Perguntas do paciente (43)

  • É normal todas as consultas com psicanalista durarem em torno de 30 minutos? Já fiz terapia TCC, est

    É normal todas as consultas com psicanalista durarem em torno de 30 minutos? Já fiz terapia TCC, estava acostumada com consultas de 50 minutos e sinto falta desse tempo a mais. As sessões não são baratas e isso me gera um pouco de angústia. Como abordar isso sem parecer que estou desvalorizando o método do profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Sobre a Duração na Psicanálise
    Não, não é normal todas as sessões de psicanálise terem uma duração fixa e padronizada de 30 minutos. A prática do seu terapeuta pode ser uma abordagem específica, mas não é a única nem a mais comum:

    Variação Teórica: A psicanálise, especialmente a linhagem freudiana, muitas vezes trabalha com sessões de 45 a 50 minutos, semelhante ao que você estava acostumada na TCC.

    O "Tempo Variável": No entanto, algumas vertentes da psicanálise (notavelmente a lacaniana) utilizam o conceito de "sessões de tempo variável" ou "sessões curtas", onde o tempo é ajustado pelo analista com base no que acontece na sessão (um corte, uma intervenção, um ponto de inflexão), e essas sessões podem, de fato, durar 30 minutos, ou até menos. Essa variação visa dar um peso diferente ao que é dito e pode ser um elemento técnico do tratamento.

    Se o seu terapeuta utiliza essa abordagem de tempo variável, é provável que ele a considere fundamental para o método de análise dele.

    Como Abordar o Assunto com Seu Psicanalista
    É crucial que você leve essa angústia e essa dúvida para a sessão. Lembre-se: o que você sente e pensa sobre o processo faz parte do processo.

    Você pode usar uma abordagem focada em seu sentimento e na sua experiência anterior, sem questionar o método dele, mas sim o seu desconforto:

    Foque na sua experiência e sentimento:

    "Tenho notado que as nossas sessões têm durado em torno de 30 minutos. Vindo de uma experiência anterior na TCC com sessões mais longas (de 50 minutos), sinto uma certa angústia com o tempo de 30 minutos, como se estivesse faltando algo ou como se tivéssemos que apressar as coisas. Queria entender um pouco melhor, do meu ponto de vista, como o tempo é trabalhado na nossa análise."

    Mencione o impacto financeiro (opcional, mas válido): Se a sua angústia é muito ligada ao custo, você pode adicionar:

    "Como o valor da sessão é o mesmo, e sinto falta do tempo extra que eu tinha na TCC, isso me gerou uma dúvida e achei importante trazer para a sessão."

    Peça a explicação do método dele:

    "Gostaria que você me explicasse um pouco sobre o papel do tempo na sua forma de conduzir a análise. Estou tentando entender melhor como essa dinâmica funciona dentro da abordagem psicanalítica, já que é diferente do que eu experimentei antes."

    Nunca é desvalorizar o profissional trazer uma dúvida ou um incômodo que te afeta. O analista é treinado para ouvir e trabalhar com tudo o que o paciente traz, inclusive o que diz respeito ao setting (o ambiente da terapia, o tempo, o custo). Ao levantar essa questão, você está, na verdade, valorizando a sua análise ao buscar clareza sobre algo que a está afetando.


  • Existe relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente? Como saber se estou em uma?

    Existe relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente? Como saber se estou em uma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Sim, pode existir relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente. Embora a relação terapêutica deva ser um espaço de acolhimento, confiança e ética, onde o bem-estar do paciente é a prioridade, o desequilíbrio de poder inerente a essa dinâmica pode ser explorado pelo profissional, caracterizando o abuso. Sim, pode existir relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente. Embora a relação terapêutica deva ser um espaço de acolhimento, confiança e ética, onde o bem-estar do paciente é a prioridade, o desequilíbrio de poder inerente a essa dinâmica pode ser explorado pelo profissional, caracterizando o abuso.

    A Natureza da Relação Terapêutica
    A relação entre terapeuta e paciente é, por natureza, assimétrica, com o terapeuta detentor de conhecimento técnico, influência e, muitas vezes, acesso a informações muito íntimas do paciente, que se encontra em uma posição de maior vulnerabilidade.

    Por isso, os códigos de ética das profissões de saúde mental (como Psicologia e Psiquiatria) são rigorosos quanto à manutenção de limites e à proibição de exploração do paciente, seja ela sexual, emocional, financeira ou de qualquer outra forma. O abuso, nesse contexto, é uma quebra grave da ética profissional. Se a terapia te deixa mais pequeno(a), inseguro(a) e confuso(a) do que você chegou, e se o terapeuta age mais como um(a) crítico(a), controlador(a) ou interesseiro(a) do que como um(a) facilitador(a) do seu processo, é um sinal vermelho gigantesco.

    A terapia saudável capacita você a ter mais autonomia e clareza. O profissional deve ser um guia, não um dono das suas decisões.

    Se você está sentindo esses sinais, é importante buscar ajuda externa.


  • Os animais podem nos enviar mensagens espirituais? Estou desempregado e fui indicado para uma vaga

    Os animais podem nos enviar mensagens espirituais?
    Estou desempregado e fui indicado para uma vaga de emprego que praticamente era minha. No dia que recebi a indicação uma borboleta marrom escura entrou no meu quarto e ficou por uns minutos perto de mim (achei estranho porque nunca aconteceu). Desde o momento que recebi a mensagem da indicação para a vaga senti um certo desconforto e depois que fiz a entrevista o desconforto ficou pior. Decidi recusar a proposta e senti um alívio enorme. Uma paz interior e sensação de alegria. Meu emprego último foi uma experiência muito ruim. Fico pensando se esse episódio isso foi intuição prevendo que algo ruim ou medo inconsciente de arriscar o emprego?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Sim, para muitas pessoas, a aparição de um animal, como a borboleta, é vista como um sinal espiritual, um aviso ou um mensageiro de algo importante.
    O episódio da borboleta pode ter sido um sinal para a transformação (borboleta marrom) ou para você cuidar mais de si. O desconforto seguido de grande alívio provavelmente foi sua intuição te protegendo de repetir uma experiência ruim. Você se escolheu e ganhou paz interior.


  • Hipnose Ericksoniana pode ser feita online para fobia de avião?

    Hipnose Ericksoniana pode ser feita online para fobia de avião?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Sim, a Hipnose Ericksoniana pode ser feita online para tratar a fobia de avião (aviofobia) com eficácia.

    O tratamento online funciona bem porque:

    Acessa o Subconsciente: O estado de relaxamento e foco da hipnose pode ser induzido remotamente.

    Trabalha a Raiz do Medo: A técnica ajuda a identificar a origem da fobia e a reprogramar as crenças e reações negativas.

    Oferece Flexibilidade: É um formato conveniente para quem tem medo de sair de casa ou se deslocar.


  • Meu marido meu contou hoje que me traiu disse que foi uma vez só, mais eu não sei oque fazer sobre i

    Meu marido meu contou hoje que me traiu disse que foi uma vez só, mais eu não sei oque fazer sobre isso , temos um filho de 5 anos e estou sem saber como agir ,oque fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    É completamente compreensível que você esteja se sentindo perdida, confusa e sem saber como agir. Não há uma resposta "certa" ou "errada" imediata, e o que você está sentindo é válido.

    Aqui estão alguns passos e considerações que podem te ajudar a processar a situação e a decidir o que fazer, focando primeiro no seu bem-estar:

    1. Cuide de Você em Primeiro Lugar (O Básico)
    Não tome decisões imediatas: Permita-se sentir a dor e o choque. Diga a seu marido que você precisa de tempo e espaço para processar o que foi dito antes de conversar sobre o futuro.

    Apoie-se em quem confia: Converse com uma amiga, familiar ou procure um terapeuta. Você não precisa carregar esse peso sozinha.

    Priorize o seu bem-estar físico: Tente comer algo e descansar, mesmo que seja difícil. O estresse é exaustivo.

    2. Dê a si Mesma Tempo e Espaço para Processar
    É importante se perguntar e refletir sobre alguns pontos:

    O que você realmente quer?

    Quer tentar perdoar e reconstruir o casamento?

    Acha que a confiança foi quebrada de forma irreparável?

    Consegue imaginar a vida sem ele?

    Perguntas a serem feitas (quando se sentir pronta):

    Por que ele traiu? (Atenção: A razão dele não é desculpa, mas entender o motivo dele pode ajudar a entender o estado do relacionamento).

    O que significa "foi só uma vez"? (Verifique se ele está sendo totalmente honesto. A honestidade completa é o primeiro passo para qualquer reconciliação).

    O que ele está disposto a fazer para tentar reconquistar sua confiança?

    3. Considere Ajuda Profissional
    Terapia Individual: Um psicólogo pode te ajudar a processar a raiva, a tristeza e a traição, e a ganhar clareza sobre o que você deseja para o futuro.

    Terapia de Casal: Se ambos estiverem dispostos a tentar salvar o relacionamento, um terapeuta de casal é fundamental. Eles oferecem um ambiente seguro para discutir a traição, os problemas subjacentes e as regras para a reconstrução da confiança.

    4. O Foco no Filho de 5 Anos
    Proteja a criança do conflito: Seu filho de 5 anos precisa da estabilidade e do amor de ambos os pais, independentemente do que acontecer com o casamento.

    Decisão (Separar ou Continuar): Essa decisão deve ser tomada por você e seu marido em particular, longe da criança.

    Se houver separação: O foco deve ser em manter uma rotina e criar um ambiente de coparentalidade respeitoso, garantindo ao seu filho que ele é amado e que a separação é um assunto de adultos.

    O mais importante agora é respirar fundo e não se apressar. Você tem o direito de ficar brava, triste e exigir o que é melhor para você.


  • Não tenho mais vontade de fazer sexo com o meu namorado? Ele me traiu, me mentiu várias vezes e m

    Não tenho mais vontade de fazer sexo com o meu namorado?

    Ele me traiu, me mentiu várias vezes e me mostrou que não sou muito importante na vida dele. Mas mesmo depois disso eu decidi dar uma chance, e ele me prometeu mudar por nós.
    Mas eu não consigo transar com ele, eu sinto muito vontade, mas na hora do vamos ver eu não consigo, acabo sempre chorando e lembrando de todo o mau que ele já me fez.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Traição e Mentira: Agressões Emocionais: Ser traída e alvo de mentiras repetidas são experiências que causam um dano profundo à autoestima e à sensação de segurança. Seu namorado mostrou que você não era importante para ele naquele momento, e essa ferida não desaparece com uma simples promessa.

    O Vínculo Sexual e a Confiança: Para muitas pessoas, a intimidade sexual está intrinsecamente ligada à intimidade emocional e à confiança mútua. Quando a confiança é destruída, o corpo e a mente podem reagir se fechando como um mecanismo de autoproteção.

    A Memória Corporal: Seus sentimentos e lembranças vêm à tona no momento da intimidade porque é um momento de extrema vulnerabilidade. Seu corpo está reagindo ao trauma, sinalizando que o ambiente (ou a pessoa) não é seguro o suficiente para essa entrega. O choro é uma forma de liberar a dor e o estresse acumulados.

    A Contradição de Sentir Vontade: O desejo que você sente pode ser o desejo pela conexão que vocês tinham ou que gostaria de ter, mas a sua mente subconsciente está bloqueando a ação porque a pessoa à sua frente é a mesma que te machucou.

    Próximos Passos e O Que Considerar
    Reavalie a Relação (e a Promessa):

    Pergunte a si mesma: A promessa de mudança dele está sendo acompanhada por ações concretas e consistentes (transparência, honestidade, empatia)? A mudança em alguém que traiu e mentiu é um processo longo e exige dedicação total.

    Reconheça o seu tempo: O perdão não é instantâneo, e a reconstrução da confiança leva meses, até anos. Se você não consegue ter intimidade, significa que essa reconstrução ainda está muito, muito longe do ideal.

    Comunicação Honesta e Sem Pressão:

    Você precisa conversar com ele, mas sem se culpar. Diga exatamente o que sente: "Eu decidi tentar, mas meu corpo não está acompanhando minha decisão. No momento da intimidade, as lembranças do que aconteceu e a dor voltam, e eu choro. Isso me mostra que a ferida ainda está aberta, e eu preciso de mais tempo e segurança."

    Deixe claro que a intimidade não é uma prova de que você o perdoou ou que o relacionamento está curado.

    Priorize Sua Cura:

    Considere Terapia Individual: Um psicólogo pode ser fundamental para te ajudar a processar a dor da traição, reconstruir sua autoestima e entender se é possível e saudável seguir nesse relacionamento, ou se a melhor decisão é seguir em frente sozinha.

    Considere Terapia de Casal (se ambos estiverem comprometidos): Se ele realmente quer mudar e reconstruir a relação, a terapia de casal pode oferecer um ambiente seguro e mediado para que vocês enfrentem o dano da traição e aprendam a se comunicar de forma honesta.

    Seu corpo e suas lágrimas estão te dando uma mensagem importante: A dor da traição é maior do que o desejo que você sente no momento, e você precisa de cura emocional antes de pensar em intimidade física.


  • Me chamo Marcos tenho 22 anos, desde da adolescência sofro do vício de masturbaçao, já fiz de tudo e

    Me chamo Marcos tenho 22 anos, desde da adolescência sofro do vício de masturbaçao, já fiz de tudo e nada, me afastei de todos e perdi muitas oportunidades por conta disso, me sinto pressionado por a igreja dizer que é pecado, como consequência disso eu desisto das coisas que faço. Me dá vontade de morrer, fugir e nunca me relacionar com ninguém me ajudem

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Busque Ajuda Profissional Imediata
    Se a vontade de morrer for um pensamento persistente ou imediato, a prioridade absoluta é buscar ajuda de emergência.

    Ligue para o CVV (Centro de Valorização da Vida) - Disque 188 (no Brasil). Eles oferecem apoio emocional e prevenção do suicídio de forma gratuita e sigilosa, 24 horas por dia.

    Procure o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) mais próximo ou a Emergência Psiquiátrica de um hospital.

    Entenda a Questão e o Vício
    Psicólogo/Terapeuta: O mais importante é começar um acompanhamento com um psicólogo ou terapeuta (preferencialmente um que utilize Terapia Cognitivo-Comportamental - TCC). Eles podem ajudar a entender a raiz do comportamento, a lidar com a culpa e a desenvolver estratégias saudáveis de enfrentamento.

    Psiquiatra: Se a depressão, ansiedade ou os pensamentos de morte forem muito intensos, um psiquiatra pode ser necessário para avaliar a necessidade de medicação (temporária ou não) que ajude a estabilizar o humor e a ansiedade.

    Vício e Hábito: A masturbação compulsiva pode ser uma forma de lidar com a ansiedade, estresse ou solidão. O foco do tratamento não é apenas parar o ato, mas sim substituir esse mecanismo de fuga por atividades e hábitos mais saudáveis.

    A Questão da Fé e Culpa
    Conflito Espiritual: A pressão e a culpa geradas pelo conflito entre seu comportamento e as crenças religiosas podem ser o que mais alimenta o seu sofrimento e a vontade de desistir.

    Ajuda Pastoral/Espiritual: Considere conversar com um líder religioso de confiança (pastor, padre, conselheiro) que seja acolhedor e compreensivo, capaz de oferecer suporte espiritual sem julgamento, focando na graça e no perdão, em vez de apenas na culpa.

    Próximo Passo Imediato
    Ligue para o CVV (188) agora mesmo. Falar sobre o que sente é o primeiro e mais importante passo para romper o ciclo de isolamento e sofrimento.


  • Olá! Meu Nome é Chris.. Vivo uma Vida imaginária desde a minha adolescência, meu sonho era casar co

    Olá! Meu Nome é Chris..
    Vivo uma Vida imaginária desde a minha adolescência, meu sonho era casar com certa idade, ter filhas gêmeas e mora em certa cidade, nada disso aconteceu na realidade, mais eu vivo essa vida como fosse real em pensamento..Tenho duas famílias, a real e a imaginária, gosto mais da imaginária... O que vcs acham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    É bastante comum: Muitas pessoas usam a imaginação ou a fantasia como uma forma de lidar com a realidade, explorar desejos não realizados, ou simplesmente como uma fonte de conforto e prazer. Isso não é, por si só, um problema.

    Atenção ao equilíbrio: O ponto chave é o equilíbrio. Se a sua vida imaginária a ajuda a se sentir feliz e não a impede de funcionar bem na sua vida real (trabalho, relacionamentos, responsabilidades), então é uma forma de escape inofensiva e até positiva.

    Sinal de alerta: Se o fato de gostar mais da vida imaginária estiver fazendo com que você se isole da sua família real ou negligencie responsabilidades e oportunidades na vida real, pode ser um sinal de que é importante buscar um acompanhamento profissional (como um terapeuta ou psicólogo).

    No geral, enquanto for um refúgio que a nutre sem prejudicar sua vida real, não há nada de errado nisso.


  • Olá, Bom dia. Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minh

    Olá, Bom dia.

    Preciso de uma ajuda com um especialista qualificado para me orientar sobre às minhas questões, tenho 25 anos e até o momento não consegui iniciar à minha carreira profissional, me sinto incapaz, insegura ,não sei ao certo o que eu realmente quero aprender e exercer. Não consigo me focar em nada, sempre estou pensando em muitas coisas, menos prestando atenção no momento.

    Preciso de Ajuda.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    A descrição que você deu sugere que o profissional mais adequado para te ajudar a explorar suas opções de carreira, entender seus interesses, superar a insegurança e trabalhar a sua falta de foco é um:

    Psicólogo e/ou Orientador Profissional (ou de Carreira)
    Por que esses especialistas podem ajudar:
    Psicólogo:

    Pode te ajudar a entender as raízes da insegurança e do sentimento de incapacidade, trabalhando a sua autoestima e a autoconfiança.

    Pode abordar a dificuldade de foco e a ansiedade (o "pensar em muitas coisas") para que você consiga estar mais presente e concentrada.

    Pode te oferecer ferramentas para lidar com a pressão e a frustração de não ter iniciado a carreira.

    Orientador Profissional (ou de Carreira):

    É o especialista focado em te ajudar a descobrir o que você quer aprender e exercer.

    Utiliza testes, dinâmicas e entrevistas para mapear suas habilidades, interesses, valores e personalidade.

    Ajuda a explorar o mercado de trabalho e a traçar um plano de ação concreto para iniciar sua jornada profissional, dividindo o processo em passos menores e mais gerenciáveis.

    Dicas de Próximos Passos:
    Priorize: Você pode começar buscando um psicólogo que também atue com orientação profissional. Muitas vezes, esses profissionais combinam as duas abordagens, tratando tanto as questões emocionais quanto as de planejamento de carreira.

    Pesquisa e Rede de Contatos: Procure por profissionais com boas referências em sua cidade ou que ofereçam atendimento online.

    Pergunte se eles têm experiência com pessoas que estão em transição ou primeiro planejamento de carreira.

    Atenção aos Sentimentos:

    Se a dificuldade de foco for muito intensa e te causar grande prejuízo, é importante mencionar isso ao profissional, pois pode ser um sintoma de algo que precisa de atenção específica (como ansiedade generalizada ou TDAH, por exemplo), mas somente um profissional qualificado pode fazer qualquer avaliação.

    Lembre-se: você não está atrasada! Aos 25 anos, você tem tempo de sobra para iniciar uma carreira que te faça feliz. O importante é dar o primeiro passo na busca por orientação especializada.


  • Na hipnose, houveram casos de gatilhos serem ativados no tratamento e que o terapeuta não conseguiu

    Na hipnose, houveram casos de gatilhos serem ativados no tratamento e que o terapeuta não conseguiu desativa-lo ou elimina-lo? Isso é comum e qual a periculosidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Casos de gatilhos não desativados/eliminados: Embora a literatura não relate ser comum, a hipnose, como qualquer técnica terapêutica, tem seus desafios e a necessidade de um bom planejamento e condução do processo. A hipnose moderna foca em sugestões positivas e no trabalho em parceria com o paciente.

    Comum? Não. A hipnose clínica e terapêutica é uma ferramenta utilizada para promover o autoconhecimento e a mudança, focando na identificação e neutralização dos gatilhos problemáticos.

    Periculosidade: A hipnose em mãos de profissionais éticos e qualificados é considerada segura. O maior risco está associado ao uso indevido por pessoas sem a devida formação, à indução de falsas memórias ou a um trabalho superficial que não resolve a raiz do problema, podendo levar ao surgimento de outras manifestações.
    O sucesso da hipnose depende muito da qualificação do profissional, da cooperação do paciente e da forma como a técnica é integrada ao tratamento.


  • Qual a idade máxima para a aplicação do HTP? Sei que a miníma é de 8 anos em dinte.

    Qual a idade máxima para a aplicação do HTP? Sei que a miníma é de 8 anos em dinte.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Nao existe uma idade limite para aplicar o HTP


  • Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo levei ao medico e

    Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo
    levei ao medico e só uma consulta disse que é toc, ixiste um exame que afirma ou não,
    estou transtornada com a situação, alguem me ajudaaaaaaaaa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    não existe um exame laboratorial ou de imagem que, por si só, confirme o diagnóstico de TOC.

    Como o TOC é Diagnosticado?
    O diagnóstico do Transtorno Obsessivo-Compulsivo é clínico, o que significa que ele é estabelecido por um profissional de saúde mental (como um psiquiatra ou psicólogo) com base em uma avaliação detalhada que inclui:

    A presença de obsessões, compulsões, ou ambas:

    Obsessões: São pensamentos, imagens ou impulsos recorrentes, persistentes e indesejados que causam ansiedade ou angústia significativa (por exemplo, medo excessivo de contaminação).

    Compulsões: São comportamentos repetitivos (rituais) ou atos mentais que a pessoa se sente compelida a realizar para tentar reduzir a ansiedade causada pelas obsessões ou para evitar um evento temido (por exemplo, lavar as mãos excessivamente, checar repetidamente).

    O impacto na vida diária: Os sintomas devem ser demorados (por exemplo, mais de 1 hora por dia) ou causar sofrimento ou prejuízo funcional importante na rotina social, profissional ou em outras áreas.

    Exclusão de outras causas: O profissional verifica se os sintomas não são atribuíveis a outra condição médica ou aos efeitos fisiológicos de alguma substância.

    Importante: A consulta inicial do seu filho provavelmente já seguiu esses critérios de avaliação. O profissional ouve a história, analisa os padrões de pensamentos e comportamentos, e usa critérios diagnósticos padronizados (como os do DSM-5).

    Próximos Passos Essenciais
    O mais importante agora é focar no tratamento, que comprovadamente ajuda muito:

    Busque uma Segunda Opinião, se Necessário: Se você se sentiu insegura com a rapidez do diagnóstico, é totalmente válido buscar um psiquiatra ou psicólogo especializado em TOC para uma avaliação mais aprofundada e para começar o tratamento.

    Inicie o Tratamento Adequado: O tratamento mais eficaz para o TOC geralmente envolve uma combinação de:

    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Especialmente a técnica de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR).

    Medicamentos: Frequentemente, inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs).

    Seja uma Rede de Apoio: Informe-se sobre o TOC para entender melhor o que seu filho está passando. O apoio familiar é crucial.


  • Amnésia provocada por uma queda de bicicleta pode ser lembrada através da hipnose? (Se a causa da qu

    Amnésia provocada por uma queda de bicicleta pode ser lembrada através da hipnose? (Se a causa da queda foi um mal súbito ou foi provocada por alguém ?)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    A hipnose pode ser útil para tentar acessar memórias bloqueadas em casos de amnésia causada por um evento traumático, como uma queda de bicicleta, especialmente se for uma amnésia dissociativa (causada por estresse ou trauma emocional), e não por dano cerebral físico grave.

    Potencial: A hipnoterapia pode criar um estado propício para o reprocessamento da informação traumática e para o acesso a memórias que foram reprimidas pela mente como mecanismo de defesa, o que pode incluir a causa da queda (mal súbito ou intervenção de terceiros).

    Cautela: É crucial que isso seja feito por um profissional qualificado e como parte de um tratamento psicoterapêutico mais amplo. Há o risco de a hipnose, por sugestão, gerar "memórias falsas" ou aumentar a confiança em memórias imprecisas.

    Em resumo, é possível que a hipnose ajude, mas não é garantido e deve ser realizada com cautela e acompanhamento profissional.


  • Tenho 46 anos e ainda sou virgem , tenho um namorado , quando estamos juntos e as coisas começam a e

    Tenho 46 anos e ainda sou virgem , tenho um namorado , quando estamos juntos e as coisas começam a esquentar eu sempre fujo , não consigo ficar à vontade , o que devo fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    O passo mais importante é a comunicação honesta com a pessoa em quem confia e com quem quer ser íntima.

    Seja Transparente: Encontre um momento calmo e converse com ele. Diga-lhe exatamente o que sente, que é a sua primeira vez e que isso a deixa muito ansiosa, a ponto de querer fugir.

    A Confiança é Fundamental: Um parceiro amoroso e compreensivo não a irá julgar. Ele deve ser um apoio neste processo, e não uma fonte de pressão.

    Estabeleçam Limites Juntos: Peça-lhe que vá devagar e que pare imediatamente quando pedir. Conversem sobre o que a deixa confortável e desconfortável antes de qualquer momento íntimo.

    2. Lidar com a Ansiedade e o Bloqueio
    O seu impulso de "fugir" é uma reação de luta ou fuga provocada pela ansiedade. Para lidar com isso, pode tentar:

    Foco na Intimidade Não-Sexual: Comecem por passar tempo íntimo sem a pressão do sexo. Mãos dadas, abraços longos, beijos e massagens. O objetivo é sentir-se segura e relaxada com ele num contexto físico.

    Terapia (Recomendado): Falar com um terapeuta sexual ou um psicólogo pode ser extremamente útil. Eles podem ajudá-la a identificar a raiz da sua ansiedade (medo do desconhecido, crenças sobre sexo, traumas passados) e a desenvolver técnicas para a gerir.

    Técnicas de Relaxamento: Quando o momento começar a "aquecer", concentre-se na sua respiração. Respirações lentas e profundas podem acalmar o sistema nervoso e mantê-la presente.

    3. O Conceito de "Primeira Vez"
    Lembre-se que o sexo não é um evento único que tem de ser perfeito. É uma experiência gradual de descoberta mútua.

    Explore o Prazer sem Pressão: O sexo é muito mais do que a penetração. Concentrem-se em se dar prazer um ao outro. Comecem por coisas que a deixam confortável (toque, beijos, carícias). Permita-se sentir prazer sem a obrigação de ir "até ao fim".

    É a Sua Jornada: Não importa a sua idade. O seu corpo, os seus desejos e o seu ritmo são os que importam.

    Sugestão de Próximo Passo:
    Sugiro que comece por marcar um momento para ter uma conversa franca e de coração aberto com o seu namorado sobre o que está a sentir e a ansiedade que a leva a fugir.


  • Como estar aberta para hipnose? Como eu devo proceder?

    Como estar aberta para hipnose? Como eu devo proceder?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Estar "aberta" ou receptiva para a hipnose é, em grande parte, uma questão de cooperação, foco e relaxamento. A hipnose é um estado natural de concentração e foco, muitas vezes comparado a um estado de meditação ou de grande absorção (como quando você se perde em um livro ou filme), e é um processo colaborativo entre você e o hipnotista.
    Esclareça Mitos: Saiba que você não perde o controle durante a hipnose, não será forçada a fazer nada contra sua vontade ou seus princípios, e é muito provável que se lembre de tudo.
    Acredite na Possibilidade: A hipnose funciona através da sua capacidade de focar e imaginar. Acreditar que é possível para você entrar nesse estado é o primeiro e mais importante passo.
    Confiança no Profissional: Se estiver trabalhando com um hipnotista/hipnoterapeuta, certifique-se de que se sente confiante e confortável com ele. Uma boa relação de confiança é crucial.


  • Eu posso usar a hipnose para "esquecer" um abuso sexual e moral? Ou eu continuaria me lembrando do m

    Eu posso usar a hipnose para "esquecer" um abuso sexual e moral?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    fundamental entender que a hipnose não é uma ferramenta para fazer você "esquecer" um trauma. O objetivo da terapia, incluindo a hipnose clínica, não é apagar memórias, pois isso é geralmente impossível e pode ser prejudicial.

    O Papel da Hipnose na Recuperação de Traumas
    Em um contexto terapêutico (como a Terapia Cognitivo-Comportamental ou Terapia EMDR, onde a hipnose pode ser uma ferramenta auxiliar), a hipnose é usada para ajudar a reprocessar e dessensibilizar a memória traumática.

    O foco é:

    Mudar a forma como a memória afeta você: Em vez de remover a memória, o objetivo é diminuir a carga emocional e o poder que ela tem sobre sua vida presente.

    Fortalecer o seu eu interior: A hipnose pode ser usada para promover relaxamento, aumentar a sensação de controle, construir recursos internos (como resiliência e auto-compaixão) e gerenciar a ansiedade, os flashbacks e outros sintomas.

    Facilitar o acesso a emoções: Em alguns casos, pode ajudar a acessar e liberar emoções reprimidas de uma forma segura e controlada, sempre sob a orientação de um profissional qualificado.

    Importante: Busque Ajuda Profissional Qualificada
    Para lidar com o trauma de abuso sexual e moral, o mais importante é procurar o apoio de profissionais de saúde mental licenciados e especializados em trauma.

    Psicólogos ou Psicoterapeutas: Especialistas em trauma, Terapia EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento pelo Movimento dos Olhos), Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e terapias baseadas em mindfulness.

    Psiquiatras: Podem ajudar no gerenciamento de sintomas como ansiedade severa ou depressão que acompanham o trauma.

    Hipnoterapeutas Clínicos Licenciados: Se for considerar a hipnose, ela deve ser integrada ao seu tratamento geral de saúde mental e realizada por um profissional de saúde mental licenciado que também tenha formação em hipnose clínica.

    A autocura de traumas profundos, especialmente relacionados a abuso, é extremamente difícil e desaconselhada. O apoio profissional é crucial para um caminho seguro e eficaz de recuperação.


  • Qual a diferença entre a psicanálise e psicoterapia?

    Qual a diferença entre a psicanálise e psicoterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    A psicoterapia é um termo amplo que engloba diversos métodos e abordagens para o tratamento de problemas emocionais, comportamentais e mentais, visando a melhora da saúde mental e o alívio de sintomas.

    A psicanálise, por sua vez, é uma das abordagens que se insere no campo da psicoterapia, mas com características e objetivos específicos.


  • Não gosto dos cortes em sessão que o analista faz . Me sinto muito mal . Isso é necessário , se sim

    Não gosto dos cortes em sessão que o analista faz. Me sinto muito mal. Isso é necessário, se sim, por que?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Os Cortes na Sessão e a Psicanálise
    Na psicanálise, especialmente na abordagem lacaniana (mas com fundamentos na teoria freudiana do tempo e da repetição), o "corte" na sessão não é visto apenas como o fim do tempo cronometrado. Ele é uma intervenção técnica do analista e, sim, é considerado necessário em certos momentos, embora sua aplicação possa variar muito de analista para analista.

    Por que é Necessário?
    O corte tem a função de pontuar algo no seu discurso, servindo como uma interrupção lógica, e não meramente cronológica. Os principais objetivos são:

    Marcar um Significante Crucial: O analista pode interromper a sessão logo após você dizer algo que parece ser de extrema importância, um ponto de virada, uma palavra ou frase que revela uma manifestação do seu inconsciente. O corte serve para que essa fala não se perca ou seja "diluída" na continuidade do discurso, dando-lhe um peso e uma urgência.

    Produzir um Efeito de Sentido: Ao interromper, o analista força o paciente a elaborar e refletir sobre aquela última frase dita. O corte coloca o paciente em contato com a falta (a interrupção do discurso), que pode levá-lo a um novo insight ou a uma angústia produtiva que será trabalhada na próxima sessão. É uma forma de mobilizar o trabalho psíquico.

    Romper a Repetição: Às vezes, o corte pode servir para interromper um fluxo de falas repetitivas e sem avanço, chamando o paciente para sair do círculo vicioso e encarar sua posição no que está sendo dito.

    Enfatizar o Tempo Lógico: Para essa linha da psicanálise, a sessão deve durar o tempo necessário para o trabalho psíquico daquele momento, e não um tempo fixo de relógio. O corte marca o tempo de compreender ou o momento de concluir um pensamento ou um afeto.

    A Importância de Falar sobre o Seu Mal-Estar
    A sua reação de se sentir muito mal é uma informação valiosa para a sua análise. Se o corte está gerando angústia ou mal-estar excessivo:

    Não é um erro seu: Você não está "fazendo errado" ao se sentir assim.

    É material de análise: O que o corte provoca em você (o mal-estar, a sensação de abandono, a raiva, a frustração) precisa ser falado em sessão. Essa reação é uma manifestação da sua subjetividade e pode estar ligada a questões profundas sobre o seu relacionamento com a falta, com a autoridade, ou com a sensação de interrupção em sua vida.

    Comunique-se: O seu analista precisa saber como essa intervenção está ressoando em você para que ele possa calibrar a técnica ou, o que é mais provável, para que vocês possam analisar a sua reação.

    Sugestão: Comece a próxima sessão dizendo exatamente o que você me disse: "Não gosto dos cortes que você faz, me sinto muito mal com isso."

    Essa abertura de comunicação é parte fundamental do processo.


  • Quais perguntas posso fazer na sessão de psicanálise em relação ao meu tratamento? Tenho muitas dúvi

    Tenho muitas dúvidas e não sei como e se devo perguntar tudo que eu quero na sessão de psicanálise.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    O princípio fundamental na psicanálise é a Associação Livre.

    O que é: Consiste em falar tudo o que vier à sua mente, sem censura, sem julgamento e sem a preocupação de que faça sentido ou seja "importante".

    Por que é importante: O que parece ser uma "bobagem", uma distração ou mesmo uma "dúvida" sobre o processo, na verdade, pode ser uma porta de entrada para o seu inconsciente e para a questão que realmente precisa ser trabalhada.

    A Dúvida como Conteúdo: As suas dúvidas sobre como ou o que falar são, em si, um material valioso para a análise. Falar sobre essa inibição ou incerteza é um excelente começo!


  • Boa tarde! Por intermédio da Regressão, os meus infortúnios emocionais e sentimentais vêm à tona? E

    Boa tarde! Por intermédio da Regressão, os meus infortúnios emocionais e sentimentais vêm à tona?
    Eu conseguirei entender as causas deles e identificar estratégias para melhorá-los?
    Obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Luciana Gantus

    Sim, a regressão (terapia de regressão) é frequentemente utilizada para acessar o inconsciente e resgatar memórias ou experiências passadas que podem estar na origem de dificuldades emocionais e sentimentais atuais.

    O objetivo principal é:

    Revelar as causas (muitas vezes traumáticas) desses infortúnios.

    Permitir que a pessoa compreenda as origens dos seus padrões de comportamento ou sofrimento.

    Ressignificar essas experiências passadas para promover a cura e identificar estratégias para melhorar seu estado emocional e sentimental no presente.

    É importante que o processo seja conduzido por um profissional qualificado para garantir a segurança e a eficácia.


Perguntas frequentes

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