Perguntas do paciente (14)

  • Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este

    Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este ano. Ensinaram as vogais, agora estão na consoante P, nos números estão no 15. Ela tem tido dificuldade em reconhecer e escrever as letras e os números. Se peço para ela contar sozinha, ela vai bem até o 11, já era assim antes mesmo de começar a escola. As vogais ela também já sabia antes, mas a "Leiturinha" e escrita na escola estão difíceis. Principalmente as consoantes. Estamos no início de setembro e pelo visto esses números vão até o 30 até o fim do ano! Se eu falo uma consoante seguida de uma vogal, ela me fala uma palavrinha que começa pelo som, mas a leitura e escrita que a escola está cobrando está difícil para ela... Ela só tem recebido CD (com dificuldade) e "precisa treinar mais" nas avaliações e atividades de sala de aula... Não sei, mas sinto que a forma como a escola está cobrando está meio exagerada... A pedagoga, em julho, falou comigo inclusive sobre ela refazer o Pré I ano que vem, ou seja, repetir o ano... Outra coisa, eles só trabalham com letra cursiva, que psicomotoramente é bem mais difícil para a criança desenvolver... Será que minha filha está mesmo atrasada no desenvolvimento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Olá, mamãe!
    A alfabetização ocorre dos 6 anos aos 8 anos.
    A fase dos 4 anos na Educação Infantil é marcada por importantes marcos no desenvolvimento da criança. Nessa idade, as crianças estão em constante descoberta e aprendizado, desenvolvendo habilidades motoras, cognitivas e sociais.

    Nesse período, é comum observar um avanço na coordenação motora fina, o que pode facilitar atividades como desenhar, recortar e manusear objetos pequenos. Além disso, as crianças geralmente começam a demonstrar maior independência em tarefas do dia a dia, como se vestir, comer sozinhas e pentear os cabelos.

    No aspecto cognitivo, as crianças de 4 anos estão em uma fase de curiosidade intensa, fazendo muitas perguntas e buscando compreender o mundo ao seu redor. Elas também estão desenvolvendo suas habilidades de linguagem e comunicação, ampliando o vocabulário e a capacidade de expressão.

    No entanto, é importante estar ciente de que cada criança se desenvolve em seu próprio ritmo. Algumas podem enfrentar desafios específicos, como dificuldades na identificação e escrita de letras e números, como você mencionou anteriormente.

    Se sua filha está enfrentando dificuldades nesses aspectos, pode ser útil buscar apoio de profissionais qualificados para compreender suas necessidades individuais e oferecer estratégias pedagógicas mais adequadas.

    Se precisar de mais informações sobre o desenvolvimento na fase dos 4 anos ou quiser compartilhar mais sobre a situação de sua filha, estou aqui para ajudar.


  • NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?

    NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    A neuropsicopedagogia pode trabalhar com a digenesia do corpo caloso por meio de estratégias de intervenção que visam atender às necessidades educacionais e de desenvolvimento das pessoas afetadas por essa condição. A digenesia do corpo caloso é uma malformação congênita em que o corpo caloso, a estrutura que conecta os dois hemisférios do cérebro, não se desenvolve adequadamente.
    O papel da neuropsicopedagogia nesse contexto é identificar e compreender as dificuldades específicas enfrentadas pela pessoa com essa condição, considerando as possíveis repercussões no aprendizado, na cognição e no desenvolvimento emocional. A partir dessa compreensão, o profissional de neuropsicopedagogia pode elaborar estratégias pedagógicas e de intervenção que sejam adaptadas às necessidades individuais da pessoa com digenesia do corpo caloso.
    Isso pode envolver a criação de um ambiente de aprendizado adequado, o uso de recursos pedagógicos adaptados, a implementação de estratégias de ensino diferenciadas e o suporte emocional necessário para lidar com os desafios associados à condição. A abordagem da neuropsicopedagogia é multidisciplinar e visa promover o desenvolvimento integral da pessoa, levando em consideração as especificidades neurológicas e pedagógicas envolvidas.
    Se precisar de mais informações sobre esse assunto ou sobre como a neuropsicopedagogia pode ajudar em outras situações, estou à disposição para ajudar!


  • A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Olá, mamãe! Criança autista tem todos os direito como qualquer outra pessoa, direito de escola, faculdade, de trabalho. Mais para isso, se faz necessário ele ter acompanhamentos adequados.
    Se quiser marcar uma entrevista sem compromisso, fico à disposição!
    Beijos


  • Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca

    Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca as mãos só quer desenhos repetidos quando coloco outro ela n da atenção chamo o nome dela é ela n olha pode ser sinais de autismo ? N conheço muito sobre esse assunto...obg

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Olá, mamãe.
    Esses sinais pode ser sim indícios para o Autismo, mas para ter a certeza, é necessário passar por uma avaliação com o Neuropsicopedagogo ou Neuropsicologa.
    Fico à disposição, pois trabalho com avaliações.


  • Dificuldades de aprendizagem podem ter início na vida adulta?

    Dificuldades de aprendizagem podem ter início na vida adulta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Olá! Pode sim, agora temos que investigar o por que dessa dificuldade, o que tem por trás.
    Marque uma entrevista sem compromisso para poder entender mais sobre as suas dificuldades! Fico à disposição!
    Beijos


  • Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão

    Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão mais novo. Ela veio chorando me contar, e disse que não queria fazer isso. Estou em estado de choque.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Procure um psicologo o quanto antes, ele poderá te ajudar!


  • Olá! Estão, estou ficando muito preocupada, minha filha de 4 ano tem contado coisas que são mentira

    Olá!
    Estão, estou ficando muito preocupada, minha filha de 4 ano tem contado coisas que são mentiras, e ela insiste e até chora quando falo que não é verdade, até porque eu estava junto e sei. Ela tá começando a me trazer problemas com o pai dela. É normal essa idade mentir? Contar uma história que parece ser realmente verdadeira?
    Desde já, agradeço a atenção!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Olá, Mamãe!
    Quando a criança começa a mentir, isso não quer dizer que ela seja um mal caráter, crianças tem muita imaginação, criam e faz parte dessa fase.
    Dicas para lidar com a mentir:
    As crianças crescem aprendendo e repetindo nosso comportamento, evite qualquer menta por mais simples que for, como por exemplo: se alguém te liga e você pede para alguém dizer que você não está.
    Não dê castigos ou age com raiva se a criança aprontar algo de errado. Tente sempre conversar, mostra para a criança que você está ali ao lado dela para poder entender o que aconteceu, isso faz com que os pais criem uma relação de confiança.
    A criança desde muito pequena precisa entender a importância da honestidade, por isso explique as consequências que uma mentira por ocasionar. Deixa claro para a criança que você sabe quando ele está mentindo e o mais importante, dê atenção mesmo sem a criança pedir. Procure alguns livros infantis que aborda esse tema, e leia sempre junto com a criança.


  • Olá. Meu menino é muito distraído e desenteressado pelos estudos, ele tem 14 anos. Será que ele so

    Olá.
    Meu menino é muito distraído e desenteressado pelos estudos, ele tem 14 anos.
    Será que ele sofre de algum transtorno?
    Devo levá-lo a um especialista?
    É possível rever este quadro?
    Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Olá, mamãe!
    Sou Neuropsicopedagoga, faço Avaliação.
    Te oriento a fazer uma avaliação para ver se ele só tem a dificuldade de aprendizagem ou se tem algum transtorno.
    Se quiser marcar uma entrevista sem compromisso para conversarmos a respeito, estou à disposição!


  • Bom dia,tenho uma filha de 11 anos está no 6 ano do fundamental,ela estuda pras provas e atenciosa n

    Bom dia,tenho uma filha de 11 anos está no 6 ano do fundamental,ela estuda pras provas e atenciosa nas aulas e na hora de fazer os testes e as provas não consegue responder,fica muito nervosa a mão começa suar,o que pode ser,aí resultado não consegue tirar notas boas o que faço.estou muito preocupada .obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Sou Neuropsicopedagoga, faço avaliação tanto da parte de aprendizagem como possível transtorno. Agende uma entrevista sem compromisso para poder te esclarecer melhor!


  • Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades

    Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades como por exemplo: na escrita ( troca letras ), dispersa, dificuldade para ler o que escreve, não decora matérias,Estuda e depois não lembra etc.

    Ela ainda tem dislexia??
    Qual profissional devo procurar??
    Pois ela quer trabalhar mas não consegue sair do ensino médio normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Parece que sua filha ainda pode estar enfrentando desafios relacionados à dislexia, pois muitas das dificuldades que você mencionou, como troca de letras, dispersão, dificuldade de leitura e escrita, dificuldade de memorização e retenção de informações, são características comuns associadas a essa condição.

    Como sua filha já passou da idade escolar, é importante buscar uma avaliação atualizada com um profissional especializado em neuroaprendizagem ou neuropsicopedagogia. Esses profissionais têm experiência em compreender as necessidades específicas de indivíduos com dislexia e podem oferecer orientações e estratégias para ajudá-la a superar os desafios que enfrenta.

    Além disso, um psicólogo ou psicopedagogo também pode ser útil para ajudar sua filha a lidar com eventuais questões emocionais relacionadas às dificuldades acadêmicas e profissionais. Eles podem oferecer suporte psicológico e auxiliar no desenvolvimento de estratégias para lidar com a frustração e ansiedade associadas à dislexia.

    É importante que sua filha se sinta apoiada e compreendida enquanto busca realizar seus objetivos profissionais. Com o suporte adequado, incluindo orientação profissional e adaptações no ambiente de trabalho e estudo, ela pode alcançar o sucesso em sua carreira.
    Se precisar de mais informações ou suporte nesse processo, estou aqui para ajudar.


  • Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger,

    Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger, ele faz acompanhamento com fono(atraso de fala), T.O, Psicóloga, e agora há dois dias começou psicopedagoga, ha 4 semanas começou fazer birras fora de casa e quando sai das terapias quer levar os brinquedos com ele, como não deixo ele chora e reclama, se joga no chão olhando pra mim, já não sei mais o que fazer, vocês poderiam me ajudar. Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Entendo que a situação que você está enfrentando pode ser desafiadora. Lidar com as birras e as dificuldades comportamentais de uma criança autista pode ser estressante. É importante lembrar que você não está sozinha nessa jornada.

    Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

    1. **Comunicação Visual**: Use cartões de comunicação visual para ajudar seu filho a expressar suas necessidades e desejos, e para explicar as mudanças de rotina, como sair das terapias.

    2. **Rotina Previsível**: Crie uma rotina previsível e estruturada para seu filho, com horários claros para as terapias, refeições e momentos de lazer. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e as birras.

    3. **Reforço Positivo**: Reforce o comportamento positivo do seu filho com elogios, abraços e recompensas tangíveis quando ele lidar com as transições de forma tranquila.

    4. **Conversa com os Terapeutas**: Converse com os terapeutas do seu filho sobre as birras e dificuldades comportamentais que ele está enfrentando. Eles podem fornecer estratégias específicas para lidar com essas situações.

    5. **Cuidado Pessoal**: Lembre-se de cuidar de si mesma. Encontrar tempo para descanso e autocuidado é fundamental para poder lidar com os desafios diários.

    Se precisar de mais informações ou suporte, estou aqui para ajudar. Lembre-se de que é importante compartilhar suas preocupações com os profissionais que acompanham o desenvolvimento do seu filho.


  • Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue

    Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue acompanhar a turma, não teve evolução nos últimos 6 meses. Nessa idade poderia dar algum fitoterapico para ajudar no deftit de atenção?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Entendo sua preocupação em relação ao seu filho. No entanto, de acordo com a orientação profissional disponível, fitoterápicos não são indicados para o tratamento dos sintomas de TDAH em crianças. Portanto, é importante buscar orientação médica especializada para avaliar as necessidades do seu filho e determinar as melhores opções de intervenção.

    É fundamental que você consulte um pediatra ou um especialista em desenvolvimento infantil para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado para o seu filho. Eles poderão oferecer orientações específicas e recomendações baseadas nas necessidades individuais da criança.

    Se precisar de mais informações ou suporte sobre como ajudar seu filho, estou aqui para oferecer meu apoio.


  • Ola, sou professora auxiliar de um aluno com Tdah e autismo leve. Esta no 6 ano, tem 11 anos, ele na

    Ola, sou professora auxiliar de um aluno com Tdah e autismo leve. Esta no 6 ano, tem 11 anos, ele nao gosta de copiar a lição da lousa. Faz birra e chora, no inicio fiz acordo com ele que o ajudaria na copia. Porem o aluno quer que eu copie toda a lição. Falo que não é certo. Porém acabei copiando para ele pois ele chora muito. O que devo fazer? Deixo chorar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    Entendo a situação delicada que você está enfrentando. Lidar com um aluno que tem TDAH e autismo leve pode ser desafiador, especialmente quando se trata de tarefas que envolvem copiar da lousa. Aqui estão algumas sugestões sobre como lidar com essa situação:

    1. Compreensão e paciência: É importante lembrar que o comportamento do aluno é influenciado por suas condições de saúde, e pode ser uma manifestação de suas dificuldades sensoriais, de atenção e emocionais. Tente mostrar compreensão e paciência ao lidar com ele.

    2. Comunicação clara: Explique ao aluno de forma calma e gentil que copiar as lições da lousa é uma parte importante do aprendizado, e que você está ali para ajudá-lo a superar esse desafio.

    3. Apoio individualizado: Procure entender por que o aluno chora ao copiar da lousa. Ele pode estar enfrentando dificuldades sensoriais, cognitivas ou emocionais relacionadas à tarefa. Ofereça apoio individualizado para ajudá-lo a lidar com essas dificuldades.

    4. Estratégias alternativas: Busque estratégias alternativas para auxiliar o aluno na cópia das lições, como o uso de recursos visuais, a simplificação das instruções, a divisão da tarefa em etapas menores, ou mesmo a utilização de tecnologias assistivas, se possível.

    5. Reforço positivo: Reconheça e recompense os esforços do aluno quando ele tentar copiar as lições da lousa, mesmo que seja apenas por um curto período de tempo. O reforço positivo pode incentivá-lo a continuar tentando.

    6. Busque apoio profissional: Converse com os pais do aluno e com outros profissionais da escola (psicólogos, pedagogos, etc.) para obter orientação sobre como lidar com essa situação de forma mais eficaz.

    É importante lembrar que cada criança é única e pode responder de maneira diferente às estratégias adotadas. Se você precisar de mais orientações específicas ou se quiser compartilhar mais detalhes sobre a situação do aluno, estou aqui para ajudar no que for necessário.


  • O que seria disgrafia?

    O que seria disgrafia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Luciane Barbieri

    A disgrafia é um transtorno de aprendizagem que afeta a habilidade de escrever de forma coerente e fluida. As crianças com disgrafia podem apresentar dificuldades na organização espacial das letras, na formação correta das letras, na coerência e na fluidez do texto escrito.

    O neuropsicopedagogo é um profissional capacitado para atuar no diagnóstico e intervenção em dificuldades de aprendizagem, incluindo a disgrafia. Suas áreas de atuação incluem:

    1. Avaliação: O neuropsicopedagogo pode realizar avaliações específicas para identificar as dificuldades da criança relacionadas à disgrafia, analisando aspectos motores, cognitivos e emocionais que podem influenciar a escrita.

    2. Intervenção: Com base na avaliação, o neuropsicopedagogo desenvolve estratégias e atividades específicas para auxiliar a criança a superar as dificuldades na escrita. Isso pode envolver o treinamento de habilidades motoras finas, exercícios para melhorar a organização espacial das letras e técnicas para promover uma escrita mais fluente.

    3. Orientação aos pais e professores: O neuropsicopedagogo também pode oferecer orientações aos pais e professores sobre como apoiar a criança em casa e na escola, adaptando o ambiente e as atividades para atender às necessidades individuais da criança com disgrafia.

    Se você suspeita que sua filha possa estar enfrentando desafios relacionados à disgrafia, buscar o apoio de um neuropsicopedagogo pode ser muito útil para compreender melhor as necessidades dela e encontrar estratégias eficazes para ajudá-la a desenvolver suas habilidades de escrita.

    Se precisar de mais informações sobre a disgrafia ou quiser compartilhar mais sobre a situação de sua filha, estou aqui para ajudar.


Perguntas frequentes

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