emocionalmente. Contudo, ela não confessava o transtorno borderline. Dizia ser depressão, estresse pós traumático, TDAH, mas não borderline. É possível a pessoa ter um sintoma de se auto-agredir e não ser borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Lamento profundamente que você tenha vivenciado um relacionamento tão doloroso e tóxico. É compreensível que você esteja buscando entender a situação e as possíveis razões por trás do comportamento da outra pessoa. Quando se trata de automutilação, é importante reconhecer que esse comportamento pode estar relacionado a diferentes condições de saúde mental, não se limitando apenas ao transtorno de personalidade borderline (TPB). É importante lembrar que apenas um profissional de saúde qualificado pode fazer um diagnóstico preciso após uma avaliação completa. No entanto, o foco principal agora deve ser o seu próprio bem-estar. Concentre-se em cuidar de si mesmo, buscar relacionamentos saudáveis e construir uma base sólida de apoio. Procure um psicoterapeuta de confiança para te ajudar a processar as emoções desse relacionamento e desenvolver estratégias saudáveis de enfrentamento.


  • Gostaria de saber se o TOC pode ser considerado uma doença oculta.

    Gostaria de saber se o TOC pode ser considerado uma doença oculta.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Sua pergunta sobre o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) como uma "doença oculta" é muito relevante. O TOC é de fato considerado uma condição de saúde mental que pode ser invisível ou não facilmente perceptível para outras pessoas. Isso ocorre porque os sintomas do TOC são predominantemente internos e baseados em pensamentos intrusivos e compulsões que ocorrem dentro da mente.

    Diferentemente de algumas condições de saúde física que podem ser visíveis externamente, como uma ferida ou uma deficiência física, o TOC envolve principalmente rituais mentais ou comportamentos compulsivos que podem passar despercebidos para os outros. Essa natureza "oculta" do TOC muitas vezes pode levar a mal-entendidos e falta de compreensão por parte das pessoas ao seu redor.

    No entanto, é importante ressaltar que embora o TOC possa ser invisível aos olhos de outras pessoas, isso não minimiza a seriedade da condição e o impacto que ela pode ter na vida de quem a vive. O TOC pode causar sofrimento significativo e interferir nas atividades diárias, relacionamentos e bem-estar emocional. Portanto, é essencial buscar apoio profissional para um diagnóstico adequado e tratamento adequado, visando uma melhor qualidade de vida.


  • É normal o sentimento de paixão aflorar e sumir completamente e ficar nesse vai e vem por uma pessoa

    É normal o sentimento de paixão aflorar e sumir completamente e ficar nesse vai e vem por uma pessoa? Ou estou confundindo as coisas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Entendo sua preocupação em relação ao sentimento de paixão que parece aflorar e desaparecer repetidamente em relação a uma pessoa. É importante reconhecer que os sentimentos românticos podem ser complexos e variar de pessoa para pessoa. O vai e vem de emoções pode ser uma experiência comum em relacionamentos, mas também pode ser sinal de uma dinâmica instável.

    É válido questionar seus sentimentos e se perguntar se você está confundindo as coisas. Às vezes, a paixão intensa pode obscurecer nossa percepção e levar a interpretações errôneas sobre a natureza de um relacionamento. É importante refletir sobre a consistência dos sentimentos ao longo do tempo, a qualidade da conexão emocional e a forma como o relacionamento afeta seu bem-estar geral.

    Se você está se sentindo confuso e incerto sobre seus sentimentos, pode ser útil buscar apoio de um terapeuta ou psicólogo. Um profissional qualificado pode ajudá-lo a explorar suas emoções, entender melhor os padrões de relacionamento e tomar decisões saudáveis para si mesmo.

    Lembre-se de que é normal passar por altos e baixos emocionais em relacionamentos, mas é importante buscar relacionamentos que sejam consistentes, respeitosos e satisfatórios em longo prazo. Valorize-se e confie em suas emoções para encontrar um caminho que seja saudável e autêntico para você.


  • Pessoas com esse diagnóstico esquisoafetivo podem ser violentas ? Meu marido sempre ameça a gente ,

    Pessoas com esse diagnóstico esquisoafetivo podem ser violentas ?
    Meu marido sempre ameça a gente , quebra as coisas e fica muito nervoso , fala palavrões
    eu e minha filha quando ele é contrariado ,
    Essas atitudes são decorrentes da doença mesmo ou não ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Olá! Entendo que lidar com um cônjuge com o diagnóstico de esquizoafetivo pode ser desafiador e gerar preocupações em relação à segurança pessoal. Vou tentar esclarecer algumas questões.

    A esquizofrenia é um transtorno mental que afeta a capacidade da pessoa de interpretar a realidade de forma adequada e pode causar sintomas como alucinações, delírios e pensamento desorganizado. Já o transtorno esquizoafetivo é uma condição que combina sintomas da esquizofrenia com sintomas de transtornos afetivos, como depressão ou mania.

    Não é comum que pessoas com esquizoafetivo sejam violentas, mas o transtorno pode afetar o comportamento de algumas pessoas de maneiras diferentes. É importante lembrar que cada pessoa é única e pode responder ao tratamento de forma diferente. Além disso, a violência pode ser resultado de uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e sociais, que não necessariamente estão relacionados à doença.

    Sua descrição dos comportamentos do seu marido, como quebrar coisas e ameaçar você e sua filha, não são sintomas comuns do transtorno esquizoafetivo. É possível que outras condições, como transtornos de personalidade, abuso de substâncias ou traumas psicológicos, estejam contribuindo para esses comportamentos. É importante que seu marido seja avaliado por um profissional de saúde mental, que possa ajudar a identificar e tratar quaisquer condições que possam estar contribuindo para o comportamento agressivo.

    Alguns tratamentos para o transtorno esquizoafetivo incluem medicamentos antipsicóticos e terapia, que podem ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Além disso, a terapia familiar também pode ser útil para ajudar a gerenciar conflitos e melhorar a comunicação dentro do núcleo familiar.

    Lembre-se de que é importante buscar ajuda profissional para lidar com essa situação e encontrar soluções que sejam seguras e eficazes para você, sua filha e seu marido.


  • Meu neto tem síndrome de daw, está com 18 anos, e faz suas necessidades fisiológicas na roupa, como

    Meu neto tem síndrome de down, está com 18 anos, e faz suas necessidades fisiológicas na roupa, como devemos agir para que isso não aconteça mais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Giorgini

    Olá! Entendo que lidar com as necessidades fisiológicas do seu neto com Síndrome de Down pode ser um desafio, mas existem abordagens que podem ajudá-lo a superar essa dificuldade.

    Primeiramente, é importante entender que a incontinência fecal ou urinária é um sintoma relativamente comum em pessoas com Síndrome de Down. Isso ocorre devido a uma variedade de fatores, como atraso no desenvolvimento neuromuscular e problemas de comunicação e cognição.

    A melhor forma de lidar com a incontinência é por meio de uma abordagem multidisciplinar, que envolve profissionais de saúde como um médico, um fisioterapeuta e um psicólogo, para ajudar a identificar e tratar as causas subjacentes do problema.

    Algumas sugestões práticas que podem ajudar a lidar com a incontinência incluem:

    Estabelecer rotinas regulares para ir ao banheiro: Estabeleça horários regulares para o seu neto ir ao banheiro e incentive-o a usar o vaso sanitário. Se necessário, use um alarme para ajudar a lembrá-lo.

    Oferecer alimentos ricos em fibras: Certifique-se de que a alimentação do seu neto inclui alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e cereais integrais. Isso ajuda a manter o trato intestinal saudável e regular.

    Incentivar a prática de exercícios físicos: A prática regular de exercícios físicos pode ajudar a fortalecer os músculos do trato urinário e intestinal, o que pode reduzir a ocorrência de incontinência.

    É importante lembrar que a incontinência pode ser um problema complexo, e que cada caso deve ser avaliado individualmente por um profissional de saúde. Não hesite em procurar ajuda especializada para ajudar seu neto a superar essa dificuldade e ter uma vida mais confortável e independente.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.